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  • Circo Vitória abre inscrição para oficinas de arte circense no Guará 

    Circo Vitória abre inscrição para oficinas de arte circense no Guará 

    A partir de 15 de agosto, serão oferecidas aulas gratuitas de trapézio, acrobacias aéreas (LIRA), bambolê e malabares

    Inscrições abertas para as oficinas gratuitas de arte circense, destinadas a estudantes da rede pública de ensino e a moradores do Guará, com idades entre 6 e 14 anos. As aulas serão realizadas na sede do Circo Vitória, localizada no Guará II. Os interessados em aprender as modalidades de trapézio, acrobacias aéreas (LIRA), bambolê e malabares podem se inscrever pelo Whatsapp, através do número 98381-5537.

    “Estamos mantendo viva a cultura circense ensinando artes muito antigas, antes restritas ao ambiente do circo, para que possam continuar encantando e possam também vir a ser uma opção profissional para alguns desses alunos”, enfatizou Loiri Teresinha Mocellin, que administra o Circo Vitória com seus filhos e netos.

    As oficinas foram motivadas pela suspensão dos espetáculos do Circo, no início da pandemia de Covid-19, mas se tornaram parte de um projeto que vai beneficiar, pelo menos, 100 crianças e jovens do Distrito Federal. Dentre as regiões onde já foram oferecidas as oficinas, estão Recanto das Emas, Riacho Fundo 2 e Samambaia. No Guará, as aulas serão realizadas às segundas e terças-feiras, a partir de 15 de agosto, na sede do Circo Vitória, na EQ 31/33, ao lado do Edifício Consei. As atividades terão duração de dois meses e meio.

    Ações de acessibilidade facilitarão que pessoas portadoras de deficiência possam participar das oficinas e haverá reserva de vagas para aquelas cujas deficiências não sejam empecilho à sua realização, além da adoção do aplicativo de acessibilidade desenvolvido pelo Ministério do Planejamento (V-Libras) e de Audiodescrição nas ações de divulgação do evento.

    História

    Circo Vitória – Foto: Divulgação

    O Circo Vitória nasceu em 1993, no interior de São Paulo, com a 5ª geração da tradicional família circense “Almeida”, formada por grandes trapezistas. Nos seus quase 30 anos de história, percorreu diversos Estados brasileiros, de diversas Regiões, como: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Paraná, e atua há oito anos no DF, realizando espetáculos e desenvolvendo ações sociais. Nessas ações, promove espetáculos solidários em creches, asilos e instituições, como a APAE, para a arrecadação de brinquedos e alimentos, entre as quais se destaca o “Natal Solidário”.

    Realiza um trabalho permanente com escolas, com apresentações que são feitas no Circo ou nas próprias escolas, em eventos como a Semana da Criança, promovidos na Candangolândia, no Núcleo Bandeirantes e no Park Way, que agregam um público de diferentes faixas etárias e classes sociais.

    As oficinas de arte circense fazem parte do projeto de Manutenção de Espaço do Circo Vitória e são realizadas com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, através de sua Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural, da Secretaria da Educação e da Agenda Cultural Brasília.

    Serviço

    O que: Oficinas gratuitas de arte circense para estudantes de rede pública de ensino, de 6 a 14 anos (trapézio, tecido acrobático, acrobacias aéreas – LIRA, bambolê e malabares)

    Quando: a partir de 15 de agosto. Às segundas e terças-feiras. Duração: 2 meses e meio

    Onde: Sede do Circo Vitória – EQ.31/33 Ao lado do Edifício Consei, no Guará ll

    Acessibilidade: reserva de vagas, uso de V-Libras e autodescrição nas ações de divulgação

    Inscrições: 61 98381-5537 (WhatsApp)

    Programação

    Segundas-feiras

    Aula de lira – das 14 às 15h

    Aula de bambolê – das 15 às 16h

    Aula.de malabares – das 16 às 17h.

    Terças-feiras

    Aula de malabares – das 14 às 15h

    Aula de trapézio – das 15h30 às 17h30

  • Professor da UnB é acusado de agredir e ameaçar ex-companheira por mais de 8 horas, dentro de apartamento

    Professor da UnB é acusado de agredir e ameaçar ex-companheira por mais de 8 horas, dentro de apartamento

    Segundo vítima, ciúmes teria motivado violência. Caso foi denunciado na Delegacia da Mulher, em Ceilândia; Justiça emitiu medida protetiva contra agressor

    Um professor da Universidade de Brasília (UnB) é acusado de agredir e ameaçar a ex-companheira por mais de 8 horas, dentro do apartamento dele, em Taguatinga, no Distrito Federal. A vítima conta que chegou a trancada dentro de um quarto e que foi ameaçada com uma faca.

    “Ele pegou a faca, colocou no meu rosto e falou: ‘Eu vou acabar com você, eu vou matar você, eu vou te matar, eu vou te matar’”, conta a mulher.

    O caso ocorreu na quinta-feira (21), mas só foi divulgado nesta quarta (27). De acordo com a vítima, o ciúmes de um vizinho teria motivado a violência (saiba mais abaixo), a reportagem não conseguiu falar com o professor.

    A mulher, que não quer ser identificada, contou, que só conseguiu sair do apartamento depois de garantir que não denunciaria o homem. No entanto, ao deixar o prédio, ela foi até a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), em Ceilândia, e registrou um boletim de ocorrência.

    Ela ficou ferida nos braços e nas pernas. A Justiça do Distrito Federal emitiu uma medida protetiva, que impede que ele volte a se aproximar da ex-companheira.

    No processo, a juíza Nádia Vieira de Melo Ladosky, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, de Taguatinga, alega que “a situação merece intervenção do Judiciário, a fim de que a integridade física e psicológica da requerente sejam protegidas pelo Estado”.

    “Mostrando-se recomendável o deferimento da medida protetiva de proibição de aproximação com a vítima, bem como a proibição de contato com ela, por qualquer meio de comunicação”, diz a decisão.

    Agressões

    À polícia, a mulher contou que ia com o ex-companheiro para a academia do condomínio onde ele mora, quando um vizinho a cumprimentou. Ela respondeu ao cumprimento, mas o professor universitário não teria gostado.

    “Fomos para a academia. Quando ele voltou, já não era mais a mesma pessoa. Fechou a porta: ‘não, eu não gostei que você tenha cumprimentado aquele rapaz, aquele babaca’”, conta a mulher.

    Segundo a denúncia, o professor entrou no quarto, puxou a mulher, e trancou a porta. Segundo ela, o homem a manteve presa das 9h às 17h30 de quinta-feira (21).

    Ciúme excessivo e pedido de casamento

    A mulher conta que conhece o homem há cerca de 25 anos, mas que o relacionamento durou dois anos. Eles não moravam juntos, e nem têm filhos em comum.

    Durante o relacionamento, ela diz que percebeu um ciúme excessivo por parte dele, mas afirma que o homem nunca tinha sido agressivo. Dois dias antes do crime ele a pediu em casamento.

    “Como é que uma pessoa que te pede pra casar numa terça-feira, na quinta tenta te matar. Como assim? Aonde eu me perdi, né? Que filme de terror é esse que eu entrei?”

    A UnB informou que ainda não recebeu nenhum comunicado formal sobre a denúncia e que “cabe aos órgãos competentes tomar as providências necessárias”. A universidade afirma que repudia “todo e qualquer ato de violência contra as mulheres” e que vem se esforçando para promover os direitos humanos e a erradicação da violência.

    Fonte: G1

  • Polícia apreende gangue de adolescentes que atuava na Asa Sul

    Polícia apreende gangue de adolescentes que atuava na Asa Sul

    Os adolescentes, com idades entre 14 e 17 anos, são suspeitos de participarem de, ao menos, 18 roubos na Asa Sul em pouco menos de um mês. Alunos de escolas particulares eram as vítimas

    Cinco adolescentes foram apreendidos, nesta terça-feira (26/7). Os estudantes, com idades entre 14 e 17 anos, são suspeitos de participarem de, ao menos, 18 roubos na Asa Sul em pouco menos de um mês. Ação aconteceu no âmbito da operação Juventude Transviada — filme lançado em 1955—, desencadeada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

    Alunos de duas escolas da região, os adolescentes aproveitavam os horários de entrada e saída para roubar celulares, dinheiro e relógio de outros estudantes de instituições de ensino particulares.

    Segundo as investigações conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), desde junho, foram pelo menos 18 roubos cometidos. “Com a apreensão, acreditamos que haverá diminuição considerável dos roubos na região, tendo em vista que grande parte dos crimes ocorridos foram praticados por eles (menores)”, afirmou o delegado-adjunto da 1ª DP, Maurício Iacozzilli.

    Apreensões

    Nesta terça-feira, os policiais civis cumpriram cinco mandados de apreensão de menores infratores nas regiões de Taguatinga, Paranoá e Sobradinho. Foram apreendidos um adolescente de 14 anos; dois de 15 anos; e três de 17 anos.

    A ação contou com o apoio da Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA). Após os procedimentos legais, os adolescentes foram recolhidos e estão à disposição da Justiça. Eles estão sujeitos a cumprir medidas socioeducativas por ato análogo ao crime de roubo.

    Fonte: CB