Categoria: Meio Ambiente

  • Semana do Lago Limpo chega à 12ª edição

    Semana do Lago Limpo chega à 12ª edição

    Ação coordenada pela Adasa, entre quinta e sábado, fará a limpeza do Lago Paranoá e a reforma de lixeiras e estruturas do Deck Sul

    Em celebração ao World Cleanup Day, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizará a 12ª edição da Semana Lago Limpo, no Deck Sul do Lago Paranoá, de quinta (19) a sábado (21).

    A ação – que tem como objetivo conscientizar e envolver a população na preservação dos recursos hídricos da região – é organizada em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), o Instituto Brasília Ambiental, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF), a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), a Associação Brasileira de Esportes e Pesca Subaquáticos (DFSUB), o Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), o Batalhão de Polícia Militar Ambiental do Distrito Federal (PMDF Ambiental), a Administração Regional do Plano Piloto e a Associação de Pesca Esportiva, Subaquática e Conscientização Ambiental do Distrito Federal (ASPSSHARK-DF).

    Quinta e sexta, das 8h às 12h, a Adasa coordenará as ações de limpeza das margens e do espelho d’água do Lago Paranoá, além da reforma de lixeiras e estruturas do Deck Sul. A atividade contará com a participação de reeducandos da Funap-DF, destacando o compromisso com a inclusão social no cuidado ao meio ambiente.

    Sábado, será realizado um grande evento para promover a retirada de resíduos do Lago Paranoá por mergulhadores, seguido da tradicional pesagem e destinação correta do lixo recolhido. Paralelamente, o público poderá participar de atividades educativas e recreativas, promovidas pelo Adasa na Escola, com foco na conscientização sobre a preservação ambiental e o descarte responsável de resíduos.

    Também será possível conhecer parte do acervo do Museu da Limpeza Urbana que será exposto durante o evento, com objetos inusitados encontrados pelos garis durante as coletas de lixo.

    Lago Limpo

    Criada em 2011 pela Adasa, a Semana Lago Limpo tem como objetivo chamar a atenção de autoridades e da sociedade para a importância da conservação dos recursos hídricos do Distrito Federal, com enfoque no Lago Paranoá, o principal corpo d’água de múltiplos usos da região. Desde a criação, o evento já retirou toneladas de lixo do lago, promovendo a participação ativa da população nas práticas de sustentabilidade e preservação ambiental.

    Entre os resultados de edições anteriores, destacam-se a retirada de 700 kg de resíduos em 2023, 2 toneladas em 2021, e impressionantes 8,4 toneladas em 2013, evidenciando o impacto positivo e contínuo das ações de limpeza na qualidade ambiental do Lago Paranoá.

    Dando continuidade ao compromisso de limpeza do Lago, a Adasa também irá realizar ações de limpeza no Deck Norte, em outubro, reafirmando seu papel na conservação do meio ambiente e na promoção da qualidade de vida no Distrito Federal.

  • Monitoramento constante garante qualidade da água no Distrito Federal

    Monitoramento constante garante qualidade da água no Distrito Federal

    Responsável pelo tratamento, Caesb atualiza técnicas e equipamentos como frequência; Adasa cuida dos mananciais e mantém plataforma para acompanhamento de índices on-line

    O caminho que a água percorre dos mananciais até a casa dos brasilienses é extenso. Em todas as muitas etapas, a preocupação com a qualidade é primordial. Por isso, órgãos como a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa) aprimoram constantemente suas técnicas de monitoramento.

    A qualidade dos mananciais também é aferida pela Adasa. Todas as informações sobre esse monitoramento estão disponíveis em uma plataforma online | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

    A Caesb é a responsável por tratar a água para que ela chegue aos clientes pronta para consumo. Segundo a gerente de Monitoramento da Qualidade da Água, Alessandra Momesso, a companhia “tem que tomar conta do ciclo completo. A gente capta água nos rios, nas barragens, nas represas… Essa água captada é transportada por meio de bombeamento até a Estação de Tratamento de Água. Dentro da estação, ela passa por vários processos de tratamento. Depois de tratada, essa água é reservada e distribuída. O pessoal consome a água, depois ela volta como efluente para as estações de tratamento de esgoto. O efluente é tratado nas estações e volta no corpo hídrico. E a gente do monitoramento de qualidade avalia todas essas etapas da água”, explica.

    Cláudia Simões, gerente do Sistema Produtor de Água Centro: “Cada tipo de água exige um tipo diferente de tratamento e a Caesb tem vários tipos de tratamento, cada um adequado para a água bruta, a água que vai chegar para a gente tratar”

    As estações de tratamento de água citadas são “altamente tecnológicas e com muita automação”, como define a gerente do Sistema Produtor de Água Centro, Cláudia Simões. “A Caesb é uma empresa inovadora, tanto na parte de análise nos laboratórios quanto na parte de tratamento. Cada tipo de água exige um tipo diferente de tratamento e a Caesb tem vários tipos de tratamento, cada um adequado para a água bruta, a água que vai chegar para a gente tratar”, afirma. “Todos os nossos resultados são acompanhados de forma online. A gente tem equipamentos de medição online que monitoram a qualidade da água que está sendo produzida nas estações de tratamento de forma contínua”, completa.

    Alessandra Momesso, gerente de Monitoramento da Qualidade da Água explica que a companhia toma conta do ciclo completo. “E a gente do monitoramento de qualidade avalia todas essas etapas da água”

    Todo esse maquinário tecnológico é constantemente atualizado. “A Caesb, anualmente, faz inovação de equipamento buscando técnicas novas, buscando equipamentos novos para, cada vez mais, aprimorar os ensaios que a gente faz, atender as legislações e conseguir determinar quantidades cada vez menores de substâncias que podem conter na água para que a população fique segura quanto ao consumo”, arremata Alessandra.

    Mananciais

    A qualidade dos mananciais também é aferida pela Adasa. Todas as informações sobre esse monitoramento estão disponíveis em uma plataforma online. “Nesse sistema, que a gente chama de Sirh [Sistema de Informações Sobre Recursos Hídricos do DF], qualquer usuário, qualquer pessoa que esteja navegando pela internet pode acessar e visualizar os dados de qualidade da água nos pontos monitorados pela Adasa em todas as unidades hidrográficas do Distrito Federal”, relata o superintendente de Recursos Hídricos da agência, Gustavo Carneiro.

    As estações de tratamento de água citadas são altamente tecnológicas e com muita automação, segundo a Caesb

    “A análise e o diagnóstico da qualidade da água eu costumo brincar que são como um exame de sangue. Você precisa fazer periodicamente um check-up para entender como é que o seu organismo está funcionando. O exame de sangue é uma amostra daquele fluido e ali você analisa uma série de parâmetros que podem indicar se o organismo não está funcionando bem ou se há alguma interferência não esperada, alguma coisa que esteja fugindo da realidade”, acrescenta Carneiro, que diz ainda que são quase 80 pontos de monitoramento nas 40 unidades hidrográficas do DF.

    Cuidar de todos eles é fundamental para o Brasil como um todo. “O Distrito Federal está na parte alta, ou seja, na cabeceira, de três grandes bacias hidrográficas nacionais: a do São Francisco, a do Araguaia (Tocantins) e a do Paranaíba (Paraná). O que chove aqui vai correr para três cantos diferentes do país. Então, isso traz uma particularidade, um carinho muito grande e uma necessidade de estudo, porque isso pode ser utilizado não só para o DF, mas para vários outros pontos do país”, aponta Gustavo Carneiro.

    Para os brasilienses, além de uma água de qualidade nas torneiras, também é bom contar com grandes reservatórios, como o Lago Paranoá, aptos para a prática de atividades. O garçom Wemerson Santana é um que costuma aproveitar bem o espaço: “É muito bom a gente saber que tem aqui um lugar bacana que a gente pode usar. É um lugar maravilhoso, excelente. Graças a Deus, a gente não paga nada por isso, tem esse sol, essa vista maravilhosa, sinto muito orgulho de fazer parte desse lago maravilhoso e dessa cidade que é incrível. Isso aqui é vida para a gente. Sem água, a gente não é nada”.

  • Ação educativa no Lago Oeste conscientiza 700 crianças sobre incêndios florestais

    Ação educativa no Lago Oeste conscientiza 700 crianças sobre incêndios florestais

    Com a participação de diversas instituições, estudantes do 1º ao 9º ano do CED Carlos Motta terão a oportunidade de aprender sobre a importância da prevenção das queimadas em um dia repleto de atividades interativas e educativas nesta segunda-feira (9)

    Nesta segunda-feira (9), o Centro Educacional Carlos Motta, no Lago Oeste, será palco de uma grande ação educativa em comemoração à Semana do Cerrado. Cerca de 700 crianças, do 1º ao 9º ano, participarão de atividades voltadas à conscientização sobre os incêndios florestais, um tema de extrema relevância para a preservação do bioma.

    Arte: Sema-DF

    A ação, que ocorrerá das 8h às 17h, conta com a colaboração de importantes instituições como a Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema-DF), o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), o Instituto Brasília Ambiental, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    O principal objetivo do evento é conscientizar os estudantes sobre os riscos e as consequências dos incêndios florestais, além de enfatizar a importância da prevenção. Para isso, serão realizadas diversas atividades simultâneas, incluindo contação de histórias, jogos interativos, exposições com animais do Cerrado, demonstrações de veículos e equipamentos de combate a incêndios, vídeos educativos, e um painel de pintura onde os alunos poderão expressar o que aprenderam.

    O secretário do Meio Ambiente do DF, Gutemberg Gomes, destaca a importância da iniciativa. “É fundamental que desde cedo as crianças compreendam os impactos dos incêndios florestais e a necessidade de preservar o Cerrado. Este tipo de ação não só educa, mas também engaja a comunidade na prevenção desses desastres”, comentou.

    A coordenadora do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF), Carol Schubart, também ressalta o papel transformador da atividade. “Aprendendo sobre a prevenção de incêndios, as crianças se tornam verdadeiros multiplicadores de conhecimento. Muitos deles vivem em áreas rurais e podem levar essas lições para suas famílias e comunidades, contribuindo diretamente para a proteção do Cerrado”, destacou.

    Além de proporcionar um dia de diversão e aprendizado, a ação conjunta entre os diversos órgãos visa multiplicar o conhecimento. Os estudantes, muitos deles residentes na área rural, tornam-se agentes multiplicadores, levando as lições aprendidas para suas famílias e comunidades, promovendo a conscientização e a prevenção dos incêndios florestais no Lago Oeste.

    A participação das crianças do CED Carlos Motta é crucial para despertar a consciência ambiental e o cuidado com o Cerrado, um dos biomas mais importantes e ameaçados do Brasil. A iniciativa também destaca a atuação do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF), coordenado pela Sema e composto por uma série de instituições comprometidas com a proteção do meio ambiente e a segurança das comunidades.

  • Força-tarefa mobiliza 150 pessoas para conter incêndio na Floresta Nacional de Brasília

    Força-tarefa mobiliza 150 pessoas para conter incêndio na Floresta Nacional de Brasília

    Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), a alta temperatura, o clima seco e os fortes ventos dificultam o trabalho de combate às chamas; das cinco linhas de fogo detectadas, três foram controladas nesta quarta-feira (4)

    Uma força-tarefa com equipes de diferentes órgãos trabalha para conter o incêndio que atinge a Floresta Nacional de Brasília (Flona). São, ao todo, 150 pessoas, uma aeronave e 35 viaturas.

    Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), a alta temperatura, o clima seco e os fortes ventos dificultam o trabalho. Nesta quarta-feira (4), das cinco linhas de fogo detectadas, três foram controladas. Até o momento, 2.176 hectares foram consumidos pelas chamas — área equivalente a 38,58% da Flona.

    “Diante da complexidade deste incêndio, reforçamos nossas equipes e aumentamos o número de viaturas e recursos aéreos para intensificar o combate. Estamos trabalhando em conjunto com diversas instituições, e esse esforço integrado é essencial para conter as chamas e proteger as áreas críticas da Flona. Nosso compromisso é garantir a segurança da população e a preservação do meio ambiente”, apontou o comandante do CBMDF, coronel Sandro Gomes.

    Ainda de acordo com a corporação, o foco tem sido a proteção das matas de galeria e as nascentes da reserva. O fogo que estava próximo a áreas de chácaras foi contido e, nessa região, as equipes fazem agora um trabalho de rescaldo.

    Além dos bombeiros, participam da ação equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Jardim Botânico, do Brasília Ambiental, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) da Polícia Militar do DF e da Fundação Jardim Zoológico de Brasília.

  • Distrito Federal terá extensa programação no mês do Cerrado

    Distrito Federal terá extensa programação no mês do Cerrado

    Atividades do Instituto Brasília Ambiental visam dar visibilidade ao 11 de setembro, Dia Nacional do Bioma

    Neste mês de setembro, em que se comemora o Dia Nacional do Cerrado (11), o Instituto Brasília Ambiental estará envolvido em extensa programação com atividades voltadas a valorização deste bioma que representa cerca de 22% do território nacional, e é o segundo maior do Brasil, depois da Amazônia.

    O presidente da autarquia, Rôney Nemer, destaca a importância da realização de várias atividades que tragam à pauta os desafios do Cerrado e compartilhem com a população a importância deste bioma. “O Cerrado é conhecido como Berço das Águas e é responsável por dar origem as nascentes das grandes bacias brasileiras. O bioma é também conhecido como savana brasileira e se faz presente em 12 estados e no nosso Distrito Federal”, lembra.

    A programação do mês de Cerrado será realizada por meio de parcerias com outros órgãos governamentais e também a sociedade civil organizada. Será voltada para estudantes e a sociedade em geral e ocorrerá em vários parques e Unidades de Conservação administradas pelo Instituto. Segue a programação:

    31/8 a 21/9
    Toca literária do Cerrado – Parque Ecológico do Riacho Fundo (Lançamento oficial dia 11/9 pela manhã)
    Organização: Brasília Ambiental e Toca literária do Cerrado
    Público: Estudantes do Programa Parque Educador e de escolas do Riacho Fundo
    Horário: Manhã

    9/9
    Atendimento Centro ED Prof. Carlos Motta
    Local: Centro Educacional Prof. Carlos Motta – Sobradinho
    Organização: Brasília Ambiental
    Público: 80 estudantes
    Horário: Manhã

    10/9
    Encontro de Educadores Ambientais da Secretaria de Educação (SEEDF)
    Local: Escola da Natureza
    Organização: Escola da Natureza – SEEDF
    Público: Professores da SEEDF
    Horário: Manhã e tarde

    11/9
    Participação no Fórum Permanente de Educação Ambiental da SEEDF
    Local: Shopping ID, sede da SEEDF
    Organização: SEEDF
    Público: Professores da SEEDF
    Horário: Manhã e tarde

    12/9
    Quinta feira – Evento de estreia dos vídeos do Parque Educador Digital
    Local: Monumento Natural Dom Bosco
    Organização: Brasília Ambiental e SEMA
    Público: Estudantes do Programa Parque Educador
    Horário: Manhã e tarde

    13/9
    Atendimento do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Bonsucesso
    Local: Esecae
    Organização: Brasília Ambiental
    Público: 40 estudantes do 2º Ano do fundamental
    Horário: Manhã

  • Lago Veredinha terá ação de limpeza e educação ambiental neste sábado (31)

    Lago Veredinha terá ação de limpeza e educação ambiental neste sábado (31)

    Trabalhos do SLU, programados para a partir das 9h, incluem brincadeiras e teatro para as crianças

    Neste sábado (31), a partir das 9h, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) fará uma ação de limpeza no Lago Veredinha, em Brazlândia, com educação ambiental e outras atividades. Os serviços contam com apoio da administração local e da equipe de mergulhadores SUB-DF. O público vai conhecer as composteiras domésticas e as réplicas dos caminhões das coletas da empresa que presta serviço para o SLU na região.

    No ano passado, a orla e o deque do Lago Veredinha passaram por reformas e se consolidaram como ponto turístico e área de lazer para a população. Dessa vez, o SLU fará uma limpeza dentro do espelho-d’água, trabalho que conta com a participação dos mergulhadores para retirar objetos e resíduos descartados irregularmente. Enquanto os garis do SLU atuam nas imediações, a equipe de mobilizadores vai orientar os moradores e frequentadores do espaço sobre o descarte correto, os dias e horários das coletas e sobre os papa-entulhos que existem na região.

  • Parque Ecológico dos Jequitibás tem poligonal aumentada

    Parque Ecológico dos Jequitibás tem poligonal aumentada

    Decreto foi publicado no Diário Oficial do DF desta terça-feira (27)

    A edição desta terça (27) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) publicou o decreto n° 46.184, que amplia a poligonal do Parque Ecológico dos Jequitibás, em Sobradinho. A unidade de conservação (UC) teve sua área aumentada de 11,2 hectares para 101,84 hectares, isto é, mais de nove vezes o tamanho original.

    Mapa do Parque Ecológico dos Jequitibás: ampliação da área é uma conquista para o meio ambiente | Imagem: Divulgação/Brasília Ambiental

    “Essa é mais uma conquista do Brasília Ambiental para a preservação do meio ambiente do Distrito Federal”, comemorou o presidente da autarquia, Rôney Nemer. Segundo o documento, a área do Parque Ecológico dos Jequitibás passa a ser acrescida da área do Parque Ecológico e Vivencial Sobradinho, que teve seu ato de criação declarado inconstitucional.

    A superintendente de Unidade de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Brasília Ambiental, Marcela Versiani, explica que os dois parques possuem áreas que se conectam; e após análise sobre recategorização das UCs do instituto, elaboração de estudos técnicos e consulta pública, ficou decidida a junção desses locais, formando uma só unidade de conservação na categoria Parque Ecológico.

    Proteção ambiental

    “Os estudos foram elaborados com o intuito de expressar as atuais condições ambientais, hídricas, sociais, de uso do solo e fundiária do local”, aponta a gestora. “A proposta de criação do Parque Ecológico dos Jequitibás adequa a realidade da área à categoria protetiva estabelecida na lei Complementar nº 827, de 22 de julho de 2010, de acordo com os seus atributos ambientais.”

    A criação da UC objetiva proteger os remanescentes de Cerrado, assim como espécies endêmicas, ameaçadas ou vulneráveis, a exemplo de Lamanonia brasiliensis (guaraperê), Bowdichia virgilioides Kunth (sucupira-preta), Handroanthus impetiginosus (ipê-roxo), Apuleia leiocarpa (garapa), Banisteriopsis arborea (murici-de-anta), Cedrela odorata (cedro) e Euterpe edulis (açaí-jussara).

    O parque também representa um importante conector ecológico e de dispersão de fauna, envolvendo as unidades hidrográficas dos ribeirões Sobradinho, da Contagem e do Torto, além do Rio São Bartolomeu. A categoria Parque Ecológico é indicada ao local devido a seu potencial como espaço de visitação, contemplação, recreação, lazer e desenvolvimento de esportes, além de práticas de educação ambiental não formais.

  • Zoo inaugura tanque de água para onças-pintadas

    Zoo inaugura tanque de água para onças-pintadas

    Medida aumenta a sensação de bem-estar dos irmãos George e Peter

    O Zoológico de Brasília dá mais um passo em seu compromisso com o bem-estar animal inaugurando um tanque de água projetado para as onças-pintadas George e Peter. A nova estrutura atende as necessidades comportamentais e fisiológicas desses felinos.

    As onças-pintadas são conhecidas pela afinidade natural com a água e pela habilidade de nadar. A introdução do tanque de água é essencial para proporcionar um ambiente que estimule tanto o aspecto físico quanto o mental dos animais.

    O novo tanque atende necessidades físicas e mentais dos irmãos Peter e George | Fotos: Divulgação/ Zoológico de Brasília

    “Além de ser um meio de exercício que contribui para a manutenção da musculatura e melhora da circulação, o acesso à água oferece aos felinos uma forma de alívio do calor durante os dias mais quentes”, comentou o diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto.

    Para George e Peter, a presença do tanque de água não só enriquece a rotina, apresentando uma aproximação do habitat natural, mas também é essencial para garantir que tenham uma vida saudável e feliz no zoológico.

    Resgate

    Os irmãos George e Peter chegaram ao Zoológico de Brasília em outubro de 2021, por recomendação do programa de conservação da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

    Originários de uma região afetada por queimadas no Mato Grosso, os filhotes foram resgatados órfãos, deixados desamparados em meio ao cenário das chamas.

    Ao chegarem ao Zoo de Brasília, os pequenos felinos foram recebidos com cuidado e dedicação pela equipe de especialistas em fauna selvagem. Atualmente, fazem parte dos projetos de conservação e educação ambiental do Zoo.

  • Temporada de floração dos ipês-amarelos colore as ruas do DF

    Temporada de floração dos ipês-amarelos colore as ruas do DF

    De julho a setembro, o brasiliense aprecia a mistura com os ipês-roxos enquanto aguarda a chegada das árvores com flores nas cores rosa e branco

    No Distrito Federal, quanto mais o tempo estiver seco, mais bonita fica a cidade. Pelo menos no quesito de uma espécie bem especial. É que quanto mais durar a estiagem, maior o tempo de floração dos ipês, árvores símbolo do Quadradinho. Agora, chegou a hora dos amarelos, que, junto aos roxos, conferem uma coloração de encher os olhos por toda parte.

    De julho a setembro é a vez da floração dos ipês-amarelos; até o fim do ano, a Novacap vai plantar mais 40 mil ipês no Distrito Federal | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília

    Por aqui, são três espécies de ipês-amarelos cultivadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap): o ipê-amarelo-felpudo, também conhecido como peludo, o ipê-caraíba e o ipê-de-petrópolis.

    Os três possuem diferenças nas folhas e no caule, além de alguma variação nos tons no amarelo das flores. Somadas, as árvores já floridas, até o final do ano, podemos esperar uma explosão de cores. Isso porque, entre junho e agosto, desabrocham os ipês-roxos. De julho a setembro, é a vez dos amarelos e, entre agosto e setembro, entram em cena o rosa e o branco. Seja qual for a cor, o brasiliense tem motivos de sobra para, entre esses meses, ir às ruas apreciar os ipês e registrá-los em fotografias e na memória.

    O chefe do Departamento de Parques e Jardins da Novacap, Raimundo Silva, observa que os amarelos estão entre os ipês que se adaptam da melhor forma ao clima do Cerrado. “Eles se comportam bem, o que pode ser observado pelo crescimento e florescimento mais rápidos. Alguns [exemplares] plantados há três anos já apresentam flores”, destaca Silva.

    As árvores que fazem parte do cartão-postal do brasiliense são tombadas como Patrimônio Ecológico do Distrito Federal, e o seu cultivo não para. Das 100 mil árvores que serão plantadas pela Novacap até o final deste ano, 40 mil são ipês – desses, 20 mil amarelos e os demais. divididos entre outros tipos da espécie. A meta do Governo do Distrito Federal (GDF) é chegar a 1 milhão de árvores em todo o Quadradinho. Atualmente, são cerca de 270 mil em todo o DF.

    Além dos ipês, serão plantadas outras 30 espécies, como imbaúba, barbatimão, angico e aroeira, nativas do Cerrado, e outras oriundas de biomas diversos que se adaptam muito bem às condições do DF.

    Mais que deixar a cidade bonita, a Novacap trabalha para que a fauna tenha sempre alimentos disponíveis. Por isso, muitas espécies frutíferas têm cultivo contínuo, como amoreiras, abacateiros e goiabeiras. “Temos o cuidado de fazer uma composição mista para a nossa floresta urbana que tanto nos enche de orgulho”, destaca Silva.

    Para garantir essa diversidade, a companhia adquire sementes e mudas em um raio de 400 quilômetros de distância do DF, em estados como Goiás, Tocantins e Minas Gerais. “São plantas que não apresentam nenhum tipo de praga ou patógeno”, explica o chefe do Departamento de Jardins da Novacap. Qualquer plantio em área pública só pode ser feito pela Novacap. Em caso de dúvidas, basta entrar em contato pelo telefone 162.

  • Lagoa dos Patos no Parque da Cidade terá ação de limpeza neste sábado (20)

    Lagoa dos Patos no Parque da Cidade terá ação de limpeza neste sábado (20)

    Quase 2 toneladas de resíduos foram retiradas na última iniciativa, realizada em agosto de 2023

    Neste sábado (20), voluntários vão se reunir para a ação Amigos do Parque, promovendo uma grande limpeza da Lagoa dos Patos, localizada no Parque da Cidade Sarah Kubitschek. A partir das 9h, no Estacionamento 10, a iniciativa será conduzida pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU), em colaboração com a Secretaria de Esporte e Lazer, a Administração do Parque, a equipe de mergulhadores SUB-DF e os reeducandos do projeto Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape).

    Luiz Felipe Cardoso de Carvalho, presidente do SLU, destacou a relevância da ação: “Esta é a terceira edição do evento, e cada vez mais vemos a importância de manter a Lagoa dos Patos limpa. Isso não só preserva a beleza deste ponto de lazer, mas também promove a conscientização ambiental.”

    Carvalho reforçou o compromisso contínuo do SLU em trabalhar por uma cidade mais limpa e enfatizou que ações como esta são cruciais para ensinar a importância do descarte adequado de resíduos.

    Além de promover o bem-estar dos animais e visitantes, a ação visa aumentar a conscientização sobre a importância de não jogar lixo na lagoa. O SLU se encarregará de destinar corretamente os resíduos coletados. Na ação anterior, quase 2 toneladas de lixo foram removidas, incluindo galhos, plásticos, latas e até partes de celulares.

    “A terceira ação de limpeza no lago mostra um compromisso coletivo com a preservação ambiental e a sustentabilidade. Continuar cuidando e monitorando o lago e seus arredores, adotando práticas sustentáveis e promovendo educação ambiental contínua, é de grande importância. Essa nova etapa de limpeza reflete a capacidade do GDF de agir localmente para criar impactos positivos e reforçar o bem-estar dos frequentadores do parque”, reforça Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer.

    Situada em uma área de 157 mil m², a Lagoa dos Patos abriga tilápias, carpas, gansos e patos

    A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) também participa da ação Amigos do Parque, fornecendo uma unidade móvel com uma caixa d’água de 500 litros para hidratar o público. A Caesb levará o ônibus Expresso Ambiental, que contém uma maquete de 6 metros mostrando o ciclo de saneamento da companhia, desde a captação da água nos mananciais até a devolução ao meio ambiente.

    Além disso, para a diversão de quem estiver no evento, a companhia também trará um jogo de trilha gigante com dados, em que os participantes percorrerão o tabuleiro aprendendo sobre o uso consciente da água e a rede de esgotos.

    Lagoa dos Patos

    Situada em uma área de 157 mil m², a Lagoa dos Patos abriga tilápias, carpas, gansos e patos, sendo um local importante para a fauna e para o lazer dos moradores de Brasília há mais de quatro décadas. Nos fins de semana, a área é um popular ponto de encontro para piqueniques e atividades ao ar livre.

    O SLU convida todos a se unirem a esta ação essencial de limpeza, ajudando a preservar o Parque da Cidade e promovendo a conscientização ambiental.