Categoria: Navegar Náutica e Pesca

  • Vítima de afogamento é resgatada no Lago, mas embarcação ficou encalhada

    Vítima de afogamento é resgatada no Lago, mas embarcação ficou encalhada

    O afogamento ocorreu neste sábado (22/10), e, com a ação do Corpo de Bombeiros, ninguém ficou ferido. A embarcação do grupo que salvou o homem do afogamento trazia 25 passageiros

    Na tentativa de socorro a um homem que não precisou de atendimento hospitalar, passado o susto de um afogamento, uma embarcação encalhou, ao se aproximar da margem do Lago Paranoá, perto do cais das imediações do restaurante Coco Bambu (SCES, trecho 2).

    Na embarcação, estavam 25 pessoas, entre adultos e crianças, e que, após ação do Corpo de Bombeiros, foram levadas até um cais entre a 2ª e 3ª ponte — próximo ao Clube Cota Mil. Tudo transcorreu em segurança, e o policiamento lacustre foi acionado.

    O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal atendeu a ocorrência, às 20h deste sábado (22/10). Foram utilizadas duas embarcações e três viaturas. A equipe de socorro foi completada por 15 militares.

    Fonte: CB

  • Audiência discute concessão de uso de áreas públicas nos lagos Sul e Norte

    Audiência discute concessão de uso de áreas públicas nos lagos Sul e Norte

    Evento será no dia 21 de novembro, às 18h, na sede da Seduh. Anúncio foi feito nesta sexta (21), por meio de publicação no DODF

    A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) convoca toda a população a participar de uma audiência pública em 21 de novembro, a partir das 18h. O objetivo é debater com a sociedade a proposta de Projeto de Lei Complementar (PLC) sobre a concessão de uso para ocupação das áreas públicas contíguas aos lotes residenciais nos lagos Sul e Norte. O aviso foi publicado na edição desta sexta-feira (21) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

    O Governo do Distrito Federal (GDF) tem trabalhado para enfrentar problemas que se arrastam há décadas. Por isso, a proposta elaborada pela Seduh pretende regulamentar as ocupações consolidadas, sem nunca terem tido limitações e critérios a serem observados.

    O objetivo da audiência pública é debater com a sociedade a proposta de Projeto de Lei Complementar (PLC) sobre a concessão de uso para ocupação das áreas públicas contíguas aos lotes residenciais nos lagos Sul e Norte – Imagem: Reprodução Google Earth

    “O objetivo da lei é regulamentar, através de uma cessão onerosa, a situação existente hoje nos lagos Sul e Norte. Esse é um problema histórico de ocupações que se consolidaram de forma irregular e sem critérios”, explica a secretária-executiva de Gestão e Planejamento do Território da Seduh, Janaína Vieira.

    A proposta de PLC prevê diretrizes para garantir a conexão e livre circulação de pedestres no espaço público, bem como o acesso franco entre logradouros públicos, equipamentos públicos comunitários, áreas comerciais e institucionais e mobiliário urbano.

    A minuta também define uma fórmula de cálculo para a cobrança do preço público devido, que terá como base o valor venal do terreno utilizado para cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). Será um preço público pago anualmente.

    A audiência pública será realizada presencialmente na sede da Seduh, localizada no Setor Comercial Norte (SCN), Quadra 1, Bloco A – Edifício Number One, no auditório do 18º andar. O evento também será transmitido pelo Youtube, por meio do canal Conexão Seduh.

    A minuta do Projeto de Lei Complementar está disponível para consulta no site da Seduh. A população pode acessar todo o material na aba Participação, em Audiências Públicas.

    Próximos passos

    Após a apresentação do Projeto de Lei Complementar, a equipe da Seduh avaliará as sugestões apresentadas pela população ao texto, fazendo os ajustes técnicos necessários.

    Em seguida, o texto será encaminhado para a deliberação do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan). Em seguida, será enviado à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para ser apreciado pelos parlamentares.

  • Concluído piso da passarela de pedestres da Ponte Costa e Silva

    Concluído piso da passarela de pedestres da Ponte Costa e Silva

    Com recursos de R$ 13,6 milhões, obra vai resultar em uma estrutura moderna, beneficiando aproximadamente 15 mil pessoas que passam diariamente pela via

    Com os trabalhos em ritmo acelerado, duas novidades já podem ser vistas na Ponte Costa e Silva, no Lago Sul. A primeira é que está pronto o piso da passarela que passa por debaixo da via e que será um ponto de observação do Lago Paranoá.

    A segunda boa notícia é que uma das laterais do elevado está 90% executada, o que permitirá, em breve, a liberação de uma faixa de rolamento para os motoristas. Sob responsabilidade da Novacap, a reforma da antiga passagem conta com um investimento de R$ 13,6 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF).

    Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    A reforma das laterais da ponte será feita em duas etapas – uma após a conclusão da outra. Trata-se de uma medida para não comprometer o trânsito no local. No momento, 80 operários finalizam a construção das barreiras laterais New Jersey – feitas de concreto e usadas como proteção para pedestres – e a adequação da superfície da ponte na parte superior. Em seguida, serão instalados 400 metros de guarda-corpo, espécie de barra de proteção utilizada para evitar quedas.

    Segundo o fiscal da obra pela Novacap, Daclimar de Castro, a expectativa é que em meados de novembro a faixa seja desimpedida. “Os operários estão concentrados nessa lateral do elevado que está bem adiantada, por isso há a necessidade de fechar a pista”, explica. “Assim que terminar essa etapa, a iluminação poderá ser trocada, e partimos para o outro lado”.

    Passagens laterais aumentadas

    Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    A Costa e Silva também ganhará nova iluminação LED nas duas laterais. O fiscal informa ainda que as passagens laterais foram aumentadas de 0,8 m para 1,2 m, o que garantirá mais segurança e conforto para pedestres. A obra vai beneficiar cerca de 15 mil pessoas que passam diariamente na região.

    Por sua vez, a nova passarela que passa sob a ponte já começa a ser utilizada pelo público. Com 3 m de largura e compartilhada entre pedestres e ciclistas, a via foi toda concretada e agora ganhará corrimão e guarda-corpo na beira do lago – uma novidade por ali, pois o local servirá ainda como um ponto de contemplação do espelho d’água, proporcionando uma visão ampla das margens.

    “Sem dúvida, teremos muito movimento também debaixo da ponte”, aposta o engenheiro da empresa contratada Concrepoxi, Bruno Franco. “O local tem tudo para se tornar um ponto de lazer e com segurança”. Daclimar de Castro reforça: “A passarela vai ligar as calçadas do Pontão do Lago Sul até o Parque do Bosque, permitindo assim um bom passeio tanto a pedestres quanto para ciclistas”. 

    Inaugurada em 1976, a Costa e Silva foi projetada por Oscar Niemeyer e sofreu desgastes naturais ao longo das décadas. Na estrutura interior da construção, também estão sendo feitas outras reformas, com destaque para um trabalho minucioso de correção de fissuras e infiltrações.

    O vigilante paraibano Gildemberg Kubitschek, 40, mora em Brasília há oito anos e gosta de contemplar o lago, ainda mais nesses dias de forte calor no DF. A Prainha dos Orixás e o Pontão são seus locais preferidos. Sobre as obras, ele avalia: “Vai ficar bem interessante. Podemos ver que vai facilitar a vida do pedestre que precisa atravessar por cima da ponte. E a passarela é uma ótima ideia. Depois vou lá conferir como ficou”.

  • Barco afunda no Lago Paranoá

    Barco afunda no Lago Paranoá

    Acidente foi no começo da noite desta terça-feira (11). Segundo o Corpo de Bombeiros, ocupantes da embarcação conseguiram sair a tempo; ninguém ficou ferido

    Um barco de pequeno porte afundou, no começo da noite desta terça-feira (11), no Lago Paranoá, em Brasília. O acidente foi na altura do Clube Recreativo e Esportivo dos Subtenentes e Sargentos da PMDF (CRESSPOM ).

    Mergulhadores do Corpo de Bombeiros isolaram o local e demarcaram a área para retirar a embarcação.

    De acordo com os militares, três pessoas que estavam no barco conseguiram sair a tempo mas, na hora do acidente, a tripulação chegou a ficar submersa. O grupo foi socorrido por pessoas que estavam em outra embarcação.

    Ninguém ficou ferido. O barco naufragado foi rebocado pelos bombeiros até a margem do lago, onde várias pessoas acompanhavam a operação. Do tipo “catamarã”, a embarcação tem dois cascos flutuantes, separados em cada lateral.

    Até a última atualização desta reportagem, as causas do acidente não haviam sido divulgadas.

    Fonte: G1

  • Embarcação com quase 16 metros conquista consumidor brasileiro

    Embarcação com quase 16 metros conquista consumidor brasileiro

    Com 15,80 metros de comprimento e com capacidade para até 16 pessoas durante o dia e 6 para pernoite, o iate Triton 52 HT esteve em exposição recentemente no São Paulo Boat Show e foi um dos mais procurados pelo público

    O Brasil é conhecido pelas belas paisagens e é um dos países com maior potencial para o turismo e lazer náutico. Com mais de 7 mil quilômetros de costa, além de ilhas, arquipélagos e vias interiores para serem explorados, atualmente, mais de 1 milhão de barcos de lazer já navegam no país, segundo dados da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar).

    O estaleiro nacional Triton Yachts destaca que a procura por novas embarcações vem crescendo nos últimos anos no Brasil, especialmente por modelos de médio a grande porte. Nos últimos dois anos, surgiu um novo comportamento do consumidor que está cada vez mais ligado à qualidade de vida e lazer em família.

    “A alta procura do consumidor pelo universo da navegação é percebida tanto pelas pessoas que querem entrar nesse mercado quanto para o público que quer trocar a sua embarcação por um modelo maior. Prova disso foi a alta aceitação do maior modelo da Triton Yachts, de 52 pés, o equivalente a mais de 120 metros quadrados de área, durante o São Paulo Boat Show, o maior evento náutico da América Latina e que encerrou no final de setembro. Além de ser fabricado por um estaleiro com solidez e que carrega uma história de quase 40 anos, o iate se destaca pelo aproveitamento de espaços e foi projetado com base nas necessidades de consumidores que apreciam embarcações maiores e sofisticadas para aproveitar os momentos lazer com a família e amigos”, diz Allan Cechelero, diretor de marketing da Triton Yachts.

    Foto: Divulgação Triton Yachts

    A Triton 52 HT combina o conforto de uma casa com espaços amplos de convivência para lazer, relaxamento e pernoite, sem falar da qualidade construtiva da tradicional marca que favorece o desempenho e otimiza o consumo. Foi um dos mais procuradas pelo público durante o evento náutico na capital paulista. O modelo custa a partir de R$4,5 milhões.

    Conheça mais sobre a Triton 52 HT

    Entre os vários diferenciais está o design do barco que confere beleza com suas grandiosas janelas que contornam o iate e proporcionam iluminação natural da cabine máster do proprietário e à meia nau, no convés inferior, garantindo mais luz e contato com o exterior. 

    Os ambientes externos também chamam a atenção. A proa foi estrategicamente projetada com confortáveis assentos retrateis para banhos de sol e relaxamento. E o hard top (HT), claro, promove ainda mais o contato com o exterior. Com acionamento no cockpit, o marinheiro tem opção de apreciar a vista enquanto pilota a embarcação.

    A amplitude da praça de popa é mais um atrativo da Triton 52 HT, perfeitamente integrada com cozinha, living e central de comando, separados por porta de vidro. Na área externa da popa, além de ambiente para refeições, é possível optar por espaço gourmet com pia, tábua e churrasqueira elétrica ou a carvão. A plataforma submergível é outro diferencial que agrada o consumidor brasileiro.

    Foto: Divulgação Triton Yachts

    No seu interior, o iate também surpreende pela qualidade e sofisticação dos acabamentos, do mobiliário aos estofamentos, que utilizam tecidos, acessórios e revestimentos importados combinados de forma harmoniosa. No convés inferior, estão dois banheiros e três cabines amplas como é o caso da suíte máster do proprietário posicionada estrategicamente na meia nau, com grande cama de casal, sofás e armários.  

    A Triton Yachts também possibilita ao cliente a customização de uma série de itens como é o caso da pintura, decoração, tecidos, equipamentos, revestimentos e até a motorização que pode variar entre 2 motores centro-rabeta D6 400hp a 2 IPS 600.

  • Este é o Nautilus, luxuoso iate-submarino pessoal de 25 milhões de dólares

    Este é o Nautilus, luxuoso iate-submarino pessoal de 25 milhões de dólares

    Embarcação impressionante é capaz de permanecer submersa por até quatro dias e conta com piscina, bar e vários dormitórios

    A empresa U-Boat Worx acaba de apresentar o Nautilus, um novo iate-submarino de luxo. Ao funcionar como um barco, ele oferece um enorme deck equipado com piscina, bar e uma luxuosa mesa de jantar. Já em modo submersível, ele é capaz de mergulhar até 200 metros de profundidade O veículo está ao alcance de quem se dispuser a pagar o preço inicial de 25 milhões de dólares.

    Embarcação futurista

    O Nautilus foi batizado em homenagem ao submarino de mesmo nome comandado pelo Capitão Nemo no clássico livro Vinte Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne. A embarcação pessoal foi projetada para funcionar igualmente como um iate de luxo ou um submarino. Para isso, ela conta com o já citado deck retrátil gigante, que se desdobra para ser usado sobre a água e se retrai para se adequar às viagens subaquáticas, tudo em questão de segundos e automaticamente. 

    Nautilus, um novo iate-submarino de luxo – Foto: Divulgação

    A embarcação pesa 1.250 toneladas, mede 37,5 metros de comprimento e conta com um sistema híbrido de motor diesel-elétrico. Em modo barco, o veículo pode atingir uma velocidade de cruzeiro de 9 nós (16,5 quilômetros por hora). Enquanto isso, embaixo d’água ele é capaz de viajar a 4 nós (7,5 quilômetros por hora). Parado, o Nautilus pode ficar submerso por até quatro dias, mas se permanecer em movimento, esse período é reduzido para seis horas.

    Nautilus, um novo iate-submarino de luxo – Foto: Divulgação

    O interior do Nautilus possui uma área de jantar e sala de estar medindo 50 m², com quatro janelas circulares. Além disso, a embarcação tem um quarto principal, quatro cabines e dormitórios para até seis tripulantes. Para completar, o iate-submarino conta com uma cozinha totalmente equipada.

  • Marinha Brasileira divulga nota oficial sobre retorno do casco do NAe São Paulo ao Brasil

    Marinha Brasileira divulga nota oficial sobre retorno do casco do NAe São Paulo ao Brasil

    Dois meses após deixar o Rio rumo à Turquia, o porta-aviões São Paulo voltou ao Brasil, mas ainda sem uma definição. A Marinha do Brasil divulgou um comunicado oficial sobre o assunto

    No dia 4 de agosto, o porta-aviões, comprado pela empresa turca Sok por R$ 10,6 milhões, deixou a Baía de Guanabara rumo à Turquia, onde seria desmanchado e vendido como sucata, o que poderia render cerca de R$ 100 milhões. Horas após o início da viagem, uma liminar da Justiça Federal ordenou o retorno do navio, mas a Marinha disse que ele já estava fora das águas brasileiras no momento da decisão.

    Sem permissão do governo turco para entrar no país, por causa da alta quantidade de amianto no seu interior, o navio precisou refazer toda a viagem de volta. Entretanto, ainda não recebeu nova autorização para atracar.

    Os compradores do porta-aviões, que está sendo transportado por um rebocador holandês e agora está parado na costa pernambucana, pediram para atracar no Porto de Suape. Mas a Agência de Meio Ambiente de Pernambuco não permitiu, devido ao risco ambiental. Assim, a tripulação, há dois meses viajando, ainda não tem precisão de quando irá descer em terra firme. Enquanto isso, o Ministério Público do Trabalho pediu para a Marinha enviar documentos sobre presença de substâncias tóxicas a bordo.

    Porta-aviões São Paulo – Foto: Divulgação

    A Marinha Brasileira através de nota disse o seguinte:

    CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA

    NOTA OFICIAL

    Brasília – DF. Em 06 de outubro de 2022.

    Em relação ao processo de destinação final do casco do ex-Navio Aeródromo (NAe) São Paulo, a Marinha do Brasil (MB) esclarece que o casco foi arrematado por empresa estrangeira em processo licitatório, com termo de transferência e posse de propriedade datado de 21 de abril de 2021. Acrescenta-se, ainda, que todas as ações foram conduzidas em plena consonância com a legislação brasileira e internacional vigente.

    Após a decisão de desmobilizar o Navio e serem estudadas opções de destinação, a MB optou pela Alienação do casco para “desmanche verde”. Trata-se de um processo inédito de Reciclagem Segura e Ambientalmente Adequada (Safe and Environmentally Sound Recycling of Ships). O vencedor do leilão e atual proprietário do casco é o estaleiro turco Sök Denizcilik Tic Sti, credenciado e certificado para realizar a reciclagem ambientalmente segura. A empresa Oceans Prime Offshore, contratada pelo Estaleiro vencedor, exportadora, é a responsável pelo cumprimento das cláusulas contratuais no Brasil, conforme exigências do Edital.

    Outra medida adotada pela MB foi fazer constar em Edital exigências que obrigam o atual proprietário do casco a cumprir normas internacionais, dentre as quais: o cumprimento da Convenção de Basileia sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu Depósito (1989); e a apresentação de Inventário de Materiais Perigosos (IHM), auditado por testes de laboratório credenciado e aprovado por Sociedade Classificadora independente, com base nas Resoluções da Organização Marítima Internacional (IMO).

    Em relação ao IHM, cabe destacar que o Navio, enquanto pertencia à Marinha Nacional Francesa (MNF), realizou, na década de 1990, uma ampla desamiantação dos compartimentos dapropulsão, catapulta, máquinas-auxiliares e diesel geradores, culminando com a retirada de aproximadamente 55 toneladas de amianto. Adicionalmente, é relevante mencionar que o amianto atualmente existente no ex-NAe São Paulo não oferece riscos à saúde, no estado em que se encontra.

    Porta-aviões São Paulo – Foto: Divulgação

    Sobre a transferência do casco para a Turquia, os procedimentos foram integralmente conduzidos de acordo com as normas emitidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), que é a autoridade nacional competente por emitir a autorização para a exportação de resíduos perigosos ou controlados, perante a Convenção de Basileia. A referida permissão foi concedida após notificação e consentimento dos países envolvidos, o Brasil e a Turquia.

    Em 4 de agosto, o casco foi levado do Brasil e, ao chegar nas proximidades do estreito de Gibraltar, no dia 26 do mesmo mês, o órgão ambiental turco decidiu cancelar a autorização previamente concedida. A partir dessa decisão, o IBAMA suspendeu a autorização que havia sido emitida, determinou o regresso do casco para o Brasil e notificou o atual proprietário, o Secretariado da Convenção da Basileia e o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Importa ressaltar que a Marinha do Brasil acompanhou, com zelo e prudência, os processos e trâmites administrativos para a liberação ambiental realizados pelo proprietário do casco, em perfeita observância às solicitações do IBAMA e do correspondente órgão ambiental da Turquia.

    O casco do ex-NAe São Paulo encontra-se em uma área marítima no litoral do estado de Pernambuco, a fim de se verificar a integridade do casco e as condições de flutuabilidade e estabilidade por uma empresa de Salvage Master, a ser contratada pela SOK DENIZCILIK VE TICAREST LTD STI. Tal posição, em águas jurisdicionais brasileiras, é geoestrategicamente favorável para os trâmites relativos ao restabelecimento do processo de exportação, que é de responsabilidade e está sendo conduzido pela empresa vencedora do leilão, junto ao IBAMA e ao órgão ambiental da Turquia, conforme prevê a Convenção de Basileia.

    Por fim, cabe destacar que a MB acompanhou o retorno do casco do ex-NAe São Paulo ao Brasil e permanece adotando as ações necessárias à segurança da navegação, salvaguarda da vida humana no mar e prevenção da poluição hídrica a partir de embarcações.

  • Mulher morre afogada no Lago Paranoá

    Mulher morre afogada no Lago Paranoá

    Kamila Rodrigues, de 32 anos, teria pulado na água para tentar pegar um celular que havia caído. Em menos de duas semanas, bombeiros registraram três mortes por afogamento no Paranoá

    Uma mulher, de 31 anos, morreu afogada na tarde deste sábado (1º), no Lago Paranoá, no Distrito Federal. Segundo o Corpo de Bombeiros, Kamila Rodrigues da Silva pulou na água para tentar pegar um celular que havia caído.

    Esta é a terceira morte por afogamento no Lago Paranoá em menos de 15 dias (saiba mais abaixo). Testemunhas contaram aos militares que Kamila aparentava ter consumido bebida alcoólica e que algumas pessoas tentaram resgatar a mulher, mas não conseguiram.

    A vítima foi localizada pelo Corpo de Bombeiros, a cerca de 2,5 metros de profundidade. Durante 40 minutos os socorristas tentaram reanimá-la, mas a morte foi confirmada por volta das 18h.

    Três pessoas morreram afogadas no Lago Paranoá em duas semanas

    Henrique da Silva Oliveira desapareceu no último sábado (17), no Lago Paranoá — Foto: Arquivo pessoal

    No dia 17 de setembro, um homem, de 33 anos, afundou após pular de uma lancha para tentar resgatar um boné que tinha sido levado pelo vento. O corpo Henrique Silva Oliveira foi encontrado três dias depois.

    Na última segunda-feira (26), o Corpo de Bombeiros localizou o corpo de um homem, de 27 anos, que tinha desaparecido no lago no dia anterior, enquanto pescava com amigos.

    Fonte: G1

  • Axolote ameaçado de extinção ganha espaço no Zoológico de Brasília

    Axolote ameaçado de extinção ganha espaço no Zoológico de Brasília

    Animal chegou em janeiro ao DF e, agora, pode ser visitado no borboletário. Cego e com alta capacidade regenerativa, anfíbio é importante para pesquisas científicas

    O Zoológico de Brasília tem um novo animal exposto para os visitantes. Conhecido como “eterno juvenil”, o axolote, espécie ameaçada de extinção, ganhou um espaço no borboletário.

    axolote é um anfíbio que vive em ambientes escuros e de água doce. Eles são cegos e têm alta capacidade regenerativa, sendo importantes para pesquisas científicas (saiba mais abaixo).

    De acordo com o zoológico, em janeiro, o bicho – que ainda não tem nome – foi entregue voluntariamente ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e trazido para Brasília.

    “A equipe da Diretoria de Répteis, Anfíbios e Artrópodes (DRA) prestou a devida assistência e cuidados necessários”, informou o zoo.

    Como é o axolote?

    A espécie pode medir entre 15 cm e 45 cm e é conhecida por atingir a maturidade sexual, mas permanecer no estado juvenil. Por isso, eles são chamados de “eternos juvenis”.

    Os axolotes são nativos do México e estão ameaçados de extinção. “Graças ao trabalho de pesquisadores e aquaristas, o axolote pode ser encontrado espalhado em diversos recintos ao redor do mundo”, diz o Zoo de Brasília.

    ‘Axolote em imagem de arquivo — Foto: Getty Images via BBC

    Ainda segundo a instituição, o axolote é um animal “muito importante para pesquisas científicas” por causa da sua capacidade de regeneração.

    “Em caso de perda de algum membro de seu corpo ou perda parcial dos órgãos, ele tem a capacidade de regenerar 100% do local afetado, restaurando totalmente o local e suas funções”, conta Carlos Eduardo Nóbrega, diretor da Diretoria de Répteis, Anfíbios e Artrópodes.

    Atualmente, o Zoo de Brasília é lar de três axolotes: dois juvenis e uma fêmea adulta. Porém, apenas um dos machos está em exposição.

    Os outros estão fora, na tentativa de reprodução para contribuir com a conservação da espécie. Para visitar o “eterno juvenil” no borboletário, é só ir ao Zoo, de quarta a domingo, das 9h às 12 ou das 13h30 às 16h30.

    Fonte: G1

  • Lancha pega fogo no Lago Paranoá e funcionário é levado para hospital

    Lancha pega fogo no Lago Paranoá e funcionário é levado para hospital

    As chamas atingiram a parte do motor e da cabine da embarcação. Um funcionário inalou muita fumaça e precisou de atendimento

    Uma embarcação, que estava estacionada no deck de uma marina no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), pegou fogo na manhã desta terça-feira (27/9). Três funcionários do local tentaram apagar as chamas no princípio do incêndio. Devido à inalação da fumaça, um deles foi levado para o hospital.

    Ao chegar ao local, por volta das 7h, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) encontrou funcionários da marina realizando o primeiro combate às chamas com extintores de incêndio. Além disso, havia uma grande quantidade de fumaça.

    Equipes embarcadas dos bombeiros deram o início ao combate com espuma até a chegada do reforço terrestre, que estabeleceu uma linha de mangueira do carro de auto bomba para apagar as chamas. Após isso, o incêndio foi controlado e extinto.

    Os três funcionários foram socorridos pelas equipes de socorro por terem aspirado muita fumaça. Um deles, um homem de 42 anos, foi transportado para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Ele estava consciente, orientado e estável. Os demais optaram por não ir a uma unidade de saúde.

    Segundo a corporação, as chamas atingiram parte do motor e da cabine da embarcação, mas a maior parte foi preservada. O proprietário da marina informou aos militares que a lancha passava por manutenção e não tinha uma identificação legível.

    A lancha ficou sob responsabilidade dos proprietários da marina. A perícia dos bombeiros foi solicitada para o local. Para o atendimento, a corporação contou  com três viaturas, duas embarcações e 17 militares.

    Fonte: CB