Categoria: Navegar Náutica e Pesca

  •  CLDF derruba veto de Ibaneis e Ponte Costa e Silva passa a ser Ponte Honestino Guimarães

     CLDF derruba veto de Ibaneis e Ponte Costa e Silva passa a ser Ponte Honestino Guimarães

    Governador havia vetado projeto de lei aprovado pela CLDF, que mudava nome da estrutura, mas Casa derrubou decisão nesta terça-feira (13). Imbróglio sobre tema se arrasta há, pelo menos, 7 anos

    Mais uma reviravolta envolvendo o nome da ponte que liga a Asa Sul ao Pontão do Lago Sul, em Brasília. A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) derrubou, na noite desta terça-feira (13), um veto do governador Ibaneis Rocha (MDB), e a Ponte Costa e Silva passa, mais uma vez, a se chamar Ponte Honestino Guimarães.

    A polêmica envolvendo o nome da via se arrasta há, pelo menos, sete anos, com decisões opostas ao longo do tempo (relembre abaixo). Costa e Silva foi presidente do país durante a ditadura militar e responsável pelo Ato Institucional 5 (AI-5), um dos que mais cerceou direitos no período. Já Honestino Guimarães foi um estudante da Universidade de Brasília (UnB) desaparecido na ditadura.

    Com a derrubada do veto de Ibaneis, a medida se torna lei e a estrutura passa a homenagear o estudante. O governo do DF ainda pode acionar a Justiça contra a mudança.

    O projeto que renomeia a ponte é de autoria do deputado distrital Leandro Grass (PV), que comemorou a decisão.

    “No dia 13 de dezembro de 1968, foi decretado o famoso AI-5 pelo presidente Costa e Silva, cerceando direitos políticos e civis e fechando o Congresso Nacional. Hoje, neste mesmo dia, a Câmara Legislativa tira da ponte o nome de alguém que tem suas mãos sujas de sangue, responsável por dezenas de desaparecimentos na ditadura. O nome que vai entrar é o nome de alguém que lutou pela democracia e que até hoje não sabemos o paradeiro”, afirma Grass.

    Polêmica sobre nome

    O tema é motivo de polêmica desde 2015. À ocasião, a CLDF aprovou um projeto de lei que alterava o nome da ponte, de Costa e Silva, para Honestino Guimarães. No entanto, o texto foi declarado inconstitucional pela Justiça, sob o argumento de não ter contemplado a realização de uma audiência pública prévia com a comunidade.

    Em outubro de 2021, a CLDF aprovou o novo projeto propondo a mesma mudança. Foi realizada uma audiência pública, como determina a legislação. O texto seguiu para sanção de Ibaneis.

    No entanto, o chefe do Executivo local vetou a proposta. Na mensagem enviada à Casa informando a decisão, o governador afirmou que o projeto “não reflete a formalidade que se espera da norma” e justificou que o “momento histórico não pode ser esquecido”.

    “Dada a importância e representação da Ponte Costa e Silva para Brasília, a sua idealização pelo arquiteto Oscar Niemeyer e o momento histórico que não pode ser esquecido, aliado à decisão proferida pelo Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, entende-se pelo veto da presente iniciativa.”

    Quem é Honestino Guimarães?

    Documento de identificação de Honestino Guimarães no curso de futurologia ministrado por Gilberto Freyre na Universidade de Brasília — Foto: Reprodução

    Honestino Guimarães nasceu em Itaberaí (GO), em 1947, e mudou-se com a família para Brasília em 1960. Antes de completar 18 anos, prestou vestibular para geologia na UnB e foi aprovado em primeiro lugar na classificação geral.

    Ao longo da graduação e em meio ao regime ditatorial, Honestino engajou-se na política estudantil, protestando contra o governo por meio de manifestações, pichações e distribuição de panfletos. Dois meses antes de se formar, acabou expulso da universidade e foi morar clandestinamente em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde foi preso e desapareceu.

    Em março de 1996, a família de Guimarães recebeu um atestado de óbito do estudante pelo Poder Judiciário do Rio de Janeiro, sem mencionar a causa da morte. A exemplo de outros mortos na ditadura, como Vladimir Herzog e Stuart Angel, o nome de Honestino Guimarães se tornou símbolo da resistência ao regime militar.

    Costa e Silva

    General Artur da Costa e Silva assina o AI-1 em 9 de abril de 1964 — Foto: Arquivo / Agência O Globo

    O presidente Artur da Costa e Silva governou o Brasil entre março de 1967 e agosto de 1969. O período ficou conhecido como “anos de chumbo”, por causa do fortalecimento da repressão e das práticas de tortura, segundo historiadores.

    O AI-5, que institucionalizava a repressão e autorizava o fechamento do Congresso e a cassação de políticos, foi editado por Costa e Silva em 1968.

    Ponte

    A Ponte Costa e Silva foi inaugurada em 1976 e tem 400 metros de extensão. A via liga a L4 Sul, na altura do Setor de Clubes, à quadra QI 10 do Lago Sul. Além dela, as pontes das Garças e JK também cruzam o Lago Paranoá na região Sul.

    Fonte: G1

  • Conheça o iate de luxo do capitão da seleção brasileira Thiago Silva

    Conheça o iate de luxo do capitão da seleção brasileira Thiago Silva

    A Azimut 56 foi um presente de Natal do jogador à esposa e aos filhos. A embarcação está avaliada em quase R$ 10 milhões

    O modelo escolhido pelo zagueiro do Chelsea e capitão da seleção brasileira, Thiago Silva, para passar momentos especiais com a família foi a elegante Azimut 56, sucesso nacional e internacional da marca italiana Azimut Yachts, maior produtor de iates de luxo do mundo.

    São mais de 17 metros de comprimento, divididos em três pavimentos, confortáveis suítes, áreas de estar e jantar e outros ambientes externos e internos, projetados por renomados designers italianos. A embarcação está avaliada em quase R$ 10 milhões.

    Thiago Silva no dia em que presenteou a mulher com iate de luxo — Foto: Divulgação/Azimut Yachts

    “Este é o nosso primeiro iate, um verdadeiro sonho, e, com certeza, iremos aprender muito mais sobre este universo agora. Apesar da experiência zero com navegação, conheci a marca conversando com colegas da seleção brasileira que indicaram a Azimut Yachts por ser uma marca sólida, famosa e referência mundial no mercado náutico. Além disso, traz segurança para aproveitar o lazer com minha família”, comentou o jogador durante a entrega do iate na Marina da Glória, no Rio de Janeiro.

    Conheça a Azimut 56

    Iate de luxo de Thiago Silva — Foto: Divulgação/Azimut Yachts

    A Azimut 56 esbanja sofisticação e traz um design interior surpreendente, desenhado por arquitetos globalmente reconhecidos do “Azimut Yachts Style Department” na Itália. Tem como objetivo proporcionar estética, combinada com o autêntico estilo italiano, sem abrir mão do aproveitamento de espaços, para aproveitar ao máximo os momentos a bordo.

    Em seu interior, a nobreza dos móveis e estofados é percebida pelo público exigente e foi desenhada exclusivamente para este iate de 56 pés, com predomínio das luzes naturais pelas grandes janelas laterais recortadas e que contornam a embarcação. As tonalidades neutras utilizadas em pisos e revestimentos nobres, junto ao projeto luminotécnico dão a sensação de conforto e amplitude ao ambiente. As linhas fluidas e cantos orgânicos são características marcantes no design de móveis e estofados também chamam a atenção gerando uma sensação de que o mobiliário está suspenso, tendência mundial da marca.

    Suíte VIP do iate — Foto: Divulgação/Azimut Yachts

    Em termos de usabilidade, no salão principal, a integração do living com a cozinha forma uma área aberta e mais ampla, conta também com uma central de comando de alta tecnologia, com auxílio navegação, monitoramento de sistemas a bordo como ar condicionado, nível dos tanques, luzes de navegação, cartas náuticas e sistemas elétricos, equipamentos de última geração. Formada por até dois bancos de pilotos ergonômicos, revestidos em couro italiano que trazem elegância também para o espaço do marinheiro.

    A espaçosa praça de popa também integra essa área formando mais um ambiente que remete a uma belíssima “varanda” com vista para o mar. A plataforma de popa, submergível, é opção para banhos de sol e de mar, e para diversão entre amigos e familiares. O espelho da popa conta com espaço gourmet e, quando acionado, é aberta uma área com churrasqueira adicional e pia para que o proprietário e convidados possam aproveitar ainda mais o lazer a bordo.

    Sala de comando do iate — Foto: Divulgação/Azimut Yachts

    Uma embarcação espaçosa e requintada, para quem prioriza um interior extraordinário. A Azimut 56 é um iate que proporciona o melhor do lazer e do conforto, para aqueles que buscam por momentos memoráveis.

    Cada detalhe foi pensado minuciosamente para entregar uma releitura elegante da década de 60, como é o caso da madeira em carvalho escovado, detalhes em bronze fosco em espelhos e metais, e couro ecológico. O convés inferior segue o mesmo estilo sofisticado. A cabine máster na meia nau impressiona pelas dimensões, pelo design acolhedor, com inúmeros espaços para armazenamento e belíssimo banheiro privativo. O iate conta ainda com duas outras cabines e banheiro que acompanham a mesma excelência.

    Salão do iate — Foto: Divulgação/Azimut Yachts

    Impossível falar da Azimut 56 sem destacar seu “flybridge”, que traz características inéditas para um barco dessa categoria. Foi projetado para compor três zonas distintas: o segundo posto de comando, a área de refeições e um espaço para convivência e banhos de sol, os quais podem ser mobiliados conforme as necessidades e preferências do cliente.

    O lounge de proa traz mais uma inovação da marca, um espaço que pode ser utilizado tanto para relaxar ou para aproveitar a navegação em dias ensolarados, quanto para reunir os amigos já que pode se transformar em uma grande área externa com sofá.

    Praça de popa — Foto: Divulgação/Azimut Yachts

    A Azimut 56, fabricada na unidade brasileira da marca, é equipada com 2 motores Volvo 725HP que atingem 32 nós de velocidade máxima e 26 nós em velocidade de cruzeiro.

    Fonte: exame.com

  • Deixou seu iPhone cair no Lago Paranoá? O caça-celular resolve

    Deixou seu iPhone cair no Lago Paranoá? O caça-celular resolve

    Onde há muita circulação de lanchas e jetskis com aglomeração de pessoas no lago, também existem muitos telefones no fundo do Paranoá

    Imagine o prejuízo de deixar um telefone celular, avaliado entre R$ 5 e 10 mil, cair no Lago Paranoá durante um passeio de lancha. Explorando um mercado inédito na prestação de serviço, um mergulhador profissional do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF) atua nas horas vagas como “caça-celular”, recuperando aparelhos nas profundezas do lago.

    Mergulhador da ativa há 23 anos, Edvilson Magalhães, 49, conta que, naturalmente, começou a ajudar pessoas que deixaram os celulares caírem na água. “Sempre atuei com busca e resgate no lago e, uma vez, um amigo indicou uma pessoa que havia perdido um telefone. Acabei achando o aparelho no fundo e a notícia se espalhou”, brincou.

    Geralmente, segundo o bombeiro, onde há muita circulação de lanchas e jetskis com aglomeração de pessoas no lago, também existem muitos telefones no fundo do Paranoá. “Alguém sempre acaba deixando o aparelho escorregar das mãos. Nesta semana, uma moça deixou um iPhone cair na água quando estava sentada no Deck Norte. No dia seguinte eu mergulhei e consegui recuperar o aparelho”, disse.

    Cordões e alianças

    O militar não recupera apenas celulares que frequentadores do lago deixaram cair. Outros objetos de valor como cordões de ouro, alianças e brincos também costumam ser localizados pelo mergulhador.

    Objetos inusitados

    Drone encontrado no Lago – Foto: Divulgação

    Além dos celulares e joias que costumam ser retirados do fundo do Paranoá, o militar já conseguiu recuperar objetos inusitados, como um drone que havia caído durante um voo enquanto cruzava o lago. O aparelho ficou sem bateria durante o trajeto, caiu e fundou.

    Depois de ser acionado pelos donos do drone, o mergulhador conseguiu resgatar o equipamento. Em outra oportunidade, o caça-celular encontrou uma prótese usada por alguém havia perdido parte da perna. Apesar de recuperar o objeto, o militar não conseguiu localizar o dono da prótese.

    Alguns pontos do Paranoá, de acordo com o militar, ficam no limiar da segurança, como é a região próxima aos pilares da ponte JK, por onde passam muitas embarcações. “É preciso lembrar que o mergulho é feito apenas quando não há risco. Existem pontos do lago que poder ter mais de vinte metros de profundidade e com baixíssima visibilidade”, disse.

    “Tendo um ambiente controlado e eu me sentido seguro, faço o mergulho. A ideia é ajudar as pessoas a recuperar os bens que estão perdidos”, explicou.

    Em seu perfil no Instagram, o mergulhador conta com mais de seis mil seguidores e posta semanalmente vídeos e fotos do resgate de vários objetos encontrados por ele no fundo do lago em diferentes pontos.

    Fonte: Metrópoles

  • Polícia prende homem que pescava no Lago Paranoá por crime ambiental

    Polícia prende homem que pescava no Lago Paranoá por crime ambiental

    A Polícia Militar do DF constatou que além de alguns camarões mortos havia duas tartarugas mortas presas na armadilha

    Um homem foi preso pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) na segunda-feira (28/11), no Lago Paranoá, por pesca irregular. De acordo com os policiais,  no momento em que eles faziam o patrulhamento pelo local avistaram um homem de 62 anos manuseando uma armadilha de pesca tipo jiqui, proibida para pescadores amadores.

    Segundo os policiais, a equipe viu o homem nas proximidades do Lago Norte e foi averiguar o que estava acontecendo. Ao se aproximarem do homem, os policiais constataram que além de alguns camarões mortos, havia dois cágados (tartarugas) mortos, presos na armadilha.

    A polícia explicou que o homem foi autuado  pelo Art. 34,inciso II, da Lei 9.605/98, por pescar em período proibido ou em lugares interditados pelo órgão competente. A pena para esse tipo de crime é um ano a três anos de detenção ou multa, ou ambas penalidades.

    De acordo com a Policia Militar, no dia do flagrante, o suspeito foi encaminhado à 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá e já foi solto após o pagamento de fiança.

    Fonte: G1

  • Justiça proíbe navio ‘tóxico’ de atracar em Suape

    Justiça proíbe navio ‘tóxico’ de atracar em Suape

    Vendido como sucata, porta-aviões foi recusado pelo governo turco e voltou ao país com toneladas de amianto e resíduos radioativos

    Vendida a uma empresa turca, a sucata de um antigo porta-aviões da Marinha do Brasil, contendo resíduos tóxicos, está impedida de aportar no Porto de Suape, em Ipojuca (PE), por decisão liminar concedida pela Justiça Federal ao Estado de Pernambuco. Transportada por uma embarcação holandesa, a carga com pelo menos 10 toneladas de amianto e suspeita de material radioativo, está vagando pelo Oceano Atlântico desde agosto, sem conseguir autorização para atracar em nenhum porto.

    O casco do porta-aviões “São Paulo” partiu do Rio de Janeiro no início do mês agosto, após ser arrematado, em um leilão da União, por empresa da Turquia, com chancela do Ibama. No fim de agosto, quando a embarcação com a carga já estava passando pelo Estreito de Gibraltar, nas proximidades do Marrocos, o Ministério de Meio Ambiente turco suspendeu o consentimento para a importação do bem.

    A medida do governo da Turquia foi tomada diante de alertas de organizações como Greenpeace e NBO Shipbreaking Platform da existência de material tóxico na embarcação como o cádmio radioativo, além da carga de amianto, o que contrariaria a Convenção de Basileia sobre o controle de depósito e de movimentos fronteiriços de resíduos perigosos.

    Da forma automática, o Ibama recuou da autorização para exportação do casco do porta-aviões e o comboio teve que retornar ao Brasil. Quando já estava quase chegando de volta ao Rio, a Marinha proibiu a embarcação de atracar no Estado, determinando que o “São Paulo” subisse a costa brasileira até o Porto de Suape, a mais de 1.500 quilômetros, sob a justificativa de que a embarcação precisaria passar por vistoria no local.

    Segundo o Estado de Pernambuco, que controla o Porto de Suape, a Marinha não esclareceu por qual motivo a vistoria não poderia ser feita no Rio e anunciou uma ordem de atracação “forçada”, sem passar por autorização de autoridades administrativas do porto.

    O Estado então recorreu a via judicial. Em decisão cautelar, a Justiça Federal proibiu a embarcação de atracar em Suape, reconhecendo a existência de riscos sanitários e ambientais, além do perigo de naufrágio da embarcação ou seu abandono, cenário considerado provável por órgãos do governo do Estado.

    Foto: Divulgação

    Segundo o juiz federal Ubiratan de Couto Marinho, “a pintura do casco de cádmio possui indícios de ser radioativa” e a quantidade de amianto pode ser “infinitamente maior do que o foi alegado”- 9,6 toneladas. Até o momento, a embarcação, apelidada de navio-fantasma, permanece no oceano, nas proximidades de Pernambuco, onde está vagando desde o início de outubro.

    A Marinha não se posicionou sobre a decisão judicial, tampouco o Ministério da Defesa, ao qual está vinculada. O Ibama e o Ministério do Meio Ambiente também não.

    A decisão judicial prevê multa diária de R$ 100 mil, caso a Marinha não suspenda imediatamente a ordem de atracação em Suape. Se isso vier a ocorrer, a Marinha deverá promover a “imediata retirada da embarcação, arcando com todos os custos e riscos inerentes” a esse procedimento.

    Em nota, a MSK Maritime Services e Trading, responsável pelo transporte da carga, disse que cumpre normas internacionais e aguarda resolução das autoridades brasileiras.

    Fonte: valor.globo.com

  • Brasília recebe maior feira de artigos de camping da América Latina

    Brasília recebe maior feira de artigos de camping da América Latina

    Com perspectiva de movimentar R$ 250 milhões em negócios, 6ª Preview Expo Motorhome será realizada entre os dias 16 e 19, no Parque da Cidade, com uma série de palestras

    A capital federal vai sediar a maior feira de campismo e caravanismo da América Latina, a 6ª Preview Expo Motorhome. O evento ocorre entre os dias 16 e 19 deste mês, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, contando com mais de 70 expositores e uma programação com 14 palestrantes, entre eles o biólogo, economista e apresentador de programas de natureza Richard Rasmussen, que vai falar sobre o ecoturismo no Brasil. A iniciativa oferecerá produtos em diversas áreas do campismo, como trailers e mini trailers, motorhomes e camping.

    A Preview Expo Motorhome tem como objetivo o desenvolvimento do setor do campismo e caravanismo e o incentivo a empresas fornecedoras de insumos – peças e acessórios, eletrodomésticos, móveis, equipamentos elétricos, hidráulicos, entre outros – voltados para o setor caravanista. Além de fomentar esse mercado, o encontro também busca novos entusiastas de campismo e caravanismo e a difusão dessa cultura e estilo de vida, que têm crescido cada vez mais no Brasil.

    “Percebemos que o movimento dos adeptos do estilo de vida do motorhome, como lazer ou mesmo como forma de moradia, tem crescido exponencialmente, ainda mais nesse período pós-pandemia. A nossa expectativa é que cerca de 30 mil pessoas passem pelo evento”, destaca a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira.

    O evento contará com o lançamento exclusivo do primeiro motorhome com câmbio automático produzido no Brasil, o F-Camper, da Ford. A última edição da exposição foi realizada em Canela (RS), movimentando cerca de R$ 80 milhões em negócios com mais de 40 expositores e 4 mil visitantes. Para a edição brasiliense, a expectativa é maior: a organização estima R$ 250 milhões em negócios.

    “Escolhemos Brasília para realizar esta edição para descentralizar o movimento e trazer para o coração do país uma semente para disseminar a cultura do campismo e do caravanismo. O Parque da Cidade da capital federal é um dos maiores parques urbanos do mundo e o maior da América Latina e conta com um pavilhão de exposições com ampla estrutura, ideal para receber um evento do porte da Expo Motorhome. Esperamos aquecer esse mercado que está em franco crescimento no Brasil e conquistar um crescimento de 25% na comercialização de veículos, carrocerias, acessórios e insumos de campismo. Vai movimentar a economia local, regional e nacional”, afirma o presidente da 6ª Preview Expo Motorhome, Alexandre Boff.

    Foto: Divulgação

    Programação

    As atividades da 6ª Preview Expo Motorhome começam às 14h do dia 16. Além dos estandes e da área de camping, os visitantes poderão assistir a uma diversificada programação de palestras.

    Dia 16 (quarta-feira)

    14h – Abertura oficial

    17h – Homologação de motorhome: como e quem deve fazer (VIP Engenharia)

    18h – Expedição Atacama de motorhome (José Ronaldo Sessak)

    19h – Aventuras pelo céu, pela terra e pelo mar (Max Fercondini)

    Dia 17 (quinta-feira)

    16h – 50 Mundos: eu vivo na estrada e moro no mundo (Sérgio Plumari)

    17h – A importância da Anfatre para o setor (Marcus Pinto e Fernanda Ricciardi)

    18h – Expedições em grupo pelo Brasil e Uruguai (Ricardo Amatucci – Clube Irmãos na Estrada)

    19h – Início do campismo (Moacir e Clory Feiten)

    Dia 18 (sexta-feira)

    16h – A arte de viver na estrada (TNG Duo)

    17h – Uma viagem de motorhome ao lugar habitado mais frio do mundo (Roy Rudnick e Michelle Weiss)

    18h – Mercado e dicas para comprar um veículo recreativo (Felipe Kirsch)

    19h – Caravanismo no maior rally do mundo (Sioney Carvalho – Camping Rota 89)

    Dia 19 (sábado)

    14h – O início de um sonho (Alexandre Boff)

    15h – O ecoturismo no Brasil (Richard Rasmussen)

    17h – Cruzando fronteiras a bordo de um Expedition Truck (Rodrigo Coelho e Carla Sandim)

    Serviço
    Evento: 6ª Preview Expo Motorhome
    Data: de 16 a 19 deste mês
    Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade

  • Marina Itajaí amplia e abre reservas para o final de ano

    Marina Itajaí amplia e abre reservas para o final de ano

    Após conclusão das obras, complexo náutico terá 405 vagas para embarcações. Para quem deseja visitar o litoral norte de Santa Catarina de barco durante os períodos de Natal e Ano Novo, a Marina Itajaí está com reservas abertas

    O litoral catarinense é um dos destinos náuticos mais procurados do país. A Marina Itajaí, que foi reconhecida como uma das melhores estruturas para receber embarcações do Brasil, já se prepara para uma das melhores temporadas da história. Com o investimento recente de R$ 2 milhões na ampliação de 50 novas vagas, o complexo terá um total de 405 vagas para atender a alta demanda do final de ano e já trabalha com reservas para os períodos de Natal e Ano Novo.

    Segundo o diretor da Marina Itajaí Carlos Gayoso de Oliveira a taxa de ocupação do complexo náutico segue elevada por dois fatores. “A alta procura por vagas é reflexo do aquecimento do mercado, que segue em expansão e, inclusive, o setor náutico deve fechar o ano com faturamento recorde de R$2,5 bilhões, e também pela demanda reprimida por vagas em instalações náuticas no país”, explica. De acordo com o último levantamento feito pela Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos (Acobar), se levar em conta o número de barcos registrados pela Marinha do Brasil, existe no país um déficit de mais de 55 mil vagas para embarcações em instalações de apoio náutico.

    Marina Itajaí – Foto: Divulgação

    Para o presidente da Acobar Eduardo Colunna, apesar dos desafios, o país e, principalmente, Santa Catarina, ainda tem grande potencial de desenvolvimento. “O mercado náutico vem crescendo de 2020 para cá, isso foi uma movimentação mundial. O Brasil tem potencial para continuar crescendo e assim amadurecer como um todo. O estado de Santa Catarina teve um grande salto nos últimos 20 anos, se tornando um polo produtivo e com novas marinas e também com o evento Marina Itajaí Boat Show se tornará um importante destino náutico para consumidores locais e visitantes de outros estados”, afirma.

    Um estudo realizado pela Lidera Consultoria apontou que para atender à demanda reprimida de vagas para embarcações é necessário um investimento privado de R$ 2,5 bilhões, o que geraria um impacto na economia brasileira de R$ 25 bilhões ao ano e na geração de 140 mil empregos. Isso ocorreria porque se estima que uma instalação de apoio náutico para 300 embarcações tenha impacto direto, indireto e induzido de R$ 141 milhões por ano na economia local e garanta 780 postos de trabalho. Os empregos são gerados de forma direta e indireta em instalações como marinas, estaleiros, fabricantes e fornecedores de embarcações, além de hotéis, restaurantes e comércio local.

    Marina Itajaí – Foto: Divulgação

    No último levantamento feito pela Acobar, o Brasil tinha cerca de 480 estruturas regulares de apoio náutico, entre iates clubes, marinas e garagens náuticas, que oferecem em torno de 39 mil vagas secas e 7 mil vagas molhadas. O Sudeste é a região com maior número de vagas e também de embarcações com aproximadamente 50% da frota de esporte e recreio e 52% das estruturas de apoio náutico do país.

    Marina Itajaí abre reservas para Natal e Ano Novo

    Para quem deseja visitar o litoral norte de Santa Catarina durante os períodos de Natal e Ano Novo, a Marina Itajaí está com reservas abertas para a guarda de embarcações. O valor da diária inicia em R$ 188. O investimento inclui água, luz, acesso à internet, suporte operacional, portaria, segurança 24 horas, estacionamento, banheiros e vestiários. Posto de combustível com diesel Premium Verana (mais sustentável) também fazem parte da infraestrutura do complexo.

  • Homem morre afogado no Lago Paranoá

    Homem morre afogado no Lago Paranoá

    Segundo Corpo de Bombeiros, banhista foi encontrado próximo ao Deck Sul e a 2,5 metros de profundidade. Depois 50 minutos de tentativas de reanimação, óbito foi declarado no local

    Um homem, de aparentemente 40 anos, morreu afogado no sábado (5), próximo do Deck Sul, no Lago Paranoá, no Distrito Federal. O Corpo de Bombeiros tentou reanimá-lo por aproximadamente 50 minutos, mas ele entrou em parada cardiorrespiratória e não resistiu.

    O homem foi encontrado a dois metros e meio de profundidade e a oitenta metros da margem do lago. Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre a identidade da vítima e nem informações sobre quem chamou o socorro, bem como as causas do afogamento.

    Fonte: G1

  • Cinco dicas para comprar seu primeiro barco

    Cinco dicas para comprar seu primeiro barco

    Especialista no mercado náutico Barbara Martendal Yamamoto apresenta cinco dicas de como escolher a primeira embarcação, com seleção de modelos que vão de 18 a 24 pés e partem de R$ 170 mil

    Com projeção de crescimento de 25% em vendas de barcos em 2022 em comparação com o ano anterior e quase 3,5 mil embarcações produzidas anualmente no Brasil, segundo dados da Acobar (Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e Seus Implementos), a paixão pela náutica tem conquistado cada vez mais adeptos no país. Para quem está pensando em ingressar nesse mundo e está com dúvidas na hora de comprar sua primeira lancha ou iate, a especialista no mercado náutico Barbara Martendal Yamamoto apresenta cinco dicas com seleção de modelos que vão de 18 a 24 pés e partem de R$ 170 mil.

    Veja as cinco dicas para quem deseja ingressar na náutica

    Uso da embarcação

    O primeiro passo é definir qual será a utilização do barco, já que há modelos pensados para quem deseja fazer navegação ou para esportes aquáticos e pesca durante o dia, por exemplo, e outros que já vem com banheiro e cabine para aqueles que desejam estender o tempo no mar. O tipo de uso da embarcação é uma escolha que influencia no tamanho, layout e no custo do modelo.

    Proa aberta ou fechada

    Definido como será o uso, o segundo passo é escolher por uma embarcação com proa aberta ou fechada. Para quem optar por uma lancha de proa aberta, onde é possível ter uma área de convivência ao ar livre, uma dica é a Focker 242 GTO que possui 6,73 metros de comprimento de puro conforto para navegações durante o dia. Com capacidade para receber até dez passageiros durante o dia, a embarcação foi a primeira lancha a ser certificada pela Acobar e, em 2019, foi premiada na categoria Diversão, no Prêmio Bombarco, considerado o Oscar da indústria náutica. Já a Focker 242 GTC, modelo destaque com proa fechada, oferece o conforto de uma cabine e banheiro a bordo. Possui 6,96 metros de comprimento e capacidade para receber até oito passageiros durante o dia e dois para pernoite.

    Foto: Divulgação

    Motorização

    Outra dica é pensar na motorização, que pode ser centro rabeta, que fica na área central do barco em uma casa de máquinas protegida, ou de popa, na parte traseira da embarcação. Entre as vantagens do motor centro-rabeta está o ruído que é menor e a otimização de espaço na plataforma de banhos. Já a motorização de popa está entre as preferências de consumidores por ser mais econômica em termos de manutenção e porque pode ser elevado favorecendo a ancoragem em regiões de baixa profundidade. A nova Focker 212, por exemplo, é compatível com motorização de popa de 90 a 175 HP. Possui 6,73 metros de comprimento e capacidade para receber até oito passageiros.

    Foto: Divulgação

    Garagem ou marina

    Também é importante avaliar se a embarcação será guardada na garagem de casa ou em uma marina ou iate clube, já que isso influencia nos custos. Barcos menores podem ser guardados em casa e são mais fáceis de transportar, inclusive rebocados na parte traseira de veículos de passeio. Modelo destaque nesta categoria é a Focker 188 Joy que possui cockpit espaçoso planejado para facilitar a circulação e a interação entre as pessoas a bordo. Custa a partir de R$170 mil e tem 5,5 metros de comprimento.

    Foto: Divulgação

    Análise do fabricante

    Outra dica é avaliar a experiência do estaleiro e a depreciação da embarcação no mercado para o momento em que desejar fazer um upgrade. “Se possível, faça um test drive na embarcação, visite a fábrica e se certifique de que o estaleiro já possui tempo e um número de barcos considerável navegando. A Fibrafort, por exemplo, tem mais de 30 anos de atuação e mais de 18 mil barcos entregues no mundo”, explica Barbara que atua como gerente comercial e marketing da Fibrafort, considerada uma das maiores fabricantes de barcos da América Latina.

  • Brasília recebe competição de dragon boat em ação do Outubro Rosa

    Brasília recebe competição de dragon boat em ação do Outubro Rosa

    Evento esportivo vai reunir 400 mulheres no Lago Paranoá para chamar a atenção para a importância da prevenção do câncer de mama

    O Lago Paranoá, um dos cartões postais de Brasília, será invadido por barcos dragões. Vem aí o 1º Festival de Dragon Boat de Mulheres Sobreviventes do Câncer de Mama. Com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), o evento ocorre entre os dias 26 e 29 de outubro e celebra o Outubro Rosa reunindo 27 equipes compostas por 400 mulheres que venceram o câncer.

    Inédito no Brasil, o festival quer promover a modalidade dragon boat, que utiliza uma embarcação coletiva típica da China movida a tração humana. A iniciativa, promovida pela Associação Canomama, também vai contar com o 1º Encontro Nacional de Remadoras Rosas em Brasília.

    Dragon boat é uma modalidade que permite o desenvolvimento físico e psicossocial e é conduzido por até 22 mulheres remando em sincronia. As embarcações medem 12,4 metros (com 1,16m de largura), pesam 250 kg e podem alcançar velocidade média de 22 km/h.

    As remadoras da capital vão receber mulheres de todas as regiões do Brasil e de mais seis países: Panamá, Argentina, Canadá, Estados Unidos, Colômbia e Chile. A presidente da associação, Larissa Lima, 48 anos, que venceu o câncer de mama, destaca a importância de iniciativas que despertem a atenção para a prevenção da doença e que atraiam mais mulheres para a vida no esporte.

    Foto: Divulgação/Canomama

    “A canoagem é um esporte que faz movimentos com os membros superiores, prevenindo diversas consequências que podem vir após o tratamento do câncer de mama. A prática da atividade melhora a autoestima, tira as mulheres do ambiente hospitalar e atua diretamente no desenvolvimento dos aspectos biopsicossociais”, destaca Larissa.

    A ideia é ampliar o número de mulheres sobreviventes do câncer de mama praticando atividade física, além de prevenir o aumento da doença e do tabagismo, do sedentarismo e da obesidade, visando sempre o bem-estar físico e emocional das mulheres e possibilitando a troca de experiências.

    “Uma causa linda deve ser celebrada. A prática regular de exercícios físicos é uma peça fundamental não apenas na prevenção, mas também durante e após o tratamento oncológico. Brasília é a capital de todas as modalidades esportivas e poder fomentar essa iniciativa, além de trazer uma novidade para o esporte, mostra que o esporte é de fato saúde”, destaca a secretária de esporte e lazer, Giselle Ferreira.

    Serviço
    – 1º Festival Internacional de Dragon Boat de Mulheres Sobreviventes do Câncer de Mama e 1º Encontro Nacional de Remadoras Rosas
    – Data: 26 a 29 de outubro de 2022
    – Local: Clube Ascade e Millennium Convention Center (Setor de Clubes Esportivos Sul)