Categoria: Saúde

  • Fast Escova, no coração de Arniqueira

    Fast Escova, no coração de Arniqueira

    Cláudia de Souza Medeiros, empresária da franquia Fast Escova, com unidade moderna em Arniqueira (foto: divulgação)
    Instalada há quase um ano em Arniqueira, a Fast Escova Arniqueira já conquistou seu espaço no cenário local ao unir agilidade, qualidade e acolhimento no atendimento à beleza feminina. À frente do empreendimento está a empresária Cláudia de Souza Medeiros (51),  que transformou um sonho antigo em realidade e hoje colhe os frutos de uma trajetória marcada por dedicação e propósito.
    Empresária e funcionária pública, Cláudia chegou a Arniqueira para ajudar a cidade no seu desenvolvimento e, encontrou um ambiente ideal para empreender. A unidade foi inaugurada em maio de 2025, trazendo para a região um salão especializado em escovas, tratamentos capilares, manicure, maquiagem e penteados, com foco na mulher moderna, que busca praticidade sem abrir mão da qualidade e do bem-estar.
    Localizada na SHA Conjunto 4, Chácara 60, Lote 1, lj 6, a Fast Escova oferece atendimento presencial e mantém um relacionamento próximo com as clientes por meio das redes sociais e do whatsapp, divulgando serviços, promoções e novidades. Mais do que um salão de beleza, o espaço se propõe a ser um ambiente de cuidado, escuta e valorização da autoestima.
    A ideia de abrir o negócio nasceu ainda em Goiânia, quando Cláudia frequentava e admirava a franquia, sem imaginar que aquele encantamento se transformaria em um projeto de vida. A mudança para Brasília foi o impulso necessário para tirar o sonho do papel. “Arniqueira nos mostrou muito mais do que um ponto comercial. Vimos aqui a oportunidade de acolher pessoas e transformar autoestima”, relata.
    Segundo a empresária, empreender na cidade foi uma escolha estratégica. “Arniqueira está em constante crescimento e possui um público exigente, mas extremamente fiel quando bem atendido. Acreditamos no potencial da região e na força do comércio local”, afirma.
    Com trabalho sério, equipe alinhada e atendimento humanizado, a Fast Escova Arniqueira se consolida como exemplo de empreendedorismo feminino e de como sonhos, quando cultivados com dedicação, podem gerar impacto positivo na comunidade.
  • 35 contêineres públicos no combate ao lixo urbano em Arniqueira

    35 contêineres públicos no combate ao lixo urbano em Arniqueira

              A Administração Regional de Arniqueira recebeu, no mês de novembro 35 contêineres de 500 litros cada, entregues pelo Governo do Distrito Federal por meio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Esses equipamentos serão instalados em pontos estratégicos da cidade, especialmente nos locais onde há maior incidência de descarte irregular de resíduos.

    Telma Rufino, administradora regional de Arniqueira e Everaldo Araújo, diretor operacional do SLU, em visita às ruas da região (crédito: JcBertolucci).

    A iniciativa integra uma campanha de combate ao descarte inadequado do lixo, prática que, ao longo dos anos, tem contribuído para a degradação visual da região e para o agravamento de problemas sanitários. Os pontos que receberão os contêineres foram identificados pela Administração Regional, levando em conta áreas onde os veículos de coleta do SLU têm dificuldade de manobrar devido à configuração urbana, marcada por vias estreitas — muitas delas resultantes do processo histórico de ocupação da região.

    Lixo descartado irregularmente é um dos principais desafios da RA33 (Crédito: JcBertolucci)

    A administradora regional solicitou à Diretoria de Meio Ambiente um estudo detalhado para mapear os locais que apresentam maior volume de descarte irregular. Segundo ela, alguns desses pontos receberão atenção especial do SLU, com ações intensificadas de limpeza e campanhas de conscientização sobre o descarte adequado dos resíduos.

    Telma Rufino, ao centro, “defende um macro projeto de conscientização sobre o descarte do lixo em Arniqueira” (crédito: JcBertolucci).

    “Arniqueira é uma cidade em processo de regularização fundiária; surgiu sem
    planejamento urbano e, por consequência, possui muitas vias extremamente
    estreitas, quase vielas, o que dificulta a circulação dos caminhões de coleta.
    Em alguns desses locais, a instalação dos contêineres será fundamental para
    mitigar esse grave problema do descarte irregular”, destaca a administradora.

    A implantação dos equipamentos seguirá um modelo de parceria: cada contêiner será “apadrinhado” por uma empresa ou condomínio da região, que ficará responsável pelo monitoramento e bom uso, em articulação com a Administração Regional. O objetivo é somar esforços entre poder público e comunidade para criar uma rede de corresponsabilidade na monitoramento do contêiner.

    Equipamentos serão disponibilizados em locais com alto volume de descarte irregular do lixo, onde os veículos do SLU não tem acesso (crédito: JcBertolucci)

    O diretor operacional do SLU, Everaldo Araújo, afirma que o órgão está estudando uma nova estratégia de coleta para Arniqueira, incluindo a adoção de veículos menores, capazes de acessar áreas onde os caminhões tradicionais não conseguem entrar. “Estamos em constante diálogo com a Administração Regional para buscar alternativas que tornem a coleta mais capilar e eficiente. Isso requer novos equipamentos e um modelo de operação alinhado às características urbanas peculiares da cidade”, explica.

    As consequências do descarte irregular do lixo em Arniqueira

    O descarte irregular de resíduos sólidos é um dos principais fatores que comprometem a qualidade de vida em Arniqueira. Embora a sujeira espalhada por ruas, becos, áreas verdes e margens de córregos seja o aspecto mais visível, seus impactos vão muito além da estética urbana. Trata-se de um problema que atinge a saúde pública, o meio ambiente e a própria percepção de organização e cuidado com a cidade.

    A primeira consequência evidente é a proliferação de vetores de doenças. O lixo descartado em locais inadequados cria ambientes ideais para o acúmulo de água parada e para a reprodução de insetos e animais peçonhentos. Entre esses vetores, destaca-se o Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. Seu ciclo reprodutivo é diretamente favorecido pela presença de recipientes expostos às chuvas, como baldes, restos de móveis, plásticos e sucatas abandonadas. Ratos, baratas e escorpiões também encontram nesses pontos condições ideais de abrigo e alimentação, ampliando riscos sanitários, especialmente para crianças e idosos. Telma Rufino reforça, em suas apresentações públicas, a importância do descarte consciente do lixo, enfatizando a necessidade de maior responsabilidade e colaboração por parte da população. “Estamos trabalhando incansavelmente para deixar a cidade mais limpa. Mas, se a população não colaborar, não vamos avançar. A prática do descarte irregular traz enormes problemas para todos nós. Cada um deve fazer a sua parte. Estou sempre pedindo o apoio de todos; só assim conseguiremos manter nossa cidade mais limpa e evitar graves problemas de saúde”, destaca a administradora regional de Arniqueira.

    O impacto ambiental é igualmente severo. Resíduos depositados inadequadamente em áreas verdes ou próximos a corpos d’água podem causar contaminação do solo, obstrução de bocas de lobo e enchentes durante o período chuvoso. Materiais como plásticos e metais se degradam lentamente e permanecem no ambiente por décadas, prejudicando a fauna local e deteriorando a paisagem da cidade. Em uma região com características residenciais e áreas de preservação ambiental, como Arniqueira, esses danos são ainda mais sensíveis.

    No âmbito social, o descarte irregular gera sensação de abandono e desordem. Ambientes limpos e organizados estimulam o cuidado coletivo, enquanto espaços degradados tendem a reforçar comportamentos inadequados. A ausência de consciência ambiental e a falta de práticas corretas de separação e destinação dos resíduos alimentam um ciclo contínuo de deterioração urbana.

    Combater o descarte irregular do lixo em Arniqueira é, portanto, muito mais do que uma tarefa de limpeza: é uma ação integrada de saúde pública, preservação ambiental e fortalecimento do senso comunitário. A junção de medidas estruturais, como a chegada dos contêineres, com ações educativas, fiscalização eficaz e participação da população, é o caminho essencial para transformar essa realidade e construir uma cidade mais limpa, saudável e acolhedora.

    SLU lançou o aplicativo SLU Coleta DF, disponível para Android e iOS, que permite aos cidadãos acompanhar a rota dos caminhões de lixo em tempo real, consultar dias e horários da coleta (convencional e seletiva) e receber alertas sobre a chegada do caminhão. O app também oferece informações sobre como separar o lixo, os locais de descarte de resíduos especiais e conteúdos educativos sobre gestão de resíduos.

  • Academia Evolve inaugura a sua 28ª unidade em Arniqueira

    Academia Evolve inaugura a sua 28ª unidade em Arniqueira

    Equipe evolve na inauguração da nova unidade em Arniqueira (Crédito: Evolve)

    A Academia Evolve inaugurou, no último dia 27 de outubro, sua 28ª unidade, agora em Arniqueira. Com proposta de democratizar o acesso à atividade física, a rede combina estrutura de academia premium com política de custos acessíveis – modelo que tem ampliado rapidamente sua presença no Distrito Federal, em Goiás e na Bahia.

    Uma das mais modernas academias do Distrito Federal (Crédito: Repórter Independente)

    A academia se apresenta como um ambiente inclusivo, estimulante e seguro, voltado para pessoas de todas as idades e perfis. O conceito reúne musculação, ergometria, box de crosstraining, circuito funcional e diversas aulas coletivas, integrando tecnologia, estrutura e acompanhamento profissional contínuo.

    A nova unidade chega para atender uma cidade que cresce acima da média e que, segundo a Evolve, precisava de uma academia de grande porte com atendimento de alto padrão.

    Equipamentos americanos da marca Nautilus são uns dos diferenciais da Evolve (crédito: Repórter Independente)

    ENTREVISTA – PAULO TIAGO BALTAZAR DO AMARAL – Supervisor da Unidade Evolve Arniqueira


    Paulo Tiago, supervisor Evolve unidade de Arniqueira (Crédito: Repórter Independente)

    R.I.: Por que escolher Arniqueira para instalar a nova unidade?

    P.T: Vimos em Arniqueira uma cidade em pleno desenvolvimento e que precisava de uma academia com cuidado mais próximo e profissional. Nosso objetivo é transformar vidas por meio da atividade física, oferecendo estrutura de academia premium com atendimento diferenciado, mas mantendo o modelo low cost para facilitar o acesso.

    R.I.:Quantas unidades a Evolve possui hoje?

    P.T.: Com Arniqueira, chegamos a 28 unidades distribuídas pelo Distrito Federal, Goiás e Bahia. Nossa rede atende aproximadamente 75 mil alunos.

    R.I.: Quantos profissionais atuam na nova unidade?

    P.T.: Hoje, são 34 profissionais, entre recepção, equipe de apoio, professores e estagiários.

    R.I.:Como é a estrutura da Evolve em Arniqueira?

    P.T.: A unidade opera em prédio totalmente adaptado para o padrão Evolve. Conta com estacionamento para cerca de 150 veículos. A capacidade de atendimento é de aproximadamente 4.500 alunos.

    R.I.:Quais equipamentos foram instalados?

    P. T.:Utilizamos máquinas da Nautilus, marca norte-americana pioneira em musculação e referência mundial. No total, são cerca de 80 equipamentos, entre musculação, cardio e área funcional.

    R.I.: Qual o momento de maior fluxo? Quantas pessoas a academia comporta simultaneamente?

    P. T.: Como a unidade é recente, ainda estamos formando esse mapa de fluxo, mas a média das nossas unidades gira em torno de 150 alunos simultâneos com conforto e sem filas.

    R. I.: O que significa o atendimento “premium” da Evolve?

    P. T.: Apesar do modelo low cost, oferecemos acompanhamento completo:
    – montagem de treino individualizado;
    – uma hora de sessão inicial com professor;
    – presença constante dos profissionais no salão;
    – suporte permanente a cada aluno.

    Não deixamos ninguém “solto”. O cuidado é contínuo.

    R. I.: Como é o atendimento ao público idoso?

    P. T.:Realizamos anamnese detalhada, avaliando limitações, condições de saúde e, quando necessário, solicitando laudos médicos. O objetivo é garantir treinos que melhorem força, mobilidade e independência funcional, sempre com suporte técnico qualificado.

    R. I.: A Evolve tem projetos específicos para o público 60+?

    P. T.:Ainda não há um programa exclusivo estruturado, mas a diretoria avalia iniciativas desse tipo.

    R. I.: Qual a faixa de horários da unidade?

    P. T.: Pensando na rotina corrida da população, funcionamos de 5h à meia-noite, de segunda a sexta-feira. Aos sábados, domingos e feriados, abrimos das 8h às 18h.

    R. I.: Qual a mensagem da Evolve para os moradores de Arniqueira?

    P.T.: Convidamos todos a conhecer a estrutura. Mesmo quem tem espaço de lazer em casa pode encontrar aqui um ambiente de convivência, saúde e interação social. A Evolve oferece equipamentos modernos, equipe qualificada e um espaço acolhedor para treinar, encontrar amigos e cuidar da saúde física e emocional.

    Alunos e moradores da cidade se manifestam sobre a unidade de Arniqueira

    (Foto crédito: Repórter Independente)

    A moradora Raquel Araújo, residente no SHA Conjunto 4, disse à reportagem que esta é a primeira vez que treina na Evolve. Antes, frequentava outra academia, mas afirma que a experiência na nova unidade tem sido maravilhosa. Segundo ela, os equipamentos são de última geração, os professores são atenciosos e o ambiente é extremamente agradável, com uma estrutura de excelente qualidade.

    (Foto crédito: Repórter Independente)

    João Vitor Alves, morador do Residencial Belo Horizonte — localizado a poucos metros da unidade Evolve — afirmou ter gostado muito da academia, especialmente por contar com equipamentos da marca Nautilus, considerada uma das melhores do mundo. Ele destacou ainda a estrutura bem planejada, o ar-condicionado, que facilita a realização dos treinos de cardio, e as máquinas articuladas disponíveis no local.

    (Foto crédito: Repórter Independente)

    O morador David Barros começou a treinar no dia seguinte à inauguração da academia em Arniqueira. Ele destaca o espaço amplo, o estacionamento — que faz diferença no dia a dia — e a variedade de aparelhos, todos de excelente qualidade.

  • DF aplica mais de 594 mil doses contra gripe, mas índice é baixo entre grávidas

    DF aplica mais de 594 mil doses contra gripe, mas índice é baixo entre grávidas

    Vacina pode ser administrada em qualquer idade gestacional e até 45 dias após o parto; imunização está disponível em 164 salas de vacina nas unidades básicas de saúde (UBSs)

    As equipes de saúde do Distrito Federal chegaram a mais de 594 mil doses aplicadas contra a gripe, entre janeiro deste ano e 22 de junho. Porém, a procura por parte das gestantes ainda é baixa, com apenas 1,4 mil doses administradas. Mas será que a vacina da influenza é segura para a mãe e o bebê?

    Vacina contra gripe é segura para ser administrada em gestantes e puérperas | Foto Geovana Albuquerque/Arquivo Agência Saúde-DF

    A gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde (SES-DF), Tereza Luiza Pereira, afirma que a imunização é considerada a melhor estratégia para prevenção da gripe, reduzindo o risco de agravamento da doença, internações e número de óbitos. “A vacina contra a influenza é segura para ser administrada em gestantes e puérperas, apresentando poucos efeitos colaterais, como uma leve dor no braço e febre baixa, que desaparecem em um ou dois dias”, explica.

    Segundo o Ministério da Saúde, a vacina pode ser administrada em qualquer idade gestacional e até 45 dias após o parto. Para se proteger, basta apresentar informações sobre a gestação ou um documento que comprove o puerpério.

    “Os vírus da influenza tipo A, principalmente os subtipos H1N1 e H3N2, tendem a ser mais agressivos e preocupantes para as gestantes. Eles estão associados a maiores taxas de hospitalização e complicações respiratórias. O tipo B é menos severo. Ainda assim, todo quadro gripal em grávidas deve ser levado muito a sério”, reforça a gerente.

    Dentre as principais complicações que uma gestante pode enfrentar ao ter influenza estão pneumonia, insuficiência cardiorrespiratória, maior risco de parto prematuro e até óbito materno e/ou fetal.

    O foco da SES-DF é alcançar quem ainda não se vacinou. Além das gestantes, crianças e pessoas com comorbidades também estão entre os que mais preocupam as autoridades sanitárias.

    Toda a população do DF a partir de seis meses de idade pode se vacinar contra a gripe na rede pública. A dose está disponível em 164 salas de vacina nas unidades básicas de saúde (UBSs) e, para se imunizar, é necessário apresentar um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação.

  • Prepare-se para o frio: como manter a saúde no inverno

    Prepare-se para o frio: como manter a saúde no inverno

    Especialistas do IgesDF explicam como evitar doenças comuns da estação e se proteger

    Com a chegada do inverno, que começa nesta sexta-feira (20), aumentam os casos de gripes, resfriados, crises alérgicas e outras doenças respiratórias. As oscilações de temperatura, associadas à baixa umidade do ar, criam um cenário propício para a propagação de vírus e o agravamento de quadros de saúde, especialmente em grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

    Além das doenças respiratórias, como rinite, sinusite, bronquite e pneumonia, o frio também exige atenção redobrada com a saúde do coração. De acordo com a chefe da cardiologia do Hospital de Base, Ruiza Teixeira, os infartos podem aumentar em até 30% nos dias frios.

    “O frio faz os vasos sanguíneos se contraírem, o que pode aumentar a pressão arterial e agravar problemas cardíacos já existentes”, explica.

    O infectologista Tazio Vanni, do IgesDF, alerta que a sazonalidade dos vírus, aliada ao ar seco e à permanência prolongada em locais fechados, favorece a disseminação de doenças. “Por isso, os cuidados precisam ser intensificados durante o inverno”, orienta.

    Veja a seguir três dicas importantes para manter a saúde em dia durante a estação.

    1. Hidrate-se — por dentro e por fora

    Inverno exige mais atenção para evitar o risco de desidratação | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    A hidratação é fundamental o ano todo, mas merece atenção especial no inverno. Com o frio, o organismo gasta mais energia para manter a temperatura corporal, o que aumenta o risco de desidratação — mesmo quando não sentimos sede.

    Além de beber bastante água, também é importante manter a pele e as vias respiratórias hidratadas. Algumas medidas recomendadas:

    · Use umidificadores de ar ou toalhas molhadas no ambiente;
    · Evite banhos longos e muito quentes, que ressecam a pele;
    · Aplique cremes hidratantes regularmente.

    2. Deixe o ar circular

    Ambientes fechados favorecem a proliferação de vírus, ácaros e fungos, aumentando o risco de doenças respiratórias e alergias. Apesar do frio, é essencial manter os locais bem-ventilados.

    · Abra janelas diariamente para renovar o ar
    · Evite aglomerações em locais fechados
    · Lave e higienize com frequência roupas de cama, cobertores e cortinas.

    2. Vacine-se

    Imunização é fundamental para a prevenção de doenças | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF 

    A vacinação continua sendo uma das principais formas de prevenção. No inverno, a vacina contra a gripe (influenza) é fundamental, especialmente para os grupos prioritários — como crianças, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.

    Além de proteger contra os sintomas da gripe, a imunização ajuda a evitar complicações como a pneumonia e reduz a sobrecarga nos serviços de saúde.

  • Câmeras de segurança são instaladas nas UPAs do DF

    Câmeras de segurança são instaladas nas UPAs do DF

    Cinco unidades já estão equipadas e sistema de monitoramento começa a ser testado nesta semana

    Para reforçar a segurança de pacientes e colaboradores, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) iniciou a instalação de câmeras de vigilância em todas as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) do DF. As de Ceilândia, Recanto das Emas, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho já receberam os equipamentos, que entram em fase de testes nesta semana.

    A expectativa é que, até o fim de julho, todas as 13 unidades estejam com o sistema de monitoramento 24 horas em funcionamento. Cada UPA será equipada com cerca de 40 câmeras, quantidade que pode variar conforme o porte e a estrutura do local. O sistema também permitirá acesso remoto às imagens em tempo real pelas equipes das unidades.

    O objetivo é proporcionar um ambiente mais seguro para todos, inclusive em situações de grande fluxo ou tensão. Segundo o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a presença das câmeras inibe comportamentos de risco e ajuda a agir com mais precisão sempre que necessário.

    “A instalação é parte de uma estratégia para ampliar a vigilância, prevenir situações de risco e aumentar a agilidade na tomada de decisões em casos de emergência. Segurança também é cuidado em saúde”, explica Monteiro.

    Segundo o cronograma, ainda em junho serão contempladas as UPAs de Brazlândia, Ceilândia II e Vicente Pires. Em julho, será a vez das unidades do Gama, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina e Riacho Fundo II. A divisão por fases leva em consideração a infraestrutura
     existente e a capacidade de adaptação técnica imediata de cada local.

    Para garantir o funcionamento contínuo dos sistemas de vigilância, o Instituto prevê um investimento mensal de aproximadamente R$ 13 mil por unidade, valor destinado à manutenção e operação do serviço.

  • Combate à dengue no período de estiagem garante controle dos casos no DF

    Combate à dengue no período de estiagem garante controle dos casos no DF

    Equipes de vigilância ambiental seguem em campo e reforçam a importância da prevenção dentro das residências; capital registrou quedas de até 97% nos casos da doença em relação ao ano passado

    Com a chegada da seca, o Governo do Distrito Federal (GDF) mantém as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti nas regiões administrativas. As atividades de vistoria em residências e estabelecimentos seguem durante o período de estiagem para eliminar criadouros, orientar moradores e reduzir os riscos de proliferação do transmissor da dengue, zika e chikungunya.

    A ação de vigilância ambiental ocorre o ano todo, com equipes visitando casas e comércios nas regiões administrativas. Nesta semana, os servidores do Núcleo Sul da Vigilância Ambiental estiveram na Quadra 12 do Cruzeiro Velho — uma das áreas priorizadas após a técnica de armadilhas indicar a circulação do vetor.

    Mesmo na estiagem, as ações de combate ao mosquito da dengue é mantida nas regiões administrativas do DF | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    “Aqui, no Cruzeiro, temos armadilhas por toda a cidade. Quando elas indicam alerta, com coloração amarela ou laranja, intensificamos as visitas nas residências. A gente tenta vistoriar de manhã ou à tarde; e, mesmo se não estiver ninguém em casa, é feita uma nova tentativa no final de semana”, esclarece a chefe do Núcleo Regional de Vigilância Ambiental Sul da Secretaria de Saúde, Sandra Silva.

    A região do Núcleo Sul inclui Lago Sul, Asa Sul, Sudoeste, Octogonal e Cruzeiro. As ações são diárias, e cada servidor pode fazer até 20 visitas por dia. Segundo a Secretaria de Saúde, mais de 80% dos focos do mosquito da dengue estão dentro das residências, o que reforça o papel da população na prevenção.

    “É muito importante ter essa vistoria. Eu já tive dengue, me machucou muito. Sempre que as agentes vêm aqui, eu deixo entrar, sim”, relata o aposentado Raimundo Pereira de Souza, 84 anos. “Eu evito deixar água acumulada e fico de olho nas minhas plantas”, garante.

    O aposentado Raimundo Pereira de Souza, 84 anos, ressalta a importância da vistoria

    Durante a visita dos agentes, os moradores são orientados a verificar vasos, calhas, caixas-d’água, tonéis e outros recipientes que possam acumular água. Mesmo no período de estiagem, a água da chuva que permanece nesses locais — ou até mesmo o uso doméstico descuidado — pode servir de criadouro para o mosquito.

    A população também pode contribuir denunciando locais com descarte irregular ou acúmulo de lixo pelo telefone 162 ou pelo site da Ouvidoria do Distrito Federal.

    Trabalho integrado

    Desde janeiro de 2024, uma força-tarefa composta por 11 órgãos do GDF, instituída pela Portaria nº 11, de 22 de janeiro, está ativa, coordenando iniciativas de prevenção e controle da dengue em todo o território do DF. Entre janeiro e maio deste ano, a capital federal registrou reduções significativas que chegaram a cerca de 97% nos casos prováveis da doença, em comparação ao mesmo período de 2024.

    A queda está registrada no Portal de Informações da Saúde do DF, que aponta a diminuição nos primeiros meses de 2025 em comparação com os do ano passado. Entre janeiro e maio de 2024, foram registrados 266.346 casos prováveis de dengue, ao passo que em 2025, até o momento, foram 6.930 casos.

  • Brasilienses terão mais de 50 locais para se vacinarem neste sábado (14)

    Brasilienses terão mais de 50 locais para se vacinarem neste sábado (14)

    Serão ofertadas doses contra gripe e HPV, bem como imunizantes previstos no calendário vacinal

    Neste sábado (14), a Secretaria de Saúde (SES-DF) terá mais de 50 pontos de vacinação abertos. Será possível se imunizar com as vacinas do calendário vacinal, exceto a BCG, e principalmente, se proteger com as vacinas contra influenza (gripe), liberada para toda a população acima de 6 meses, e contra o HPV, que ainda está disponível para jovens entre 9 e 19 anos.

    Preste atenção aos locais que estão abertos no fim de semana e horários de cada um. A lista completa está disponível neste link.

    Para se vacinar, é importante levar um documento e, se disponível, a caderneta de vacinação. A equipe da SES-DF avalia a situação vacinal de cada pessoa e aplica as doses conforme a necessidade. Dependendo do caso, é possível tomar mais de uma vacina.

  • Quase três mil pessoas são vacinadas nos três dias de Pentecostes

    Quase três mil pessoas são vacinadas nos três dias de Pentecostes

    Durante a celebração, os fiéis também contaram com apoio do Samu-DF para urgências e emergências

    Quase três mil pessoas (2.775) foram vacinadas, e cerca de 100 atendimentos de saúde foram prestados durante os três dias da Festa de Pentecostes, entre sexta-feira (6) e domingo (8), no Taguaparque, em Taguatinga. Durante o evento, a Secretaria de Saúde (SES-DF) garantiu suporte com equipes de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, além da oferta de vacinação contra a gripe.

    A maior quantidade de vacinas aplicadas foi registrada no domingo, com mais de 1,3 mil pessoas imunizadas. Já os outros dias – sexta e sábado – registraram, respectivamente, 300 e mil pessoas vacinadas. Além dos atendimentos prestados pelas equipes da SES-DF no local, cinco pessoas foram encaminhadas a outras unidades de saúde.

    Para a enfermeira Fernanda Zamariolli, representante do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização (Nvepi) da Região Sudoeste de Saúde, a quantidade alcançada representa o esforço da equipe: “Eles se dedicaram intensamente para oferecer um atendimento de qualidade. Aproveitamos a grande circulação de fiéis para reforçar a importância da imunização, porque levar a vacina até onde o povo está é uma estratégia fundamental para ampliar a cobertura vacinal”.

    Realizada 50 dias após a Páscoa, a Semana de Pentecostes celebra a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e seguidores de Jesus Cristo. Um dos maiores eventos religiosos do Distrito Federal há 26 anos, a festa recebeu apoio logístico do Governo do Distrito Federal (GDF) para garantir segurança e acolhimento ao público.

    Serviços ofertados

    O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF) esteve presente com equipes de prontidão para atendimentos de urgência e emergência aos fiéis. Em casos de necessidade, os pacientes seriam encaminhados aos hospitais de Taguatinga (HRT), Samambaia (HRSam) e de Ceilândia (HRC).

    Com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal, a SES-DF também ofereceu vacinação contra a influenza em uma tenda montada perto da entrada principal, com equipes disponíveis das 14h às 22h. Desde o mês passado, a vacina contra a gripe está  disponível para toda a população com mais de seis meses de idade.

  • Escorpiões: Atenção redobrada ajuda a evitar acidentes em casa

    Escorpiões: Atenção redobrada ajuda a evitar acidentes em casa

    Com presença cada vez mais frequente nos centros urbanos, escorpiões exigem medidas simples, mas eficazes, de prevenção; rede pública de saúde do DF conta com atendimento de urgência e canais abertos para informações

    Com as mudanças no clima, a presença de escorpiões em áreas urbanas tem se tornado cada vez mais comum. Somente entre janeiro e março deste ano, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) registrou 927 acidentes com esses animais. Em 2024, foram 3.733 casos notificados. Para reduzir o risco de acidentes, é fundamental adotar medidas simples de prevenção, que ajudam a manter os escorpiões longe de casa.

    “Os escorpiões costumam vir de ambientes externos, como tubulações, ralos e redes de esgoto, e preferem locais escuros e úmidos. Por isso, é fundamental criar barreiras físicas e inspecionar todos os pontos que possam oferecer condições favoráveis à presença desses animais”, orienta a bióloga Vilma Ramos Feitosa, da Gerência de Vigilância Ambiental de Vetores e Animais Peçonhentos e Ações de Campo da SES-DF.

    Entre os cuidados recomendados pela especialista estão manter ralos tampados quando não estiverem em uso, eliminar entulhos, manter quintais limpos, evitar o acúmulo de roupas no chão e combater a presença de baratas – principal fonte de alimento dos escorpiões. Inspeções frequentes nos ambientes e o uso de luvas grossas, botas e calças compridas ao manusear materiais de construção, lixo ou objetos de jardim também são medidas eficazes.

    “Outras ações importantes incluem o uso de rodos de vedação nas portas, colocação de telas nos ralos e afastamento de utensílios das paredes”, acrescenta a especialista. Além das orientações à população, a SES-DF realiza o mapeamento e a intervenção em áreas com indícios de descontrole populacional. As denúncias feitas por moradores são fundamentais para que as equipes atuem de forma mais precisa.

    “Nós recebemos muitas informações dos moradores, principalmente relacionadas ao interior das residências. Com base nessas denúncias, agendamos inspeções detalhadas para identificar pontos vulneráveis. Nossos técnicos verificam as condições do ambiente que favorecem a entrada ou permanência dos escorpiões, realizam a captura e identificação das espécies encontradas, além de orientar os moradores sobre como prevenir novas ocorrências”, explica Feitosa.

    Segundo a bióloga, a espécie predominante no Distrito Federal é a Tityus serrulatus, uma das mais venenosas do Brasil. “Essa espécie não é nativa da região e, por isso, não possui predadores naturais aqui. Além disso, ela se reproduz por partenogênese, ou seja, sem necessidade de macho, o que favorece sua proliferação rápida e descontrolada”, ressalta.

    Primeiros socorros

    A gravidade da picada pode variar conforme a quantidade de veneno inoculado e a resposta do organismo da vítima, podendo causar reações leves, moderadas ou graves. Em caso de acidente, é essencial lavar o local com água e sabão, manter o membro afetado elevado para retardar a circulação do veneno e procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo. A aplicação de soro antiescorpiônico será avaliada por um profissional de saúde, de acordo com cada caso.

    “Se ocorrer um acidente, a pessoa deve se dirigir rapidamente a um hospital da rede pública, que são os únicos que possuem o soro específico. O médico vai avaliar a necessidade da aplicação. Na presença de um escorpião, é importante, se possível, isolar ou eliminar o animal com segurança e acionar o serviço de vigilância ambiental”, orienta o biólogo da SES-DF Israel Moreira.

    Serviço

    Confira os hospitais que disponibilizam soros antivenenos contra picadas de escorpiões no Distrito Federal:

    – Hospital Materno Infantil de Brasília (atendimento exclusivo para crianças de até 13 anos, 11 meses e 29 dias)
    – Hospital Regional da Asa Norte (Hran)
    – Hospital Regional do Guará
    – Hospital Regional de Brazlândia
    – Hospital da Região Leste (Paranoá)
    – Hospital Regional de Ceilândia
    – Hospital Regional do Gama
    – Hospital Regional de Santa Maria
    – Hospital Regional de Planaltina
    – Hospital Regional de Sobradinho
    – Hospital Regional de Taguatinga

    A população também pode acionar o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox), que oferece atendimento 24 horas, pelos telefones  0800 644 6774 e 0800 722 6001. Para solicitar inspeção em casos de aparecimento do animal, o contato com a Vigilância Ambiental pode ser feito pelo número 160 ou pelo e-mail gevapac.dival@gmail.com