Categoria: Cultura

  • O Maior São João do Cerrado está de volta

    O Maior São João do Cerrado está de volta

    Festival acontece nos dias 19, 20 e 21 de agosto e reunirá grandes nomes como Elba Ramalho, Banda Magníficas e Nando Cordel, além de atrações locais

    Um dos maiores eventos culturais do Distrito Federal está de volta. De 19 a 21 de agosto, Ceilândia será palco da 14ª edição do “O Maior São João do Cerrado”. Entre as atrações que se revezarão no palco principal, estão Elba Ramalho, Banda Magníficos, Zezo Potiguar, Paulo Pires e Nando Cordel.

    Considerado o maior São João fora de época do Brasil, e o terceiro maior do país – atrás apenas de Campina Grande (PB) e de Caruaru (PE), o evento terá como tema “As Janelas do Brasil da Cultura Popular”. Uma referência a todos os movimentos que ficaram paralisados por dois anos e agora reabrem suas janelas para uma retomada e recomeço da arte, da música e da magia.

    De acordo com a organização do evento, “trata-se de um retorno dos grandes eventos da cultura popular, onde não podemos falar apenas de uma manifestação, mas trazer um pouco de todas elas, que além de todas essas representações, está lotada de saudade e de esperança”, afirma Edilane Oliveira.

    Foto: Divulgação

    Valorizando os artistas locais, o palco do Maior São João do Cerrado também terá grandes nomes da cultura brasiliense, como Alisson e Ariel, Lia e Luka do piseiro e Antôny. Além das atrações musicais, o evento contará com as tradicionais ilhas de forró, parque de diversões, praça de alimentação, circo, quadrilhas juninas e a Vila Borborema – uma réplica da antiga Campina Grande, com o melhor do artesanato.

    O palco do O Maior São João do Cerrado trará referências ao momento de retomada da vida e da cultura e terá, entre os elementos decorativos, manequins e bonecos em forma de marionetes. “Será uma alusão ao tempo que passamos assim, dentro de casa, resistindo com portas e janelas fechadas, sem saber como seria o dia de amanhã. Nosso palco será a grande janela que se reabre para a vida e para a arte”, completa a organizadora.

    Ingresso solidário

    Foto: Divulgação

    Mais que promover a cultura popular e resgatar a tradição das festas juninas, O Maior São João do Cerrado tem entre os seus objetivos colaborar para a redução da desigualdade. Neste ano, a festa apoiará o trabalho do Instituto Embalando Sonhos, que desenvolve ações de inclusão social e cultural, por meio de atividades voltadas à melhoria da qualidade de vida de crianças e de adolescentes.

    O Ingresso Solidário para acesso ao evento tem o valor simbólico de R$ 2 (1º lote), e pode ser adquirido na pagtickets.com.br. A cada ingresso, R$ 1 será destinado a instituição, que tem sede em Samambaia,

    Serviço | O Maior São João do Cerrado
    Data: 19, 20 e 21 de agosto de 2022
    Hora: a partir das 19h
    Local: Ao lado do Estádio Abadião – Ceilândia Sul
    Ingresso solidário: R$ 2 (1º lote) – saojoaodocerrado2022.pagtickets.com.br

  • Capital Plural lança série de entrevistas com artistas plásticos e visuais do DF

    Capital Plural lança série de entrevistas com artistas plásticos e visuais do DF

    Vídeos pretendem aproximar artistas e seus processos criativos de alunos da rede pública do Distrito Federal

    O projeto Capital Plural lançou, neste mês de agosto, as primeiras entrevistas da série de 12 vídeos produzidos com artistas plásticos e visuais da cidade. O trabalho de Igu Krieger foi o destaque da estreia. A cada terça-feira, às 14h, são liberadas novas entrevistas. Lua Cavalcante e Gu da Cei são os próximos a compartilharem suas histórias. Idealizada pela arte-educadora Prem Yashen, a inicativa circulará também por escolas públicas do DF.

    De acordo com a idealizadora do Capital Plural, Prem Yashen, o ensino da arte segue reproduzindo um recorte predominantemente eurocêntrico, apesar das modificações curriculares adotadas pelas escolas a partir de 2018. “Por isso, muitos alunos ainda a compreendem como um universo distante e pouco palpável. Nossa ideia é aproximar os estudantes desse mundo da arte, que traz representatividade étnica, das periferias, das identidades de gênero e das pessoas portadoras de deficiência, a partir do trabalho de artistas locais”, explica.

    Em entrevistas intimistas, gravadas nos ambientes domésticos e nos ateliês dos artistas, o projeto vai revelar parte do cotidiano de produção e criação, a trajetória dos artistas e suas obras, contextualizando-as no momento presente. A série ficará disponível durante um ano no site do projeto e, de forma permanente, no canal Culturonauta, no YouTube, uma plataforma de distribuição gratuita de conteúdo artístico, produzida por Prem Yashen.

    Uma seleção plural

    Foto: Divulgação

    O lançamento do Capital Plural será feito com entrevista de Igu Krieger, arte-educador que trabalha em múltiplas linguagens e suportes, e tem foco em pintura, instalação e performance. Como pesquisador, estuda as artes visuais em saberes tradicionais; arte decolonial e da América do Sul. Igu vendeu produtos nas ruas, bares e restaurantes de Brasília e, como camelô, investigou a estética que envolve esse trabalho, como as roupas e os tecidos usados por esses profissionais, realizando uma pesquisa poética que partiu da estética para explorar sensações, o tempo, o fluxo e as relações com o trabalho.

    A segunda entrevista, que também será lançada em agosto, traz a artista Lua Cavalcante, tecnóloga em fotografia, pedagoga e aprendiz griô. Lua se coloca como corpo-artístico-político-pedagógico para gerar reflexões sobre os lugares reais, imaginários e encantados que o corpo habita e opera, mostrando suas experiências como artista, educadora e mulher portadora de deficiência.

    Na sequência, a entrevista com Gu da Cei mostrará o trabalho artístico desenvolvido através de intervenção urbana, instalação, poesia, performance e vídeo, com o qual questiona os processos históricos e contemporâneos da fotografia, seus espaços de exibição e circulação. Gu é artista visual, produtor cultural e curador da Galeria Risofloras. Promove discussões sobre vigilância, imagem, direito à cidade e transporte coletivo. Ganhou o Prêmio de Arte Contemporânea Transborda Brasília e foi selecionado para o Prêmio EDP nas Artes, realizado pelo Instituto Tomie Ohtake. Integra a coordenação do Festival Foto de Quebrada e teve alguns de seus trabalhos publicados no livro “O Direito Achado na Rua: Introdução Crítica ao Direito à Comunicação e à Informação”.

    “Tornar-se um artista, muitas vezes parece uma realidade distante do contexto de vida do estudante da rede pública. Os mais populares, divulgados em TV aberta, muitas vezes não representam o jovem brasileiro em sua totalidade e diversidade, por isso, é tão importante ampliar essa visão, para dar nova dimensão sobre a arte e estimular novos artistas a descobrirem seus talentos”, conclui Yashen.

    O Projeto Capital Plural é financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

    Serviço:

    O Que: Lançamento do Projeto Capital Plural (vídeos de entrevistas com artistas plásticos e visuais do DF)

    Quando: a partir de 02 de agosto de 2022

    Onde: na Internet, nos endereços: 

    https://culturonauta.com.br/capital-plural/ e no canal Culturonauta, no YouTube

  • Circo Vitória abre inscrição para oficinas de arte circense no Guará 

    Circo Vitória abre inscrição para oficinas de arte circense no Guará 

    A partir de 15 de agosto, serão oferecidas aulas gratuitas de trapézio, acrobacias aéreas (LIRA), bambolê e malabares

    Inscrições abertas para as oficinas gratuitas de arte circense, destinadas a estudantes da rede pública de ensino e a moradores do Guará, com idades entre 6 e 14 anos. As aulas serão realizadas na sede do Circo Vitória, localizada no Guará II. Os interessados em aprender as modalidades de trapézio, acrobacias aéreas (LIRA), bambolê e malabares podem se inscrever pelo Whatsapp, através do número 98381-5537.

    “Estamos mantendo viva a cultura circense ensinando artes muito antigas, antes restritas ao ambiente do circo, para que possam continuar encantando e possam também vir a ser uma opção profissional para alguns desses alunos”, enfatizou Loiri Teresinha Mocellin, que administra o Circo Vitória com seus filhos e netos.

    As oficinas foram motivadas pela suspensão dos espetáculos do Circo, no início da pandemia de Covid-19, mas se tornaram parte de um projeto que vai beneficiar, pelo menos, 100 crianças e jovens do Distrito Federal. Dentre as regiões onde já foram oferecidas as oficinas, estão Recanto das Emas, Riacho Fundo 2 e Samambaia. No Guará, as aulas serão realizadas às segundas e terças-feiras, a partir de 15 de agosto, na sede do Circo Vitória, na EQ 31/33, ao lado do Edifício Consei. As atividades terão duração de dois meses e meio.

    Ações de acessibilidade facilitarão que pessoas portadoras de deficiência possam participar das oficinas e haverá reserva de vagas para aquelas cujas deficiências não sejam empecilho à sua realização, além da adoção do aplicativo de acessibilidade desenvolvido pelo Ministério do Planejamento (V-Libras) e de Audiodescrição nas ações de divulgação do evento.

    História

    Circo Vitória – Foto: Divulgação

    O Circo Vitória nasceu em 1993, no interior de São Paulo, com a 5ª geração da tradicional família circense “Almeida”, formada por grandes trapezistas. Nos seus quase 30 anos de história, percorreu diversos Estados brasileiros, de diversas Regiões, como: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Paraná, e atua há oito anos no DF, realizando espetáculos e desenvolvendo ações sociais. Nessas ações, promove espetáculos solidários em creches, asilos e instituições, como a APAE, para a arrecadação de brinquedos e alimentos, entre as quais se destaca o “Natal Solidário”.

    Realiza um trabalho permanente com escolas, com apresentações que são feitas no Circo ou nas próprias escolas, em eventos como a Semana da Criança, promovidos na Candangolândia, no Núcleo Bandeirantes e no Park Way, que agregam um público de diferentes faixas etárias e classes sociais.

    As oficinas de arte circense fazem parte do projeto de Manutenção de Espaço do Circo Vitória e são realizadas com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, através de sua Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural, da Secretaria da Educação e da Agenda Cultural Brasília.

    Serviço

    O que: Oficinas gratuitas de arte circense para estudantes de rede pública de ensino, de 6 a 14 anos (trapézio, tecido acrobático, acrobacias aéreas – LIRA, bambolê e malabares)

    Quando: a partir de 15 de agosto. Às segundas e terças-feiras. Duração: 2 meses e meio

    Onde: Sede do Circo Vitória – EQ.31/33 Ao lado do Edifício Consei, no Guará ll

    Acessibilidade: reserva de vagas, uso de V-Libras e autodescrição nas ações de divulgação

    Inscrições: 61 98381-5537 (WhatsApp)

    Programação

    Segundas-feiras

    Aula de lira – das 14 às 15h

    Aula de bambolê – das 15 às 16h

    Aula.de malabares – das 16 às 17h.

    Terças-feiras

    Aula de malabares – das 14 às 15h

    Aula de trapézio – das 15h30 às 17h30

  • Festival Buraco do Jazz traz ações de sustentabilidade em agosto

    Festival Buraco do Jazz traz ações de sustentabilidade em agosto

    Facundo Estefanell, Quinta Essência, Bell Lins e Vinicius Chagas sobem ao palco do tradicional evento na primeira quinzena do mês

    O Festival Buraco do Jazz inicia agosto com renomados artistas na programação. As atividades fazem parte da comemoração dos cinco anos do maior evento de jazz de Brasília. Na quinta-feira (4), o contrabaixo acústico de Facundo Estefanell é a atração. O musicista explora as sonoridades do tango, candombe, música clássica e se destaca na cena jazzística.

    Já na sexta-feira (5), a banda brasiliense Quinta Essência apresenta músicas próprias do blues, passando pelo rock e chegando ao Jazz com o melhor que a sua carreira de 15 anos trouxe. O evento ocorre no Estacionamento 5 do Parque da Cidade e tem início a partir das 18h.

    Além do line-up principal, o Festival Buraco do Jazz abre o palco ao público para receber outros músicos da cidade. Ao longo da programação, ocorre ainda o concurso de cangas e a feira de economia criativa, que é espaço para lançamento de artistas plásticos, escultores e artesãos brasilienses.

    A entrada é franca, mediante doação de mantimentos e/ou roupas. O material arrecadado será encaminhado a entidades assistenciais. Em julho, a instituição beneficiada foi a Ação Social Renascer, que mantém nove creches e um instituto. No primeiro momento, foram atendidas crianças do CEPI Perdiz, localizado no Lago Norte, e do Instituto Renascer, localizado no bairro Santa Luzia/ Estrutural.

    Próxima semana – Na quinta-feira (11/08), a atração é a cantora Bell Lins, ex-The Voice Kids, que apresentará um repertório de Jazz e Soul. Encerrando a segunda semana de agosto, o saxofonista e compositor Vinicius Chagas, de São Paulo, sobe ao palco. O músico vem fazendo seu trabalho autoral instrumental, consolidando parcerias com diversos músicos da cena instrumental paulistana.

    Sustentabilidade – No dia 19 de agosto, o projeto Reciclotech fará uma ação de metareciclagem no evento. A ideia é reutilizar o seu lixo eletrônico para criar uma economia circular, diminuindo o impacto ambiental. Por isso, o público poderá levar aparelhos eletrônicos que deseje descartar como celulares, laptops, televisores, refrigeradores e brinquedos eletrônicos.

    O Reciclotech é um projeto da Secretaria de Ciência e Tecnologia, em parceria com a ONG Programando o Futuro e a Fundação de Apoio à Pesquisa do DF. O RECICLOTECH alinha capacitação profissional, recondicionamento e doação de aparelhos eletroeletrônicos, educação ambiental, preservação do meio ambiente e descarte de resíduos sólidos originários do lixo eletrônico.

    O Festival Buraco do Jazz também conta com parceria da Green Ambiental, que mantém um container para recolhimento de garrafas e latas, que serão doados a associações de catadores para reciclagem do material.

    O evento promove ainda a inclusão. Em todas as edições, a organização disponibiliza uma área reservada, ao lado do palco, para pessoas com deficiência apreciarem os shows. Também há guia de cegos para acompanhar deficientes visuais até o espaço reservado.

    O projeto do Festival Buraco do Jazz foi elaborado e conta com a gestão da Agenda Cultural Brasília e conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

    Foto: Divulgação

    SERVIÇO:

    Festival Buraco do Jazz

    Onde: Estacionamento 5 do Parque da Cidade

    Quando: Todas as quintas e sextas-feiras, a partir das 18h

    Quanto: Entrada franca.

    04/08 – Quinta-feira

    Facundo Estefanell

    05/08 – Sexta-feira

    Quinta Essência

    11/08 – Quinta-feira

    Bell Lins

    12/08 – Sexta-feira

    Vinicius Chagas

  • Projeto Waldir Azevedo faz inserção cultural de pessoas com deficiência e em situação de risco social

    Projeto Waldir Azevedo faz inserção cultural de pessoas com deficiência e em situação de risco social

    Oficinas culturais gratuitas serão realizadas de agosto a dezembro, com aulas semanais de cavaquinho, canto coral, dança e cultura popular

    O Ponto de Cultura Waldir Azevedo realiza, a partir de agosto, suas oficinas de formação e inserção artística para moradores da Vila Cultural, no Setor de Embaixadas Sul, local onde já ocorrem ações do Ponto de Cultura Waldir Azevedo e ensaios da Orquestra de Cavaquinhos de Brasília e do Coral Armorial. As aulas terão duração de cinco meses, com encontros semanais, destinados a crianças, adolescentes e mulheres da Comunidade da Vila Cultural, e aos alunos atendidos pelo Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV).

    As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas presencialmente na sede do projeto ou pelo telefone 99969-9877. “A inserção cultural que o Ponto de Cultura Waldir Azevedo promove é muito gratificante e é uma oportunidade imprescindível para as pessoas que não têm acesso à cultura. Os projetos que realizamos na Vila Telebrasília, na Estrutural e na Vila Cultural, têm revelado talentos e vocações. Principalmente, têm aberto novos horizontes de vida para jovens e adultos”, justifica o maestro Dudu Oliveira, fundador do Ponto de Cultura Waldir Azevedo e idealizador da iniciativa.

    Carioca radicado em na Capital Federal desde 2010, ele ministrará as aulas de cavaquinho, às segundas, na Vila Cultural, e de canto coral, aos sábados, no CEEDV. Dudu é fundador da Orquestra de Cavaquinho de Brasília, inicialmente formada por alunos da oficina de cavaquinho do Projeto Waldir Azevedo e é, também, fundador do Coral Armorial, formado por pessoas com deficiência visual.

    “Pude conhecer e abraçar a música através de um projeto social no Rio de Janeiro e sei como uma oportunidade de aprender a tocar um instrumento pode fazer disso uma paixão e um ofício capaz de mudar vidas. É isso que procuro realizar e passar adiante e que tem frutificado no DF, primeiro com as experiências que tivemos na Vila Telebrasília e na Estrutural e, agora, com a comunidade da Vila Cultural”, pontuou o maestro.

    O projeto de inserção cultural através de oficinas é uma realização do Ponto de Cultura Waldir Azevedo, financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, e apoio da Agenda Cultural Brasília.

    SERVIÇO:

    Oficinas Culturais do Projeto Waldir Azevedo

    Quando: de 01 de agosto a 30 de dezembro de 2022

    Inscrições gratuitas: podem ser realizadas presencialmente ou pelo telefone 61 99969-9877 (Thais Tosi)

    Onde: Cavaquinho, Dança e Cultura Popular – SES 813 lote 53/54 Casa 20 – Vila Cultural – Setor de Embaixadas Sul  |  Canto Coral – Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais(CEEDV), na 612 Sul (apenas para pessoas com deficiência visual)

    Cronograma semanal:

    Segunda 20h – CAVAQUINHO

    Quarta 20h – DANÇA

    Sexta 20h – CULTURA POPULAR

    Sábado 9h – CANTO CORAL 

  • Festival BrasilArte lança programação 2022 com grandes artistas

    Festival BrasilArte lança programação 2022 com grandes artistas

    Música, teatro e danças representativas das cinco regiões do Brasil estarão nesse caldeirão cultural que contém as principais expressões artísticas do país

    O Festival BrasilArte vai reunir, de 17 a 21 de agosto, grandes nomes da música, do teatro e da dança do Distrito Federal, em evento híbrido que terá apresentações presenciais no SESC Sílvio Barbato, no Setor Comercial Sul, e transmissões a partir do Youtube. O projeto, idealizado e desenvolvido por Ester Braga, da ABÈBÈ Produções, e Paula Melo, do Instituto Latinoamerica, mostra a riqueza cultural do DF, formada pelas variadas expressões artísticas trazidas por imigrantes de todas as regiões brasileiras.

    A primeira atração do Festival será o compositor, pesquisador e violeiro Cacai Nunes, que mostrará todas as potencialidades da viola na execução de ritmos variados. Pernambucano criado em Brasília, ele tem três álbuns gravados e já divulgou sua música em países da Europa, África, América do Norte e América do Sul. Desde 2010, tem o programa semanal Acervo Origens, onde compartilha, pela Rádio Nacional, os principais elementos de sua pesquisa musical.

    A cantora paraense Emília Monteiro será outra grande atração do Festival BrasilArte, levando músicas que trazem o ritmo da Região Norte do Brasil, como o Carimbó. Ela já se apresentou com Zeca Baleiro e Dona Onete, de quem gravou músicas no seu disco “Cheia de Graça”.

    O show Bahia de Todos os Sambas, com Cely Curado e Kalinka Barroso, destaca o samba e as influências que recebe dos ritmos africanos e das cantigas de roda. Kalinka Barroso é cantora, musicista pelo Clube do Choro de Brasília desde 2007, e percussionista da Confraria Samba do Choro, com a qual se apresentou, em 2012, na Finlândia, Estônia, Letônia e Rússia e, desde 2015, segue também em carreira solo. A cantora Cely Curado interpreta diversos ritmos da MPB, é membro do Coral da UnB, já abriu show de estrelas nacionais no Teatro Nacional Cláudio Santoro, como o MPB4, e também fez apresentações no Brasil e em outros países.

    Também na programação o grupo de dança Jongo do Cerrado divulga a história do jongo e sua simbologia como cultura de resistência durante a escravidão. O grupo, que é de estudos teóricos e de práticas, foi criado por Apoena Cunha, mineiro de Montes Claros que veio para Brasília recém-nascido. Ele é brincante autodidata, arte-educador e capoeirista e, além do Jongo do Cerrado, integra os grupos Samba do Formigueiro, Grupo de Capoeira, Semente do Jogo de Angola e Encantaria das Matas. Também apresentarão espetáculos de dança Luh Lemos (Hip Hop), Coração Gaúcho, Sensação Paraense e Tambores do Amanhecer.

    Os grupos de teatro Mamulengo sem Fronteiras e Keijin do Acordeom farão espetáculos presenciais para estudantes da rede pública de ensino, que serão gravados e disponibilizados para o grande público através do Canal do Instituto Latinoamerica, no YouTube. O Mamulengo sem Fronteiras é coordenado por Walter Cedro, que há mais de 19 anos dá oficinas de mamulengo e teatro popular, já tendo participado de festivais importantes em países da Europa, da América do Sul e em diversos estados brasileiros.

    As atrações serão presenciais, abertas ao público, têm entrada franca, mediante a doação de 2 kg de alimentos.

    SERVIÇO:

    Festival BrasilArte

    Quando: De 17 a 21 de agosto de 2022

    Onde (presencial): Sesc Sílvio Barbato – SCS, quadra 2, edifício Presidente Dutra

    Onde assistir: Canal Instituto Latinoamerica – https://www.youtube.com/channel/UCTuzXeFm5wiAkiJ4zYXJciQ

    Classificação indicativa: livre

    Realização: Instituto Latinoamerica e ABÈBÈ PRODUÇÕES

    Apoio: SESC/ Fecomércio -DF e Agenda Cultural de Brasília

    Fomento : FUNARTE – Fundação Nacional de Artes

    Cacai Nunes – Foto: Francesca Maiolino

    PROGRAMAÇÃO PRESENCIAL E ONLINE

    17/08 (quarta-feira) – Centro-Oeste/ Sudeste

    19h: Show: Cacai Nunes – Violeiro

    20h: Grupo de dança: Luh Lemos – Hip Hop

    18/08 (quinta-feira) – Norte/ Sul

    19h: Show: Emília Monteiro

    20h: Grupo de dança: Coração Gaúcho

    19/08 (sexta-feira) – Nordeste/ Sudeste/Centro-Oeste

    19h: Show: Bahia de Todos os Sambas – Cely Curado e Kalinka Barroso

    20h30: Grupo de dança: Jongo Do Cerrado

    20/08 (sábado) – Sul/ Norte

    19h: Show: Daniel Dureg

    20h30: Grupo de dança: Grupo Sensação Paraense

    21/08 (domingo) – Sudeste/ Nordeste

    17h: Show: Rap Lio – Liberdade Condicional

    18h30: Grupo de dança: Tambores Do Amanhecer

  • Projeto de Ceilândia oferece oficinas gratuitas de streaming

    Projeto de Ceilândia oferece oficinas gratuitas de streaming

    Aulas são destinadas a jovens e adultos com idade de 15 a 60 anos. Aulas começam dia 25 de julho

    A televisão já não é a mesma. Os canais abertos e as TVs por assinatura estão perdendo espaço paga os streaming e o modelo caiu nas graças do brasileiro. Seja pelo Netflix, YouTube, Amazon, Globo Play (ou tantos outros), a forma de se entreter mudou. E pensando nesse novo universo, o projeto Cultura In Movimento oferecerá, gratuitamente, oficinas de streaming para jovens e adultos com idade entre 15 e 60 anos. As aulas começam na próxima segunda (25) e vão até 29 de julho. Para se inscrever, basta acessar o site www.culturainmovimento.com.br.

    Uma parceira do Instituto Cultural Meninos de Ceilândia com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, o projeto foi distribuído em 15 módulos semanais, com aulas on-line, sempre das 14 às 16h. Os encontros se estendem até 12 de agosto. As vagas são limitadas a 60 alunos por turma e, para participar, a única exigência é que o aluno possua um dispositivo conectado à internet.

    Como resultado do Cultura In Movimento II, os estudantes que participarem da oficina de “Captação de imagem” participarão da produção de um documentário e terão a possibilidade de colocar em prática o que aprenderam durante a formação. Todos os alunos receberão certificados. Em 2021, mais de mil estudantes participaram do Cultura In Movimento, durante a primeira edição do projeto.

    Confira a programação completa:

    25/07 a 29/07 – Streaming
    01/08 a 12/08 – Captação de Imagem

  • Domingo no Parque: lazer e arte chamam atenção para a revitalização do Parque do Bosque

    Domingo no Parque: lazer e arte chamam atenção para a revitalização do Parque do Bosque

    Ação cultural cria visibilidade para problemas estruturais e pede revitalização e melhorias, que promovam a ocupação do parque pela comunidade, com atividades de cultura e lazer

    Literatura, dança e música estão na programação do “Domingo no Parque – Revitalização, já!”, que terá sua segunda edição dia 24/07, no Parque Distrital de São Sebastião, também conhecido como Parque do Bosque. A iniciativa é do Movimento Cultural Supernova, coletivo que realiza o evento e encabeça, com moradores da região, reivindicações de melhoria nas estruturas do Parque. A programação ocorre na área próxima ao antigo anfiteatro e à oficina da natureza. A entrada é franca.

    “Já tivemos uma boa resposta no primeiro processo de revitalização do Parque, em 2010, quando tivemos menor índice de violência e o parque ecológico deixou de ser depósito de lixo e entulhos, para ser ocupado pela comunidade, com arte, cultura, esporte e lazer. Agora, reivindicamos as melhorias previstas no Plano de Manejo do Parque”, defende Isaac Mendes, coordenador geral do Movimento Cultural Supernova.

    Revitalização do espaço esportivo (pista de cooper, quadra poliesportiva, campo de futebol), do espaço cultural (anfiteatro e oficina da natureza), pergolados, conectores ecológicos e a construção de uma sede administrativa, de quiosques, bicicletários, trilha educativa, torre de segurança, horta comunitária e da área para piquenique são algumas das demandas da população.

    A programação do Domingo no Parque trará muita literatura, com poesia e performance de Codo e Rapoza Suj(A), além da participação de devana babu com a banda Niilismo. A Quadrilha Santo Afonso trará a alegria e o balanço dos festejos juninos e haverá apresentação musical de Carol Bastos (Sertanejo e Internacional) e Bia Estiano (PopRock).

    Durante o evento acontecerá feirinha literária, de artesanato e de venda de lanches, com a participação de Érica Hot Dog, além de maquiagem artística para crianças com Roberta Santos. O poeta José Garcia Caianno estará com sua Banca de Poetas, fomentando a cultura com venda, troca e empréstimos de livros. “Traga sua canga e garrafa d’água, que vamos oferecer uma programação diversificada, para agradar os gostos, dar visibilidade ao Parque, atrair a comunidade para desfrutar desse espaço e promover uma cena cultural para os artistas locais”, reforçou Nanah Farias, coordenadora do evento.

    A organização ressalta que é necessário observar as medidas de segurança previstas para a utilização do espaço, como não transitar com veículos automotores na área interna do parque, nem acender fogueiras.

    A Ação Cultural Domingo no Parque será realizada entre julho e novembro, com uma edição mensal, sendo exceção o mês de julho, de férias escolares, quando acontecerão duas edições. O evento conta com o apoio do Jornal Daqui DF, Atelier Nanah Farias, da Rádio Comunitária, do Espaço Sideral, da Biblioteca do Bosque, do Fórum de Meio Ambiente de São Sebastião, do Movimenta São Sebastião, de Bartho Naiif, do Orgulho Bar e da Banca de Poetas.

    Domingo no Parque – Foto: Nanah Farias / Divulgação

    SERVIÇO

    Domingo no Parque

    Quando: 24/07 (domingo), a partir das 14h30.

    Onde: Parque Distrital de São Sebastião (Parque do Bosque) – próximo às ruínas do anfiteatro e oficina da natureza, seguindo a pista de cooper contígua aos murais artísticos; São Sebastião, próximo ao Terminal Rodoviário

    Quanto: Entrada franca (É proibido estacionar carros dentro do Parque do Bosque)

  • Cine Bike: festival internacional de cinema baseado em mobilidade urbana começa nesta terça, em Brasília

    Cine Bike: festival internacional de cinema baseado em mobilidade urbana começa nesta terça, em Brasília

    Evento vai até fim de julho no CCBB. São filmes inéditos, clássicos e títulos para crianças que têm a bicicleta como elemento central; atividades ao ar livre, palestras, centro gastronômico e debates fazem parte da programação gratuita

    Cine Bike – Festival Internacional de Cinema e Mobilidade Urbana –, que promove exibições de filmes, mostra virtual, oficinas, debates, passeio ciclístico e atividades educativas, que têm a bicicleta como elemento central – está em cartaz no CCBB de Brasília, a partir desta terça-feira (19). A programação é gratuita e vai até o dia 31 de julho.

    Além de filmes inéditos sobre mobilidade urbana, idealizados por diretores independentes de várias partes do mundo, a mostra traz clássicos do cinema, como “Ladrões de Bicicleta“, de Vittorio de Sica, animações e títulos para o público infantil (saiba mais abaixo).

    A programação ainda conta com atividades ao ar livre, oficinas de manutenção básica para pequenos consertos de bicicleta e atividades educativas para crianças – como aprender a andar de bicicleta, por exemplo. Os food-bikes têm uma área especial para a hora da fome.

    A abertura do festival é nesta terça, às 19h30, com a exibição de “O garoto e a bicicleta“, primeiro filme dirigido por Ridley Scott, e de “A alma de um ciclista” produção portuguesa, dirigida por Nuno Tavares.

    Filmes

    O Cine Bike exibe filmes produzidos na França, na Holanda, em Portugal, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Itália, na Alemanha e no Brasil, em diferentes épocas dos séculos XX e XXI. Dentre 35 títulos, estão a comédia “Carrossel da Esperança“, de 1949, o holandês “Porque pedalamos“, a animação “As Bicicletas de Belleville”; e o clássico italiano “Ladrões de Bicicleta“.

    Fazem parte da programação a produção inédita portuguesa “A alma de um ciclista“, “de Nuno Tavares, o sueco “Bikes vs Carros“, de Fredrik Gertten, o brasileiro “A volta em Minas” e a produção brasiliense “No rastro das cargueiras“, entre outros.

    Fonte: G1

  • Conheça os 41 endereços fundamentais do rock em Brasília

    Conheça os 41 endereços fundamentais do rock em Brasília

    Do apartamento de Renato Russo à Colina da UnB, cada um dos locais recebeu uma placa que conta o que aconteceu ali, além de QR Code com texto detalhado

    Nesta quarta-feira (13), é comemorado o Dia Mundial do Rock e Brasília, capital brasileira desse gênero musical, tem muito a festejar. Graças a uma parceria entre o vocalista da banda Plebe Rude, Philippe Seabra, e a faculdade Upis, com apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, 41 pontos marcantes para o rock brasiliense receberam placas que contam a história do estilo no DF por meio de um texto breve e um QR Code.

    A ideia de Seabra, curador dos 41 pontos, fez com que o DF fosse reconhecido numa reportagem da CNN internacional como um dos três destinos que são referência para o rock, junto com Londres e Nova York. A visita a esses locais pode ser um bom programa para turistas e brasilienses durante as férias.

    Na EQS 110/111 Sul, a emblemática lanchonete Food’s é lembrada como o local de shows marcantes nas décadas de 1970 e 1980 – Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Segundo Seabra, por Brasília passaram 15 bandas, o que torna o rock muito importante para a cultura da cidade. Para colocar em prática o projeto, ele destaca como fundamental o apoio do professor Leonardo Brant, da faculdade Upis.

    Alguns dos pontos mapeados por Seabra são muito visitados por brasilienses e turistas que gostam de rock. Um deles é o bloco B da SQS 303, onde morou o ex-vocalista da Legião Urbana, Renato Russo. O porteiro do prédio, Antônio Rodrigues, disse que trabalha no local há 20 anos e, embora não tenha conhecido o artista – apenas a mãe de Renato, dona Carminha –, conhece a história dele e já presenciou várias homenagens.

    Porteiro do prédio onde viveu Renato Russo, Antônio Rodrigues presenciou várias homenagens ao músico no local – Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    “Pessoas vêm de muitas partes do país, como Bahia e Mato Grosso do Sul. Os turistas chegam e querem informações sobre o músico. Este prédio é muito requisitado”, diz Antônio.

    Mas tem gente, como Augusto Neves, que conviveu não só com Renato Russo, mas também com Renato Matos e outros integrantes de muitas bandas de rock. Neves trabalha há 40 anos no condomínio do Edifício Brasília Rádio Center, na Asa Norte. Na época em que era ascensorista, costumava encontrar Renato Russo e outros músicos quando eles chegavam para os ensaios, no primeiro andar do prédio.

    Neves trabalha há 40 anos no condomínio do Edifício Brasília Rádio Center e lembra dos ensaios barulhentos que ocorriam no local nos fins de semana – Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    “Os ensaios ocorriam sempre nos finais de semana, sexta, sábado e domingo. A partir das cinco horas da tarde, o barulho zoava. Era muito barulho no corredor”, rememora Augusto Neves. Ele orgulha-se de até hoje ser reconhecido pelos roqueiros quando os encontra.

    A contadora Amanda Raquel de Souza, moradora de Brasília, visitava a Catedral Metropolitana, na última sexta-feira (8), quando soube da existência dos 41 pontos marcantes do rock. Assim que soube, ela foi logo procurar a placa colocada na Esplanada dos Ministérios. “Sou apaixonada por rock, que traz uma energia maravilhosa. Brasília representa muito para o rock nacional”, destaca.

    Outro lugar fundamental para o rock, a comercial da 110/11 Sul, onde ficava a lanchonete Food’s, ganhou a sua placa. Ali, em frente à lanchonete, muitos shows foram realizados.

    De acordo com o secretário de Turismo, Gustavo Assis, o mapeamento dos pontos faz com que a história do rock se mantenha viva e seja conhecida. “A rota permite que o rock seja rememorado pelos visitantes”, destaca Assis.

    Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Conheça os 41 pontos da Rota Brasília Capital do Rock:

    1 – Ginásio Nilson Nelson
    2 – Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha
    3 – Centro de Convenções Ulysses Guimarães
    4 – Torre de TV
    5 – Sala Funarte (Sala Cássia Eller)
    6 – Esplanada dos Ministérios
    7 – Teatro Nacional
    8 – Colina – UnB
    9 – Concha Acústica
    10 – Brasília Rádio Center (SRTVN Quadra 702)
    11 – Bar Cafofo (CLN 407)
    12 – ISS Norte – UnB
    13 – Bar Radicaos (CLN 105)
    14 – Porão do Rock (CLN 207)
    15 – Bar Adrenalina (CLN 205)
    16 – Bar Bom Demais (706 Norte)
    17 – Cine Centro São Francisco (CLS 102/103)
    18 – Food’s (EQS 110/111 Sul)
    19 – Rampa Acústica do Parque da Cidade
    20 – Residência de Renato Russo (SQS 303)
    21 – Bar/Restaurante Beirute (CLS 109)
    22 – Faculdade Upis (SEPS 911/912)
    23 – Escola Americana de Brasília
    24 – Residência de Herbert Vianna – 104 Sul
    25 – Cultura Inglesa
    26 – Gate’s Pub (403 Sul)
    27 – Sesc (913 Sul)/Teatro Garagem
    28 – Praça Eduardo e Mônica – Parque da Cidade
    29 – Teatro Galpãozinho (CRS 508 Sul) – Espaço Cultural Renato Russo
    30 – Centro Comercial da QI 11 do Lago Sul – Gilbertinho
    31 – Centro Comercial Gilberto Salomão – QI 5 do Lago Sul
    32 – Comércio Local da QI 9 do Lago Sul – antiga lanchonete Giraffa’s
    33 – QG dos Raimundos (SHIS QI 9, Conjunto 20 – Lago Sul)
    34 – Ermida Dom Bosco
    35 – Parque Vivencial II (SHIN QL 2 – Lago Norte)
    36 – QG da Plebe Rude (SHIN QI 8,Conjunto 10 – Lago Norte)
    37 – Teatro de Arena – Cave (Guará)
    38 – Teatro Rolla Pedra (Taguatinga)
    39 – Estacionamento do Estádio Bezerrão (Gama)
    40 – Teatro Galpãozinho (Gama)
    41 – Centro Cultural Cine Itapoã (Gama)