Categoria: Saúde

  • Covid-19: pelo 2° dia consecutivo, DF registra mais de 2 mil novos casos

    Covid-19: pelo 2° dia consecutivo, DF registra mais de 2 mil novos casos

    De acordo com Secretaria de Saúde, uma morte foi notificada nesta quarta (1°). Taxa de transmissão caiu e está em 1,47, mas ainda indica avanço da pandemia

    O Distrito Federal registrou 2.274 novos casos conhecidos de Covid-19 nesta quarta-feira (1°). Foi o segundo dia consecutivo em que a pandemia atinge mais de 2 mil moradores de Brasília, na terça (31), a Secretaria de Saúde havia registrado 2.142 novos casos conhecidos.

    De acordo com a pasta, a taxa de transmissão está em 1,47. Houve queda do índice em comparação com a terça-feira, quando o índice estava em 1,50, no entanto, o número representa que o contágio permanece em alta e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cada 100 pessoas infectadas podem transmitir o coronavírus para outras 147.

    A secretaria informou ainda mais uma morte pela doença. Ela ocorreu no último sábado (28) (veja detalhes mais abaixo).

    Ao todo, 712.968 pessoas foram infectadas. De acordo com a SES-DF, 96,7% dos pacientes estão recuperados.

    Desde o início da pandemia, 11.692 pessoas perderam a vida em Brasília. Entre os mortos, 10.677 moravam na capital federal e 1.015 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno.

    Taxa de transmissão da Covid-19, no DF:

    • 2 de maio: 0,92
    • 3 de maio: 0,95
    • 4 de maio: 0,96
    • 5 de maio: 0,99
    • 6 de maio:1,01
    • 9 de maio: 1,12
    • 10 de maio: 1,16
    • 11 de maio: 1,22
    • 12 de maio: 1,26
    • 13 de maio: 1,30
    • 16 de maio: 1,34
    • 17 de maio: 1,33
    • 18 de maio: 1,33
    • 19 de maio: 1,30
    • 20 de maio: 1,28
    • 23 de maio: 1,26
    • 24 de maio: 1,28
    • 25 de maio: 1,28
    • 26 de maio: 1,39
    • 27 de maio: 1,44
    • 30 de maio: 1,50
    • 31 de maio: 1,50
    • 1° de junho: 1,47

    Perfil das vítimas

    Data da morte divulgada nesta quarta-feira (1°):

    • 28 de maio de 2022

    Residência

    • Ceilândia

    Faixa etária

    • 80 anos ou mais

    Leitos de UTI Covid

    Foto: Reprodução

    Até as 16h25 desta quarta-feira (1°), a taxa de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com Covid na rede pública estava em 47,22%. Do total de 36 leitos, 17 estavam ocupados e 19 disponíveis. Não há disponibilidade de vagas pediátricas.

    Na rede privada, até as 11h55, 56,88% das vagas estavam ocupadas. Do total de 136 leitos, 63 eram usados, 48 estavam vagos e 25 bloqueados.

    Casos por região

    O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta quarta-feira, 84.743 pessoas testaram positivo e 852 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 69.299 contaminações e 1.765 vidas perdidas.

    Fonte: G1

  • Covid: 4ª dose da vacina para quem tem 50 anos ou mais começa nesta sexta (3) no DF

    Covid: 4ª dose da vacina para quem tem 50 anos ou mais começa nesta sexta (3) no DF

    Anúncio foi feito por meio de uma rede social, nesta quarta-feira (1º). Locais de imunização ainda devem ser divulgados

    A 4ª dose da vacina contra Covid-19 começa a ser aplicada em pessoas com mais de 50 anos nesta sexta-feira (3), no Distrito Federal. O anúncio foi feito pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), por meio de uma rede social, nesta quarta-feira (1º).

    Segundo o chefe do Executivo local, os postos para imunização ainda serão divulgados.

    Em Brasília, o reforço na vacinação de idosos começou a ser administrado no dia 1º de abril, para quem tinha 80 anos ou mais. No dia 14 de abril, a campanha foi ampliada para aqueles com mais de 70 anos. Em maio, maiores de 60 anos foram autorizados a tomar uma nova dose dos imunizantes.

    Por que é preciso aplicar a quarta dose?

    No final de março, o Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica que justifica a decisão de aplicar a 4ª dose da vacina contra Covid-19. À época, a recomendação era voltada a pessoas acima de 60 anos.

    Segundo a pasta, os dados de casos, hospitalizações e mortes por infecções respiratórias no país indicavam uma “tendência de perda de proteção em idosos adequadamente vacinados”, com destaque para “a faixa etária acima de 80 anos de idade”.

    Ainda de acordo com o documento, essa redução da efetividade das vacinas após quatro ou cinco meses nos mais idosos pode ser em parte explicada pelo processo da imunossenescência, ou o envelhecimento natural do sistema imunológico.

    Pode tomar a vacina da gripe e da Covid no mesmo dia?

    De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, as vacinas contra a Covid-19 e contra a gripe podem ser aplicadas de forma simultânea, na mesma visita ao posto de saúde. A campanha anual de imunização contra a gripe está em vigor no Distrito Federal.

  • Coral de servidores lança vídeo online no Dia Mundial sem Tabaco

    Coral de servidores lança vídeo online no Dia Mundial sem Tabaco

    Profissionais da Secretaria de Saúde ensaiaram desde março para cantar a música ‘Fumar pra Quê?’, de Geraldo Azevedo

    Nesta terça-feira (31), Dia Mundial sem Tabaco, servidores da Secretaria de Saúde lançaram online um vídeo do coral interpretando a música Fumar pra Quê?, de Geraldo Azevedo. A ideia foi da enfermeira Carla Surama, que atua na Subsecretaria de Vigilância à Saúde em ações educativas e assumiu as funções de cantora e de regente.

    “Encontrei uma música que tinha tudo a ver com um dos temas trabalhados na nossa gerência e que me diz muito. Dois tios meus morreram em decorrência dele, o cigarro, enquanto outros continuam fumando. E maio é um mês importante para o combate ao tabaco, então, por que não?”, conta a servidora.

    A ideia se espalhou primeiro entre os servidores do programa de controle de tabagismo. A equipe técnica, acostumada a lidar com ações educativas e documentos técnicos, começou a preparar a voz. Ao longo das semanas, o coral atraiu mais servidores, incluindo profissionais do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e da Aliança de Controle de Tabagismo (ACT).

    “Tínhamos um grupo sem experiência alguma com cantar em coral, presencial ou virtual, mas foi muito animado. Outros não cantavam há anos, e amaram o reencontro. Os ensaios começaram em março, uma vez por semana”, diz Carla Surama. Depois vieram os voluntários para atuar nos instrumentos, na edição e na divulgação do coral.

    A escolha da canção também é um marco. O cantor pernambucano Geraldo Azevedo escreveu Fumar pra Quê? após sua quinta – e definitiva – tentativa de se livrar do vício, em 1986. As imagens utilizadas no vídeo são de domínio público e o compositor e cantor pernambucano autorizou a divulgação do vídeo.

  • Reforço contra covid para adolescentes de 12 a 17 anos nesta segunda (30)

    Reforço contra covid para adolescentes de 12 a 17 anos nesta segunda (30)

    Ampliação segue nota técnica do Ministério da Saúde, que orienta a aplicação após quatro meses da segunda dose do ciclo vacinal

    Nesta segunda-feira (30), o Governo do Distrito Federal (GDF) inicia a aplicação da dose de reforço contra a covid-19 para adolescentes a partir dos 12 anos. A decisão segue orientação da Nota Técnica nº 35, do Ministério da Saúde, divulgada na noite da sexta-feira (27). “A chegada da terceira dose para maiores de 12 anos reforça, principalmente, a segurança nas escolas, além de aumentar a proteção dos jovens que costumam conviver sempre em grupo”, ressaltou o gestor da Saúde, general Manoel Pafiadache. Essa terceira dose deverá ser administrada após quatro meses da última dose do esquema vacinal.

    No sábado, a Secretaria de Saúde levantou que há doses de CoronaVac disponíveis nas salas de vacina para dar início à aplicação já na segunda-feira. Ao mesmo tempo, “solicitamos a reposição da Pfizer à Pasta Federal”, adiantou a coordenadora da imunização pela Secretaria de Saúde, Renata Brandão.

    No DF, são 268.474 adolescentes nessa faixa etária, de 12 a 17 anos. Desses, 241.783 já iniciaram o esquema (D1) e 194.898 receberam a segunda dose (D2). Com o intervalo de quatro meses sendo respeitado, no momento, há 173.337 adolescentes aptos a tomar o reforço.

    Os pontos de vacinação são atualizados diariamente no site da Secretaria de Saúde. Confira os locais que haverá o imunizante para o grupo neste link:
    https://www.saude.df.gov.br/locaisdevacinacao.

  • Sábado de vacinação contra covid-19, influenza e sarampo

    Sábado de vacinação contra covid-19, influenza e sarampo

    Parceria entre secretarias de Saúde e de Educação utiliza duas escolas, em Ceilândia e na Candangolândia, e contribui para famílias concluírem ciclo vacinal perto de casa

    As secretarias de Saúde e de Educação levaram mais uma vez a imunização contra a covid-19, a influenza e o sarampo para perto da população. Neste sábado (30), duas escolas abriram as portas para receber a comunidade interessada em se proteger. Até as 17h, o Centro de Educação Infantil (CEI), na Candangolândia, e a Escola Classe 66 do Sol Nascente, em Ceilândia, receberam o público vacinável para tomar os imunizantes.

    Saiba onde se vacinar aqui: https://www.saude.df.gov.br/locaisdevacinacao.

    A dona de casa Maria de Lourdes da Silva, 69 anos, aproveitou que o local de vacinação estava a cinco minutos da sua casa, no Sol Nascente, e foi receber a segunda dose de reforço. “Facilita muito aqui pertinho. Lá em casa todo mundo trabalha durante a semana, então, viemos hoje vacinar”, contou. Ela estava acompanhada da filha Maria Isabel da Silva, 42 anos, do genro, o eletricista José Aílton de Carvalho, 48 anos, e da neta, a estudante Ingrid da Silva Carvalho, 21 anos.

    O pequeno Victor Hugo Ferreira, 7 anos, tomou a segunda dose da vacina contra a covid. Para a mãe do rapaz, Clessilda Ferreira, 34 anos, é importante levar o menino para se proteger e ações como essa ajudam os moradores que, como ela, não conseguem durante a semana. “Na primeira dose, a gente precisou ir a um local mais distante do que aqui, perto de casa é muito bom”, considera.

    No local também está sendo oferecida a vacina contra a influenza e sarampo. Consulte quem pode receber o imunizante no link
    https://www.saude.df.gov.br/vacinacao-influenza.

    Na Candangolândia, a vacinação atraiu moradores de outras regiões administrativas que conseguiram aproveitar o sábado para se imunizar. Nessa linha, a aposentada Lindalva Alves, 63 anos, foi com o marido, o operador de máquina João Alcias dos Reis, 64 anos. Ela disse que os dois queriam ir juntos mas,  durante a semana, o horário de trabalho do marido não permitia.

    Os dois são do Riacho Fundo 2 e ficaram satisfeitos quando souberam que, no sábado, os dois conseguiriam receber a segunda dose de reforço. “Vacinar é muito importante, é só ver como a mortalidade diminuiu depois que começaram a vacinar. Tomo quantas doses tiver que tomar”, assegurou a aposentada.

    A parceria entre as secretarias de Saúde e de Educação deve se repetir até o fim do mês de junho. Desde o início da campanha de vacinação contra a covid-19 para as crianças de 5 a 11 anos, em 16 de janeiro deste ano, pouco mais de 169 mil receberam a primeira dose, cerca de 60% do público estimado, que é de cerca de 268 mil indivíduos, de acordo com dados da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). A segunda dose foi aplicada em 99 mil crianças, aproximadamente 35% dessa população.

  • Pacientes com covid não podem receber visita no período de contágio

    Pacientes com covid não podem receber visita no período de contágio

    Portaria publicada no DODF detalha a visitação a pessoas hospitalizadas em unidades de saúde do DF

    Paciente internado em hospitais do Distrito Federal que estiver com suspeita ou infectado pelo novo coronavírus não poderá receber visitas durante o período de contágio. A exceção é para os acompanhantes previstos por lei. Nesse caso, a orientação é o uso de máscara e terem completado o ciclo de imunização contra a doença.

    Esta é uma das determinações da Portaria nº 291, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de quarta-feira (25). O documento detalha as regras para visitação a pessoas hospitalizadas nas unidades de internação e terapia intensiva do DF, com suspeita ou confirmação de covid-19.

    O período de contágio não será previamente definido, pois varia de acordo com cada paciente. “O cidadão com quadro leve pode se curar em cinco dias. Já nos casos em que há formação de pneumonia, por exemplo, o tempo de transmissão pode ser mais longo”, explica o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Pedro Zancanaro. Nesse caso, o acompanhamento do quadro clínico vai definir em quanto tempo as visitas poderão ser retomadas.

    A nova portaria leva em consideração a alta transmissibilidade do vírus por via respiratória. Zancanaro ressalta que a restrição demonstra que “a pasta tem mantido olhar vigilante sobre a covid-19”. Ele enfatiza que a partir do momento em que é observado discreto aumento do número de casos, “imediatamente trabalhamos para mitigar qualquer risco”, assegura.

  • Arniqueira recebe agentes de vigilância ambiental no combate à dengue

    Arniqueira recebe agentes de vigilância ambiental no combate à dengue

    Na região administrativa, foram visitados 550 imóveis e localizados quatro focos de proliferação do mosquito

    O trabalho de combate à dengue continua no Distrito Federal. Nesta quinta-feira (26), agentes de vigilância ambiental da Secretaria de Saúde atuaram em Vicente Pires. No sábado (28), será a vez da Estrutural. Nesta última, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) trabalhará em conjunto com os profissionais da Secretaria de Saúde.

    Na tarde de quarta-feira (25), 30 agentes de vigilância ambiental foram até a região administrativa de Arniqueira para exterminar focos do Aedes aegypti. Eles estiveram nos conjuntos 4 e 5, locais onde havia maior incidência de casos de dengue. Lá, visitaram 550 imóveis, localizados nas chácaras 69, 70, 78, 79, 80, 81 e 82 do conjunto 4; e nas chácaras 125, 126 e 127 do conjunto 5. No total, foram localizados quatro locais com proliferação dos mosquitos transmissores da doença.

    A ação foi coordenada pelo Núcleo de Vigilância Ambiental Guará, que cuida de seis regiões administrativas, incluindo Arniqueira. Os agentes orientaram os moradores sobre medidas amplamente difundidas para combater o Aedes aegypti.

    É preciso, por exemplo, deixar vasos de plantas sem água parada, evitar acumular lixo e ficar de olho até mesmo na casinha do cachorro. “Tem que lavar pelo menos uma vez por semana”, recomendava aos moradores o agente Aquiles Júnior.

    A chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental Guará, Herika Marques, enfatizou que “os ovos da fêmea do Aedes aegypti ficam preservados até 450 dias em locais secos e basta o contato com a água para eclodirem”. Ela ressalta que o apoio dos moradores é fundamental. “A gente não consegue agir sozinhos. A população precisa estar junto para evitar que o mosquito nasça”, reforçou.

    De acordo com o administrador regional de Arniqueira, Joseli de Souza, popularmente chamado de Zezinho, o combate ao mosquito é “um caso de guerra onde o GDF e a comunidade são fortes aliados”. Ele orientou que a “limpeza dos lotes e o descarte correto dos resíduos sólidos são as grandes armas de defesa”. O gestor ainda assegurou que os moradores, lideranças, empresários e síndicos locais podem contar com a sua administração neste combate.

    Parceria para o combate

    Desde o início do ano, a Secretaria de Saúde vistoriou 1,5 milhão de imóveis em todas as regiões administrativas do DF. Órgãos como CBMDF, DF Legal, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Secretaria de Segurança Pública (SSP), Defesa Civil, Departamento de Trânsito (Detran), Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), entre outros, auxiliam a pasta nas ações de combate.

    A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) conta com 15 núcleos de vigilância ambiental espalhados pelas regiões administrativas. Cada núcleo possui equipes que realizam trabalho de campo, visitando casas, prédios, terrenos e orientando a população.

  • Covid-19: 743 mil pessoas no DF estão com dose de reforço atrasada

    Covid-19: 743 mil pessoas no DF estão com dose de reforço atrasada

    Índice de contaminação está em 1,28 e indica crescimento da pandemia. Especialista alerta para importância da conclusão da imunização e uso da máscara de proteção

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal estima que 743 mil pessoas estão com a dose de reforço da vacina contra Covid-19 – ou terceira dose – em atraso. Isso representa que 29,6% das 2.509.694 pessoas que iniciaram a imunização, não voltaram aos postos para completar o ciclo.

    Ao todo, 90,26% das pessoas de Brasília, com 5 anos ou mais, tomaram a primeira dose. Mas apenas 84,09% fizeram a segunda dose, por exemplo (veja gráfico abaixo).

    Fonte: Secretaria de Saúde do DF

    A infectologista do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), Ana Helena Germoglio, alerta que a taxa de transmissão do coronavírus está em alta e que a conclusão da imunização e o uso da máscara de proteção são essenciais.

    “O que temos de evidência hoje, é que se tem uma maior proteção contra a Covid-19 quando se toma as três doses da vacina. Por isso, não tem como prever o que acontece quando alguém deixa de se vacinar em alguma das fases”, diz a médica.

    Nesta terça-feira (24), segundo a Secretaria de Saúde, a taxa de transmissão está em 1,28 em Brasília. O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 128, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    “Esse é o preço que estamos pagando pela falta do uso de máscaras. Os casos também subiram porque tivemos um carnaval e dois feriadões”, aponta a infectologista.

    Mais pessoas contaminadas e falta de conscientização

    Máscaras de proteção facial — Foto: G1

    Segundo a infectologista Ana Helena Germoglio, a presença de pacientes com Covid-19 tem se tornado mais frequente no hospital.

    “Atendi um caso em que os pais não vacinaram os filhos adolescentes e não tomaram a dose de reforço. A conclusão foi a família toda doente”, conta.

    A infectologista acredita que dois problemas principais impactam na procura pelo reforço da vacina. O primeiro deles, segundo a especialista, é de que a população “acredita que a pandemia já passou” e o segundo, a falta de informação.

    “Já atendi pacientes que sequer sabem que, por exemplo, existe uma quarta dose para imunossuprimidos. Acredito que é necessário dar mais acesso à informação para essas pessoas”, diz a infectologista.

    Sobre o quadro atual da pandemia, Ana Helena acredita que a taxa de transmissão deve estar maior do que o notificado pela Secretaria de Saúde, já que muitas pessoas deixam de fazer o teste.

    Casos no DF

    Desde o início da pandemia de Covid-19, até terça-feira (24) o Distrito Federal registrou 702.835 casos conhecidos da doença e 11.689 perderam a vida. De acordo com a Secretaria de Saúde, foram 520 novos casos conhecidos em relação aos registros de segunda-feira (23).

    Fonte: G1

  • DF registra 520 novos casos e mais 2 mortes por Covid

    DF registra 520 novos casos e mais 2 mortes por Covid

    Desde início da pandemia, 11.689 pessoas perderam a vida na capital federal. São 702.835 infectados

    O Distrito Federal registrou 520 novos casos conhecidos de Covid-19 e mais duas mortes pela doença, nesta terça-feira (24). Desde o início da pandemia, a Covid-19 matou 11.689 pessoas na capital federal. Ao todo, 702.835 foram infectadas. De acordo com a Saúde, 97,8% dos pacientes estão recuperados.

    A taxa de transmissão, nesta segunda-feira, ficou em 1,28. O número indica alta na contaminação e que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 128, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Perfil das vítimas

    Entre os mortos, desde o início da pandemia, em Brasília, 10.674 moravam na capital federal e 1.015 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno.

    Datas das mortes divulgadas nesta terça-feira (24):

    • 5 de novembro de 2021: 1
    • 11 de fevereiro de 2022: 1

    Residência

    • Ceilândia:1
    • Plano Piloto: 1

    Faixa etária

    • 80 anos ou mais: 2

    Leitos de UTI Covid

    Até as 16h25 desta terça-feira (24), a taxa de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com Covid na rede pública estava em 50%. Do total de 36 leitos, 18 estavam ocupados e 28 disponíveis.

    Na rede privada, até as 11h55, 55,05% das vagas estavam ocupadas. Do total de 136 leitos, 61 eram usados, 50 estavam vagos e 25 bloqueados. Os dados são iguais aos de segunda-feira (23).

    Casos por região

    O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta terça-feira, 82.586 pessoas testaram positivo e 852 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 69.029 contaminações e 1.764 vidas perdidas.

    Fonte: G1

  • Profissionais da Saúde passam a pagar meia-entrada em eventos culturais no DF

    Profissionais da Saúde passam a pagar meia-entrada em eventos culturais no DF

    Benefício vale para trabalhadores da rede pública e particular, incluindo aposentados. Lei aprovada pela Câmara Legislativa, em 2019, havia sido vetada pelo governador; distritais derrubaram veto

    Todos os profissionais da área da Saúde – que trabalham na rede pública e privada – passam a pagar meia-entrada em eventos “culturais, artísticos, cinematográficos e desportivos” que ocorrem no Distrito Federal. A lei, aprovada pela Câmara Legislativa do DF (CLDF) em 2019, havia sido vetada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), no entanto, os deputados distritais derrubaram o veto (saiba mais abaixo).

    Lei nº 7.132/2022 foi promulgada pela CLDF no dia 17 de maio passado e publicada, nesta segunda-feira (23), no Diário Oficial. Assim, profissionais como médicos, psicólogos, dentistas, fisioterapeutas, técnicos e auxiliares de enfermagem – incluindo aposentados – podem fazer uso do benefício.

    A lei já está em vigor, e o GDF tem até 90 dias, contados a partir do dia 17, para expedir sua regulamentação. A regra impõe punição de advertência ou multa para o estabelecimento que a descumprir.

    Como fazer para pagar meia-entrada

    Dupla Jorge e Mateus durante show no Estádio Mané Garrincha, em imagem de arquivo — Foto: Rubens Cerqueira/Divulgação

    Conforme a lei, para fazer uso da meia-entrada, os profissionais da Saúde devem apresentar, na hora de comprar o ingresso:

    • Documento de identidade
    • Contracheque
    • Carteira funcional emitida por estabelecimento público ou privado de saúde
    • Ou carteira de identificação expedida por entidade de classe

    “O benefício é aplicado sobre o valor do ingresso, ainda que este já tenha desconto, ou esteja no preço promocional”, diz a norma.

    Veto do governador

    Em 2019, o deputado distrital Jorge Vianna (PSD) havia apresentado o Projeto de Lei 804 , que deu origem à lei, à CLDF. O texto foi aprovado pelos parlamentares, e o PL seguiu para a sanção do governador.

    No entanto, Ibaneis Rocha vetou o PL. Na semana passada, o texto voltou ao plenário da Câmara Legislativa e os distritais derrubaram o veto, instituindo, assim, Lei nº 7.132/2022.

    Fonte: G1