Categoria: Meio Ambiente

  • Mais de 7 mil bocas de lobo são desobstruídas no DF

    Mais de 7 mil bocas de lobo são desobstruídas no DF

    Serviço faz parte da preparação para a época das chuvas na região

    De janeiro a setembro deste ano, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) desobstruiu 20.435 metros das redes pluviais. Os serviços, que podem ser solicitados via Ouvidoria do GDF, são necessários para evitar alagamentos ou enxurradas. O bom funcionamento do sistema de drenagem depende da execução cuidadosa das obras pluviais, além de manutenção permanente realizada pela companhia, com limpeza e desobstrução das bocas de lobo e das galerias antes das épocas chuvosas.

    “É importante destacar que trata-se de um serviço contínuo apesar de o foco ser maior no momento que antecede o período chuvoso”, destaca o presidente da Novacap, Fernando Leite.

    Nesse período, foram realizadas manutenções em 7.023 bocas de lobo e 1.183 poços de visita. O serviço ajuda na circulação e no fluxo de veículos e de pedestres em áreas urbanas após chuvas intensas, uma vez que favorece o escoamento da água. Em grandes cidades, como é a capital, os efeitos negativos da chuva são mais visíveis, pois à medida que a cidade cresce e se desenvolve, nascem áreas onde há maior aglomeração populacional e, por consequência, causa problemas para a infiltração das chuvas no solo.

    Cuidado

    A obstrução das redes pluviais, principalmente pelo acúmulo de lixo, ocorre com mais frequência em áreas mais populosas, degradando o ambiente e ocasionando prejuízos materiais à população. Outros pontos, como o acúmulo de água (levando a doenças como dengue e leptospirose) e a erosão do solo, também demonstram a importância da drenagem realizada pela Novacap.

    A limpeza realizada pela companhia de bocas de lobo e poços de visita é manual, já nas redes ocorre com um veículo chamado caminhão desobstruidor. Ele é muito utilizado para fazer a limpeza de tubulações e redes, removendo resíduos e obstruções que impedem o correto fluxo de água.

    A Novacap intensifica a limpeza de bocas de lobo em todo o Distrito Federal com o uso da mais alta tecnologia em sucção e desobstrução de bueiros ou galerias pluviais. Reclamações ou sugestões sobre a manutenção de drenagem urbana em vias e espaços públicos, que abrange galerias e bocas de lobo, entre outros componentes do sistema de escoamento das águas das chuvas podem ser solicitados por qualquer cidadão. É possível solicitar os serviços de drenagem da Novacap para sua região pela Ouvidoria, ligando no número 162.

  • Programa vai orientar administrações sobre implantação de parques urbanos

    Programa vai orientar administrações sobre implantação de parques urbanos

    Decreto cria o Nosso Parque Legal, uma iniciativa do GDF que estabelece diretrizes para que esses espaços tenham a infraestrutura adequada para atividades recreativas, culturais, esportivas, educacionais e artísticas

    Oferecer à população do Distrito Federal parques urbanos com estrutura segura e de acordo com projeto paisagístico aprovado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) é a proposta do programa Nosso Parque Legal. A iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF), prevista em decreto publicado nesta quinta-feira (19), tem o objetivo de orientar as administrações regionais acerca das diretrizes necessárias para que um parque urbano seja implementado e, assim, esses espaços tenham a infraestrutura adequada para o desenvolvimento de atividades recreativas, culturais, esportivas, educacionais e artísticas.

    Hoje o Distrito Federal tem 24 parques urbanos, distribuídos em 12 regiões administrativas, que precisam de implantação ou de adequações das estruturas existentes ao ordenamento urbano definido pelo Conplan. A coordenação das ações necessárias à execução do Nosso Parque Legal será feita pela Secretaria de Governo do DF (Segov), que vai trabalhar em parceria com as administrações para impulsionar a implantação dos parques.

    O secretário-executivo das Cidades, Cláudio Trinchão, explica que o primeiro passo para a implantação de um parque é a administração regional solicitar, à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), as diretrizes para elaboração de plano de uso e ocupação da área. Após a elaboração, a administração tem que encaminhar o plano à Seduh, que o submeterá à aprovação do Conplan. Só então é que os equipamentos públicos para as atividades de esporte, lazer e recreação podem ser implantados.

    “O programa Nosso Parque Legal está arrimado em três eixos: formalização dos parques nos termos da legislação vigente, implantação das infraestruturas físicas e manutenção. Além das ações diretas a serem empreendidas pelo Governo do Distrito Federal, parcerias com órgãos públicos diversos e com a sociedade civil viabilizarão novas formas de investimentos e manutenção dos parques públicos. Assim, os novos espaços públicos estruturados com banheiros, quadras esportivas, pistas para práticas de esportes, paisagismos e iluminação possibilitarão ganhos significativos da qualidade de vida e segurança da população brasiliense”, afirma Cláudio Trinchão.

    Além da implantação dos parques, o decreto visa incentivar o engajamento da comunidade não apenas no processo inicial de implantação, mas também no uso e na manutenção dos espaços.

    Outro ponto importante da medida é a previsão de ações para promover a implementação de infraestruturas ou a melhoria daquelas já existentes em parceria com outros programas do GDF, como os programas Adote uma Praça, RenovaDF e GDF Presente.

  • Semana do Produtor Rural de Sobradinho começa neste sábado (21)

    Semana do Produtor Rural de Sobradinho começa neste sábado (21)

    Programação tem início com o Dia Especial de Silagem de Milho; atividades vão até o dia 29, com o objetivo de atender as demandas dos produtores da região

    A partir deste sábado (21), a região de Sobradinho vai receber a Semana do Produtor Rural, promovida pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF). A programação vai até o dia 29 e terá início com o Dia Especial de Silagem de Milho, tema que busca atender a demanda de criadores de bovinos e equinos da região por alimentação adequada para os animais na época de seca.

    “A escolha de todas as metodologias e temas abordados na Semana do Produtor Rural foi feita de acordo com as demandas das comunidades e das necessidades que os produtores rurais da região passaram para a gente no dia a dia”, afirmou a gerente do escritório de Sobradinho da Emater-DF, Clarissa Campos.

    Uma demanda crescente na região é a produção de cafés especiais. De olho nessa produção, a Emater-DF preparou uma reunião técnica de cafeicultura com o tema Parâmetros para obtenção de um café de qualidade e degustação, no dia 25, no Lago Oeste. Outra oportunidade que está ganhando espaço na região é a Rota da Fruticultura, que também será contemplada na semana de atividades, com reuniões técnicas sobre mirtilo e açaí.

    Outra importante ação é o Dia de Saúde do Trabalhador Rural, que já é uma atividade tradicional. “A gente faz essa dinamização, traz esses produtores para fazerem exames de glicemia, toxicológico, de pressão, entre outros”, explica Clarissa Campos. No Dia de Saúde também há campanha de recolhimento de embalagens de agrotóxicos, além de palestras de conscientização sobre os cuidados com o uso desses insumos.

    A semana traz uma excursão a uma propriedade de produção orgânica em Planaltina para discussão sobre normas de produção orgânica para novas organizações participativas de avaliação da conformidade orgânica (Opacs).

    O encerramento da semana de atividades será no dia 29, com uma edição especial da Feira do Padre, no Setor Comercial Central de Sobradinho. O objetivo é mostrar tudo o que é produzido na região – flores, hortaliças e produtos de agroindústrias. Além da comercialização dos produtos rurais, a edição especial contará com atividades culturais, música e participação de parceiros com ações voltadas para o Outubro Rosa, mês de conscientização para prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.

    Confira a programação completa da Semana do Produtor Rural de Sobradinho:

    Arte: Divulgação/Emater-DF
  • Ibaneis regulariza uso de áreas públicas por donos de lotes residenciais no Lago Sul e Lago Norte

    Ibaneis regulariza uso de áreas públicas por donos de lotes residenciais no Lago Sul e Lago Norte

    Lei autoriza ocupação de becos e ‘pontas de picolé’ – áreas no fim das ruas, que geralmente dão acesso ao Lago Paranoá. Segundo GDF, cabe ao dono do lote zelar, manter, conservar e restaurar área ocupada

    O governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou, nesta quarta-feira (18), uma lei que regulariza a ocupação de áreas públicas por donos de lotes residenciais no Lago Sul e no Lago Norte, em Brasília. A medida foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

    Segundo o texto, fica autorizado que essas pessoas ocupem becos e as chamadas “pontas de picolé” – áreas no fim das ruas, que geralmente dão acesso ao Lago Paranoá.

    A lei diz que cabe ao dono do lote zelar, manter e conservar a área ocupada, “bem como a recuperação de qualquer dano porventura causado em decorrência da ocupação”. 

    Área

    Mapa mostra áreas do Lago Sul e do Lago Norte — Foto: TV Globo/Reprodução
    Mapa mostra áreas do Lago Sul e do Lago Norte — Foto: Reprodução TV

    No Lago Sul, há 220 pontas de picolé e 266 becos. No Lago Norte, há 238 pontas de picolé e 167 becos (veja imagem acima).

    Segundo o GDF, a concessão dessas áreas, no entanto, não é permitida quando o local for imprescindível para:

    • Garantir o acesso de pedestres para equipamentos públicos comunitários, áreas comerciais e institucionais, bem como paradas de transporte coletivo;
    • Garantir a circulação para rotas acessíveis;
    • Acessar as redes de infraestrutura e demais equipamentos urbanos existentes;
    • Evitar sobreposição aos espaços definidos como Áreas de Preservação Permanente (APP).

    Além disso, não é permitida a construção de novas edificações nos locais, exceto “elementos arquitetônicos removíveis”. No contrato de direito real de uso, que deve ser firmado entre o Distrito Federal e o interessado, precisam ser indicadas, segundo o GDF:

    • A unidade imobiliária vinculada;
    • A especificação de dimensão em metros quadrados;
    • As coordenadas da área pública concedida.

    Fonte: G1

  • Descarte irregular de lixo é o maior inimigo das redes de esgoto

    Descarte irregular de lixo é o maior inimigo das redes de esgoto

    ‌Óleo de cozinha, papel higiênico, cigarros e até um simples fio dental podem colaborar para o entupimento das tubulações

    Você cuida bem da rede de esgoto da sua cidade? Pode não parecer, mas a eficiência do sistema de saneamento depende diretamente dos bons hábitos da população. Jogar resíduos como absorventes nos vasos sanitários, óleo de fritura na pia ou terra nos ralos pode causar o entupimento das tubulações. E o resultado dessa obstrução não podia ser pior: toda a sujeira coletada acaba transbordando na superfície.

     O sistema de saneamento do Distrito Federal tem 7.700 km lineares, extensão que supera o tamanho do litoral brasileiro. Esse intrincado labirinto de tubulações garante atendimento sanitário a 93% da população local – algumas áreas rurais ou em processo de regularização usam soluções alternativas para fazer a coleta.

    “É um sistema muito organizado e preciso, considerado um dos melhores do Brasil”, observa o presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), Luís Antônio Reis. “Aqui, todo o esgoto vai para estações de tratamento, onde produtos químicos e equipamentos sofisticados deixam os efluentes mais limpos do que as águas de muitos córregos.”

    Redes obstruídas

    ​Para entender como funciona esse grande sistema de saneamento, bem como o impacto que o descarte irregular de lixo tem sobre ele, basta imaginar as ruas de uma cidade. Cada via tem capacidade para acomodar um certo número de veículos por minuto; se dois carros colidirem nessa pista, ou se um grande buraco se abrir nela, esses obstáculos vão atrapalhar o fluxo dos automóveis.

    Arte: Agência Brasília

    Enquanto os transtornos de um engarrafamento estão limitados a atrasos e aborrecimentos, os problemas de uma rede de esgoto entupida são ainda maiores. “Essas obstruções provocam o extravasamento do esgoto nas ruas ou dentro das residências, algo prejudicial à saúde e ao bem-estar da população”, alerta Luís Antônio. “O sistema de saneamento é um bem da população. Portanto, deve ser bem-cuidado por ela”.

    ‌Além de não jogar lixo nas redes coletoras, o cidadão pode ajudar denunciando pontos de entupimento da tubulação, onde o esgoto está transbordando nas ruas. Basta ligar para a Ouvidoria da Caesb pelo número 115 ou fazer o comunicado pelo aplicativo da companhia, disponível para download nos sistemas iOS e Android.

  • No Dia Nacional da Abelha, cartaz com espécies do Cerrado é lançado no DF

    No Dia Nacional da Abelha, cartaz com espécies do Cerrado é lançado no DF

    A cerimônia de lançamento contou com demonstração dos diferentes insetos sem ferrão e com degustação de meles

    O Dia Nacional da Abelha é comemorado em 3 de outubro. Em alusão à data, a coleção Eu Amo o Cerrado, ferramenta de educação do Instituto Brasília Ambiental, está com um novo produto: o cartaz Abelhas Indígenas sem Ferrão do Cerrado.

    O lançamento foi na manhã desta terça-feira (3), na entrada da sede do Brasília Ambiental, contando com exposições técnicas com especialistas da área, associações e produtores; além de degustação de mel de abelhas tradicionais e nativas.

    Além da degustação, que contemplou exemplares de mel de diversas abelhas sem ferrão, também houve palestras e caixas de abelha com vidros onde era possível observar as espécies – Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    O evento foi aberto à comunidade. Segundo o chefe da unidade de Educação Ambiental do Instituto Brasília Ambiental, Marcus Paredes, a ideia é divulgar a importância das abelhas e ter mais um componente da composição Eu amo o Cerrado.

    “Celebrar o Dia da Abelha é uma honra para nós. Sabemos da importância desses animais e do papel ecossistêmico e ecológico deles na polinização. Elegemos a abelha para ser nosso primeiro cartaz puxando para o lado dos invertebrados”, destaca Marcus.

    Meles, terapia e o universo das abelhas

    Bruno Galli, 38 anos, mora em Brasília e se diz apaixonado pelas abelhas que tem em casa. Para ele, elas são como terapia. O médico veterinário cria abelhas sem ferrão, como a marmelada, mocinha preta, jataí e mandaguari.

    O evento foi aberto à comunidade, que pôde conhecer mais sobre várias particularidades das abelhas

    Ele conta que o interesse veio de família, por meio de lembranças da avó. Bruno via as caixinhas de abelha e, na época, não entendia o que eram aquelas abelhinhas diferentes que pareciam mosquitinhos nas flores.

    “Só depois de adulto, fui pesquisar. E vi que é um universo gigantesco incrível, que vale a pena preservar, entender e acompanhar o desenvolvimento. É uma coisa muito nacional e acho que muitas pessoas não conhecem. A gente só pensa em abelhas com ferrão, mas, na verdade, há um universo enorme de abelhas brasileiras. É muito legal que a associação esteja fazendo esse evento no Dia da Abelha”, observa o veterinário.

    O evento contou com o apoio da Associação de Meliponicultores do Distrito Federal, a AMe-DF. Além da degustação, que contemplou exemplares de mel de diversas abelhas sem ferrão, como a Mandaçaia, Jataí, Borá e Benjoi, também houve palestras e caixas de abelha com vidros onde era possível observar as espécies.

    A publicitária Nájila Bergman de Barros foi uma das expositoras que apresentou o Mel de Aroeira, encontrado no norte de Minas Gerais. Segundo a especialista, o mel vem com propriedades especiais do clima semiárido, em um período onde não tem inseticida nas lavouras, diferenciando a pureza e a qualificação do mel.

    A iniciativa teve exposições técnicas com especialistas da área, associações e produtores; além de degustação de mel de abelhas tradicionais e nativas

    “Esse mel é pesquisado pelas universidades federais de Belo Horizonte e Montes Claros, por causa de suas propriedades. Além do sabor, densidade e coloração mais escura, o mel auxilia no tratamento da úlcera, gastrite, tosses e também pode ser usado para emplastros, queimaduras e inflamações em geral”, comenta Nájila.

    Algumas abelhas produzem mel de altíssimo valor gastronômico, que podem variar muito em textura e sabor de acordo com a espécie e ser uma boa fonte de recursos para os produtores.

    As abelhas e a polinização

    Na natureza, as abelhas são polinizadoras, ou seja, as responsáveis por fazer a transferência de pólen das anteras de uma flor para o estigma (parte do aparelho reprodutor feminino) da mesma flor ou de uma outra flor da mesma espécie. Assim são produzidos frutos e sementes.

    “Se a gente cortar esse serviço e deixar de ter abelhas na natureza, provavelmente a gente vai ter menos frutos e sementes, tendo uma queda na produção, tanto da área nativa das nossas florestas quanto na produção comercial. A gente sabe que o papel das abelhas na polinização é fundamental”, acentua Marcus Paredes.

    As abelhas indígenas sem ferrão do Cerrado são do gênero Meliponini. Historicamente, muitas dessas abelhas sofreram uma exploração predatória por meleiros, com a retirada do mel sem o manejo correto, destruindo colônias na natureza, o que contribuiu para a diminuição das populações em algumas regiões.

    Segundo o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, o instituto está testando a introdução de abelhas sem ferrão no Parque do Cortado para trazê-las para as unidades de conservação.

    “A gente sabe que no Parque da Cidade já tem. É importante para as crianças e adultos saberem a importância das abelhas no nosso Cerrado – mas sem ferrão, para não correr nenhum risco. Nossa educação ambiental fez esse evento pra gente comemorar, tem três parceiros hoje nos ajudando, com as associações e servidores. É um conjunto de todos que gostam e sabem a importância da abelha pro nosso meio ambiente. Quando falam da fauna, esquecem que temos também nossos insetos, com uma pluralidade no meio ambiente que precisa desse cuidado todo”, afirma Nemer.

    Coleção Eu Amo Cerrado

    Desde 2012, o Brasília Ambiental produz, por meio de sua Unidade de Educação Ambiental (Educ), a coleção Eu Amo o Cerrado, que tem como foco a divulgação da biodiversidade do bioma.

    O projeto parte da perspectiva de que “só cuida quem ama e só ama quem conhece”. Atualmente, a coleção contém 12 cartazes: Árvores do CerradoAves do CerradoFrutos do CerradoMamíferos do Cerrado e PegadasPeixes do CerradoAnfíbios do CerradoPlantas Medicinais do CerradoFrutos Medicinais do CerradoFlores do Cerrado Roxas e AzuisFlores do Cerrado AmarelasFlores do Cerrado Vermelhas e Alaranjadas e Flores do Cerrado Brancas.

    Em 2022, a Educ distribuiu cerca de 10 mil cartazes da coleção a todas as Coordenações Regionais de Ensino do DF, em parceria com a Secretaria de Educação (SEE).

  • Lago do Parque da Cidade receberá nova operação de limpeza

    Lago do Parque da Cidade receberá nova operação de limpeza

    Trabalho está marcado para quarta-feira (4); iniciativa visa remover resíduos e conscientizar os usuários a fazer o descarte de lixo de forma correta

    O lago do Parque da Cidade Sarah Kubitschek passará por uma nova operação de limpeza na quarta-feira (4). O objetivo é a preservação do patrimônio natural e a conscientização da comunidade sobre a adequada disposição de resíduos, seguindo a ação de limpeza realizada em 25 de agosto.

    “A operação de limpeza do lago do Parque da Cidade, além de promover a preservação desse espaço essencial, reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com o bem-estar da comunidade e a conscientização ambiental”, destaca o secretário de Esporte e Lazer, Júlio Cesar Ribeiro.

    O trabalho contará com a participação de reeducandos da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seape) e de integrantes da Associação Amigos do Parque. O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) será responsável pela destinação adequada dos resíduos retirados do lago.

    Para garantir a segurança de todos os envolvidos, haverá uma redução temporária no nível da água do lago, devido à variação de profundidade no local, que varia entre 50 cm e 1,5 m, exigindo uma drenagem parcial. Essa medida será adotada com cautela para evitar qualquer impacto negativo na fauna local. Servidores do Zoológico de Brasília também vão apoiar a operação.

    O administrador do Parque, Todi Moreno, explica que a ação também tem o objetivo de conscientizar a população. “Com essa ação, queremos deixar o espaço mais limpo e saudável para a população, e acima de tudo, conscientizar para que as pessoas não joguem lixo no lago”.

    Após cinco anos sem manutenção, o lago do Parque da Cidade Sarah Kubitschek passou por uma significativa operação de limpeza no dia 25 de agosto. Cerca de 100 pessoas se uniram para retirar resíduos dos arredores e do interior do lago, contribuindo para a preservação ambiental. A missão foi cumprida com sucesso, resultando na remoção de 1,7 toneladas de lixo, posteriormente encaminhados para a Usina de Tratamento Mecânico Biológico da Asa Sul.

  • Águas Claras: Idoso é esfaqueado enquanto caminhava em parque

    Águas Claras: Idoso é esfaqueado enquanto caminhava em parque

    Crime aconteceu no Parque Ecológico de Águas Claras. Ele teve ferimentos nas costas e precisou ser encaminhado ao Hospital Regional de Taguatinga

    Um homem de 69 anos foi esfaqueado enquanto fazia uma caminhada no Parque Ecológico de Águas Claras, no Distrito Federal, na noite de segunda-feira (25). O caso é investigado pela 21ª Delegacia de Polícia.

    O idoso foi atendido pelo Corpo de Bombeiros. Ele foi encontrado com cortes nas costas e precisou ser transportado para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT).

    O filho da vítima foi até a delegacia, registrar o boletim de ocorrência. Segundo ele, o pai foi vítima de um assalto e teve o celular levado. Até a publicação desta reportagem, o suspeito do crime não havia sido encontrado.

    Fonte: G1

  • Descarte irregular de construção custa R$ 4 mi por mês aos cofres públicos

    Descarte irregular de construção custa R$ 4 mi por mês aos cofres públicos

    GDF disponibiliza 23 papa-entulhos para a destinação correta dos resíduos, além de atuar transformando lixões em áreas verdes. Materiais podem ser reutilizados em manutenção de vicinais

    A falta de conscientização de uma parcela da população custa caro aos cofres públicos. Por mês, o Governo do Distrito Federal (GDF) desembolsa quase R$ 4 milhões para recolher materiais de construção civil descartados em locais irregulares na capital. “Gastamos esse valor para recolher o descarte irregular de construção civil, seja com o trabalho manual ou mecanizado. É um crime ambiental, mas que o SLU sempre limpa. Estamos gastando os nossos recursos para essas atividades que vêm na conduta indevida do cidadão”, explica a chefe de Medição e Monitoramento do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Andréa Almeida.

    Para evitar esse prejuízo, o governo tem desenvolvido uma série de ações. Uma delas é o programa De Cara Nova, que transforma antigos espaços de entulhos em áreas limpas, arborizadas e de convivência. Só neste ano foram eliminados 10 locais de descarte irregular, onde foram retiradas mais de 7 mil toneladas de materiais, e mais cinco serão transformados pela iniciativa até o fim de 2023.

    Outra ação é a disponibilização de espaços adequados e gratuitos para o descarte. Hoje, o DF conta com 23 papa-entulhos espalhados pela cidade – os endereços podem ser conferidos no site do SLU -, onde podem ser descartados restos de obras, móveis velhos, restos de poda, material reciclável e óleo de cozinha usado.

    Todo cidadão tem direito a colocar até 1 m³ de resíduo por dia. Os entulhos, galhadas e demais inservíveis são encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE). Já os móveis que ainda podem ser utilizados são doados para cooperativas e entidades assistenciais cadastradas.

    Só neste ano foram eliminados 10 locais de descarte irregular, onde foram retiradas mais de 7 mil toneladas de materiais

    Por dia, a URE recebe cerca de 5 mil toneladas de resíduos de construção civil. Deste valor, cerca de mil toneladas são reaproveitados como agregados de Resíduos de Construção Civil (RCC): brita 1, brita 2, brita 3, rachão e pó/areia. Tais materiais são utilizados pelas administrações regionais, pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) para recuperar estradas vicinais nas áreas rurais do DF.

    “É um material que conseguimos utilizar de volta no ciclo produtivo. Por isso é muito importante que seja feita a destinação correta do resíduo. Evita o gasto público, reaproveita em prol da sociedade e ainda ajuda o meio ambiente”, define Andréa Almeida.

    Além de poder utilizar um papa-entulho, a sociedade tem outra forma de ser vigilante em relação ao descarte do resíduo de construção civil. “Ao contratar uma caçamba, o consumidor pode acompanhar o CTR (Controle de Transporte de Resíduos), documento que mostra registra a destinação do entulho e garante que ele será enviado a uma URE”, completa a chefe de Medição e Monitoramento do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Andréa Almeida.

  • Onda de calor continua no DF até terça-feira (26); a partir de quarta, há previsão de chuva

    Onda de calor continua no DF até terça-feira (26); a partir de quarta, há previsão de chuva

    Previsão para esta segunda-feira é de mínima de 21°C e máxima de 34°C. Umidade relativa pode chegar a mínima de 20%

    Os brasilienses vão precisar resistir ao calorão por mais alguns dias, já que há previsão de chuva para o Distrito Federal apenas a partir de quarta-feira (27), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    Até lá, as altas temperaturas ainda predominam. Desde a última quarta-feira (20) até terça-feira (26), a capital enfrenta um alerta vermelho de onda de calor, ou seja, as temperaturas podem ficar 5ºC acima da média.

    Segundo o Inmet, a previsão para esta segunda-feira (25) é de mínima de 21°C e máxima de 34°C. A umidade relativa pode chegar a mínima de 20%.

    Neste domingo (24), o DF registrou o recorde de dia mais quente do ano, com os termômetros marcando 36,7°C. O calorão marcou o fim do inverno e o início da primavera, neste sábado (23).

    De acordo com os meteorologistas, essa é a estação mais quente na capital. No verão, também faz calor, mas tem mais chuvas e mais nuvens no céu, que funcionam como barreiras para os raios solares.

    Cuidados necessários com a umidade baixa

    • 💧 Mantenha uma boa hidratação e carregue sempre que possível uma garrafa com água
    • 👃 Umedeça as narinas e os olhos com soro fisiológico
    • 👄 Use hidratantes labiais e cremes no corpo para evitar o ressecamento da pele
    • 🧢👒 Use roupas leves, bonés ou chapéus

    Fonte: G1