Empresário de Águas Claras que liderava roubos milionários a bancos é condenado

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Carlinhos Paraíba foi condenado a mais de 9 anos de prisão - Foto: Divulgação

O empresário José Carlos Lacerda Estevam Leite, mais conhecido como Carlinhos Paraíba, foi alvo da operação Sentinela, desencadeada em 2020 pela Polícia Civil do Distrito Federal

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O líder de uma organização criminosa interestadual que causou um rombo milionário em bancos foi condenado a mais de 9 anos de prisão pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO). O empresário de Águas Claras José Carlos Lacerda Estevam Leite, mais conhecido como Carlinhos Paraíba, foi alvo da operação Sentinela, desencadeada em 2020 pela Polícia Civil do Distrito Federa (veja fotos da operação abaixo).

A operação Sentinela da Divisão de Repressão a Roubos e Furtos (DRF) desmantelou uma quadrilha especializada em roubo a bancos nos estados da Bahia, Santa Catarina, Amazonas e Goiás. Segundo as investigações, a empreitada criminosa era coordenada por Carlinhos Paraíba. O grupo comandado pelo empresário tinha integrantes que atuavam dentro do edifício-sede de uma instituição bancária de Brasília e que retardavam o acionamento dos alarmes das agências e da polícia.

Em decisão deferida pela 2ª Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa e Lavagem ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores, o TJGO condenou José Lacerda a uma pena total de 9 anos e 10 meses de reclusão.

Antecedentes

O empresário é reincidente em ataques a banco. Em 2009, foi preso no âmbito da operação Labirinto, deflagrada pela Polícia Civil de Sergipe. À época, a polícia sergipana comprovou a participação do investigado em ataques a banco nas cidades pernambucanas de Paulista, Goiana e Igaraçu, de onde foram levados R$ 800 mil, e nos municípios de Aracaju, Porto da Folha, Nossa Senhora das Dores e Propriá, em Sergipe. Naquela operação, os cheques apreendidos pelo grupo somaram quase R$ 1 milhão.

Em 2010, José Lacerda articulou o ataque à agência do Banco do Brasil do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), de onde os criminosos subtraíram R$ 44 mil. Dois anos depois, ele foi preso em flagrante pela DRF/PCDF atacando caixas eletrônicos de agência bancária de Taguatinga.

Fonte: CB

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