Categoria: Saúde

  • Hemocentro incentiva doação de sangue neste início de ano

    Hemocentro incentiva doação de sangue neste início de ano

    Reservas de bolsas de sangue são drasticamente afetadas neste período, marcado por festas, férias escolares e viagens

    A Fundação Hemocentro de Brasília convoca a população a doar sangue para ampliar o estoque neste início de ano. As reservas são drasticamente afetadas pelas festividades do período, que também inclui férias escolares, quando a população costuma viajar para fora do Distrito Federal. A queda nos índices de coleta pode impactar o atendimento de quem mais precisa.

    Doações feitas no Hemocentro ajudam a abastecer outras unidades hospitalares, como o HFA e o HUB – Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

    A gerente de captação de doadores do Hemocentro, Kelly Barbi, lembra que janeiro é historicamente um mês crítico para a unidade hospitalar: “A gente enfrenta um desafio duplo. As festas impactam a rotina de doações, e as férias tendem a reduzir ainda mais a disponibilidade dos doadores”.

    Além da queda no engajamento por doações espontâneas, janeiro é marcado por um aumento da demanda de transfusões. “É um mês crítico em que precisamos do apoio constante da população para reabastecer nossos estoques de sangue; por isso, pedimos a quem puder que dê um pulo aqui no Hemocentro e faça a doação”, enfatiza a gestora.

    Motivado por uma amiga, Daniel Braz fez doação: “É um gesto bonito, que não dói e não nos custa nada”

    O Hemocentro de Brasília atende diversos hospitais vinculados à Secretaria de Saúde (SES-DF), além de unidades federais, como os hospitais Sarah Kubitschek, das Forças Armadas (HFA) e Universitário de Brasília (HUB). A demanda maior é pelos tipos sanguíneos O+, O-, B- e A+.

    Segundo a instituição, cada doação tem potencial para ajudar até quatro pacientes. Isso porque os componentes do sangue são fracionados para contemplar diferentes necessidades clínicas.

    Ana Claudia Soares doou sangue pela quarta vez: “A gente fica muito feliz de poder ajudar”

    Foi justamente a possibilidade de ajudar a salvar vidas que motivou Daniel Braz, 28 anos, a fazer uma doação. “Vim por meio de uma amiga, que me chamou e eu atendi”, conta. “É um gesto bonito, que não dói e não nos custa nada. Posso falar para o pessoal vir sem medo”.

    A bancária Ana Claudia da Silva Soares, 32, ressalta a importância de doar sangue periodicamente: “Esta é a quarta vez que venho doar. O meu emprego promove campanhas de doação, e eu, quando posso, procuro participar. A gente fica muito feliz de poder ajudar”.

    Saiba como doar

    Para ser um doador, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade, pesar mais de 51 kg e ter índice de massa corporal (IMC) igual ou maior a 18,5. Menores de 18 anos só poderão doar acompanhados pelos respectivos pais ou responsáveis, enquanto idosos precisam ter realizado pelo menos uma doação de sangue antes dos 61 anos.

    Além disso, é necessário que o candidato a doar tenha dormido pelo menos seis horas, com qualidade, na noite anterior. Não serão aceitas doações de sangue de pessoas que ingeriram bebida alcoólica 12 horas antes do procedimento ou que tenham fumado duas horas antes.

    Antes de seguir com a doação, o candidato passa por avaliação de profissionais de saúde para verificar se está apto. Portanto, seja sincero ao responder às perguntas feitas durante a triagem e não omita informações importantes, pois disso depende a segurança do doador e do receptor.

    Lembre-se: nada de jejum. É importante estar bem-alimentado para doar sangue, assim como beber bastante água desde o dia anterior à doação.

  • Amor que salva vidas: um frasco de leite materno alimenta até dez bebês

    Amor que salva vidas: um frasco de leite materno alimenta até dez bebês

    São atendidas crianças nascidas prematuras, com comorbidades ou que, por algum motivo, estão internadas na rede pública de saúde. Para doar, basta que a mãe esteja saudável e interessada

    Essencial para a alimentação infantil, o leite materno é considerado padrão ouro devido ao alto nível nutricional. A doação do insumo é considerada um ato de solidariedade e ajuda a salvar milhares de bebês anualmente. De janeiro a novembro deste ano, a Rede de Banco de Leite Humano do Distrito Federal recebeu 20.672,9 litros do alimento, doados por 6.959 mulheres e destinados a 14.256 bebês – alimentados com a doação uma única vez ou por meses.

    A doação de leite humano é considerada um ato de solidariedade e ajuda a salvar milhares de bebês anualmente. Um único frasco de 350 ml é capaz de salvar até dez crianças nascidas prematuras, com comorbidades ou que, por algum motivo, estão internadas na rede pública de saúde – Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Por mês, foram coletados 1.879,35 litros de leite humano – quantidade superior à meta de 1.500 litros por mês, que visa manter os estoques em nível de segurança. Além disso, em comparação ao ano passado, os números deste ano são positivos: de janeiro a novembro de 2022, o banco recebeu 16.795,6 litros de leite humano, que alimentaram 13.279 bebês e foram oferecidos por 6.461 mulheres. Nos primeiros 11 meses de 2021, houve a doação de 17.651,8 litros de leite, com participação de 6.085 mulheres e atendimento a 12.725 bebês.

    A chefe da Rede de Banco de Leite do DF, Natália Conceição, celebra a adesão das mães à doação, uma vez que um único frasco de 350 ml é capaz de salvar até dez crianças nascidas prematuras, com comorbidades ou que, por algum motivo, estão internadas na rede pública de saúde. “A quantidade de leite materno consumida pelos bebês depende da complexidade do caso. Alguns vão receber 2 ml por horário de dieta, enquanto outros vão receber um pouco mais. Então, cada gota importa. Qualquer quantidade que a mãe puder doar, será aceita pelo nosso banco”, esclarece.

    A especialista ressalta a importância de incentivar a doação em dezembro, janeiro e fevereiro, quando os números caem devido à indisponibilidade das doadoras. “O período de férias faz com que a mãe fique atribulada com tantas demandas e acabe não fazendo a doação de leite materno”, conta Conceição. Em janeiro, foram coletados 1.559,9 litros de leite; em fevereiro, 1.574,1 litros. O índice voltou a aumentar em março, com registro de 1.793,1 litros.

    Natália Conceição, chefe da Rede de Banco de Leite do DF, celebra a adesão das mães à doação, uma vez que um único frasco de 350 ml é capaz de salvar até dez crianças nascidas prematuras, com comorbidades ou que, por algum motivo, estão internadas na rede pública de saúde

    A meta do DF é chegar a 2 mil litros de leite humano doados por mês. O resultado foi alcançado em maio (2.153,7 litros), junho (2.218,9 litros), agosto (2.098,8 litros) e em outubro deste ano (2.020,3 litros). “A doação de leite materno é muito importante para quem vai receber esse leite. Hoje sabemos pela OMS (Organização Mundial da Saúde) que o leite humano é padrão ouro, então não é somente nutricional, mas imunológico também. É um leite que vai trazer vida para quem vai receber”, afirma.

    Amor que alimenta

    As doações salvaram a vida da pequena Cecília, nascida em novembro e atualmente internada no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). “Minha bebê nasceu prematura extrema, quando estava com seis meses e meio na barriga”, conta a vendedora Danise Santiago, 25 anos. “Eu não tinha leite à época e fiquei com muito medo de não poder alimentar minha filha. Quantas vezes chorei porque não conseguia amamentar”, relata.

    Ana Paula Ribeiro, técnica em enfermagem e mãe de Ana Vitória, que nasceu com 24 semanas, conta que “o banco de leite me ajudou muito, me explicaram que não são todas as mães que vão ter leite assim que o bebê nasce, e hoje eu já consigo doar o meu leite para outras mães que precisam”

    Foi quando Danise conheceu o banco de leite do HRT, que supriu a alimentação da pequena Cecília e passou a acompanhar a vendedora no processo de amamentação. “O banco de leite me acolheu, me abraçou, me explicou e ensinou como fazer a ordenha e, então, entendi que minha filha não ficaria sem leite e que teria o banco para me auxiliar”, conta. O cuidado tem feito a diferença no crescimento da menina. “Ela nasceu com 735 gramas e hoje está com 960 gramas; e superesperta, já até abre o olhinho quando falo com ela”, celebra.

    Outra mãe beneficiada com o serviço é a técnica em enfermagem Ana Paula Ribeiro, 37. Ela é mãe da pequena Ana Vitória, que veio ao mundo no último dia 10 com apenas 24 semanas de gestação. “Nos três primeiros dias, eu não conseguia ordenhar o leite e precisei de ajuda do banco. Ela começou tomando 1 ml e hoje toma 4 ml, mas já chegou a tomar 5 ml”, conta a mãe. “O banco de leite me ajudou muito, me explicaram que não são todas as mães que vão ter leite assim que o bebê nasce, e hoje eu já consigo doar o meu leite para outras mães que precisam”, conta.

    Doe!

    Para participar da rede de solidariedade, é simples. Basta estar em boas condições de saúde, amamentando ou ordenhando leite para o próprio filho e ter interesse em doar o alimento. O cadastro pode ser feito pelo telefone 160 (opção 4), no site do Amamenta Brasília ou em algum dos 14 bancos de leite do DF.

    Cadastrada, a mãe recebe um kit com máscara, touca e potes esterilizados para fazer a coleta. O material é entregue pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), que retorna posteriormente para recolherem as doações.

    Na data da primeira coleta, a mãe deve identificar a data no pote e, ao fim de cada ordenha, armazená-lo no congelador. Não é preciso encher o pote de uma vez: basta colocar o líquido no frasco que está no congelador com a ajuda de um copo de vidro esterilizado nas próximas ocasiões. A doação deve ser entregue ao banco de leite em até 15 dias.

    Mais informações podem ser obtidas neste link.

  • No Dezembro Vermelho, rede pública do DF fortalece prevenção ao HIV

    No Dezembro Vermelho, rede pública do DF fortalece prevenção ao HIV

    Nas unidades básicas de saúde é possível ter acesso a preservativos e à profilaxia pós-exposição (PEP); já a profilaxia pré-exposição (PrEP) é disponibilizada em cinco serviços especializados do DF

    Os casos de infecção pelo HIV e de Aids no Distrito Federal apresentaram queda de 9,8 para 7,3, por 100 mil habitantes, entre 2018 e 2022, segundo o Boletim Epidemiológico publicado pela Secretaria de Saúde (SES-DF).

    Os dados corroboram a política do sistema público de saúde do DF, que investe na disponibilização gratuita de métodos de prevenção da transmissão do vírus nas unidades básicas de saúde (UBSs) e nos serviços especializados.

    A rede aposta na prevenção combinada unindo estratégias que consideram o contexto social de cada pessoa. “Todas as pessoas sexualmente ativas têm acesso aos meios de evitar a infecção pelo HIV na rede pública”, atenta o médico Sergio d’Avila, referência técnica distrital em HIV e Aids da SES-DF. “Quem deseja informações e acesso aos serviços deve buscar orientação na UBS mais próxima de sua residência ou trabalho. Os métodos de prevenção estão disponíveis para evitar a transmissão”.

    Em todas as UBSs é possível ter acesso aos preservativos internos e externos – métodos mais conhecidos para evitar a infecção durante o ato sexual –, além de testagem rápida e profilaxia pós-exposição (PEP), utilizada de duas até 72 horas após uma relação sexual desprotegida.

    Profilaxia

    Considerada medida de urgência, a PEP também é recomendada em casos de violência sexual e de acidentes ocupacionais. Trata-se do uso de medicamentos ou imunobiológicos para reduzir o risco da infecção. Nos horários em que as unidades básicas estão fechadas, o medicamento pode ser encontrado nas UPAs e nos prontos-socorros dos hospitais públicos.

    Outra estratégia de prevenção é a profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), que é a utilização diária de medicamentos antirretrovirais (ARV) para pessoas soronegativas, no Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin), Hospital Universitário de Brasília (HUB) e nas policlínicas de Taguatinga, Ceilândia e Lago Sul. No próximo ano, o medicamento passará a ser oferecido nas UBSs. No DF, 3.237 usuários iniciaram a PrEP desde 2018.

    Mulheres soropositivas grávidas também podem prevenir a transmissão do vírus para os filhos, com o tratamento antirretroviral que deixa a carga viral indetectável. “O Brasil caminha para a eliminação da transmissão vertical do HIV nos próximos anos, e o DF apresenta condições de não ter nenhum caso de transmissão vertical, porque recebeu o selo prata na última certificação do Ministério da Saúde em 1º de dezembro”, pontua Sergio d’Avila.

  • Hábito da prática esportiva confere benefícios à saúde

    Hábito da prática esportiva confere benefícios à saúde

    Caminhada tende a ser o exercício físico mais simples para começar. Os espaços públicos do Distrito Federal são um incentivo ao esporte

    O Dia do Atleta (21) foi celebrado nesta semana. Apesar de a ocasião ter como motivo a exaltação das vitórias dos brasileiros no exterior, não é preciso ser um profissional para colher os benefícios que o esporte traz à saúde.

    Qualquer prática, no tempo e lugar em que for possível, é melhor que não fazer nada. Reduzir o período de inatividade durante o dia – incorporando atividade física em diversos momentos, como se deslocar de um lugar a outro, realizar tarefas domésticas ou durante o tempo livre, fazer caminhadas – é fundamental para cultivar bons hábitos.

    O importante é manter a regularidade. Quanto mais cedo a atividade física se torna um hábito na vida, maiores os ganhos para a saúde. “Todo mundo tem um atleta dentro de si. Basta encontrar qual é a sua modalidade preferida”, incentiva a fisioterapeuta Angelina Siqueira, integrante da equipe multiprofissional do Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh), da Secretaria de Saúde (SES-DF).

    Primeiro passo para uma vida mais saudável

    A profissional de saúde, também doutora em Educação Física pela Universidade de Brasília (UnB), sugere que várias atividades sejam experimentadas; que busque resgatar aquilo que gostava de praticar quando criança; e que aproveite a ocasião para contemplar a natureza nos espaços abertos.

    Arte: Agência Saúde-DF

    A caminhada tende a ser o exercício físico mais simples para iniciar a prática esportiva. Em geral, não contém custo financeiro para adesão e qualquer um é capaz de estabelecer o seu próprio ritmo – frequência, duração e velocidade.

    Guia de Atividade Física para a População Brasileira do Ministério da Saúde recomenda a prática de atividades físicas moderadas por pelo menos 150 minutos por semana. Como parte da rotina semanal, é importante também incluir exercícios de fortalecimento dos músculos e ossos em pelo menos dois dias na semana.

    “A geografia do Distrito Federal e os equipamentos públicos são um incentivo ao esporte”, sugere a fisioterapeuta. A capital conta com ampla área arborizada, parques e terrenos planos ao ar livre. Todas as regiões administrativas possuem ao menos uma praça equipada com um Ponto de Encontro Comunitário (PEC), instalado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).

    O Programa Centros Olímpicos e Paralímpicos, desenvolvido pela Secretaria de Esporte e Lazer, oferta modalidades esportivas individuais e coletivas à população do DF. Além disso, há a oportunidade de praticar as modalidades aquáticas no Lago Paranoá e na Água Mineral, localizada no Parque Nacional de Brasília

  • Idosos recebem reforço da bivalente em 30 locais no fim de semana

    Idosos recebem reforço da bivalente em 30 locais no fim de semana

    Haverá atendimento para vacinação, incluindo imunocomprometidos, em unidades básicas de saúde e em ações itinerantes

    Começou a aplicação da dose de reforço da vacina bivalente contra a covid-19 em idosos a partir dos 60 anos e em imunocomprometidos acima dos 12 anos. Por isso, equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF) vão atender neste sábado (9) e no domingo (10). Ao todo, serão 30 ações ao longo do fim de semana.

    No site da pasta estão disponíveis todos os locais de vacinação, com endereços e horários. Haverá imunização no Plano Piloto, Octogonal, Guará, Candangolândia, Sobradinho, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Estrutural, Ceilândia, Sol Nascente, Samambaia, Gama, Santa Maria, Itapoã, Planaltina e Sobradinho.

    No sábado (9), 24 unidades básicas de saúde (UBSs) abrirão as portas à população. Além disso, haverá ações itinerantes no Terraço Shopping (Octogonal), condomínios Império dos Nobres (Sobradinho) e Vitória (Sol Nascente) e vacinação domiciliar em áreas de Samambaia. No domingo (10), o atendimento será no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 32, no Pôr do Sol.

    Ampliando o público

    Além do reforço bivalente, haverá aplicação de vacinas contra covid-19, gripe e outras doenças, como febre amarela, tétano, sarampo, pólio, entre outras. Há oferta de imunizantes a todas as faixas etárias, desde bebês até idosos.

    A orientação é levar documento de identidade e, se disponível, a caderneta de imunização. Se necessário, uma pessoa poderá tomar mais de uma dose no dia, conforme o calendário de vacinação.

  • Ações de prevenção à saúde começam nesta quinta (19) no Metrô-DF

    Ações de prevenção à saúde começam nesta quinta (19) no Metrô-DF

    Haverá aferição de pressão, testes de glicemia e orientações sobre câncer de mama e de próstata; ação voluntária percorrerá nove estações, começando pela Central

    Usuários do Metrô-DF poderão conferir a pressão arterial e fazer teste de glicemia capilar de forma gratuita em nove estações. Também receberão orientações sobre a prevenção ao câncer de mama e de próstata. A iniciativa começa nesta quinta-feira (19), pela Estação Central.

    O trabalho voluntário será empreendido pela empresa Santa Paula Medicina Laboratorial, como parte das atividades do programa Saúde nos Trilhos, da Gerência de Projetos Especiais do Metrô-DF.

    O objetivo é proporcionar formas de prevenção à saúde, orientando o público em geral nos meses conhecidos como Outubro Rosa e Novembro Azul, que marcam a mobilização sobre a importância e ações preventivas ao câncer de mama e ao de próstata.

    Em setembro, o Metrô-DF recebeu a XIII Feira de Saúde, promovida pela Associação Médica de Brasília, registrando 4.270 atendimentos gratuitos, entre testes, orientações, esclarecimentos e encaminhamentos. Na ocasião, os testes de glicemia identificaram 16 pessoas com níveis de glicemia acima do normal e que não sabiam do diagnóstico.

    Veja abaixo o cronograma das ações preventivas empreendidas neste mês e em novembro pelo Metrô-DF.

    → Quinta-feira (19)
    Estação Central, das 9h às 12h

    → Dia 24
    Estação Shopping, das 9h às 12h

    → Dia 26
    Estação Ceilândia Centro, das 9h às 12h

    → Dia 31
    Estação Águas Claras, das 9h às 12h

    → 9/11
    Estação Ceilândia Sul, das 9h às 12h

    → 14/11
    Estação Guará, das 9h às 12h

    → 16/11
    Estação Taguatinga Sul, das 9h às 12h

    → 21/11
    Estação Central, das 9h às 12h

    →  23/11
    Estação Ceilândia Centro, das 9h às 12h.

  • Carro da Vacina estará no setor P Norte de Ceilândia neste sábado (14)

    Carro da Vacina estará no setor P Norte de Ceilândia neste sábado (14)

    DF terá outros 19 locais de vacinação para atender de bebês a idosos

    Moradores do setor P Norte de Ceilândia terão vacinação na porta de casa neste sábado (14). O Carro da Vacina irá percorrer ruas das quadras QNP 22, QNP 24 e QNP 30, das 8h às 17h. O veículo fará paradas e a equipe da Secretaria de Saúde vai aplicar imunizantes contra covid-19, gripe e outras doenças, conforme o calendário de vacinação.

    No sábado, haverá atendimento em outros 19 pontos fixos no Distrito Federal. Um dos destaques é a Praça do Cidadão, em Ceilândia; o Ginásio Nilson Nelson, no Eixo Monumental; o shopping Sol Center, no Recanto das Emas; e a biblioteca do bosque, em São Sebastião. Também haverá unidades básicas de saúde com atendimento em Sobradinho II, Planaltina, Gama, Santa Maria, Ceilândia, Asa Sul, Asa Norte, Estrutural, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Guará e Riacho Fundo I e II. A lista completa está disponível no site da Secretaria de Saúde.

    Seja para atendimento no carro da vacina ou nos pontos fixos, a orientação é levar documento de identidade e o cartão de vacinação. Se necessário, podem ser aplicadas doses de várias vacinas no mesmo dia, de forma a atualizar os esquemas vacinais.

  • GDF integra unidades e zera lista de espera por mamografias

    GDF integra unidades e zera lista de espera por mamografias

    Atualmente, solicitações feitas já têm previsão de atendimento nos próximos dias. Equipes da Secretaria de Saúde e do IgesDF trabalham em conjunto para ampliar a oferta dos exames e reduzir a fila, que chegou a 14.573 pacientes em abril deste ano

    “Foi muito rápido! Fiquei de queixo caído. Não tem explicação.” A aposentada Maria Vilma Brandão não esconde a alegria pela velocidade entre o pedido do exame de mamografia e o atendimento, uma espera de menos de duas semanas. Aos 64 anos, ela conta nunca ter sido tão rápido. E há uma explicação: o governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde (SES-DF), conseguiu reduzir significativamente o tempo de espera pelas mamografias ao integrar as atuações na área.

    Em abril, a lista de espera por um exame chegou a 14.573 mulheres, equivalente à demanda somada de cinco meses e meio. Com os esforços conjuntos, a lista foi zerada no Outubro Rosa. Atualmente, o sistema trabalha com solicitações que já têm previsão de atendimento nos próximos dias. “A lista é dinâmica. Todos os dias entram pacientes novos”, explica a diretora de regulação da Atenção Ambulatorial e Hospitalar da SES-DF, Maria Aurilene Pedroza. A diferença, agora, é que os 11 mamógrafos disponíveis na rede pública estarão prontos para atenderem as mulheres tão logo seja feita a requisição, sem uma espera longa – a média é de 2,5 mil pedidos mensais.

    De abril para cá, as unidades da SES-DF e do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF) equipadas com mamógrafos organizaram um esforço coletivo para ampliar a quantidade de procedimentos realizados. De abril a maio, o número saltou de 2.384 para 4.214. Em setembro, chegou a 6.078 exames. O plano é manter o serviço com alta capacidade de atendimento durante o Outubro Rosa, quando há aumento da procura por conta da campanha de prevenção ao câncer de mama. No ano passado, por exemplo, foram 4.088 solicitações ao longo do mês.

    “Nossos equipamentos de mamografias estão funcionando bem e possuem contrato de manutenção. Deslocamos o esforço de servidores para conseguir aumentar o número de atendimentos”, conta a gerente de Serviços de Apoio Diagnóstico da SES-DF, Jacqueline Moser. Todas as unidades envolvidas se comprometeram a aumentar tanto o número de turnos de atendimento quanto o acolhimento diário de pacientes.

    Em abril deste ano, o governador do DF, Ibaneis Rocha, sancionou a Lei nº 7.237/2023, que determina uma lista de prioridades para a realização de mamografias na rede pública

    Além do Hmib, a rede pública do DF conta com mamógrafos no Centro Especializado em Saúde da Mulher (Cesmu), Centro Radiológico de Taguatinga (CRT), Hospital de Base, da Regional Leste (HRL) e nos hospitais regionais de Samambaia (HRSam), Taguatinga (HRT), Ceilândia (HRC), Santa Maria (HRSM), Gama (HRG) e da Asa Norte (HRAN). São equipamentos modernos, que têm capacidade para detectar tumores de tamanho milimétrico.

    “A mamografia é um exame fundamental para assegurar o diagnóstico precoce do câncer de mama. A velocidade do atendimento é determinante para o sucesso de um eventual tratamento. Ao conseguirmos manter essa lista de espera praticamente zerada, asseguramos o direito das mulheres do DF a ter acesso à saúde plena”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.

    Lei determina atendimento

    Em abril deste ano, o governador do DF, Ibaneis Rocha, sancionou a Lei nº 7.237/2023, que determina uma lista de prioridades para a realização de mamografias na rede pública. Segundo a norma, mulheres com idade a partir de 40 anos, que tenham histórico familiar de câncer de mama ou nódulos, deverão ser atendidas com prioridade. Também fica garantida a atenção às mulheres que necessitam de avaliações periódicas, às que realizam tratamento contra o câncer e às que precisarem de urgência, conforme determinação médica.

    A porta de entrada na rede pública do DF é a rede das 175 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), onde é realizado o acolhimento por uma equipe de Estratégia Saúde da Família. Na UBS é feito o exame físico e, de acordo com a prioridade, o encaminhamento para a mamografia. É possível saber qual a unidade de referência da mulher por meio de uma busca pelo CEP no portal do InfoSaúde.

  • Retomada licitação para o Hospital Clínico Ortopédico (HCO) do Guará

    Retomada licitação para o Hospital Clínico Ortopédico (HCO) do Guará

    Novacap executa ajustes solicitados pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal e marca para 18 de dezembro a data do processo licitatório

    A Novacap retomou o processo de licitação referente à construção do Hospital Clínico Ortopédico (HCO), agendada para 18 de dezembro, às 9h, na sede da companhia. Foram feitos ajustes na documentação técnica, no edital e na minuta de contrato, conforme solicitação do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF).

    “A construção do Hospital Clínico Ortopédico atenderá à demanda de leitos por essa especialidade e contribuirá para a rede de saúde do Distrito Federal”, adianta o presidente da Novacap, Fernando Leite. “O hospital será moderno, eficiente, e a Novacap tem mostrado o seu compromisso de garantir transparência durante todo o processo”, completa.

    O hospital será erguido em um terreno de 70 mil m² localizado entre o Parque Ezechias Heringer e a Unidade Básica de Saúde (UBS) 2, no Guará. Dividido em quatro blocos interligados, vai oferecer 160 leitos, centro cirúrgico, laboratório de apoio, diagnóstico por imagem e ambulatório. A área externa terá anfiteatro, auditório e capela, além de estacionamento para funcionários e pacientes.

    De acordo com o assessor chefe de Gestão Estratégica e Projetos (Agep) da Secretaria de Saúde (SES), Vinícius Lopes de Lima, o novo hospital ajudará a dar celeridade aos atendimentos.

    “Segundo dados da regulação, o serviço de ortopedia realiza em média 10.364 cirurgias por ano”, informa o gestor. “O Hospital Clínico Ortopédico vai colaborar com a rede hospitalar do DF de forma a diminuir, principalmente, o tempo de espera dos pacientes que aguardam por cirurgia eletiva.”

  • Hospital de Samambaia amplia média mensal de cirurgias eletivas em 2023

    Hospital de Samambaia amplia média mensal de cirurgias eletivas em 2023

    Até o fim de julho, foram feitos mais de 2,5 mil procedimentos, cerca de 361 ao mês – média 12% superior à de 2022. Unidade é referência em retirada de vesícula e correção de hérnias

    Centro de referência para realização de cirurgias eletivas da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), o Hospital Regional de Samambaia (HRSam) ampliou a média mensal de procedimentos realizados em 2023. Até o fim de julho, a unidade somou 2.531 cirurgias eletivas, uma média de 361 ao mês. No ano passado, foram cerca de 322 a cada mês.

    De acordo com o diretor do HRSAm, Josinaldo Cruz, a unidade conta com o chamado Hospital Modular Acoplado, estrutura inaugurada em 2021 com foco no combate à covid-19 atualmente voltada para a clínica cirúrgica. “A transferência de todo o serviço para uma mesma estrutura moderna e de alta qualidade tem influenciado muito positivamente no tratamento e na recuperação dos pacientes”, destaca.

    O diretor do HRSAm, Josinaldo Cruz, ressalta que equipamentos usados na pandemia de covid-19 hoje estão voltados para a clínica cirúrgica – Foto: Jhonatan Cantarelle/ Agência Saúde-DF

    Em 2023, o HRSam também foi beneficiado com a aquisição de um novo foco cirúrgico, ativado no centro obstétrico, e de “carrinhos de anestesia”, como são chamados os equipamentos necessários para a realização das cirurgias.

    A coordenadora de atenção especializada à saúde da SES-DF, Bianca Lima, explica que, enquanto os hospitais regionais de Taguatinga e de Ceilândia são referência para atendimentos de urgência, inclusive com necessidade de cirurgias não planejadas, o HRSam fica dedicado aos procedimentos com marcação prévia.

    “O hospital é referência para cirurgias eletivas de média e baixa complexidade em hérnias e vesículas”, explica. Também são realizados outros procedimentos, como histerectomias, laqueaduras, retirada e reconstrução de mamas.

    O HRSAm mantém o atendimento 24 horas a mulheres em trabalho de parto, com uma média superior a 300 partos por mês. Outro destaque é a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), atualmente com 27 leitos ocupados tanto por pacientes que deram entrada no hospital quanto por transferidos de outras unidades do DF. Por meio do contrato de manutenção predial da SES-DF, foram iniciados serviços de adequação para ativação de mais três leitos de UTI.