Categoria: Saúde

  • Médica Lucilene Florêncio assume Secretaria de Saúde

    Médica Lucilene Florêncio assume Secretaria de Saúde

    Ginecologista e obstetra, ela é servidora da pasta desde 1999 e tem extensa trajetória tanto na assistência quanto na gestão

    Médica de carreira da Secretaria de Saúde desde 1999, quando chegou à capital federal, a servidora Lucilene Maria Florêncio de Queiroz assumiu o comando da pasta, em substituição ao general Manoel Pafiadache. Ginecologista e obstetra, Lucilene ingressou no serviço público em 1992.

    Pernambucana de nascimento, trabalhou em Rondônia, antes de fixar residência no Distrito Federal e continuar construindo sua extensa trajetória tanto na assistência quanto na gestão. Ela é a terceira mulher a liderar a Saúde do DF. A médica ocupava o cargo de vice-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF).

    Anteriormente, Lucilene Maria Florêncio foi coordenadora de saúde do Gama e do Guará, além de superintendente da Região de Saúde Oeste, que compreende Ceilândia e Brazlândia, onde ficou de 2020 a 2022, e da Sudoeste, que contempla Taguatinga, Samambaia, Águas Claras, Vicente Pires e Recanto das Emas, nos anos de 2016 a 2018.

    Lucilene, que assumiu a pasta na segunda (6), também foi secretária-adjunta de Assistência à Saúde, em 2019. “Todas essas experiências são fundamentais, porque vem para a gestão uma servidora pública, de carreira, com conhecimento profundo da rede de assistência da Secretaria de Saúde”, destaca a secretária.

    Agenda

    Nesta quarta-feira (8) pela manhã, a nova gestora recebeu representantes do Conselho de Saúde do DF – Foto: Tony Winston/ Agência Saúde DF

    Na quarta-feira (8) pela manhã, a nova gestora recebeu representantes do Conselho de Saúde do DF. O tema abordado foi a organização da 3ª Conferência Distrital de Saúde Mental, que ocorre nos dias 22 e 23 de junho.

    “A saúde mental é um pilar muito importante que quero fortalecer”, enfatiza Lucilene, que ressalta a relevância do tema no cenário pós-pandemia. “Temos que cuidar não só da demanda que já tínhamos, mas também do aumento que a pandemia nos trouxe”, completa a médica.

    À frente da secretaria, uma das metas de Lucilene é aumentar a cobertura vacinal contra covid-19. “É preciso fazer busca ativa e chamamentos para a população completar o esquema vacinal, inclusive com todas as doses de reforço”, ressalta. Enquanto superintendente, a médica viabilizou a ação do Carro da Vacina na região de saúde Oeste.

    Outra linha de ação será a de “elaborar estratégias para que pacientes à espera de cirurgias eletivas sejam operados. Lucilene também vai trabalhar para uma maior aproximação da secretaria com o Iges-DF. “Vamos atuar juntos e alinhados para uma entrega de excelência na Saúde do Distrito Federal”, reforça.

    Lucilene também deve se debruçar sobre questões de abastecimento e contratos estruturantes da Secretaria de Saúde, como limpeza, manutenção predial e o contrato relativo ao Instituto de Cardiologia e Transplantes (ICTDF).

  • Primeiro caso de varíola dos macacos no Brasil é confirmado na cidade de São Paulo

    Primeiro caso de varíola dos macacos no Brasil é confirmado na cidade de São Paulo

    Paciente, um homem de 41 anos que viajou à Espanha, está em isolamento no Hospital Emílio Ribas, na Zona Oeste da capital

    O primeiro caso de varíola dos macacos no Brasil foi confirmado nesta quarta-feira (8) na cidade de São Paulo. O paciente, um homem de 41 anos que viajou à Espanha, segundo país com o maior número de casos da doença, foi colocado em isolamento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na Zona Oeste da capital.

    O Instituto Adolfo Lutz está analisando a amostra. À TV Globo, médicos disseram que, pela análise clínica, os sintomas e a características das feridas são muito compatíveis com os efeitos da doenças. O paciente está bem.

    O secretário da Saúde do estado, Jean Gorinchteyn, confirmou as informações e disse que o resultado pode sair nesta quinta-feira (9).

    Em nota, a secretaria estadual da Saúde disse que “as amostras do caso ainda estão em análise pelo Instituto Adolfo Lutz” e que o paciente “teve início dos sintomas, como febre e mialgia [dor muscular], no dia 28 de maio”.

    A secretaria municipal da Saúde disse que ainda “aguarda o resultado do exame, pelo Governo do Estado, do segundo caso suspeito de varíola do macaco (monkeypox) na capital”. A pasta destacou que “trata-se de um homem de 41 anos e que, segundo investigação preliminar, passou por Portugal e Espanha no mês de maio”.

    Além deste caso, a Prefeitura de São Paulo informou que monitora o estado de saúde de uma mulher de 26 anos, sem histórico de viagem ao exterior, hospitalizada com suspeita de ter contraído a doença. Segundo o prefeito Ricardo Nunes (MDB), a paciente passa bem. Familiares e pessoas próximas à ela também estão sendo acompanhados pela gestão municipal.

    Em nota divulgada nesta quarta (8), o Ministério da Saúde informou que oito casos estão em investigação em todo o país. Segundo a pasta, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e São Paulo têm um caso suspeito cada um, e há ainda dois casos em monitoramento em Rondônia e outros dois em Santa Catarina.

    Neste domingo (5), a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou ter confirmado 780 casos de varíola de macacos em todo o mundo. Os dados correspondem ao intervalo entre 13 de maio e 2 de junho e leva em conta apenas pacientes identificados em locais em que a doença não é endêmica. Segundo a entidade, não houve mortes relatadas.

    Mundo

    A OMS disse que a varíola dos macacos traz um “risco moderado” para a saúde pública mundial depois que casos foram relatados em países onde a doença não é endêmica.

    “O risco para a saúde pública pode se tornar alto se esse vírus se estabelecer como um patógeno humano e se espalhar para grupos mais propensos a risco de doenças graves, como crianças pequenas e pessoas imunossuprimidas”, disse a OMS.

    A organização diz que não há recomendação de uso de vacina da varíola para casos de varíola dos macacos.

    Imagem de microscópio mostra vírus causador da varíola do macaco — Foto: Cynthia S. Goldsmith, Russell Regner/CDC via AP

    Sintomas e transmissão

    Os sintomas iniciais da varíola dos macacos costumam ser febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, gânglios (linfonodos) inchados, calafrios e exaustão.

    “Depois do período de incubação [tempo entre a infecção e o início dos sintomas], o indivíduo começa com uma manifestação inespecífica, com sintomas que observamos em outras viroses: febre, mal-estar, cansaço, perda de apetite, prostração”, explica Giliane Trindade, virologista e pesquisadora do Departamento de Microbiologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

    Dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais) após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

    “O que é um diferencial indicativo: o desenvolvimento de lesões – lesões na cavidade oral e na pele. Elas começam a se manifestar primeiro na face e vão se disseminando pro tronco, tórax, palma da mão, sola dos pés”, completa Trindade, que é consultora do grupo criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações para acompanhar os casos de varíola dos macacos.

    Fonte: G1

  • Covid-19: DF registra 3.055 novos casos e mais 3 mortes

    Covid-19: DF registra 3.055 novos casos e mais 3 mortes

    Taxa de transmissão subiu e está em 1,53; número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 153. Um dos óbitos ocorreu nesta terça-feira (7)

    O Distrito Federal registrou, nesta terça-feira (7), 3.055 novos casos conhecidos e mais 3 mortes por Covid-19. Um dos óbitos ocorreu nas últimas 24 horas . A taxa de transmissão do vírus voltou a subir na capital. Ela passou de 1,47, na segunda-feira (7), para 1,53.O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 153, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Desde o início da pandemia, 11.696 pessoas perderam a vida em Brasília. Entre os mortos, 10.680 moravam na capital federal e 1.016 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno.

    Ao todo, 727.976 pessoas foram infectadas. De acordo com a SES-DF, 95,2% dos pacientes estão recuperados.

    Taxa de transmissão da Covid-19 em maio e junho, no DF:

    • 2 de maio: 0,92
    • 3 de maio: 0,95
    • 4 de maio: 0,96
    • 5 de maio: 0,99
    • 6 de maio:1,01
    • 9 de maio: 1,12
    • 10 de maio: 1,16
    • 11 de maio: 1,22
    • 12 de maio: 1,26
    • 13 de maio: 1,30
    • 16 de maio: 1,34
    • 17 de maio: 1,33
    • 18 de maio: 1,33
    • 19 de maio: 1,30
    • 20 de maio: 1,28
    • 23 de maio: 1,26
    • 24 de maio: 1,28
    • 25 de maio: 1,28
    • 26 de maio: 1,39
    • 27 de maio: 1,44
    • 30 de maio: 1,50
    • 31 de maio: 1,50
    • 1º de junho: 1,47
    • 2 de junho: 1,46
    • 3 de junho: 1,43
    • 6 de junho: 1,47
    • 7 de junho: 1,53

    Perfil das vítimas

    Datas das mortes divulgadas nesta terça-feira (7):

    • 06 de junho de 2022: 2
    • 07 de junho de 2022: 1

    Residência

    • Sobradinho: 1
    • Taguatinga: 1
    • Luziânia (GO): 1

    Faixa etária

    • 60 a 69 anos: 1
    • 70 a 79 anos: 2
    Leitos de UTI para pacientes com Covid-19 — Foto: Geraldo Bubniak/AEN

    Leitos de UTI Covid

    Até as 16h25 desta terça-feira (7), a ocupação dos leitos de UTI reservados para casos de Covid-19 na rede pública do DF estava em 47,22%. Do total de 36 leitos, 17 estavam ocupados e 19 disponíveis.

    Na rede privada, às 11h55, 64,04% das vagas reservadas para infectados estavam ocupadas. Do total de 138 leitos, 74 eram usados, 42 estavam vagos e 22 bloqueados. Os dados são os mesmos de segunda-feira (6).

    Casos por região

    O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta terça-feira, 87.466 pessoas testaram positivo e 853 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 69.865 contaminações e 1.765 vidas perdidas.

    Fonte: G1

  • Covid-19: DF registra 6.679 novos casos e mais 1 morte

    Covid-19: DF registra 6.679 novos casos e mais 1 morte

    Números são referentes a registros conhecidos entre sábado (4) e esta segunda-feira (6).Taxa de transmissão permanece em alta

    O Distrito Federal registrou 6.679 novos casos conhecidos e mais 1 morte por Covid-19 nesta segunda-feira (6). O óbito aconteceu no último sábado (4). Os números são referentes ao acumulado entre sábado (4) e esta segunda, uma vez que, nos fins de semana e nos feriados a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) não divulga boletins.

    Após dois dias em baixa (quinta-feira (2) e sexta-feira (3), a taxa de transmissão do vírus voltou a subir. Ela passou de 1,43, na sexta-feira (2), para 1,47.O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 147, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Desde o início da pandemia, 11.693 pessoas perderam a vida em Brasília. Entre os mortos, 10.678 moravam na capital federal e 1.015 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno.

    Ao todo, 724.921 pessoas foram infectadas. De acordo com a SES-DF, 95,4% dos pacientes estão recuperados.

    Taxa de transmissão da Covid-19 em maio e junho, no DF:

    • 2 de maio: 0,92
    • 3 de maio: 0,95
    • 4 de maio: 0,96
    • 5 de maio: 0,99
    • 6 de maio:1,01
    • 9 de maio: 1,12
    • 10 de maio: 1,16
    • 11 de maio: 1,22
    • 12 de maio: 1,26
    • 13 de maio: 1,30
    • 16 de maio: 1,34
    • 17 de maio: 1,33
    • 18 de maio: 1,33
    • 19 de maio: 1,30
    • 20 de maio: 1,28
    • 23 de maio: 1,26
    • 24 de maio: 1,28
    • 25 de maio: 1,28
    • 26 de maio: 1,39
    • 27 de maio: 1,44
    • 30 de maio: 1,50
    • 31 de maio: 1,50
    • 1º de junho: 1,47
    • 2 de junho: 1,46
    • 3 de junho: 1,43
    • 6 de junho: 1,47

    Leitos de UTI Covid

    Até as 16h25 desta segunda-feira (6), a ocupação dos leitos de UTI reservados para casos de Covid-19 na rede pública do DF estava em 44,44%. Do total de 36 leitos, 16 estavam ocupados e 20 disponíveis.

    Na rede privada, às 11h55, 64,04% das vagas reservadas para infectados estavam ocupadas. Do total de 138 leitos, 74 eram usados, 42 estavam vagos e 22 bloqueados.

    Casos por região

    O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta segunda-feira, 86.970 pessoas testaram positivo e 853 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 69.865 contaminações e 1.765 vidas perdidas.

    Fonte: G1

  • Veja onde se vacinar contra gripe, Covid e sarampo de segunda (6) até sexta-feira (10), no DF

    Veja onde se vacinar contra gripe, Covid e sarampo de segunda (6) até sexta-feira (10), no DF

    Maioria dos postos atende das 8h às 17h. Pessoas com 50 anos ou mais já podem tomar quarta dose do imunizante na capital

    A vacinação contra Covid-19, contra gripe e também contra sarampo continuam, nesta segunda-feira (6), no Distrito Federal. Até sexta-feira (10), os endereços dos postos onde é possível receber os imunizantes permanecem os mesmos (veja locais mais abaixo).

    A maioria das unidades atende das 8h às 17h. Na UBS 1, na quadra 612 da Asa Sul, a vacinação contra Covid vai até 22h.

    Quem tem 50 anos ou mais pode tomar a 4ª dose da vacina contra Covid. Além disso, adolescentes entre 12 e 17 anos já podem tomar a dose de reforço.

    Do início da imunização, em janeiro de 2021, até sexta, 6.316.872 vacinas foram aplicadas em Brasília:

    • 2.513.245 pessoas tomaram a primeira dose
    • 2.343.948 pessoas tomaram a segunda dose
    • 60.408 pessoas tomaram a dose única
    • 1.237.342 pessoas tomaram a dose de reforço
    • 149.766 tomaram segunda dose de reforço
    • 12.163 pessoas tomaram a dose adicional (imunossuprimidos)

    Onde se vacinar contra Covid de segunda-feira (6) a sexta-feira (10) no DF

    Para saber os endereços e horários, clique nos links abaixo:

    Onde se vacinar contra gripe no DF

    Para saber os endereços e horários, clique no link abaixo:

    • Influenza

    Sarampo e vacinação de rotina

    Todas as crianças de seis meses até menos de 5 anos devem ser vacinadas contra o sarampo. O público-alvo no Distrito Federal é de aproximadamente 182 mil meninas e meninos e a meta da secretaria de Saúde é vacinar 95% deles.

    Para saber os endereços e horários, clique nos links abaixo:

    • Sarampo e vacinação de rotina do calendário vacinal (Meningocócica C, Pneumocócica, Tríplice Viral, Penta, etc, com exceção da BCG)

    Fonte: G1

  • Veja onde se vacinar contra gripe e Covid neste sábado (4), no DF

    Veja onde se vacinar contra gripe e Covid neste sábado (4), no DF

    Atendimento vai das 9h às 17h, em quatro endereços. Domingo (5), não haverá imunização

    A vacinação contra Covid-19 e contra a gripe continua neste sábado (4), no Distrito Federal. Quatro postos ficam abertos, com atendimento das 9h às 17h (veja endereços abaixo).

    Apenas um dos pontos de imunização, a UBS 2 de Ceilândia, oferece a vacina contra influenza (veja quem pode se vacinar abaixo). De acordo com a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), não haverá vacinação no domingo (5).

    Onde se vacinar contra Covid e gripe neste sábado (4) no DF

    Feirinha da Vila São José, em Brazlândia

    • Endereço: Quadra 37, AE 2, Conjunto I – Vila São José
    • Horário: das 9h às 17h
    • Disponíveis vacinas contra Covid-19 para crianças de 5 anos a 11 anos (primeira e segunda dose), pessoas dos 12 aos 49 anos (primeira dose, segunda dose e dose de reforço) e acima dos 50 anos (primeira dose, segunda dose, dose de reforço e segunda dose de reforço/quarta dose).

    Escola Classe 16 de Planaltina

    • Endereço: Condomínio Estância Mestre D’armas IV Módulo 6
    • Horário: das 9h às 17h
    • Disponíveis vacinas contra Covid-19 para crianças de 5 anos a 11 anos (primeira e segunda dose), pessoas dos 12 aos 49 anos (primeira dose, segunda dose e dose de reforço) e acima dos 50 anos (primeira dose, segunda dose, dose de reforço e segunda dose de reforço/quarta dose).

    UBS 2 de Ceilândia

    • Endereço: QNN 15 Lote F
    • Horário: das 9h às 17h
    • Disponíveis vacinas contra Covid-19 para crianças de 5 anos a 11 anos (primeira e segunda dose), pessoas dos 12 aos 49 anos (primeira dose, segunda dose e dose de reforço) e acima dos 50 anos (primeira dose, segunda dose, dose de reforço e segunda dose de reforço/quarta dose). Também haverá vacinação de Influenza para os públicos prioritários.

    UBS 1 Asa Sul

    • Endereço: SGAS 612
    • Horário: 9h às 17h
    • Disponíveis vacinas contra Covid-19 para crianças de 5 anos a 11 anos (primeira e segunda dose), pessoas dos 12 aos 49 anos (primeira dose, segunda dose e dose de reforço) e acima dos 50 anos (primeira dose, segunda dose, dose de reforço e segunda dose de reforço/quarta dose).

    Qual é o público prioritário para vacinar contra Influenza?

    • Idosos com 60 anos ou mais
    • Trabalhadores da área da saúde
    • Crianças a partir de 6 meses até 5 anos, ou seja, 4 anos, 11 meses e 29 dias
    • Gestantes
    • Puérperas
    • Povos indígenas
    • Professores do ensino básico e superior
    • Pessoas com doenças crônicas não-transmissíveis e outras condições clínicas especiais
    • Pessoas com deficiência permanente
    • Caminhoneiros
    • Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário passageiros urbano e de longo curso
    • Trabalhadores portuários
    • Forças de Segurança e Salvamento
    • Forças Armadas
    • Funcionários do sistema de privação de liberdade
    • População privada de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativa

    Fonte: G1

  • Covid: 4ª dose da vacina para quem tem 50 anos ou mais começa nesta sexta no DF

    Covid: 4ª dose da vacina para quem tem 50 anos ou mais começa nesta sexta no DF

    Trabalhadores da saúde também podem tomar reforço. Imunização deve ser feita quatro meses após terceira dose; doses disponíveis são da Jansen e AstraZeneca

    A aplicação da 4ª dose da vacina contra a Covid-19 para quem tem 50 anos ou mais começa nesta sexta-feira (3), no Distrito Federal. Trabalhadores da área de saúde, tanto da rede pública quanto privada, também podem receber o reforço. A imunização deve ocorrer quatro meses após 3ª dose.

    Mais de 50 locais estão disponíveis para a vacinação nesta sexta, e ao longo das próximas semanas, incluindo o drive-thru instalado na 612 Sul — com funcionamento até às 22h — e a unidade na Rodoviária do Plano Piloto — que funciona das 7h às 20h (veja mais abaixo).

    A Secretaria de Saúde informa que serão usadas as vacinas disponíveis no momento: Janssen e AstraZeneca. Especialistas explicam que quem tomou as doses anteriores de outros fabricantes pode ficar tranquilo.

    Segundo a infectologista Ana Helena Germoglio, a mistura dos imunizantes é benéfica por gerar diferentes formas de estímulo no organismo.

    “No início da imunização, a gente recomendava que não houvesse a mistura. Mas muita coisa mudou de lá para cá, e hoje a gente sabe que a imunização que tem essa mistura produz mais anticorpos do que a imunização com um só fabricante”, afirma a médica.

    No entanto, há uma exceção. “Devemos alertar que, para gestantes, as vacinas recomendadas são a Pfizer e a Coronavac”, aponta Ana Helena Germoglio.

    Em Brasília, o reforço na vacinação de idosos começou a ser administrado no dia 1º de abril, para quem tinha 80 anos ou mais. No dia 14 de abril, a campanha foi ampliada para aqueles com mais de 70 anos. Em maio, maiores de 60 anos foram autorizados a tomar uma nova dose dos imunizantes.

    O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta quinta-feira (2) que a pasta vai autorizar a oferta da quarta dose de vacina contra a Covid para pessoas com 50 anos ou mais. O anúncio da liberação para a faixa etária no DF foi feito na quarta-feira (1º) pelo governador Ibaneis Rocha (MDB).

    Onde se vacinar com a 4ª dose nesta sexta-feira (3) no DF:

    Para saber os endereços e horários, clique no link abaixo:

    • Quarta dose: pessoas acima de 50 anos e profissionais de saúde.

    Por que é preciso aplicar a quarta dose?

    No final de março, o Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica que justifica a decisão de aplicar a 4ª dose da vacina contra Covid-19. À época, a recomendação era voltada a pessoas acima de 60 anos.

    Segundo a pasta, os dados de casos, hospitalizações e mortes por infecções respiratórias no país indicavam uma “tendência de perda de proteção em idosos adequadamente vacinados”, com destaque para “a faixa etária acima de 80 anos de idade”.

    Ainda de acordo com o documento, essa redução da efetividade das vacinas após quatro ou cinco meses nos mais idosos pode ser em parte explicada pelo processo da imunossenescência, ou o envelhecimento natural do sistema imunológico.

    Pode tomar a vacina da gripe e da Covid no mesmo dia?

    De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, as vacinas contra a Covid-19 e contra a gripe podem ser aplicadas de forma simultânea, na mesma visita ao posto de saúde. A campanha anual de imunização contra a gripe está em vigor no Distrito Federal.

    Fonte: G1

  • Covid-19: taxa de ocupação nas UTIs pediátricas chega a 100% e DF registra quase 3 mil novos casos

    Covid-19: taxa de ocupação nas UTIs pediátricas chega a 100% e DF registra quase 3 mil novos casos

    De acordo com Secretaria de Saúde, não houve óbitos ocorridos ou notificados nesta quinta-feira (2)

    taxa de ocupação dos leitos de UTI pediátricos para Covid-19 chegou a 100% na tarde desta quinta-feira (2), no Distrito Federal. As únicas vagas disponíveis são em unidades adultas e neonatais (veja mais detalhes abaixo).

    Os dados fazem parte do boletim da Secretaria de Saúde que mostra ainda 2.970 novos casos conhecidos da doença. Por outro lado, não houve registros de óbitos ocorridos ou notificados nesta quinta.

    Nesta quinta, a SES-DF recomendou, a volta do uso de máscara de proteção facial em ambientes fechados e públicos. De acordo com a pasta, a medida foi provocada pelo aumento de casos de Covid-19. O uso, no entanto, não é obrigatório.

    Após dias em crescimento, a taxa de transmissão do vírus apresentou uma leve queda, passou de 1,47, na quarta-feira (1º), para 1,46. O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 146, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Desde o início da pandemia, 11.692 pessoas perderam a vida em Brasília. Entre os mortos, 10.677 moravam na capital federal e 1.015 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno.

    Ao todo, 715.938 pessoas foram infectadas. De acordo com a SES-DF, 96,4% dos pacientes estão recuperados.

    Taxa de transmissão da Covid-19 em maio e junho, no DF:

    • 2 de maio: 0,92
    • 3 de maio: 0,95
    • 4 de maio: 0,96
    • 5 de maio: 0,99
    • 6 de maio:1,01
    • 9 de maio: 1,12
    • 10 de maio: 1,16
    • 11 de maio: 1,22
    • 12 de maio: 1,26
    • 13 de maio: 1,30
    • 16 de maio: 1,34
    • 17 de maio: 1,33
    • 18 de maio: 1,33
    • 19 de maio: 1,30
    • 20 de maio: 1,28
    • 23 de maio: 1,26
    • 24 de maio: 1,28
    • 25 de maio: 1,28
    • 26 de maio: 1,39
    • 27 de maio: 1,44
    • 30 de maio: 1,50
    • 31 de maio: 1,50
    • 1º de junho: 1,47
    • 2 de junho: 1,46

    Leitos de UTI Covid

    Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com Covid-19 do Hospital Regional de Samambaia no DF — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

    Até as 16h25 desta quinta-feira (2), a ocupação dos leitos de UTI reservados para casos de Covid-19 para crianças, na rede pública do DF, estava em 100%. As únicas vagas disponíveis são de UTIs adultas e neonatais.

    Ao todo, a taxa de ocupação estava em 47,22%. Do total de 36 leitos, 17 estavam ocupados e 19 disponíveis.

    Na rede privada, às 11h55, 56,48% das vagas reservadas para infectados estavam ocupadas. Do total de 136 leitos, 62 eram usados, 48 estavam vagos e 26 bloqueados.

    Casos por região

    O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta quinta-feira, 85.267 pessoas testaram positivo e 852 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 69.469 contaminações e 1.765 vidas perdidas.

    Fonte: G1

  • Quarta dose da vacina contra Covid será autorizada para pessoas a partir dos 50 anos

    Quarta dose da vacina contra Covid será autorizada para pessoas a partir dos 50 anos

    Algumas cidades já contemplam a faixa etária com a segunda dose de reforço

    O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta quinta-feira (2) que a pasta vai autorizar a oferta da 4ª dose de vacina contra a Covid-19 para pessoas com 50 anos ou mais.

    Até agora, a pasta só havia dado autorização para que a quarta dose fosse aplicada em pessoas com 60 anos ou mais, além de imunossuprimidos.

    Mesmo antes do anúncio do ministro, algumas cidades e estados já vinham anunciando que começariam a vacinar pessoas a partir dos 50 anos com a quarta dose: Macapá e Maceió, por exemplo, começaram na quarta-feira (1º).

    No Distrito Federal, a previsão é de que a imunização desse público com a segunda dose de reforço comece na sexta-feira (3).

    Em Manaus, a quarta dose para quem tem 50 anos ou mais está liberada desde o início de maio, e, no Piauí, foi liberada na mesma data para toda a população a partir dos 18 anos.

    O Paraná também havia pedido autorização na semana passada para aplicar a 4ª dose em pessoas com menos de 60 anos.

    Fonte: G1

  • Escolas particulares do DF suspendem aulas presenciais em turmas após casos de Covid entre alunos

    Escolas particulares do DF suspendem aulas presenciais em turmas após casos de Covid entre alunos

    Sindicato de Escolas Particulares de Ensino (Sinepe-DF) já alerta para ‘salto significativo’ de casos nas unidades da capital. Na última semana de maio, foram registrados 1,4 mil casos de Covid em jovens em idade escolar no DF

    Escolas particulares do Distrito Federal têm afastado turmas por causa do aumento de casos de Covid-19, nas últimas semanas. O aumento significativo de infecções nas instituições privadas de ensino foi confirmado pelo Sindicato de Escolas Particulares de Ensino (Sinepe-DF).

    O colégio Leonardo da Vinci, na Asa Norte, por exemplo, suspendeu as atividades presenciais de uma turma do 8º ano, até a próxima quarta-feira (8). Há três casos de Covid confirmados na classe. De acordo com uma mãe de aluno, que prefere não se identificar, o colégio também já afastou turmas de ensino médio.

    Em nota, o colégio Leonardo da Vinci diz que tem seguido com rigor os protocolos de combate à doença, e que está em contato direto com a Secretaria de Saúde, seguindo todas as orientações da pasta.

    Segundo especialistas, entre crianças e adolescentes de até 17 anos , o aumento de casos é expressivo. Na última semana de maio, foram registrados 1,4 mil registros de Covid em jovens em idade escolar — quase 1 mil a mais que na semana anterior.

    A mãe do aluno defende a volta do uso de máscara nas instituições de ensino. “Meu filho mesmo nunca deixou de usar máscara, porque ainda não se sente seguro em um lugar fechado como a escola, sala cheia. Eu acho que pelo menos isso tinha que voltar”, afirma.

    Diante do aumento no número de casos, o Sinepe-DF diz que emitirá uma nota para que as escolas particulares redobrem os cuidados de prevenção da doença.

    Rede pública

    Centro de Línguas do DF alerta para salto de casos positivos de Covid — Foto: Reprodução TV

    A preocupação com um possível novo pico da pandemia nas escolas também atinge a rede pública de ensino. O Centro de Línguas de Taguatinga (CILT) chamou atenção para os protocolos de segurança que devem ser seguidos.

    “Devido ao aumento das notificações de casos positivos entre alunos do CILT, recomendamos a todos o uso de máscaras dentro da escola, a higienização das mãos e o distanciamento. A pandemia ainda não acabou”, diz o comunicado.

    Uma servidora, que preferiu não se identificar, afirma que os funcionários estão preocupados. “Os pais continuam mandando as crianças mesmo gripadas, depois de várias advertências de que não era para mandar com sintomas gripais.”

    Ela alega estar temerosa. “Muito medo mesmo. Vejo que as pessoas não estão se cuidando e a gente está vendo as turmas fechando. Lá [no CILT], já são quatro turmas suspensas”, conta a servidora.

    A Secretaria de Saúde diz que está monitorando os casos e que todas as unidades públicas de ensino continuam seguindo os protocolos.

    Relaxamento dos protocolos

    Infectologistas dizem que são diversos os fatores que justificam o salto de casos. O relaxamento em relação às medidas de proteção contra a Covid é um deles, além da própria evolução da doença.

    “Com o tempo, os anticorpos caem. Então, o vírus continua circulando. Mesmo que você faça a vacina, com novas variantes, tem as cepas que acabam driblando o sistema imunológico”, afirma a infectologista Joana D’Arc.

    Aplicação de vacina contra Covid-19, no DF — Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo-SES

    A médica alerta para cuidados que as escolas podem ter. “Tem escolas que têm total condição de fazer o afastamento de uma turma e iniciar um sistema online”, sugere. Aliado a tudo isso, a vacinação. “Ainda continua sendo a medida mais eficaz”, diz a médica.

    Fonte: G1