Atendimento vai das 9h às 17h, em quatro postos. Confira endereços
A vacinação contra Covid-19 e contra a gripe continua neste sábado (21), no Distrito Federal. A Secretaria de Saúde estima que 743 mil pessoas que estão aptas a receber a primeira dose de reforçocontra o Coronavírus ainda não foram aos postos.
Neste sábado, quatro locais ficam abertos das 9h às 17h. No entanto, somente um deles, em Ceilândia, imuniza contra Influenza (veja endereços abaixo).
A Escola Classe 1, de Sobradinho, vai vacinar crianças de 5 a 11 anos contra o coronavírus, mas adultos também podem ser atendidos. Conforme a Secretaria de Saúde, das 268 mil crianças nesta faixa etária, 167.809 receberam a primeira dose do imunizante, mas apenas 95.674 tomaram a segunda dose.
No domingo (22), os postos ficam fechados e, na segunda-feira (23), recomeça a vacinação contra o sarampo.
Onde se vacinar contra Covid neste sábado (21) no DF
Escola Classe 1 de Sobradinho: para todos os públicos, a partir dos 5 anos de idade
Endereço: rua 5, quadra 6
Horário: das 9h às 17h
UBS 1 da Asa Sul: para todos os públicos, a partir dos 5 anos de idade
Endereço: SGAS 612
Horário: das 9h às 17h
UBS 2 de Ceilândia: para todos os públicos, a partir dos 5 anos
Endereço: QNN 15, lote F
Horário: das 9h às 17h
UBS 5 Gama: para todos os públicos, a partir dos 5 anos
Endereço: Quadra 38, Área Especial
Horário: das 9h às 17h
Onde se vacinar contra a gripe neste sábado (21) no DF
UBS 2 de Ceilândia: vacinação para público prioritário
Endereço: QNN 15, lote F
Horário: das 9h às 17h
Quem é o público prioritário?
Idosos com 60 anos ou mais
Trabalhadores da área da saúde
Crianças a partir de 6 meses até 5 anos, ou seja, 4 anos, 11 meses e 29 dias
Gestantes
Puérperas
Povos indígenas
Professores do ensino básico e superior
Pessoas com doenças crônicas não-transmissíveis e outras condições clínicas especiais
Pessoas com deficiência permanente
Caminhoneiros
Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário passageiros urbano e de longo curso
Trabalhadores portuários
Forças de Segurança e Salvamento
Forças Armadas
Funcionários do sistema de privação de liberdade
População privada de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativa
Vítimas tinham entre 3 meses e menos de 10 anos. Mortes ocorreram, em setembro de 2021, janeiro e fevereiro deste ano, mas foram divulgadas nesta quinta-feira (19) pela Secretaria de Saúde
O Distrito Federal registrou 341 novos casos conhecidos de Covid-19 e mais setemortes pela doença, nesta quinta-feira (19). Os óbitos, segundo a Secretaria de Saúde (SES-DF), ocorreram em setembro de 2021, janeiro e fevereiro deste ano e as mortes estavam “em investigação”.
Entre as vítimas, quatro eram crianças com menos de 10 anos. A pasta informou que um dos óbitos foi de um bebê, de três meses, e dois pacientes tinham entre 2 e 5 anos de idade.
“Eram crianças pequenas que ainda não tinham iniciado a vacinação. Então, mais uma vez, a população tem que tomar a vacina para proteger aqueles que não podem”, diz Priscilleyne Reis, do Cievs-DF .
Segundo a chefe do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs-DF), os casos foram divulgados somente agora, em razão de terem sido analisados antes pelo comitê de investigação de óbitos da SES-DF. “A gente demora um pouco, justamente para fazermos uma avaliação bastante criteriosa, observar, fazer análise se existiam outros vírus respiratórios, outras doenças de base”, aponta Priscilleyne.
Desde o início da pandemia, a Covid-19 matou 11.682 pessoas na capital federal. Ao todo, 700.934foram infectadas e, de acordo com a pasta, 98% dos pacientes estão recuperados.
A taxa de transmissão, nesta quinta, ficou em 1,30. O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 130, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Confira taxa de transmissão da Covid-19 em Brasília entre abril e maio:
25 de abril: 0,82
26 de abril: 0,81
27 de abril: 0,82
28 de abril: 0,82
29 de abril: 0,84
2 de maio: 0,92
3 de maio: 0,95
4 de maio: 0,96
5 de maio: 0,99
6 de maio:1,01
9 de maio: 1,12
10 de maio: 1,16
11 de maio: 1,22
12 de maio: 1,26
13 de maio: 1,30
16 de maio: 1,34
17 de maio: 1,33
18 de abril: 1,33
19 de abril: 1,30
Perfil das vítimas
Entre os mortos, desde o início da pandemia, em Brasília, 10.667 moravam na capital federal e 1.015 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno.
Datas das mortes divulgadas nesta quinta-feira (19):
16 de setembro de 2021:1
25 de janeiro de 2022: 1
1 de fevereiro de 2022: 1
4 de fevereiro de 2022: 1
14 de fevereiro de 2022: 1
15 de fevereiro de 2022: 1
17 de fevereiro de 2022: 1
Residência
Águas Claras: 1
Planaltina: 1
Samambaia: 1
São Sebastião: 1
Sobradinho: 1
Vicente Pires: 1
Goiás: 1
Faixa etária
Menor de 2 anos: 1
Entre 2 e 10 anos: 3
Entre 20 e 29 anos: 1
Entre 30 e 39 anos: 1
Entre 50 e 59 anos: 1
Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com Covid-19 do Hospital Regional de Samambaia no DF — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF
Leitos de UTI Covid
Até as 16h25 desta quinta-feira (19), a taxa de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com Covid na rede pública estava em 50%. Do total de 36 leitos, 18 estavam ocupados e 18 disponíveis. Os dados são iguais aos de quarta-feira (18).
Na rede privada, até as 11h55, 55,05% das vagas estavam ocupadas. Do total de 136 leitos, 61 eram usados, 50 estavam vagos e 25 bloqueados.
O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta quinta-feira, 82.102 pessoas testaram positivo e 850 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 68.958 contaminações e 1.763 vidas perdidas.
Nesta semana, o recolhimento nas casas das doadoras foi diferente: as 13 mulheres visitadas foram homenageadas com pote de papel simbolizando o frasco do alimento
Um choro baixinho, mas um coração forte. Essa é a realidade de muitos dos bebês que nascem prematuramente e precisam de cuidados intensivos para estarem aptos à alta hospitalar. Dentro desses cuidados, a nutrição com leite materno, muitas vezes doado por lactantes que não a mãe, é fundamental para a plena recuperação dos bebês. William dos Santos é um dos pequenos que está internado na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) há 40 dias e que é alimentado pelo Banco de Leite Humano do HRSM.
William nasceu no sexto mês de gestação com apenas 956 gramas, e hoje pesa 1,3 kg, mas precisa chegar aos dois quilos para ir para casa. Por enquanto, o leite chega a ele por uma sonda de alimentação, já que o sistema gastrointestinal dele é muito imaturo. Nos primeiros dias de vida, dois mililitros de leite materno servidos a cada três horas eram suficientes. Hoje, William consome 24 mililitros.
A mãe de William, Laissa dos Santos, 18 anos, mora em Luziânia e trabalha como auxiliar de cozinha. Ela conta que William nasceu antes do previsto por causa do descolamento da placenta. “São poucos os momentos em que posso segurá-lo nos braços. Não posso amamentá-lo diretamente, mas o leite que produzo eu entrego ao banco de leite, porque sei da importância disso para a vida dele e para a de outros bebês também”, diz.
Nem todas as mães de bebês prematuros produzem leite por causa do estresse gerado pela internação do filho. Por isso, há uma equipe especializada no tratamento do leite humano: coleta, preparo e distribuição. Desde as 7h, técnicas de enfermagem preparam potes e caixas de armazenamento que são entregues a uma dupla de bombeiros militares do DF responsável pela coleta do alimento na casa das mães doadoras. Eles saem do hospital por volta das 8h e, a partir daí, cronometram o tempo para que toda a rota de endereços das doadoras seja realizada em até seis horas, assegurando a qualidade do leite. Os prematuros são alimentados a cada três horas, e a quantidade é calculada baseada no tamanho e o correto desenvolvimento dos bebês.
A técnica de enfermagem Luciene Alves de Melo explica que, para chegar até os bebês, o leite passa pelas etapas de coleta, armazenagem, testes de cheiro e de visão para observação do aspecto do leite, testes biológicos para detecção de micro-organismos, pasteurização, fracionamento e distribuição. “Além disso, as mães que fazem as doações são submetidas, a cada semestre, à testagem de doenças como HIV, sífilis e hepatite.”
A sargento Cleide Maria Nóbrega da Silva trabalha há dez anos fazendo a coleta nas casas das doadoras. Ela conta que a rota é organizada de acordo com a proximidade dos endereços, melhorando a logística e otimizando o tempo. “Muitas vezes, acabo criando laços de amizade com as doadoras e conhecendo todos os filhos delas”, contou a bombeira. Quando a equipe chega à casa da doadora, os potes cheios são recolhidos e são entregues novos kits com recipientes vazios para que as mães façam a coleta.
A sargento Cleide Maria Nóbrega da Silva ressalta: “Esse é um gesto em reconhecimento pelas doações que essas mães têm ofertado” – Foto: Davidyson Damasceno
Nessa terça-feira (17), o recolhimento foi diferente. Em razão do Dia Nacional de Doação de Leite Humano, celebrado oficialmente em 19 de maio, as 13 doadoras visitadas receberam como homenagem um mini pote confeccionado de papel, simbolizando o frasco de leite materno. “Esse é um gesto em reconhecimento pelas doações que essas mães têm ofertado”, explica a bombeira.
Uma das mães homenageadas é Denise Raiane Gomes da Silva, 27 anos, moradora de Santa Maria que semanalmente doa entre 20 e 30 potes de aproximadamente 400 ml. Ela é mãe de Richard Ferreira da Silva, que está com dois meses de vida. Apenas na terça-feira, a doadora chegou a fornecer mais de seis litros. “Comecei a doar desde o início, porque produzia muito leite e eu sabia que tinha muito bebê precisando. Sinto muita gratidão e agradeço a Deus por ter tanto leite assim para o meu filho e para ajudar outros nenéns”, afirma.
Outra mãe doadora assídua é Joice Cristinne Alves, 24 anos, moradora do Jardim Ingá e mãe de Maria Júlia Ribeiro, que está com dois meses de vida. “Eu resolvi doar porque minha filha nasceu no Hospital do Gama e vi muitas crianças necessitando de leite, várias mães não produziam o suficiente. Então, como eu tenho muito, divido. Em média, estou doando sete potes por semana”, frisa.
Mãe de João Miguel Santos Cardoso, que tem dois meses de vida, a doadora Bruna Stephany da Silva, 23 anos, conta que trabalha como enfermeira e sabe muito bem a importância da doação. “O leite materno é um anticorpo pronto e é de extrema importância para os bebezinhos internados na UTI. Então, como eu não tenho dificuldade em ordenhar, faço a doação. Graças a Deus, tenho muito leite para o meu bebê e para outros que precisam.”
Bancos de leite
O DF conta com uma rede de 14 bancos de leite humano, sendo um deles do HRSM, que é administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF). A chefe do Banco de Leite do HRSM, Maria Helena Santos, explica que o leite materno é muito importante para todos os bebês até os seis meses de vida em razão dos inúmeros anticorpos. “Sempre incentivamos o aleitamento materno exclusivo até os seis meses e complementar até os dois anos. O leite materno é como se fosse uma vacina para o bebê, possui muitas propriedades benéficas e ajuda no desenvolvimento e crescimento”, cita a profissional.
Segundo ela, em razão do HRSM ser uma unidade referência em gestação de alto risco, há muitos prematuros com baixo peso. “Para atender esses bebês, precisamos de um volume considerável de leite humano. Por isso, convidamos essas mães que têm volume excedente a fazerem a doação.”
Dados
O HRSM fornece leite materno para a Utin, que possui 20 leitos, a Unidade de Cuidados Intermediários Convencionais (UCINCo), que conta com dez leitos, a Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (UCINCa), com cinco leitos, além da pediatria, maternidade e centro obstétrico conforme a demanda. O Banco de Leite do HRSM já coletou neste ano, até abril, 280.435 litros de leite.
Como doar
As mães que desejarem contribuir com essa ação de solidariedade podem se cadastrar pelo site Amamenta Brasília, ligando no telefone 160 – opção 4, ou pelo telefone do Banco de Leite de Santa Maria: (61) 2017-1500, ramal 5529. Outra opção é entrar em contato com o banco de leite mais próximo. Após o cadastro, uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) visita a residência para deixar o kit de doação (frascos, máscara e touca). O recolhimento é feito semanalmente, assim a mãe não precisa sair de casa para contribuir.
Com planejamento e estratégia, GDF tem tratamento e vacina de sobra; oferta de leitos públicos nunca foi zerada em dois anos de pandemia
O Distrito Federal foi a primeira unidade federativa do Brasil a reconhecer a pandemia da covid-19. Foi a pioneira, também, a decretar o isolamento social e a adotar políticas públicas emergenciais na contenção e combate ao vírus, seja na distribuição de mais de 2,2 milhões de máscaras, na contratação de leitos de UTI da rede particular ou na abertura de hospitais de campanha.
Com uma população estimada em 3.010.881 habitantes, de acordo com a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD) 2021, da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), a capital do país mantém o estímulo da imunização da população, com vacinas de sobra – nunca faltaram em quase um ano e meio de campanha. A cobertura da primeira e da segunda dose alcança um percentual bem alto, o que não se repete nas etapas de reforço, por falta de procura por parte da população.
A vacinação contra a covid-19 no DF começou no dia 19 de janeiro de 2021. De lá para cá, foram recebidas 7.137.727 doses do imunizante – e aplicadas 6.216.243 até 16 de maio de 2022. Confira o vacinômetro. O planejamento estratégico e a liberação escalonada do imunizante por faixas etárias e grupos prioritários – obedecendo a destinação das doses de acordo com o previsto pelo Ministério da Saúde – fez com que ele nunca faltasse para quem estava previsto recebê-lo.
Para que a vacina chegue ao braço do brasiliense, existe um processo de logística comandado pelos servidores da Rede de Frio Central. “Nossa logística é ímpar. A vacina chega às 6h no centro de armazenamento e distribuição e às 10h já conseguimos abastecer mais de 160 postos”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero.
Há um processo de logística comandado pelos servidores da Rede de Frio Central – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília
Autoridades de saúde do GDF são unânimes em lembrar que a pandemia não acabou e que, apesar da flexibilização das medidas sanitárias – por uma questão econômica –, a Organização Mundial de Saúde (OMS) ainda mantém o alerta pandêmico pelas características de contágio da doença. Completar o esquema vacinal, portanto, é imprescindível para o arrefecimento da proliferação do vírus.
“À medida que avançarmos na vacinação, reduzimos as internações e a média de mortes por dia, pois o vírus em uma pessoa imunizada tem muito menos força do que em alguém que não se vacinou”, alerta o diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, Fabiano Martins.
Carro da Vacina
Técnicos da Secretaria de Saúde apontam duas razões pelas quais as pessoas não cumprem seus ciclos imunizadores contra a covid-19: o viés ideológico ou a dificuldade de acesso e locomoção. A desinformação, neste caso, inexiste, em se tratando da pandemia. O GDF, então, decidiu levar a vacina a quem tinha dificuldade de ir até ela.
Carro da vacina leva o imunizante à população em situação de vulnerabilidade com ausência de equipamentos públicos e falta de infraestrutura – Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília
Em 8 de janeiro de 2022, o Carro da Vacina circulou pelas ruas do Sol Nascente. A proposta era levar o imunizante à população em situação de vulnerabilidade com ausência de equipamentos públicos e falta de infraestrutura – ou incapaz de arcar com o custo do deslocamento até uma delas. Eram ali, nos trechos 1, 2 e 3 no Pôr do Sol e nas áreas rurais de Brazlândia, os maiores bolsões de não vacinados registrados pela Secretaria de Saúde.
De lá pra cá, foram 11 edições em que uma van com um rotolight e um megafone saiu pelas ruas chamando as pessoas para se vacinarem. O resultado: 4.816 doses aplicadas – 1,2 mil só da primeira –, uma adesão considerada satisfatória para quem está na linha de frente desse atendimento.
“Acredito muito na busca ativa de pessoas não vacinadas”, defende a superintendente da Região de Saúde Oeste (Ceilândia, Sol Nascente, Pôr do Sol e Brazlândia), Lucilene Florêncio. “Sempre que o calendário de vacinação for ampliado, há necessidade de ir até essa população. E pode ter certeza de que nós iremos”, conclui.
Ceilândia e Núcleo Bandeirante receberão a ação que tem como público-alvo crianças de 5 a 11 anos; porém, adultos também poderão ser imunizados. A expectativa é de que, pelo menos, 1,5 mil doses sejam aplicadas em cada região
A vacinação contra a covid-19 nas escolas será retomada neste sábado (14). Duas unidades de ensino receberão o público, de 9h às 17h: a Escola Classe (EC) 38, no setor P Norte de Ceilândia, e o Centro de Ensino Médio (CEM) Urso Brando, no Núcleo Bandeirante. A expectativa é de que, pelo menos, 1,5 mil doses sejam aplicadas em cada uma.
“Nosso foco é a criança de 5 a 11 anos, mas aproveitamos para vacinar os adultos que forem acompanhando e precisam completar o esquema de vacinação. Por isso, pedimos que levem a caderneta para que os profissionais verifiquem qual dose de vacina será aplicada”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero Martins.
Segundo o secretário de Saúde, Manoel Pafiadache, são cerca de 268 mil crianças na faixa dos 5 aos 11 anos e 170 mil, aproximadamente, já foram vacinadas.
“Portanto, faltam em torno de 100 mil para completarmos o quadro vacinal desse público. É um esforço que estamos fazendo e acredito que nossos objetivos serão alcançados em parceria com a Secretaria de Educação. Será mais uma oportunidade de imunizarmos nossas crianças e completar o quadro vacinal desse público, além de ofertar a vacinação também para o público jovem e adulto”, afirma.
Ação itinerante
O objetivo da vacinação no ambiente escolar é ampliar o número de crianças vacinadas na faixa etária de 5 a 11 anos. A vacinação itinerante nas escolas ocorre sempre aos sábados e começou no Centro Educacional 1 da Estrutural, em 19 de março. No local, foram aplicadas 583 doses. Dessas, 231 foram em crianças de 5 a 11 anos, de acordo com dados da Secretaria de Saúde.
“Esta é mais uma opção que a Secretaria de Educação, juntamente com a Saúde, abre na campanha de vacinação contra a covid-19. É um incentivo para aqueles pais que trabalham a semana inteira possam levar aos sábados os filhos para serem vacinados”, destaca a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá.
O Centro de Ensino Médio 1 do Guará abriu as portas para a imunização em 26 de março. Na ocasião, foram aplicadas 1.374 vacinas, sendo 780 delas em crianças de 5 a 11 anos. Outra escola foi o Caic Santa Paulina, localizado no Paranoá, onde foram aplicadas 554 doses da vacina, sendo 313 pediátricas. Por sua vez, no Centro de Ensino Fundamental (CEF) Miguel Arcanjo, de São Sebastião, foram 526 vacinados, sendo 354 crianças e 172 adultos.
Ainda que a campanha de vacinação continue nos postos de saúde do Distrito Federal, a secretária de Educação indica que a parceria com a Secretaria de Saúde traz mais uma opção de local para os pais imunizarem os filhos. “É um incentivo para aqueles pais que trabalham a semana inteira possam levar aos sábados os filhos para serem vacinados”, destaca.
Rede pública dispõe de medicamentos que atuam como antídotos para o veneno dos bichos; foram 2,5 mil acidentes no ano passado e 800 em 2022, com maior número de episódios envolvendo acidentes com escorpiões
A Rede de Frio da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES) dispõe de medicamentos que atuam como antídotos para o veneno de animais peçonhentos. A SES registrou 2.595 acidentes com esse tipo de animal em 2021. Em 2022, foram 800 ocorrências até o momento. Nesse período, o maior número de episódios sinaliza picada de escorpiões: 2.019 no ano passado e 585 nos primeiros meses deste ano.
De acordo com a gerente da Rede de Frio, Tereza Luíza de Souza Pereira, os soros disponíveis no DF são destinados a picadas de aranhas, escorpiões, lagartas e cobras – contra o veneno dessas, há soro específico para cascavel, surucucu, jararaca e coral-verdadeira.
O material é produzido pelo Instituto Butantã, em São Paulo, e distribuído pelo Ministério da Saúde. Após ser retirado da cobra, o veneno passa por manipulação e é inoculado em cavalos mantidos pelo Butantã. Na etapa seguinte, o sangue do animal é colhido e, logo depois, separado do plasma. Finalmente, desse plasma é produzido o antídoto.
Soro contra picadas
O soro contra picadas de animais peçonhentos e está disponível apenas em hospitais públicos. No Distrito Federal, as unidades de referência são os hospitais Regional da Asa Norte (Hran), Materno Infantil (Hmib), do Paranoá, do Guará, de Taguatinga (HRT), do Gama, de Santa Maria (HRSM), de Planaltina, de Sobradinho, de Ceilândia e de Brazlândia.
A distribuição do soro no DF é feita entre os hospitais credenciados, de acordo com a incidência dos acidentes ocorridos. “No Guará, por exemplo, não vimos acidente com cobras; já com escorpiões, são muitos”, informa Tereza Pereira. “No entanto, acidentes com cobras ocorrem mais em Brazlândia e Planaltina.”
Tereza Luíza orienta que em caso de picada por algum dos animais citados, a pessoa deve se dirigir a um dos hospitais de referência mais próximos. “Dependendo do tipo de peçonha, quanto mais rápido a pessoa receber atendimento melhor. Conforme a quantidade de veneno que seja inoculado, a pessoa pode correr risco de morte”, explica.
Combate ao perigo
No hospital, relata a gerente, é feita uma avaliação, pois nem sempre uma picada requer administração de soro. É nas unidades hospitalares que os acidentes são classificados como leves, moderados ou graves.
Tereza lembra que, embora a Rede de Frio esteja abastecida, desde 2014 o país passa por desabastecimento. “Para prepararmos o soro, precisamos do animal”, diz. “Temos que entender que esse item [soro] é finito. É preciso ter controle desse produto.”
Acidentes com animais peçonhentos, reforça a servidora, são de notificação compulsória. “A cada pessoa picada, é feita uma notificação para acompanhamento”, diz. “Só recebemos soro depois que o existente já tenha sido utilizado.”
O combate a aranhas, escorpiões, lacraias e lagartas nas residências é feito pela Vigilância Ambiental da SES. Já o Batalhão de Polícia Ambiental é responsável pelo recolhimento de cobras, enquanto o Corpo de Bombeiros controla as abelhas.
“Para evitar a proliferação de animais peçonhentos em residências, as pessoas devem manter as casas limpas, não acumular inservíveis e fazer a poda regular da vegetação”, orienta o biólogo Israel Martins, da Vigilância Ambiental.
Também haverá a antecipação da segunda dose de Pfizer-BioNTech de 56 para 21 dias, incluindo a versão pediátrica
O Distrito Federal começa a aplicar nesta sexta-feira (6) a segunda dose de reforço (quarta dose) da vacina contra a covid-19 para pessoas com 60 anos ou mais. A lista dos locais de vacinação está disponível no site da Secretaria de Saúde.
O secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, ressaltou a importância dessa segunda dose de reforço. “É preciso atentar para o intervalo de quatro meses da primeira dose de reforço”, afirmou, durante coletiva de imprensa transmitida nesta quinta (05).
Outra novidade é a redução do intervalo entre a primeira e a segunda doses do imunizante da Pfizer-BioNTech, de 56 para 21 dias, inclusive para a versão pediátrica. A medida também é válida a partir desta sexta (6) e segue orientação do Ministério da Saúde.
Desde o início da campanha de vacinação contra a covid-19, em 19 de janeiro do ano passado, o DF contabiliza a aplicação de 6 milhões, 117 mil e 54 doses. A população vacinável, acima dos 5 anos, que já iniciou o ciclo vacinal, com primeira dose ou dose única, corresponde a 90,12% do total elegível.
Engajamento
O subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, ressaltou o engajamento da população na campanha. “A nossa taxa de cobertura vacinal é uma das melhores do Brasil”, afirmou.
Porém, o subsecretário apontou que, entre a população acima de 80 anos, só 48,71% procuraram a segunda dose de reforço até agora. Quanto às crianças, o público estimado no DF de 5 a 11 anos é de 268 mil. Desse total, 165.187 receberam, pelo menos, a primeira dose.
Acima dos 12 anos, há 178 mil pessoas que ainda não iniciaram o ciclo vacinal. Outras 120 mil estão com a segunda dose atrasada e 900 mil podem receber a primeira dose de reforço, mas ainda não se vacinaram. “Só vamos ficar livres definitivamente do pesadelo da covid se todos participarem”, reforçou Divino Valero.
Governador fez anúncio por meio de rede social, minutos antes do horário marcado para início do serviço. Idosos acima de 80 anos já podem tomar segundo reforço desde início do mês
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), anunciou por meio de uma rede social, nesta quarta-feira (13), que a quarta dose da vacina (o segundo reforço) contra Covid-19, para idosos acima de 70 anos,começa a ser aplicada a partir das 13h desta quarta.
Informo que a população +70 pode procurar nossas unidades de saúde para receber a 4ª dose a partir das 13h desta quarta-feira (13).
O anúncio foi feito minutos antes do horário marcado para ampliação do serviço. Na capital, a quarta dose para idosos começou a ser administrada no dia 1º de abril, quando a Secretaria de Saúde passou a atender pessoas a partir de 80 anos.
A aplicação do reforço foi recomendada para esse público pelo Ministério da Saúde, no mês passado, e publicada em uma nota técnica. Segundo a pasta, a medida deve ser feita quatro meses após a primeira dose de reforço.
Antes da orientação, a chamada quarta dose só era aplicada em pessoas – incluindo adolescentes – com imunossupressão. Ou seja, a população com problemas no sistema imunológico.
Na nota técnica, o Ministério da Saúde diz reconhecer que há poucos dados sobre a “magnitude” e duração de uma quarta dose de reforço da vacina contra a Covid.
No entanto, afirma que “diferentes estratégias de vacinação por parte dos países devem ser utilizadas com base na situação epidemiológica e na disponibilidade de vacinas e que surgimento de novas variantes de preocupação também deve ser considerado, sobretudo para recomendações a grupos mais vulneráveis”.
Até terça-feira (12), mais de 6 milhões de vacinas foram aplicadas em Brasília e 10,3 mil idosos com mais de 80 anos tomaram 4ª dose. Imunização contra gripe é para pessoas a partir de 60 anos e trabalhadores da Saúde
A vacinação contra Covid-19 e também contra a gripe continuam, nesta quarta-feira (13), no Distrito Federal. A maioria dos postos atende das 8h às 17h. Na UBS 1, na quadra 612 da Asa Sul e na UBS 3, na QNM 15 de Ceilândia, o atendimento vai até 22h.
Quem temmais de 80 anos pode tomar a 4ª dose da vacina contra Covid. Até esta terça-feira (12), 10.368 pessoas nessa faixa etária haviam recebido a segunda dose do reforço.
Do início da imunização, em janeiro de 2021, até terça-feira (12), 6.014.330 vacinas foram aplicadas em Brasília:
2.501.059 pessoas tomaram a primeira dose
2.302.710 pessoas tomaram a segunda dose
59.718 pessoas tomaram a dose única
1.128.911 pessoas tomaram a dose de reforço
10.368 tomaram segunda dose de reforço
11.564 pessoas tomaram a dose adicional (imunossuprimidos)
Influenza
Profissional da saúde prepara dose de vacina contra gripe, no DF — Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF
Na UBS 7 , na QNO 10 de Ceilândia, também há vacinação noturna contra a influenza. Na primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação podem ser imunizados idosos a partir de 60 anos e trabalhadores da Saúde (veja lista de locais mais abaixo).
A vacinação contra a gripe começou em 4 de abril. A campanha está dividida em duas etapas: nesta primeira fase, podem ser imunizadas pessoas com 60 anos ou mais e trabalhadores de saúde. Na segunda etapa, que começa em 3 de maio, serão vacinados os demais grupos.
Onde se vacinar contra Covid nesta quarta-feira (13) no DF
Para saber os endereços e horários, clique nos links abaixo:
Desde início da pandemia, 693.775 pessoas foram infectadas e 11.619 morreram em Brasília. Taxa de transmissão se mantém em 0,72 pelo segundo dia consecutivo
O Distrito Federal registrou 107 novos casos conhecidos de Covid-19 e mais 4 mortes pela doença, nesta terça-feira (12). Desde o início da pandemia, 11.619 pessoas perderam a vida e 693.775 foram infectadas pelo coronavírus em Brasília.
A taxa de transmissão se mantém em 0,72 pelo segundo dia consecutivo. O índice, quando abaixo de 1, significa queda nas transmissões. Segundo a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), 98,2% dos pacientes de Covid estão recuperados.
Perfil das vítimas
Entre os mortos por Covid no DF, desde o início da pandemia, 10.609 pessoas moravam na capital federal e 1.010 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno.
Datas das mortes divulgadas nesta terça-feira (12):
08 de fevereiro de 2022: 1
10 de fevereiro de 2022: 1
14 de fevereiro de 2022: 1
11 de abril de 2022: 1
Residência
Lago Sul: 1
Planaltina: 1
Plano Piloto: 1
Goiás: 1
Faixa etária
30 a 39 anos: 1
60 a 69 anos: 1
80 anos ou mais: 2
Leitos de UTI
Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com Covid-19 do Hospital Regional de Samambaia no DF — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF
Até as 16h25 desta terça-feira (12), a taxa de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com Covid na rede pública de saúde estava em 68%. Do total de 31 leitos, 17 estavam ocupados, 8 disponíveis, e 6 bloqueados.
Já na rede privada, a taxa de ocupação está em 53,77%. Do total de 136 leitos, 59 estavam ocupados, 49 disponíveis e 28 bloqueados.
Casos por região
O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta terça-feira, 80.421 pessoas testaram positivo e 840 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 68.536 contaminações e 1.755 vidas perdidas.
Veja abaixo os números de casos por região, registrados pela Secretaria de Saúde do DF nesta terça-feira:
Números da Covid-19 por região do DF, em 12 de abril de 2022 — Foto: SES-DF/Reprodução