Serão usados 150 caminhões e 40 pás-carregadeiras nos trabalhos de eliminação de focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti
Nos próximos dias, um mutirão de limpeza tomará as ruas do Distrito Federal. A força-tarefa tem como objetivo retirar lixo, entulho e inservíveis de todas as regiões da capital para evitar locais de proliferação do mosquito Aedes aegypti.
“A operação de limpeza em todas as cidades vem na tentativa de reduzir os focos da dengue”, destacou o governador Ibaneis Rocha.
Estarão à disposição da operação 150 caminhões e 40 pás-carregadeiras sob coordenação da Secretaria de Governo (Segov). Além disso, mais 150 caminhões e 30 pás-carregadeiras serão solicitadas para reforçar a atuação.
“Vamos circular por todas as regiões varrendo as ruas. Essa é uma forma de demonstrar nossas ações para a população”, defendeu o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo.
Paralelamente, as administrações regionais farão o recolhimento de insensíveis da população. Serão disponibilizados dois dias na semana para a retirada dos conteúdos. Equipamentos públicos e canteiros de obras também passarão por vistorias para evitar que se tornem focos do mosquito da dengue.
Só em janeiro deste ano, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) retirou mais de 44 mil toneladas de lixo e entulho do DF, além de quatro mil pneus.
Ação será realizada em 12 regiões, em dois horários: das 4h às 6h e das 17h às 19h. Recomendação é que as pessoas abram portas e janelas quando passar o veículo de aplicação do inseticida de ultrabaixo volume (UBV)
Théo Luca de Jesus Castro foi levado para Unidades de Cuidados Intermediários Neonatais do Hospital Regional do Paranoá. Recém-nascido deixou hospital cinco dias após nascer, mas precisou voltar ao hospital menos de 24 horas
Um bebê com apenas 5 dias de vida foi internado com dengue no Hospital Regional do Paranoá, no Distrito Federal. Segundo a família, Théo Luca de Jesus Castro nasceu no último dia 18 e precisou retornar ao hospital no dia 23 após apresentar sintomas da doença.
O pai do recém-nascido, o motorista Nelson Dorin, de 36 anos, conta que o filho recebeu alta 5 dias após nascer e, em menos de 24 horas, precisou retornar à unidade de saúde.
Após o caso de dengue ser confirmado, Théo foi levado para a Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (Ucin), onde ficou internado até esta quarta-feira (31). Nesta quinta-feira (1°), o bebê continuava hospitalizado na maternidade da unidade de saúde.
“Hoje, o estado de saúde dele melhorou bastante. Saiu do oxigênio, da sonda e do soro. Graças a Deus, ele está bem”, afirma Nelson.
O pai acredita que o filho contraiu a doença ainda no hospital, já que os sintomas apareceram com menos de 24 horas após a família chegar em casa. O chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, afirma que a principio, não tem como afirmar que o bebê contraiu a dengue no hospital ou em casa.
“Toda essa análise está sendo feita pela Secretaria de Saúde”, diz Gustavo Rocha
Casos no DF
De acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, divulgado nesta quinta-feira (1°), 29.492 casos de dengue foram notificados entre 31 de dezembro de 2023 e 27 de janeiro de 2024.
Ao todo, seis mortes foram registradas no mesmo período. Além disso, a pasta investiga o óbito de outras 24 pessoas com suspeita de dengue.
O aumento do número de casos, se comparado com o mesmo período do ano anterior, é de 920,5%. A preocupação do GDF é com a sobrecarga do sistema de saúde.
O decreto autoriza o governo a tomar medidas administrativas necessárias para conter a doença, em especial a aquisição de insumos e materiais e a contratação de serviços. Veja outros detalhes:
O decreto vai perdurar enquanto a situação sanitária de enfrentamento à dengue não for estabilizada;
Por causa do caráter excepcional, o governo está autorizado a contratar profissionais por tempo determinado a fim de combater a dengue;
Segundo o texto, a emergência pública em saúde não abrange todas as ações, equipes, equipamentos e processos da saúde pública, e está limitada ao que seja decorrente da situação sanitária específica.
Como evitar a Dengue:
Utilize telas de proteção com buracos de, no máximo, 1,5 milímetros nas janelas de casa; Deixe as portas e janelas fechadas, principalmente nos períodos do nascer e do pôr do sol; Mantenha o terreno limpo e livre de materiais ou entulhos que possam ser criadouros; Tampe os tonéis e caixas d’água; Mantenha as calhas limpas; Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo; Mantenha lixeiras bem tampadas; Deixe ralos limpos e com aplicação de tela; Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia; Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais; Limpe todos os acessórios de decoração que ficam fora de casa e evite o acúmulo de água em pneus e calhas; Coloque repelentes elétricos próximos às janelas (o uso é contraindicado para pessoas alérgicas); Velas ou difusores de essência de citronela também podem ser usados; Evite produtos de higiene com perfume porque podem atrair insetos; Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa.
Instaladas em nove regiões administrativas, espaços colocam em prática estratégia que amplia assistência a pessoas com a doença
Os sintomas de Irene Pereira Meira, 66 anos, começaram na terça-feira (23), de forma repentina. Após o almoço, ela se deitou para cochilar e, quando despertou, sentiu o corpo pesado e muitas dores. Bem-informada, ela suspeitou que poderia ser dengue.
Ao buscar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com sinais leves da doença, Irene foi direcionada a uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Mas o filho dela lembrou da nova forma de atendimento disponibilizada pela rede: as tendas de hidratação. “Aqui no espaço do Recanto das Emas, fiz o teste, que deu positivo, e o médico me colocou imediatamente para tomar soro na veia”, conta. A medicação intravenosa leva em média 40 minutos para ser administrada e o paciente consegue sentir melhoras em pouco tempo. “Estou sem enjoos e já consigo me alimentar”, acrescenta.
A medicação intravenosa leva em média 40 minutos e Irene Meira sentiu a melhora em pouco tempo – Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF
Dados, triagem e teste
Assim como Irene, diversas pessoas têm buscado as tendas de atendimento para casos suspeitos de dengue. No local, uma equipe da Secretaria de Saúde (SES-DF) colhe os dados pessoais e encaminha o usuário à triagem, durante a qual são verificados os sinais vitais e os sintomas. Em seguida, são realizados os testes rápidos de dengue, cujos resultados demoram de 15 a 25 minutos.
Os casos positivos leves são tratados na própria tenda por um médico que avalia a necessidade de exames ou medicações adicionais; os negativos são direcionados à UBS de referência, munidos de orientações para complementar os cuidados.
No manejo clínico, os testes positivos recebem classificações em grupos: A e B (sintomas leves) são tratados na tenda; e C e D (mais graves) são direcionados a portas de urgência.
Sintomas graves
Nos espaços localizados em nove regiões administrativas são realizados testes rápidos de dengue. Resultados demoram de 15 a 25 minutos
Pacientes que apresentam sinais mais severos da doença são transportados às UPAs ou aos hospitais em ambulâncias. Foi o caso de Cássia Moura da Silva, 46, moradora do Recanto das Emas. Ela levou o filho adolescente a uma das tendas com sintomas comuns, além de sangramento nasal. “Ele já estava muito fraco. Então, a médica da tenda pediu para encaminhá-lo até o pronto-socorro”, detalha a mãe.
Acolhimento
O governo do Distrito Federal, por meio da SES-DF, instalou tendas de acolhimento a pacientes com suspeita de dengue em nove administrações regionais: Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Samambaia, Sobradinho, São Sebastião, Estrutural, Recanto das Emas, Brazlândia e Santa Maria. Os espaços funcionam todos os dias, das 9h às 19h.
“Cabe ressaltar que as tendas são pontos de apoio. Isso quer dizer que todas as UBSs continuam a atender casos de dengue, inclusive com aumento das salas de hidratação. Lembro ainda que há diversas unidades funcionando também em horário estendido”, reforça o diretor regional de Atenção Primária da SES-DF, Julio Leite.
Liderada pela administração regional, ação terá a participação da Vigilância Ambiental, SLU e Corpo de Bombeiros
A QE 38, no Guará II, recebe nesta quinta-feira (1º/2), o Dia D de combate à dengue. Equipes da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (SES-DF), do Serviço de Limpeza Urbano (SLU), do Corpo de Bombeiros (CBMDF) e de outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) vão reforçar as ações contra a proliferação do mosquito Aedes aegypti na quadra.
Durante a força-tarefa, será realizada a limpeza de terrenos na região da QE 38 e a promoção de atividades educativas. O ponto de concentração será na Administração Regional do Guará, às 8h. A ação conjunta ocorrerá das 9h às 17h. Também estão previstas orientações aos moradores e vistorias domiciliares, além do recolhimento de entulhos e inservíveis.
“Contamos com o apoio da população nesta luta contra a dengue. É determinação do governador Ibaneis Rocha esse trabalho integrado entre os diversos órgãos do GDF para vencermos essa guerra contra o Aedes aegypti. Elaboramos uma série de ações preventivas e também vamos atuar no reforço da limpeza de áreas públicas, mas a comunidade também precisa abraçar essa importante causa”, destaca o administrador em exercício do Guará, José Manoel Neto.
Serviço Dia D de combate à dengue no Guará Data: 1º de fevereiro (quinta-feira) Horário: das 9h às 17h Local: QE 38 (Guará II)
Combinação entre aumento das precipitações e de áreas inundadas estimula propagação da bactéria vetor da doença
O grande volume de chuvas deste início de ano não provoca apenas apreensão quanto a alagamentos e enxurradas, mas também acende o alerta para o aumento dos riscos de transmissão de doenças como a leptospirose. Isso porque a combinação entre aumento das precipitações e de áreas inundadas oferece um cenário propício para a propagação da bactéria leptospira, que é vetor da enfermidade.
Arte: Divulgação/Agência Saúde
“A leptospira é uma bactéria que precisa da umidade para sobreviver; então, nesses períodos chuvosos, é normal termos aumento da transmissão e, consequentemente, de infecções”, detalha o veterinário Frederico Tôrres Braz, da Secretaria de Saúde (SES-DF).
Em 2023, o Distrito Federal notificou 111 casos suspeitos de leptospirose, dos quais nove se confirmaram como infecções causadas pela bactéria leptospira. Do total de conformações, uma resultou em óbito. Neste ano, a pasta registrou duas infecções suspeitas, e ambas estão sob investigação.
O contágio
Segundo o veterinário, boa parte das infecções decorre do contato humano com a urina de animais contaminados e em pontos de alagamento. “Geralmente, os grandes vetores da doença são roedores, que frequentam áreas urbanas, especialmente as redes de esgoto e de drenagem”, aponta Frederico. “Esses animais contaminam, através da urina, poças de água da chuva e áreas alagadas. É muito comum vermos pessoas infectadas após contato com enxurradas e alagamentos”.
Roedores são os maiores transmissores de doenças; em contato com a água, sua urina provoca várias infecções – Foto: Divulgação/SES-DF
“Orientamos que a população evite ter contato com poças próximas a áreas de descarte de lixo, onde há foco de roedores, e que acondicione o lixo de maneira correta para evitar que esses animais sejam atraídos por restos de alimentos”, recomenda Braz.
“Quem precisa manejar áreas possivelmente contaminadas deve usar luvas e botas de borracha, e o mesmo vale para quem trabalha com manuseio de redes de esgoto”, prossegue o veterinário. “Esses aparatos são impermeáveis e blindam a pessoa de ter contato com a água infectada. Quem mora em residência também deve ter atenção redobrada com as caixas de gordura e esgoto, e mantê-las bem-vedadas é imprescindível.”
Sintomas
Os principais sintomas da leptospirose são febre, dores de cabeça e no corpo, principalmente na região lombar e nas panturrilhas. Pessoas infectadas com a bactéria também podem sofrer alterações respiratórias e urinárias, sangramentos, hipotensão, alterações do nível de consciência, vômitos frequentes, arritmias cardíacas e icterícia.
Em caso de suspeita de infecção, é recomendado procurar atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua residência. É imprescindível que, no ato da consulta, o paciente descreva de maneira detalhada os sintomas e a atividade que possivelmente o levou até a unidade médica.
A SES-DF faz inspeções rotineiras em áreas com grande acúmulo de focos de roedores, bem como promove ações de conscientização sobre os riscos da leptospirose. A população também pode denunciar um eventual foco de vetores da doença na ouvidoria, pelo telefone 162.
Primeiro lote do imunizante chegou ao Brasil no dia 20; demais quantidades serão entregues durante o ano, e DF já está preparado para aplicação
Nesta quinta-feira (25), o Ministério da Saúde (MS) anunciou a estratégia de vacinação contra a dengue. A primeira remessa da vacina contra a doença, que será disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), chegou ao Brasil no dia 20. A imunização faz parte de uma série de ações iniciadas, ainda este ano, para o combate à dengue.
Mapa da distribuição dos imunizantes produzidos pela Takeda; previsão é que 3,2 milhões de pessoas serão vacinadas neste ano – Arte: Ministério da Saúde
O lote com cerca de 757 mil doses do imunizante Qdenga, produzido pela farmacêutica Takeda, faz parte de um total de 1,32 milhão de doses da vacina fornecidas ao MS. A União adquiriu todo o quantitativo disponível pelo fabricante para 2024 – 5,2 milhões de doses, que, de acordo com a empresa, serão entregues ao longo do ano. No Brasil, cerca de 3,2 milhões de pessoas devem ser vacinadas em 2024, já que o imunizante precisa de duas doses, com intervalo mínimo de três meses. Para 2025, o órgão federal já contratou 9 milhões de doses.
Remessa
Ainda não há data para início da vacinação no DF, nem o quantitativo exato a ser destinado pela União. Diante da capacidade limitada de fabricação, as vacinas serão destinadas a municípios de grande porte, com alta transmissão de dengue registrada em 2023 e 2024 e com maior predominância do sorotipo DENV-2.
Os critérios para a definição das cidades que vão receber as doses foram acordados entre o Ministério da Saúde em conjunto com Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), seguindo as recomendações da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI) e da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A lista dos entes federativos divulgada pelo MS reúne 521 cidades brasileiras em 37 regiões de saúde. A remessa recebida vai passar pelo processo de liberação da Receita Federal e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sendo enviada em seguida para o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). A previsão é que as primeiras doses sejam aplicadas em fevereiro.
DF preparado
“Assim que os imunizantes chegarem, serão imediatamente distribuídos aos serviços de vacinação e disponibilizados à população do DF”, afirma a gerente substituta da Rede de Frio do Distrito Federal, Karine Castro. Ela assegura que a rede distrital está preparada para cumprir as orientações oficiais quanto às estratégias de vacinação e ao público-alvo.
Durante o trabalho conjunto, foram recolhidas aproximadamente 120 toneladas de itens inservíveis que poderiam ser focos do inseto transmissor da doença
Em trabalho conjunto que integra a força-tarefa do GDF no combate à dengue, a Administração do Plano Piloto, o SLU, a Vigilância Ambiental em Saúde e o Corpo de Bombeiros do DF promoveram dois dias de ações na Vila Planalto. Foram recolhidas cerca de 120 toneladas de inservíveis – móveis, carcaças de eletrodomésticos, pneus – que poderiam acumular focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.
Durante a inspeção, que contemplou 312 imóveis, 13 deles apresentaram focos de dengue. Somente neste primeiro mês do ano, foram registradas 284 suspeitas de casos de dengue no Plano Piloto. A população também recebeu orientações sobre cuidados básicos.
“Acreditamos que, com a união de esforços entre o GDF e a comunidade, possamos minimizar a incidência das doenças causadas pelo vetor Aedes aegypti”, afirma o administrador do Plano Piloto, Valdemar Medeiros.
Também participam do reforço das ações de combate à dengue a Novacap, a Caesb, a Defesa Civil e as secretarias de Justiça e Cidadania (Sejus) e de Educação (SEE-DF). A próxima cidade beneficiada com a ação conjunta será a Vila Telebrasília, no mês de fevereiro.
“Estamos em um esforço conjunto em 16 regiões administrativas, com nove tendas fixas e seis itinerantes”, lembra a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. “O DF se destaca ao ofertar horário ampliado nas unidades básicas de saúde. Nós temos, hoje, 11 UBSs funcionando até as 22h durante a semana; aos sábados e domingos, temos cinco, das 7h às 19h. Fora as 52 unidades que atendem até as 12h, aos sábados, e as nove tendas, disponíveis das 7h às 19h.”
Ação, batizada de De mãos dadas contra a dengue, vai eliminar possíveis focos de proliferação dos mosquitos Aedes aegypti em um dos principais cartões-postais de Brasília
A Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF), a administração do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF) e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) se uniram no combate ao mosquito transmissor da dengue. Em parceria, os órgãos realizam nesta quarta-feira (24) uma série de ações para impedir a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
Batizada de De mãos dadas contra a dengue, a ação envolverá cerca de 30 reeducandos da Seape e 30 servidores do SLU, que, juntos, realizarão a limpeza de pontos específicos no parque, como o recolhimento de garrafas e lixos que podem ser foco do mosquito. A limpeza será iniciada no Estacionamento 10 e seguirá em direção aos estacionamentos 9, 8 e 7.
A ação está marcada para ser iniciada às 9h com previsão de término às 12h. Nesse período, os espaços serão limpos e os focos eliminados. O secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, explica que a medida chega para somar forças às ações já realizadas e que estão em curso pelo GDF. “O combate ao mosquito é uma responsabilidade de todos nós, e juntos devemos agir para intensificar as ações de bloqueio ao mosquito transmissor da dengue”, afirma. “O governo vem tomando medidas responsáveis e positivas no que diz respeito ao combate do Aedes aegypti”.
Solução biológica
O Parque da Cidade Sarah Kubitschek tem inovado quando o assunto se refere ao combate do mosquito vetor da dengue, zika e chikungunya. Em novembro do ano passado, a espaço recebeu a instalação de 20 dispositivos de combate ao Aedes aegypti. Os aparatos, instalados em pontos estratégicos, foram doados à SEL e repassados para a administração do Parque da Cidade. Chamados “Aedes do Bem”, os dispositivos são produzidos por uma multinacional de biotecnologia. Trata-se de uma solução biológica segura e eficaz que não traz prejuízo aos usuários. Além disso, a Piscina com Ondas recebe operação de limpeza a cada dez dias para evitar o acúmulo de água parada.
“Com a implementação do Aedes do Bem no Parque, nós antecipamos o combate ao mosquito, porque sabemos que os períodos chuvosos são os mais críticos. Essa limpeza vem para fortalecer essas medidas, que estão sendo conduzidas pelo GDF. A previsão é que na próxima semana a gente realize mais uma etapa dessa ação”, adianta o administrador do Parque, Todi Moreno.
Haverá atendimento para bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. É preciso levar documento de identificação e a caderneta de vacinação
Sábado é dia de vacinação no Distrito Federal. Haverá 31 locais de atendimento no Plano Piloto, Sobradinho, São Sebastião, Santa Maria, Gama, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Taguatinga, Recanto das Emas, Samambaia, Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Estrutural, Guará, Candangolândia e Núcleo Bandeirante. A lista completa dos endereços e horários de atendimento está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF).
Além dos imunizantes contra a covid-19, os locais também irão aplicar todas as vacinas previstas no calendário de rotina, com exceção da BCG. A orientação é levar documento de identificação e, se possível, os registros das vacinas já recebidas. Também será possível ainda tomar mais de um imunizante no mesmo dia.
Não haverá imunização no domingo (21). Na segunda-feira (22), a rede de unidades básicas de saúde (UBSs) reabre com mais de 100 salas de vacinação disponíveis.