Categoria: Meio Ambiente

  • Sema vistoria local de nova usina fotovoltaica no Parque de Águas Claras

    Sema vistoria local de nova usina fotovoltaica no Parque de Águas Claras

    Com investimento de R$ 4,3 milhões, equipamento fornecerá energia para vários espaços públicos

    O Parque Ecológico de Águas Claras vai receber uma usina pública fotovoltaica com potencial para gerar 716 quilowatts de potência de pico (kWp). O local foi vistoriado na manhã de quarta-feira (15) pelo titular da Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), Gutemberg Gomes, e a secretária executiva da pasta, Eleutéria Guerra. A usina fornecerá energia para vários espaços públicos, entre os quais unidades de conservação (UCs) e prédios, como escolas e sedes de órgãos e equipamentos ambientais.

    O local onde será instalada a nova usina fotovoltaica foi vistoriado na manhã desta quarta-feira (15) pela Sema – Foto: Divulgação/Sema

    O objetivo é desenvolver e estimular estratégias de mitigação e adaptação com o uso de energia solar. O empreendimento está orçado em R$ 4,3 milhões, recursos provenientes do Projeto CITinova de planejamento integrado e tecnologias para cidades sustentáveis.

    “Essa iniciativa de importância sustentável e social gerará economia de recursos públicos para o GDF. Além da vantagem financeira, esse tipo de energia é limpa e auxilia na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), colaborando assim para o combate ao aquecimento global e às mudanças climáticas”, afirma o secretário.

    Após o investimento inicial de compra e instalação dos painéis, o custo da geração é praticamente nulo e tem duração estimada de 20 anos, reduzindo os gastos com energia nos locais beneficiados e gerando economia de recursos financeiros que poderão ser reinvestidos pelo GDF em outras ações.

    A visita também contou com a presença da subsecretária de Assuntos Estratégicos da Sema, Márcia Coura, da coordenadora executiva do CITinova na Sema, Nazaré Soares, da superintendente de Gestão de Unidades de Conservação do Brasília Ambiental, Rejane Pieratti, e os assessores da Sema Suzzie Valladares e Hugo de Carvalho Sobrinho, além de representantes da empresa responsável pela obra.

    Parque Ecológico de Águas Claras terá a planta central da usina – Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

    Pioneirismo

    “Ter a possibilidade de usar uma fonte de energia alternativa dentro de uma UC é muito importante e está dentro das missões de uma unidade, um espaço ambientalmente protegido por si só, importante para as cidades. Então, se dentro dele a gente consegue ter práticas ambientalmente corretas, isso indica que estamos realizando políticas públicas exitosas rumo à sustentabilidade ambiental”, diz Rejane.

    Para Nazaré Soares, do ponto de vista do CITinova, a iniciativa de promover energia solar no Distrito Federal é importante, primeiro porque implica na diversificação da matriz energética no DF, de forma que continue sendo de origem sustentável, ou seja, uma matriz limpa. Nesse sentido, a incidência solar no DF tem uma vantagem muito importante para a exploração e a promoção da energia fotovoltaica. “Por último, o arranjo que está sendo pensado para esse sistema aqui é novo e envolve a geração de energia limpa no setor público, de forma a reduzir os custos do governo, permitindo que faça economia e invista em outras áreas também relevantes”, acrescenta.

    CITinova

    O CITinova é um projeto multilateral coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) para a promoção de sustentabilidade nas cidades brasileiras por meio de tecnologias inovadoras e planejamento urbano integrado. Com financiamento do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês), é implementado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e executado, no DF, pela Sema.

  • Caminhada no Parque da Cidade vai celebrar Dia Mundial da Água

    Caminhada no Parque da Cidade vai celebrar Dia Mundial da Água

    Aberto ao público, o evento será promovido pela Adasa e pela Caesb no próximo domingo, às 8h, com o objetivo de conscientizar sobre o uso racional do recurso

    A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa) e a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) vão realizar, no próximo domingo (19) a Caminhada da Água. O evento, que terá diversas atividades no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, será gratuito e em alusão ao Dia Mundial da Água, comemorado no dia 22 deste mês.

    Arte: Divulgação

    O objetivo é conscientizar a população sobre a preservação e o uso da água e promover uma reflexão sobre os hábitos de consumo desse recurso. O evento está alinhado ao tema “Acelerando Mudanças – Seja a mudança que você deseja ver no mundo”, definido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o Dia Mundial da Água em 2023.

    A concentração terá início às 8h, nas imediações da Administração do Parque da Cidade. Além da caminhada de 4 km, prevista para começar às 10h, a programação inclui apresentação do grupo de percussão Batalá, aula de zumba, show e ações educativas de instituições parceiras, como Zoológico, Neoenergia e Detran.

    A Adasa contará com a participação da Gotita, mascote sempre presente nas dinâmicas educativas e contação de história. A Caesb levará o Expresso Ambiental, um ônibus temático com maquete de 6 metros sobre o ciclo do saneamento, além de tenda informativa com miniestação de tratamento de água e jogo de tabuleiro gigante. A nova mascote da companhia, a Cristal, será apresentada para a população do DF.

    A Neoenergia também levará a sua unidade móvel educativa, com experimentos que mostram algumas formas de energia na prática. O Detran fará palestra e atividade educativa voltada para pedestres. O Zoológico de Brasília participará com uma exposição de animais aquáticos taxidermizados. A técnica é conhecida popularmente como empalhamento e mantém as características dos bichos, como tamanho e formato.

    Qualquer pessoa poderá participar da Caminhada da Água, independentemente de inscrição. No entanto, serão distribuídos 1.500 kits com squeeze e camiseta a quem tiver feito a inscrição para o evento e chegar em tempo para a retirada do material antes do início da caminhada.

    Para mais informações e preenchimnento de inscrição, acesse aqui.

  • Parques recebem investimento de R$ 6 milhões para cercamento

    Parques recebem investimento de R$ 6 milhões para cercamento

    São quatro unidades ecológicas e uma distrital que serão beneficiadas com cumprimento de compensação ambiental a ser feito pela Terracap

    Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) publicou, nesta sexta-feira (3), Contrato de Prestação de Serviços para execução de cercamento de quatro parques ecológicos e um parque distrital que serão contemplados com a demarcação de seus limites poligonais.  A execução da compensação ambiental será feita pela Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap).

    O Brasília Ambiental constatou que existem variáveis, dentro do processo de execução das compensações, que dificultam a ação efetiva e eficiente do Estado. Por isso, em conjunto com a Terracap, optou em focar no tipo de intervenção que é comum a mais de uma Unidade de Conservação (UC) e reunir, dentro de uma mesma licitação, o maior número de casos que já possam ser resolvidos.

    Ao considerar que uma das maiores demandas do Brasília Ambiental é justamente o cercamento dessas áreas, a autarquia fez o levantamento das UCs que estavam com as poligonais definidas e que poderiam ser financiadas com recursos de compensação ambiental, dando prioridade para os casos em que o cumprimento da compensação está judicializado.

    Além do Parque Ecológico do Lago Norte, também serão cercados os parques também ecológicos Veredinha (Brazlândia), do Areal (Arniqueira) e Saburo Onoyama (Taguatinga) e o Parque Distrital dos Pequizeiros (Planaltina) – Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    Por essa razão, nesse primeiro momento, serão contemplados os parques ecológicos do Lago Norte, Veredinha (Brazlândia), do Areal (Arniqueira), Saburo Onoyama (Taguatinga) e o Parque Distrital dos Pequizeiros (Planaltina). “Esperamos que, com esse modelo, mais UCs sejam contempladas, de uma só vez, com as intervenções necessárias e previstas nos seus respectivos planos de manejo”, afirma o secretário executivo do Brasília Ambiental, Thúlio Moraes.

    Segundo a Terracap, somente neste contrato, serão investidos mais de R$ 6 milhões. Trata-se da devolutiva em compensação ambiental, pelos impactos ambientais dos empreendimentos da estatal.

    A Terracap tem cumprido a obrigação de compensar os impactos ambientais, atendendo às condicionantes determinadas pelo órgão ambiental. Com isso, a agência também faz a devolutiva em qualidade de vida para a população, uma vez que o recurso é destinado à criação e manutenção de unidades de conservação e parques em todo o DF.

  • Cultivo de pitaya no DF cresce 64% em quatro anos

    Cultivo de pitaya no DF cresce 64% em quatro anos

    Trabalho de orientação da Emater-DF incentiva produtores a investirem na fruta exótica

    Com aproximadamente 17 hectares de plantio de pitaya, o Distrito Federal viu o crescimento do cultivo da fruta mais que dobrar nos últimos quatro anos. Atualmente, 54 produtores locais atendidos pela Emater-DF apostam na fruta exótica. Em relação aos números de 2019, os dados representam um salto de cerca de 64% de aumento na área de produção, que era de 10,35 hectares e apenas 24 produtores na época.

    O crescimento é resultado do trabalho da Emater-DF em parceria com a Embrapa Cerrados, que desde 2019 faz oficinas sobre o cultivo, incluindo na prática o plantio e a poda da planta e abordando aspectos da comercialização, incentivando os produtores a investirem na fruta e oferecendo apoio aos que já estavam na atividade. Nas últimas oficinas realizadas, os produtores puderam ainda levar mudas para teste em suas propriedades.

    Pelo menos quatro variedades já foram disponibilizadas nas oficinas: Hylocereus undatus (casca vermelha e polpa branca), Hylocereus costaricensis (casca vermelha e polpa vermelha), Selenicereus setaceus (casca vermelha com espinhos e polpa branca) e Selenicereus megalanthus (casca amarela com espinhos e polpa branca). Desenvolvidas pela Embrapa Cerrados, as quatro variedades são autopolinizáveis e de boa produtividade para um cultivo comercial.

    O produtor Fábio Brenner, do Núcleo Rural Casa Grande, no Gama, foi um dos que participaram das oficinas de podas promovidas pela Emater-DF. Embora já cultive pitaya em sua propriedade, o produtor acredita que a experiência foi útil para reforçar sua prática e trocar experiências, além de poder testar as variedades oferecidas pela Embrapa. “As mudas atualmente estão com um ano e têm um bom tamanho e sabor, estou gostando bastante”, afirma Brenner.

    Temporada produtiva

    A safra da pitaya vai de outubro a maio, mas o pico da produção no Distrito Federal é entre fevereiro e março. Considerada exótica, por não ser parte da flora nativa do cerrado, a pitaya se adapta bem ao clima seco por ser uma espécie de cacto. Para Fábio Brenner, a beleza da fruta e o bom valor de mercado foram os atrativos para ele se interessar pela produção, há mais de três anos. “É uma fruta saborosa, bonita e vende bem”, aponta.

    Tida como uma planta rústica e de manejo mais simples se comparada a outras culturas, a pitaya apresenta bons motivos ter seu cultivo incentivado. Segundo o coordenador de Fruticultura da Emater-DF, Felipe Camargo, a fruta responde bem com irrigação e adubação específica, e o manejo adequado também aumenta a vida útil da planta, que pode passar de dez anos produzindo.

    O período de floradas ocorre de outubro a maio. Após polinizada a flor, a fruta fica pronta para a colheita em cerca de 40 dias. “As variedades de pitaya distribuídas pela Emater-DF eram autopolinizáveis, o que facilita muito o cultivo, pois a flor abre somente uma vez e à noite, o que demanda em algumas espécies a polinização manual”, explica o técnico.

    O período de floradas da pitaya ocorre de outubro a maio; após polinizada a flor, a fruta fica pronta para a colheita em cerca de 40 dias – Foto: Divulgação/Emater-DF

    Exótica e nutritiva

    Além de exótica, a pitaya também pode ser nutritiva. A nutricionista Danielle Amaral, da Emater-DF, observa que o potencial antioxidante e nutricional da pitaya tem chamado a atenção de pesquisadores.

    “Os pigmentos naturais que dão essa cor vermelha para a fruta também atribuem características anti-inflamatórias”, explica a nutricionista. “Além do mais, chama atenção o potencial de fibras, fornecendo 11 gramas de fibras em cada 100 gramas de fruto. Para se ter uma ideia, hoje, o recomendado para um adulto é de 25 gramas dia.”

    Segundo a nutricionista, as pitayas rosas de polpa vermelha são fontes de vitaminas como a tiamina (B1), a riboflavina (B2) e a niacina (B3), betacaroteno, vitamina E, vitamina C, de minerais como o potássio, o magnésio e o cálcio. Além disso, o consumo da fruta pode ser favorável ao bom funcionamento intestinal. “Em sua polpa, observa-se uma composição de oligossacarídeos não digeríveis com característica prebiótica, que estimulam seletivamente a multiplicação e a atividade das bactérias boas para o intestino, melhorando consequentemente a imunidade”, afirma.

  • Zoo de Brasília recebe primata típico da Amazônia para reprodução da espécie

    Zoo de Brasília recebe primata típico da Amazônia para reprodução da espécie

    Fêmea Cuxiú estava sob cuidados do Ibama no Amazonas e chegou ao DF na sexta-feira (24). Animal passou muito tempo domesticado e não apresenta condições de sobrevivência no habitat natural

    A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) recebeu, na manhã de sexta-feira (24), um primata fêmea de Cuxiú (Chiropotes sagulatus). O animal é uma espécie de macaco típica do Bioma Amazônico.

    A fêmea estava sob os cuidados do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama do Amazonas. O transporte dela de Manaus para o zoológico de Brasília tem como objetivo a reprodução da espécie e pesquisas.

    De acordo com o zoo, ela foi domesticada e não apresenta condições de sobrevivência caso seja levada de volta para o habitat natural. A primata foi entregue ao Ibama, que optou pelo seu envio ao Zoológico de Brasília para formar um casal e tentar a reprodução com um macho da mesma espécie que já vive no local.

    Além disso, o Chiropotes sagulatus é um macaco pouco estudado, e os pesquisadores do Distrito Federal querem saber mais sobre o comportamento da espécie.

    O animal foi embarcado em um voo, que partiu de Manaus às 3h13 de sexta-feira e pousou em Brasília às 6h49. Ele foi transportado por meio do programa Avião Solidário da Latam.

    Fonte: G1

  • DF ficará em estado de emergência ambiental devido aos incêndios florestais

    DF ficará em estado de emergência ambiental devido aos incêndios florestais

    Decreto assinado pela governadora em exercício, Celina Leão, determina a medida para o período de março a novembro de 2023

    A governadora em exercício, Celina Leão, assinou, nesta quarta-feira (22), um decreto que define estado de emergência ambiental no Distrito Federal entre os meses de março e novembro de 2023 devido às queimadas.

    O documento também determina que os órgãos que integram o Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Distrito Federal (PPCIF) – executado pelo Sistema Distrital de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais instituído pelo Decreto nº 37.549/2016 – deverão adotar as medidas necessárias para prevenir e minimizar as ocorrências e os efeitos dos incêndios florestais.

    O PPCIF funciona como um sistema de parcerias institucionais que visam à proteção do Cerrado e a articulação entre os órgãos com o objetivo de otimizar os recursos humanos e materiais para execução do plano de prevenção.

    Integram o grupo a Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal, o Jardim Botânico de Brasília, o Instituto Brasília Ambiental, a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros Militar, a Polícia Militar, a Secretaria de Saúde e a Fundação Jardim Zoológico de Brasília.

    A ocorrência de incêndios florestais no território do Distrito Federal está associada às condições climáticas da região do Cerrado, caracterizada por um longo período de estiagem.

  • Barragem do Descoberto transborda após chuvas no DF

    Barragem do Descoberto transborda após chuvas no DF

    O Lago Descoberto é responsável por abastecer aproximadamente 60% do DF. Transbordamento do reservatório indica segurança hídrica

    O nível da Barragem do Descoberto, responsável pelo abastecimento de 60% da população do Distrito Federal, atingiu 100% de sua capacidade e verteu no fim da tarde de terça-feira (21). O maior manancial da Caesb, de onde são captados cerca de 4 mil litros/segundo de água, alcançou sua cota máxima de 1.030 metros.  

    Segundo a Caesb, a notícia é excelente, mas o diretor de Operação e Manutenção da companhia, Carlos Eduardo Borges Pereira, adverte: “É essencial que a população faça a sua parte utilizando água de forma consciente, evitando desperdícios”.  O volume de água que cada morador utiliza pode impactar diretamente o abastecimento geral. 

    O diretor lembra que a Caesb tem trabalhado de forma ininterrupta para garantir a segurança hídrica no DF, tanto em termos de quantidade quanto de qualidade.

    Abastecimento

    Inaugurada em 1974, a Barragem do Rio Descoberto fica às margens da BR-070 e dá origem a um lago de 12,5 km² de área de espelho d’água com capacidade de armazenar cerca de 86 milhões de m³.

    O Lago Descoberto faz parte do sistema integrado de abastecimento operado pela Caesb e abastece Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Gama, Santa Maria, Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Park Way, Águas Claras, Vicente Pires, Pôr do Sol, Sol Nascente e Arniqueira.

    Confira, abaixo, dicas da Caesb para o uso racional da água:  

    → Verifique regularmente possíveis vazamentos em casa;
    → Irrigue as plantas com regador em vez de mangueira;
    → Nas áreas externas, prefira plantas nativas do Cerrado, que são mais resistentes e demandam menos água;
    → Use aeradores de torneira que consomem menos água;
    → Retire os restos de comida da louça a ser lavada e use uma bacia para colocar a louça enquanto passa o sabão; procure enxaguar tudo de uma vez;
    → Se tiver piscina, mantenha-a coberta fora do período de uso;
    → Use baldes para lavar o carro, janelas e o que mais for preciso.

  • PM apreende seis pássaros silvestres criados irregularmente, em Ceilândia

    PM apreende seis pássaros silvestres criados irregularmente, em Ceilândia

    Batalhão de Policiamento Ambiental da PM foi até o local após receber denúncia da venda irregular dos animais

    Seis pássaros silvestres foram encontrados em gaiolas, na tarde desta terça-feira (7), em duas casas do Setor Habitacional Sol Nascente, no Distrito Federal. O Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar (BPMA) foi até o local após receber uma denúncia da venda irregular dos animais.

    De acordo com a corporação, os pássaros eram criados, também de forma ilegal, na área externa das residências. Os animais foram apreendidos, e dois termos circunstanciados de ocorrências foram registrados contra os criadores por crime ambiental contra a fauna.

    Os pássaros apreendidos foram encaminhados ao BPMA e depois seguirão ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Nessa ocorrência, foram apreendidos um curió, um patativa, dois coleirinhos e dois baianos.

    Fonte: G1

  • Jiboia é encontrada em gramado em frente à loja no SIA

    Jiboia é encontrada em gramado em frente à loja no SIA

    Polícia Militar Ambiental foi acionada para resgate. Como estava saudável, animal foi solto no Refúgio de Vida Silvestre Garça Branca, no Lago Sul

    Uma jiboia foi encontrada em frente a uma loja no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), no Distrito Federal, na manhã deste sábado (21). A Polícia Militar Ambiental foi acionada para o resgate.

    O animal estava no gramado. Segundo a PM Ambiental, a jiboia tinha cerca de dois metros, era adulta e aparentemente sadia, pesando três quilos.

    Após ser resgatada, a serpente foi solta no Refúgio de Vida Silvestre Garça Branca, no Lago Sul.

    Fonte: G1

  • Parque Ecológico do Areal abriga flores ameaçadas de extinção

    Parque Ecológico do Areal abriga flores ameaçadas de extinção

    ‘Lobelia braziliensis’ e ‘Anemopaegma arvense’ foram vistas na unidade de conservação em Arniqueira

    Espécies da flora do Cerrado, Lobelia braziliensis e Anemopaegma arvense, conhecida como catuaba, ambas ameaçadas de extinção, foram encontradas no Parque Ecológico do Areal, em Arniqueira. O fato causou surpresa na área técnica do Instituto Brasília Ambiental e as descobertas constam do plano de manejo da unidade de conservação (UC). O plano de manejo é um documento técnico que, a partir dos objetivos definidos no ato da criação de uma UC, estabelece o zoneamento e as normas que norteiam seu uso.

    ‘Anemopaegma arvense’, conhecida como catuaba, foi encontrada no Parque Ecológico do Areal – Foto: Divulgação

    Além da ameaça de extinção – o que as tornam espécies raras –, a curiosidade do achado das flores se deu por não haver registros delas nos poucos estudos já existentes sobre a área. “Não tínhamos expectativa de encontrá-las”, ressalta a diretora de Implantação de Unidades de Conservação (Dipuc) do Brasília Ambiental, Carolina Lepsch.

    Porém, Lepsch destaca que o nome de um dos córregos existentes no parque ecológico, o Vereda da Cruz, dá sentido à descoberta. “As veredas são o habitat natural da Lobelia braziliensis. Não temos registro de quando o córrego recebeu este nome, mas ele consta em estudos antigos. É sempre bom acreditarmos em nomes já concedidos a elementos das unidades de conservação”, afirma.

    Ameaça

    Lobelia braziliensis, que é uma espécie endêmica do Distrito Federal, foi encontrada tanto no módulo 1 quanto no módulo 2 do Parque Ecológico do Areal. Sua ameaça de extinção ocorre porque ela está perdendo seu habitat. “Com a expansão das cidades, as veredas estão se acabando. Os terrenos são drenados e desmatados, então elas desaparecem”, explica a diretora.

    Por sua vez, a ameaça de extinção da Anemopaegma arvense ocorre porque ela sofre muita predação. “As pessoas fazem a coleta indiscriminada dessa espécie para a produção da catuaba. Foram encontrados dois indivíduos dessa espécie em uma área de Cerrado ainda bem preservado do Areal”, informa Lepsch.