Barcos de grande porte foram os mais procurados pelos consumidores brasileiros nos últimos 12 meses
O mercado náutico brasileiro apresenta um cenário positivo com relação ao número de vendas de embarcações de grande porte. O estaleiro brasileiro Armatti Yachts comemora o crescimento comercial de 40% por modelos da marca. A Armatti 390 Sport Coupé, por exemplo, lançada durante o Rio Boat Show de 2022, já soma mais de 14 barcos negociados, sendo 6 já entregues nos últimos 12 meses.
“O consumidor brasileiro tem grande apreciação pelas nossas embarcações, principalmente porque investimos em um design premium, único, diferente do que se encontra no mercado atualmente. Nossos clientes, inclusive, fazem upgrade de modelos dentro da nossa marca, a exemplo de um cliente que, em 2021, adquiriu uma Armatti 350 Gran Cabrio e, no último ano, trocou por um modelo de 39 pés”, afirma o CEO da Armatti Yachts, Fernando Assinato.
Armatti 420 Sport Fly – Foto: Divulgação/Armatti Yachts
O empresário destaca que o crescimento nas vendas ainda se justifica pelo fato de as embarcações terem um bom aproveitamento do layout interno e garantirem ainda mais conforto a bordo. “A Armatti 390 Sport Coupé é um caso, pois oferece o que é encontrado apenas em iates de maiores proporções”, afirma o empresário.
Os consumidores são, principalmente, de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina, este último onde está localizada a matriz da empresa, na região da Grande Florianópolis. Com a recente ampliação da fábrica para 9 mil metros quadrados, a fila de espera retraiu de 10 para 3 meses.
Dá para esvaziar o barco elétrico para colocá-lo numa bolsa grande ou porta-mala de um sedã, por exemplo; saiba mais
O GoBoat combina conceitos de caiaque, prancha de remo e barco elétrico e leva o apelido de “o barco mais portátil do mundo”. Alimentado por um motor totalmente elétrico, o barco esvazia, o que permite carregá-lo numa mochila grande ou mala.
Para quem tem pressa:
O GoBoat é um barco elétrico com apelido de “o barco mais portátil do mundo”;
Além de funcionar com um motor totalmente elétrico, dá para esvaziar o barco para colocá-lo numa bolsa grande, porta-malas de um sedã ou até mochila;
A empresa oferece três modelos, pensados para crianças, adultos e pescaria;
Os preços vão de US$ 683 (R$ 3,4 mil) a US$ 1 mil (R$ 5 mil).
A empresa revelou sua nova linha GoBoat 2.0 recentemente. Ela oferece mais desempenho, estabilidade e tamanho compacto do que a primeira geração. E sai por um preço acessível.
Barco elétrico portátil
Feito com o material da AirCore, dona da GoBoat, o barco pode esvaziar para caber numa bolsa grande, porta-malas de um sedã ou até mochila (que aguente armazenar meio quilo de peso), de acordo com a empresa.
Quando inflado (ele tem três câmaras de inflação), o barco elétrico apresenta um design redondo, que aprimora a navegação, segundo a GoBoat.
O motor de pesca de 12 V incluído, projetado pela GoBoat, tem aproximadamente 16 quilos de empuxo com um eixo de 60 centímetros numa configuração de montagem de proa. É o “motor de empuxo de 16 quilos mais leve e compacto do mercado”, segundo a empresa. E ele conta com cinco velocidades de avanço e duas de ré.
Dá para levar o GoBoat em água doce ou salgada, porque o barco elétrico vem com um sistema anticorrosivo que o protege no mar. Além disso, o formato “hélice de facão” nas duas pás do barco elétrico impede que ervas daninhas diminuam a velocidade do barco, de acordo com a fabricante.
Disponibilidade
Foto: Divulgação/GoBoat
A GoBoat oferece atualmente três versões do barco elétrico. O mini, pensado para crianças e “pequenos adultos”, tem um diâmetro de 1,4 metro, enquanto o modelo adulto se estende até um diâmetro de 1,8 metro. Um terceiro modelo é projetado para pesca, com armazenamento extra e acessórios.
A versão mini começa em torno de US$ 683 (aproximadamente R$ 3,4 mil em conversão direta, na cotação atual). Já o modelo adulto começa em aproximadamente US$ 1 mil (R$ 5 mil) no site da empresa.
Os compradores podem optar por comprar sua própria bateria ou comprar da GoBoat. A empresa sugere o uso de uma bateria de lítio devido ao seu peso, capacidade de carregamento e vida útil. A GoBoat oferece sua bateria de lítio RoyPow 12V 30AH por US$ 170 (R$ 850).
Com iates, lanchas, jets e catamarãs, salão reunirá mais de 80 embarcações, além de motores náuticos, equipamentos e até carros de luxo
Chegou a hora: o Rio Boat Show 2023 acaba de ancorar na Marina da Glória! A abertura aconteceu no sábado (29), e o evento está de portas abertas para receber o público com os principais lançamentos e destaques do mercado náutico.
E o melhor: cercado por um belíssimo cenário, com vista para o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor.
Foto: Rio Boat Show/Divulgação
Mais de 80 embarcações estarão expostas no Rio Boat Show 2023, sendo quase 70 delas no mar, na Baía de Guanabara.
Com nove dias de duração, o público vai encontrar super atrações e muitas oportunidades para os amantes do universo náutico até o dia 7 de maio. Além dos barcos na água, os compradores ainda têm fazem teste drive de embarcações na Baía de Guanabara.
Só no Rio Boat Show os visitantes têm a chance de ver de perto um iate igual ao do Cristiano Ronaldo, avaliado em mais de R$ 55 milhões, o maior motor de popa do mundo e ainda ter a experiência de navegar na ação Minha Primeira Velejada.
Azimut 27 Metri, iate igual ao do Cristiano Ronaldo – Foto: Divulgação
Além da programação na água, o público poderá ver de perto modelos superesportivos de carros da Porshe, várias opções de destinos náuticos para inspirar suas viagens e uma diversidade de lojas, que vão desde óculos de sol até revestimentos para embarcações.
Ainda dá tempo de garantir seu ingresso! Acesse o site oficial do Boat Showe embarque no maior salão náutico outdoor da América Latina.
Anote aí!
RIO BOAT SHOW 2023 Quando: De 29 de abril a 7 de maio, das 13h às 22h (todos os dias do evento) Onde: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N, Glória) Mais informações: rioboatshow.com.br
A nova Focker 366 GTS será apresentada durante a quarta edição do Internacional Bombarco Show, que ocorre entre os dias 1 e 4 de maio. A embarcação avaliada em R$1,2 milhão tem capacidade para receber até 14 pessoas
Já imaginou conhecer diversas embarcações, com tamanhos e estilos para cada perfil, expostas em diferentes estados brasileiros e sem sair de casa? O estaleiro nacional Fibrafort, que confirma a sua participação no Internacional Bombarco Show, a maior feira online de barcos do Brasil, apresentará em torno de 15 lanchas, simultaneamente, entre 18 e 42 pés, em diversas regiões do país. Neste caso, os visitantes poderão agendar um tour virtual durante as lives, para conhecerem o modelo. Entre os destaques apresentados pela marca, está a recém lançada Focker 366 GTS, que chama atenção pela versatilidade e alta tecnologia a bordo. O evento ocorre de 1 a 4 de maio pelo endereço www.bombarcoshow.com.br.
A Focker 366 GTS entrou no mercado para atender perfis exigentes pela tecnologia utilizada, design moderno, aproveitamento e versatilidade na utilização dos espaços. Os 36 pés da lancha, que esbanja modernidade, podem ser amplamente explorados. Um dos destaques é a áreas gourmet com vista para o mar, muito apreciada pelos consumidores brasileiros. Além deste modelo, outras 14 embarcações da marca serão expostas, com valores que vão de R$ 180 mil a R$ 2,5 milhão.
“A Fibrafort busca sempre entregar os melhores produtos, com design que atenda diversos perfis. Estamos em busca constante pelo que há de mais moderno em acabamentos e inovações com materiais de alta qualidade. Este barco é um dos modelos mais completos que trouxemos ao evento quando falamos de lifestyle náutico. A Focker 366 GTS foi projetada para promover o conforto e a confraternização das pessoas a bordo, com espaços amplos e versáteis e que se integram de forma confortável e equilibrada”, comenta a gerente comercial e marketing da Fibrafort, Barbara Martendal Yamamoto.
Conheça a Focker 366 GTS
A popa (parte traseira) é um convite para banhos de mar e para o tradicional churrasco a bordo. O espaço vem com escada com alça de apoio em inox para saídas ao mar, área gourmet com pia, tábua e grill e opcional de banquetas e champanheira. Também é equipado com sofá com encosto reclinável que se transforma em solário. Trata-se de uma embarcação que prioriza a funcionalidade, armazenamento e circulação interna. É o caso do sofá do cockpit que contorna o bombordo (lado esquerdo da embarcação) e pode ganhar mesa removível. Outro diferencial é que sob o assento está uma ampla sala de máquinas que pode ser aberta com acionamento elétrico do posto de comando. Já a estibordo (lado direito da embarcação) há uma cozinha com geladeira, freezer, geleira, lixeira, pia e cooktop. A comodidade da embarcação se dá, ainda, com um design arrojado que privilegia a vista panorâmica do mar de todas as acomodações.
Para quem curte ouvir música, a embarcação vem repleta de soluções multimídia. Caixas de som estão espalhadas por todo o barco, que conta com rádio e conexão bluetooth, onde os 14 passageiros/dia podem realizar o controle do próprio smartphone. Além disso, acima do painel há um “porta-luvas” onde é possível guardar os aparelhos em segurança, com vedação que impede o contato com respingos de água e de bebida. O painel ainda conta com 6 entradas USB, para carregar aparelhos eletrônicos. Próximo ao painel, ao lado do banco em ‘L’, à esquerda do barco, há outra opção de incluir a champanheira.
A experiência a bordo se intensifica com um hard top (HT) que traz ainda mais iluminação natural ao barco ou, quando acionado, proteger em dias de sol intenso ou chuva. O design externo também proporciona ao piloto uma visão de 360º do mar durante a navegação. Unido ao conforto do posto de comando, as poltronas são ajustáveis e uma plataforma na altura dos tornozelos pode ser acionada, o que melhora ainda mais a visibilidade durante a navegação com o HT aberto. O posto de comando conta ainda com GPS, bússola, comando de som, acionamento das luzes e dos motores, relógio, entre outras funcionalidades.
Para acessar a proa (parte dianteira), os passageiros passam pelo lado esquerdo do para-brisa, por meio de uma porta de vidro com trava manual, e caminham por um passadiço rebaixado, tendência internacional e que traz mais segurança na circulação. Com guarda-mancebos altos para proteção, a proa conta com três solários, caixa de som, opção de champanheira e luz para navegação noturna. Há também a opção de incluir uma tenda na proa para aproveitar o espaço com estofados de alta durabilidade, independentemente das condições climáticas.
A área interna do barco chama atenção pelo pé direito alto, de 1,92 metros, e com duas cabines, uma na proa e outra na meia nau. A cabine de proa possui cama de casal, televisão, micro-ondas e uma cortina que traz mais privacidade ao ambiente, que conta ainda com janelas nas laterais que priorizam a iluminação natural. A cama, inclusive, pode se transformar em uma mesa para refeições, com entradas USB e tomadas, para o carregamento e uso de aparelhos eletrônicos. Já a cabine na meia nau também possui uma cama de casal, totalizando a pernoite de até 4 passageiros. O banheiro, amplo, possui pia com duas temperaturas de água, sanitário e chuveiro, com opção de incluir box de vidro.
A Focker 366 GTS trabalha com motorização parelha, de 240hp a 350hp. Com característica esportiva (offshore), é uma embarcação veloz, motor potente e com estrutura desenvolvida para navegações rápidas. Com dois motores de 250hp, a embarcação alcançou 28 nós, e com dois motores de 300hp, chegou a 39 nós.
Internacional Bombarco Show deve reunir em torno de 45 mil pessoas por meio do website www.bombarcoshow.com.br com lançamentos de embarcações entre 18 e 60 pés. Com tradução simultânea, a feira virtual está confirmada para o período de 1 a 4 de maio e os ingressos são gratuitos. A organização estima mais de R$ 60 milhões em geração de negócios
Você já imaginou assistir de casa a um verdadeiro espetáculo sobre o mercado náutico? Com o slogan “O barco vai até você”, cenografia digna de shows internacionais, incluindo telões que transmitem visitas à estaleiros e barcos de todo o Brasil, sorteios, tradução simultânea para o inglês e lives de especialistas em náutica, a feira náutica Internacional Bombarco Show já tem data para o ocorrer no Brasil. De 1 a 4 de maio, o evento que se tornou uma das maiores vitrines náuticas virtuais do mundo vai reunir embarcações de 18 a 60 pés, avaliados em R$100 mil até R$4 milhões.
Serão 21 estaleiros nacionais de estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Santa Catarina e Paraná. Cerca de 30 mil pessoas são esperadas pela organização do evento pelo site, além de 15mil pessoas nas lives em redes sociais. A estimativa em termos de geração de negócios é de mais de R$60 milhões em venda de barcos.
Foto: Divulgação
“A feira virtual segue a inovação tecnológica que não tem mais volta. Além de possibilitar a visita a embarcações de qualquer lugar do mundo, a concepção da feira era chegar a um custo de conversão de venda de barco muito menor do que qualquer outro tipo de ação. Esse objetivo foi atingido nas edições anteriores, o que contribui para a adesão dos estaleiros expositores e para a geração de condições de compra de barcos diferenciadas ao público visitante. Dessa forma, além de visitar barcos, haverá promoções especiais durante as lives”, avalia Marcio Ishihara, organizador do Virtual Bombarco Show.
A programação do Internacional Bombarco Show ocorre por meio do endereço eletrônico www.bombarcoshow.com.br, com entrada gratuita aos visitantes. Serão quatro dias de ações de venda de embarcações, além de lives, das 17h às 21h, com convidado especial e em formato mais dinâmico com entrevistas, dicas náuticas e apresentação de barcos. Haverá ainda promoção de produtos como tapetes e acessórios náuticos, além de produtos para o lazer e entretenimento náutico.
Na última edição do evento, em modelo híbrido, realizada em junho de 2022, público nacional e internacional conferiram de perto as novidades em serviços e embarcações. Em termos de negócios, foram gerados durante a feira cerca de R$ 20 milhões, porém, com as negociações estabelecidas e contatos iniciados, a estimativa atingida foi de aproximadamente R$ 100 milhões.
Outras duas pessoas foram resgatadas com vida e foram transferidas para um navio
A Marinha da Colômbia anunciou ter encontrado um submarino à deriva em suas águas, no Oceano Pacífico, com um carregamento de 2, 6 quilos de cloridrato de cocaína, neste domingo.
De acordo com os militares colombianos, o submarino tem cerca de 2,5 metros e, no momento em que foi descoberto, sofria com a entrada de água em seu interior.
Além da droga, os militares encontraram dois cadáveres e duas pessoas vivas, mas em estado de saúde delicado.
Segundo a Marinha, ocorreu um vazamento de gases tóxicos do combustível do submarino, que contaminaram o ambiente.
Os dois sobreviventes do submarino receberam atendimento médico no local e foram transferidos para um navio.
A marinha afirma ainda que a droga tinha como destino a América Central e estava avaliada em US$ 87 milhões, o equivalente a R$ 460 milhões.
O GDF e a Embaixada da Suécia promoveram, no domingo (12), próximo à Concha Acústica, o primeiro ‘plogging’ realizado na capital
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Assuntos Internacionais e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), e a Embaixada da Suécia no Brasil realizaram neste domingo, na orla do Lago Paranoá, o primeiro plogging na capital federal, uma atividade física que concilia caminhada e coleta de lixo. A ação aconteceu próximo à Concha Acústica e reuniu cerca de 50 participantes.
Exercício e cuidado ambiental em ação promovida pelo GDF e pela Embaixada da Suécia na orla do Lago Paranoá, neste domingo (12) – Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
A expressão plogging foi criada na Suécia para definir a mistura de corrida ou caminhada com plocka upp – que significa pegar coisas do chão, em sueco. A iniciativa, que tem se consolidado na cultura sueca e se difunde pelo mundo desde 2018, alia exercício ao cuidado ambiental. Também apoiaram a atividade, em Brasília, a Delegação da União Europeia e a Unesco.
Dados do SLU destacam os danos do lixo descartado de forma incorreta. De acordo com o presidente da autarquia, Silvio Vieira, 68 mil toneladas de lixo reciclável são recolhidas diariamente no Distrito Federal.
Deste total, apenas 35 mil são aproveitadas. As 33 mil restantes vão parar no aterro sanitário por não terem sido dispensadas de forma correta ou por não terem sido retirados restos de alimentos ou outros produtos em embalagens antes do descarte.
O secretário de Relações Internacionais do DF, Paco Britto, participou do plogging deste domingo e falou da importância da ação. “Essa é uma iniciativa muito louvável da Embaixada da Suécia, que mostra à população a importância de aliar o esporte à catação do lixo, pois o plogging é isso. É catar o lixo, preservar a natureza, o meio ambiente, nessa orla maravilhosa que é a do Lago”, avaliou o secretário.
Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília
Paco Britto adiantou que o GDF e o SLU querem propor à Câmara Legislativa um dia dedicado à conscientização sobre a importância do descarte correto do lixo. “Temos que conscientizar as pessoas do Distrito Federal de que os espaços públicos não são do governo, são da população da cidade”, frisou o secretário.
A rondoniense que mora em Brasília Mariena Teixeira, 36 anos, aproveitou a manhã de domingo para participar da ação. “É uma ótima ideia, uma atividade espontânea na Suécia. Serve para mostrar para as pessoas que quando forem fazer uma atividade física podem praticar o plogging, recolher o lixo e fazer bem ao meio ambiente”, avaliou. Ela acredita que a atividade criada na Suécia pode ser adotada na capital do País, ainda mais considerando o costume dos brasilienses de fazer caminhadas.
A embaixadora da Suécia no Brasil, Karin Wallensteen, enquanto participava do plogging, falou um pouco sobre a atividade, criada em seu país. “Esse é um fenômeno sueco, que surgiu em 2016, e é a combinação de atividade física com coleta de lixo. É bom para o meio ambiente e também para o bem-estar de quem pratica”, explicou a embaixadora.
Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília
Karin disse que este é o primeiro plogging realizado em Brasília, mas que já levou a atividade a Manaus (AM). “Gostaria de deixar esse hábito em Brasília e em outras partes do Brasil. “Quem joga um papel ou algo de plástico no chão não pensa no mal que está fazendo ao meio ambiente, pois este é um grande problema para os oceanos e lagos”, pontuou.
O presidente do SLU disse que é preciso que as pessoas se conscientizem da necessidade de não fazer descarte incorreto de lixo. “Não há necessidade de se jogar garrafas e plástico na orla do Lago. Nós temos aqui, há muito tempo, várias lixeiras instaladas pelo SLU. Essa ação serve para mostrar que o Lago é importante para Brasília e precisa estar limpo. Pedimos à população que mantenha isso aqui limpo, que faça a sua parte”, disse Silvio Vieira.
Em todo o estado, foram 77 incidentes com esses animais, desde 1992, quando os casos começaram a ser registrados
Os três ataques de tubarão em 15 dias, no Grande Recife, voltaram a acender o alerta sobre o porquê de os acidentes serem tão comuns em Pernambuco. Em todo o estado, foram 77 incidentes com esses animais, desde 1992, quando os casos começaram a ser registrados.
De acordo com a pesquisadora Mariana Azevedo, coordenadora do Núcleo de Pesquisa Fábio Hazin, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), uma série de fatores faz com que os ataques sejam mais frequentes em Pernambuco, como os citados abaixo:
🌊 topografia do litoral pernambucano, com canal profundo perto da costa e antes dos recifes de coral, o que facilita a passagem dos tubarões quando a maré sobe;
🦈 escassez de comida, devido à degradação ambiental, nos canais para onde os tubarões são atraídos;
💩 construção de complexos portuários e o esgoto na região.
Por que acontecem tantos ataques?
De acordo com a pesquisadora, a topografia do litoral pernambucano, especialmente no trecho entre a Praia do Pina, na Zona Sul do Recife, e a Praia do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana, favorece a presença dos tubarões na costa, perto da faixa de areia.
É nessas condições que aconteceram as mordidas do surfista André Luiz Gomes da Silva, de 32 anos, atacado em Olinda; do adolescente de 14 anos que perdeu a perna; e da adolescente Kaylane Timóteo Freitas, que perdeu parte do braço. Os dois últimos casos foram em Piedade, em Jaboatão.
“A gente tem um canal profundo que fica perto da costa onde a gente toma banho e antes dos recifes de coral. Quando a maré sobe, esse animal consegue passar e ficar preso numa posição confortável para estar indo atrás de alimento. Obviamente, a gente sabe que está tudo degradado”, afirmou.
Ainda segundo Mariana Azevedo, as características econômicas da população também influenciam na frequência desses ataques.
“O passeio da praia, de mar, é o mais barato. É o que todo mundo pode ir, o mais democrático. Então, o encontro com a população vai ser mais frequente se tem mais pessoas na praia”, disse.
A pesquisadora explicou, também, que tubarões não são atraídos pela carne humana, mas são animais curiosos, que gostam de explorar o ambiente.
“Infelizmente, a oferta de alimento é muito baixa e eventualmente ele vai investigar o que tem para comer. Não é porque ele gosta da gente. A carne da gente nem presta para ele. Ele nem curte, mas acaba mordendo. Sente o gosto e, eventualmente, até acaba jogando fora, regurgitando quando vê que não é do hábito alimentar dele. Aí, já fez estrago grande”, declarou.
O que atrai os tubarões?
Mariana Azevedo afirmou, ainda, que esses canais profundos perto da costa são, geralmente, locais onde os tubarões encontram comida. Entretanto, devido à degradação do meio ambiente, a oferta de alimento é escassa. Ainda assim, eles seguem vindo ao litoral por causa de vários fatores.
“As explicações são muito variadas. Não existe um fato isolado que explica esse surto de incidentes aqui no nosso litoral, mas, sem dúvida, a construção de complexos portuários e o esgoto. A gente tinha o matadouro de Jaboatão também, a pesca de arrasto de camarão e descarte dessa fauna acompanhante perto do litoral também acabam atraindo esses animais”, explicou.
Além disso, segundo a pesquisadora, o lixo agrava a situação. “O lixo atrai muito. […] Como é um animal muito curioso, o que tiver de lixo, de resíduo, ele vai atrás, para saber o que tem ali”, disse.
Foto: Divulgação
Como podemos prevenir?
No Litoral de Pernambuco, de Olinda ao Cabo de Santo Agostinho, há 36 quilômetros monitorados de praia, devido ao risco de ataque de tubarões.
A primeira medida a ser adotada pelos banhistas é tomar cuidado, e, nos pontos em que o banho de mar é proibido, não entrar no mar.
Em alguns locais, a sinalização está desgastada. As placas de alerta em áreas sujeitas a ataque recomendam que as pessoas não entrem no mar nas seguintes situações:
Em áreas de mar aberto;
No período de maré alta;
Ao amanhecer e ao cair da tarde;
Na foz dos rios;
Em áreas profundas;
Em áreas turvas;
Se estiver sozinho;
Com sangramento ou com objetos brilhantes;
Se estiver alcoolizado.
Além disso, segundo a pesquisadora Mariana Azevedo, o tratamento do lixo também é essencial. “Sempre que a gente vem à praia, a gente traz a mensagem de que leve o que você produziu de lixo e também leve o que está ali ao seu redor, porque sempre vai ter lixo”, afirmou.
Quem é responsável pela prevenção?
Evitar situações que possam aumentar o risco de ataques de tubarão é um dever de todos. Entretanto, o poder público tem um papel essencial, que tem sido negligenciado. Um exemplo é o monitoramento, em mar, dos tubarões. Esse trabalho foi paralisado em 2015.
“Por causa de gestão, o projeto, o Protuba, foi quebrado. Ele foi parado e a gente não conseguiu fazer o monitoramento, tanto na água, como a gente fazia, marcando os animais, quanto também na orla, com a educação ambiental”, disse.
Na segunda-feira (6), a governadora Raquel Lyra (PSDB) disse que vai investir em mais pesquisas para aprimorar o monitoramento das praias pernambucanas e evitar novos ataques de tubarão.
A praia vai voltar a ser segura?
Mariana Azevedo disse, ainda, que é possível que o banho de mar volte a ser seguro.
“Sem dúvida, o trabalho de formiguinha, o trabalho contínuo da educação ambiental é o ponto mais importante. Na época que a gente atuava a gente conseguia estar na praia o tempo todo, atuando do Pina ao Paiva, falando com a população, dando essa mensagem e lembrando, mesmo para aqueles que têm acesso às placas, que têm acesso à informação, porque a educação é feita todo dia”, disse.
Em 2022, a Armatti Yachts investiu R$ 2,5 milhões para a ampliação do parque fabril que chegou a 9 mil metros quadrados e com capacidade de produzir até 10 embarcações entre 40 a 50 pés por mês
Com cerca de 50 embarcações a motor de lazer produzidas em 2022, especialmente na faixa de 40 pés (cerca de 12 metros, o que equivale a um espaço em torno de 80 m² considerando os pavimentos superior e inferior), o estaleiro nacional Armatti Yachts ampliou o parque fabril de 5,9 mil m² para 9 mil m² no ano passado. Com um investimento próximo a R$ 2,5 milhões, que inclui maquinário, matéria-prima e estoque, e com faturamento de cerca de R$ 45 milhões em 2022, 20% a mais que 2021, o objetivo da marca é chegar a 100 embarcações produzidas neste ano, com perspectiva de atender a demanda internacional, principalmente nos Estados Unidos e na Austrália, além de abrir novas revendas na Europa, Ásia e América do Sul. A Armatti, com matriz na grande Florianópolis, em Santa Catarina, ainda aumentou o quadro de colaboradores em 70% para acelerar a entrega dos barcos, que já possuem produção comprometida até março deste ano.
Armatti 390 Sport Coupe – Foto: Divulgação
“No Brasil, em 2021, com a pandemia e com a mudança de comportamento do consumidor que passou a focar mais na qualidade de vida, houve um crescimento acelerado na compra por embarcações de lazer a partir de 37 pés. Em 2022, mantivemos esse volume para atender a alta demanda sem comprometer a capacidade produtiva. Com esta ampliação conseguimos atualmente produzir 120 embarcações por ano na faixa de 40 pés”, comenta o CEO da Armatti Yachts Fernando Assinato.
Armatti 460 Sport Fly – Foto: Divulgação
“Em termos de consumidor brasileiro, o desenvolvimento dos negócios dependerá de como se posicionará a economia do país já que, atualmente, atravessamos um período de insegurança. Por outro lado, graças à qualidade e às certificações da nossa marca no mercado internacional, além do preço competitivo no exterior por conta do câmbio, nossa expectativa é um impulso de vendas no mercado internacional, principalmente nos Estados Unidos e na Austrália, justificado pela alta adesão que observamos nos últimos anos. Inclusive, já estamos estudando a abertura de uma fábrica nos Estados Unidos”, complementa o executivo.
Armatti fábrica – Foto: Divulgação
A Armatti Yachts, com apenas 7 anos, se tornou referência em termos de design esportivo de luxo, tecnologia e qualidade construtiva. Além de sucesso no Brasil, já foi exportada para EUA, Tailândia e Paraguai.
Além de dobrar a capacidade de produção da fábrica, ainda há possibilidade de expansão futura devido aos 10 mil m² de terreno disponíveis para construção.
Focado em alto desempenho, modelo aposta em tecnologia e bastante espaço em todo seu casco
Um ex-executivo da Tesla quer revolucionar a indústria de barcos elétricos. John Vo, que esteve no comando das fábricas de carros elétricos entre 2011 e 2017, fundou sua própria empresa: a Blue Innovations Group (BIG). O primeiro projeto da companhia é a R30, uma lancha elétrica de alta performance movida a energia solar.
O fundador da BIG afirma que, com a R30, seu desejo não é apenas construir embarcações caras e luxuosas, mas sim entregar milhares de modelos elétricos. “Para realmente impactar o meio ambiente, você não pode construir barcos elétricos às dezenas. Tem que ser aos milhares”, disse ele em entrevista ao site Nautic Expo, no início do ano.
Para cumprir esse desejo, John Vo vai usar da sua expertise na indústria automotiva para produzir em massa a lancha elétrica R30. O protótipo do modelo foi apresentado ao público durante a CES 2023, maior feira de tecnologia do mundo.
Foto: Divulgação
A embarcação terá casco feito de alumínio e sua bateria será integrada na estrutura da embarcação. Com essas duas inovações, a BIG conseguirá oferecer garantia vitalícia ao casco. E as baterias de fosfato de lítio ferro prometem oferecer uma vida útil maior do que a comparada às de íon-lítio.
A expectativa da empresa é construir outras quatro unidades desta versão beta até outubro deste ano. Até o segundo trimestre de 2024, a BIG espera entregar as lanchas R30 já reservadas.
Foto: Divulgação
Atualmente, o modelo já se encontra disponível para reservas. O preço estimado da lancha elétrica é de US$ 300 mil — cerca de R$ 1,5 milhões (valores convertidos em fevereiro de 2023). Além desse valor, há ainda a taxa da reserva: US$ 5 mil para ser um dos 100 primeiros a receber o barco ou mil dólares para entrar na fila seguinte.
Jonh Vo espera que a produção em massa consiga reduzir o valor final, futuramente.
Lancha elétrica tem bastante espaço interno
A R30 tem grande espaço interno e, na cabine, há uma cama que pode se tornar mesa. A proa oferece espaço para pescaria ou para banhos de sol. Três plataformas dobráveis otimizam a área da popa, permitindo que os navegantes tenham fácil acesso à água.
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O hardtop da lancha elétrica abrigará painéis solares extensíveis, que, quando acionados, deslizam sobre a proa e popa do barco. Os painéis serão capazes de fornecer até 2,7 kW de energia solar para recarregar a bateria de 221 kWh da embarcação.
Foto: Divulgação
Com dois motores instalados, a potência máxima da lancha elétrica é de 800 hp. Assim, sua velocidade máxima é 39 nós. Então, além de um desenho sofisticado, a R30 terá um desempenho aperfeiçoado.