Tag: Secretaria de Educação

  • Matrículas para 2023 nas escolas públicas do DF começam nesta terça-feira (4)

    Matrículas para 2023 nas escolas públicas do DF começam nesta terça-feira (4)

    Inscrição pode ser online ou pelo telefone 156 e vai até 31 de outubro. Medida é obrigatória para alunos que ainda não estudam na rede pública, mas pretendem ingressar no ano que vem

    As matrículas para ingresso nas escolas públicas do Distrito Federal, no ano letivo de 2023, começam nesta terça-feira (4) e vão até o dia 31 de outubro. A medida é obrigatória para alunos que ainda não estudam na rede pública, mas pretendem ingressar no ano que vem.

    Os estudantes ou responsáveis devem efetuar a inscrição pelo site da Secretaria de Educação do DF (SE-DF), ou pelo telefone 156 (veja detalhes abaixo). Para os alunos que já fazem parte da rede pública, a renovação de matrícula é automática.

    Já as inscrições de estudantes com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou Transtornos Funcionais Específicos (TFE) devem ser realizadas presencialmente, na Coordenação Regional de Ensino (CRE) de preferência. Confira os endereços das CRE aqui.

    Inscrições

    A Secretaria de Educação afirma que, caso o candidato deseje fazer a inscrição pelo site, é necessário inserir os seguintes dados pessoais, com exatidão:

    • CPF (obrigatório)
    • Nome completo conforme a certidão de nascimento ou carteira de identidade (sem abreviaturas)
    • Data de nascimento
    • Nome da mãe ou do responsável
    • CEP da residência ou trabalho da mãe, do pai ou responsável legal (obrigatório)

    Segundo a pasta, a inclusão do CEP possibilita o direcionamento do estudante a uma vaga em uma escola mais próxima. Não é possível escolher a unidade de preferência no momento da inscrição.

    Além disso, a secretaria alerta que os responsáveis devem ficar atentos para finalizar o processo. “Ao concluir a digitação das informações solicitadas, clique em ‘GRAVAR’, pois o cadastro será finalizado somente se os dados informados estiverem completos e corretos”, informa o órgão.

    Caso o estudante não possua CPF, a inscrição deve ser feita pelo telefone 156.

    Resultado

    Foto: Agência Brasília

    O resultado das matrículas está previsto para ser divulgado no site da Secretaria em 20 de dezembro, a partir das 18h. Para confirmar a matrícula, o pai ou responsável deve comparecer à escola na qual foi contemplado, levando os documentos necessários, entre 3 e 10 de janeiro de 2023.

    A secretaria informa que a consulta do resultado é de inteira responsabilidade do candidato ou do responsável. Segundo nota, “a pasta não enviará nenhum comunicado sobre o resultado dessa inscrição”.

    Fonte: G1

  • Menino autista não quer voltar para escola pública do DF após ter sido constrangido por professora

    Menino autista não quer voltar para escola pública do DF após ter sido constrangido por professora

    Estudante havia esquecido agenda em casa e professora escreveu bilhete em folha A4, com recado para mãe, e colou na parte de fora da mochila. Segundo família, colegas fizeram chacota da situação

    Uma criança, de 9 anos, com transtorno do espectro autista (TEA) passou por uma situação de constrangimento, causada pela professora, em uma escola pública do Distrito Federal e, há um mês, não quer mais voltar para o colégio. O estudante havia esquecido a agenda em casa e a professora escreveu um bilhete para a mãe, em folha A4 , e colou o recado na parte de fora da mochila do menino.

    Segundo a mãe – que não quer ser identificada para não expor o filho – o caso ocorreu há um mês e o menino foi motivo de chacota entre os colegas da Escola Classe Jardim Botânico.

    “A professora nem avisou meu filho do bilhete. Simplesmente colou na mochila dele e mandou ele de volta pra casa. Então, quem falou pra ele do bilhete foram os amigos, que ficaram rindo dele. Ele se sentiu envergonhado. Quando chegou em casa chorou e ainda disse ‘Viu mãe? Por isso eu não queria ir pra escola’”, conta a mãe.

    No bilhete, a professora diz que precisa da agenda para poder se comunicar com a mãe do menino. Ela ainda relata que ele machucou o dedo e que deverá fazer as atividades de matemática em casa porque não havia levado o livro.

    A Secretaria de Educação disse, nesta quinta-feira (28), que “todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive de apuração de responsabilidades quanto a conduta por parte dos envolvidos no episódio”. A pasta afirmou também que “repudia qualquer tipo de ação discriminatória que gere exposição e humilhação aos estudantes e suas famílias” (veja íntegra da nota ao final da reportagem).

    Escola reprovou o menino durante a pandemia de Covid

    O quebra-cabeça foi o símbolo escolhido para a conscientização em relação ao autismo — Foto: Getty Images

    A criança entrou para a Escola Classe Jardim Botânico em 2020 e foi colocada em uma turma reduzida, por conta de um distúrbio chamado “Erro Inato do Metabolismo” (EIM) – uma doença rara que pode ser causa ou consequência do autismo. Na época, o menino ainda não tinha o diagnóstico de TEA.

    “Durante o ano de 2020 deu tudo certo. Mas, em 2021, a escola reprovou meu filho no 3º ano do Ensino Fundamental, mesmo com a normativa da Secretaria de Educação do DF de não reprovar nenhuma criança por conta da pandemia de Covid-19. Nós não concordamos com a atitude da escola, a psicopedagoga dele disse que não deveríamos aceitar a retenção dele no 3º ano, mas a escola reprovou ele mesmo assim”, diz a mãe.

    Em 2022, o aluno mudou de turno e recomeçou o 3º ano. No entanto, em março, segundo a mãe, a professora começou a reclamar muito da criança, dizendo que o menino atrapalhava a aula.

    “Tiveram três episódios em que ele se machucou na escola. Em um deles, inclusive, a escola chegou a nos ligar, dizendo que ele havia caído e se machucado, mas que não precisávamos buscá-lo, que ele poderia voltar no transporte escolar. Quando ele chegou em casa, estava todo sujo de sangue, e com o nariz quebrado. E a professora mandando bilhetes dizendo que ele estava atrapalhando a aula”, diz a mãe.

    Segundo a mulher, no último dia que o filho foi para o colégio, um mês atrás, ele já estava reclamando que não queria ir à aula e, com a confusão na hora de sair de casa, acabou esquecendo a agenda e o livro de matemática.

    A mãe da criança encaminhou o caso para o Conselho Tutelar do Jardim Botânico, onde a família mora e onde fica a escola pública. Ela também foi recebida pela secretária de educação do DF, Hélvia Paranaguá, que, segundo a mãe, confirmou que a escola errou ao reprovar o aluno em 2021, e garantiu que a professora foi afastada da turma que está sendo conduzida por uma professora substituta.

    No entanto, o menino não quer mais estudar. “Ele contou para a família sobre algumas situações ocorridas na escola, como gritos da professora com ele. Agora ele quer ficar perto o tempo todo, e pergunta se vai ter uma professora que ama ele. Estamos em choque”, diz a mãe.

    O que diz a Secretaria de Educação do DF

    “A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal informa que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive de apuração de responsabilidades quanto a conduta por parte dos envolvidos no episódio. A SEEDF informa ainda que o aluno já deveria ter retornado a escola na turma do 3º ano do Ensino Fundamental desde a semana passada, mas segundo informações da direção da Regional de Ensino, a responsável ainda não retornou com o estudante para as atividades. Dessa forma, a escola já fez contato com a responsável e enfatizou a necessidade do retorno do aluno.
    A Pasta repudia qualquer tipo de ação discriminatória que gere exposição e humilhação aos estudantes e suas famílias. A comunicação entre família e escola deve sempre pautar-se no respeito e empatia.
    A Secretaria de Educação informa que, ainda nesse semestre, serão realizadas novas ações para orientação dos gestores das Coordenações Regionais de Ensino e unidades escolares quanto ao atendimento e acolhimento de estudantes com deficiência e Transtorno do Espectro Autista.”

    Fonte: G1

  • Governo do DF suspende aulas em escolas públicas e privadas na sexta-feira antes das eleições

    Governo do DF suspende aulas em escolas públicas e privadas na sexta-feira antes das eleições

    Decisão vale para 30 de setembro e 28 de outubro, caso haja segundo turno. A reportagem questionou Secretaria de Educação sobre motivo da decisão, mas não obteve retorno

    O governador Ibaneis Rocha (MDB) decretou, nesta segunda-feira (26), a suspensão das aulas em escolas públicas e privadas do Distrito Federal nos dias 30 de setembro e 28 de outubro, as sextas-feiras antes do primeiro e do segundo turno das eleições.

    A medida foi publicada no Diário Oficial do DF. Segundo o texto, se não houver segundo turno, a suspensão das atividades em 28 de outubro é cancelada. Questionada, a Secretaria de Educação sobre o motivo da decisão, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

    De acordo com o decreto, os expedientes de trabalho dos responsáveis pela administração das instituições que funcionam como zonas eleitorais serão mantidos, para que haja o recebimento das urnas eletrônicas, distribuídas pela Justiça Eleitoral.

    A reposição das aulas na rede de ensino pública deve seguir as diretrizes da Secretaria de Educação, enquanto, na rede privada, fica a critério de cada instituição. A medida não vale para as atividades educacionais realizadas em creches.

    Histórico

    Nas eleições de 2018, 780 alunos de escolas públicas do Distrito Federal ficaram sem aulas na sexta-feira que antecedeu o primeiro turno do pleito. Na segunda-feira após a votação, 300 estudantes do ensino fundamental também tiveram as atividades suspensas.

    À época, a Secretaria de Educação afirmou que a medida atendia à necessidade de “preparar o espaço” para montar as urnas eletrônicas, incluindo ações de limpeza dos colégios. “Em decorrência da experiência do primeiro turno, a própria direção […] tomou a decisão de suspender as aulas”, disse a pasta na ocasião.

    Fonte: G1

  • Criança de 9 anos é atropelada por ônibus ao sair da escola

    Criança de 9 anos é atropelada por ônibus ao sair da escola

    Acidente foi em Arniqueira. Motorista da Expresso São José foi embora sem prestar socorro; empresa diz que lamenta ocorrido e que vai dar ‘assistência necessária’

    Uma menino, de 9 anos, foi atropelado por um ônibus da empresa Expresso São José, nesta quarta-feira (24), ao sair da escola, em Arniqueira, no Distrito Federal. Heitor Alves Brun estava na calçada da quadra 4, perto de uma rotatória e na esquina do colégio onde estuda, quando foi atingido.

    O motorista não parou para prestar socorro. A assessoria da São José disse que “a empresa lamenta o ocorrido e está em contato com a família para dar a criança toda a assistência necessária”.

    Heitor foi socorrido por pessoas que estavam na rua e ligaram para o Serviço Médico de Urgência (Samu). Ele foi levado com escoriações pelo corpo e suspeita de fratura no nariz para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e, posteriormente, para o Hospital de Base, onde deve passar por cirurgia.

    Segundo a avó, o menino também quebrou, pelo menos, um dente. “A gente quer que o motorista que fez isso pague pelo que fez. Eu quero justiça. Ou ele estava ao celular ou é cego”, disse Adriana Alves.

    “Como que uma pessoa dessa trabalha carregando vidas e não tem atenção? Se ele fez isso com meu netinho hoje, amanhã, o que pode fazer?”, diz a avó de Heitor.

    A Polícia Civil investiga o caso. Até a publicação desta reportagem não havia informações se o motorista havia ou não sido identificado.

    Fonte: G1

  • UnB divulga resultado de aprovados pela nota do Enem. Confira lista

    UnB divulga resultado de aprovados pela nota do Enem. Confira lista

    Seleção para a Universidade de Brasília (UnB) ofereceu 2 mil vagas para ingresso em cursos presenciais no segundo semestre de 2022

    A Universidade de Brasília (UnB) divulgou, nessa segunda-feira (22/8), o resultado da primeira chamada do Acesso Enem para ingresso no 2º semestre de 2022. Mais de 2 mil estudantes foram aprovados para cursos no quatros campus.

    Além da lista on-line, os candidatos puderam conferir de forma presencial no Teatro da Arena. A seleção ofereceu 2.120 vagas para ingresso em cursos presenciais. Para participar, foi necessário ter realizado o Enem de 2019, 2020 ou 2021 e ser portador de certificado de conclusão do ensino médio (ou curso equivalente) até o ano letivo de 2021.

    Confira lista dos aprovados

    Os convocados em primeira chamada devem ficar atentos ao cronograma de ingresso, disponível na Agenda do Calouro. Para garantir a vaga na universidade, é preciso realizar o registro acadêmico, que vai das 9h do dia 23 às 17h de 25 de agosto. No período, deve ser feito o upload no site do Cebraspe da documentação descrita na Agenda do Calouro.

    O link para o registro acadêmico estará disponível na página do Acesso Enem UnB somente no período estabelecido no cronograma. O resultado provisório do registro sai em 31 de agosto, e o definitivo está previsto para 8 de setembro.

    Os candidatos não convocados em primeira chamada ainda têm chances de ingressar na UnB pela seleção, conforme novas convocações.

    Fonte: Metrópoles

  • Aluna diz ter sido agredida por diretor de escola pública no DF; educador nega e alega desrespeito

    Aluna diz ter sido agredida por diretor de escola pública no DF; educador nega e alega desrespeito

    Confusão entre educador e adolescente de 16 anos ocorreu na sexta-feira (12), no CEF 8 de Taguatinga. Caso é investigado pela Polícia Civil

    Uma confusão entre uma estudante e o diretor do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 8 de Taguatinga, no Distrito Federal, virou caso de polícia. A adolescente de 16 anos alega ter sido agredida pelo educador e sofreu um corte no braço. Ele nega as acusações e diz que o ferimento foi causado pela própria jovem.

    A confusão ocorreu na sexta-feira (12) e é investigada pela 12ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga. A adolescente, que estudava em uma escola particular e foi transferida para o CEF 8 há quatro meses, afirma que tem medo de ir à escola após o caso.

    Já a direção da unidade afirma que a alegação da família da estudante não procede. E que a aluna tem histórico recorrente de desrespeito dentro do colégio.

    Em entrevista, a mãe da adolescente, a empresária Mariana Bahouth afirma que a filha comprou um picolé durante o intervalo das aulas. Quando o sinal para retorno das atividades tocou, a jovem ainda não tinha terminado de chupar o picolé e, segundo a mãe, pediu à professora para ficar do lado de fora da sala enquanto concluía.

    A mãe afirma que a professora aceitou mas, em seguida, o diretor da escola chegou ao local e ordenou que a estudante entrasse na sala. Ainda segundo a família, a adolescente então disse que ligaria para a irmã mas, em seguida, o diretor tentou tirar o celular dela.

    “Nessa situação, ele foi lá e tentou tomar o telefone da mão dela, a ponto de machucar o braço dela”, diz Mariana Bahouth.

    A empresária Mariana Bahouth e a filha, de 16 anos — Foto: Reprodução TV

    “Se hoje em dia nem dentro de casa a gente pode bater em um filho, imagina na escola, um educador vir a pegar na mão da minha filha e deixar marcas”, continua.

    Versão do diretor

    Após a confusão, o Batalhão Escolar da PM foi acionado e levou os envolvidos à 12ª DP. Em depoimento, o diretor disse que abordou a estudante para que ela jogasse o picolé fora e entrasse em sala. O educador afirma que ela “não atendeu ao comando e o desrespeitou, o tratando com deboche”.

    Ainda de acordo com o diretor, a jovem insistiu em usar o celular, mesmo após ser informada que não era permitido. No depoimento, ele afirmou que pediu para que ela deixasse o aparelho em cima de uma mesa, para a qual apontou “de forma enérgica”.

    “Nesse momento, [a adolescente] puxou bruscamente o aparelho, vindo a bater a mão na referida mesa, o que causou uma lesão na mão direita”, afirmou à polícia.

    Fonte: G1

  • Criança de 5 anos fica ferida após escorregador quebrar em parquinho de escola no Gama

    Criança de 5 anos fica ferida após escorregador quebrar em parquinho de escola no Gama

    Menina teve fratura nos ossos do nariz e do rosto. Escola lamentou o ocorrido e afirmou que brinquedo de plástico não aguentou peso de três crianças

    Uma criança de 5 anos ficou ferida após o escorregador em que estava quebrar no parquinho da Escola Classe 29 do Gama, no Distrito Federal, na quarta-feira (10). A menina teve fratura nos ossos do nariz e do rosto, segundo boletim médico.

    A família afirma que a direção da escola ligou e avisou que a criança tinha caído de um escorregador, mas só descobriram a gravidade dos ferimentos quando chegaram na escola. A família registrou um boletim de ocorrência por omissão de socorro e a Polícia Civil investiga o caso.

    Segundo escola, brinquedo não aguentou peso de três crianças — Foto: Reprodução

    A direção da escola lamentou o ocorrido e informou que os brinquedos de plástico não aguentaram o peso de três crianças. “Antes que o professor as retirasse de lá, infelizmente, a Jaddy já tinha caído e se machucado”, afirma, em nota.

    A reportagem questionou o Samu sobre a orientação, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

    Atendimento

    Os pais da menina contam que, após a queda, ela foi levada para a sala da coordenação. Mas, segundo os relatos, a escola não chamou o Samu ou o Corpo de Bombeiros para prestar os primeiros socorros.

    Em nota, a escola afirma que, conforme treinamento recebido pelo Samu em agosto deste ano, as equipes de emergência “só devem ser acionadas em caso de fratura exposta ou perda de consciência, que não foi o caso”.

    A instituição de ensino declarou ainda que, se a família não tivesse condições de levar a menina ao hospital, a escola teria acompanhado. A família levou a criança para o Hospital Regional do Gama e, em seguida, ela foi transferida para o Hospital de Base.

    A mãe da criança diz ainda que, no dia seguinte ao acidente, foi à escola e encontrou os brinquedos interditados.

    Brinquedos ficaram interditados após acidente — Foto: Reprodução

    Além do boletim de ocorrência, os pais também registraram uma reclamação na ouvidoria do GDF porque, segundo eles, os profissionais da escola não levaram a criança imediatamente ao hospital e faltou manutenção dos brinquedos.

    “Minha intenção é que não aconteça novamente, porque é chato, é ruim. Quando a gente deixa o filho na escola, a gente espera pegar o filho do mesmo jeito que a gente deixou”, diz a mãe da menina, Jaqueline Rios.

    Fonte: G1

  • Aluna de escola militarizada na Estrutural, xinga policial e é levada para delegacia

    Aluna de escola militarizada na Estrutural, xinga policial e é levada para delegacia

    Caso aconteceu na quarta-feira (10); PM afirma que adolescente estava envolvida em briga e agiu ‘de forma violenta’ com policiais. Testemunhas alegam que aluna não participou da confusão

    Uma aluna do Centro Educacional (CED) 1 da Estrutural, no Distrito Federal, foi levada para a delegacia, nesta quarta-feira (10), após xingar e agredir um policial militar, segundo a corporação.

    Em nota, a PM informou que a adolescente estava envolvida em uma confusão. Já Testemunhas dizem que ela não estava na briga. Segundo a Polícia Militar, a jovem foi levada para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), porque “agiu de forma violenta, com xingamentos, chutes e tentativas de mordidas, contra os policiais”.

    Os militares algemaram a adolescente e outros estudantes protestaram, pedindo que os militares a soltassem. A corporação diz que vários alunos e pessoas da comunidade tentaram jogar pedras nos policiais, na tentativa de libertar a adolescente.

    De acordo com relatos dos alunos, duas meninas começaram a brigar em frente à escola, quando o Batalhão Escolar da Polícia Militar passou e tentou separá-las. No entanto, segundo os estudantes, a aluna que aparece nas imagens não estava participando da briga.

    Fonte: G1

  • Policial é agredido por adolescente em escola de gestão compartilhada com a PM na Estrutural

    Policial é agredido por adolescente em escola de gestão compartilhada com a PM na Estrutural

    De acordo com gestora de projeto de escolas cívico-militares na corporação, militar levou cotovelada, na terça-feira (9). Jovens envolvidos em confusão já tinham sido transferidos do colégio por indisciplina

    Um policial militar foi agredido, na tarde desta terça-feira (9), no Centro Educacional (CED) 1 da Estrutural, no Distrito Federal. Segundo a major Isabela Almeida, gestora do projeto das escolas cívico-militares na PMDF, o militar levou uma cotovelada de um aluno durante uma confusão.

    De acordo com a Secretaria de Educação, quatro adolescentes, sendo três que já tinham sido transferidos da unidade por indisciplina, entraram no colégio. Dois deles se envolveram no episódio de agressão ao policial militar.

    A pasta afirma que os jovens entraram pelo portão do estacionamento. Eles foram vistos por professores e, em seguida, policiais pediram que deixassem o colégio. Nesse momento, houve uma confusão.

    “Durante a situação, dois desses estudantes foram até o banheiro, onde quebraram um vaso sanitário e depois agrediram um policial militar”, diz a Secretaria de Educação, em nota.

    Os jovens foram levados para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA I), na Asa Norte, para registro da ocorrência. Segundo a polícia, eles têm passagens na corporação por crimes análogos a depredação de patrimônio público e agressão.

    Já a direção do CED 1 informou que os pais e responsáveis pelos estudantes envolvidos já foram comunicados do ocorrido e que tomará as providências cabíveis.

    Fonte: G1

  • Criança leva choque elétrico após colocar chaveiro na tomada em escola pública

    Criança leva choque elétrico após colocar chaveiro na tomada em escola pública

    Corpo de Bombeiros informou que menino teve ‘face e membro superior direito chamuscado’. Ele foi levado ao Hospital de Regional da Asa Norte (Hran), referência no tratamento de queimaduras

    Um menino, de 6 anos, sofreu queimaduras, nesta segunda-feira (8), após colocar um chaveiro metálico na tomada e levar um choque. O caso ocorreu na Escola Classe 35, em Ceilândia, no Distrito Federal.

    De acordo com a Secretaria de Educação, o aluno “teve queimaduras leves nas mãos” e precisou ser encaminhado ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC). No entanto, por se tratar de queimaduras, ele foi levado ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência nesse tipo de tratamento.

    Segundo o Corpo de Bombeiros, o menino ainda teve “a face e o membro superior direito chamuscado”. Os militares disseram que o garoto se queixava de dor intensa e estava muito agitado.

    Fonte: G1