Categoria: Meio Ambiente

  • Polícia prende homem que pescava no Lago Paranoá por crime ambiental

    Polícia prende homem que pescava no Lago Paranoá por crime ambiental

    A Polícia Militar do DF constatou que além de alguns camarões mortos havia duas tartarugas mortas presas na armadilha

    Um homem foi preso pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) na segunda-feira (28/11), no Lago Paranoá, por pesca irregular. De acordo com os policiais,  no momento em que eles faziam o patrulhamento pelo local avistaram um homem de 62 anos manuseando uma armadilha de pesca tipo jiqui, proibida para pescadores amadores.

    Segundo os policiais, a equipe viu o homem nas proximidades do Lago Norte e foi averiguar o que estava acontecendo. Ao se aproximarem do homem, os policiais constataram que além de alguns camarões mortos, havia dois cágados (tartarugas) mortos, presos na armadilha.

    A polícia explicou que o homem foi autuado  pelo Art. 34,inciso II, da Lei 9.605/98, por pescar em período proibido ou em lugares interditados pelo órgão competente. A pena para esse tipo de crime é um ano a três anos de detenção ou multa, ou ambas penalidades.

    De acordo com a Policia Militar, no dia do flagrante, o suspeito foi encaminhado à 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá e já foi solto após o pagamento de fiança.

    Fonte: G1

  • Período chuvoso aumenta volume nos reservatórios de água do DF

    Período chuvoso aumenta volume nos reservatórios de água do DF

    Mananciais são monitorados permanentemente pela Adasa; Santa Maria alcançou a meta prevista para este mês e Descoberto está no mesmo caminho

    As chuvas registradas no Distrito Federal neste mês contribuíram com a recuperação do volume hídrico dos dois principais mananciais que abastecem exclusivamente a população. O reservatório de Santa Maria alcançou a meta de enchimento e o do Descoberto está no mesmo caminho.

    A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa) estipula metas de volume mensais, conforme a curva de referência anual, para preservar o recurso e evitar quaisquer imbróglios relacionados ao fornecimento. Com o alcance do objetivo, o nível do reservatório é considerado confortável para não prejudicar a população.

    O superintendente de Recursos Hídricos da Adasa, Gustavo Carneiro, afirma que, mesmo com o nível positivo, não pode haver desperdício. “A situação está tranquila, mas não podemos cruzar os braços. A população continua crescendo, a demanda aumentando e os nossos recursos são limitados. É por isso que temos que melhorar os nossos sistemas e, do outro lado, a população deve fazer a sua parte, se não a conta não fecha”, avalia Carneiro.

    “Em qualquer setor da atividade, seja residencial, comercial ou agrícola, devemos buscar o uso consciente da água, no momento e na quantidade necessária. Caso contrário, o recurso está sendo desperdiçado”, frisa ele. O nível dos reservatórios do Descoberto e Santa Maria é atualizado diariamente e pode ser acessado neste link.

    O mês atual, ainda no dia 16, superou a média pluvial prevista pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Foram registrados 310 milímetros no período – 22% acima da meta, que era de 253 milímetros.

    Entre maio e setembro, o brasiliense é castigado com o tempo seco, marcado pela baixa umidade e estiagem. As primeiras chuvas aparecem em outubro e se mantêm até março próximo. Portanto, assim como nos anos anteriores, o clima não deve mudar e as festas de final de ano devem ser repletas de temporais.

    “Para dezembro, não há nenhum indicativo de que o tempo seque. A previsão é de que a média fique ligeiramente acima do normal, tendo em vista que é um dos meses em que mais chove no DF”, afirma a meteorologista do Inmet, Maiane Araújo.

    Inaugurado em abril, o Sistema Produtor de Água do Corumbá abastece 1,3 milhão de pessoas do Goiás e do DF – Foto: Renato Alves/Agência Brasília

    Garantia

    O fornecimento de água no DF ocorre por um sistema interligado por diversas fontes do recurso, entre elas o Descoberto, Santa Maria, a Bacia do Pipiripau e, mais recentemente, Corumbá. “Hoje, não conseguimos determinar exatamente quais áreas ou populações são abastecidas por quais reservatórios devido ao sistema interligado. E isso é uma vantagem, pois se eu tenho dificuldade em algum reservatório, posso pegar em outro. Mas, por questões de energia e engenharia, normalmente as áreas mais próximas de um manancial recebem água dele”, explica Carneiro.

    O GDF investe na segurança hídrica da população. O Sistema Produtor de Água do Corumbá, inaugurado em abril, é uma prova do esforço contínuo. Trata-se de uma adutora de água bruta, composta por uma tubulação de aço com diâmetro de 1,2 metro e capacidade de 2,8 mil litros/segundo, suficiente para abastecer 1,3 milhão de pessoas do Goiás e do DF.

    Segundo o diretor de Operação e Manutenção, Carlos Eduardo Borges Pereira, a Caesb tem trabalhado de forma ininterrupta para garantir a segurança hídrica, tanto em termos de quantidade como de qualidade. Uma das estratégias é a melhoria na capacidade de produção.

    “Tivemos um aumento significativo de 30% na produção e na captação de água disponibilizada à população. Com o reforço significativo do Sistema Corumbá, conseguimos poupar o Sistema Descoberto e fazer com que o nível do reservatório diminuísse mais devagar até a chegada do período chuvoso”, explica o diretor.

    Os esforços da companhia são direcionados a diferentes linhas de atuação, desde a ampliação de sistemas produtores de água, monitoramento da perda do recurso, instalação ou reforma de unidades operacionais, entre outras.

  • Reservatório do Descoberto chega a 38,8% da capacidade, menor índice desde crise hídrica

    Reservatório do Descoberto chega a 38,8% da capacidade, menor índice desde crise hídrica

    Última vez em que reservatório que abastece cerca de 64% do DF teve nível tão baixo foi em janeiro de 2018. Volume de referência para mês de outubro é de 41%

    O reservatório do Descoberto, responsável pelo abastecimento de água de 64% do Distrito Federal, chegou a 38,8% da capacidade, nesta quarta-feira (26). É o menor índice desde janeiro de 2018, quando a capital passava por uma crise hídrica, com racionamento no abastecimento.

    Os dados são da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa). Segundo o órgão, o nível desta quarta-feira está abaixo do valor de referência para o mês de outubro, que é de 41%.

    Por conta da baixa quantidade de água, nesta quarta-feira era possível ver uma ponte submersa no reservatório. Segundo especialistas, é improvável que haja crise no abastecimento neste ano. Porém, a situação precisa ser monitorada no ano que vem.

    Já o reservatório de Santa Maria, que abastece 19% da população do DF, estava com 73,9% da capacidade nesta quarta. O nível está acima do índice de referência, que é de 67%.

    Pouca chuva

    O baixo volume de água é influenciado pela pouca quantidade de chuvas neste mês. Em 26 dias de outubro, choveu apenas 22% do total previsto para o mês.

    De acordo com o meteorologista Olívio Bahia, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), eram esperados 141 milímetros de chuva neste mês mas, até esta quarta-feira (26), tinham caído apenas 30 milímetros.

    O especialista afirma que, pelo menos até este domingo (30), a expectativa de chuva é baixa. No entanto, a partir do dia 31 de outubro, uma frente fria deve chegar à capital e trazer, com ela, mais precipitação.

    Fonte: G1

  • Dois saruês são resgatados em forro de casa na Asa Norte

    Dois saruês são resgatados em forro de casa na Asa Norte

    Ocorrência foi na quadra 601 na tarde de sábado (22). Polícia ambiental soltou bichos na natureza

    Dois saruês foram encontrados no forro de uma casa na tarde deste sábado (22), na quadra 601 da Asa Norte, no Distrito Federal. Policiais militares do Batalhão Ambiental foram chamados e resgataram os animais. Um deles, era filhote.

    “O bicho é brabo, heim”, disse um dos PM’s na hora da captura.

    Não há informações de como eles foram parar no local. Os saruês foram soltos na natureza.

    Gambá brasileiro

    Saruê, ou “gambá-de-orelha-preta” — Foto: Reprodução TV

    O saruê é uma espécie de gambá. Trata-se de um marsupial brasileiro. Os marsupiais têm uma espécie de bolsa no ventre. Ao invés de nascerem filhotes, nascem embriões com cerca de um centímetro de comprimento e, na bolsa da mãe, eles encontram as mamas.

    O saruê, sob forte estresse, pode exalar mau cheiro – já que se trata de um gambá. Ele se alimenta de raízes, frutas, vermes, insetos, moluscos, anfíbios, pequenas serpentes, lagartos, ovos e até aves. Por isso, tem um papel importante como agente disseminador de sementes, e ajuda a recuperar ambientes degradados na natureza, dizem os ambientalistas.

    Com as queimadas e a redução das áreas de cerrado, o saruê acaba se adaptando ao ambiente urbano onde encontra comida facilmente. Mas não deve ser criado como animal doméstico.

    Fonte: G1

  • Filhote de tamanduá-bandeira é resgatado por PMs em Samambaia

    Filhote de tamanduá-bandeira é resgatado por PMs em Samambaia

    Segundo corporação, animal estava em área onde há descarte de lixo e suspeita é que tenha sido abandonado pela mãe. Filhote foi encaminhado para análise do Ibama

    Um filhote de tamanduá-bandeira foi resgatado nesta quinta-feira (20), na QR 617 de Samambaia, no Distrito Federal, pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). O bicho estava localizado em uma área onde há descarte de lixo.

    De acordo com a equipe que atendeu à ocorrência, a suspeita é que a mãe tenha fugido ao ver os moradores da região e deixou o filhote para trás. Segundo a avaliação dos policiais, o animal nasceu há cerca de 15 dias.

    A PM Ambiental encaminhou o filhote ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para ser avaliado e receber os cuidados necessários.

    O sargento André Barbosa, que atendeu à ocorrência, contou que o tamanduá foi alimentado e, quando estiver em boas condições, será devolvido à natureza.

    Resgate seguro

    O BPMA afirma que, ao encontrar um animal silvestre, o ideal é acionar a corporação. Quando resgatados, se estiverem em bom estado, os bichos são soltos na área de preservação mais próxima.

    Caso estejam feridos, são encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama.

    Batalhão da Polícia Militar Ambiental

    • (61) 99351-5736
    • Central 190

    Fonte: G1

  • Jiboia é capturada no estacionamento do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib)

    Jiboia é capturada no estacionamento do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib)

    Cobra foi vista debaixo de um carro, na manhã desta terça-feira (18). Batalhão da Polícia Militar Ambiental foi acionado para resgatar animal

    Uma jiboia foi capturada pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) no estacionamento do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), na Asa Sul, na manhã desta terça-feira (18). A cobra estava debaixo de um carro, quando foi vista por um funcionário da unidade de saúde.

    O servidor estava na lanchonete que fica na área externa do Hmib, por volta das 7h20, quando flagrou o animal. Com a ajuda de outras pessoas, o homem colocou a cobra dentro de uma lixeira vazia e acionou o BPMA.

    Assim que os militares chegaram, transferiram a jiboia da lixeira para um balde. Segundo a Polícia Ambiental, a cobra estava bem e foi solta perto do Zoológico de Brasília.

    Resgate seguro

    O BPMA afirma que, ao encontrar um animal silvestre, o ideal é acionar a corporação. Quando resgatados, se estiverem em bom estado, os bichos são soltos na área de preservação mais próxima.

    Caso estejam feridos, são encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama.

    Batalhão da Polícia Militar Ambiental

    • (61) 99351-5736
    • Central 190

    Fonte: G1

  • Jiboia com cerca de 20 kg é encontrada no forro de uma casa no Gama

    Jiboia com cerca de 20 kg é encontrada no forro de uma casa no Gama

    Segundo Batalhão de Polícia Ambiental, cobra foi atraída por ninho de saruês. Militares resgataram serpente que foi solta no Parque Nacional

    Uma jiboia, com cerca de 20 quilos, segundo a Polícia Ambiental do Distrito Federalfoi encontrada no forro de uma casa, em Brasília, nesta quinta-feira (6). A serpente foi resgatada pelos militares em um condomínio na região da Ponte Alta do Gama e, depois, solta no Parque Nacional de Brasília.

    Um dos policiais retirou a cobra, que estava enroscada no teto e, em seguida, ela foi colocada dentro de um balde.

    Além da jiboia, havia um ninho de saruês no forro da casa que, conforme a PM Ambiental, deve ter atraído a cobra.

    “Quando retirada do forro, a jiboia tinha se alimentado dos saruês”, contou um dos militares.

    A Polícia Ambiental acredita que a jiboia tenha saído de uma área de mata que fica nos fundos do condomínio. Ela estava saudável e não apresentava nenhum tipo de ferimento.

    Resgate seguro

    O Batalhão Ambiental orienta que, ao encontrar um animal silvestre, o ideal é acionar a corporação. Quando resgatados, se estiverem saudáveis, eles são soltos em áreas de preservação, onde têm condições de sobreviver em um ambiente natural.

    Caso estejam feridos, eles são encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama para tratamento e, depois, são soltos sempre que possível.

    Batalhão da Polícia Militar Ambiental

    • (61) 99351-5736
    • Central 190

    Fonte: G1

  • Onça-parda é resgatada após ficar presa em curral, em fazenda de Planaltina

    Onça-parda é resgatada após ficar presa em curral, em fazenda de Planaltina

    Animal foi localizado na manhã desta quarta-feira (5). Felino comia carneiro quando foi visto por funcionários da propriedade

    Uma onça-parda foi resgatada por policiais do Batalhão de PM Ambiental, após ficar presa em um curral, em uma fazenda na região do Residencial Sarandy, em Planaltina, no Distrito Federal, na manhã desta quarta-feira (5).

    O animal foi encontrado por funcionários da propriedade, que acionaram a corporação. Segundo testemunhas, a onça comia um carneiro quando foi vista e tentou sair da estrutura, mas não conseguiu.

    O felino foi levado ao Zoológico de Brasília, onde foi alimentado e deve passar por exames. Segundo os funcionários do instituto, a onça estava muito estressada, por isso, terão de esperar que ela se acalme para fazer testes físicos.

    No Brasil, a onça-parda também é conhecida como suçuarana ou leão-baio. O animal é carnívoro e chega a medir cerca de 1,5 metro de comprimento.

    Fonte: G1

  • De outubro a março, serão plantadas 100 mil mudas de árvores no DF

    De outubro a março, serão plantadas 100 mil mudas de árvores no DF

    Das árvores a serem distribuídas por diferentes regiões administrativas, 40% serão ipês

    De outubro deste ano até março de 2023, o Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap fará o plantio de 100 mil mudas de árvores nas áreas públicas do Distrito Federal. Do total, 40% serão de ipê, árvore que tanto encanta brasilienses e turistas com suas flores brancas, amarelas, rosas e roxas.

    Hoje, ao contrário da época da construção de Brasília, quando a Avenida W3 Sul foi toda arborizada em apenas uma noite, o DPJ aproveita os meses de seca, de maio a setembro, para avaliar a necessidade de plantio em cada região administrativa. “Fazemos uma avaliação para determinar as áreas que receberão as mudas na época de plantio”, explica o chefe do DPJ, Raimundo Silva.

    O Sudoeste, por exemplo, receberá dez vezes mais árvores do que as que foram arrancadas para a construção do viaduto entre a cidade e a Epia. Segundo Raimundo, em todo o DF existem hoje 5 milhões de árvores, entre frutíferas e ornamentais, todas do cerrado. “Procuramos as espécies em até 500 quilômetros de distância. Buscamos trazer o melhor para o DF”, destacou o chefe do DPJ.

    Proibição

    Raimundo Silva alerta a população do DF que é proibido a particulares plantar e realizar poda em áreas públicas da cidade, de acordo com o Decreto nº 39.469/2018. “Quem planta em terreno público está sujeito a responder por crime ambiental. Noventa por cento das árvores que caem no período de chuvas são plantadas irregularmente”, avalia o chefe do DPJ.

    A proibição se dá porque o cultivo feito por particulares costuma provocar problemas como plantio de espécies inadequadas ou embaixo de fios de alta tensão e acima de redes de águas pluviais. Com isso, raízes se aprofundam e invadem as redes de água, esgoto, telefone e eletricidade. Há ainda a possibilidade de as copas das árvores invadirem janelas dos apartamentos e casas e interferirem, ainda, nas fundações prediais.

    No entanto, os moradores podem sugerir ou solicitar à Novacap que faça o plantio de determinada árvore em sua região. A solicitação será analisada pelo DPJ.

  • Vazamento de amônia em empresa de pescados do DF provoca intoxicação em funcionário

    Vazamento de amônia em empresa de pescados do DF provoca intoxicação em funcionário

    Vítima fazia serviço de manutenção no sistema de refrigeração e precisou ser levada para hospital. Homem apresentava dificuldade respiratória e coceira pelo corpo, segundo bombeiros

    Um vazamento de amônia no sistema de refrigeração de uma empresa de pescados, na região do Engenho das Lages, no Distrito Federal, nesta quarta-feira (21), provocou intoxicação em um funcionário que trabalhava na manutenção do equipamento. O homem foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e levado para um hospital com dificuldade respiratória e coceira pelo corpo, segundo os bombeiros.

    Os militares não informaram para qual hospital o homem foi levado. Uma equipe com 18 bombeiros trabalhou para conter o vazamento que ocorreu no final da manhã.

    “Enquanto uma parte da equipe realizava o isolamento da área, a equipe especializada neste tipo de atendimento, usando roupas de proteção individual específicas e equipamentos especiais, adentrou o local, fechou a válvula geral e eliminou um óleo misturado com amônia que era residual da tubulação”, disse o Corpo de Bombeiros.

    A perícia vai determinar as causas do acidente e a Defesa Civil foi chamada ao local.

    O que é a amônia?

    Bombeiros retiram roupas especiais após conterem vazamento de amônia em empresa de pescados no Engenho das Lajes, no DF — Foto: CBMDF/Reprodução

    A amônia é usada na indústria química como agente refrigerante em sistemas frigoríficos, e em outros processos para resfriar espaços específicos ou congelá-los, a uma determinada temperatura. Seu uso é comum na indústria de alimentos, em vasos e tubulações interconectados, que conseguem bombear refrigeração para um ou mais ambientes.

    A bioquímica, especialista em farmacologia e professora de toxicologia da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), Priscila Santana, explicou que, quando a amônia entra em contato com a pele, pode provocar dermatite e até queimaduras intensas. Em julho, um vazamento de amônia na indústria de alimentos Avivar, em São Sebastião do Oeste, deixou 27 pessoas intoxicadas.

    Em ambientes fechados o gás de amônia irrita os olhos, e quando inalado, irrita as vias aéreas. O efeito também pode ser lacrimejamento, queimação na garganta, olhos e nariz, além de tosse intensa.

    Em casos mais graves pode ocorrer perda da visão, dificuldade de respirar, obstrução das vias aéreas, edema agudo de pulmão e até a morte.

    Fonte: G1