Categoria: Meio Ambiente

  • Capivaras ocupam 25% da orla do Lago Paranoá, segundo estudo

    Capivaras ocupam 25% da orla do Lago Paranoá, segundo estudo

    A pesquisa gerou dados para identificar os pontos de maior concentração dos animais, entender os mecanismos de reação com aproximação dos seres humanos e diagnosticar as espécies de carrapatos

    A Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), em parceria com a Universidade Católica de Brasília (UCB), concluiu o estudo de identificação e monitoramento da população de capivaras da orla do Lago Paranoá. Os resultados obtidos depois de 15 meses de pesquisa geraram dados suficientes para estimar o número de capivaras presentes na orla, identificar os pontos de maior concentração dos animais, entender os mecanismos de reação com aproximação dos seres humanos e diagnosticar as espécies de carrapatos.

    As capivaras ocupam, em média, 25% da orla, onde podem encontrar abrigo e alimentação. A desocupação das Áreas de Preservação Permanente (APP) na orla do lago, além de intensificar o uso desses locais para lazer da população, aumentou a movimentação da fauna nativa. A maior ocorrência de capivaras na orla é durante o período de seca.

    “As capivaras são migratórias. Elas ocupam a orla, mas têm um espaço no lago de conectividade com outros lagos e córregos. Por isso que não adianta tirá-las de lá, outras voltarão. Elas não ficam no mesmo lugar, elas migram pelo lago. Por isso, na época da seca, elas ocupam o lago, porque outras áreas alagadas são reduzidas”, explicou a chefe da Assessoria Estratégica da Sema, Suzzie Valladares.

    Durante o período de pesquisa, também foi realizado um estudo com relação aos carrapatos presentes nas capivaras. De acordo com os dados obtidos, há uma relação fraca entre a abundância de carrapatos e o local onde ocorrem as capivaras na orla. Essa conclusão indica que os carrapatos provavelmente utilizam outros hospedeiros que lhes permitem ocorrer de forma mais abrangente nesta área.

    Os pesquisadores também mantiveram contato com a comunidade para identificar a percepção dos moradores da região e de frequentadores do Lago Paranoá sobre as capivaras. Foram feitos questionários e mais de 30 ações de educação ambiental para conscientizar sobre a boa convivência com a fauna silvestre.

    A expectativa é que este estudo norteie as políticas públicas e produza as informações necessárias para a população. Na segunda fase do projeto, serão estudadas possibilidades para reduzir a circulação das capivaras em áreas urbanas.

    “Considero importante dar continuidade aos estudos para garantir a convivência pacífica entre as pessoas e a fauna silvestre. É especialmente relevante desenvolver técnicas que reduzam o acesso das capivaras às vias públicas prevenindo acidentes”, afirmou o secretário do Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes.

    Sobre a espécie

    A capivara é o maior roedor do mundo. Chega a 1,35 m de comprimento, cerca de 60 cm de altura e aproximadamente 70 kg. Alimenta-se de capim, principalmente aqueles de áreas alagadas —eventualmente comem cascas e folhas de arbustos. Vive em bandos de cinco a 40 indivíduos.

    Fonte: CB

  • Reforma na Barragem de Santa Maria conta com R$ 8,9 milhões  

    Reforma na Barragem de Santa Maria conta com R$ 8,9 milhões  

    Com execução da Caesb, obras vão melhorar a segurança operacional do local 

    A Barragem de Santa Maria, responsável pelo abastecimento de água de 11% do Distrito Federal em 2022, está sendo reformada. Os investimentos são de aproximadamente R$ 8,9 milhões.  As obras, de responsabilidade da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), vão corrigir as degradações causadas ao longo do tempo, melhorando a estabilidade da barragem e a segurança operacional das estruturas, além de aumentar a vida útil do sistema.  

    O sistema Santa Maria/Torto/Bananal possui as captações situadas dentro do Parque Nacional de Brasília e faz parte das bacias do Paraná e Paranaíba, sendo responsável pelo abastecimento das regiões do Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste, Octogonal, Noroeste, SIA/SCIA, Guará I e II e Lago Sul, com transferência e complemento para Jardim Botânico e São Sebastião. 

    Segurança

    A captação da Barragem Santa Maria é constituída por um reservatório, uma barragem de terra, uma tomada d’água e um vertedouro com canal de descarga e bacia de dissipação.  

    Entre os serviços a serem executados, estão a recuperação das estradas de acesso da barragem com a recomposição asfáltica da pista sobre a crista da barragem, a instalação de grades, válvulas e injeção de poliuretano na galeria do conduto adutor, limpeza, sondagem geofísica e recuperação estrutural do vertedouro, recuperação do enrocamento da bacia de dissipação, recomposição do enrocamento de proteção do talude (terreno inclinado que serve como base de sustentação ao solo), instalação de escadas no talude e replantio de grama no talude. 

    “Essa reforma do sistema de captação Santa Maria é muito importante para garantir a segurança da barragem e, consequentemente, da população do DF”, resume o gerente de Implantação de Obras Centro-Norte da Caesb, Guilherme Gobbi. 

  •  Governo planeja a retirada de pinheiros do Parque da Cidade

     Governo planeja a retirada de pinheiros do Parque da Cidade

    Ação é necessária para evitar riscos aos visitantes devido à possibilidade de queda de galhos e de árvores, que têm cerca de 40 anos; ideia é a substituição por espécies do cerrado

    Um grupo de trabalho formado por quatro órgãos de governo vem atuando para fazer a substituição dos cerca de 2 mil pinheiros do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, que têm cerca de 40 anos, por outras árvores. Formadas por integrantes da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL, gestora do parque), Novacap, Instituto Brasília Ambiental e Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), as equipes trabalham no momento em um plano de manejo para os pinheiros.

    Com cerca de 40 anos e altura de até 20 metros, árvores que serão retiradas apresentam risco de queda – Foto: Paulo H.Carvalho/Agência Brasília

    As árvores da espécie Pinus elliottii apresentam risco de queda e o colegiado já definiu pela retirada. “O plano terá três vertentes importantes: a identificação das árvores a serem suprimidas, o plano de corte e o reflorestamento. É o que guiará os trabalhos”, explica o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. A previsão é que os pinheiros deem lugar a espécies nativas do cerrado.

    O espaço que forma um bosque próximo aos estacionamentos 4 e 5 do parque recebeu placas sinalizando para o perigo de queda de galhos. Há ainda fitas e telas para impedir a circulação no local e as churrasqueiras estão lacradas. Dezenas de pinheiros já receberam uma marcação com “X”, pois foram avaliados pelo grupo como os mais deteriorados. Alguns deles chegam a atingir 20 metros de altura.

    “São plantas de 40 anos atrás, pois na época se considerava que os pinheiros e o bosque seriam um atrativo para o Parque da Cidade. Mas não é uma vegetação típica do Planalto Central”, ressalta o chefe do Departamento de Parques e Jardins da Novacap, Raimundo Silva. Caberá à companhia fazer a supressão dos pinheiros e o plantio das novas espécies. Jacarandás, pau-ferro, ipês e pequizeiros – já existentes em outros pontos do parque – estão cotados para ocupar a nova área, segundo Raimundo.

    Foto: Paulo H.Carvalho/Agência Brasília

    Plano de uso e ocupação deve ser respeitado

    O grupo de trabalho tem se reunido quinzenalmente. Segundo o secretário executivo de Políticas do Esporte, Renato Junqueira, os trabalhos estão adiantados. “Com este plano aprovado, a gente publica no Diário Oficial do DF e vamos iniciar a supressão, que é uma fase bastante esperada”, explica.

    De acordo com o gestor, é possível manter a beleza do bosque oferecendo mais segurança à população. “É preciso respeitar o plano de uso e ocupação do parque e toda a parte de preservação ambiental. Mas, ao mesmo tempo, queremos garantir mais segurança ao frequentador e a todos os esportistas que estão ali diariamente”, conclui Junqueira.

  • Zoológico de Brasília abre inscrições para visitação noturna

    Zoológico de Brasília abre inscrições para visitação noturna

    Ingresso custa R$ 30 por pessoa e interessados devem agendar atividade por e-mail. Visitas são feitas por grupos de até 30 pessoas

    A visitação noturna no Zoológico de Brasília está com as inscrições abertas. O ingresso custa R$ 30 por pessoa e os interessados devem agendar a atividade por e-mail e preencher um formulário, disponibilizado pela Diretoria de Educação Ambiental do instituto (saiba mais abaixo).

    O objetivo da visitação noturna é oferecer ao público conhecimentos sobre os animais de hábitos noturnos e sobre o trabalho desenvolvido pela instituição. As visitas são feitas por grupos de até 30 pessoas — ou 40, no caso de instituições escolares —, toda terça e quinta, das 19h até por volta das 21h.

    Participe

    • Visitação: terças e quintas-feiras, a partir das 19h
    • Valor: R$30
    • Agendamento: atendimento@zoo.df.gov.br

    Fonte: G1

  • Zoológico de Brasília acolhe casal de lêmures-de-cauda-anelada

    Zoológico de Brasília acolhe casal de lêmures-de-cauda-anelada

    Espécie é considerada ameaçada de extinção e depende de esforços em cativeiro para que não desapareça da natureza

    Famosos como protagonistas do filme Madagascar, os  lêmures-de-cauda-anelada dependem de esforços em cativeiro para que não desapareçam. A fim de proteger a quantidade de indivíduos dessa espécie (Lemur catta) em cativeiro para futura reintrodução na natureza, há uma colaboração entre zoológicos do mundo inteiro. Com esse objetivo, o Zoológico de Brasília acolheu, na última terça (25), um casal adulto de representantes desses animais. 

    Já em seus aposentos, o novo casal de moradores passará por quarentena até que possa receber visitas – Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    Os animais, carinhosamente apelidados de Julien e Pandora, vieram do Zoológico de Itatiba, no interior de São Paulo. O transporte foi feito por um voo comercial, e, assim que o casal aterrissou no Aeroporto Internacional de Brasília, foi recepcionado pela equipe técnica do zoo local.

    “O trabalho em conjunto com outros zoológicos é muito importante para salvar a espécie, que é considerada ameaçada de extinção devido à ação do ser humano”, pontua o diretor de mamíferos do Zoológico de Brasília, Filipe Reis. Estima-se que, nos últimos 30 anos, a população de lêmures tenha perdido cerca de 90% de seus representantes na ilha de Madagascar. A espécie está na classificação “em perigo”, da Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN).

     Quarentena

    Foto: Geovana Albuquerque / Agência Brasília

    Julien e Pandora são animais adultos e puderam colaborar com a espécie enquanto moradores do zoo de Itatiba, com seis filhotes gerados e nascidos em cativeiro. Pandora precisou ser castrada em Itatiba durante uma gestação de risco, mas a expectativa é que o zoo de Brasília receba outra fêmea que possa parear com Julien e que, juntos, eles sigam na missão de conservar a espécie, com mais reprodução em cativeiro.

    Nos próximos dias, os animais ficarão em quarentena. “A gente vai fazer todos os exames necessários para constatar se estão bem de saúde, e vamos comparar com os exames anteriores para verificar se não houve nenhuma alteração significativa”, explica a diretora de medicina veterinária do Zoo, Betânia Borges. “Tanto no período da manhã quanto no período da tarde, há um técnico que faz a observação deles para analisarmos como está a adaptação aqui no zoo”.

    Para promover qualidade de vida e bem-estar a Julien e Pandora, a equipe técnica do Zoológico de Brasília está empenhada na ambientação do casal, já que eles são endêmicos da ilha de Madagascar, ou seja, ocorrem apenas em uma região de floresta tropical.

    “Estamos montando um recinto com algumas características de floresta tropical, pensando no bem-estar desses animais; então, o local vai ter bastante vegetação, e, para aumentar umidade, colocamos um sistema de chuva artificial, podendo ser utilizado de acordo com a necessidade”, detalha Filipe Reis.

    Zoológico de Brasilia – Foto: Geovana Albuquerque / Agência Brasília

    Lêmure-de-cauda-anelada

    Existem 19 espécies de lêmures, todas exclusivas da Ilha de Madagascar, ao leste da África. O lêmure-de-cauda-anelada é a mais comum de se encontrar em zoológicos no mundo, com aproximadamente dois mil indivíduos em cativeiro.

    Os lêmures-de-cauda-anelada vivem em grupos familiares de até 30 indivíduos. Com hábitos diurnos, são predominantemente herbívoros. No Zoológico de Brasília, serão alimentados com frutos, folhas, legumes e insetos.

  • Loba-guará Pequi é solta na natureza depois de dois anos em adaptação

    Loba-guará Pequi é solta na natureza depois de dois anos em adaptação

    Animal havia sido resgatado ainda filhote, órfão e debilitado na Bahia. Após acolhimento inicial no Zoo de Brasília, técnicos da ONG Jaguaracambé deram início ao projeto de liberdade do animal no Cerrado

    Ao som do canto dos pássaros, ao entardecer, no coração do Cerrado, a loba-guará Pequi, como é carinhosamente chamada, finalmente conheceu a sensação de estar livre em seu habitat natural. Foram dois anos vivendo em cativeiro para que tudo desse certo durante o seu retorno à natureza. O projeto de soltura do animal faz parte do Plano de Ação Nacional para a Conservação da espécie, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

    Depois de dois anos vivendo em cativeiro, a loba-guará Pequi foi solta na natureza nesta segunda (17) – Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    O desfecho dessa história era aguardado desde junho de 2020, quando cinco filhotes de lobo-guará foram resgatados na Bahia depois de a mãe, Caliandra, ter sido encontrada morta. Graças ao acolhimento inicial no Zoológico de Brasília, os filhotes cresceram e se desenvolveram bem.

    Desde o início, os cuidados eram voltados para que os animais pudessem retornar à natureza. “O Zoológico de Brasília é um centro especializado e nós recebemos esses filhotes com toda a expertise da nossa equipe para que eles se desenvolvessem bem. A criação foi diferente para a soltura dar certo, para que eles vivessem na natureza longe do homem”, explicou o diretor de mamíferos do Zoo, Filipe Reis.

    Alimentação com frutos do Cerrado, pouco contato com humanos e um período longo de adaptação foram cruciais para que os animais estivessem preparados para a soltura. A Pequi foi solta na tarde desta segunda-feira (17) e seus irmãos seguem colaborando com outros projetos de conservação da espécie no estado da Bahia.

    Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

    “Aqui onde a Pequi foi solta é um espaço enorme, com 800 hectares, e segura bem a pressão urbana, que só cresce”, disse o gerente geral do Instituto Paraíso na Terra, Rogério Peleski. Na nova casa, Pequi pode explorar todos os seus instintos naturais de animal silvestre, como caçar, reproduzir e forragear.

    Para que todo o projeto de soltura da loba pudesse acontecer, uma equipe de mais de 30 técnicos da ONG Jaguaracambé se dedicou por mais de 24 meses para que o contato livre da loba com meio externo fosse o mais natural e seguro possível. Os especialistas também contaram com o apoio do Instituto Brasília Ambiental, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do ICMBio.

    “Nós, do Ibama, fomos os responsáveis por trazê-la até Brasília. A gente apoia toda essa campanha para soltura de animais porque é fundamental para a conservação e faz parte do nosso trabalho”, defendeu a coordenadora de Gestão e Monitoramento da Biodiversidade do Ibama, Juliana Junqueira.

    Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

    A partir de agora, Pequi será monitorada por meio de um rádio-colar, instalado em seu pescoço, que enviará aos especialistas, a cada hora do dia, a localização em satélite por onde a loba passou. Além disso, o equipamento permite que a equipe receba um mapeamento com esses dados quatro vezes por dia.

    “Eu estou emocionadíssima. Hoje nós finalmente soltamos a Pequi depois de meses trabalhando em várias linhas de pesquisa para que ela estivesse apta para sobrevivência no Cerrado”, disse, emocionada, a médica veterinária e presidente da ONG Jaguaracambé, Ana Paula Quadros. Ela também pede apoio para que o projeto de monitoramento continue. “A gente precisa garantir o segundo rádio-colar da Pequi, porque esse primeiro foi doado pela Smithsonian Institution e precisa ser trocado daqui oito meses. Qualquer ajuda é bem-vinda”, concluiu.

  • Pássaros silvestres criados em cativeiro são apreendidos pela Polícia Militar Ambiental, no DF

    Pássaros silvestres criados em cativeiro são apreendidos pela Polícia Militar Ambiental, no DF

    Gaiolas com três pássaros silvestres foram encontradas em Samambaia, neste sábado (15). Canário-da-terra-verdadeiro e dois periquitos-de-encontro-amarelo serão encaminhados ao Cetas do Ibama para destino adequado

    Pássaros silvestres criados irregularmente foram encontrados e apreendidos pela Polícia Militar Ambiental do Distrito Federal, neste sábado (15), em Samambaia. O Grupamento de Operação no Cerrado (GOC) realizou um patrulhamento na região e encontrou gaiolas com três pássaros silvestres em cativeiro, na área externa de duas residências.

    Os pássaros apreendidos são um canário-da-terra-verdadeiro (Sicalis flaveola) e dois periquitos-de-encontro-amarelo (Brotogeris chiriri). Eles serão encaminhados ao Batalhão Polícia Militar Ambiental e posteriormente ao Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetas) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para que sejam levados ao destino adequado.

    De acordo com a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98), a criação de animais silvestres em cativeiro é crime. Diante disso, foram confeccionados dois termos circunstanciados de ocorrência no local pelos crimes ambientais.

    De acordo com a PMDF, os infratores responsáveis pela criação irregular dos animais foram autuados e responderão judicialmente pelos crimes ambientais cometidos.

    Fonte: G1

  • Polícia Militar resgata lobo-guará em Sobradinho

    Polícia Militar resgata lobo-guará em Sobradinho

    De acordo com militares, animal não conseguia sair do local, por causa de cerca elétrica. Lobo foi liberado na natureza após captura

    O Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) do Distrito Federal resgatou, na manhã desta terça-feira (4), um lobo-guará que estava preso no pátio do Departamento de Trânsito (Detran) DF, em Sobradinho.

    De acordo com os militares, o animal não conseguia sair do local, por causa de uma cerca elétrica. O equipamento precisou ser desligado. Com o auxílio de duas viaturas, os policiais cercaram o lobo-guará e o capturaram.

    O animal foi libertado pela equipe em seu habitat natural, na área de cerrado que fica atrás do pátio do Detran, por onde os militares acreditam que o lobo tenha entrado.

    Resgate seguro

    O BPMA orienta que, ao encontrar um animal silvestre, o ideal é acionar a corporação pelo telefone 190. Quando resgatados, se estiverem em bom estado, os bichos são soltos na área de preservação mais próxima.

    Caso estejam feridos, eles são encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama.

    Fonte: G1

  • GDF investiu R$ 1 bilhão em abastecimento e qualidade da água em 4 anos

    GDF investiu R$ 1 bilhão em abastecimento e qualidade da água em 4 anos

    Até 2025, a Caesb pretende destinar mais R$ 2,8 bilhões a ações de modernização e ampliação da capacidade do sistema

    Nesta quarta-feira (22) é comemorado o Dia Mundial da Água. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) e da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), vem realizando uma série de eventos em comemoração à data. Em meio a palestras e simpósios que reúnem estudantes, a comunidade científica e a população em geral em torno da discussão sobre a preservação e o uso consciente dos recursos hídricos do DF, a Adasa lançará, nesta quarta, o selo Guardião da Água, que reconhece instituições de ensino do DF que se destacarem na preservação dos recursos hídricos.

    Mas, muito além da programação comemorativa, o respeito e o cuidado do GDF com os recursos hídricos passam pelos investimentos. De 2019 até agora, o montante empregado pela Caesb na área foi de R$ 1,047 bilhão – valor corrigido pelo IGP-DI. O montante contempla obras de expansão e melhorias dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, bem como programas de eficiência energética, modernização da infraestrutura, tecnologia da informação e programas empresariais, entre outros.

    Os indicadores mostram que a Caesb fornece água para 99% da população do DF, coleta 92% de todo o esgoto gerado e trata 100% dele. Inclusive, a companhia já alcançou, no DF, a meta estabelecida pela Lei nº 14.026/2020, determinando que, até o fim de 2033, 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90% tenham o esgoto coletado e tratado.

    Um dos investimentos previstos pela Caesb é a ampliação de Corumbá IV para abastecer também as regiões do Jardim Botânico, Mangueiral, São Sebastião e uma parte do Lago Sul – Foto: Renato Alves/Agência Brasília

    “Hoje a população do DF pode ficar tranquila com a água que chega à torneira dela. A Caesb cumpre todos os parâmetros, com análises de hora em hora e toda uma rede de monitoramento para garantir a qualidade da água. Cumprimos acima de todos os índices necessários e da legislação do setor, para garantir a qualidade da água”, pontua o superintendente de Produção de Água da Caesb, Diogo Gebrim.

    O superintendente de Recursos Hídricos da Adasa, Gustavo Carneiro, ratifica a qualidade da água do DF: “Mais de 98% de toda a rede hidrográfica do DF estão enquadrados nas classes 2, 1 ou especial, que são os melhores índices de qualidade hoje”.

    Essa mesma peculiaridade ocorre na preservação e conservação dos mananciais e no monitoramento das nascentes. A Adasa trabalha com índices e parâmetros inovadores que mapeiam e enquadram os rios e realizam pontos de controle da qualidade da água.

    Outro ponto levantado por Carneiro é que os reservatórios da capital estão operando em um patamar confortável, acima do valor de referência. “O valor de referência para os reservatórios de Santa Maria e do Descoberto é 75%, e os dois estão operando em 81,1%, acima do valor de referência, ou seja, a situação hoje está confortável. O Paranoá também atingiu sua cota e está com 1.050 metros”, diz o superintendente.

    Em consonância com o Plano Distrital de Saneamento Básico do DF, a Caesb pretende investir R$ 2,8 bilhões até 2027, com fontes de recursos próprios, onerosos e não onerosos, em mais expansão e melhorias dos sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, em modernização da infraestrutura, em energias renováveis e tecnologia da informação.

    Um dos investimentos da companhia é na ampliação da capacidade de abastecimento de água de Corumbá IV. Inaugurado há pouco mais de um ano, o novo sistema ampliou o abastecimento de água tratada da região sul do DF, que inclui as cidades de Santa Maria, Gama, parte do Recanto das Emas e Riacho Fundo II e Park Way.

    O objetivo agora é que o sistema chegue a outras regiões do DF. “Já está em fase inicial de obra a ampliação de Corumbá IV, e pretendemos que o abastecimento chegue às regiões do Jardim Botânico, Mangueiral, São Sebastião e uma parte do Lago Sul, ampliando e fortalecendo o atendimento à população”, afirma Diogo Gebrim.

  • Polícia Ambiental captura jacaré no Palácio da Alvorada

    Polícia Ambiental captura jacaré no Palácio da Alvorada

    Resgate foi realizado na noite de sexta-feira (17). Depois de capturado, animal foi solto no Lago Paranoá

    O Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA) capturou um jacaré no Palácio da Alvorada em Brasília, na noite de sexta-feira (17). O resgate ocorreu por volta das 19h25 e foi filmado pelos policiais.

    A equipe amarrando o focinho do animal com um tecido para tirá-lo do local em segurança. Depois, ele foi colocado na caçamba de um carro da corporação e solto no Lago Paranoá.

    O BPMA orienta que, ao encontrar um animal silvestre, o ideal é acionar a corporação pelo telefone 190. Quando resgatados, se estiverem em bom estado, os bichos são soltos na área de preservação mais próxima.

    Caso estejam feridos, eles são encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama.

    Fonte: G1