Categoria: Mundo

  • Que país é esse…?

    A pergunta “Que país é esse?” não é nova, tampouco pertence exclusivamente a um autor ou a um momento específico da história brasileira. Imortalizada na canção da Legião Urbana, escrita por Renato Russo em 1978 e lançada em 1987, a indagação atravessou décadas como um grito de inconformismo diante das desigualdades, dos abusos de poder e das contradições do Brasil. Mais tarde, Cazuza também ecoaria esse questionamento em sua música “Brasil”, inspirada na mesma inquietação, retratando o abismo entre pobres e ricos e a sensação de abandono social.

    Passados tantos anos, a pergunta segue atual e perturbadora. Analistas da grande imprensa, em diferentes veículos, demonstram indignação ao observar um país em que a punição a golpistas convive com parte do eleitorado disposta a relativizar a democracia; em que comportamentos autoritários são naturalizados; e em que cenas simbólicas, como pessoas ajoelhadas rezando para um pneu, revelam um cenário de perplexidade coletiva. Os números reforçam esse quadro alarmante: quase 45 mil assassinatos por ano, cerca de 35 mil mortes no trânsito, cidades brasileiras entre as mais violentas do mundo e o crescimento acelerado das favelas, que hoje abrigam milhões de cidadãos.

    Diante desse retrato, o autor amplia o questionamento e o transforma em uma sequência de indagações que escancaram a brutalidade cotidiana. Que país é esse em que operações policiais resultam em dezenas de mortos em um único dia, com policiais também vitimados, enquanto outros são flagrados cometendo crimes? Que país é esse que figura entre as maiores economias do planeta, mas mantém milhões de pessoas na miséria, quase cem milhões sobrevivendo com um dos menores salários mínimos da América do Sul e dezenas de milhões sem perspectivas claras de trabalho?

    A lista segue com episódios de extrema violência e desumanização: crimes bárbaros contra crianças, feminicídios em números alarmantes, tragédias familiares provocadas por ódio e intolerância, além de escândalos envolvendo grandes sonegadores que escapam impunes. Soma-se a isso a presença de líderes religiosos que ameaçam os mais vulneráveis e figuras expulsas das Forças Armadas que, paradoxalmente, ascendem como referências políticas.

    Ao repetir insistentemente a pergunta “Que país é esse?”, o texto não busca uma resposta simples, mas provoca reflexão. Trata-se de um grito de indignação, um convite à consciência crítica e um alerta: enquanto essas contradições persistirem, a pergunta continuará ecoando — incômoda, urgente e necessária.

  • Vende-se Bloco do Eu Sozinho

    Vende-se Bloco do Eu Sozinho

    A política deveria ser um pilar de representação popular e serviço público. No entanto, enfrenta uma grave crise de identidade. A linha entre o interesse coletivo e o negócio privado torna-se perigosamente tênue, como exemplificado pelo caso do senador Flavio Bolsonaro. Após anunciar uma pré-candidatura independente, ele declarou que essa candidatura “tem um preço”. Esse episódio não se resume a uma manobra política; é um doloroso testemunho da mercantilização da democracia.

    Colocar à venda e botar preço em uma “candidatura imaginária” — sem o apoio de qualquer partido político de direita — transformam um potencial mandato público em uma fonte de lucro pessoal, negociável no mercado de influência. Tal prática é eticamente catastrófica, pois mina a lógica da representação, sugerindo que as alavancas do poder não emanam do povo, mas podem ser adquiridas pelo maior lance, por aqueles que detêm capital financeiro ou político. Isso pode corroer a integridade do processo eleitoral, tratando a soberania popular como um item de leilão e o cargo público como um produto, não como uma responsabilidade.

    Se não fosse pela natureza absolutamente pessoal do negócio proposto no cenário nacional — que visa livrar seu pai de uma condenação em processo legal, com direito a ampla defesa, publicidade dos atos processuais e decisões fundamentadas —, poder-se-ia também questionar a moralidade de tentar vender um mandato que não lhe pertence, e que nem se sabe se será disputado por ele. Essa candidatura imaginária se assemelha aos meios utilizados para adquirir sua luxuosa residência.

    Uma vez que o pré-candidato se apresenta afirmando ter um preço para desistir da candidatura, uma conclusão se torna evidente: não há um programa de governo. Cuida-se, apenas, um negócio, com lucro pessoal como prioridade. Essa ação cínica corrói a confiança do público e despreza os princípios democráticos. Independentemente do que ocorra, nada é mais urgente do que uma reflexão coletiva sobre os limites morais na política, para que a representação popular não seja entregue a quem a enxerga, apenas, como mais uma mercadoria, uma ferramenta para auferir vantagens

  • Construção de galeria pluvial na descida do Mirante

    Construção de galeria pluvial na descida do Mirante

    A construção da galeria de águas pluviais na descida do Mirante, no Setor Habitacional Arniqueira (SHA), Conjunto 5, próximo à Chácara 134, atingiu 60% de execução nesta quinta-feira (25). Com 600 metros de extensão, a obra foi iniciada em agosto e vai direcionar as águas das chuvas para um córrego próximo, garantindo escoamento contínuo e seguro. A entrega está prevista para o fim de outubro, com investimento de R$ 2,5 milhões. A execução é da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).O Mirante, por estar em uma das áreas mais altas de Arniqueira, sofre historicamente com graves problemas durante o período chuvoso. Em 2024, fortes tempestades arrancaram o asfalto, abriram crateras nas ruas e invadiram condomínios, causando pânico, prejuízos materiais e transtornos à mobilidade.

    Rede de águas pluviais – descida do Mirante com 60% concluída (Foto: Repórter Independente)

    Na ocasião, a vice-governadora Celina Leão, que estava como governadora em exercício, visitou a região acompanhada da administradora regional, Telma Rufino. Além de prestar solidariedade aos moradores, assinou no dia seguinte um decreto emergencial que mobilizou diversos órgãos do GDF em uma força-tarefa para recuperar a área e anunciou investimentos em drenagem pluvial.

    Projeto com os pontos emergenciais – circulo em rosa (Imagem – Coex)

    Levantamento e prioridades

    Após meses de estudos, a Novacap, em parceria com a Secretaria de Obras, identificou oito pontos críticos no SHA que necessitam de intervenções emergenciais até a implantação do macroprojeto de drenagem. A descida do Mirante foi priorizada por seu maior impacto. O investimento inicial estimado para os oito pontos é de R$ 34 milhões.

    Operários trabalham na construção da galeria pluvial (Foto:Repórter Independente )

    A administradora regional Telma Rufino acompanha a execução desde o início e destacou a relevância da intervenção:
    “Tenho lutado diuturnamente por essa obra. Talvez seja uma das mais importantes entre tantas outras conquistas. Ter uma rede de captação de águas pluviais não é apenas uma questão de infraestrutura básica, mas também de respeito pelos moradores. Quando as ruas ficam alagadas e as casas são invadidas pelas águas, milhares de pessoas são prejudicadas.”

    O secretário de Obras e Infraestrutura do DF, Valter Casimiro, também ressaltou a importância:
    “Arniqueira sofre historicamente com alagamentos pela ausência de galerias pluviais. Essa é uma demanda antiga da comunidade e prioridade do GDF. Nosso objetivo é garantir mais segurança, tranquilidade e qualidade de vida para os moradores, resolvendo de forma definitiva um problema que se arrasta há muitos anos.”

    O presidente da Novacap, Fernando Leite, classificou a obra como uma das maiores entregas em infraestrutura da região:
    “Intensificamos o trabalho para concluir a primeira etapa até o fim do período da seca. Certamente, trará muito conforto e segurança para a população.”

    Investimentos e retorno à comunidade

    Para Telma Rufino, a obra no Mirante representa um retorno direto aos moradores que vêm investindo na regularização de seus lotes junto à Terracap:
    “Essa intervenção é uma conquista coletiva. Estamos devolvendo aos moradores, na forma de infraestrutura e equipamentos públicos, os recursos que eles têm investido na regularização. É um marco na história de Arniqueira.”

    Voz da comunidade

    Moradores que convivem há décadas com os impactos da falta de drenagem celebram o avanço da obra.

    Wilza Maria de Brito e Silva: “A gente vê o governo cuidando e sente que tem alguém lembrando da gente”

    Moradora de Arniqueira há 21 anos, a professora aposentada Wilza Maria de Brito e Silva lembra que o local era tomado pelo barro e por lixo acumulado antes das intervenções. “Aqui virava um rio quando chovia. A água descia com força, era assustador. Agora a gente vê o governo cuidando e sente que tem alguém lembrando da gente”, conta.

    O motorista Valdinar Gama da Silva passa diariamente pela via. “Quando chovia, moto não passava, carro perdia placa, o asfalto era arrancado. Essa obra era esperada há muito tempo. Agora vai dar pra passar ônibus, moto e carro de aplicativo sem medo”, relata.

    Sebastião Ribeiro dos Santos, residente há mais de 20 anos no SHA 05, afirmou:
    “Estou pagando à Terracap pelo lote onde construí minha casa, e essa obra mostra que o governo está reinvestindo o nosso dinheiro em melhorias para nós. É uma conquista enorme.”

    Outro morador, Bruno Ribeiro, também comemorou:
    “Já perdi pneus e quebrei a suspensão do carro por causa dos buracos provocados pelas chuvas. Agora é esperar que esse trabalho chegue a todos os conjuntos do SHA.”

    📌 Nota de Serviço – Pontos emergenciais de drenagem em Arniqueira

    De acordo com levantamento da Novacap e da Secretaria de Obras, oito locais no Setor Habitacional Arniqueira (SHA) foram identificados como prioritários para receber obras emergenciais de drenagem pluvial:

    1. Chácara 35 – Conjunto 5
    2. Descida do Mirante – SHA 05 (próximo à Chácara 134)
    3. Mansão Imperial – SHA 5/6
    4. Chácara 3 – Conjunto 6
    5. Avenida Vereda da Cruz
    6. Chácara 37/38 – Caliandra (descida do Snoop)
    7. Chácara 43
    8. Chácara 41 – Conjunto 3

    🔹 Todas as intervenções fazem parte do plano emergencial do GDF, com investimento estimado em R$ 34 milhões, até a implantação do macroprojeto de drenagem pluvial da região.

     

  • Neoenergia leva o projeto Energia com Cidadania a Arniqueira

    Neoenergia leva o projeto Energia com Cidadania a Arniqueira

    Ação oferece troca de lâmpadas e orientações sobre uso eficiente da energia

    Atenção, moradores de Arniqueira! A Neoenergia está na cidade com o projeto Energia com Cidadania, uma iniciativa de responsabilidade social que tem como objetivo regularizar o fornecimento de energia elétrica, promover a eficiência energética e oferecer benefícios à população de baixa renda.
    Até a próxima sexta-feira (24 de outubro), um veículo tipo van da Neoenergia percorrerá a Região Administrativa de Arniqueira realizando a troca gratuita de lâmpadas incandescentes ou fluorescentes por lâmpadas de LED, mais econômicas e duráveis.

    Veículo da Neoenergia estará nos condomínios do SHA e nas ruas do Areal  e da Área de Desnvolvimento Econômico (ADE).

    Para participar, o morador deve apresentar:

    • Uma conta de luz emitida pela Neoenergia, em seu nome;
    • Até cinco lâmpadas incandescentes ou fluorescentes para serem trocadas por lâmpadas de LED.
      O veículo do projeto visitará condomínios do Setor Habitacional Arniqueira (SHA) e circulará também pelas ruas do Areal e da Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) até o dia 24 de outubro (sexta-feira).

    Economia e eficiência energética
    Além da substituição das lâmpadas, a ação também promove orientações sobre o uso seguro e eficiente da energia elétrica. O projeto é viabilizado com recursos do Programa de Eficiência Energética (PEE), regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Participe dessa campanha e contribua para o consumo consciente de energia em Arniqueira.

     

    Pequenas atitudes fazem grande diferença para o meio ambiente e para o bolso de todos os consumidores.

  • Capital Moto Week começa sua edição mais surpreendente ao som de Biquini

    Capital Moto Week começa sua edição mais surpreendente ao som de Biquini

    Com público entusiasmado, show eletrizante e outros nove dias de programação pela frente, CMW dá largada à mais uma jornada intensa e inesquecível

    (Foto:Divulgação CMW)

    O Capital Moto Week 2025 começou com tudo nesta quinta-feira (24), confirmando o que o próprio mote desta edição já prometia: Surpreendente! Coube aos veteranos do Biquini a responsabilidade de abrir os trabalhos no palco principal do maior festival de motos e rock da América Latina. No show, os cariocas celebram seus 40 anos de estrada com muita animação. Além deles, outros 10 shows agitaram a noite de estreia e ainda há muito para acontecer nos próximos dias do festival.

    Com a turnê ‘A Vida Começa aos 40’, Biquini subiu ao palco principal à meia noite e mostrou que há muito a se comemorar. “Só chegamos aos 40 anos porque acreditamos todos os dias nos nossos sonhos”, destacou o vocalista, Bruno Gouveia, antes de apresentar sua nova música ‘A Vida Começa Agora’, escrita em comemoração às quatro décadas de sonhos e músicas. Nessa trajetória, a banda já vendeu mais de 2 milhões de discos, fez 2 mil shows e rodou por 800 cidades no Brasil e no mundo.

    Aqui na Cidade da Moto, eles mostraram que nunca estiveram em melhor forma. Não faltaram sucessos de sua longa carreira: ‘Vento Ventania’, ‘Tédio’, ‘Janaína’, ‘Dani’, entre outros. “Esse festival é maravilhoso, junta gente do Brasil inteiro e de muitas partes do mundo. Estávamos com saudade de tocar aqui”, afirmou Bruno. O público fez bonito e interagiu muito pulando, vibrando e cantando. Em determinado momento, uma mulher foi chamada ao palco e, junto com o grupo, cantou ‘No Mundo da Lua’. “Por mais mulheres no rock”, pediu Bruno.

    Outra mulher que brilhou no palco do CMW foi Mariana Oliveira, vocalista da banda Bloody Mary, que liderou uma apresentação empolgante, abrindo o show do Biquini. Lúpulo & Cereais Não Maltados continuou aquecendo os motores e a noite para milhares de pessoas na arena antes do Biquini entrar. Os outros palcos também estavam animados: o Moto Bar Spaten foi embalado por Rock Now, Heat e Sereníssima. Roadside Gamblers, Texas Moonshine e Texas Hammer ficaram encarregados de animar o Rock Saloon Royal Enfield. E na Praça Pepsi, Edu Hessen Banda e Bandokê com Banda Lâmina animaram o espaço.

    Abertura dos portões

    Antes mesmo dos portões abrirem, a enfermeira Kellen Amarante (46) e os dois filhos – Kauã (12) e Sophia (8) – já eram os primeiros na fila para acessar o CMW. Com o capacete rosa de estampa floral, ela revelou: “Estamos contando os minutos para encontrar nossos amigos e conhecer cada espaço do festival”. Enquanto eles esperavam do lado de fora, o marido, Alessandro Bruno (50), aguardava a família do lado de dentro do complexo. Membro do motoclube Faca nos Dentes, ele vem ao festival há sete anos consecutivos. “A moto já está lá no nosso espaço, que fica na frente do palco. O show começou agora!”, finalizou Bruno.

    Até 2 de agosto, o CMW segue com sua extensa programação: serão 107 shows distribuídos em cinco palcos e mais de 800 mil pessoas circulando pela Cidade da Moto, em Brasília. Os próximos dias prometem mais: Os Paralamas do Sucesso (25/7), Capital Inicial (26/7), Samuel Rosa (27/7), Angra e Lobão (31/7), MAGIC! e Cidade Negra (1/8), e Detonautas e Marcão Brito & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. (2/8) são os headliners que passam pelo festival.

    Além da programação musical com 18 shows, o festival conta com 70 opções gastronômicas, experiências radicais, como bungee jump e tirolesa, espaço infantil Moto Kids e muito mais. Nesta sexta (25) haverá o CB Talks, roda de conversa sobre ‘Empreendedorismo Feminino sobre Duas Rodas’, com participação da CEO do CMW, Juliana Jacinto, além de coletamento de no moto clube Capital Riders.

    Sobre o Capital Moto Week 2025De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Mulheres no comando: Capital Moto Week acelera o protagonismo feminino

    Mulheres no comando: Capital Moto Week acelera o protagonismo feminino

    De pilotos a produtoras, passando por artistas, empreendedoras e ativistas, valorização feminina é compromisso do festival, que acontece até 02 de agosto

    (Foto:Divulgação CMW)

    O ronco dos motores ecoa em potentes frequências no Capital Moto Week 2025: vozes femininas e diversas ocupam o asfalto, os palcos, os motoclubes e o empreendedorismo. Até 02 de agosto, o Palco Lady Bikers é uma vitrine de talentos e histórias femininas, dando voz e visibilidade para a arte, os negócios e as lutas delas. Nesta sexta-feira (28), por meio do CB Talks, o maior festival de moto e rock da América Latina levou para o centro do debate o protagonismo feminino no universo do motociclismo e na sociedade. 

    Moderadora do talk, a jornalista Samanta Sallum do Correio Braziliense, elogiou o trabalho de diversidade e inclusão realizado pelo CMW. “Você é um exemplo feminino que lida com o mundo corporativo, que cuida das pessoas, das finanças e, de forma especial, da responsabilidade social”, afirmou. Samanta destacou a relevância do festival para além do encontro de motos e do entretenimento: “Com essa vibração e efervescência, o Capital Moto Week atrai muitas marcas e parceiros de longa data”. 

    A essência do festival falou mais alto: “Nós privilegiamos o público feminino da estrada aos palcos, dos motoclubes ao empreendedorismo e projetos sociais”, revelou Juliana Jacinto, CEO do festival. Segundo ela, o CMW se propõe a ser plataforma de promoção do respeito e valorização feminina a nível nacional – inclusive com investimento recorde direcionado ao público femino e às temáticas. “Acredito que o empreendedorismo é sobre conseguir olhar um cenário e ver possibilidades dentro dele e o Lady Bikers é um espaço específico para dar esse protagonismo ao empreendedorismo feminino”, destaca. 

    Quem também integrou o CB Talks foi Celina Martins, a mineira que transformou o sonho de cruzar fronteiras em uma realidade épica. Aos 33 anos, com todos os estados do Brasil desbravados e desafios como a BR-319 e a mítica Ushuaia no currículo, Celina é a personificação da mulher motociclista moderna. Com mais de 500 mil seguidores, ela compartilha suas aventuras e inspira uma nova geração. “Tudo o que eu aprendi foi na estrada, não tive ninguém para me ensinar. Ver cada mulher aqui no festival pilotando, eu sinto que eu faço parte daquilo também”, relata.

    Protagonismo femino

    Entre outras iniciativas, o festival privilegia o público feminino com: 

    ● Pelo 6º ano seguido, o espaço temático Lady Bikers Sebrae é voltado para o empreendedorismo feminino com talks e shows de artistas mulheres. 

    ● Mais de 1 mil motociclistas mulheres ampliam sua presença no festival com sete motoclubes e motogrupos de mulheres que terão espaço próprio no festival.

    Em espaço reservado e seguro, o #CMWPorElas acolhe e orienta mulheres que vivem situação de assédio, violência doméstica ou importunação sexual. 

    ● ELAS no Social | Na Vila do Bem, há ações voltadas para mulheres com ações de moda, artesanato e atendimentos de saúde e serviços sociais.

    ● Dentro de casa não poderia ser diferente, as mulheres dominam a equipe da CMW Entretenimento e representam 65% do total de colaboradores. 

    ELAS nos Motoclubes | Mesmo sendo minoria em um universo dominado por homens, elas não se intimidam! O festival receberá nove motoclubes e motogrupos formados por centenas de mulheres motociclistas. São eles: Dorothys Brasília (DF), Ladies of The Road (DF), Brabas Motojipe (DF e GO), Mulheres de Royal (MG, DF e PR), Divas Sobre Rodas (DF), Ladies Pilotam (DF), Raposas (DF), Irmandade (BA) e Guerreiras MC (PR).

    ELAS nos Palcos | O palco temático Lady Bikers Sebrae é dedicado ao empreendedorismo feminino, a apresentações, palestras e talk shows de artistas mulheres. Celebra o espírito das mulheres no motociclismo, proporcionando um ambiente para compartilhar experiências e fazer conexões. O espaço é ocupado por mulheres que lideram negócios, muitas vezes desafiando normas sociais e estruturas tradicionais. Entre os segmentos apresentados em parceria com o Sebrae DF, estão maquiagem, bijuterias rústicas, estúdio de tatuagem, moda e serviços de spa. A programação artística funciona todos os dias do festival, a partir das 12h. 

    ELAS no Combate à Violência | O #CMWPorElas integra movimento de combate à violência contra a mulher. Em parceria com as Secretarias da Segurança Pública, da Justiça e Cidadania do DF, o CMW promove campanha de acolhimento de mulheres em situação de violência, assédio ou importunação sexual. O atendimento abrange mulheres cis, trans ou outras denominações, sem julgamentos ou discriminação. Esses canais servirão também para orientar como intervir e buscar auxílio em casos de violência – sendo vítima ou testemunha. 

  • Capital Moto Week tem Spaten como cerveja oficial

    Capital Moto Week tem Spaten como cerveja oficial

    Chopp direto do barril, jaquetas customizadas e atividades como biersliding fazem parte das ativações da marca no festival

    (Foto:Divulgação CMW)

    Boas notícias para os cervejeiros de plantão: Spaten está de volta ao festival Capital Moto Week 2025 com experiências cervejeiras. Reconhecida por sua tradição e estilo forte com menos amargor, a cerveja alemã vai oferecer ao público uma série de ativações durante os dez dias do maior festival de rock e motos da América Latina, que acontece de 24 de julho a 2 de agosto.

    O epicentro dessa experiência premium é o Camarote Spaten, espaço exclusivo que, além de vista privilegiada para os shows principais, é um hub das ativações da marca destinada a maiores de 18 anos. Começando pelo “paredão de chopp”, uma atração visual e funcional, segue com a personalização de jaquetas com patches exclusivos da marca e photopoints temáticos para gerar conteúdo espontâneo. O Camarote não só oferece chopp Spaten gelado direto do barril, mas um serviço de alimentação diferenciado, elevando a percepção de valor e exclusividade.

    Já na avenida principal da Cidade da Moto, Spaten se destaca também no Rock Saloon, o palco mais velho oeste do festival, por meio de interações e engajamento da marca. Com seu palco temático e programação musical diária a partir das 18h, será o cenário para desafios interativos. Atividades destinadas a maiores de 18 anos como o “Biersliding” e o “Levantamento de Caneca” são pensadas para criar momentos de diversão e força, reforçando a identidade da marca de forma lúdica e envolvente.

    Para o CEO do festival, Pedro Franco, ter Spaten vai além da presença e da parceria de longa data: “O Capital Moto Week tem um estilo único e contar com a parceria de Spaten, uma cerveja premium de qualidade e que representa a cultura cervejeira, proporciona experiências ainda mais especiais para nosso público Moto Week ”, afirma.

    Sobre o Capital Moto Week 2025
    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Na Vila do Bem, Capital Moto Week oferece serviços de saúde, cidadania e cinema a céu aberto

    Na Vila do Bem, Capital Moto Week oferece serviços de saúde, cidadania e cinema a céu aberto

    De 28 a 30 de julho, festival abre as portas para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, com atrações para bem-estar, cultura e oficinas profissionalizantes

    (Foto:Divulgação CMW)

    O maior festival de motos e rock da América Latina não leva o título de gigante à toa. O Capital Moto Week é ainda maior quando o assunto é inclusão, cuidado e transformação social. De 28 a 30 de julho, a arena principal de shows se transformará na tradicional Vila do Bem, que oferece serviços de saúde, bem-estar, cidadania, capacitação profissional e atividades culturais ao público em geral. Na quarta-feira (28), o funcionamento será das 15h às 22h20 e, nos dias 29 e 30, das 10h às 22h20. A entrada é gratuita, com retirada de ingresso na Bilheteria Digital.

    Mais do que uma programação oficial, a Vila do Bem representa o compromisso do Capital Moto Week com a comunidade, reunindo parceiros como Sest, Senat, Detran-DF, Secretaria da Mulher, Na Hora, Instituto Barba na Rua, Programando o Futuro, SLU e diversos embaixadores. Juliana Jacinto, CEO do CWM, explica que a Vila do Bem já faz parte da identidade do festival: “A união do entretenimento com a responsabilidade social cria acesso a serviços fundamentais com impactos para centenas de famílias, principalmente de comunidades mais carentes ”. 

    Com a visita de 50 instituições e projetos sociais do DF, a Vila do Bem proporciona a crianças, adolescentes, idosos e famílias explorar experiências e criar um mundo de novas oportunidades. A população também está convidada para conhecer de perto os bastidores e o funcionamento das estruturas de um grande festival. Destaque ainda para o Cinema a céu aberto, com sessões diárias em telão de 500 polegadas. A exibição de filmes nacionais acontecerá sempre das 18h20 às 22h20, com audiodescrição e classificação acima de 10 anos. 

    A Vila do Bem também será palco de desfiles de moda sustentável, que apresentarão peças produzidas a partir da reutilização de lacres e do jeans, valorizando o consumo consciente e a criatividade. Os desfiles, que acontecem nos dias 28, 29 e 30 de julho, são realizados em parceria com o Motojus MC, Fehsolna e Cia do Lacre. O público pode contribuir com doações de roupas, calçados, acessórios, cabides, desodorantes, perfumes, maquiagem e absorventes. O ponto de arrecadação será o Camarote 2, do Espaço Motojus, dentro do complexo CMW. 

    Confira serviços e atrações da Vila do Bem em 2025:

    * Higiene e profissionalização: o Instituto Barba na Rua oferece ônibus do banho, destinado a pessoas em situação de rua, e ônibus de capacitação móvel, que oferece aulas de manutenção de celulares para jovens.

    * Espaço da Beleza: corte de cabelo, barba e penteados com WS Studio e Senac; design de sobrancelhas; maquiagem e massagens. 

    * Atendimento em Saúde: bioimpedância e orientações para alimentação saudável; multivacinação; odontologia e orientações de saúde bucal; ortopedia e orientação básica de medicina esportiva; além de auriculoterapia, ginástica laboral e oficina de primeiros socorros.

    * Cultura, Arte e Educação: apresentações de dança, teatro e música; oficinas de grafite e reciclagem; batalhas de rima e slam; atividades infantis e ações promovidas pelas Embaixadas. 

    * Espaço Psicomotor e Inclusão: atividades adaptadas para crianças neurodivergentes; apoio a mães atípicas, com foco em acolhimento e desenvolvimento motor infantil.

    * Ações de Cidadania e Direitos: atendimento Na Hora de emissão de documentos; Palestras do Detran-DF sobre segurança no trânsito e pilotagem consciente; Entrada no Seguro Desemprego; CTPS Digital; Empregador Web; Registro profissional e orientação trabalhista. 

    * Utilitários, serviços e educativo: painel interativo Energia Solar (CEB), educação ambiental sobre o ciclo do Saneamento (CAESB), exposição de peças inusitadas do museu do SLU.

    * Moto Kids: espaço com brinquedos infláveis, jogos eletrônicos, Roda Gigante BRB (22m de altura), Kamikaze Podium e Tirolesa Claro, com torre de saída de 15m de altura e 140m de extensão, cruzando pelo alto toda a arena de shows CMW. 

    * Academia de Produção Inteligente: curso profissionalizante gratuito para Operador de Drone e para Sustentabilidade em Eventos. As oficinas são voltadas para maiores de 18 anos e as aulas, totalmente presenciais, acontecem de 28 de julho a 01 de agosto.

    Sobre o Capital Moto Week 2025

    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Muito além do churrasco: conheça os segredos do costelão preparado no Capital Moto Week

    Muito além do churrasco: conheça os segredos do costelão preparado no Capital Moto Week

    Carne assada no fogo de chão une histórias, legados e encontros de moto clubes no maior festival de motos e rock da América Latina 

    (Foto:Divulgação CMW)

    Mesa farta é símbolo de confraternização e traduz um dos pilares do Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina. Para celebrar em grande estilo, motoclubes transformam seus acampamentos em lares equipados, com refeições generosas, cerveja gelada e clima de festa. Entre os rituais que conquistaram o coração de quem passa pelo festival, o costelão é uma tradição dos grupos Dragões do Cerrado e Mad Brasília. Com carne saborosa que derrete na boca e acompanhamentos cheios de sustança, o preparo da comida marca um momento coletivo de irmandade, acolhimento e histórias vividas na estrada.

    No comando dos Dragões do Cerrado há 19 anos, o cearense Francisco Edilson Lopes (62), mais conhecido como Boiadeiro, é daquelas figuras que misturam sabedoria com espírito pioneiro dos motoclubes do Distrito Federal. Morador de Sobradinho II, ele é um líder que constrói pontes e acolhe com afeto. Seu apelido nasceu na infância, nas comitivas do sertão nordestino e a transição dos cavalos para as motos foi natural. “Meu avô e meu bisavô mexiam com gado. Eu acompanhava e gostava de cantar, aboiar. Hoje não se pode ter cavalo na cidade, mas tem a moto. É nosso cavalo de ferro.” 

    Foi com essa alma que nasceu o costelão dos Dragões do Cerrado. A tradição começou com um integrante gaúcho, o Tchê, e virou programação obrigatória no acampamento. O fogo acende cedo, a carne é colocada para assar na primeira hora do dia e o almoço vira evento. “Marinamos no sal grosso com cerveja na véspera. No dia seguinte, são mais de seis horas assando”, explica Viviane Oliveira da Silva (44), uma das responsáveis pela receita. Para acompanhar a carne, é servido arroz carreteiro, regado de molho de pimenta baiana. 

    Eis que o sabor do costelão roda o Brasil e o mundo. O grupo tem 32 membros com subsedes em Unaí (MG), Floriano (PI) e até na Flórida, nos Estados Unidos. “O que era só um grupo virou uma ponte sem fronteiras. Dragões do Cerrado é o ponto de encontro do Brasil. Amizade que vira família”, diz Cássio Lima (33), empresário do Piauí, recém-coletado durante o festival.

    Costelão do Mad, feijoada e churrasco de respeito

    O costelão também é sucesso em outra ala do Capital Moto Week, desta vez no moto clube MAD Brasília.Guilherme Noronha (49), um dos fundadores do grupo, revela que, desde 2016 no festival, o grupo só deixou de fazer o costelão uma vez e sentiu na pele a falta da tradição. “Ano passado não fizemos e todo mundo cobrou. Em 2025, não teve conversa e trouxemos o costelão de volta”, contou, entusiasmado.

    Aqui, a carne, assada por longas horas, é preparada por um parceiro especialista em churrasco gaúcho. Para acompanhar, Noronha providenciou o pacote completo: linguiça, pão de alho, frango, vinagrete, farofa e aquele clima de almoço em família. “Esperamos mais de 60 pessoas para comer com a gente.  Aqui, quem chega tem lugar na mesa e os motoclubes vizinhos são muito bem-vindos”, garante.

    O costelão é uma das tradições que fortalecem a identidade do MAD Brasília. Outro símbolo do grupo é o sino, pendurado no espaço coletivo e usado para anunciar refeições ou dar voz aos líderes nos encontros. Para tornar o ritual ainda mais especial, a cada edição do Capital Moto Week é escolhido um “guardião do sino”, responsável por levar o objeto para casa e zelar por ele até o próximo festival. Neste ano, a missão coube ao decano Arthur. “Ele ficou emocionado. Disse que vai até fazer uma caixa forrada de veludo para guardar o sino”, relata Guilherme.

    Durante o Capital Moto Week, que segue até 02 de agosto, a programação do grupo inclui aniversário de membros, feijoada, festa com banda ao vivo e o “Mad Convida”, em que o clube oferece chopp, comida e som para celebrar com amigos. “Abrimos nossa casa com alegria. Quem quiser chegar, é só vir com respeito e sintonia com o que a gente acredita”, finaliza.

    Sobre o Capital Moto Week 2025

    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Capital Inicial levanta público com 25 anos do Acústico MTV no Capital Moto Week

    Capital Inicial levanta público com 25 anos do Acústico MTV no Capital Moto Week

    Show da banda brasiliense levou milhares de fãs à Cidade da Moto e o público fez bonito. Terceiro dia do festival ainda teve casamento, dezenas de shows e clima de festa

    (Foto:Divulgação CMW)

    s noites são todas iguais só mesmo na letra da música! Porque a terceira noite (26) do Capital Moto Week 2025 foi, literalmente, um marco e única. Com a arena completamente lotada, o festival bateu mais forte no coração dos fãs ao trazer para o palco principal o Capital Inicial em sua turnê comemorativa de 25 anos do lendário álbum “Acústico MTV”. O show, que era um dos mais aguardados da edição, superou todas as expectativas. O palco dessa celebração não poderia ser outro: Brasília, a cidade que viu a banda nascer, crescer e conquistar o país — e que agora a recebe novamente no maior festival de motos e rock da América Latina.

    Em 2022, a banda subiu nesse mesmo palco em um show apoteótico, que levou mais de 90 mil pessoas à arena principal e ostenta o recorde de público do CMW. A perfomance deste sábado (26) reviveu os grandes momentos do acústico que, no início dos anos 2000, devolveu o Capital Inicial ao topo da cena musical brasileira com hits como, ‘Natasha’, ‘Tudo Que Vai’ e ‘À Sua Maneira’. Canções que, até hoje, seguem entre as mais tocadas da banda nas plataformas de streaming e nas memórias afetivas de várias gerações.

    Um dos pontos altos foi ‘Primeiros Erros’. Quando Kiko Zambianchi introduziu os primeiros acordes do clássico, a galera se animou muito. “Estou cada vez mais convencido de que o show não acontece só aqui em cima”, revelou Dinho, enquanto milhares de vozes cantavam os versos da canção, num lindo espetáculo. Foi empolgação em todo o set: ‘Fátima’, ‘Música Urbana’, ‘Veraneio Vascaína’ e ‘Natasha’ também levantaram o público, que estava ensandecido. Tanto que, em determinado momento, o vocalista se ajoelhou fazendo reverência à plateia. 

    Aliás, a presença de palco do Dinho impressiona: é um frontman na melhor concepção do termo. Interagiu com o público, chamou todos a participarem e até ganhou presentes. “A gente está muito feliz de estar aqui de novo, é nossa terceira vez no Capital Moto Week! Obrigado pela maravilhosa recepção de sempre”, agradeceu o vocalista. Antes de ir embora, Dinho ainda cantou à capela, junto com o público, a música de Renato Russo ‘Por Enquanto’. Além do Capital Inicial, os brasilienses da banda Amazing, seguidos pelo som pesado da Trampa, aqueceram a multidão em frente ao palco principal com letras marcantes e muita atitude. 

    Os outros quatro palcos do festival também vibraram forte neste sábado. No Moto Bar Spaten, as bandas Zero10, The Reds, Birinaite, Lavi e o DJ Leo Machado garantiram a festa na balada do festival. Já o palco mais velho oeste, Rock Saloon Royal Enfield, recebeu os shows da The Fishes Band, Gigio Teixeira Country Revival e West Valmets. No palco Lady Bikers Sebrae, destaque para as apresentações da School of Rock e 127 BPMS. E, na Praça Pepsi, além da vibe contagiante da Edu Hessen Banda, Gedai & os ETs e do Bandokê com Banda Lâmina, o clima era de diversão, encontros marcantes e muita comida boa.

    Casamento fora do comum

    Em meio ao ronco dos motores e ao clima vibrante do CMW, o momento amor ficou por conta do casal Fernanda Ferreira (44) e Carlos Roberto (58), que celebrou neste sábado (26) sua união de 18 anos com uma cerimônia de casamento completa. Vestido branco, véu, bênção religiosa, chuva de arroz, bolo de andares e daminhas de quatro patas. Membros do HAYAS BSB e frequentadores assíduos do evento, o casal transformou o galpão do moto clube na Cidade da Moto em cenário romântico, com tapete e flores. A celebração reuniu 30 amigos e familiares e teve como trilha sonora o show do Capital Inicial, banda da qual Fernanda é fã. 

    Domingão de festa

    Com a energia lá em cima e um público cada vez mais engajado, a expectativa para este domingo (27) é alta. Quem sobe ao palco principal para encerrar a primeira semana do festival é Samuel Rosa, ex-vocalista do Skank, com um show que promete unir grandes sucessos da banda mineira com as novidades de sua carreira solo. E ainda há muitos quilômetros de adrenalina pela frente: o CMW segue até 2 de agosto com dezenas de atrações musicais, experiências únicas sobre duas rodas, atividades culturais, gastronomia, impacto social e tudo o que faz do Capital Moto Week o terceiro maior do gênero no planeta


    Sobre o Capital Moto Week 2025

    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.