Categoria: Saúde

  • Sesc oferece mamografias gratuitas no DF; veja como fazer exame

    Sesc oferece mamografias gratuitas no DF; veja como fazer exame

    Serviço faz parte da Campanha Outubro Rosa que pretende chamar atenção para câncer de mama. Exames são realizados em Taguatinga e na Carreta Saúde da Mulher; confira datas e endereços

    No mês de conscientização para o câncer de mama – chamado de Outubro Rosa – o Serviço Social do Comércio (Sesc-DF) oferece mamografias gratuitas na unidade de Taguatinga e também por meio da Carreta Saúde Mulher que percorre várias regiões do Distrito Federal (veja datas e endereços mais abaixo).

    O câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo. Uma pesquisa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que o Distrito Federal deve registrar 1.030 novos casos de câncer de mama em 2023.

    “Estimular as mulheres a fazerem a mamografia é mais do que uma simples recomendação médica, é um ato de cuidado e empoderamento”, diz o diretor regional do Sesc, Valcides Araújo.

    Para fazer o exame gratuito, as mulheres devem agendar o procedimento presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, no Sesc de Taguatinga, na CNB 12 Área Especial 2/3. Já na Carreta Saúde da Mulher, o atendimento é por ordem de chegada e, além da mamografia, é possível fazer o exame de Papanicolau para rastreamento de câncer de colo uterino.

    Onde fazer a mamografia de graça?

    • Sesc Taguatinga Norte

    O atendimento está disponível para mulheres 35 anos a 69 anos. Em todos os casos, com ou sem histórico familiar de câncer, é necessário levar um pedido médico.

    É preciso agendar o procedimento presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, no Sesc de Taguatinga, na CNB 12 Área Especial 2/3

    • Carreta Saúde da Mulher

    O atendimento é para mulheres de 50 até 69 anos e não é necessário ter o pedido médico. Os atendimentos são feitos por ordem de chegada, das 9h às 16h, nos seguintes endereços e datas:

    • 4 de outubro: Estacionamento da Maqcampo – INCRA 9, núcleo Rural Alexandre Gusmão Km19 Rod BR 070, Ceilândia Norte
    • 5 de outubro: Estacionamento do Hotel Kubstcheck – SHN Q. 2 BL E – Asa Norte
    • 6 de outubro: Estacionamento do Hotel Kubstcheck – SHN Q. 2 BL E – Asa Norte
    • 7 de outubro: Varjão – Fecomércio Mais Perto de Todos, na Administração Regional
    • 9 de outubro: Sesc Taguatinga Sul
    • 10 de outubro: Sesc Taguatinga Sul
    • 11 de outubro: Sesc Taguatinga Sul
    • 13 de outubro: Estacionamento do Hospital DF Star –St. de Grandes Áreas Sul 914 – Asa Sul
    • 16 de outubro: Estacionamento do Hospital Santa Helena – SHLN 516 Conjunto D – Asa Norte
    • 17 de outubro: Estacionamento do DNIT – Setor de Autarquias Norte, Quadra 03 Lote A
    • 18 de outubro: Sesc Gama
    • 20 de outubro: Sesc Gama
    • 21 de outubro: Vila dos Carroceiros, Sol Nascente
    • 23 de outubro: Estacionamento Hospital Anchieta – Área Especial – Taguatinga
    • 24 de outubro: Estacionamento Hospital Anchieta – Área Especial – Taguatinga
    • 25 de outubro: Estacionamento Hospital Anchieta – Área Especial – Taguatinga
    • 26 de outubro: Estacionamento do Hospital Santa Luzia – Asa Sul
    • 27 de outubro: Estacionamento Oncologia D’Or – Asa Sul

    Benefícios da mamografia

    1. Detecção precoce: a mamografia pode identificar tumores em estágios iniciais, o que pode levar a um tratamento mais eficaz
    2. Redução da mortalidade: estudos mostram que a realização regular de mamografias está associada a uma redução significativa na mortalidade por câncer de mama
    3. Tratamentos menos agressivos: detectar o câncer de mama em estágios iniciais muitas vezes permite tratamentos menos invasivos e mais eficazes, evitando a necessidade de cirurgias mais radicais ou quimioterapia agressiva
    4. Qualidade de vida: a detecção precoce do câncer de mama proporciona uma melhor qualidade de vida às pacientes, minimizando o impacto físico e emocional da doença

    Atendimento na rede pública de Saúde do DF

    Uma lei sancionada pelo GDF, em abril deste ano, definiu prioridades para a realização de exame de mamografia em mulheres na rede pública de saúde da capital. As mulheres com idades a partir de 40 anos ou com histórico familiar de câncer de mama ou nódulos têm prioridade de atendimento pelo SUS.

    A preferência também vale para mulheres que:

    • Necessitam de avaliações periódicas de mama;
    • Realizam tratamento oncológico mamário;
    • Necessitam de urgência no exame, conforme determinação médica.

    Para as mulheres que necessitam de avaliações periódicas de mama, é preciso apresentar prescrição médica ou comprovar que realizam o exame de forma sazonal, com documentos e laudos, de acordo com a lei.

    Fonte: G1

  • Dois mil kits de higiene bucal serão distribuídos a moradores do Paranoá

    Dois mil kits de higiene bucal serão distribuídos a moradores do Paranoá

    Os materiais foram arrecadados na campanha Comunidade Solidária e serão entregues em evento marcado para terça-feira (3), das 9h às 12h, ao lado da administração da cidade

    A população em vulnerabilidade social do Paranoá será beneficiada na próxima terça-feira (3) com dois mil kits de higiene bucal que serão entregues pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em um evento das 9h às 12h, ao lado da administração regional da cidade. Além dos materiais, os presentes terão acesso a aulas de escovação e atendimentos odontológicos.

    Arte: Divulgação/Seac-DF

    A ação faz parte da segunda edição da  campanha Comunidade Solidária, promovida pela Secretaria de Atendimento à Comunidade (SEAC-DF). O projeto nasceu neste ano para estimular ações solidárias e combater as desigualdades.

    “A missão da secretaria sempre foi aproximar a relação entre o cidadão e o governo, com o objetivo de contribuir com as demandas que nos são apresentadas. Pensando nisso, a campanha Comunidade Solidária nasceu. Estamos estimulando a solidariedade no Distrito Federal e arrecadando doações para as comunidades que mais precisam”, afirma a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz.

    Na primeira edição, realizada em março, foram angariados absorventes e material de higiene pessoal. Agora, o foco foi a higiene bucal. “Para essa segunda edição, nós percebemos a questão da saúde bucal devido à precariedade de algumas comunidades, onde há famílias que dividem a mesma escova de dente, por exemplo”, revela a secretária.

    Assim, a pasta decidiu montar um kit com uma escova de dente,  pasta e fio dental. Os materiais foram arrecadados a partir de doações da população em geral, além do apoio da Secretaria de Saúde do DF (SES), que disponibilizou alguns kits do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante o evento, a SES também ensinará de forma lúdica aos presentes como fazer uma escovação correta e a importância da higiene bucal para a saúde.

    Também participam da ação a Administração Regional do Paranoá e a Fecomércio-DF, que será responsável por disponibilizar o atendimento odontológico por meio da carreta. “Esse evento desempenha um papel importante em promover a saúde bucal da população e, por extensão, a saúde geral e ajuda as pessoas a adotarem práticas regulares de higiene oral”, destaca o administrador do Paranoá, Wellington Cardoso de Santana.

    Serviço
    Comunidade Solidária: 2ª edição
    → Data: terça (3), das 9h às 12h. Com distribuição de kits de higiene bucal, atendimento odontológico e ação educativa.
    → Local: ao lado da Administração Regional do Paranoá.

  • Ampliação do banco de doadores de medula dá esperança a quem espera

    Ampliação do banco de doadores de medula dá esperança a quem espera

    Chance de doador e receptor serem compatíveis fora da família é de 1 em 100 mil, o que reforça a necessidade de um cadastro maior em nível nacional. Saiba como ser candidato a salvar a vida de alguém

    Uma em 100 mil. Esta é a probabilidade de um paciente na lista de transplantes de medula óssea encontrar um doador não aparentado com quem seja compatível. Entre familiares, há 25% de chances de compatibilidade, geralmente com um dos pais ou irmãos. Esses números ajudam a dar o contorno à assustadora realidade de quem depende da doação do tecido para sobreviver.

    Dados do Registro Nacional dos Receptores de Medula (Rereme) apontam que, até o momento, 18.838 pessoas fizeram buscas por um doador de medula não aparentado. Deste total, 500 pacientes residem no Distrito Federal. Atualmente, o banco do Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) conta com mais de 5,65 milhões de inscritos – 76 mil da capital federal.

    O número de doadores, ainda que expressivo, é insuficiente para atender quem está na lista de espera pela doação de medula. “É muito raro que uma pessoa seja compatível com a outra, por isso é necessário ter muita gente no banco de doadores. Isso aumenta as nossas chances de encontrar doadores compatíveis”, explica o hematologista André Domingues Pereira, coordenador de transplante de medula óssea do Instituto de Cardiologia e Transplantes do DF (ICTDF).

    Segundo a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES), de 2020 para cá, foram realizados 529 transplantes de medula óssea; apenas 22% a partir da doação de terceiros, sendo eles aparentados ou não. A maior parte dos procedimentos na capital (412 deles) foram autólogos, condição caracterizada quando as próprias células-tronco do paciente são removidas, armazenadas e, posteriormente, infundidas.

    Houve aumento no número de transplantes de medula realizados na capital federal. Até agosto de 2022, foram 116 procedimentos. No mesmo período deste ano, o total de cirurgias chegou a 135 – um crescimento de 16%.

    Hoje, o transplante de medula óssea é o segundo mais recorrente no DF, ficando atrás apenas do transplante de córnea. “O transplante, para quem vai receber, é a diferença entre curar e não curar. O alogênico é a única modalidade com possibilidade de cura para diversas doenças, em especial as leucemias”, acrescenta Pereira.

    Como é o transplante?

    A gerente de captação, registro e orientação de doadores da Fundação Hemocentro de Brasília, Kelly Barbi, afirma que, atualmente, grande parte dos procedimentos de transplante de medula ocorrem por meio de aférese. O método não prevê a necessidade de internação ou anestesia do paciente.

    Na aférese, o doador faz uso de uma medicação por cinco dias, para aumentar a produção das células-tronco no sangue. No dia do transplante, é feita a coleta do sangue e a separação das células-tronco, devolvendo os componentes que não são necessários ao receptor.

    “Hoje, mais de 90% dos procedimentos são realizados por aféreses. É seguro e tranquilo, e é importante que a população entenda que a doação de medula tem sido feita de uma forma menos invasiva. Assim como seu sangue, a partir da doação, seu organismo recupera, em até 15 dias, todo o montante que foi doado”, defende a servidora.

    Hoje, o transplante de medula óssea é o segundo mais recorrente no DF, ficando atrás apenas do transplante de córnea – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    Há, ainda, a modalidade da punção, menos recorrente nos dias de hoje. O método consiste na retirada da medula do interior do osso da bacia por meio de punções. Diferentemente da aférese, este procedimento requer a internação do doador e pode trazer dor ao local da punção.

    Como doar

    A doação de medula óssea é um procedimento simples com capacidade de salvar uma vida. No DF, apenas a Fundação Hemocentro de Brasília está habilitada a realizar o cadastro dos potenciais doadores. Para isso, é preciso ter entre 18 e 35 anos, estar em boa condição de saúde, livre de qualquer doença incapacitante ou infecciosa.

    Para fazer o cadastro, são necessários apenas 4 ml de sangue do doador. A amostra será encaminhada a um laboratório de referência no Paraná, que fará os exames de histocompatibilidade. O ato pode ser feito por agendamento ou na própria doação de sangue a terceiros. Na ocasião, é preciso preencher também uma ficha com dados pessoais.

    Após a conclusão dessas etapas, os doadores podem consultar o cadastro no aplicativo do Redome, responsável por realizar os cruzamentos de dados entre doadores e pacientes inscritos no Rereme.

    Havendo compatibilidade com um receptor, o doador é chamado a retornar no Hemocentro para aprofundar os exames.

    Recentemente, a enfermeira Karina Rodrigues de Souza, 32 anos, foi convocada a realizar novas coletas de sangue e se animou com a possibilidade de ser compatível com algum paciente. “Eu vim porque em 2011 fiz meu cadastro no Redome e recebi uma ligação dizendo que há uma chance de compatibilidade. Fiz pela vontade de ajudar mesmo”, relata.

  • Neste sábado haverá vacinação em 24 pontos no DF

    Neste sábado haverá vacinação em 24 pontos no DF

    Os locais de imunização atenderão desde bebês até idosos. Campanha antirrábica para cães e gatos segue em 72 locais

    Este sábado (30) é dia de atualizar a caderneta de vacinação da família. Com exceção da BCG, todos os imunizantes do calendário de vacinas estarão disponíveis em 24 locais de atendimento. Será possível se proteger, por exemplo, contra febre amarela, sarampo, meningite, tétano, difteria e coqueluche, além de gripe e covid-19.

    Estarão abertas 15 salas de vacina em unidades básicas de saúde (UBSs) do Distrito Federal. Além disso, a Secretaria de Saúde (SES-DF) também terá equipes em espaços públicos, como no evento GDF Mais Perto do Cidadão, na Colônia Agrícola 26 de Setembro, na DF-001; o Restaurante Comunitário de Brazlândia; a Praça dos Direitos, em Ceilândia; e a Escola Classe São Bartolomeu, em São Sebastião. A lista completa com horários e endereços está disponível no site da SES-DF.

    A recomendação é levar documento de identidade e, se estiver disponível, o cartão de vacinação. Será possível tomar mais de um imunizante no mesmo dia, caso seja indicado pelo profissional.

    Cães e gatos

    No sábado, também avança a campanha de vacinação antirrábica, exclusiva para cães e gatos. Serão 72 locais de atendimento. Todos os endereços e horários podem ser acessados na página da SES-DF.

    A orientação é levar todos os animais com mais de três meses, inclusive as fêmeas prenhas ou que estejam amamentando. Também é importante usar coleira, focinheira ou caixa de transporte.

  • Secretaria de Saúde do DF descarta caso de febre maculosa em criança de 5 anos

    Secretaria de Saúde do DF descarta caso de febre maculosa em criança de 5 anos

    Três coletas de sangue tiveram resultado negativo para doença, afirma pasta. Caso foi denunciado pela família da criança, em setembro deste ano, após visita ao Pontão do Lago Sul

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou, nesta quarta-feira (27), que descartou a suspeita de febre maculosa no caso da criança de 5 anos que teria internada após ser infectada por carrapato. À época, a família afirmou que a menina foi picada no Pontão do Lago Sul, em Brasília.

    “Foram realizadas três coletas de sangue, nos dias 31 de agosto, 11 de setembro e 15 de setembro, todas com resultado negativo”, afirmou a pasta.

    Os exames foram realizados no Laboratório da Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Minas Gerais, unidade de referência nacional para a testagem da doença.

    Ainda de acordo com a pasta, após os resultados e a varredura realizada no local apontado pela família, a investigação sobre o caso foi encerrada. Dias após o alerta dos familiares da menina, uma equipe da secretaria esteve no Pontão, onde não detectou carrapatos.

    Relembre o caso

    O alerta sobre o possível caso de febre maculosa foi feito pela família da criança no início de setembro deste ano. A doença chegou a ser confirmado pelo hospital particular de Brasília onde a criança foi atendida.

    Após a denúncia, A administração do Pontão disse que monitora rotineiramente as áreas externas do complexo para impedir a proliferação de carrapatos.

    Fonte: G1

  • Biblioteca tem acervo de 20 mil publicações sobre ciências da saúde

    Biblioteca tem acervo de 20 mil publicações sobre ciências da saúde

    BCE da Fepecs recebe cerca de 300 pessoas diariamente, oferecendo leitura especializada a partir de recomendações de professores, do centro acadêmico ou dos alunos

    Um espaço amplo, aconchegante e convidativo ao estudo, a Biblioteca Central (BCE) da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) conta com acervo de 6.500 títulos e 20.082 exemplares, distribuídos em 800 m² e dois pavimentos.

    Fundada em 2005, a BCE faz parte da Rede de Bibliotecas (Rebis), composta por dez delas, divididas entre hospitais e outras unidades da estrutura da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Especializado em ciências da saúde, o acervo da biblioteca é atualizado a partir de sugestões dos professores, do centro acadêmico ou dos próprios alunos.

    Para atender melhor às necessidades de seu público-alvo, que é de estudantes e docentes das escolas mantidas pela Fepecs, além de servidores da SES e da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), o local passou por diversas adequações ao longo dos anos. Internet rápida, espaços individuais, salas coletivas e 16 computadores estão entre os atrativos da biblioteca, que chega a receber 300 pessoas diariamente. Neste mês, a média foi um pouco maior e os registros calculam que 350 pessoas estiveram por lá a cada dia. “Durante os períodos de prova esses números aumentam ainda mais”, conta Maurício.

    Uma das maiores preocupações da atual gestão é com a qualidade do acervo adquirido e disponibilizado. “A maioria dos livros mais atualizados está vindo apenas de forma eletrônica. O ideal hoje para a composição de uma biblioteca é ter livros impressos e livros eletrônicos”, diz o coordenador da BCE, Maurício Marques, que, junto com outros cinco servidores lotados no local, organizam o espaço de maneira a facilitar a busca por títulos e artigos de periódicos científicos.

    Produtos e serviços

    A BCE da Fepecs funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h

    A biblioteca possui outros serviços, além da consulta e empréstimo de livros. No site da BCE é possível requisitar treinamentos, apoio à elaboração de trabalhos e também auxílio em pesquisas. Essas atividades são realizadas pelos servidores da biblioteca, que se dividem entre o cuidado com o espaço físico e a ajuda online. Outra atribuição da biblioteca é manter a assinatura de base de dados atualizada, de forma que a consulta a periódicos e artigos científicos não seja prejudicada.

    O horário de funcionamento da BCE é das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira, ininterruptamente, ou seja, não há pausa para almoço. Isso porque a maioria dos estudantes de medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) passa o dia nas dependências da Fepecs e aproveita o tempo livre entre uma aula e outra para estudar na biblioteca.

    Novo projeto arquitetônico

    Um novo projeto arquitetônico está em vias de ser aprovado e colocado em prática até 2025. O plano é para que o local seja aperfeiçoado com a criação de novas salas de estudo, melhorias na iluminação, criação de novos pontos de energia com entrada USB, mudança no layout do balcão de atendimento e implantação de ventilação natural, para funcionar simultaneamente com o sistema de ar-condicionado.

    Hoje, a biblioteca concentra as mesas de estudo em grupo no andar térreo. Já as mesas individuais e salas de estudo coletivas ficam na parte superior. Todo o local é climatizado e também há vista para a parte externa, com jardins.

    Repositório institucional

    A BCE é responsável pela memória institucional da Fepecs, que é preservada por meio do repositório. O coordenador da biblioteca explica que essa “é uma ferramenta utilizada para tratar, organizar e disseminar toda produção científica gerada pela nossa comunidade acadêmica”. Isso inclui trabalhos de conclusão de cursos (TCC), trabalhos apresentados em congressos, dissertações e ebooks.

    A biblioteca também possui o serviço de acesso Portal de Periódicos Capes, que oferece uma “infinidade de periódicos científicos e outros tipos de materiais para ajudar nas pesquisas científicas”, ressalta Maurício.

    Além de todas as atividades realizadas, a biblioteca também trabalha para garantir uma assinatura de base de dados especializada e que não conste no Portal da Capes, em complementação aos subsídios informacionais que os usuários necessitam. “Trabalhamos para ter sempre um acervo qualitativo. O que temos hoje aqui não perde para nenhuma instituição nacional ou internacional. Estamos caminhando para ser uma referência na área de saúde como biblioteca”, finaliza o coordenador.

  • Ala de radiologia do Hospital de Base será reformada

    Ala de radiologia do Hospital de Base será reformada

    Investimento de quase R$ 800 mil vai permitir mudanças da atual sala de raio-X e repouso

    O Hospital de Base do DF (HBDF) terá as salas de raio-X e repouso reformada. O investimento para transformar esses espaços, localizados no pronto-socorro do bloco de urgência e emergência, será de R$ 799.816,32, recurso obtido via emenda parlamentar do deputado federal e atual secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro.

    A reforma de espaços físicos do Hospital de Base, que é o maior centro hospitalar do Centro-Oeste e referência em diversas especialidades, tem sido uma prioridade do GDF. Recentemente, a cozinha e o refeitório também passaram por melhorias, mudanças que devem chegar em breve a outros andares.

    Segundo o presidente do IgesDF, Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, responsável pela administração do hospital, a obra representa um grande avanço para a saúde pública do DF. “A reforma na ala de radiologia e o recebimento do novo tomógrafo melhorarão a nossa capacidade de fornecer diagnósticos mais precisos e ágeis”, detalha.

    A reforma de espaços físicos do Hospital de Base, que é o maior centro hospitalar do Centro-Oeste e referência em diversas especialidades, tem sido uma prioridade do GDF – Foto: Tony Oliveira/ Agência Brasília

    O recurso de emenda parlamentar já foi publicado e assinado e os serviços devem começar em breve. “Este investimento representa um avanço significativo na qualidade dos serviços de saúde no DF”, acrescenta o presidente do IgesDF.

    Autor da emenda parlamentar, Julio Cesar Ribeiro destacou o tamanho da unidade hospitalar para reforçar a importância do recurso. “O Hospital de Base é a maior unidade de atendimento à saúde pública do Distrito Federal. Sabendo disso, sempre priorizei destinar recursos de nossas emendas para garantir a melhoria na saúde da nossa população. Desta vez, graças a esses recursos, iremos reformar as salas de raio-X e de repouso da unidade, prezando pelo bom acolhimento e futuramente dando celeridade ao atendimento da população, que depende dos serviços públicos na nossa cidade”, disse.

    Esse investimento vem a somar com outros feitos recentemente. No fim de agosto, por exemplo, o GDF entregou as reformas na cozinha e no refeitório do Hospital de Base, intervenção feita sem interromper a produção diária que atende mais de 6 mil pacientes. Foram investidos R$ 675 mil para transformar o local, que estava há mais de 40 anos sem grandes intervenções nessa estrutura.

    O Base também recebeu R$ 8 milhões em equipamentos, o que permitiu a compra de 50 camas novas, equipamentos de duodenoscópio e videocolonoscópio, além de monitores, carrinhos de anestesia e ventiladores.

  • Especialistas alertam para acidentes por picada de cobra

    Especialistas alertam para acidentes por picada de cobra

    O Dia Internacional de Atenção aos Acidentes Ofídicos é lembrado em 19 de setembro. Distrito Federal contabiliza 97 casos; predominância é maior em Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho e Planaltina

    No Dia Internacional de Atenção aos Acidentes Ofídicos, lembrado nesta terça-feira (19), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) alerta para os perigos envolvendo ocorrências com picadas de cobras. Só neste ano foram 97 casos, com maior predominância em Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho e Planaltina, segundo o Centro de Informações e Assistência Toxicológica (Ciatox), integrado ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

    Em 2022, o centro registrou 280 acidentes ofídicos, o que representa quase 50% do número de atendimentos realizados pelo Ciatox. Em relação a outros animais peçonhentos, como escorpiões e aranhas, foram 289 casos até o momento, contra 637 no ano anterior.

    A médica e toxicologista do Ciatox, Andrea Amoras de Magalhães, reforça que acidentes envolvendo picadas de serpente inspiram maior atenção por serem mais perigosas, atingindo principalmente trabalhadores rurais homens. A especialista acrescenta que mais de 95% dos acidentes ofídicos ocorrem nas pernas ou nos braços. “Por isso, algumas medidas simples de prevenção devem ser adotadas, como a utilização de calçados fechados, perneiras ou botas de cano alto; além de não mexer em buracos no chão ou em ocos de árvores sem proteção”, sugere.

    O que fazer?

    Nos últimos cinco anos, não houve registros de morte de residentes do DF por motivo de picada de cobra, segundo Magalhães. Isso porque o Ciatox, além de atuar em orientações para os primeiros cuidados, indica onde há disponibilidade de antídotos para o veneno de escorpiões, aranhas e serpentes. “Temos soro antiofídico em todos os hospitais da rede pública”, lembra a médica.

    O Ciatox, além de atuar em orientações para os primeiros cuidados, indica onde há disponibilidade de antídotos – Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF

    O soro contra picadas de animais peçonhentos está disponível apenas nas unidades públicas. No DF, as unidades de referência para soroterapia de acidentes por animais peçonhentos são os hospitais regionais da Asa Norte (Hran), do Guará (HRGu); de Taguatinga (HRT); do Gama (HRG); de Planaltina (HRPl); de Ceilândia (HRC); de Brazlândia (HRBz); da Região Leste (HRL); e o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib).

    Em caso de picadas, a recomendação é lavar a região com água e sabão; manter o local em posição confortável; e levar a vítima para atendimento médico o mais breve possível. A toxicologista enfatiza que não se deve aplicar qualquer tipo de substância na ferida, como álcool ou borra de café.

    “A única coisa que vai curar o paciente nesses casos é o soro que oferecemos nos hospitais para as várias espécies. Não se deve dar bebida alcoólica, garrotear o membro, furar a lesão na tentativa de fazer sair o veneno, nem colocar nenhum outro produto ou curativo na ferida, podendo causar infecção. Também não se deve cortar o local da lesão, nem chupar. O melhor é sempre sair correndo para o hospital”, aconselha Magalhães.

    Uma vez na unidade de saúde, o centro auxilia ainda o médico a identificar a espécie da cobra por meio da sintomatologia do paciente. A partir disso, o hospital consegue fazer a prescrição correta caso a caso.

    O soro contra picadas de animais peçonhentos está disponível apenas nas unidades públicas – Foto: Divulgação/Zoo Brasília

    Os sintomas vão depender da espécie da cobra e do local da picada, podendo apresentar dor e inchaço, às vezes com manchas arroxeadas (edemas e equimose) e sangramento pelos pontos da mordedura. Pode haver também complicações, como hemorragia grave em regiões vitais, infecção e necrose no local atingido, além de insuficiência renal, formigamento, dor abdominal, vômitos, visão turva e dores musculares.

    Como evitar?

    A melhor forma de prevenir os acidentes é impedir o depósito ou o acúmulo de lixo, entulho e materiais de construção em casa; limpar regularmente móveis e terrenos baldios, além de locais próximos da residência como jardins, quintais, paióis e celeiros; utilizar telas, vedantes ou sacos de areia em portas, janelas e ralos; e inspecionar calçados, roupas de cama, panos de chão e tapetes antes de usá-los.

    “É preciso ainda ter cuidado ao adentrar áreas rurais. Sempre utilizando botas de cano alto. Os animais peçonhentos estão cada vez mais próximos das residências, principalmente nos períodos de chuva, quando o ambiente natural deles fica molhado. É o momento em que eles se aproximam das casas para procurar abrigo ou alimento. Manter o terreno em volta da casa limpo, evita que eles consigam se esconder”, explica a toxicologista.

    Qualquer pessoa pode falar com o Ciatox nos números 0800 644 6774 ou 0800 722 6001 para buscar orientações.

    Casos no mundo

    Estima-se que o número de pessoas picadas por cobras a cada ano no mundo pode chegar a 5,4 milhões, conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Desse total, entre 81 mil e 138 mil morrem, e até 400 mil ficam permanentemente incapacitadas ou desfiguradas.

    Os acidentes por animais peçonhentos, especialmente com cobras, foram incluídos pela OMS na lista das doenças tropicais negligenciadas. Isto é, enfermidades que acometem, na maioria das vezes, populações pobres que vivem em áreas rurais, desencadeando discriminação, abandono, perda de renda, dívidas, problemas de saúde mental e redução da qualidade de vida.

    Devido ao alto número de notificações no país, o agravo foi incluído na Lista de Notificação Compulsória do Brasil. Assim, todos os casos devem ser notificados ao governo federal imediatamente após a confirmação.

    Prevenção

    ⇒ Usar botas de cano alto ou perneira de couro; botinas e sapatos pode evitar cerca de 75% dos acidentes ofídicos
    ⇒ Usar luvas de aparas de couro para manipular folhas secas, montes de lixo, lenha, palhas etc. Não colocar as mãos em buracos. Cerca de 20% das picadas atingem mãos ou antebraços
    ⇒ Serpentes se abrigam em locais quentes, escuros e úmidos. Deve-se ter cuidado ao mexer em pilhas de lenha, palhadas de feijão, milho ou cana e ao revirar cupinzeiros
    ⇒ Serpentes se alimentam de ratos e, por isso, deve-se controlar o aparecimento destes roedores nas residências. Limpar paióis e terreiros, não deixar lixo acumulado. Fechar buracos de muros e frestas de portas
    ⇒ Evitar acúmulo de lixo ou entulho, de pedras, tijolos, telhas e madeiras, bem como não deixar mato alto ao redor das casas. Isso atrai e serve de abrigo para pequenos animais, que servem de alimentos às serpentes

  • Covid-19: DF tem maior taxa de testes positivos entre 9 unidades da federação, aponta levantamento

    Covid-19: DF tem maior taxa de testes positivos entre 9 unidades da federação, aponta levantamento

    Instituto Todos pela Saúde é formado por laboratórios e analisou dados para período entre 3 e 9 de setembro. Veja onde se vacinar no DF

    O Distrito Federal teve a maior taxa de testes positivos de Covid-19 entre 9 unidades da federação, segundo um levantamento do Instituto Todos pela Saúde. Os dados são para o período entre 3 e 9 de setembro.

    De acordo com a pesquisa, a capital teve 34,36% de diagnósticos confirmados para a doença entre os testes realizados na semana. A média para todos as unidades analisadas, para o mesmo período, foi de 22,32%.

    O levantamento usa como base os diagnósticos obtidos pelos laboratórios Dasa, DB Molecular, Fleury, Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), Hilab, HLAGyn e Sabin. Além do DF, as unidades da federação analisadas são Goiás, Mato Grosso, Pernambuco, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.

    Veja o índice de transmissão para as outras regiões analisadas:

    Segundo o último boletim da Secretaria de Saúde, divulgado no sábado (12), a taxa de transmissão na capital era de 1,20.

    Quando o índice fica acima de 1 há aumento do contágio –1,20 de taxa de contágio quer dizer que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 120, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Vacinação

    Capital faz mutirão de imunização com vacina contra a Covid — Foto: Tony Winston/ Agência Saúde DF

    Entre 3 e 9 de setembro, foram registrados 416 casos na capital, segundo dados da Secretaria de Saúde. Diante dos novos registros, especialistas reforçam a importância da vacinação contra a Covid-19.

    A Sociedade Brasileira de Infectologia tem recomendado atenção e manutenção de alguns cuidados como:

    • Manter calendário de imunizações atualizados;
    • Uso de máscaras para população de risco em locais fechados, com baixa ventilação e aglomeração;
    • Garantia de testagem para quem tem sintomas gripais.

    Fonte: G1

  • Em reforma, pediatria do Hospital Regional do Guará ganhará dez leitos

    Em reforma, pediatria do Hospital Regional do Guará ganhará dez leitos

    Adequações terão três etapas para não prejudicar serviços e atendimento. Objetivo é oferecer mais conforto e eficiência ao público infantil

    A unidade de pediatria do Hospital Regional do Guará (HRGu) está passando por uma reforma completa. A primeira etapa já está em andamento e será responsável por entregar dez leitos e mais uma série de melhorias para maior conforto e eficiência nos atendimentos às crianças que necessitam de cuidados médicos.

    Para minimizar o impacto na assistência aos usuários, a manutenção do espaço foi dividida em três etapas, com os leitos temporariamente realocados em consultórios e no pronto-socorro. O quantitativo de leitos permanece o mesmo durante as adequações, garantindo que a capacidade de atendimento não seja prejudicada. Além disso, há sinalização indicando as mudanças logo na entrada da unidade hospitalar.

    A fase inicial ainda inclui a substituição total da rede de gases medicinais, troca do revestimento do piso e das paredes, revisão elétrica geral, substituição de toda a rede lógica, revisão hidráulica e a instalação de novos armários. Já a segunda etapa entregará mais cinco leitos renovados. No terceiro e último momento, serão feitos os acabamentos, incluindo a identidade visual do espaço, a finalização dos consultórios e da Sala Vermelha e um leito de isolamento. Uma brinquedoteca também está prevista.

    O superintendente da Região de Saúde Centro-Sul, Ronan Garcia, destaca que a reforma irá aprimorar os serviços tanto para a população quanto aos trabalhadores de saúde. “Estamos finalizando a primeira etapa do projeto e trabalhando incansavelmente para entregar as três fases no final de outubro”, afirma.

    Compromisso

    Equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF) acompanharam de perto todo o processo de como iria ocorrer a revitalização, com visitas constantes de diversas áreas técnicas. Esse trabalho prévio permitiu elaborar novos fluxos de atendimento, garantindo que não fossem afetados.

    “Teremos um local mais acolhedor e adequado ao público infantil e às suas famílias. A brinquedoteca, por exemplo, além de ser um espaço para fisioterapia motora e respiratória, será lúdico. Isso pode refletir no tempo de recuperação dos pacientes”, afirma a diretora do HRGu, Roshni Babulal.

    Atualmente, a unidade pediátrica do HRGu conta com uma equipe de 13 profissionais atendendo, em média, mil crianças ao mês.