Categoria: Cultura

  • Festival CoMA abre 80 vagas para contratação de pessoas com deficiência no DF

    Festival CoMA abre 80 vagas para contratação de pessoas com deficiência no DF

    Interessados devem comparecer à estação do Metrô da 112 Sul, quarta (13) ou quinta-feira (14), com documentação. Vagas remuneradas são para diversos cargos e áreas

    Festival CoMA – Consciência, Música e Arte abre processo seletivo para contratar pessoas com deficiência para trabalharem no evento, que ocorre de 4 a 7 de agosto no gramado do Eixo Cultural Iberoamericano (antiga Funarte).

    Os interessados devem comparecer à estação do Metrô 112 Sul, nesta quarta (13) ou quinta-feira (14), das 9h às 16h. É necessário ser maior de 18 anos e apresentar os seguintes documentos: laudo de deficiência impresso, cópia do RG, currículo impresso e comprovante de, pelo menos, duas doses da vacina contra Covid-19.

    São 80 vagas, remuneradas, para as funções de:

    • Atendimento PCD
    • Atendimento ao público
    • Assistente de logística
    • Assistente de produção de base
    • Assistente de produção
    • Segurança
    • Brigadista
    • Carregador
    • Limpeza
    • Bar (frente e fundo)
    • Bilheteria
    • Caixa
    • Profissional de audiovisual
    • Fotógrafo
    • Assistente de cenografia
    • Assistente administrativo financeiro
    • Assistente de camarim

    Para mais informações sobre o processo seletivo, basta acessar as redes sociais do Festival CoMA . Além da remuneração e de certificado de participação (que possibilita a comprovação para outras contratações), os selecionados serão incluídos em um banco de dados de pessoas trabalhadoras nos bastidores de eventos, para outras oportunidades.

    Acessibilidade no CoMA

    A contratação de pessoas com deficiência é uma das ações de acessibilidade realizadas pelo festival CoMA. Outras também incluem: distribuição de protetores auriculares para pessoas autistas, interpretação em Libras dos shows, entrada gratuita para pessoas com deficiência e acompanhante, cardápios em braile, programação em áudio e área exclusiva para pessoas com deficiência.

    Fonte: G1

  • Inscrições abertas para a oficina de Transcrição, Legendagem e Inclusão

    Inscrições abertas para a oficina de Transcrição, Legendagem e Inclusão

    Última semana do projeto Circuito Audiovisual, com capacitação gratuita para jovens e adultos

    Estão abertas as inscrições para a oficina de Transcrição, Legendagem e Inclusão, do projeto Circuito Audiovisual. As aulas serão realizadas de 11 a 15 de julho e são destinadas a jovens e adultos, com idade entre 14 e 60 anos. A capacitação é gratuita e as inscrições podem ser realizadas no site www.circuitoaudiovisual.com.br.

    Essa é a última semana no projeto, que teve início no dia 16 de maio. Ao todo, foram oferecidas 720 vagas, distribuídas em 9 workshops. os primeiros módulos foram destinados à formação de intérpretes em libras.

    Uma realização da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, em parceria com o Instituto Cultural Meninos de Ceilândia, o projeto tem como principal objetivo motivar e proporcionar a inclusão social e cultural, a partir da capacitação de novos profissionais para atuarem como intérpretes e produtores de conteúdo audiovisual.

    Serviço | Oficina Transcrição, Legendagem e Inclusão
    Data: 11 a 15/06
    Hora: 18h às 20h (de segunda a sexta-feira)
    Local: Plataforma on-line
    Inscrições gratuitas: www.circuitoaudiovisual.com.br

  • Festival Buraco do Jazz comemora cinco anos com novo formato

    Festival Buraco do Jazz comemora cinco anos com novo formato

    24 bandas, feira virtual de economia criativa e concurso de cangas integram programação do maior evento de jazz de Brasília. A entrada é franca

    O Festival Buraco do Jazz celebra cinco anos e apresenta nova formatação, ampliando, para duas, suas apresentações semanais de músicos e bandas brasilienses. Nesta quinta e sexta-feira (07 e 08), o público poderá desfrutar da qualidade musical de Dos Brothers e Clara Telles Band, em um cenário de noite clara e início de inverno, no Parque da Cidade. O Festival será realizado ao longo de três meses, reunindo 24 bandas. A programação é gratuita, mas a organização está arrecadando mantimentos e roupas para doação a entidades assistenciais.

    Os brasilienses também poderão participar da seleção de atrações que passarão pelos palcos do tradicional evento de jazz da cidade, nos dias 22, 28 e 29 de julho. A partir de enquetes nas redes sociais do projeto, será possível escolher os grupos e artistas que serão convidados. Entre os convidados especiais de cada edição, também estão o grupo Sabor de Cuba, Aqui Jazz, Molina’s Blues Band, entre outros grandes artistas. 

    Além do line-up principal, o palco fica aberto para receber outros músicos da cidade. Ao longo da programação, ocorre ainda um concurso de cangas e uma feira de economia criativa, que é espaço para lançamento de artistas plásticos, escultores e artesãos brasilienses. 

    Outra novidade no projeto são as ações de sustentabilidade. O Buraco do Jazz conta agora com uma parceria com associação de catadores e também com metarreciclagem. O evento também conta com ações de acessibilidade – área reservada para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, guia para deficientes visuais, audiodescrição, e uso de aplicativo de acessibilidade criado pelo Ministério do Planejamento (V-Libras) no site. 

    De acordo com Gustavo Frade, idealizador do projeto, a ideia era ter realizado o Buraco do Jazz em formato de Festival ainda na celebração do aniversário de 60 anos de Brasília, em 2020. Mas a pandemia impediu aglomerações de pessoas naquele ano.  “É uma grande felicidade poder voltar às apresentações presenciais. Com a reabertura das atividades, já vínhamos promovendo encontros no Estacionamento 5, do Parque da Cidade. Agora, podemos fazer essa edição especial para celebrar os cinco anos desse evento que já é o maior festival de jazz de Brasília.” 

    O projeto do Festival foi elaborado pela Agenda Cultural Brasília e conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

    Foto: Divulgação

    Sobre – De ocupação artística a festival consagrado, o Buraco do Jazz começou em 2016 nos gramados que margeiam o Eixão, na 214 Sul, mas, a cada semana o público crescia e foi preciso ocupar espaços maiores. O Buraco do Jazz já foi realizado em grandes eventos e em locais de relevância cultural da cidade, como o Museu da República, durante a Cena Contemporânea, e, por mais de um ano, na Funarte. Com um público crescente, passou a ser realizado no gramado do Parque da Cidade (Estacionamento 05). 

    Em mais de 100 edições, o Buraco do Jazz reuniu 70 bandas, sendo 90% delas formadas por artistas de Brasília. Atrações internacionais também já passaram por lá, como o cubano “Aniel Jazz”, um grupo Flamenco, e o “Sabor de Cuba”, formado por músicos cubanos e brasileiros. 

    SERVIÇO
    Festival Buraco do Jazz
    Quando: Todas as quintas e sextas-feiras
    Horário: A partir das 18h
    Onde: Parque da Cidade (Estacionamento 5)
    Quanto: Entrada franca. Evento adequado a todos os públicos 

    PROGRAMAÇÃO 

    07/07 (Quinta-feira) – Dos Brothers

    08/07 (Sexta-feira) – Clara Telles Band

    14/07 (Quinta-feira) – Aqui JAZZ

    15/07 (Sexta-feira) – Molina’s Blues Band

    21/07 (Quinta-feira) – Sabor de cuba

    22/07 (Sexta-feira) – Votação pública pelas redes sociais

    28/07 (Quinta-feira) – Votação pública pelas redes sociais

    29/07 (Sexta-feira) – Votação pública pelas redes sociais

  • Domingo no Parque traz música, poesia, teatro e artes plásticas na programação

    Domingo no Parque traz música, poesia, teatro e artes plásticas na programação

    Com o mote Revitalização Já!, ocupação cultural do Parque Ambiental do Bosque reforça a necessidade de gestão e manejo em benefício da população e da conservação do espaço

    O Movimento Cultural Supernova promove, no dia 10 de julho, a primeira edição de 2022 do Domingo no Parque. O evento, que é tradição na cidade desde 2010, tem como tema “Revitalização Já!”. A ideia é ocupar com ações culturais o Parque Distrital de São Sebastião, mais conhecido como Parque do Bosque, ao mesmo tempo em que chamam a atenção para os problemas de infraestrutura presentes no local.

    Com uma programação diversificada, o Domingo no Parque reúne, neste primeiro evento de julho, shows de Ana Fogaça (MPB e sertanejo) e de André Lira (música Pop); apresentação teatral do Palhaço Pepino; poesia, artes plásticas, performance literária e lançamento do livro “Dengo”, unindo Rayza Rodrigues, Priscilla Sena, Nanda Fer Pimenta e Ricardo Caldeira Também haverá pintura de rosto para as crianças e uma feirinha de alimentação, de venda de livros e de produtos da economia criativa.

    Revitalização do espaço

    Entre as reivindicações do coletivo cultural Supernova e de moradores da região, estão a reforma dos pergolados, da oficina da natureza, do teatro de arena e a troca da areia dos campinhos de futebol, além de novos pontos de energia, de água e banheiros. “Em 2010, foi feito todo um trabalho no Parque e ficou muito lindo, mas a falta de fiscalização e de manutenção resultou em anos de descuido e degradação, que novamente trazem riscos para quem frequenta o local”, explica Nanah Farias, coordenadora executiva do evento.

    De acordo com ela, o Domingo no Parque foi indispensável para a revitalização do espaço em 2010. A ação trouxe visibilidade para a unidade, que voltou a ser frequentada pela população como um ponto de lazer e esporte.  “Durante muito tempo o Parque serviu como depósito de lixo e de entulhos e havia muita violência dentro dele e no entorno. Tudo isso se modificou com a revitalização naquela época e o evento tem sido fundamental nesse processo de trazer a comunidade para o espaço e criar uma cena cultural para os artistas locais”, justificou

    O Domingo no Parque será realizado entre julho e novembro, sendo uma edição por mês, com exceção de julho, quando serão realizadas duas edições – 10 e 24/07. O evento conta com o apoio do Jornal Daqui DF, Atelier Nanah Farias, da Rádio Comunitária, do Espaço Sideral, da Biblioteca do Bosque, do Fórum de Meio Ambiente, do Movimenta São Sebastião, de Bartho Naiif e da Banca de Poetas.

    Foto: Divulgação

    Programação

    14h30 – Ana Fogaça (Música MPB e Sertanejo)
    15h30 – Rayza Rodrigues (Poesia e artes plásticas), Priscilla Sena (Poesia) e Nanda

      Fer Pimenta (Poesia e lançamento do livro “Dengo”)

    16h – Guilherme (Palhaço Pepino – teatro)

    16h40 – Ricardo Caldeira (Performance Literária)
    17h – André Lira (Música Pop)

    18h – Encerramento

    SERVIÇO:
    Domingo no Parque
    Quando: 10/07 (domingo), a partir das 14h30
    Onde: Parque Distrital de São Sebastião (Parque do Bosque) – São Sebastião (próximo ao Terminal Rodoviário)
    Quanto: Entrada franca

  • Na Praia gera 30 mil empregos no DF e movimenta setor cultural

    Na Praia gera 30 mil empregos no DF e movimenta setor cultural

    São cerca de 3 mil postos de trabalho temporários diários, que envolvem desde a concepção do evento até a apresentação dos artistas

     A temporada de pés na areia volta neste sábado (2/7) com o Na Praia. O complexo abre as portas sem data para fechar e um festival de música que vai até 11 de setembro. E, para garantir o funcionamento de tudo isso, o evento conta com cerca de 30 mil pessoas que trabalham em empregos temporários apenas nos três meses de shows.

    Os postos de trabalho vão da concepção do evento à apresentação dos artistas e envolvem diversas áreas que sofreram forte impacto durante a pandemia. Com a baixa nos eventos, quem trabalhava com montagem, som, segurança e alimentação nesses locais teve dificuldade para se manter. 

    Agora, muitos desses profissionais têm a chance de se realocar no mercado em um dos grandes eventos do DF. Antes mesmo de começar, o complexo precisou de pessoas para planejamento do projeto, criação dos elementos de cenografia, montagem de todas as áreas e organização das ligações de energia e água. Com tudo pronto, agora é a vez da manutenção e operação do dia a dia. 

    “Não vamos proporcionar apenas entretenimento, mas também fomentar e movimentar a economia da cidade em diversos seguimentos”, pontuou a gerente geral do Na Praia, Marianna Ramalho. Ela reforçou, ainda, que é importante que as pessoas conheçam esse outro lado da cidade e que acredita no sucesso do evento. 

    “É muito gratificante para a gente, principalmente por toda essa movimentação econômica, ainda mais depois de dois anos que todo mundo ficou desestabilizado economicamente. Então é uma satisfação muito grande poder proporcionar isso.”

    Com expectativa de receber mais de 300 mil pessoas no período de shows, o evento gera uma média de 3 mil empregos diários. “Queremos proporcionar momentos felizes e inesquecíveis, e através da diversão contribuir para a transformação da realidade de ainda mais pessoas com a geração de empregos”, destacou o diretor de comunicação do Grupo R2, Thiago Reis. 

    Parque de experiências

    Uma das novidades da edição é o day use. Nesta temporada, os brasilienses podem garantir o bronzeado e curtir programações pensadas para cada fim de semana. De segunda a sexta, também será possível praticar beach tênis e outros esportes e atividades físicas realizadas em parceria entre o Na Praia e a academia O2. A Zunia vai coordenar um espaço exclusivo para as crianças com brinquedoteca, colônia de férias e área para festas de aniversário.

    O parque de experiências também conta com uma vila gastronômica composta de restaurantes e bares com serviços para todos os gostos. A rede Coco Bambu estará em formato barraca de praia e pé na areia com os sabores do mar no cardápio.  Marzuk, Casa Baco, Superquadra, De Paulina, Bolo da Ivone e o Dog da Igrejinha estão entre as outras 18 operações que vão atender os frequentadores.

    Praia sustentável

    Como de costume nos eventos da R2, o Na Praia trabalha pautado nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma agenda global da Organização das Nações Unidas (ONU) para oferecer um mundo melhor até 2030. O projeto já possui o título de maior evento lixo zero do mundo, por redirecionar resíduos aos aterros sanitários, e doar mais de 354 toneladas de alimentos arrecadados. 

    Na Praia

    Deste sábado (2/7) até 11 de setembro.

    No Setor de Clubes Esportivos Sul.

    De segunda a sexta, entrada gratuita para usufruir o dia.

    Day Use Na Praia: R$ 30 (sábado) R$ 50 (domingo). Os valores dos shows variam de acordo com a programação e o lote dos ingressos. Confira a programação completa no site da R2.

    Fonte: Metrópoles

  • Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem investimento de R$ 2 milhões

    Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem investimento de R$ 2 milhões

    Em sua 55ª edição, a mostra está com as inscrições abertas para seleção de termo de colaboração com organização da sociedade civil (OSC) para gestão do evento

    Foram dois anos de reinvenção, aprendizado e muito trabalho para que a maior festa do cinema do país, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB), acontecesse, de forma virtual, durante a pandemia da covid-19. Em 2022, o evento volta fortalecido com formato híbrido e a presença garantida do público, sempre um elemento chave e marcante da trajetória da mostra que celebra, este ano, 55 edições. Esse foi só um dos desafios enfrentados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) nesta gestão para manter viva a chama de um dos mais emblemáticos símbolos da cultura local.

    Neste momento, segue aberta a inscrição para seleção de termo de colaboração com organização da sociedade civil (OSC) para gestão do evento marcado para o período de 14 a 20 de novembro, com duração de sete dias corridos. O investimento é de R$ 2 milhões.

    “Essas duas edições virtuais foram bastante pedagógicas para a secretaria e para o público, porque é um formato que veio para ficar. Voltamos a fazer o presencial, mas sem abrir mão do virtual”, informa o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues. “Até porque é uma forma, inclusive, de nacionalizar o festival de cinema, que se restringia à cidade de Brasília”, observa.

    O secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, diz: “Essas duas edições virtuais foram bastante pedagógicas para a secretaria e para o público, porque é um formato que veio para ficar. Voltamos a fazer o presencial, mas sem abrir mão do virtual” – Foto: Divulgação

    Festival 2022 gera expectativas

    A edição 2022 do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro promete ser marcante com o retorno do formato presencial. A expectativa é grande entre realizadores e público, essencialmente formado por estudantes, cinéfilos, jornalistas, realizadores, artistas e entusiastas da cultura de maneira geral.

    “A volta ao presencial é a grande expectativa, porque esse contato entre filmes na tela e plateia no Cine Brasília é a gênese do Festival de Brasília. Ali, no calor da hora, a temperatura sobe ou esfria. É o verdadeiro teste para cada filme e seus realizadores”, reverbera a subsecretária de Economia Criativa, Angela Inácio.

    Frequentador do Cine Brasília desde os tempos de estudante, o publicitário Fernando Matheus, 33 anos, não vê a hora para voltar a frequentar o espaço borbulhando de gente. “Até já voltei ao espaço depois da liberação, mas não é a mesma coisa. Sou grande fã do Cine Brasília, foi durante muito tempo meu playground, e ele durante o Festival de Cinema é mágico”, esfrega as mãos.

    O cineasta Rodrigo Séllos fala da expectativa para este ano: “Espero que seja um festival enorme, potente como ele sempre foi” – Foto: Divulgação

    “Que inveja de este ano eu não estar com o filme com a presença do público. Acho que é quando o cinema faz acontecer, numa sala escura com todo mundo. Espero que seja um festival enorme, potente como ele sempre foi”, torce o cineasta Rodrigo Séllos, que venceu o festival em 2020 com o longa-metragem Por Onde Anda Makunaíma?.

    Pandemia arrefecida

    Foi uma gestão de obstáculos com a chegada da pandemia da covid-19 poucos meses depois, ameaçando a realização do evento em 2020. “O festival só foi interrompido na época da ditadura, por força de um regime de exceção. E tínhamos todas as motivações para que ele não ocorresse na época da pandemia, quando o terror era muito grande e os governos estavam contingenciando as despesas para a área da saúde”, recorda o secretário.

    “Fiz um apelo ao governador Ibaneis Rocha, que liberou o recurso a tempo de promovermos o evento, que não deu tempo de fazer edital para convocar OSC; foi todo realizado com a própria equipe da secretaria, tarefa dificílima, deu um trabalho danado, mas conseguimos”, orgulha-se.

    Com curadoria do documentarista Silvio Tendler, as duas edições remotas foram um sucesso de execução e público, com um milhão de pessoas ligadas no evento via Canal Brasil, o YouTube da Secec e plataformas de streaming.

    “Foi uma das coisas mais difíceis da minha vida. Já tinha feito a curadoria e direção em 1996, mas era outro momento da vida e da realidade brasileira”, lembra o artista. “E conseguimos fazer, tornando-se um atrativo para todas as tribos e grupos que transitam em torno do Festival de Brasília”, diz aliviado.

    Grande vencedor com Por Onde Anda Makunaíma?, Rodrigo Séllos lamentou o fato de sua primeira participação na mostra competitiva do mais relevante evento cinematográfico do país não tenha sido com a participação do público presente, um termômetro sempre encorajador. “Foi frustrante não ter a plateia logo no ano que participo e ganho, mas enfim, foi ótimo o festival acontecer, foi fundamental ele não ter parado”, agradece.

    Diretor do curta-metragem Benevolentes, vencedor da Mostra Brasília, Thiago Nunes destaca que participar de uma edição atípica do festival, com projeção remota, lhe deu poder de alcance maior de público. “O cinema é uma área que se adapta. Assim como a música em suas multiplataformas, acontece a mesma coisa no cinema com o streaming. O formato virtual nos deu a chance de trazer o festival para as nossas casas”, avalia positivamente. “Importante acontecer esse evento num ano tão atípico, saber que houve um esforço enorme para ter continuidade mesmo sendo remoto”, reforça o diretor de fotografia e editor do curta, Vinícius de Oliveira.

  • Monumentos de Brasília ganham cores do arco-íris em celebração ao mês do orgulho LGBTQIA+

    Monumentos de Brasília ganham cores do arco-íris em celebração ao mês do orgulho LGBTQIA+

    Intervenções artísticas em locais como Museu da República e Teatro Nacional vão até 10 de julho. Locais contam com calçadas coloridas e molduras para tirar fotos

    Em comemoração ao mês do orgulho LGBTQIA+, diversos monumentos de Brasília ganharam as cores dos arco-íris. Até 10 de julho, as intervenções artísticas tomam conta de vários pontos com grande fluxo de pessoas, como o Teatro Nacional Cláudio Santoro, o Parque da Cidade, a estação Central do metrô, o Museu Nacional da República e as escadas da Torre de TV.

    Museu Nacional da República com rampa adesivada com asc cores da bandeira — Foto: Foto: Brasília Orgulho

    A iniciativa é do projeto Mapa do Orgulho, que tem o objetivo de ampliar a visibilidade LGBTQIA+ em espaços urbanos, levar a temática para dentro das casas, e causar reflexões sobre respeito e diversidade. Para a comunidade, também é uma forma de reforçar o orgulho e o sentimento de acolhimento.

    “A proposta tem muitos propósitos e efeitos. Destaco o fato de as cores LGBT ocuparem o espaço urbano e passarem a mensagem de que a cidade também é para e feita por LGBTs. A gente também faz Brasília, e ela precisa acolher e defender a diversidade de orientação sexual e identidade de gênero” , diz o coordenador do projeto, Igor Albuquerque.

    Os doze vitrais do Teatro Nacional Cláudio Santoro ganharam faixas de tecido costuradas à mão. No Museu da República, a grande rampa de entrada ganhou uma cara nova com as cores do arco-íris. Além disso, os 36 degraus da escada da Torre de TV receberam o novo colorido.

    Na estação Central do metrô, na Rodoviária do Plano Piloto, foram usadas aproximadamente 60 mil fitas coloridas em arco-íris para a celebração. Já quem estiver passando pelo Parque da Cidade vai se deparar com seis portais para tirar uma foto bacana ao longo do dia.

    Parada do Orgulho Brasília

    Neste domingo (3), será retomada a Parada do Orgulho LGBTQIA+ de Brasília, após dois anos suspensa pela pandemia de Covid-19. O evento está marcado para as 14h, e a concentração ocorre em frente ao Congresso Nacional.

    Segundo a entidade Brasília Orgulho, organizadora do evento – que também integra a Interpride, associação que reúne todas as paradas LGBTs do mundo – a capital tem a terceira parada mais antiga do Brasil.

    Confira o locais decorados

    Estação central do Metrô — Foto: Foto: Brasilia Orgulho
    Portais no Parque da Cidade — Foto: Foto: Brasilia Orgulho
    Escada da Torre de TV — Foto: Foto: Brasília Orgulho

    Fonte: G1

  • Festival Cena Contemporânea estreia 23ª edição nesta terça-feira

    Festival Cena Contemporânea estreia 23ª edição nesta terça-feira

    Evento fica em cartaz até 10 de julho. Confira programação completa

    Estreia, nesta terça-feira (28), a 23ª edição do Festival Internacional de Teatro de Brasília, o Cena Contemporânea. O evento ocorre até 10 de julho e reúne espetáculos gratuitos e pagos de diversos países.

    Nesta edição, os espectadores poderão prestigiar trabalhos de artistas do Brasil, de Portugal e da Argentina. Ao todo, são 21 espetáculos de teatro e dança e um show, além de 12 atividades formativas e educativas, como oficinas, encontros, lançamento de filme e exposição virtual.

    As apresentações acontecem no Teatro Galpão Hugo Rodas e na Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul; Teatro Garagem; Teatro da ADUnB; Teatro Oficina do Perdiz; Espaço Multicultural Casa dos Quatro; Teatro Paulo Autran SESC Taguatinga; Complexo Cultural de Planaltina e Galpão Instrumento de Ver (Vila Planalto), além de um percurso poético pelo quadrilátero histórico de Brasília.

    Atrações

    O Cena promove apresentação única do espetáculo “O Rinoceronte”, último trabalho dirigido pelo diretor Hugo Rodas (recentemente falecido). O show “Lágrimas no Mar“, título do novo álbum do cantor e compositor Arnaldo Antunes, também será apresentado no evento.

    Espetáculo supersó e outros videoclipes — Foto: Diego Bresani

    O documentário “É Tudo Verdade” será exibido pela primeira vez no evento. Além disso, o longa-metragem “Quem tem medo?”, de Dellani Lima, Henrique Zanoni e Ricardo Alves Jr, fará parte do repertório.

    O Cena 2022ainda conta com postos de coleta de resíduos eletrônicos. Os produtos podem ser descartados nos postos do festival montados no Conjunto Cultural da ADUnB, no Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul, no Teatro do Perdiz, no Teatro SESC Garagem e no Espaço Multicultural Casa dos Quatro.

    Programe-se

    23ª edição do Festival Internacional de Teatro de Brasília, o Cena Contemporânea

    • Quando: de terça (28) a 10 de julho
    • Locais: Teatro Galpão Hugo Rodas e Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul, Teatro SESC Garagem, Teatro do Centro Cultural da ADUnB, Teatro Oficina do Perdiz, Casa dos Quatro, Teatro SESC Paulo Autran, Complexo Cultural de Planaltina e Galpão Instrumento de Ver
    • Ingressos: pelo site
    • Confira a programação e horários clicando aqui

    Fonte: G1

  • Galeria Mundo Vivo abre temporada de exposições com gravuras de Íris Ferreira

    Galeria Mundo Vivo abre temporada de exposições com gravuras de Íris Ferreira

    Vernissage acontece na quarta-feira (29) com show de Nãnan Matos e convidados

    A Galeria Mundo Vivo inicia a ocupação 2022/23 do projeto Portas Abertas com a exposição da gravurista Íris Ferreira Costa, do Guará II. A artista foi selecionada por meio da Chamada Pública, realizada em maio. A abertura da mostra ocorre na quarta-feira (29), a partir das 19h, na Galeria Mundo Vivo, localizada na Asa Norte. O objetivo do projeto é divulgar, no Plano Piloto, artistas de outras Regiões Administrativas. 

    Iris é designer, artista visual e ilustradora e ocupará a Galeria durante os primeiros dois meses da temporada, apresentando uma coleção de gravuras criada desde 2019, com técnicas aplicadas em madeira, linóleo e metal.

    Para ela, a arte da gravura valoriza o trabalho manual, exigindo que o artista desenvolva habilidades motoras refinadas e permaneça presente durante todo o processo de produção. “É um trabalho que exige atenção, concentração, tempo e paciência, desde o rascunho do desenho até o momento de impressão, porque um erro pode colocar a perder todo o trabalho feito. Trabalhar com gravuras é trabalhar com alquimia e é principalmente daí que vem minha inspiração.”

    As impressões e experiências dos artistas serão partilhadas em oficinas desenvolvidas no correr do período e em visitas guiadas, que eles próprios farão para estudantes de escolas públicas e pessoas atendidas por instituições de caráter social. O cronograma de realização das atividades será divulgado nos próximos dias pela curadoria do espaço cultural.

    “Além das oficinas e visitas guiadas realizadas para a formação de público, promovemos shows gratuitos com bandas e músicos do DF no espaço externo da Galeria, atraindo fluxo de pessoas para os dois acontecimentos. Estamos democratizando o acesso à cultura e ao mesmo tempo movimentando a cadeia produtiva artística do DF, com a geração de trabalho e renda”, justificou Lucas Neder, diretor e curador da Galeria Mundo Vivo.

    A artivista Nãnan Matos será a atração musical de abertura dessa temporada e trará participações especiais de convidados em sua apresentação. Nãnan é arte-educadora e há 15 anos compõe a cena cultural nacional e local com projetos artísticos de resgate, explosão, energia, batuque e multilinguagens. Participou do reality show “The Voice”, da Rede Globo, é idealizadora do Festival Online de Mulheres #BrasíliaSomosNós e fundadora do grupo Foli Ayê e do bloco “É de Nãnan”.

    Artistas Selecionados

    A curadoria da Galeria Mundo Vivo divulgou, em 30 de maio, os artistas selecionados para compor a temporada 2022/23. Cada exposição terá duração de dois meses. Em setembro, é a vez do escultor Delor Martins dos Santos Neto, morador da Vila operária Granja do Torto, ocupar o local. Suas obras também compõem a coleção do Museu de Artes de Brasília (MAB). Além deles, foram selecionados pelo Projeto Portas Abertas: Ana Beatriz da Silva Gomes Rabelo; Ramón Patrício dos Santos de Andrade; e Ricardo Caldeira de Souza.

    A manutenção do espaço cultural Galeria Mundo Vivo é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF. O projeto de ocupação para 2022/23 foi elaborado e é gerido pela Agenda Cultura Brasília e recebe apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, através de sua Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural, e da Secretaria da Educação.

    SERVIÇO:

    O que: Programação da Galeria Mundo Vivo – Vernissage da gravurista Íris Ferreira e show musical de Nãnan Matos e Filipe Viegas

    Quando: 29/06. Quarta-feira, a partir das 19h | Apresentação Nanãn Matos, às 20h

    Onde: Galeria Mundo Vivo (CLN 413 BL D – Asa Norte – próximo ao Parque Olhos D’água)

    Quanto: entrada franca

  • Projeto História na sua Escola distribui 1.900 livros

    Projeto História na sua Escola distribui 1.900 livros

    Textos produzidos por alunos, premiados no concurso literário Nossa Escola tem História, voltam às bibliotecas de 40 unidades da rede pública de ensino em forma de obra literária

    Novos 1.900 livros serão entregues, entre os dias 23 e 24 de junho, às unidades de ensino participantes do projeto História na sua Escola. Parte dessa produção foi desenvolvida por alunos e professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I e II para o concurso “Nossa Escola tem História”. A seleção das obras vencedoras foi realizada por um júri especializado, formado por renomados escritores: Daniel Munduruku, Bel Santos-Mayer e Roger Mello, todos agraciados com o Prêmio Jabuti. 

    O concurso trabalhou três temas com os alunos e, cada um deles, resultou em um livro. Ao todo, participaram cerca de 5 mil estudantes. A obra “Cerrado Pintado e Rimado” traz ilustrações de crianças da Educação Infantil e poemas do autor brasiliense Tino Freitas. O texto “Rafael – o menino do teatro”, de autoria do aluno Victor de Oliveira, do Centro de Ensino Fundamental 418, de Santa Maria, foi o vencedor na categoria “Diversidade e Inclusão”. Já Ana Luiza Medeiros dos Santos, do Centro de Ensino Fundamental II Paroquial, de Planaltina, trouxe a capoeira para abordar os “Patrimônios Culturais Imateriais”, na história de Akim Said. As ilustrações são de Romont Willy e Felipe Cavalcante.

    Para Ester Braga, idealizadora do projeto, o retorno foi gratificante e a disponibilização das criações dos estudantes na biblioteca da própria escola vai gerar uma motivação que continuará florescendo por muito tempo na vida deles. “Além de poderem ser prestigiados como autores, a resposta dos jurados também foi um grande incentivo. Eles ficaram impressionados com a produção dos estudantes. A Bel Santos Meyer, que está na curadoria do Prêmio Jabuti neste ano, inclusive, enviou uma mensagem para elogiar o texto do aluno que escreveu sobre Racismo. Isso não tem preço.”

    O projeto, que chega a sua etapa final, foi idealizado pelo Instituto Latinoamerica e a ABÈBÈ Produções para estimular práticas artísticas e literárias entre crianças e jovens e promover a formação de novos leitores e autores. 500 exemplares de cada tema foram impressos, totalizando 1500 livros que estarão disponibilizados nas bibliotecas das escolas públicas vencedoras.

    Todas as unidades de ensino que receberam o projeto também serão agraciadas com outros 400 livros de escritores que participaram das atividades de contação de histórias e bate-papo com o autor: Taicy Ávila, Nyedja Gennari, Rego Junior, Queila Branco e Angela Café leram obras dos escritores Simão de Miranda, Nurit Bensusan, Marco Miranda, Flávia Ribas e José Rezende Júnior. As contações de história estão disponibilizadas no canal do Youtube do Instituto Latinoamerica. 

    Foto: Divulgação

    Projeto História da sua Escola – entrega de livros

    Quando: 23 e 24 de junho. Quinta e sexta-feira.

    Doação de livros: 400 livros dos escritores participantes + 1500 exemplares da edição final do concurso. Total doado: 1.900 livros