O Nosso Festival Online é um festival de música autoral que será transmitido no dia 15 de novembro, às 20:30 horas, pelo YouTube
É destinado a todos moradores do Distrito Federal, porém, 50% das vagas são para os moradores da região que compreende Vicente Pires, Guará, Águas Claras, Taguatinga e Arniqueiras.
O objetivo do festival é estimular a arte, a cultura e a música como forças criativas e apresentar uma janela de divulgação da nova música autoral e independente do Distrito Federal. E, a adoção do formato virtual permite a comodidade das pessoas participarem de suas casas, sem ter que se descolar.
Foto: Divulgação
São R$ 3.000,00 em prêmios, sendo R$ 1.500,00 para o primeiro colocado pelo júri técnico e outros R$ 1.500,00 pelo júri popular, que votará pela internet. Além disso, o festival deixará um importante legado: as 10 finalistas terão suas músicas gravadas em um estúdio de renome do DF e poderão utilizam esse material para divulgação de seus trabalhos.
As inscrições podem ser feitas de 10 a 21 de setembro, pelo site www.nossofestival.com.br, onde, também, se encontra o regulamento. Podem se inscrever composições de quaisquer gêneros musicais.
O Nosso Festival Online é realizado por Alberto Caetano Lucas com o apoio do FAC, Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
Proposta precisa de 1,5 milhão de assinaturas para ser apresentada ao Congresso. Texto pretende auxiliar no combate à destruição da maior floresta tropical do mundo
Hoje é o último dia para assinar, presencialmente, a minuta do Projeto de Lei de iniciativa popular pela Amazônia de Pé, na banquinha do Futuro da Rodoviária do Plano Piloto. A proposta tem como objetivo garantir medidas legais para a proteção de todas as florestas públicas da Amazônia Legal, que compreende nove estados brasileiros.
O texto foi proposto por Organizações Sociais em defesa do meio ambiente de todo o país e, em Brasília, a ação é coordenada pelo Movimento Viver Bem. A iniciativa une a cidade, o campo e a floresta para atingir a meta de coletar 1,5 milhão de assinaturas para a apresentação do Projeto de Lei no Congresso Nacional.
De acordo com os organizadores da ação, a expectativa é contribuir com medidas de combate à crise climática e ao aquecimento global, que põe em risco a existência de milhões de pessoas em todo o mundo.
O texto ainda prevê a ampliação e a demarcação de terras indígenas, quilombolas, e terras de pequenos produtores extrativistas e novas Unidades de Conservação da Natureza de Uso Sustentável. Se aprovado, o PL também ampliará a penalização para a grilagem e inativação dos registros irregulares em terras públicas.
Para o ativista ambiental Thiago Ávila, o Amazônia de Pé, realizado no domingo, foi uma verdadeira demonstração da sociedade brasileira em defesa da floresta amazônica. “O ato ocorreu em 92 municípios do Brasil. É uma vitória imensa estarmos mobilizando a cidade, o campo e a floresta em tantos lugares”, conta. Segundo ele, apenas em agosto foram mais de 53 mil queimadas na floresta na Amazônia, um dos maiores índices já registrados.
Uma das organizadoras do evento e integrante do Movimento Bem Viver, Maria Carol destaca que o evento de lançamento da coleta de assinaturas foi uma verdadeira demonstração de forças da sociedade em defesa da floresta amazônica.
“Conseguimos vincular a cultura nortista à cultura do cerrado nessa grande aliança pelos biomas e pela floresta viva. Foi muito potente reunir tantas pessoas numa virada cultural em prol de uma pauta tão central para a construção da Sociedade do Bem Viver. É importante a mobilização de todos para colher assinaturas para podemos protocolar a proposta no Congresso Nacional. A destruição e a exploração indevida da floresta amazônica impactam todo o mundo”, destaca Maria Carol.
O documento também pode ser assinado por meio do endereço amazoniadepe.org.br.
Serviço | Coleta de assinaturas do Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Amazônia de Pé
Em Brasília, a data será lembrada com coleta de assinaturas para Projeto de Lei em prol da floresta e com a apresentação de artistas locais
O Dia da Amazônia será comemorado no próximo domingo (4/9) com um grande ato em defesa da floresta. Promovido por mais de 180 organizações de todo o país, o Amazônia de Pé pretende chamar atenção para os problemas que ameaçam a maior floresta tropical do mundo. Em Brasília, a programação inclui a apresentação de artistas locais, como o Bloco das Divinas Tetas, a Orquestra Alada Trovão da Mata, os Filhos de Dona Maria e Ediá, além do Toré do povo indígena Kariri-Xocó. O evento está marcado para começar às 16 horas no gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte).
Na capital do país, o ato é organizado pelo Movimento Viver Bem, e tem como objetivo unir a cidade, o campo e a floresta para colaborar na coleta de 1,5 milhão de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Amazônia de Pé.
“A Amazônia está queimando, literalmente, nesse mês de setembro. Em todo o Brasil as pessoas estão se mobilizando em torno dessa campanha para aprovar a lei que destina para os povos indígenas e comunidades tradicionais as áreas que nesse momento estão sob ameaça do agronegócio, do garimpo e dos madeireiros. É proteger daqueles que destroem visando o lucro ao destinar aos povos que de fato demonstraram por gerações que sabem cuidar da floresta”, afirma Thiago Ávila, socioambientalista e cofundador do Movimento Bem Viver.
A coleta de assinaturas seguirá todos os dias da semana à tarde na Banquinha do Futuro instalada na Rodoviária do Plano Piloto. A expectativa dos organizadores do movimento é que, em todo o país, sejam realizados mais de 400 eventos em prol do Amazônia de Pé.
Dia da Amazônia
O Dia da Amazônia é celebrado em 5 de setembro. A data foi instituída pela Lei nº 11.621, de 19 de dezembro de 2007, com o intuito de conscientizar as pessoas sobre a importância da maior floresta tropical do mundo e da sua biodiversidade para o planeta.
O dia 5 de setembro foi escolhido, pois, nesta data, em 1850, o Príncipe D. Pedro II decretou a criação da Província do Amazonas (atual Estado do Amazonas). O bioma possui sete milhões de quilômetros quadrados, sendo cinco milhões e meio de florestas, e é considerado essencial para o equilíbrio ambiental e climático do planeta e para a conservação dos recursos hídricos.
Serviço | Ato Amazônia de Pé
Data: 4 de setembro
Hora: 16h à 22h
Local: Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano – antiga Funarte
Atleta apresenta dores de cabeça, sintomas de sinusite, sono irregular há duas semanas, mas exames realizados até o momento não apontaram nada de mais grave
Os sintomas que fizeram David Luiz ser substituído no intervalo da vitória do Flamengo por 3 a 1 sobre o São Paulo, que indicam uma possível hepatite viral, não se manifestaram somente na quarta-feira. Eles já vêm de duas semanas. Mas o zagueiro de 35 anos não jogou sob risco. O departamento médico do clube o monitora preventivamente desde a semana passada.
Há cerca de 15 dias, David Luiz apresentou quadro viral pela primeira vez – outros atletas passaram pelo mesmo, mas os sintomas não foram à frente. Como na semana passada estava suspenso do jogo com o Athletico-PR, o jogador ficou no Rio de Janeiro. Àquela altura, apresentava cefaleia (dor de cabeça), cansaço, sono irregular e quadro de sinusite.
Primeiros exames
O Flamengo começou a investigação a partir daí, e o atleta foi submetido a exames de imagem, tomografia de crânio e de seios de face para identificar o que causavam as dores. Os exames, porém, não apontaram nenhuma alteração importante.
Embora não tenha identificado nada num primeiro momento mesmo após exames anatômicos e a investigação neurológica, o departamento de saúde e alto rendimento do Flamengo, chefiado pelo médico Márcio Tannure, decidiu dar prosseguimento à bateria de exames.
Exames desta semana marcados antes do jogo com o São Paulo
Exames para quinta-feira e sexta-feira desta semana, inclusive, já estavam marcados antes dos jogos com Palmeiras e São Paulo. David seguia com dores, mas conseguiu jogar os 90 minutos no Allianz Parque (1 a 1) e participou dos treinamentos de segunda e terça-feira.
Durante os treinos anteriores ao jogo com o São Paulo, David apresentou cansaço e sono irregular, mas exames o permitiram ir a campo. No intervalo, o zagueiro relatou à comissão técnica e ao departamento médico que havia chegado ao limite. Com isso, Dorival Júnior o substituiu por Fabrício Bruno.
Resultados esperados para segunda-feira
Com mais exames marcados para esta sexta-feira, o Flamengo tem a expectativa de se manifestar oficialmente na segunda-feira, quando terá todos os resultados de maneira oficial.
David Luiz será preservado do jogo com o Botafogo, domingo, no Nilton Santos, mas seu quadro clínico e os sintomas que definirão se treinará ou não nas sessões de sexta-feira e sábado no Ninho do Urubu – nesta quinta o Flamengo folgou.
Uma das grandes lideranças do Flamengo desde sua chegada ao clube e dos atletas mais atenciosos com os fãs a cada desembarque, David Luiz tem recebido inúmeras mensagens carinhosas de companheiros e torcedores. A hashtag #ForçaDavidLuiz foi um dos assuntos mais comentados desde a madrugada de quinta-feira.
Em ótimo momento, David tem sido um dos pilares – dentro e fora de campo – da recuperação liderada por Dorival Júnior. No clube e nas redes sociais, o sentimento é de corrente positiva para vê-lo em ação já nas próximas jornadas.
Em postagem na tarde desta quinta-feira no Instagram, David agradeceu à torcida e aos companheiros pelo carinho:
“Seguimos na batalha!!! Obrigado, nação, pelo apoio e pelas mensagens comigo! Estou bem, Deus é bom o tempo todo!!
Casado com Nivalda (Titina Medeiros) e pai de Jessilane (Giovanna Figueiredo), Sabá Bodó promete viver em conflito com Candoca (Isadora Cruz)
Quem já conhece o trabalho de Welder Rodrigues poderá se chocar com o fato de que, já em sua primeira novela, o ator será um vilão. Na próxima das 6, “Mar do Sertão”, o comediante dará vida a Sabá Bodó, prefeito da fictícia cidade de Canta Pedra. Na trama de Mario Teixeira, o governante terá apenas duas ambições: dinheiro e se manter no poder.
“É a primeira vez que faço novela, confesso que estava tenso. Mas eu havia trabalhado com a equipe técnica, o Allan (Fiterman) sabe o que está fazendo, é muito tranquilo. Estava tenso com a demanda de texto, mas foi muito tranquilo”, comenta.
Casado com Nivalda (Titina Medeiros) e pai de Jessilane (Giovanna Figueiredo), o personagem promete viver em conflito com Candoca (Isadora Cruz), que estará sempre atenta ao que acontece na cidade e pronta para defender qualquer injustiça.
“É um vilão, mas é trágico-cômico. A gente tem muito desses vilões, desses políticos folclóricos, que a gente engole a corrupção porque o cara é folclórico. Acontece muito isso no Brasil. (…) Acho que nenhum papel que eu faça vai deixar de ser cômico porque minha história é atuação cômica”, ressalta o ator.
Atriz estava internada em um hospital da Zona Sul. Humorista passou por pelo menos três cirurgias no coração, enfraquecido por causa da radioterapia para tratar um câncer no tórax
A atriz Claudia Jimenez morreu no início da manhã deste sábado (20), no Rio, aos 63 anos. A intérprete de Dona Cacilda, da “Escolinha do Professor Raimundo”, e de Edileuza, de “Sai de Baixo”, estava internada no Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul.
Até a última atualização desta reportagem, a causa da morte não havia sido divulgada.
O velório será neste sábado, das 12h às 16h30, no Salão Celestial do Memorial do Carmo, no Caju.
Câncer e operações no coração
Em 1986, Claudia foi ao médico para curar uma tosse persistente e descobriu que tinha câncer, um tumor maligno no mediastino, atrás do coração. Chegou a ser desenganada. O diagnóstico não se cumpriu, e a atriz curou-se da doença, com ajuda de Chico Anysio.
As sessões de radioterapia, porém, lhe causaram outro problema de saúde. Os médicos acreditam que o tratamento pode ter afetado os tecidos do coração, o que a obrigou a fazer pelo menos três cirurgias nos anos seguintes.
Atriz Claudia Jimenez em entrevista ao Fantástico em 2014 — Foto: Globo
A primeira foi em 1999, para botar cinco pontes de safena; a segunda, em 2012, para a substituição da válvula aórtica por uma outra, sintética; e a terceira, em 2014, para botar um marca-passo.
“Quando eu falo para o meu médico: ‘Ô, radioterapia desgraçada!’. Aí ele fala: ‘Mas se não fosse ela, você já estava há muito tempo lá em cima, né?’. E é verdade, quer dizer, a gente tem sempre que agradecer em vez de reclamar”, disse Claudia, em entrevista ao “Fantástico” em 2014, meses depois da operação.
“Maturidade faz você ficar mais bacana. Às vezes, eu percebo que, internamente, não estou legal eu vou em busca de alguma coisa que me faça ficar legal. Tem gente que fala assim para mim: ‘Ai, como você é frágil’. Eu falo: ‘Frágil? Eu sou a pessoa mais forte que eu conheço’. Chegam perto de mim e falam: ‘Vamos trocar válvula aórtica’. Eu falo: ‘Ok, vamos’. ‘Vamos fazer cinco pontes de safena’. ‘Ok, vamos’. ‘Botar o marca-passo’. ‘Ok’. Eu faço qualquer coisa para ficar aqui”, afirmou.
Vida e carreira
Filha de um cantor de tangos e caixeiro viajante e uma enroladora de bala de coco, Cláudia Maria Patitucci Jimenez nasceu na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, em 1958.
Ela fez o curso normal, com especialização em maternal e jardim de infância, e já na juventude se dedicou ao teatro amador.
“Sempre fui palhaça, sempre. No colégio de freira me pagavam um chocolate, bala para eu não deixar de ir na aula de religião, porque quando eu ia era um divertimento só”, disse.
Sua estreia no teatro profissional foi em 1978, na peça “Opera do Malandro”, de Chico Buarque, em que viveu a prostituta Mimi Bibelô.
Foi o diretor Mauricio Sherman que a levou para a TV Globo. Nos anos 1980, Claudia participou da abertura do programa “Viva o Gordo”, de Jô Soares, e deu vida à insaciável Pureza, mulher de Apolo, do bordão “Ainda morro disso!”, em “Chico City”. “A Pureza só pensava em transar”, lembrou Claudia, em entrevista à “Folha de S.Paulo”.
Paulo Silvino posa ao lado de Claudia Jimenez durante gravação da mensagem de fim de ano da Globo em 2014 — Foto: Renato Rocha Miranda/Globo
A partir de 1990, Claudia Jimenez viveu a desbocada e saliente Dona Cacilda, uma das alunas da “Escolinha do Professor Raimundo”, com o “professor” Chico Anysio. Com Cacilda, emplacou outro bordão: “Beijinho, beijinho, pau, pau”.
Cacilda, lembrou Claudia em 2014, ela guarda no coração. “Não era nem propriamente pelo personagem, mas pelo que eu vivi ali dentro. Foram seis anos de gargalhadas”, destacou. Esse papel lhe rendeu o Troféu APCA de melhor atriz comediante em 1991.
Em 1996, Claudia deu vida a mais uma personagem icônica: a doméstica Edileuza, de “Sai de Baixo”. Seus embates com Caco Antibes, de Miguel Falabella, fizeram a plateia gargalhar. Foi apenas uma temporada, mas até hoje seus bordões são lembrados.
Claudia também fez novelas. Foi a Bina de “Torre de Babel” (1998), a Dagmar de “As Filhas da Mãe” (2001), a Consuelo de “América” (2005), a Custódia de “Sete Pecados” (2007), a Violante de “Negócio da China” (2008), a Zélia de “Além do Horizonte” (2013) e a Lucrécia de “Haja Coração” (2016).
No cinema, atuou em “Gabriela, Cravo e Canela” (1983), “Ópera do Malandro” (1986) e Os Trapalhões no Auto da Compadecida (1987). Também dublou a Ellie de “A Era do Gelo”. Com a Bia de “O Corpo” (1991), ganhou como melhor atriz no Festival de Brasília.
Seu último papel foi a Bibiana do quadro “Infratores”, no Fantástico, em 2018.
Atacante está no Al-Hilal, da Arábia Saudita; tempo curto para viabilizar transferência é problema
Em busca de um substituto para Willian, o Corinthians tem interesse na contratação do atacante Michael, ex-Flamengo e atualmente no Al-Hilal, da Arábia Saudita.
Porém, tanto do lado do clube quanto por parte do estafe do jogador a transferência é vista como difícil de acontecer. Isso porque o Al-Hilal pagou cerca de R$ 45,5 milhões por Michael no começo do ano e não gostaria de emprestá-lo nesse momento.
Além disso, o atacante tem salário considerado alto para o padrão do futebol brasileiro, e o Corinthians tem prazo curto para fechar a operação. A janela de transferências se encerra na segunda-feira.
Pesa a favor do Timão o fato de Michael estar infeliz na Arábia Saudita e querer voltar ao Brasil. Recentemente, ele perdeu a mãe e a avó, o que aumentou o desejo dele de se aproximar da família.
Ciente de que essa contratação não é fácil, a diretoria do Corinthians busca alternativas no mercado. O técnico Vítor Pereira quer contar com um ponta veloz, que ajude na recomposição defensiva.
Michael está desde o começo do ano no Al-Hilal, da Arábia Saudita — Foto: Divulgação/Al Hilal
Embora concentre esforços na contratação de um substituto para Willian, a cúpula alvinegra admite a possibilidade de ficar sem reposição para a saída do camisa 10.
Além do prazo curto, há dificuldade em encontrar atletas viáveis economicamente e que não tenham disputado sete partidas do Brasileirão – na Copa do Brasil as inscrições já estão encerradas.
Além de Willian, recentemente o Corinthians perdeu Gustavo Mantuan, que foi envolvido na negociação com o Zenit, da Rússia, pela contratação de Yuri Alberto.
Atualmente, as principais opções do técnico Vítor Pereira para o setor são Adson, Gustavo Mosquito e Róger Guedes, além do jovem Giovane, que pode atuar centralizado ou pela ponta. Recentemente, o português também escalou o lateral-esquerdo Lucas Piton mais avançado.
Uma alternativa poderia ser o meia Mateus Vital, que voltou de empréstimo do Panathinaikos, da Grécia. Porém, inicialmente ele não está nos planos do técnico Vítor Pereira, que chegou a escalá-lo até mesmo na lateral direita durante treinamentos.
Evento gratuito levantará poeira no dia 20 e celebra o retorno dessa festa tradicional do sindicato, após dois anos sem realização
O Sindicato dos Professores (Sinpro/DF) realiza, no sábado (20), a partir das 19h, o seu tradicional Arraiá. A retomada da festividade, após o período de pandemia, traz uma programação variada de música, dança, brincadeiras e comidas típicas, aberta ao público. A Mestra Martinha do Coco e o grupo Rastapé, com participação especial de Mariana Aydar, são os pontos altos das atrações e vão trazer os contagiantes ritmos da região Nordeste do Brasil. O evento ocorre na Chácara do Professor, localizada em Brazlândia.
Martinha do Coco é pernambucana e há muitas décadas mora no DF. Ela desenvolveu um trabalho autoral que une as principais influências de sua terra natal à sua vivência do Cerrado, agregando ritmos como samba de coco, maracatu e ciranda. Iniciou carreira cantando samba de coco no grupo de percussão da Organização Tambores do Paranoá – TAMNOÁ e é uma das fundadoras do Ponto de Cultura que leva o mesmo nome e que movimenta culturalmente aquela Região Administrativa. Martinha recebeu o título de “Mestra da Cultura Popular’,’ em 2013, do Ministério da Cultura.
Grupo Rastapé – Foto: Divulgação
O grupo Rastapé fará apresentação com participação especial de Mariana Aydar, uma paulistana que se destaca cantando forró e músicas nordestinas de grande sucesso há mais de 15 anos. Além das atrações musicais, haverá apresentação de quadrilha, pau de sebo, touro mecânico, brincadeiras, comidas típicas e muita diversão.
“Graças à vacina que nos permite retomar as atividades, mas com a cautela que o momento ainda exige, aproveitaremos essa festa, que é uma das riquezas culturais brasileiras, para celebrar o reencontro presencial depois desses dois anos tão desafiadores para professores e orientadores educacionais do DF”, lembra Bernardo Távora, diretor do Sinpro/DF.
SERVIÇO:
O que: 18º Arraiá do Sinpro – Entrada franca
Quando: 20 de agosto de 2022 – a partir das 19h
Onde: Chácara do Professor – Núcleo Rural Alexandre Gusmão, Chácara 02, S/n – Lote 125 – Brazlândia, Brasília – DF | Localização Google Maps: https://g.co/kgs/pNugmn
Retorno de investimento em painéis solares é de 15% a 20% ao ano. Quem tiver os painéis solares instalados até janeiro do ano que vem ficará isento de tarifa até 2045
O avanço da energia solar no país no último ano colocou o Brasil em 4º no ranking de países que mais acrescentaram capacidade solar fotovoltaica no mundo, segundo apuração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Investir no segmento se tornou uma boa opção diante do aumento no preço da energia elétrica, além de questões como sustentabilidade, valorização do imóvel e retorno de investimento. Para se ter uma ideia, o lucro para um investidor em painéis solares pode chegar de 15% a 20% ao ano.
“Temos um exemplo de uma usina em Rio do Sul que o investimento inicial foi de aproximadamente R$220 mil nos módulos fotovoltaicos e a rentabilidade é de R$4,2 mil por mês, isso representa quase 2% de ganho. É um lucro superior ao do mercado imobiliário, por exemplo, além de ser um valor que continuará todo mês durante os 25 anos de vida útil do sistema, um prazo muito maior do que você precisa para quitá-lo”, explica o diretor da importadora catarinense de painéis solares, Tek Trade, Sandro Marin.
Nova legislação institui cobrança na geração de energia solar
Depois de dois anos de discussão e tramitação no Congresso Nacional, o Brasil conta, agora, com um marco legal para a energia solar. Em vigência desde o início deste ano, a Lei Federal 14.300/2022 institui uma cobrança, que começa a valer a partir de janeiro de 2023, para quem instalar novos painéis fotovoltaicos. A chamada geração distribuída é feita, na maioria dos casos, por painéis solares instalados em casas, condomínios e para as chamadas “usinas solares”, quando um cliente usa energia solar, mas ela está sendo gerada fora da sua casa ou escritório.
“Antes, quem instalava painéis fotovoltaicos em casa ficava isento dessa parte da tarifa, o que contribuía para a grande economia obtida na conta de luz. Com a nova lei, investir nos próximos meses é garantir a isenção da tarifa e os benefícios que a energia solar proporciona”, afirma Marin.
A legislação também estabelece que quem já tinha instalado o sistema em casa antes da sua publicação ou quem o instalar até início de janeiro de 2023 continua isento da cobrança até 2045.
Vídeos pretendem aproximar artistas e seus processos criativos de alunos da rede pública do Distrito Federal
O projeto Capital Plural lançou, neste mês de agosto, as primeiras entrevistas da série de 12 vídeos produzidos com artistas plásticos e visuais da cidade. O trabalho de Igu Krieger foi o destaque da estreia. A cada terça-feira, às 14h, são liberadas novas entrevistas. Lua Cavalcante e Gu da Cei são os próximos a compartilharem suas histórias. Idealizada pela arte-educadora Prem Yashen, a inicativa circulará também por escolas públicas do DF.
De acordo com a idealizadora do Capital Plural, Prem Yashen, o ensino da arte segue reproduzindo um recorte predominantemente eurocêntrico, apesar das modificações curriculares adotadas pelas escolas a partir de 2018. “Por isso, muitos alunos ainda a compreendem como um universo distante e pouco palpável. Nossa ideia é aproximar os estudantes desse mundo da arte, que traz representatividade étnica, das periferias, das identidades de gênero e das pessoas portadoras de deficiência, a partir do trabalho de artistas locais”, explica.
Em entrevistas intimistas, gravadas nos ambientes domésticos e nos ateliês dos artistas, o projeto vai revelar parte do cotidiano de produção e criação, a trajetória dos artistas e suas obras, contextualizando-as no momento presente. A série ficará disponível durante um ano no site do projeto e, de forma permanente, no canal Culturonauta, no YouTube, uma plataforma de distribuição gratuita de conteúdo artístico, produzida por Prem Yashen.
Uma seleção plural
Foto: Divulgação
O lançamento do Capital Plural será feito com entrevista de Igu Krieger, arte-educador que trabalha em múltiplas linguagens e suportes, e tem foco em pintura, instalação e performance. Como pesquisador, estuda as artes visuais em saberes tradicionais; arte decolonial e da América do Sul. Igu vendeu produtos nas ruas, bares e restaurantes de Brasília e, como camelô, investigou a estética que envolve esse trabalho, como as roupas e os tecidos usados por esses profissionais, realizando uma pesquisa poética que partiu da estética para explorar sensações, o tempo, o fluxo e as relações com o trabalho.
A segunda entrevista, que também será lançada em agosto, traz a artista Lua Cavalcante, tecnóloga em fotografia, pedagoga e aprendiz griô. Lua se coloca como corpo-artístico-político-pedagógico para gerar reflexões sobre os lugares reais, imaginários e encantados que o corpo habita e opera, mostrando suas experiências como artista, educadora e mulher portadora de deficiência.
Na sequência, a entrevista com Gu da Cei mostrará o trabalho artístico desenvolvido através de intervenção urbana, instalação, poesia, performance e vídeo, com o qual questiona os processos históricos e contemporâneos da fotografia, seus espaços de exibição e circulação. Gu é artista visual, produtor cultural e curador da Galeria Risofloras. Promove discussões sobre vigilância, imagem, direito à cidade e transporte coletivo. Ganhou o Prêmio de Arte Contemporânea Transborda Brasília e foi selecionado para o Prêmio EDP nas Artes, realizado pelo Instituto Tomie Ohtake. Integra a coordenação do Festival Foto de Quebrada e teve alguns de seus trabalhos publicados no livro “O Direito Achado na Rua: Introdução Crítica ao Direito à Comunicação e à Informação”.
“Tornar-se um artista, muitas vezes parece uma realidade distante do contexto de vida do estudante da rede pública. Os mais populares, divulgados em TV aberta, muitas vezes não representam o jovem brasileiro em sua totalidade e diversidade, por isso, é tão importante ampliar essa visão, para dar nova dimensão sobre a arte e estimular novos artistas a descobrirem seus talentos”, conclui Yashen.
O Projeto Capital Plural é financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.
Serviço:
O Que: Lançamento do Projeto Capital Plural (vídeos de entrevistas com artistas plásticos e visuais do DF)