Maioria dos postos atende das 8h às 17h. Pessoas com 40 anos ou mais já podem tomar quarta dose contra Covid na capital; entre quinta-feira (16) e sábado (18), cerca de 30 mil pessoas foram vacinadas
A vacinação contra Covid-19, gripe e sarampo continua nesta semana no Distrito Federal. Até sexta-feira (24), os endereços dos postos onde é possível receber os imunizantes permanecem os mesmos (veja locais mais abaixo).
A maioria das unidades atende das 8h às 17h. Na UBS 1, na quadra 612 da Asa Sul, a vacinação contra Covid vai até 22h.
Quem tem 40 anos ou mais já pode tomar a 4ª dose da vacina contra Covid. De acordo com a Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), há aproximadamente 460 mil pessoas entre 40 e 50 anos na capital.
A segunda dose de reforço também está disponível para profissionais de saúde e gestantes. Adolescentes entre 12 e 17 anos já podem tomar a primeira dose de reforço. Para as crianças de 5 a 11 anos, estão disponíveis vacinas para primeira e segunda dose.
Entre a última quinta-feira (16) e sábado (18), cerca de 30 mil pessoas receberam o imunizante contra o coronavírus no DF. Já desde início da imunização, em janeiro de 2021, 6.494.793 vacinas foram aplicadas em Brasília:
2.517.851 pessoas tomaram a primeira dose
2.354.770 pessoas tomaram a segunda dose
60.629 pessoas tomaram a dose única
1.289.896 pessoas tomaram a dose de reforço
259.092 tomaram segunda dose de reforço
12.555 pessoas tomaram a dose adicional (imunossuprimidos)
Onde se vacinar contra Covid de segunda-feira (20) a sexta-feira (24) no DF
Para saber os endereços e horários, clique nos links abaixo:
Todas as crianças de seis meses até menos de 5 anos devem ser vacinadas contra o sarampo. O público-alvo no Distrito Federal é de aproximadamente 182 mil meninas e meninos e a meta da secretaria de Saúde é vacinar 95% deles.
Para saber os endereços e horários, clique nos links abaixo:
Sarampo e vacinação de rotina do calendário vacinal (Meningocócica C, Pneumocócica, Tríplice Viral, Penta, etc, com exceção da BCG)
Neste sábado (18), foram 4.911 doses aplicadas; Secretaria de Saúde ressalta a importância de a população completar o ciclo de vacinação
De quinta-feira (16) a sábado (18), o Distrito Federal vacinou cerca de 30 mil pessoas contra a covid-19. Neste sábado, foram 4.911 imunizados em seis dos nove pontos de vacinação abertos para atender o público. Na sexta-feira (17), 20.418 procuraram uma das 77 salas disponíveis para se vacinar contra a covid-19 e, no feriado de Corpus Christi, o DF conseguiu imunizar mais 4.459 cidadãos com quatro locais voltados para aplicar as doses.
“Quando abre uma nova faixa etária para vacinação, é observada uma busca maior deste público”, afirma a gerente da Rede de Frio, Tereza Pereira, em referência ao fato de a segunda dose de reforço para o público acima dos 40 anos ter sido liberada na quinta. Segundo a Codeplan, no Distrito Federal há aproximadamente 1,1 milhão de pessoas com mais de 40 anos, sendo cerca de 460 mil entre 40 e 50 anos.
Esse é o caso da dona de casa Maria das Dores Oliveira, 48 anos, que conta que estava ansiosa para ampliar a proteção. “Lá em casa todo mundo quer vacina, a gente acredita muito que é a vacina que tem dado a segurança para voltar a sair e a encontrar as pessoas”, ressalta. Ela diz que dirige para uma senhora idosa e vê a imunização como uma ação para o coletivo. “Quando eu me cuido, cuido dos outros que estão perto de mim”, conta.
Aos 82 anos, Joana Luis Martins tomou a segunda dose de reforço contra a covid-19 – Foto: Tony Winston/Agência Saúde DF
Mãe e filha, Joana Luis Martins, 82 anos, e Lúcia Helena Martins, 50 anos, também completaram o ciclo vacinal neste sábado. “Seria bom que as pessoas entendessem que devem se vacinar. Trouxe minha mãe hoje comigo porque queremos ficar as duas protegidas”, contou a dona de casa Lúcia.
Para o trabalhador rural Edvaldo Ribeiro, 54 anos, a oferta das doses no sábado facilitou para que pudesse se imunizar. “O sábado é melhor porque gosto desse dia para resolver minhas coisas. Então vim aqui, tomei minha vacina e já estou pronto pra seguir com o meu dia”, disse.
O trabalhador rural Edvaldo Ribeiro aproveitou o sábado para concluir o ciclo vacinal – Foto: Tony Winston/Agência Saúde DF
Ele foi uma das 408 pessoas que se imunizaram na Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 do Gama. A gerente da unidade, Elizabeth Souza, comemorou os resultados alcançados. “Valeu a pena vir trabalhar no sábado porque vimos que a população aderiu. Não teve grandes filas, mas também não ficamos parados”, afirma.
A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, destacou o esforço de cada servidor para que os remanejamentos necessários fossem feitos com o objetivo de conseguir imunizar as pessoas. “Não podemos deixar esses serviços descobertos. A população quer vacina e nós queremos imunizar. É um momento que precisamos da ajuda de todos para combater essa alta de casos”, afirma.
“Completar o reforço é importantíssimo para a população se proteger contra o vírus. É essa cobertura vacinal que tem garantido um baixo número de internações e de óbitos mesmo com o aumento do número de casos”, ressaltou a gestora.
“Os locais com coberturas elevadas de dose de reforço têm apresentado barreiras mais eficientes para a contenção da pandemia”, explica o coordenador da Atenção Primária à Saúde, Fernando Erick Damasceno. Ele orienta a população a sempre atualizar a vacinação, já que pode ter diminuição da eficiência com o passar do tempo.
Foto: Tony Winston/Agência Saúde DF
Não haverá vacinação neste domingo (19), mas a população pode consultar as salas da vacinação neste link.
Além de pessoas acima dos 40 anos, a segunda dose de reforço está disponível para todos os profissionais de saúde, inclusive gestantes. Adolescentes a partir dos 12 anos podem receber a primeira dose de reforço. Para as crianças de 5 a 11 anos estão disponíveis vacinas para primeira e segunda dose.
Hoje é o dia mundial de conscientização sobre a enfermidade, que acomete mais de 2 mil pessoas no DF e pode ser identificada com o teste do pezinho
Dores intensas, remédios, internações e transfusões de sangue. Esse é o dia a dia de mais de 2 mil pessoas no Distrito Federal acometidas pela doença falciforme. No Brasil, o número de pacientes sobe para 30 mil, segundo o Ministério da Saúde. A enfermidade crônica, hereditária e genética, caracteriza-se por uma falha na estrutura da hemoglobina, que ao invés de ter forma de disco, parece com uma foice ou lua minguante, prejudicando o transporte do oxigênio pelo organismo.
Este domingo (19) é o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme, instituído em 2008, pela Organização das Nações Unidas (ONU). A proposta é que o conhecimento sobre a enfermidade seja difundido, para facilitar o diagnóstico precoce e o tratamento por toda a rede pública.
O diagnóstico precoce é feito pelo teste do pezinho, realizado em recém-nascidos dentro do Programa de Triagem Neonatal. A criança, então, passa a ser acompanhada regularmente no Hospital da Criança de Brasília (HCB), com uma equipe especializada, esquema especial de vacinação e suplementação com ácido fólico. A família recebe apoio, orientações e técnicas de autocuidado.
De acordo com dados do HCB, a cada 1.200 nascimentos no Distrito Federal, pelo menos um recém-nascido tem a doença e, atualmente, 741 crianças falciformes são atendidas na unidade. Destas, 87 fazem parte do programa de transfusão regular para prevenir o Acidente Vascular Cerebral (AVC), uma das ameaças da enfermidade.
Na última quarta-feira (15), a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) realizou um evento em comemoração ao dia de difusão de conhecimentos e informações sobre a falciforme, com participação de pacientes e profissionais da saúde.
Arte: Agência Brasília
A hematologista pediatra, Ísis Magalhães, diretora técnica do HCB, explica que a falciforme impacta diretamente na rotina dos pacientes, com crises de dores, insuficiência renal progressiva e maior suscetibilidade a infecções, além do risco de alterações no desenvolvimento neurológico. “Não é só uma anemia. Com a alteração da vasculatura do glóbulo vermelho, entendemos que é uma doença sistêmica, que pode prejudicar todos os órgãos do corpo”, explica a hematologista.
Ela ressalta a importância de que toda a sociedade entenda que a falciforme causa dores crônicas e diversos outros problemas à saúde. “É um problema de saúde pública que tem que ser conhecido por todos e atendido por todos, nas unidades de emergência. Esse envolvimento da sociedade civil é muito importante para a busca de políticas públicas que protejam e facilitem a vida dos pacientes”, completa ela.
Apoio sistêmico
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), como responsável pela gestão do Sistema de Sangue, Componentes e Hemoderivados do DF, coordena a política de atenção integral aos pacientes com falciforme. São promovidas capacitações técnicas de profissionais de saúde e estudantes da área, para orientação dos portadores de hemoglobinopatias. Já o atendimento multiprofissional em qualquer nível de atenção fica a cargo da Secretaria de Saúde do DF.
Hemocentro promoveu evento sobre o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme – Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
O diretor-presidente da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), Osnei Okumoto, explica que todo o sangue doado passa por análises laboratoriais para o controle de qualidade do insumo. Mas, no caso do sangue fenotipado, aquele transfundido aos pacientes falciformes, o cuidado é ainda maior.
“Além de identificar o tipo sanguíneo daquela pessoa, nós detectamos vários outros antígenos para identificar qual o melhor sangue para os falciformes. É uma compatibilidade extra para que essas pessoas não desenvolvam resistência e o controle da doença fique mais difícil”, explica Osnei.
O gestor acrescenta que a enfermidade não pode ser negligenciada. “É uma doença extremamente perigosa em relação a problemas neurológicos e de todas as natureza. É fundamental que possamos enxergar os pacientes de uma maneira diferente para proporcionar uma qualidade de vida maior”, pontua.
Sofrimento diário
Elvis Magalhães, que coordena a Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme, foi uma das primeiras pessoas do Brasil a ficar curada – Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
Elvis Magalhães, 54 anos, conviveu com uma forma grave de anemia falciforme por 38 anos. Foram centenas de idas e vindas ao hospital, efeitos colaterais, medicações e tratamentos sem sucesso. Até que teve a possibilidade de ser transplantado com medula óssea do irmão mais novo e tudo mudou, sendo uma das primeiras pessoas no Brasil a ficar curada da doença.
“Sabe aquele compromisso com a doença que eu tinha? Acabou. Claro, continuo me cuidando, mas é muito bom viver com mais calma. Já não tinha esperança de que algo melhorasse, mas quando surgiu a oportunidade, fiquei muito feliz”, conta. Desde 2015, mais de 150 pessoas com doença falciforme receberam transplante de medula óssea no Brasil, sendo que seis residem no DF.
Atualmente, Elvis é coordenador da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme (Abradfal) e defende, com unhas e dentes, políticas públicas que auxiliem a vida dos pacientes, impactadas diretamente pela doença. “Existe esperança para as pessoas com doença falciforme e estamos lutando para que mais pessoas tenham acesso à cura. São inquestionáveis os avanços que tivemos nos últimos anos, mas ainda há muito a caminhar”, completa.
Esperança
“Não conhecia nada da doença, nada mesmo. Só depois de muito sofrimento, parei e estudei, porque precisava ajudar meu filho”, diz Emerson Silva – Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
O servidor público Emerson Silva, 48 anos, não conhecia a doença até que o primeiro filho, Victor Hugo, recebeu o diagnóstico, com um ano de idade. Hoje – pai de outro menino que também tem falciforme, Rafael, 9 anos -, entende sobre os sintomas, cuidados e tratamentos da enfermidade, além de participar de eventos e palestras de conscientização.
A descoberta da doença do primogênito ocorreu de forma inesperada: em uma visita que o menino fez à avó no trabalho, uma médica do local alertou que a criança tinha falciforme, depois de reconhecer sinais como mãos e pés inchados, e que ela deveria ser examinada urgentemente. Mesmo sem acreditar no diagnóstico visual, repassado pela avó da criança, Emerson levou o menino ao médico e teve a surpresa negativa.
“Não conhecia nada da doença, nada mesmo. Só depois de muito sofrimento, parei e estudei, porque precisava ajudar meu filho”, relembra o servidor público. Victor Hugo teve que retirar o baço ainda quando criança e passou por outras cirurgias ao longo da vida, além de centenas de internações para controlar crises de dor.
Mas, mesmo com a dificuldade imposta pela doença, ele conseguia manter uma vida agradável, estudando e trabalhando. No entanto, no dia 21 de dezembro de 2021, quando passava as festas de fim de ano na casa da avó, no Rio de Janeiro, Victor Hugo faleceu. Ele tinha 23 anos.
“Foi a única crise em que eu não estava lá pra ajudar, para mostrar para os médicos o que meu filho precisava”, lamenta Emerson, que também ressalta a importância do conhecimento médico e a credibilização da dor do paciente.
Agora, quem convive com a dor é Emerson, que reúne forças para seguir na luta pela conscientização sobre a doença. “Quando todos conhecerem o que é, como trata, tudo será melhor”, diz ele.
O segundo filho, Rafael, tem uma forma mais leve da falciforme e recebe o tratamento, na maioria das vezes, em casa. Quando ele foi gerado, havia a esperança de que ele fosse compatível com o mais velho, para o transplante de medula óssea, mas infelizmente não foi possível. “A vida dos meus filhos já foi salva várias vezes, em internações e transfusões. O tratamento humanizado e o conhecimento sobre a doença salvam”, finaliza.
Secretaria de Saúde busca facilitar para quem tem pouco tempo durante a semana para ir a um posto de vacinação; no feriado de quinta e nesta sexta cerca de 25 mil pessoas se imunizaram no DF
Nove pontos de vacinação estão disponíveis para imunizar a população neste sábado (18). Os locais distribuídos contemplam todas as regionais de saúde do Distrito Federal. A distribuição faz parte dos esforços da Secretaria de Saúde para ampliar a quantidade de pessoas com o ciclo vacinal completo, que imunizou na quinta-feira (16), feriado de Corpus Christi, 4.459 pessoas e na sexta, outras 20.418, em 77 salas de vacinação.
O técnico de sistemas, Paulo Ribeiro Melo, 44 anos, aproveitou a abertura da Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 do Gama para levar os filhos, Paulo Roberto, 10 anos, e Paulo Ricardo, 12, para tomar a vacina. “Durante a semana fica complicado trazer. Chego em casa tarde, e para sair com os meninos é bem difícil”, explicou.
Os dois tomaram a primeira dose hoje. “Foi aqui perto de casa e acho muito importante que tenha vacina no final de semana e também à noite”, afirma Paulo Ribeiro. A Secretaria de Saúde disponibiliza a vacinação de segunda a sexta-feira até as 22 horas na UBS 1 da Asa Sul.
A funcionária de empresa de transporte Lília Oliveira, 42 anos, elogiou a iniciativa do GDF de vacinar no feriadão. “No meio da semana, nem sempre dá para conseguir liberação do trabalho, mas também prefiro tomar no final de semana, porque se tiver algum tipo de reação fica melhor de descansar”.
“Vacina precisa estar no braço das pessoas, não armazenada na geladeira. Vamos fazer a nossa parte e precisamos que a população também faça a sua”, afirmou a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. O DF dispõe de todos os tipos de imunizantes: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer.
“Peço que a população também faça a adesão e busque as vacinas. Os profissionais estão trabalhando sábado e feriado com a intenção de vacinar o maior número de pessoas. Por isso também é tão importante que a população queira ir. Vamos atender a todos”, disse a gestora da Saúde.
O coordenador da Atenção Primária à Saúde, Fernando Erick Damasceno, defende que, para o enfrentamento da situação sanitária atual, a vacinação ainda é a principal estratégia de contenção eficiente e comprovada. “Temos que reforçar a ideia da imunossenescência, que é a diminuição da eficiência principalmente em populações de faixas etárias mais avançadas a partir do sexto ou sétimo mês”, explica.
Ações para ampliar a vacinação
Para garantir ainda mais proteção às pessoas, a Secretaria de Saúde liberou a segunda dose de reforço para pessoas maiores de 40 anos nessa semana. “Completar esse reforço é importantíssimo para a população se proteger contra o vírus. É essa cobertura vacinal que tem garantido o um baixo número de internações e de óbitos mesmo com o aumento do número de casos”, conclui a secretária Lucilene Florêncio.
Além de pessoas acima dos 40 anos, a segunda dose de reforço está disponível para todos os profissionais de saúde, inclusive gestantes. Adolescentes a partir dos 12 anos podem receber a primeira dose de reforço. Para as crianças de 5 a 11 anos estão disponíveis vacinas para primeira e segunda dose.
Segundo Secretaria de Saúde, três óbitos ocorreram este mês e um em 18 de abril. Taxa de transmissão do vírus está em 1,72
O Distrito Federal registrou, nesta sexta-feira (17), 7.062 novos casos conhecidos e quatro óbitos por Covid-19. Segundo a Secretaria de Saúde DF (SES-DF), três mortes ocorreram este mês e uma em 18 de abril.
A taxa de transmissão passou de 1,78 na quarta-feira (15), para 1,72. O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 172, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Desde o início da pandemia, 11.708 pessoas perderam a vida em Brasília. Entre os mortos, 10.692 moravam na capital federal e 1.016 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno.
Ao todo, 766.392 pessoas foram infectadas. De acordo com a SES-DF, 92,8% dos pacientes estão recuperados.
Taxa de transmissão da Covid-19 em junho, no DF:
1º de junho: 1,47
2 de junho: 1,46
3 de junho: 1,43
6 de junho: 1,47
7 de junho: 1,53
8 de junho: 1,63
9 de junho: 1,72
10 de junho: 1,80
13 de junho: 1,84
14 de junho: 1,83
15 de junho: 1,78
17 de junho: 1,72
Perfil das vítimas
Data da morte divulgada nesta sexta-feira (17):
Data dos óbitos
18 de abril de 2022: 1
7 de junho de 2022: 1
15 de junho de 2022: 2
Residência
Águas Claras: 1
Ceilândia: 1
Núcleo Bandeirante: 1
Samambaia: 1
Faixa etária
60 a 69 anos: 1
80 anos ou mais: 3
Leitos de UTI Covid
Leitos de UTI para pacientes com Covid-19 — Foto: Geraldo Bubniak/AEN
Até as 18h25 desta sexta-feira (17), a ocupação dos leitos de UTI reservados para casos de Covid-19 na rede pública do DF estava em 69,44%. Do total de 36 leitos, 25 estavam ocupados e 11 disponíveis.
Na rede privada, às 11h55, 65,22% das vagas reservadas para infectados estavam ocupadas. Do total de 140 leitos, 76 eram usados, 41 estavam vagos e 23 bloqueados.
Casos por região
O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta sexta-feira, 92.963 pessoas testaram positivo e 853 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 72.747 contaminações e 1.767 vidas perdidas.
Com investimento de R$ 5,6 milhões, a UBS 7 está sendo erguida no terreno que abrigava o antigo Centro de Saúde nº 8
O Gama ganhará sua 14ª unidade básica de saúde (UBS). Trata-se da UBS 7, orçada em R$ 5,6 milhões, que começou a ser construída no local onde funcionou o antigo Centro de Saúde nº 8. “Mais uma UBS para o Gama reforça nosso trabalho na atenção primária, que é a porta de entrada na rede de saúde”, explica a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. “Nelas são resolvidas cerca de 80% das demandas de saúde da população”, completa.
“A construção de mais um equipamento de saúde no Gama vai valorizar ainda mais o acesso com qualidade à população adstrita à área de cobertura pelas equipes de saúde desta unidade básica, bem como melhorar a estrutura de trabalho para todos os servidores. É mais um avanço do nosso governo em melhorar a nossa rede de saúde”, disse o superintendente de Saúde da Região Sul do DF, Roberto Cortes.
A edificação do equipamento teve início no dia 1º de junho. Segundo o projeto, a sala de espera terá capacidade para atender 160 pessoas. A unidade será composta de um Centro de Especialidade Odontológica (CEO) com dez cadeiras de atendimento, sendo uma para pacientes com necessidade especiais; ambiente para acupuntura e consultórios de clínica médica e de ginecologia.
Também haverá consultório para atendimento infantil e de adolescentes, que ficará separado do espaço destinado ao atendimento dos adultos. As informações são do Memorial Descritivo da Edificação, fornecido pela Diretoria de Engenharia e Arquitetura em Saúde, da Secretaria de Saúde.
“A construção dessa UBS atende a uma grande expectativa da comunidade do Gama. O espaço anterior estava abandonado. Quando estiver pronto, vai servir para desafogar o Hospital Regional”, avaliou a administradora da região administrativa, Joseane Araújo.
Com investimento de R$ 5,6 milhões, a UBS 7 está sendo erguida no terreno que abrigava o antigo Centro de Saúde nº 8. – Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília.
“A obra está na fase inicial e seguindo de acordo com o cronograma”, disse o chefe de Edificações da Novacap, empresa responsável pelo gerenciamento e fiscalização da obra, Carlos Alberto Spies.
A população aprovou a construção de mais uma unidade de saúde na região administrativa do Gama. “Vai ser benéfico para todos daqui”, avaliou a aposentada Lídia Chaves, moradora do Gama há 57 anos.
Outro que comemorou a construção da UBS 7 foi o também aposentado José Gomes, de 73 anos. “A cidade está precisando e será muito bom para o Gama. Essa UBS vai melhorar os serviços de saúde daqui”.
Sandra Gomes de Souza, de 64 anos, 59 dos quais vividos no Gama, elogiou a prioridade no atendimento pediátrico que a UBS dará. “O fato de atender crianças e adolescentes é muito importante, pois é grande o número de doenças nessa faixa etária. A UBS é bem-vinda”, pontuou.
Postos estarão abertos no feriadão para estimular a busca pela imunização. Ponto facultativo não atinge servidores da pasta
O Distrito Federal terá pontos de vacinação contra covid-19 em funcionamento no feriadão. De quinta-feira (16) até sábado (18), a Secretaria de Saúde vai disponibilizar equipes para reforçar a aplicação das doses. A decisão foi anunciada nesta manhã de quarta-feira (15) pela secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, que convocou os gestores das unidades básicas de saúde (UBSs). O objetivo da pasta é reorganizar o fluxo dos atendimentos incentivando a busca da população pela imunização.
“Vamos mudar um pouco a rotina das unidades para reforçar a vacinação e a testagem. Temos mais de 700 mil testes e cerca de 350 mil doses. A vacina precisa estar no braço e não na geladeira”, reforçou a secretária durante o encontro com mais de 30 servidores das regionais de saúde. “Temos vacina para todos. Todos os tipos de imunizantes estão disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer. Inclusive quem tomou a Janssen, já pode fazer o reforço com ela também”, completou.
Lucilene disse ainda que para enfrentar o aumento do número de casos é necessário o apoio popular. “Precisamos incentivar a população a prosseguir com o ciclo vacinal, só assim a gente consegue conter o aparecimento de casos mais graves”, destacou. A secretária pediu ainda um estudo detalhado da situação de cada uma das 136 salas de vacinação e solicitou a retomada das tendas de testagens em locais mais isolados.
“Peço um esforço de cada um de vocês para que a gente faça os remanejamentos necessários para não deixar os serviços descobertos. Vamos juntos construir essas soluções. É um momento que precisamos da ajuda de todos para combater essa alta de casos”, disse a gestora da Saúde. Segundo o coordenador da Atenção Primária a Saúde, Fernando Erick Damasceno, outras ações serão tomadas ainda neste mês para contratar mais profissionais capacitados para imunização. “Por meio de cooperação firmada com a Opas, vamos viabilizar pelo menos mais 25 aplicadores para reforçar o atendimento naquelas salas de vacinação com maior demanda”, explicou.
O subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero Martins, destacou que apesar da alta no número de registro de pessoas infectadas pela covid-19, os casos estão mais leves. “As pessoas estão saindo, estão indo a shows, festas, a contaminação está em alta, mas com poucos registros de óbitos. Isso é mais uma prova que a vacina funciona”, afirmou.
Ponto facultativo
Atendendo ao Decreto n° 43.442, de 14 de junho de 2022, todas as unidades de saúde do DF funcionarão normalmente nesta sexta-feira (17). A determinação, segundo o subsecretário de Gestão de Pessoas, Evillásio Ramos, reforça a necessidade de atendimento da população neste momento de alta nos registros de casos de covid-19.
“Em uma semana, a taxa de transmissibilidade aumentou para cerca de 1,8. As pessoas também estão procurando mais os postos para se vacinar e os hospitais regionais – até pela sazonalidade – também precisam de reforços”, afirmou Ramos. “Como a própria secretária Lucilene costuma dizer, agora precisamos de união e compreensão de todos os servidores”, completou.
Anúncio foi feito por meio de uma rede social, nesta quarta-feira (15). Lista de postos não tinha sido divulgada até início da tarde
A 4ª dose da vacina contra Covid-19 começa a ser aplicada em pessoas com 40 anosou mais a partir desta quinta-feira (16), feriado de Corpus Christi, no Distrito Federal. O anúncio foi feito pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), por meio de uma rede social, nesta quarta (15).
“A medida tem nos permitido voltar à normalidade’, publicou o governador.
Apesar do anúncio, a lista de postos que ficará aberta no feriado não tinha sido divulgada até o início da tarde desta quarta. Em Brasília, o reforço na vacinação de idosos começou a ser administrado em abril. Veja calendário completo:
1º de abril: 80 anos ou mais;
14 de abril: 70 anos ou mais;
6 de maio: 60 anos ou mais;
3 de junho: 50 anos ou mais;
16 de junho: 40 anos ou mais.
Foto: Reprodução Twitter
Por que é preciso aplicar a quarta dose?
No final de março, o Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica que justifica a decisão de aplicar a 4ª dose da vacina contra Covid-19. À época, a recomendação era voltada a pessoas acima de 60 anos.
Segundo a pasta, os dados de casos, hospitalizações e mortes por infecções respiratórias no país indicavam uma “tendência de perda de proteção em idosos adequadamente vacinados”, com destaque para “a faixa etária acima de 80 anos de idade”.
Ainda de acordo com o documento, essa redução da efetividade das vacinas após quatro ou cinco meses nos mais idosos pode ser em parte explicada pelo processo da imunossenescência, ou o envelhecimento natural do sistema imunológico.
Pode tomar a vacina da gripe e da Covid no mesmo dia?
De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, as vacinas contra a Covid-19 e contra a gripe podem ser aplicadas de forma simultânea, na mesma visita ao posto de saúde. A campanha anual de imunização contra a gripe está em vigor no Distrito Federal.
Família reclama do atendimento e diz que homem foi preso com braços para trás e rosto para baixo. Gestores da unidade afirmam que ele chegou ao local agressivo e que, ‘apesar de chocante’, medida foi necessária para contê-lo
Um homem de 33 anos morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Gama, no Distrito Federal, após ter um surto psicótico. Antônio Marcos passou mal em frente a um comércio e imagens mostram o homem amarrado durante o socorro, com os braços para trás e a cabeça para baixo.
O homem foi levado pelo Corpo de Bombeiros à UPA do Gama, no sábado (11). A família reclama do atendimento e diz que Antônio foi mantido amarrado, mesmo na unidade de saúde. Na madrugada de domingo (12), os parentes receberam a notícia que ele tinha morrido.
Em nota, o Conselho Regional de Enfermagem do DF (Coren-DF) afirmou que a imobilização ocorreu de forma inadequada (veja mais abaixo). Já o Instituto de Gestão Estratégica em Saúde do DF (Iges-DF), responsável pela UPA, diz que recebeu o homem “contido mecanicamente em decorrência de agitação psicomotora e extrema agressividade”.
“Tal conduta, apesar de chocante, por vezes é necessária até o efeito desejado de medicações que controlem a agressividade (contenção química)”, diz o Iges-DF.
Segundo o instituto, o homem sofreu uma parada cardiorrespiratória, e a equipe tentou reanimá-lo por uma hora, mas não conseguiu. Afirmou ainda que Antônio tinha histórico de surto pelo consumo de drogas, o que a família nega.
O Corpo de Bombeiros informou que, em alguns casos de surto psicótico, o paciente pode se tornar agressivo e violento, se fazendo necessária a imobilização dele para garantir a segurança do paciente, da equipe de socorro e demais envolvidos. A corporação também disse que está apurando o caso.
Surto psicótico
Testemunhas gravaram, primeiro, o homem com o braço paralisado e dificuldade para falar. Outras imagens mostram ele sendo contido por pessoas que passavam pelo local e, em seguida, já imobilizado, na maca dos bombeiros.
Antônio Marcos morreu após ter surto no Distrito Federal — Foto: Arquivo pessoal
Patrick Pereira era primo de Antônio Marcos e foi o último a ver o homem com vida. Segundo o parente, na tarde de sábado, Antônio pediu ajuda e, quando o primo chegou ao local para buscá-lo, o homem conseguiu pegar o carro e sair em disparada.
De acordo com Patrick, o primo já tinha enfrentado episódios de surto. “Ele já teve essa crise antes, duas vezes, mas tinha muito tempo que ele não dava essa crise de não reconhecer nem familiar. Ele estava irreconhecível”, diz.
Quando Patrick conseguiu reencontrar o primo, ele já estava sendo contido. Segundo o parente, Antônio estava com pernas e braços amarrados, ofegante e se debatendo. A equipe de socorro então pediu para que o familiar se afastasse, para que o homem se acalmasse.
Ele afirma ainda que, na UPA, a equipe não permitiu a presença de um acompanhante. Antônio Marcos deixou mulher e uma filha, de seis anos.
Abordagem
Para o Conselho Regional de Enfermagem do DF, é preciso analisar a situação com cautela, mas os vídeos permitem identificar falhas na ação.
“Como se trata de uma emergência psiquiátrica, é necessário avaliar o contexto que levou a essa situação. Contudo, pela imagem, pode-se concluir que essa não é a maneira adequada de imobilizar o paciente”, diz, em nota.
“Além de ser violenta e extremamente desconfortável, pode prejudicar a circulação sanguínea da pessoa. Esse tipo de abordagem deve ser humanizada e profissional. O caso deve ser apurado rigorosamente. Ninguém merece ser tratado dessa forma”, continua o Coren-DF.
O que diz o Iges-DF
Segundo o Iges-DF, o homem “foi atendido prontamente na UPA, sendo tomadas todas as medidas clínicas para a assistência médica. Infelizmente, o paciente evoluiu para o óbito, apesar de todo o esforço da equipe”.
“Cabe ressaltar que o Iges-DF se solidariza com a dor da família, mas reforça a necessidade das devidas apurações, incluindo o laudo final da necrópsia, para formar uma opinião médica final sobre essa ocorrência, vistos os registros de acontecimentos que antecederam a chegada do paciente a UPA”, diz o instituto.
Hemocentro aproveita a data comemorativa para lembrar que, desde janeiro, a média diária tem sido de 166 doações, sendo que o ideal seriam 180
Junho é o mês dedicado à doação de sangue. Em 14 de junho, é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue. No Distrito Federal, os estoques de sangue da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) estão em níveis inferiores aos considerados seguros, desde o início do ano.
A média de 166 doações de sangue por dia registradas neste ano, entre 1º de janeiro e 31 de maio, não tem sido suficiente para alcançar os níveis de segurança – o ideal seriam 180 doações diárias.
As reservas do único banco de sangue público do DF estão 53% maiores em relação a maio de 2021 e 23% menores em relação ao mesmo mês de 2020, ano em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a pandemia provocada pelo novo coronavírus e houve a decretação de lockdown no DF.
O estoque estratégico do Hemocentro pode abastecer toda a rede pública do DF e hospitais conveniados de dois a sete dias, dependendo do hemocomponente (hemácia, plasma ou plaqueta), se não houver qualquer doação de sangue no período.
A plaqueta é o hemocomponente com validade mais curta, de apenas cinco dias. Para mobilizar mais doadores de sangue nos meses de inverno, devido ao não comparecimento de candidatos, a fundação está enviando lembretes por e-mail e por ligação telefônica às pessoas que já podem fazer uma nova doação.
Junho Vermelho
O Dia Mundial do Doador de Sangue foi instituído em 2004 pela OMS para reconhecer o trabalho de voluntários que ajudam a salvar vidas e para apoiar ações que conscientizam a população sobre a importância de doar sangue. A data é 14 de junho, mas o mês todo é dedicado ao tema, por isso batizado de Junho Vermelho.
Para reforçar a data no calendário, o Hemocentro preparou uma programação com diversos eventos na semana. Haverá atrações musicais e palestra sobre o Dia Mundial de Conscientização Sobre a Doença Falciforme (19 de junho). Veja a seguir a programação:
Dia 14, às 8h: Banda do Batalhão da Guarda Presidencial (BGP) Dia 14, às 9h30: Integrantes da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro Dia 15, às 10h: Grupo Choro do Pato Dia 15, às 8h30: Evento comemorativo sobre o Dia Mundial de Conscientização Sobre a Doença Falciforme
Como doar
A doação de sangue é um processo que leva até 90 minutos, desde o cadastro até o lanche pós-coleta. O atendimento agendado continua obrigatório, para não haver aglomerações, e deve ser feito pelo site agenda.df.gov.br. O Hemocentro de Brasília está localizado no Setor Médico Hospitalar Norte (início da W3 Norte), próximo ao Hran e à Fepecs. O atendimento é de segunda a sábado, das 7h15 às 18h.
Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável. Para quem passou por cirurgia, exame endoscópico ou adoeceu recentemente, a recomendação é consultar o site do Hemocentro para saber se está apto a doar sangue.
Quem teve gripe deve aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas para poder doar sangue. Quem teve covid-19 deve aguardar 10 dias após o fim dos sintomas, desde que sem sequelas. Se assintomático, o prazo é contado da data de coleta do exame. Já quem teve contato com pessoa diagnosticada ou com suspeita de covid-19 nos últimos 10 dias fica impedido de doar sangue por sete dias após o último contato com a pessoa.
O estoque estratégico do Hemocentro pode abastecer toda a rede pública do DF e hospitais conveniados de dois a sete dias – Foto: Arquivo/Agência Saúde-DF
Vacina
Com relação às vacinas, o tempo de impedimento é mais curto: a vacina contra gripe e a Coronavac impedem a doação de sangue por dois dias após a dose. Já as vacinas Pfizer, AstraZeneca e Janssen impedem por sete dias após cada dose.
Agendamento
O atendimento para doação de sangue é realizado mediante agendamento prévio. A medida foi adotada em virtude da pandemia de coronavírus, a fim de aprimorar o controle do número de pessoas que aguardam para doar sangue.
O agendamento individual pode ser feito pelo site agenda.df.gov.br ou pelos telefones 160, opção 2, ou 0800 644 0160. O horário desse atendimento telefônico é de segunda a sexta, das 7h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h.
O agendamento de grupos para doação de sangue deve ser feito pelos telefones (61) 3327-4413 ou (61) 3327-4447. Nesses números, o atendimento telefônico é de segunda a sábado (exceto feriados), das 7h às 18h.
Transporte gratuito
Para facilitar o deslocamento, o Hemocentro de Brasília oferece opções de transporte gratuito para doadores, confira:
Linha Vermelha – Rodoviária
De segunda a sexta-feira, um veículo do Hemocentro faz o percurso de ida e volta entre a instituição e a Rodoviária do Plano Piloto.
Ponto de embarque: Piso inferior da Rodoviária, voltado para a Catedral, onde normalmente estacionam os ônibus e vans de transporte de servidores públicos. Horários de saída: Hemocentro para Rodoviária – 8h, 9h, 10h, 11h, 12h, 13h, 14h, 15h, 16h, 17h. Rodoviária para Hemocentro – 8h30, 9h30, 10h30, 11h30, 12h30, 13h30, 14h30, 15h30, 16h30. Acesse o site da Fundação Hemocentro de Brasília para mais informações.