Categoria: Turismo

  • Acidente no Rio Grande expõe perigo oculto nas águas do Paranoá e Corumbá IV: ASBRANAUT alerta autoridades

    Acidente no Rio Grande expõe perigo oculto nas águas do Paranoá e Corumbá IV: ASBRANAUT alerta autoridades

    Trapiches abandonados às margens do lago Paranoá ligam alerta, após acidente no Rio Grande (MG) com seis vítimas fatais – Foto- Bertolucci

    Uma tragédia que marcou o último fim de semana acendeu um sinal de alerta vermelho para a segurança da navegação em águas interiores brasileiras. Na noite de sábado, 21 de fevereiro, uma lancha que navegava no Rio Grande, na divisa entre Minas Gerais e São Paulo, nas imediações de Sacramento, colidiu contra um piér sem qualquer iluminação. O impacto foi devastador: seis pessoas morreram, incluindo a mãe e uma criança de apenas quatro anos de idade. Entre as vítimas estava o próprio piloto, que não possuía habilitação náutica (Arrais-Amador), conforme apurado pelas autoridades. O acidente ainda deixou vários passageiros feridos e chocou familiares e comunidades ribeirinhas que frequentam o rio nas horas de lazer.

    O episódio, além de uma dolorosa perda de vidas, evidencia um problema recorrente que não é exclusivo da região sul de Minas: a presença de obstáculos não sinalizados em vias navegáveis interiores e o uso imprudente de embarcações durante a noite. “A falta de iluminação e de autorização da Marinha para estruturas como pieres e trapiches expõe quem navega, seja para lazer ou trabalho, a perigos evitáveis e potencialmente fatais”, afirma o presidente da Associação Náutica, Esportiva e do Turismo de Brasília (Asbranaut), João Carlos Bertolucci, que vem alertando as autoridades marítimas sobre esses riscos.

    O passado sombrio de Brasília: quando o Lago Paranoá virou cena de um naufrágio

    O alerta traz à memória um dos episódios mais dramáticos da história recente de Brasília. No dia 22 de maio de 2011, uma embarcação de turismo denominada Imagination, com capacidade autorizada para transportar até 93 pessoas, navegava no Lago Paranoá durante a noite quando afundou e deixou pelo menos nove mortos, incluindo um bebê de seis meses. A embarcação virou a cerca de 1 km da margem, e dezenas de pessoas tiveram que ser resgatadas das águas escuras do lago. Os relatos da tragédia apontaram para a possibilidade de superlotação e para a falta de condições adequadas de operação e segurança, apesar de o lago ser um dos principais pontos de recreação aquática da capital federal.

    O alerta foi  feito pelo presidente da Associação Náutica, Esportiva e do Turismo de Brasília – Asbranaut -, João Carlos Bertolucci – foto – Divulgação.

    Esse episódio marcante, ocorrido a menos de uma década e meia, mostra que o perigo de acidentes graves em represas e lagos interiores não é mera hipótese. A tragédia de 2011 deixou claro que embarcações comerciais ou recreativas, mesmo quando aparentemente seguras, podem se tornar letais em condições inadequadas de navegação noturna, superlotação e falta de sinalização adequada no entorno dos obstáculos aquáticos.

    Perigo oculto no Lago Paranoá: estruturas abandonadas e pieres sem sinalização

    A realidade vivida em Brasília hoje pode estar caminhando para uma versão diferente, mas igualmente perigosa, do mesmo problema. Nos últimos anos, com a desobstrução da orla do Lago Paranoá e o recuo compulsório das construções às margens para garantir acesso público, muitos proprietários de trapiches retiraram apenas as tábuas de piso dos pieres, deixando as estruturas verticais submersas ou semi-submersas sem qualquer iluminação ou sinalização náutica. Essas estruturas abandonadas, agora se tornaram verdadeiras armadilhas para embarcações que navegam à noite nas proximidades das margens.

    Condições precárias dos pieres no ponto turístico Concha Acústica – foto: JCBertolucci 

           Segundo o presidente da Asbranaut, João Carlos Bertolucci, “a ausência de sinalização e iluminação em estruturas obsoletas ao longo do Paranoá representa um risco iminente de acidentes graves ou fatais, especialmente quando associada à navegação recreativa após o pôr do sol”. A entidade já oficializou alertas à Capitania Fluvial de Brasília,  instando por inspeções, remoção ou regularização dessas estruturas e pela implementação de um sistema de iluminação e marcação náutica que possa prevenir colisões, acidentes e perdas de vidas.

    Além disso, o Lago Paranoá concentra centenas de pieres pertencentes a clubes, hotéis e residências que devem ser fiscalizados pela autoridade marítima competente. Em muitos casos, alguns deles, sequer dispõem de iluminação de navegação, tornando quase invisíveis obstáculos potencialmente fatais quando acima do espelho d´água ou semi-submersos após o anoitecer.

    Risco similar em Corumbá IV: águas goianas também carecem de regulação

    Não é apenas Brasília que enfrenta esse cenário de riscos ocultos. No Lago de Corumbá IV, em Goiás, região que também recebe intensa navegação recreativa durante fins de semana e feriados, em decorrência das centenas de condomínios. A maioria deles construíram trapiches e pieres às margem da represa sem apresentar projetos à Capitania Fluvial do estado e sem garantir sinalização adequada para navegação noturna. Essas estruturas improvisadas multiplicaram potenciais pontos de impacto para embarcações que trafegam em velocidade ou com pouca visibilidade.

    A falta de regulamentação, fiscalização e iluminação dessas estruturas, combinada com a crescente ocupação náutica dos lagos interiores, cria um cenário propício para acidentes graves, alguns possivelmente com consequências tão trágicas quanto o ocorrido no Rio Grande ou até mesmo como os episódios históricos em Brasília”, ressalta Bertolucci. Ele reforça que, sem medidas urgentes de ordenamento e fiscalização, não apenas a segurança de lazer será comprometida, mas vidas poderão ser ceifadas em águas que deveriam ser de convivência e recreação.

    Ação e responsabilidade: um chamado à autoridade marítima

    Diante dos fatos, a Asbranaut tem intensificado seus esforços de comunicação com as Marinhas de Brasília e Goiás, exigindo que sejam tomadas providências como:

    • inspeção sistemática de todas as estruturas de apoio à navegação (pieres, trapiches e atracadouros);
    • obrigatoriedade de projetos aprovados e certificados pela autoridade marítima;
    • instalação de sistemas de iluminação e sinalização náutica conforme normas;
    • campanhas educativas para usuários de embarcações de recreio;
    • fiscalização intensificada da habilitação de condutores de embarcações recreativas.

    A tragédia no Rio Grande, a memória dolorosa do naufrágio de 2011 no Lago Paranoá, e o cenário hoje presente nos lagos do Centro-Oeste servem como um alerta urgente: sem medidas concretas de segurança, fiscalização e regulação rigorosa, a próxima grande tragédia pode estar apenas a uma noite de distância – entre o brilho de uma festa e as águas escuras que escondem perigos invisíveis, muitas vezes, improvisados.

  • O Lago Paranoá e o desenvolvimento econômico no DF

    O Lago Paranoá e o desenvolvimento econômico no DF

    Pôr do Sol, lago Paranoá de Brasília –  crédito – João Carlos Bertolucci

    Das 27 Unidades da Federação, o Rio de Janeiro é pioneiro na criação de uma estrutura governamental especificamente voltada para a “Economia do Mar”. O estado tem estrutura consolidada e explicitamente dedicada ao tema, por meio da Secretaria de Estado de Energia e Economia do Mar (SEENEMAR) e da Comissão Estadual de Desenvolvimento da Economia do Mar (CEDEMAR), que funciona como um órgão consultivo ligado à secretaria e da qual participo no Grupo de Trabalho de Cultura e Turismo. Outros estados possuem órgãos com nomes e configurações diferentes que também se dedicam a setores-chave da Economia Azul. São Paulo tem o Fórum da Economia Azul Sustentável, que articula ações e debate políticas públicas para o setor. Ceará, Espírito Santo, Maranhão e Santa Catarina, de forma mais tímida, normalmente por meio de secretarias de Pesca, de Desenvolvimento Econômico ou de instituições acadêmicas, começam a formular diretrizes para regular a economia azul, que inclui setores importantes como o de Petróleo e Gás, o de Transporte Marítimo, o de Pesca e Aquicultura, o de Turismo e o de Energias Renováveis. Todos eles impactam a vida das pessoas com grande peso econômico, afetando a geração de emprego e renda, pela produção de energia e alimentos de forma sustentável ou pela atração de turismo, essa indústria global maciça.

    Brasília não tem mar. Nem por isso pode esquecer do Lago Paranoá, corpo d’água artificial, como fonte de lazer náutico, esportivo e de turismo. É de fundamental importância que o poder público providencie o bom cuidado do lago. Sinalização adequada favorece a utilização das águas do Paranoá, inclusive como modal de transporte público. Outras intervenções incluem a construção de um atracadouro público flutuante com um Centro de Atendimento ao Turista na cabeceira norte da Ponte JK (lado dos restaurantes) e a retirada dos restos das estruturas de píeres deixadas pelos moradores no recuo das cercas com a desocupação da Orla – perigo iminente de acidentes com embarcações. Outras iniciativas benvindas serão a construção de uma marina pública –a primeira do Centro-Oeste e a realização de jornadas náuticas educativas atendendo alunos das redes pública e privada para fomentar o espírito de conservação ambiental e de utilização racional desse recurso hídrico que é símbolo da Capital Federal. Já passou da hora de se dar atenção à importância do Lago Paranoá como vetor de desenvolvimento econômico sustentável em Brasília.

     

     

  • Capital Moto Week 2025 encerra edição histórica

    Capital Moto Week 2025 encerra edição histórica

     Detonautas, com 27 anos de estrada, entregaram ao público um show carregado de memória, peso e emoção. A turnê “Elétrico” – crédito: divulgação CMW)

    O Capital Moto Week 2025 (CMW), o maior festival de motos e rock da América Latina, chegou ao fim em Brasília deixando marcas positivas e um legado de experiências inesquecíveis para motociclistas, visitantes e amantes da cultura sobre duas rodas. Durante os 10 dias de evento, realizados entre 24 de julho e 2 de agosto no Parque de Exposições da Granja do Torto, a chamada Cidade da Moto pulsou com mais de 800 mil visitantes, 300 mil motocicletas e quase 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo – números que reforçam a dimensão do encontro e consolidam o festival como um dos mais importantes do calendário cultural e turístico nacional. A atmosfera que se viu nos quatro dias em que nossa equipe de reportagem esteve presente foi de intensa vitalidade: milhares de motociclistas circulando entre lojas de produtos temáticos, espaços gastronômicos, ativações de marcas nacionais e internacionais, além de atrações radicais como roda gigante, tirolesa, booste e cinema ao ar livre – aspectos que reforçam a diversidade de experiências pensadas para o público do festival.

    Os números falam por si: 856 mil pessoas, 300 mil motos e 1,8 mil motoclubes cruzaram a Cidade da Moto edição 2025 (crédito: CMW)

    No centro da programação, mais de 100 shows completaram a ambientação musical, com grandes nomes do rock nacional e internacional, provas de que o CMW não é apenas um encontro de motos, mas um verdadeiro festival cultural. Bandas consagradas como Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra, Cidade Negra, Magic!, além de performances marcantes de artistas como Detonautas e Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr., embalaram noites de emoção e celebração, unindo diferentes gerações de fãs.

    Além do entretenimento, o evento consolidou-se como um importante vetor econômico para a capital federal. Segundo a Secretaria de Turismo do Distrito Federal, o CMW injetou cerca de R$ 60 milhões na economia local, gerou milhares de postos de trabalho diretos e indiretos, além de atrair turistas de diversos estados e países e impulsionar a hotelaria, o comércio e o setor de serviços da região.

    Entretanto, a magnitude e a grandiosidade do festival também trouxeram à tona algumas questões operacionais que podem ser aperfeiçoadas já na próxima edição, agendada para 23 de julho a 1º de agosto de 2026. Um dos principais pontos refere-se à mobilidade dos pedestres no interior do evento. Com milhares de visitantes e, principalmente motos, é claro! transitando pela Cidade da Moto, ficou evidente a necessidade de corredores amplos, sinalizados e seguros para caminhada, especialmente para pessoas com dificuldade de locomoção (PDF), idosos e famílias com carrinhos de bebê. Essas adequações podem garantir maior conforto e fluidez nos deslocamentos entre os palcos, áreas comerciais, praças de alimentação e estacionamentos, promovendo assim uma experiência ainda mais acolhedora e inclusiva para todos os públicos.

    Outro aspecto que merece atenção diz respeito à estrutura da sala de imprensa. Jornalistas e equipes de cobertura que passam horas caminhando pelo vasto complexo enfrentaram limitações estruturais, como a falta de computadores disponíveis para redação de reportagens in loco, exigindo que repórteres carregassem notebooks em mochilas enquanto faziam a cobertura. A oferta de pelo menos uma estação de trabalho com computador, bem como vouchers de alimentação para a imprensa credenciada, representaria um avanço significativo no apoio aos profissionais que contribuem para ampliar a visibilidade do evento – um investimento que certamente retornaria em maior qualidade e agilidade nas mídias produzidas.

    Em meio às sugestões e desafios, o balanço geral do CMW 2025 é marcadamente positivo: trata-se de uma edição que reafirmou a força cultural do motociclismo, promoveu encontros memoráveis, impulsionou a economia local e consolidou Brasília como referência internacional em eventos de life style e música, reforçando o papel do Capital Moto Week como um dos grandes festivais do Brasil e do mundo.

  • Cras de Arniqueira recebe ação social

    Cras de Arniqueira recebe ação social

    O domingo (16) foi marcado por uma intensa programação sociocultural e de saúde no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Arniqueira, que recebeu uma grande ação realizada pela Administração Regional em parceria com o próprio CRAS. O muro da unidade transformou-se em uma imensa galeria a céu aberto, ocupada pelos artistas do Coletivo Grafitti Capital, que comemorou seus 10 anos de atividades com a presença de grafiteiros de todo o Distrito Federal e de outros estados.

    O evento reuniu ainda uma série de serviços voltados ao Novembro Azul, mês dedicado à conscientização masculina sobre os cuidados com o câncer de próstata. Houve corte de cabelo, apresentações culturais, uma mesa farta de café da manhã e acolhimento especial às pessoas em situação de rua que participaram da iniciativa. A Escola de Trânsito do DETRAN-DF reforçou a programação com uma apresentação educativa sobre a importância do cuidado integral — da saúde masculina aos comportamentos seguros no trânsito.
    A administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino, enfatizou a relevância da ação.
    “Assim como valorizamos o Outubro Rosa, é fundamental lembrar que os homens também precisam olhar para sua saúde. A prevenção salva vidas, e nossa gestão está comprometida em levar informação e cuidado para toda a comunidade, tanto na orientação sobre a prevenção do câncer que atinge as mulheres, quanto dos que atingem os homens.”

    Representando o Coletivo Grafitti Capital, o presidente Thiago Ranuki destacou a simbologia da escolha de Arniqueira como palco da celebração.
    “Foram 10 anos de história, e nada mais importante do que comemorar em um local que acolhe, de forma social, pessoas de todo o DF. Recebemos aqui artistas do país inteiro e do entorno, e contar com o apoio da Administração Regional de Arniqueira fez toda a diferença. A arte urbana é isso: união de esforços.” Na jornada artística, foram ilustrados quatro painéis: um de 214 metros e outros de 60, 40 e 30 metros, respectivamente. Ao todo, 102 grafiteiros participaram de forma inteiramente voluntária, arcando com todas as despesas envolvidas — incluindo a aquisição das tintas. Cada artista utilizou, em média, cerca de cinco sprays de tinta para compor as obras, demonstrando não apenas técnica e criatividade, mas também compromisso e generosidade ao contribuir para a transformação visual e cultural do espaço público.
    O secretário de Governo, José Humberto, também ressaltou o impacto social da iniciativa. “Eventos como este mostram que políticas públicas, quando somadas à cultura e ao cuidado com as pessoas, alcançam um horizonte que transborda. É gratificante ver Arniqueira promovendo arte, saúde e cidadania em um único espaço.”


     Para Cecília Mayumi, analista de atividade de trânsito do DETRAN-DF, conscientização também é parte fundamental da saúde masculina.
    “Os homens têm grande presença no trânsito, e falar sobre prevenção, responsabilidade e autocuidado é essencial. Trazer essa orientação dentro do Novembro Azul amplia nosso alcance e reforça a importância de dirigir com consciência.”
    ______________
    Uma reflexão sobre o grafite como arte
    Quase 400 metros lineares de muro ganharam cores, formas e assinaturas dos artistas. Das mãos minuciosas do realista Visão – que veio de São Paulo especialmente para deixar sua marca  – ao talento singular e especial  de Mudof, do Distrito Federal, a avenida Águas Claras, que margeia o imenso “mural”, tornou-se vitrine de expressão criativa e de identidade cultural.
    E aqui cabe uma pausa reflexiva: o grafite, tantas vezes confundido por leigos com a pichação, é, na verdade, um dos mais potentes movimentos artísticos urbanos da contemporaneidade. Enquanto a pichação surge frequentemente como um grito silencioso, uma marca de ruptura ou protesto, o grafite se apresenta como linguagem estética, técnica, estudada e profundamente simbólica. São artistas, e não transgressores, que carregam nas mãos a habilidade rara de transformar superfícies brutas em paisagens narrativas.

    Esses grafiteiros não apenas coloriram um muro: eles ressignificaram um espaço público. Jogaram luz sobre a cidade, substituindo o estigma pela expressão; a marginalização pela criação; o preconceito pela sensibilidade artística. Suas obras dialogam com quem passa, convidando à reflexão, à empatia e ao entendimento de que a arte urbana não é ruído — é voz.
    A cada traço, eles reafirmam que pertencem a um cenário maior: o da cultura que se faz nas ruas, onde o talento se impõe como forma legítima de manifestação humana. E, ao estamparem suas identidades naquele muro, não apenas celebraram 10 anos de trajetória: elevaram Arniqueira ao circuito artístico do DF, deixando como legado um mural que é, acima de tudo, um gesto de gratidão e de esperança por uma sociedade mais aberta, sensível e menos preconceituosa.

     

  • GDF Construíra a Quarta Ponte no Lago Paranoá

    GDF Construíra a Quarta Ponte no Lago Paranoá

    A obra contemplará um tráfego estimado em aproximadamente 60 mil veículos

    O Governo do Distrito Federal (GDF) deu um passo crucial para melhorar a mobilidade na capital. O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) publicou o Edital de Concorrência Eletrônica nº 90028/2025, dando início ao processo de licitação para a contratação de uma empresa especializada na implantação da nova ponte da Barragem do Paranoá e do sistema viário associado sobre a Estrada Parque Contorno (DF-001).

    Detalhes da grande obra

    Com um investimento programado de R$ 709 milhões, a obra é financiada com recursos da Fonte 135 e está prevista para contemplar um tráfego diário estimado em aproximadamente 60 mil veículos, aliviando um gargalo histórico na região.

    O projeto é ambicioso e engloba uma série de melhorias estruturais:

    • Ponte Principal: Será construída com o método de balanços sucessivos, garantindo uma execução por partes que se equilibram.
    • Dimensões: A ponte terá 855 metros de extensão e 35 metros de largura.
    • Mobilidade: Incluirá passagem para pedestres e ciclovia, além das vias de tráfego veicular.
    • Obras Complementares: O sistema viário associado prevê a construção de três viadutos, obras de drenagem, sinalização, ações ambientais e dispositivos de mobilidade e acessibilidade.

    📅 Cronograma da Licitação

    A sessão de disputa de preços está marcada para o dia 9 de março de 2026, às 10h.

    Após a disputa, o processo seguirá as seguintes fases:

    1. Divulgação das empresas habilitadas.
    2. Declaração da empresa vencedora do certame.
    3. Assinatura do contrato.
    4. Assinatura da ordem de serviço, que autoriza o início imediato dos trabalhos.

    A estimativa é que todo o trâmite licitatório, do início da sessão de disputa até a ordem de serviço, leve aproximadamente 60 dias. Após o começo efetivo, a empresa contratada terá 48 meses consecutivos para a execução integral do serviço.

    Fim de um “problema provisório”

    O presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior, celebrou a iniciativa, destacando a importância histórica da obra.

    “Desde a inauguração de Brasília e, consequentemente, do lago e da Barragem do Paranoá, o trecho da rodovia DF-001 atravessa sobre a barragem. Inicialmente, isso deveria acontecer de forma provisória até que fosse construída uma ponte definitiva, e esse problema está chegando ao fim. [A ponte] trará muito mais segurança para a barragem, além de se tornar um novo ponto turístico para nossa capital federal.”

    A nova ponte visa beneficiar milhares de moradores do Distrito Federal, trazendo mais segurança viária e funcional para a infraestrutura da capital, além de potencial para se tornar um novo cartão-postal.

  • Feira da Pesca e última etapa do Campeonato agitam o Lago Paranoá neste fim de semana

    Feira da Pesca e última etapa do Campeonato agitam o Lago Paranoá neste fim de semana

    (Foto: JCbertolucci)

    Brasília se prepara para um fim de semana de esporte, lazer, música e conscientização ambiental. Nos dias 16 e 17 de agosto, a Orla da Concha Acústica, às margens do Lago Paranoá, será palco da última etapa do Campeonato de Pesca do Distrito Federal, que acontece em conjunto com a Feira de Pesca do DF. A entrada é gratuita e a programação inclui desde competições esportivas até apresentações culturais, atividades para crianças e estandes de produtos e serviços ligados ao setor náutico e pesqueiro.

    O evento, que encerra o circuito iniciado em junho, terá disputas em três modalidades: pesca de barranco, embarcada e em caiaque. A iniciativa integra o programa de governo “Viva o Lago”, realizado pela Secretaria do Meio Ambiente do DF (SEMA), por meio da Subsecretaria de Pesca e Aquicultura (SUPESQ), com apoio de diversos parceiros públicos e privados.

    (Foto: JCbertolucci)

    Mais que um campeonato, uma ação de educação ambiental

    O campeonato não se limita à competição esportiva. Seu objetivo central é incentivar a pesca esportiva consciente, com ênfase na prática do “pesque e solte” e no uso sustentável dos recursos hídricos. As ações seguem diretrizes da Lei Distrital nº 7.399/2024, que regulamenta a pesca no Lago Paranoá.

    A vice-governadora Celina Leão reforça que a proposta vai além da pesca:

    “Estamos investindo em ações que valorizam o meio ambiente, movimentam a economia local e fortalecem o sentimento de pertencimento da população em relação ao Lago Paranoá”, afirma.

    O secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, lembra que a pesca responsável pode ter efeitos positivos de longo prazo:

    “A pesca responsável tem potencial para gerar renda, fomentar o turismo ecológico e criar uma nova cultura de cuidado com os recursos naturais em Brasília.”

    (Foto: JCbertolucci)

    Feira de Pesca e programação para toda a família

    Paralelamente às provas, o público poderá visitar a Feira de Pesca do DF, que reunirá expositores, lojistas e especialistas. A estrutura contará com estandes de marcas e artistas como CBPE, PQP, Kamaro Joias, MG Náutica, Siella Solar, entre outros, oferecendo desde equipamentos e acessórios de pesca até obras de arte, joias e produtos gastronômicos.

    A programação musical traz nomes conhecidos como a dupla sertaneja Wilian & Marlon e o cantor Júnior Ferreira, garantindo momentos de animação e integração para o público.

    Para as crianças, a diversão ficará por conta da Cia Teatral Neia e Nando, com espetáculos lúdicos e interativos como Alice no País das Maravilhas e Uma Aventura Congelante.

    Também estão previstas palestras, workshops, torneio de arremesso e ações de educação ambiental conduzidas por técnicos da SUPESQ, que irão apresentar projetos como o Appesca (aplicativo de pesca), a Revista Eletrônica de Pesca, o projeto Águas Limpas e o Zoneamento de Áreas de Pesca.

    Impacto econômico e social

    De acordo com os organizadores, a etapa final deve atrair mais de mil pessoas entre competidores, turistas e visitantes, movimentando restaurantes, hotéis e o comércio especializado de Brasília. A expectativa é de um impacto econômico positivo na ordem de meio milhão de reais, reforçando o papel do Lago Paranoá como um ativo de lazer, turismo e desenvolvimento sustentável.

    Programação

    Sábado – 16 de agosto

    • Campeonato de Pesca: 6h às 18h
    • Feira de Pesca: 10h às 22h
    • Alice no País das Maravilhas – 11h
    • Palestras: 16h
    • Shows musicais: Wilian & Marlon, Júnior Ferreira
    • Premiação e discurso: 19h-20h
    • Sorteio: 21h

    Domingo – 17 de agosto

    • Feira de Pesca: 10h às 19h
    • Uma Aventura Congelante – 11h
    • Palestra e Torneio de Arremesso: 14h30 às 16h
    • Show de encerramento: 17h-19h
  • Capital Moto Week começa sua edição mais surpreendente ao som de Biquini

    Capital Moto Week começa sua edição mais surpreendente ao som de Biquini

    Com público entusiasmado, show eletrizante e outros nove dias de programação pela frente, CMW dá largada à mais uma jornada intensa e inesquecível

    (Foto:Divulgação CMW)

    O Capital Moto Week 2025 começou com tudo nesta quinta-feira (24), confirmando o que o próprio mote desta edição já prometia: Surpreendente! Coube aos veteranos do Biquini a responsabilidade de abrir os trabalhos no palco principal do maior festival de motos e rock da América Latina. No show, os cariocas celebram seus 40 anos de estrada com muita animação. Além deles, outros 10 shows agitaram a noite de estreia e ainda há muito para acontecer nos próximos dias do festival.

    Com a turnê ‘A Vida Começa aos 40’, Biquini subiu ao palco principal à meia noite e mostrou que há muito a se comemorar. “Só chegamos aos 40 anos porque acreditamos todos os dias nos nossos sonhos”, destacou o vocalista, Bruno Gouveia, antes de apresentar sua nova música ‘A Vida Começa Agora’, escrita em comemoração às quatro décadas de sonhos e músicas. Nessa trajetória, a banda já vendeu mais de 2 milhões de discos, fez 2 mil shows e rodou por 800 cidades no Brasil e no mundo.

    Aqui na Cidade da Moto, eles mostraram que nunca estiveram em melhor forma. Não faltaram sucessos de sua longa carreira: ‘Vento Ventania’, ‘Tédio’, ‘Janaína’, ‘Dani’, entre outros. “Esse festival é maravilhoso, junta gente do Brasil inteiro e de muitas partes do mundo. Estávamos com saudade de tocar aqui”, afirmou Bruno. O público fez bonito e interagiu muito pulando, vibrando e cantando. Em determinado momento, uma mulher foi chamada ao palco e, junto com o grupo, cantou ‘No Mundo da Lua’. “Por mais mulheres no rock”, pediu Bruno.

    Outra mulher que brilhou no palco do CMW foi Mariana Oliveira, vocalista da banda Bloody Mary, que liderou uma apresentação empolgante, abrindo o show do Biquini. Lúpulo & Cereais Não Maltados continuou aquecendo os motores e a noite para milhares de pessoas na arena antes do Biquini entrar. Os outros palcos também estavam animados: o Moto Bar Spaten foi embalado por Rock Now, Heat e Sereníssima. Roadside Gamblers, Texas Moonshine e Texas Hammer ficaram encarregados de animar o Rock Saloon Royal Enfield. E na Praça Pepsi, Edu Hessen Banda e Bandokê com Banda Lâmina animaram o espaço.

    Abertura dos portões

    Antes mesmo dos portões abrirem, a enfermeira Kellen Amarante (46) e os dois filhos – Kauã (12) e Sophia (8) – já eram os primeiros na fila para acessar o CMW. Com o capacete rosa de estampa floral, ela revelou: “Estamos contando os minutos para encontrar nossos amigos e conhecer cada espaço do festival”. Enquanto eles esperavam do lado de fora, o marido, Alessandro Bruno (50), aguardava a família do lado de dentro do complexo. Membro do motoclube Faca nos Dentes, ele vem ao festival há sete anos consecutivos. “A moto já está lá no nosso espaço, que fica na frente do palco. O show começou agora!”, finalizou Bruno.

    Até 2 de agosto, o CMW segue com sua extensa programação: serão 107 shows distribuídos em cinco palcos e mais de 800 mil pessoas circulando pela Cidade da Moto, em Brasília. Os próximos dias prometem mais: Os Paralamas do Sucesso (25/7), Capital Inicial (26/7), Samuel Rosa (27/7), Angra e Lobão (31/7), MAGIC! e Cidade Negra (1/8), e Detonautas e Marcão Brito & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. (2/8) são os headliners que passam pelo festival.

    Além da programação musical com 18 shows, o festival conta com 70 opções gastronômicas, experiências radicais, como bungee jump e tirolesa, espaço infantil Moto Kids e muito mais. Nesta sexta (25) haverá o CB Talks, roda de conversa sobre ‘Empreendedorismo Feminino sobre Duas Rodas’, com participação da CEO do CMW, Juliana Jacinto, além de coletamento de no moto clube Capital Riders.

    Sobre o Capital Moto Week 2025De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Mulheres no comando: Capital Moto Week acelera o protagonismo feminino

    Mulheres no comando: Capital Moto Week acelera o protagonismo feminino

    De pilotos a produtoras, passando por artistas, empreendedoras e ativistas, valorização feminina é compromisso do festival, que acontece até 02 de agosto

    (Foto:Divulgação CMW)

    O ronco dos motores ecoa em potentes frequências no Capital Moto Week 2025: vozes femininas e diversas ocupam o asfalto, os palcos, os motoclubes e o empreendedorismo. Até 02 de agosto, o Palco Lady Bikers é uma vitrine de talentos e histórias femininas, dando voz e visibilidade para a arte, os negócios e as lutas delas. Nesta sexta-feira (28), por meio do CB Talks, o maior festival de moto e rock da América Latina levou para o centro do debate o protagonismo feminino no universo do motociclismo e na sociedade. 

    Moderadora do talk, a jornalista Samanta Sallum do Correio Braziliense, elogiou o trabalho de diversidade e inclusão realizado pelo CMW. “Você é um exemplo feminino que lida com o mundo corporativo, que cuida das pessoas, das finanças e, de forma especial, da responsabilidade social”, afirmou. Samanta destacou a relevância do festival para além do encontro de motos e do entretenimento: “Com essa vibração e efervescência, o Capital Moto Week atrai muitas marcas e parceiros de longa data”. 

    A essência do festival falou mais alto: “Nós privilegiamos o público feminino da estrada aos palcos, dos motoclubes ao empreendedorismo e projetos sociais”, revelou Juliana Jacinto, CEO do festival. Segundo ela, o CMW se propõe a ser plataforma de promoção do respeito e valorização feminina a nível nacional – inclusive com investimento recorde direcionado ao público femino e às temáticas. “Acredito que o empreendedorismo é sobre conseguir olhar um cenário e ver possibilidades dentro dele e o Lady Bikers é um espaço específico para dar esse protagonismo ao empreendedorismo feminino”, destaca. 

    Quem também integrou o CB Talks foi Celina Martins, a mineira que transformou o sonho de cruzar fronteiras em uma realidade épica. Aos 33 anos, com todos os estados do Brasil desbravados e desafios como a BR-319 e a mítica Ushuaia no currículo, Celina é a personificação da mulher motociclista moderna. Com mais de 500 mil seguidores, ela compartilha suas aventuras e inspira uma nova geração. “Tudo o que eu aprendi foi na estrada, não tive ninguém para me ensinar. Ver cada mulher aqui no festival pilotando, eu sinto que eu faço parte daquilo também”, relata.

    Protagonismo femino

    Entre outras iniciativas, o festival privilegia o público feminino com: 

    ● Pelo 6º ano seguido, o espaço temático Lady Bikers Sebrae é voltado para o empreendedorismo feminino com talks e shows de artistas mulheres. 

    ● Mais de 1 mil motociclistas mulheres ampliam sua presença no festival com sete motoclubes e motogrupos de mulheres que terão espaço próprio no festival.

    Em espaço reservado e seguro, o #CMWPorElas acolhe e orienta mulheres que vivem situação de assédio, violência doméstica ou importunação sexual. 

    ● ELAS no Social | Na Vila do Bem, há ações voltadas para mulheres com ações de moda, artesanato e atendimentos de saúde e serviços sociais.

    ● Dentro de casa não poderia ser diferente, as mulheres dominam a equipe da CMW Entretenimento e representam 65% do total de colaboradores. 

    ELAS nos Motoclubes | Mesmo sendo minoria em um universo dominado por homens, elas não se intimidam! O festival receberá nove motoclubes e motogrupos formados por centenas de mulheres motociclistas. São eles: Dorothys Brasília (DF), Ladies of The Road (DF), Brabas Motojipe (DF e GO), Mulheres de Royal (MG, DF e PR), Divas Sobre Rodas (DF), Ladies Pilotam (DF), Raposas (DF), Irmandade (BA) e Guerreiras MC (PR).

    ELAS nos Palcos | O palco temático Lady Bikers Sebrae é dedicado ao empreendedorismo feminino, a apresentações, palestras e talk shows de artistas mulheres. Celebra o espírito das mulheres no motociclismo, proporcionando um ambiente para compartilhar experiências e fazer conexões. O espaço é ocupado por mulheres que lideram negócios, muitas vezes desafiando normas sociais e estruturas tradicionais. Entre os segmentos apresentados em parceria com o Sebrae DF, estão maquiagem, bijuterias rústicas, estúdio de tatuagem, moda e serviços de spa. A programação artística funciona todos os dias do festival, a partir das 12h. 

    ELAS no Combate à Violência | O #CMWPorElas integra movimento de combate à violência contra a mulher. Em parceria com as Secretarias da Segurança Pública, da Justiça e Cidadania do DF, o CMW promove campanha de acolhimento de mulheres em situação de violência, assédio ou importunação sexual. O atendimento abrange mulheres cis, trans ou outras denominações, sem julgamentos ou discriminação. Esses canais servirão também para orientar como intervir e buscar auxílio em casos de violência – sendo vítima ou testemunha. 

  • Capital Moto Week tem Spaten como cerveja oficial

    Capital Moto Week tem Spaten como cerveja oficial

    Chopp direto do barril, jaquetas customizadas e atividades como biersliding fazem parte das ativações da marca no festival

    (Foto:Divulgação CMW)

    Boas notícias para os cervejeiros de plantão: Spaten está de volta ao festival Capital Moto Week 2025 com experiências cervejeiras. Reconhecida por sua tradição e estilo forte com menos amargor, a cerveja alemã vai oferecer ao público uma série de ativações durante os dez dias do maior festival de rock e motos da América Latina, que acontece de 24 de julho a 2 de agosto.

    O epicentro dessa experiência premium é o Camarote Spaten, espaço exclusivo que, além de vista privilegiada para os shows principais, é um hub das ativações da marca destinada a maiores de 18 anos. Começando pelo “paredão de chopp”, uma atração visual e funcional, segue com a personalização de jaquetas com patches exclusivos da marca e photopoints temáticos para gerar conteúdo espontâneo. O Camarote não só oferece chopp Spaten gelado direto do barril, mas um serviço de alimentação diferenciado, elevando a percepção de valor e exclusividade.

    Já na avenida principal da Cidade da Moto, Spaten se destaca também no Rock Saloon, o palco mais velho oeste do festival, por meio de interações e engajamento da marca. Com seu palco temático e programação musical diária a partir das 18h, será o cenário para desafios interativos. Atividades destinadas a maiores de 18 anos como o “Biersliding” e o “Levantamento de Caneca” são pensadas para criar momentos de diversão e força, reforçando a identidade da marca de forma lúdica e envolvente.

    Para o CEO do festival, Pedro Franco, ter Spaten vai além da presença e da parceria de longa data: “O Capital Moto Week tem um estilo único e contar com a parceria de Spaten, uma cerveja premium de qualidade e que representa a cultura cervejeira, proporciona experiências ainda mais especiais para nosso público Moto Week ”, afirma.

    Sobre o Capital Moto Week 2025
    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Na Vila do Bem, Capital Moto Week oferece serviços de saúde, cidadania e cinema a céu aberto

    Na Vila do Bem, Capital Moto Week oferece serviços de saúde, cidadania e cinema a céu aberto

    De 28 a 30 de julho, festival abre as portas para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, com atrações para bem-estar, cultura e oficinas profissionalizantes

    (Foto:Divulgação CMW)

    O maior festival de motos e rock da América Latina não leva o título de gigante à toa. O Capital Moto Week é ainda maior quando o assunto é inclusão, cuidado e transformação social. De 28 a 30 de julho, a arena principal de shows se transformará na tradicional Vila do Bem, que oferece serviços de saúde, bem-estar, cidadania, capacitação profissional e atividades culturais ao público em geral. Na quarta-feira (28), o funcionamento será das 15h às 22h20 e, nos dias 29 e 30, das 10h às 22h20. A entrada é gratuita, com retirada de ingresso na Bilheteria Digital.

    Mais do que uma programação oficial, a Vila do Bem representa o compromisso do Capital Moto Week com a comunidade, reunindo parceiros como Sest, Senat, Detran-DF, Secretaria da Mulher, Na Hora, Instituto Barba na Rua, Programando o Futuro, SLU e diversos embaixadores. Juliana Jacinto, CEO do CWM, explica que a Vila do Bem já faz parte da identidade do festival: “A união do entretenimento com a responsabilidade social cria acesso a serviços fundamentais com impactos para centenas de famílias, principalmente de comunidades mais carentes ”. 

    Com a visita de 50 instituições e projetos sociais do DF, a Vila do Bem proporciona a crianças, adolescentes, idosos e famílias explorar experiências e criar um mundo de novas oportunidades. A população também está convidada para conhecer de perto os bastidores e o funcionamento das estruturas de um grande festival. Destaque ainda para o Cinema a céu aberto, com sessões diárias em telão de 500 polegadas. A exibição de filmes nacionais acontecerá sempre das 18h20 às 22h20, com audiodescrição e classificação acima de 10 anos. 

    A Vila do Bem também será palco de desfiles de moda sustentável, que apresentarão peças produzidas a partir da reutilização de lacres e do jeans, valorizando o consumo consciente e a criatividade. Os desfiles, que acontecem nos dias 28, 29 e 30 de julho, são realizados em parceria com o Motojus MC, Fehsolna e Cia do Lacre. O público pode contribuir com doações de roupas, calçados, acessórios, cabides, desodorantes, perfumes, maquiagem e absorventes. O ponto de arrecadação será o Camarote 2, do Espaço Motojus, dentro do complexo CMW. 

    Confira serviços e atrações da Vila do Bem em 2025:

    * Higiene e profissionalização: o Instituto Barba na Rua oferece ônibus do banho, destinado a pessoas em situação de rua, e ônibus de capacitação móvel, que oferece aulas de manutenção de celulares para jovens.

    * Espaço da Beleza: corte de cabelo, barba e penteados com WS Studio e Senac; design de sobrancelhas; maquiagem e massagens. 

    * Atendimento em Saúde: bioimpedância e orientações para alimentação saudável; multivacinação; odontologia e orientações de saúde bucal; ortopedia e orientação básica de medicina esportiva; além de auriculoterapia, ginástica laboral e oficina de primeiros socorros.

    * Cultura, Arte e Educação: apresentações de dança, teatro e música; oficinas de grafite e reciclagem; batalhas de rima e slam; atividades infantis e ações promovidas pelas Embaixadas. 

    * Espaço Psicomotor e Inclusão: atividades adaptadas para crianças neurodivergentes; apoio a mães atípicas, com foco em acolhimento e desenvolvimento motor infantil.

    * Ações de Cidadania e Direitos: atendimento Na Hora de emissão de documentos; Palestras do Detran-DF sobre segurança no trânsito e pilotagem consciente; Entrada no Seguro Desemprego; CTPS Digital; Empregador Web; Registro profissional e orientação trabalhista. 

    * Utilitários, serviços e educativo: painel interativo Energia Solar (CEB), educação ambiental sobre o ciclo do Saneamento (CAESB), exposição de peças inusitadas do museu do SLU.

    * Moto Kids: espaço com brinquedos infláveis, jogos eletrônicos, Roda Gigante BRB (22m de altura), Kamikaze Podium e Tirolesa Claro, com torre de saída de 15m de altura e 140m de extensão, cruzando pelo alto toda a arena de shows CMW. 

    * Academia de Produção Inteligente: curso profissionalizante gratuito para Operador de Drone e para Sustentabilidade em Eventos. As oficinas são voltadas para maiores de 18 anos e as aulas, totalmente presenciais, acontecem de 28 de julho a 01 de agosto.

    Sobre o Capital Moto Week 2025

    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.