Para ingressar no grupo não é preciso ter experiência musical. Ensaios começam no dia 20 de agosto
Após dois anos de apresentações virtuais por causa da pandemia da Covid-19, o projeto Serenata de Natal,no Distrito Federal, abre as inscrições para novos cantores. As vagas são para o público em geral, e os interessados têm até 2 de setembro para se inscrever (veja mais abaixo como participar).
Os ensaios começam em setembro, às segundas, quartas e aos sábados, na Universidade de Brasília (UnB). Para participar, não é preciso ter experiência musical.
A Serenata de Natal é feita por cantores – profissionais ou amadores – que se apresentam debaixo das janelas, nas quadras residenciais de Brasília e do Entorno. A ação voluntária ocorre desde 1981.
Na retomada dos espetáculos presenciais, o repertório inclui clássicos como “Noite Feliz” e “Noite Azul”. Além das apresentações, o projeto arrecada doações de alimentos, roupas e materiais de higiene para instituições de caridade que também são visitadas pelos cantores.
Sobre a Serenata de Natal
Para participar do coral, não é preciso pagar. As apresentações também são todas gratuitas.
Os ensaios acontecem a partir de 20 de agosto, na Universidade de Brasília (UnB) – uma das primeiras instituições apoiadoras do coral. Entre outubro a novembro ocorrem as apresentações chamadas de pré-natais, em instituições sociais, creches, orfanatos, lares de idosos e hospitais.
Nas semanas que antecedem o Natal, o coral se apresenta nas quadras e pontos turísticos de Brasília e Entorno.
Integrantes do coral Serenata de Natal, que se apresenta anualmente, no DF — Foto: Divulgação
Ela estrelou ‘Grease’ e vendeu mais de 100 milhões de discos com hits como ‘Physical’. Ela foi diagnosticada com um câncer de mama em 2018 e enfrentou outros dois tumores
Olivia Newton-John, atriz e cantora britânica naturalizada australiana, morreu aos 73 anos nesta segunda-feira (8) em um rancho no sul da Califórnia, cercada por amigos e pela família, informou o marido dela, John Easterling. Ela foi protagonista, ao lado de John Travolta, do filme “Grease: Nos tempos da brilhantina” (1978) e teve uma carreira de sucesso na música.
Olivia foi diagnosticada com um câncer de mama com metástase no osso sacro em 2018, após ter superado outros tumores em 1992 e 2015. Em comunicado, o marido pediu que “respeitem a privacidade da família durante este período muito difícil”.
“Olivia foi um símbolo de sucessos e esperança por mais de 30 anos compartilhando sua jornada com o câncer de mama. Sua inspiração de cura e experiência pioneira com plantas medicinais continua com a Olivia Newton-John Foundation Fund, dedicado à pesquisa de plantas medicinais e câncer”, escreveu John Easterling, viúvo da artista.
“Em vez de flores, a família pede que qualquer doação seja feita em sua memória para o Olivia Newton-John Foundation Fund (ONJFoundationFund.org).”
Em cinco décadas de carreira, Olivia estrelou ainda filmes como “Xanadu” (1980). Como cantora, vendeu mais de cem milhões de álbuns, que tinham hits como “Physical”.
Ela deixa o marido; a filha, Chloe Lattanzi; a irmã, Sarah Newton-John; e o irmão, Toby Newton-John, além de 15 sobrinhas e sobrinhos.
Olivia Newton-John e John Travolta em ‘Grease’ — Foto: Divulgação
‘Eurovision’, ‘Grease’ e ‘Physical’
Olivia iniciou sua carreira no começo da década de 1970, quando ficou no quarto lugar do Eurovision, a mais famosa competição de canções na Europa, representando o Reino Unido com “Long Live Love”.
Ela se consagrou ao protagonizar “Grease”, um dos musicais mais populares da história do cinema, com roteiro sobre um grupo de adolescentes e uma paixão de verão vivida pelo casal Sandy e Danny.
O ator lamentou a morte da amiga e fez uma homenagem para ela no perfil dele no Instagram. “Você fez todas as nossas vidas muito melhor”, escreveu Travolta.
Em sua carreira musical, Olivia ganhou vários prêmios com hits como “Physical”, “I honestly love you” e “Let me be there”.
Olivia Newton-John no clipe de ‘Physical’ — Foto: Reprodução/YouTube
Essas músicas renderam quatro estatuetas do Grammy, incluindo o de melhor clipe para o icônico vídeo de “Physical”, em 1983. Com “I Honestly Love You”, ela ganhou o Grammy de gravação do ano, uma das categorias principais da premiação, em 1975.
Evento ocorre de sexta a domingo e tem venda da fruta, sucos, vinhos, geleias e frios. Entrada é gratuita
A partir desta sexta-feira (29), a segunda Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília ocupa o Parque de Exposição de Planaltina, no Distrito Federal. O evento ocorre de sexta a domingo, até o dia 7 de agosto (saiba mais abaixo).
De acordo com o GDF, a produção de uva no Distrito Federal ultrapassa 270 toneladas ao ano. Regiões como Planaltina, Sobradinho, Fercal, Brazlândia e o PAD-DF são alguns dos principais produtores da fruta e de vinho.
Na feira, além desses produtos, há venda de sucos e geleias, além de queijos e frios. O evento vai das 10h às 22h, nos dias 29, 30 e 31 de julho, e de 3 de a 7 de agosto. A entrada é gratuita.
Na Arena Uva Music, os visitantes podem assistir a apresentações de artistas locais e nacionais, como É o Tchan do Brasil, Gabriel Gava, Leo Magalhães, Cleiton e Camargo, Elba Ramalho e Naiara Azevedo. Salão de artesanato, floricultura, agricultura familiar e praça gastronômica completam o espaço.
A 2ª edição da Feira da Uva e do Vinho conta com o apoio da Secretaria de Turismo, Emater e Administração de Planaltina.
Segunda Feira Nacional da Uva e do Vinho
Quando: 30 e 31 de julho, e 1º, 6, 7 e 8 de agosto
Horário: das 10h às 22h
Local: Parque de Exposições de Planaltina – ao lado do campus da UnB
Oficinas da Turma da Mônica vão até 31 de julho, no Brasília Shopping. Vagas são limitadas; agendamento deve ser feito presencialmente
Um oficina interativa da Turma da Mônica, no Brasília Shopping, convida crianças autistas para que descubram o mundo dos quadrinhos e ainda criem seus próprios gibis. A atividade gratuita é indicada para meninos e meninas de 4 a 12 anos.
Além da diversão, o trabalho propõe uma reflexão sobre diversidade e representatividade, por meio dos personagens com deficiência da Turma da Mônica. A equipe de monitores passou por uma capacitação conduzida por Carol Steinkopf, musicoterapeuta comportamental, especialista em autismo e fundadora do projeto Uma Sinfonia Diferente.
“Uma equipe bem treinada irá de fato incluir a criança com autismo nas brincadeiras e atividades propostas. Hoje em dia vemos espaços separados para crianças com autismo ou outras deficiências, mas lutamos pela inclusão, ou seja, para que elas participem da mesma brincadeira que as outras crianças”, diz a especialista.
As oficinas vão até 31 de julho, de domingo a sexta-feira, das 12h às 20h e, aos sábados, das 10h às 22h. A participação é feita por agendamento, realizado presencialmente no Balcão de Informações do shopping, por ordem de chegada. As vagas são limitadas.
Apesar de a atividade ser gratuita, o público pode realizar um PIX Solidário de qualquer valor. As doações serão destinadas ao Instituto Vida Positiva, que atua na defesa e garantia dos direitos de pessoas que vivem com HIV.
Sinais do autismo
O quebra-cabeça foi o símbolo escolhido para a conscientização em relação ao autismo — Foto: Getty Images
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por dificuldades de comunicação e interação social e pela presença de comportamentos e ou interesses repetitivos ou restritos, conforme o Manual de Orientação Transtorno do Espectro do Autismo, elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Essa condição é permanente e não tem cura, mas a estimulação precoce pode contribuir para alterar o prognóstico e suavizar os sintomas.
A SBP relata que os sinais do Transtorno do Espectro Autista podem surgir logo depois do nascimento, mas se tornam mais consistentes entre 12 e 24 meses de idade. Porém, o diagnóstico ocorre, em média, somente entre os 4 e 5 anos de idade.
O diagnóstico tardio preocupa os especialistas, pois eles avaliam que a intervenção precoce possibilita melhoras significativas no funcionamento cognitivo e adaptativo da criança. Nesse sentido, é importante a identificação de marcadores já no primeiro ano de vida do bebê. Os sinais de alerta são:
6 meses
Poucas expressões faciais
Baixo contato ocular
Ausência de sorriso social
Pouco engajamento sociocomunicativo
9 meses
Não balbucia “mamã” e “papa”
Não olha quando é chamado
Não olha para onde o adulto aponta
Imitação pouca ou ausente
12 meses
Ausência de balbucios
Não apresenta gestos convencionais (abanar para dar tchau, por exemplo)
Velório está marcado para esta quarta-feira (13), às 13h30, no cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. Sepultamento será às 16h, na ala dos Pioneiros
Morreu às 17h30 de terça-feira (12), aos 87 anos, o colunista social Gilberto Amaral. Ele estava internado desde a semana passada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DFStar, na Asa Sul. Segundo amigos, o jornalista convivia com um enfisema pulmonar, mas teve complicações após sofrer uma queda, em casa, e bater a cabeça.
“Ele costumava dizer que era um dos colunistas mais antigos do país. Ele era muito querido, respeitado e está todo mundo muito consternado com a morte dele. É uma parte da história de Brasília que vai embora”, diz o colunista e amigo dele, Marcelo Chaves.
O velório está marcado para esta quarta-feira (13), às 13h30, na capela 10 do cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. O sepultamento está previsto para às 16h, na ala dos Pioneiros.
Gilberto Amaral faria 88 anos no próximo domingo (24). Ele deixa três filhos, seis netos e um bisneto.
Quem foi Gilberto Amaral
Gilberto Amaral nasceu em 1934, em São Sebastião do Paraíso (MG). Ele se mudou para Brasília em 1960, a convite de Juscelino Kubitschek. O ex-presidente JK foi, inclusive, padrinho de casamento do colunista com a esposa, Mara Amaral.
Gilberto era bem relacionado com políticos na capital federal e mantinha laços com ex-presidentes como José Sarney, Fernando Collor de Mello e Costa e Silva. Em 1968, foi um dos repórteres que conheceu a rainha Elizabeth, da Inglaterra, em visita a Brasília.
O jornalista trabalhou em vários veículos de imprensa do DF, como Correio Braziliense, Vogue, TV Bandeirante e TV Globo, onde tinha uma coluna na década de 1990. Atualmente, Gilberto Amaral era colunista social do Jornal de Brasília.
Rondon, como foi batizado, chegou ao DF em junho deste ano, após resgate em Mato Grosso; ele vai fazer companhia a Xingu, macho adulto que está em Brasília desde 2017
Mais um animal está à disposição para visitação na Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB). É o Rondon, um cachorro-do-mato-vinagre que foi resgatado no estado de Mato Grosso em maio e chegou ao Distrito Federal em junho. Na última quarta-feira (6), começou o processo de aproximação dele com Xingu, outro macho adulto da espécie que está em Brasília desde 2017. Os dois bichos podem ser encontrados na Galeria América do zoo.
Rondon foi resgatado em Rondonópolis (MT) e transportado gratuitamente de Cuiabá (MT) para Brasília pela Latam Cargo, por meio do programa Avião Solidário. O animal estava sendo criado ilegalmente por uma família desde novo, então, devido à domesticação, não havia condições de retorno à natureza.
O zoo brasiliense fez o acolhimento após recomendação do programa de conservação da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (Azab) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O cachorro-do-mato-vinagre é uma espécie ameaçada de extinção e, atualmente, há menos de dez mil indivíduos na natureza.
O diretor de Mamíferos do Zoológico de Brasília, Filipe Reis, explica que a espécie é gregária, ou seja, vive em grupos, e que não houve problemas com a aproximação. “Os dois se adaptaram superbem. Colocamos eles juntos com uma barreira para se conhecerem, mas logo começaram a se cheirar e tiveram comportamentos positivos”, relembra o biólogo.
Agora, companheiros de recinto, os dois vivem uma rotina sincronizada e dinâmica, com alimentação três vezes ao dia e estímulos diários de comportamentos que teriam na natureza. “É o processo de enriquecimento ambiental, no qual a gente estimula tanto a parte psicológica, como a parte motora do animal para ele não cair no tédio”, explica Reis.
“Por exemplo, colocamos carne dentro de um coco seco e jogamos na água para que os animais tenham o trabalho de conseguir o alimento. A ideia é não só que eles sobrevivam, mas que prosperem no zoo”, informa o biólogo.
Rondon estava sendo criado ilegalmente por uma família desde novo, então, devido à domesticação, não havia condições de retorno à natur:eza – Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília
Antes de ficar disponível para visitação, Rondon ficou em quarentena para a realização de exames clínicos e comportamentais. A espécie é monitorada por órgãos ambientais nacionais, além da coordenação do próprio zoo, para a estruturação de um programa de reprodução e distribuição de casais pelo Brasil.
“A ideia é que a gente consiga reproduzir essa espécie para que, no futuro, os filhos, netos ou bisnetos desses indivíduos retornem para a natureza”, diz Reis. Como há dois machos em Brasília, pode ser que, futuramente, um dos dois seja remanejado para outro zoo, para aumentar a população animal.
Experiência única
O analista de sistemas Jefferson Gonçalves, 28 anos, soube da chegada de Rondon no zoo pelas redes sociais e, assim que pôde, reuniu a família para passar a tarde no local. “É interessante por ser um animal diferente, eu mesmo nunca tinha ouvido falar”, alega ele, que mora no Valparaíso.
Jefferson diz ainda que o papel do zoo na preservação dos bichos é essencial e deve ser ampliado o máximo possível. “Muitas vezes o animal vive em maus tratos, em condições precárias. E, aqui, recebe cuidado, tratamento de saúde. É uma outra vida, como uma salvação mesmo para os bichos”, completa o morador do Valparaíso.
Dominique Castro se encantou com Rondon e Xingu – Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília
Já o pequeno Dominique Castro, 4 anos, nunca tinha ido ao zoo antes e se encantou com Rondon e Xingu. Ele conta que os bichos preferidos foram a dupla de cachorros-do-mato-vinagre e os jacarés. “Parece um urso, achei lindo. Eu gosto de ver os animais”, diz ele, que veio do Rio de Janeiro a Brasília para visitar familiares.
A mãe de Dominique, Gabriele Castro, 23 anos, afirma que o envolvimento do filho com a vida animal é muito positivo, assim como a preservação prestada pela zoo. “Aqui, os bichos têm uma oportunidade nova de estarem protegidos. Não estão só sendo expostos, mas são cuidados”, completa a fluminense.
Aproveite!
O zoo de Brasília abriga diversos animais, nativos ou não da fauna brasileira. O funcionamento ocorre de terça a domingo e feriados, das 8h30 às 17h. Não há venda antecipada de ingressos, logo, as entradas são adquiridas apenas no dia da visita, na bilheteria do local. O ticket custa R$ 10, a inteira, e R$ 5, a meia (restrita a determinados grupos). Mais informações no site.
Interessados em trabalhar durante o Hair Brasília and Beauty, que será realizado de 10 a 12 de julho, devem preencher requerimento nesta quarta-feira (6)
A Secretaria Executiva das Cidades, da Secretaria de Governo, convoca os interessados em trabalhar como ambulantes no evento Hair Brasília and Beauty, que será realizado de 10 a 12 de julho, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. Serão concedidas 20 licenças especiais para barracas.
Os ambulantes ficarão situados no final da pista transversal de acesso à entrada B do Pavilhão do Parque da Cidade. A área pública destinada será de 9 m² para ocupação de cada barraca.
Os interessados devem comparecer à Gerência de Ambulantes da Secretaria Executiva das Cidades, localizada no Anexo do Palácio do Buriti, 9º andar – sala 911, para preencher requerimento nesta quarta-feira (6), das 9h30 às 12h e das 14h às 17h.
Caso haja mais interessados do que o número de vagas disponíveis, haverá sorteio entre os últimos requerentes ao final do cadastramento (às 17h do dia 6 de julho).
A lista dos habilitados será publicada na quinta-feira (7) no site da Secretaria de Governo, no menu principal, na aba Editais. A entrega das autorizações será feita na sexta-feira (8), no período de 9h30 às 12h e das 14h às 17h. Para preencher o requerimento ou receber as autorizações, os interessados devem dirigir-se à secretaria em grupo de no máximo três pessoas. Não é permitida a entrada de bermuda.
É proibida a utilização de espetinhos, garrafas de vidro ou qualquer outro instrumento que possa causar lesão corporal. Também é vedado o requerimento para obter a licença especial para mais de um evento, com período de realização coincidente, conforme inciso II do art.6º do Decreto nº 39.769/2019.
O ambulante que já tem cadastro na Gerência de Ambulantes só precisará preencher o requerimento. Já para os novos cadastros será necessário apresentar:
→ 1 (uma) foto 3×4 → RG ou CNH (que contenha o CPF) → Certificado de Microempreendedor individual (optante) → Comprovante de endereço (caso não seja titular, apresentar declaração do proprietário do domicílio) → Certidão de Casamento ou Declaração de União Estável (para fins de comprovação do disposto no art. 16 da Lei 6.190/2018) → Para mais informações: (61) 3313-5915 ou 3313-5934
Estudantes dos CEFs 405 e 103 participam do projeto
Com a orientação do professor Francenylson Luiz Dantas, os alunos dos Centros de Ensino Fundamental (CEF) 405 e 113, do Recanto das Emas, já desenvolveram robôs para aplicação na vida real como hortas inteligentes, humanoides e braços robóticos com diversas habilidades humanas. O último humanoide, como é chamado, possui habilidade de fala e recebe o comando por meio de um controle que os próprios estudantes produziram em sala de aula.
Idealizador do projeto de robótica da unidade escolar, Francenylson lembra que as atividades desenvolvidas vão além de uma programação de robôs. “É um processo de aprendizagem e também de poder incentivar os nossos estudantes a pensarem de forma criativa, prática, empreendedora e eficiente, a fim de resolver os problemas estudados em sala de aula”, aponta. “Além disso, podemos identificar o perfil de cada um deles e ajudá-los no interesse profissional.”
Ao praticarem atividades de montagem de robôs e sistemas automatizados, os mais de 100 estudantes que passam pela oficina não desenvolvem apenas aptidões no campo das ciências exatas, mas também estimulam habilidades de relacionamento e emocionais, como empatia, trabalho em grupo, comprometimento e liderança.
“Nós acabamos descobrindo habilidades e talentos que nem sabíamos que tínhamos”, afirma Letícia Alves, 13 anos, aluna do CEF 405. “É muito legal fazer parte desse projeto e poder contar futuramente que ajudei e fiz parte do início das criações desses humanoides.”
Desde a época em que a palavra robô foi usada pela primeira vez, na década de 1920, o sistema automatizado se tornou um campo de conhecimento que floresceu entre inventores, matemáticos, cientistas e engenheiros. Para os jovens da rede de ensino, a robótica funciona como ferramenta educativa, melhora o desenvolvimento cognitivo e o processo de aquisição do que é ensinado em sala de aula.
Formação
Com o objetivo de expandir o conhecimento, Francenylson atua na formação para os professores de toda a regional do Recanto das Emas, para que eles possam aplicar o projeto durante as aulas com os estudantes dos anos iniciais, finais e do ensino médio.
“Com a montagem desses equipamentos, nós conseguimos trabalhar diversas matérias – como física, matemática, ciências – e até mesmo incentivar aqueles estudantes de ensino médio que pretendem fazer engenharia civil futuramente”, explica.
A atividade recebe todo apoio, explica a coordenadora regional de ensino do Recanto das Emas, Mariana Ayres. “Damos todo o incentivo pedagógico e também financeiro”, diz a gestora. “Quando recebemos [os recursos do Pdaf [Programa de Descentralização Administrativa e Financeira], sempre separamos uma quantia para ajudar, e também procuramos recursos parlamentares para auxiliar o projeto de robótica.”
Campus Party
Os alunos dos CEFs 405 e 113 representaram a rede pública na quarta edição da Campus Party, em março deste ano. O evento de tecnologia, inovação e empreendedorismo contou com a exposição dos robôs criados pelos estudantes e apresentações para o público. Cerca de 100 mil pessoas visitaram os estandes no Mané Garrincha.
Poder representar uma escola pública do DF em uma das maiores feiras de tecnologia do país foi gratificante não só para as crianças e adolescentes, mas também para os professores. “Colocar os alunos do Recanto das Emas como protagonistas na Campus Party é um sentimento indescritível”, conta Francenylson. “Apesar da dificuldade que foi para chegar até aqui, é um sonho que está se realizando todos os dias”.
Concentração está marcada para 14h, no gramado em frente ao Congresso Nacional; programação tem show da drag queen Kaya Conky. Capital possui maior proporção de homo ou bissexuais do país, diz IBGE
Após dois anos suspensa por conta da pandemia de Covid-19, a Parada do Orgulho LGBTQIA+ retorna às ruas de Brasília neste domingo (3). A 23ª edição do evento tem concentração a partir das 14h, no gramado em frente ao Congresso Nacional.
Serão sete trio elétricos e a programação conta com 32 DJs e shows da drag queen Kaya Conky e da banda Saia Bamba. A parada vai sair do Congresso pela via N1, que ficará bloqueada para o trânsito no fim da tarde, e segue até o Palácio do Buriti, antes de voltar para a Torre de TV pela via S1.
Segundo os organizadores, o metrô também vai fechar mais tarde neste domingo (3), às 22h, para facilitar a dispersão do evento.
A Parada LGBTQIA+ de Brasília é a terceira mais antiga do país, e teve a primeira edição realizada em 1998, de acordo com a associação Brasília Orgulho, que organiza o evento. A capital tem a maior proporção de pessoas que se autodeclaram homo ou bissexuais no país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019, divulgados em maio deste ano, apontam que esse grupo representa 2,9% dos moradores do Distrito Federal. São cerca de 66 mil pessoas. A média nacional é de 1,8% da população.
Uma outra pesquisa da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), com dados mais recentes, de 2021, aponta que 3,8% da população da capital se identifica como gay, lésbica, bissexual, transexual, entre outros (LGBTQIA+).
Intervenções artísticas em locais como Museu da República e Teatro Nacional vão até 10 de julho. Locais contam com calçadas coloridas e molduras para tirar fotos
Em comemoração ao mês do orgulho LGBTQIA+, diversos monumentos de Brasília ganharam as cores dos arco-íris. Até 10 de julho, as intervenções artísticas tomam conta de vários pontos com grande fluxo de pessoas, como o Teatro Nacional Cláudio Santoro, o Parque da Cidade, a estação Central do metrô, o Museu Nacional da República e as escadas da Torre de TV.
Museu Nacional da República com rampa adesivada com asc cores da bandeira — Foto: Foto: Brasília Orgulho
A iniciativa é do projeto Mapa do Orgulho, que tem o objetivo de ampliar a visibilidade LGBTQIA+ em espaços urbanos, levar a temática para dentro das casas, e causar reflexões sobre respeito e diversidade. Para a comunidade, também é uma forma de reforçar o orgulho e o sentimento de acolhimento.
“A proposta tem muitos propósitos e efeitos. Destaco o fato de as cores LGBT ocuparem o espaço urbano e passarem a mensagem de que a cidade também é para e feita por LGBTs. A gente também faz Brasília, e ela precisa acolher e defender a diversidade de orientação sexual e identidade de gênero” , diz o coordenador do projeto, Igor Albuquerque.
Os doze vitrais do Teatro Nacional Cláudio Santoro ganharam faixas de tecido costuradas à mão. No Museu da República, a grande rampa de entrada ganhou uma cara nova com as cores do arco-íris. Além disso, os 36 degraus da escada da Torre de TV receberam o novo colorido.
Na estação Central do metrô, na Rodoviária do Plano Piloto, foram usadas aproximadamente 60 mil fitas coloridas em arco-íris para a celebração. Já quem estiver passando pelo Parque da Cidade vai se deparar com seis portais para tirar uma foto bacana ao longo do dia.
Parada do Orgulho Brasília
Neste domingo (3), será retomada a Parada do Orgulho LGBTQIA+ de Brasília, após dois anos suspensa pela pandemia de Covid-19. O evento está marcado para as 14h, e a concentração ocorre em frente ao Congresso Nacional.
Segundo a entidade Brasília Orgulho, organizadora do evento – que também integra a Interpride, associação que reúne todas as paradas LGBTs do mundo – a capital tem a terceira parada mais antiga do Brasil.
Confira o locais decorados
Estação central do Metrô — Foto: Foto: Brasilia OrgulhoPortais no Parque da Cidade — Foto: Foto: Brasilia OrgulhoEscada da Torre de TV — Foto: Foto: Brasília Orgulho