Remoção de sucatas evita ameaças à saúde pública no Guará

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As 11 carcaças de veículos foram retiradas do pátio de obras da Administração Regional do Guará na quinta-feira - Foto: Divulgação

Onze carcaças de veículos, focos de mosquito Aedes aegypti e de animais peçonhentos, foram retiradas do pátio de obras da administração regional na quinta-feira (7)

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Onze carcaças de veículos abandonados foram retiradas do pátio de obras da Administração Regional do Guará. Mais do que uma ação de limpeza, a remoção das sucatas foi um ato de saúde pública, de acordo com a administradora regional do Guará, Luciane Quintana. “A permanência desses veículos abandonados em nosso pátio vinha ameaçando o bem-estar dos nossos servidores, com baixas e afastamentos por reinfecção da dengue”, conta.

Algumas das sucatas estavam no local há cerca de dez anos e colocavam em risco a segurança e a saúde dos trabalhadores por acumular água parada, servindo de criadouro para o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, e abrigar animais peçonhentos, como escorpiões.

Em uma ação integrada de órgãos e programas do Governo do Distrito Federal (GDF), como Terracap, Detran-DF e a própria administração, as carcaças foram içadas e transportadas para o 3º Distrito do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), em Samambaia, indicado para esta finalidade.

Em junho, outros 16 veículos já haviam sido recolhidos, na mesma situação. Eles estavam no pátio depois de serem retirados de áreas públicas em operações do governo. O terreno passará agora por uma limpeza.

Além de 20 trabalhadores da administração e 30 reeducandos do sistema prisional que ajudam na manutenção da cidade, o pátio é compartilhado por outros 50 servidores do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Diretor de Obras da administração, Gabriel Ximenes de Morais diz que a destinação adequada das sucatas preserva a saúde das equipes e de quem circula por ali. “Isso nos dá mais segurança para trabalhar sem riscos de acidentes e de adoecimento”, acredita.

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