Categoria: Turismo

  • Muito além do churrasco: conheça os segredos do costelão preparado no Capital Moto Week

    Muito além do churrasco: conheça os segredos do costelão preparado no Capital Moto Week

    Carne assada no fogo de chão une histórias, legados e encontros de moto clubes no maior festival de motos e rock da América Latina 

    (Foto:Divulgação CMW)

    Mesa farta é símbolo de confraternização e traduz um dos pilares do Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina. Para celebrar em grande estilo, motoclubes transformam seus acampamentos em lares equipados, com refeições generosas, cerveja gelada e clima de festa. Entre os rituais que conquistaram o coração de quem passa pelo festival, o costelão é uma tradição dos grupos Dragões do Cerrado e Mad Brasília. Com carne saborosa que derrete na boca e acompanhamentos cheios de sustança, o preparo da comida marca um momento coletivo de irmandade, acolhimento e histórias vividas na estrada.

    No comando dos Dragões do Cerrado há 19 anos, o cearense Francisco Edilson Lopes (62), mais conhecido como Boiadeiro, é daquelas figuras que misturam sabedoria com espírito pioneiro dos motoclubes do Distrito Federal. Morador de Sobradinho II, ele é um líder que constrói pontes e acolhe com afeto. Seu apelido nasceu na infância, nas comitivas do sertão nordestino e a transição dos cavalos para as motos foi natural. “Meu avô e meu bisavô mexiam com gado. Eu acompanhava e gostava de cantar, aboiar. Hoje não se pode ter cavalo na cidade, mas tem a moto. É nosso cavalo de ferro.” 

    Foi com essa alma que nasceu o costelão dos Dragões do Cerrado. A tradição começou com um integrante gaúcho, o Tchê, e virou programação obrigatória no acampamento. O fogo acende cedo, a carne é colocada para assar na primeira hora do dia e o almoço vira evento. “Marinamos no sal grosso com cerveja na véspera. No dia seguinte, são mais de seis horas assando”, explica Viviane Oliveira da Silva (44), uma das responsáveis pela receita. Para acompanhar a carne, é servido arroz carreteiro, regado de molho de pimenta baiana. 

    Eis que o sabor do costelão roda o Brasil e o mundo. O grupo tem 32 membros com subsedes em Unaí (MG), Floriano (PI) e até na Flórida, nos Estados Unidos. “O que era só um grupo virou uma ponte sem fronteiras. Dragões do Cerrado é o ponto de encontro do Brasil. Amizade que vira família”, diz Cássio Lima (33), empresário do Piauí, recém-coletado durante o festival.

    Costelão do Mad, feijoada e churrasco de respeito

    O costelão também é sucesso em outra ala do Capital Moto Week, desta vez no moto clube MAD Brasília.Guilherme Noronha (49), um dos fundadores do grupo, revela que, desde 2016 no festival, o grupo só deixou de fazer o costelão uma vez e sentiu na pele a falta da tradição. “Ano passado não fizemos e todo mundo cobrou. Em 2025, não teve conversa e trouxemos o costelão de volta”, contou, entusiasmado.

    Aqui, a carne, assada por longas horas, é preparada por um parceiro especialista em churrasco gaúcho. Para acompanhar, Noronha providenciou o pacote completo: linguiça, pão de alho, frango, vinagrete, farofa e aquele clima de almoço em família. “Esperamos mais de 60 pessoas para comer com a gente.  Aqui, quem chega tem lugar na mesa e os motoclubes vizinhos são muito bem-vindos”, garante.

    O costelão é uma das tradições que fortalecem a identidade do MAD Brasília. Outro símbolo do grupo é o sino, pendurado no espaço coletivo e usado para anunciar refeições ou dar voz aos líderes nos encontros. Para tornar o ritual ainda mais especial, a cada edição do Capital Moto Week é escolhido um “guardião do sino”, responsável por levar o objeto para casa e zelar por ele até o próximo festival. Neste ano, a missão coube ao decano Arthur. “Ele ficou emocionado. Disse que vai até fazer uma caixa forrada de veludo para guardar o sino”, relata Guilherme.

    Durante o Capital Moto Week, que segue até 02 de agosto, a programação do grupo inclui aniversário de membros, feijoada, festa com banda ao vivo e o “Mad Convida”, em que o clube oferece chopp, comida e som para celebrar com amigos. “Abrimos nossa casa com alegria. Quem quiser chegar, é só vir com respeito e sintonia com o que a gente acredita”, finaliza.

    Sobre o Capital Moto Week 2025

    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Casamento radical: motoclube se transforma em altar e o “sim” ecoa entre motos e rock’n’roll

    Casamento radical: motoclube se transforma em altar e o “sim” ecoa entre motos e rock’n’roll

    Fernanda e Beto, do motoclube HAYAS BSB, oficializam amor de 18 anos em cerimônia completa no festival, com benção, bolo, convidados e muito motociclismo

    (Foto:Divulgação CMW)

    Imagine um galpão dentro do maior festival de motos e rock da América Latina transformado em cenário de casamento, com tapete vermelho, arranjos de lírios e rosas, chuvas de arroz, bolo de andares e convidados emocionados? Foi exatamente assim que Fernanda Ferreira, (44), e Carlos Roberto (58), conhecido como Beto, celebraram sua união neste sábado (26) no Capital Moto Week 2025. Juntos há 18 anos, eles escolheram o evento como palco do grande dia  e não economizaram em simbolismo, afeto e estilo.

    Fernanda e Beto são membros do motoclube HAYAS BSB e há pelo menos sete anos vivem o espírito do motociclismo intensamente. A relação com o Capital Moto Week é antiga, o casal acampa todos os anos no galpão do grupo do qual fazem parte desde a pandemia.  Desde então, eles participam de todos os eventos juntos, permanecendo na Cidade da Moto durante o festival.

    No início da relação, a paixão pelas motos não fazia parte da vida de Fernanda, pelo contrário, ela conta que tinha muito medo de subir em uma. Mas foi Beto quem a apresentou ao universo do motociclismo, que hoje já é parte da sua história. A noiva destaca que a ideia de casar no Capital Moto Week surgiu de forma espontânea, inspirada por outros casais que também oficializaram a união no festival. 

    Casamento real oficial

    Carlos Roberto, o noivo, frisa que não poderia imaginar seu casamento acontecendo em outro lugar. Desde criança, ele sempre esteve ligado ao mundo das motos.. Apesar de estarem juntos há 18 anos, o casamento era um sonho antigo, finalmente realizado como uma reafirmação do amor e do companheirismo do casal. O pedido aconteceu no ano passado, logo após o encerramento do festival, durante a ressaca do  Capital Moto Week, com direito a ajoelhada e aliança. “Casar aqui, com nossa família de sangue e do motoclube, era um sonho que a gente queria muito realizar. Hoje foi perfeito.”

    A cerimônia teve todos os elementos de um casamento tradicional: vestido branco, buquê, troca de alianças, benção religiosa e até registro civil, ambos celebrados por um pastor. O figurino da noiva uniu a clássica jaqueta de couro, bota e o romantismo da indumentária branca de casamento, mas tudo em sintonia com o universo do motociclismo. A decoração do galpão do HAYAS BSB ganhou flores, romantismo e decoração com vinis de astros do rock. As mascotes do casal, as cadelinhas Shitzu Lulu e Mel, foram as damas de honra.

    Entre familiares e integrantes do motoclube, cerca de 150 convidados participaram da cerimônia. “Começou como uma ideia pequena, mas cresceu muito com o apoio de todos aqui. Cada um ajudou um pouco e tudo foi ficando mais bonito”, explicou Amilva de Fátima Santos, (68) amiga do casal e integrante do motoclube. “Eles são muito queridos. O casamento foi a realização de um sonho de muitos anos.”

    A festa seguiu embalada por um momento especial para o casal, o show da banda Capital Inicial, trilha sonora afetiva da história dos noivos. “Eu sou apaixonada pela banda e quando vi que eles iam tocar no mesmo dia, nem acreditei. Foi um presente. A nossa lua de mel será aqui mesmo. Não saímos do Capital Moto Week por nada”, afirmou Fernanda.

    Segundo o casal, a vida no motoclube vai além dos encontros em eventos. O grupo realiza reuniões periódicas, organiza viagens e atua como uma verdadeira família, com cada integrante cumprindo funções na logística do festival. “A gente planeja o ano todo para estar aqui. Temos nosso espaço, nossas rotinas e uma convivência que fortalece laços. Hoje é um marco dessa nossa trajetória de amantes do motociclismo”, celebra Beto.

    Sobre o Capital Moto Week 2025De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
  • Capital Inicial levanta público com 25 anos do Acústico MTV no Capital Moto Week

    Capital Inicial levanta público com 25 anos do Acústico MTV no Capital Moto Week

    Show da banda brasiliense levou milhares de fãs à Cidade da Moto e o público fez bonito. Terceiro dia do festival ainda teve casamento, dezenas de shows e clima de festa

    (Foto:Divulgação CMW)

    s noites são todas iguais só mesmo na letra da música! Porque a terceira noite (26) do Capital Moto Week 2025 foi, literalmente, um marco e única. Com a arena completamente lotada, o festival bateu mais forte no coração dos fãs ao trazer para o palco principal o Capital Inicial em sua turnê comemorativa de 25 anos do lendário álbum “Acústico MTV”. O show, que era um dos mais aguardados da edição, superou todas as expectativas. O palco dessa celebração não poderia ser outro: Brasília, a cidade que viu a banda nascer, crescer e conquistar o país — e que agora a recebe novamente no maior festival de motos e rock da América Latina.

    Em 2022, a banda subiu nesse mesmo palco em um show apoteótico, que levou mais de 90 mil pessoas à arena principal e ostenta o recorde de público do CMW. A perfomance deste sábado (26) reviveu os grandes momentos do acústico que, no início dos anos 2000, devolveu o Capital Inicial ao topo da cena musical brasileira com hits como, ‘Natasha’, ‘Tudo Que Vai’ e ‘À Sua Maneira’. Canções que, até hoje, seguem entre as mais tocadas da banda nas plataformas de streaming e nas memórias afetivas de várias gerações.

    Um dos pontos altos foi ‘Primeiros Erros’. Quando Kiko Zambianchi introduziu os primeiros acordes do clássico, a galera se animou muito. “Estou cada vez mais convencido de que o show não acontece só aqui em cima”, revelou Dinho, enquanto milhares de vozes cantavam os versos da canção, num lindo espetáculo. Foi empolgação em todo o set: ‘Fátima’, ‘Música Urbana’, ‘Veraneio Vascaína’ e ‘Natasha’ também levantaram o público, que estava ensandecido. Tanto que, em determinado momento, o vocalista se ajoelhou fazendo reverência à plateia. 

    Aliás, a presença de palco do Dinho impressiona: é um frontman na melhor concepção do termo. Interagiu com o público, chamou todos a participarem e até ganhou presentes. “A gente está muito feliz de estar aqui de novo, é nossa terceira vez no Capital Moto Week! Obrigado pela maravilhosa recepção de sempre”, agradeceu o vocalista. Antes de ir embora, Dinho ainda cantou à capela, junto com o público, a música de Renato Russo ‘Por Enquanto’. Além do Capital Inicial, os brasilienses da banda Amazing, seguidos pelo som pesado da Trampa, aqueceram a multidão em frente ao palco principal com letras marcantes e muita atitude. 

    Os outros quatro palcos do festival também vibraram forte neste sábado. No Moto Bar Spaten, as bandas Zero10, The Reds, Birinaite, Lavi e o DJ Leo Machado garantiram a festa na balada do festival. Já o palco mais velho oeste, Rock Saloon Royal Enfield, recebeu os shows da The Fishes Band, Gigio Teixeira Country Revival e West Valmets. No palco Lady Bikers Sebrae, destaque para as apresentações da School of Rock e 127 BPMS. E, na Praça Pepsi, além da vibe contagiante da Edu Hessen Banda, Gedai & os ETs e do Bandokê com Banda Lâmina, o clima era de diversão, encontros marcantes e muita comida boa.

    Casamento fora do comum

    Em meio ao ronco dos motores e ao clima vibrante do CMW, o momento amor ficou por conta do casal Fernanda Ferreira (44) e Carlos Roberto (58), que celebrou neste sábado (26) sua união de 18 anos com uma cerimônia de casamento completa. Vestido branco, véu, bênção religiosa, chuva de arroz, bolo de andares e daminhas de quatro patas. Membros do HAYAS BSB e frequentadores assíduos do evento, o casal transformou o galpão do moto clube na Cidade da Moto em cenário romântico, com tapete e flores. A celebração reuniu 30 amigos e familiares e teve como trilha sonora o show do Capital Inicial, banda da qual Fernanda é fã. 

    Domingão de festa

    Com a energia lá em cima e um público cada vez mais engajado, a expectativa para este domingo (27) é alta. Quem sobe ao palco principal para encerrar a primeira semana do festival é Samuel Rosa, ex-vocalista do Skank, com um show que promete unir grandes sucessos da banda mineira com as novidades de sua carreira solo. E ainda há muitos quilômetros de adrenalina pela frente: o CMW segue até 2 de agosto com dezenas de atrações musicais, experiências únicas sobre duas rodas, atividades culturais, gastronomia, impacto social e tudo o que faz do Capital Moto Week o terceiro maior do gênero no planeta


    Sobre o Capital Moto Week 2025

    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Do lacre à passarela: Capital Moto Week promove desfile que reinventa a moda e empodera mulheres

    Do lacre à passarela: Capital Moto Week promove desfile que reinventa a moda e empodera mulheres

    Ação integra a Vila do Bem, programação inclusiva que acontece até 30 de julho, com atrações para bem-estar, cultura e oficinas profissionalizantes

    (Foto:Divulgação CMW)

    Como parte da programação social do Capital Moto Week, a arena de shows do festival se transformou em passarela. Nesta segunda-feira (30), um desfile de moda roubou a cena na Vila do Bem ao celebrar o empoderamento feminino e a inclusão social. As modelos, com idade entre 8 e 80 anos, foram 45 moradoras da Cidade Estrutural (DF). O desfile foi promovido por meio do projeto “Encoraja Elas”, que apoia mulheres em vulnerabilidade, reforçando seu protagonismo com coragem e estilo. A programação da Vila do Bem segue até quarta-feira (30) com entrada gratuita, mediante retirada de ingresso na Bilheteria Digital. 

    “As mulheres não precisam entrar em nenhum estereótipo, não precisam estar na moda que é imposta. Ela pode ser do jeito que gosta, sem ter medo de julgamento. Esse é o nosso propósito”, afirmou Suzete Avelino, diretora do Moto Jus MC Brasília, que organizou o desfile. Segundo ela, nesta edição, por se tratar de um assunto de encorajamento e estruturação, o MC buscou conectar mulheres que não integram programas específicos de ONGs, mas que necessitam de acolhimento e de se encontrar. 

    O impacto positivo foi amplificado por parcerias estratégicas: as modelos foram maquiadas pela palestrante e mentora Yara Prado, o brechó Peça Rara doou 70 peças de roupas, que ficaram como presente para as participantes. A ação se estendeu com a doação de 50 kits de higiene bucal e 40 kits de higiene pessoal, além da roda de conversa sobre segurança pública, conduzida pela Polícia Militar do Distrito Federal, que informou sobre o apoio da Casa da Mulher Brasileira e o Programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid).

    A sustentabilidade e o empoderamento feminino ecoaram também no Lady Bikers Sebrae. No dia 25, produtos de crochê e bordados da Cia do Lacre e Rosa foram as atrações. No mesmo dia, o espaço promoveu um desfile de moda sustentável assinado pela Federação Habitacional do Sol Nascente (FEHSOLNA), que contou com as modelos:  Juliana Jacinto, Yara Prado, Duda Roque, Pietra, Joana, Thamires, Ayla, Isa, Diana, Amanda e Dila Correia. As peças, assinadas pelo estilista César Correia são produzidas em couro ecológico e jeans. 

    Vila do Bem: um coração pulsante de cidadania

    De 28 a 30 de julho, o Capital Moto Week reforça seu compromisso com a responsabilidade social com a Vila do Bem, que vai acolher mais de 50 instituições e projetos sociais do Distrito Federal, especialmente crianças, adolescentes e famílias em situação de vulnerabilidade. A programação inclui corte de cabelo, vacinação, oficinas de primeiros socorros, atendimento psicológico, emissão de documentos, além de apresentações artísticas, oficinas de grafite e um espaço voltado à inclusão de crianças neuro divergentes. A entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso na Bilheteria Digital, com horário de funcionamento das 10h às 22h20. 

    Entre os destaques de 2025 estão o Cinema ao Ar Livre com sessões diárias em telão de 500 polegadas e cursos gratuitos de Operador de Drone e Sustentabilidade em Eventos. Mais do que uma programação oficial, a Vila do Bem representa o compromisso do Capital Moto Week com a comunidade, reunindo parceiros como Sest, Senat, Detran-DF, Secretaria da Mulher, Na Hora, Instituto Barba na Rua, Programando o Futuro, SLU e diversos embaixadores. Juliana Jacinto, CEO do CWM, explica que a Vila do Bem já faz parte da identidade do festival: “A união do entretenimento com a responsabilidade social cria acesso a serviços fundamentais com impactos para centenas de famílias, principalmente de comunidades mais carentes”. 

    Sobre o Capital Moto Week 2025

    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Capital Moto Week prepara Passeio Motociclístico Oficial e encerra festival em grande estilo

    Capital Moto Week prepara Passeio Motociclístico Oficial e encerra festival em grande estilo

    (Foto:Divulgação CMW)

    Tradicional comboio sai da Cidade da Moto e transforma os pontos turísticos da capital em passarela da paixão sobre duas rodas. Confira o percurso

    Chegou a hora de transformar os asfaltos de Brasília, em passarela! Sob duas ou três rodas, o maior festival de rock e motos da América Latina reunirá milhares de condutores e garupas neste sábado (2). O tradicional comboio do Passeio Motociclístico Oficial do do Capital Moto Week vai atravessar as avenidas brasilienses para coroar os 10 dias do festival. Em 2024, o passeio reuniu mais de 35 mil pilotos, tornando-se o maior do mundo em número de participantes. A concentração acontecerá às 15h30, na avenida principal da Cidade da Moto, com saída às 16h. 

    Para Pedro Franco, CEO do festival, o passeio celebra a cultura motociclista e os traços de Brasília. “Estamos na reta final de uma edição surpreendente e, neste sábado, vamos escrever mais um capítulo dessa história. Com a energia e um céu que só Brasília e o Capital Moto Week podem oferecer”, convida o organizador. “É um momento de união, de adrenalina e de contemplação, tudo em um só percurso”, acrescenta Franco.

    O circuito, que começa na Avenida Principal do complexo Moto Week, totaliza 50 km. Da Granja do Torto ao Jardim Botânico, os motociclistas passarão pelos principais pontos turísticos da capital, com famosos traços arquitetônicos, clima agradável, céu azul e tons de laranja, iluminado pelo pôr do sol candango. O comboio sairá do Parque de Exposições da Granja do Torto às 16h. De acordo com a organização, qualquer pessoa em moto ou triciclo pode participar do Passeio Motociclístico, seja saindo diretamente do complexo ou se juntando ao comboio ao longo do percurso.

    Percurso

    Às 15h, na arena do palco principal do CMW, o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar passará instruções de segurança aos participantes. A concentração acontecerá às 15h30, na avenida principal da Cidade da Moto. O comboio sairá do Parque de Exposições às 16h. As pistas serão fechadas para a circulação acontecer com mais tranquilidade. O BPTRAN/DF, DETRAN/DF, DER, Corpo de Bombeiros e a SAMU acompanharão a rota por via terrestre e aérea. Ambulâncias estarão à disposição para qualquer atendimento.

    O percurso começa na Granja do Torto, desce o Eixão Norte, entra no Eixo Monumental, no sentido EPIA, faz o retorno na Praça do Buriti e desce em direção à Esplanada dos Ministérios. Na sequência, o comboio atravessa a Ponte JK, sobe até o balão do Jardim Botânico, faz o retorno e desce em direção à Ponte JK. O retorno ao Parque de Exposições Granja do Torto será feito pela via L4 Norte.

  • De banho quente a cinema ao ar livre, Vila do Bem transforma o Capital Moto Week em festival de inclusão

    De banho quente a cinema ao ar livre, Vila do Bem transforma o Capital Moto Week em festival de inclusão

    (Foto:Divulgação CMW)

    Com programação recheada, iniciativa recebeu 2 mil crianças, adolescentes, mulheres e idosos, mostrando o lado humano do maior festival de moto e rock da América Latina

    Como braço social do Capital Moto Week, a Vila do Bem é um centro vibrante de esperança e oportunidade que, na edição de 2025, acolheu 2 mil crianças, adolescentes, mulheres e idosos em situação de vulnerabilidade de braços abertos com infinidade de serviços gratuitos. Em três dias intensos, a arena principal do festival se transformou em espaço de cuidado e acolhimento. Nesta quarta-feira (30), último dia da programação da Vila, a Fada Bela encantou centenas de crianças e adolescentes desde o camarote, aos atendimentos e atividades. 

    Logo na entrada, era possível ver o brilho nos olhos de quem chegava pela primeira vez, como a pequena Alice, de 10 anos, do Instituto Mãos Solidárias, da Cidade Estrutural. “Aqui é muito grande e lindo! O passeio está sendo muito legal!”, contou, antes de correr para os brinquedos com as amigas. A magia foi garantida por quem se dedicou a virar personagem para arrancar sorrisos. “Saber que vão guardar na memória esse dia para sempre é indescritível. Quando me vesti de Chiquinha do Chaves, até os adultos se emocionaram. Essa conexão afetiva atravessa gerações”, contou a apresentadora Cami Abreu, que estava vestida de Senhor Cabeça de Batata.

    Neste ano, 50 instituições e projetos sociais foram atendidos, além da comunidade em geral. À frente da iniciativa, a CEO do Capital Moto Week, Juliana Jacinto, comenta a Vila do Bem com o coração aberto: “É aqui que mora o coração do festival. A Vila do Bem alimenta a nossa alma. Claro que queremos entregar os melhores shows, a melhor estrutura, as melhores memórias afetivas. Mas o nosso verdadeiro propósito está nesse legado social. Aqui o que nos move é receber pessoas da periferia, criar experiências e fazer com que elas se sintam pertencentes”.

    Promoção da cidadania e da alegria

    O impacto foi imediato, a exemplo do tão procurado ônibus do banho, oferecido pelo Instituto Barba na Rua. Para Rogério Barba, embaixador da Vila do Bem e fundador do Barba na Rua, a conexão com o CMW é visceral: “É um festival de moto, rock, mas também de humanidade! Na Vila do Bem a gente entrega amor e cuidado. As pessoas recebem banho, vacina, corte de cabelo, atualizam e emitem documentos – tudo que precisam para viver com mais dignidade”, declarou. A Vila do Bem ofereceu desde exames de saúde, multivacinação e atendimento odontológico até serviços de cidadania, como solicitação de seguro-desemprego e consultoria jurídica: o foco estava em atender a comunidade com serviços essenciais.

    Novidade na Vila do Bem, a Banda dos Fuzileiros Navais de Brasília cativou o público jovem com um repertório especial, que incluiu Ô Sol, Fico Assim Sem Você, Trem Bala, Meu Abrigo e Superfantástico, interpretadas por uma vocalista fuzileira naval e acompanhadas por oito músicos. “Tentamos cativar esse público como fazemos em escolas e nas missões da Marinha”, explicou o Comandante Marcos Vinícius Braga. O Instituto Team Ventura, que oferece aulas de MMA no Itapoã, testemunhou: “Ver essa estrutura toda para as crianças é incrível. Elas levam daqui vivência e pertencimento. A cultura aproxima, ensina e inspira”, disse Josiel Golarte.

    Cinema, parque de diversões e passarela

    As famílias que passaram pela Vila também experimentaram momentos únicos, como sessões gratuitas de cinema ao ar livre com audiodescrição, oficinas de grafite e reciclagem, além de shows e espaço dedicado à infância neurodivergente. Para as crianças, o Moto Kids ofereceu atividades lúdicas e brinquedos como roda-gigante, tirolesa e uma pista de mini-motocross. Já o Clubinho Honda, trouxe lições de segurança no trânsito e cidadania, enquanto o “Espaço Psicomotor e Inclusão” ofereceu apoio para crianças neuro divergentes e suas famílias.

    Desfiles de moda também roubaram a cena na Vila do Bem. Na segunda-feira (28), as modelos foram 45 moradoras da Cidade Estrutural (DF), com idade entre 8 e 80 anos. O desfile foi promovido por meio do projeto “Encoraja Elas”, que reforça o protagonismo das mulheres com coragem e estilo. Já na terça (29) e quarta (30), foi a vez do desfile de moda sustentável da Cia do lacre e pelo FEHSOLNA, respectivamente. A Vila do Bem também olhou para o futuro, com cursos profissionalizantes gratuitos de Operador de Drone e Sustentabilidade em Eventos para 50 pessoas. Concorrida também foi a oficina de tranças por Karina Félix, que faz a cabeça das mulheres no festival. 

    O Capital Moto Week, em nome da Vila do Bem e das 2 mil pessoas beneficiadas, agradece aos parceiros: Sest, Senat, Senac, SECONCI/DF, Na Hora, Cruz Vermelha, Cia do Lacre, Instituto Barba na Rua, Programando o Futuro, Novacap, SLU, CEB, CAESB, WS Studio, Detran-DF, Secretaria de Estado da Mulher/DF, Superintendência Regional do Trabalho/DF, Defensoria Pública/DF; Embaixadas da República Dominicana, Líbano e Grécia; Dr. Artur Gimenes Viegas, Fernando Elom (@elom.ceilandia), Karina Felix @Coisas de Preta, contadora Nyedja Gennari, Quadrilha Junina Si Bobiá a Gente Pimba, Heróis de Moto, Divas sobre Rodas; além dos parceiros Moto Kids: BRB, Podium e Claro. 

    Sobre o Capital Moto Week 2025

    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Capital Moto Week abre segundo final de semana com shows de Angra e Lobão 

    Capital Moto Week abre segundo final de semana com shows de Angra e Lobão 

    (Foto:Divulgação CMW)

    Artistas comandam noite animada com muito rock, homenagem à Ozzy Osbourn e até gravação de filme na retomada da programação musical após Vila do Bem

    Após três dias dedicados a ações sociais na Vila do Bem, a arena principal do Capital Moto Week voltou a vibrar ao som enérgico do rock. Nesta quinta-feira (31), os palcos foram tomados por Lobão, em sua turnê Power Trio, e pela banda Angra, celebrando os 20 anos do clássico Temple of Shadows. A retomada da programação musical foi marcada por shows históricos, homenagens e até gravação de um filme. O final de semana ainda promete grandes shows, com a presença dos canadenses MAGIC!, Cidade Negra (1) Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Junior e Detonautas.

    Em Power Trio, uma das formações mais icônicas da história do rock, Lobão fez um mergulho em seus mais de 40 anos de carreira com repertório que cruzou gerações. Autêntico, provocador e visceral, ele entregou o que prometeu: um show direto e emblemático, como manda a cartilha do rock’n’roll. Acompanhado por Guto Passos (baixo) e Willian Paiva (bateria), tocou algumas de suas canções mais famosas: ‘Corações Psicodélicos’, ‘Vida Bandida’ e o clássico gravado por Cazuza e Ney Matogrosso, ‘Vida Louca Vida’. ‘Me Chama’ foi um espetáculo à parte, com o público cantando a pleno pulmões a música inteira.

    E não faltou rock no setlist, com pitadas inusitadas. Sem se esconder entre suas guitarras, ele sacou uma viola para fazer músicas improváveis, entre elas ‘Disparada’ de Geraldo Vandre e eternizada na voz de Jair Rodrigues. O show ainda teve ‘Trem Azul’, de Lô Borges, ‘Eu Sei’, da Legião Urbana e  ‘Até Quando Esperar’ da Plebe Rude. Lobão revelou que adora tocar em festivais como o Capital Moto Week, pela relação intrínseca entre motos e rock: “Minhas músicas tem muito a ver com moto, pois são estradeiras, são além do horizonte e eu vejo a rapaziada chegando em grupo de motociclistas e dá uma vibe muito especial para o show”.

    Na sequência, foi a vez do Angra brilhar. A banda, que coleciona fãs por todo o mundo, está no auge de sua turnê Temple of Shadows 20th Anniversary Tour – Interlude. A apresentação trouxe diversas músicas do clássico álbum, como ‘Spread Your Fire’, ‘Angels and Demons’, ‘Waiting Silence’, ‘Wishing Well’, ‘No Pain For Dead’ e ‘Late Redemption’. Mas não poderiam ficar de fora outros sucessos consagrados: ‘Angels Cry’, ‘Carry On’ e ‘Nova Era’, por exemplo. 

    O maior palco do Centro-Oeste também virou cenário de um filme. Amigo da banda, o ator e cantor, Alirio Netto, está gravando um filme e aproveitou a apresentação e a animação do público para gravar cenas da película. O guitarrista Rafael Bittencourt convidou o público a participar gritando pelo nome da personagem, Sebastian. Quando entrou em cena, o ator cantou  com a banda o hit ‘Rebirth’, levando todos à loucura. A julgar pelo que foi visto na Cidade da Moto, é um forte candidato ao Oscar de melhor trilha sonora, pelo menos. 

    Outro ponto alto foi uma homenagem a um dos expoentes do metal e da música no mundo, Ozzy Osbourne, que faleceu recentemente. “Sem ele nenhum de nós estaria aqui curtindo heavy metal”, lembrou Bittencourt. A “singela homenagem”, como frisou o guitarrista, foi uma versão enérgica do clássico  ‘No More Tears’, que fez o público vibrar muito e cantar alto.  O reencontro teve um gostinho de despedida, pois Angra vai dar uma pausa indeterminada na carreira e o show foi parte das últimas datas antes do hiato. Isso tornou a noite ainda mais especial para os fãs do grupo, que lotaram a arena e celebraram cada acorde em uníssono.

    Nos demais palcos do CMW, a música seguiu firme. O Rock Saloon Royal Enfield teve shows das bandas OldPlay, Allycats e Old Chevy. No Moto Bar Spaten, Bando dos Velhos Novos, Macacos Hidráulicos e 4Rock comandaram o som. A Praça Pepsi contou com Renato Paiva em tributo a Elvis Presley, além do já tradicional Bandokê com Banda Lâmina.

    Ainda restam dois dias de festival e eles prometem ser inesquecíveis. Nesta sexta-feira (1), a Cidade da Moto recebe a banda canadense Magic!, conhecida pelos hits ‘Rude’ e ‘No Way No’, além da lendária Cidade Negra, com seu reggae pop que marcou gerações. No sábado (2), o encerramento do Capital Moto Week 2025 será com chave de ouro: Detonautas e Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. prometem levar a arena à última grande catarse deste ano histórico do CMW.

    Sobre o Capital Moto Week 2025

    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Capital Moto Week tem noite mágica de reggae, pop e muito rock 

    Capital Moto Week tem noite mágica de reggae, pop e muito rock 

    MAGIC! e Cidade Negra agitaram a noite de sexta. Sábado tem Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr, Detonautas e o maior passeio motociclístico do mundo

    (Foto:Divulgação CMW)

    Uma grande festa. Foi esse o espírito do penúltimo dia do Capital Moto Week, que viveu nesta sexta-feira (1), uma daquelas noites para entrar na história e no coração do público. Ao som contagiante do pop reggae da banda canadense MAGIC! e da energia marcante do Cidade Negra, o maior festival de motos e rock da América Latina foi dominado por boas vibrações e multidão animada. Só um festival que proporciona encontros e reencontros para trazer ao mesmo palco o rock, o reggae e o pop, tudo junto e misturado. E ainda tem mais: o último dia reserva (2) grandes emoções com Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr., Detonautas e o maior passeio motociclístico do mundo.

    Quem abriu a noite foi o trio Mensana, que desponta como um dos mais promissores do reggae brasileiro. Com sonoridade contemporânea e letras espiritualizadas, aqueceu a arena com faixas autorais do álbum ‘Desejo Paz’, mostrando por que soma mais de 20 milhões nos streamings. Na sequência, o Cidade Negra subiu ao palco principal do Capital Moto Week pela primeira vez. Com Toni Garrido nos vocais e Bino Farias no baixo, o grupo fez um show consciente e recheado de clássicos do disco Sobre ‘Todas as Forças’, que completou 30 anos. 

    (Foto:Divulgação CMW)

    ‘A Sombra da Maldade’ e ‘Onde Você Mora’ roubaram a cena, com a participação empolgada da plateia que pulava, acompanhava com palmas o ritmo da música e, em coro, acompanhou a banda em um espetáculo bonito de se ver. Músicas como ‘Querem meu sangue’, ‘Pensamento’ e ‘Mucama’ também estiveram no set, bem como clássicos de outros discos, como ‘Firmamento’, ‘O Erê’, ‘A Flecha e o Vulcão’ e ‘A Estrada’. “Sou motociclista, esse festival é meu também”, declarou Toni Garrido. “Essa comunidade maravilhosa de quem ama a moto e a velocidade, como veículo, como beleza, como arte… e o reggae está junto”, destacou. 

    (Foto:Divulgação CMW)

    “Quem vem ao Capital Moto Week tem que estar preparado e sensível para dar amor, que é para isso que existe festival, para a gente poder se encontrar e se abraçar”, afirmou o vocalista Toni Garrido. Nesse clima de encontros e abraços, o cantor convidou ao palco uma atração mais que especial: o vocalista da banda MAGIC!, Nasri Atweh. Juntos, cantaram ‘Is this Love’, de Bob Marley & The Wailers, e levaram o público a um momento de confraternização, onde reggae, culturas e motociclistas se encontraram no mesmo ritmo.

    A tão aguardada apresentação do MAGIC! também sacudiu a Cidade da Moto. E o show foi tão divertido, que a espera não foi à toa. Eles trouxeram sua mistura vibrante de reggae e pop. Com hits ‘No Way No’, ‘I’m Rich’ e ‘Good Feeling About You’, eles celebraram uma relação antiga e afetuosa com os fãs brasileiros. Já é a quinta vez que estão em turnê em terras tupiniquins.

    Aliás, a banda é canadense só no papel, pois na prática, já tem a alma brasileira. Eles adoram o país, as pessoas, a comida e a música. E essa longa relação de amor ficou clara durante todo o show. Não somente pela bandeira do Brasil no pescoço que o acompanhou por boa parte do show. Muito além disso, o set list incluiu a música ‘Pra Sempre (Falei)’, que Nasri gravou em português com a dupla Maiara & Maraísa. Sozinho no palco com seu violão, ele ensinou a plateia a cantar o refrão e,  rapidamente, milhares de vozes o acompanhavam. E não foi só isso. Na música ‘Expectations’, a Rainha de Bateria da Acadêmicos da Asa Norte, Gil Santos, foi convidada a entrar no palco para sambar. Nasri se juntou a ela e arriscou uns passos de samba. 

    (Foto:Divulgação CMW)

    Como se não bastasse, ele ainda cantou à capela ‘Pense em Mim’, de Leandro e Leonardo. E o público cantou junto em um bonito e raro (e talvez inédito e único) momento na Cidade da Moto em que o rock abriu espaço para o sertanejo. Impressionado, o vocalista arriscou em um bom português: “Obrigado Capital Moto Week,  muito obrigado Brasília! Vocês são bonitos!”. O bis ainda teve o que o público mais quis ver: o clássico da banda ‘Rude’. O som realmente levantou o público e encerrou o show. No palco, Nasri Atweh, Mark Pelli e Ben Spivak manifestaram o desejo de voltar. Que seja logo para mais shows incríveis como esse. 

    Um sábado agitado
    Depois de nove dias de shows, experiências e impacto social, o Capital Moto Week se despede neste sábado (2) com o tradicional Passeio Motociclístico Oficial, o maior do mundo a céu aberto. Em 2024, mais de 35 mil motociclistas participaram da volta e a expectativa é superar esse número. A concentração será às 15h30 na arena da Cidade da Moto, com saída do comboio às 16h. O percurso de 50 km passará pelos principais cartões-postais de Brasília, como a Esplanada dos Ministérios, Ponte JK e Jardim Botânico, sob o céu laranja do pôr do sol.

    “Estamos na reta final de uma edição surpreendente e, neste sábado, vamos escrever mais um capítulo dessa história. É um momento de união, de adrenalina e de contemplação, tudo em um só percurso”, afirma o CEO do festival, Pedro Franco. Com suporte do BPTRAN, DETRAN, DER, Bombeiros e SAMU, o comboio será acompanhado por vias terrestres e aéreas. 

    Porém, a festa não termina aí. À noite, o encerramento promete ser catártico. A arena principal recebe dois shows pesados e muito aguardados: Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas. Além de seus shows individuais, os sets terão participação mútua entre as bandas. Será o último ato de uma edição inesquecível e surpreendente. 

    Sobre o Capital Moto Week 2025
    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Amor e patas sobre duas rodas: Capital Moto Week recebes pets e incentiva adoção responsável

    Amor e patas sobre duas rodas: Capital Moto Week recebes pets e incentiva adoção responsável

    Pet Friendly, maior festival de motos e rock da América Latina promove desfile para apoiar adoção de animais resgatados

    (Foto:Divulgação CMW)

    Entre o ronco dos motores e a vibração das caixas de som, pequenos latidos e rabinhos abanando chamam a atenção no Capital Moto Week, que, durante 10 dias, se torna também lar e aconchego para as centenas de animais que passam pelo festival, até 2 de agosto. Mais do que pet friendly, o maior festival de motos e rock da América Latina é um espaço para compartilhar amor e cuidado entre humanos e animais.

    Se tem alguém que carrega histórias e amor de sobra na bagagem é Kleber Lopes, de 66 anos. Vindo de Volta Redonda (RJ), ele já cruzou o país de ponta a ponta, sempre com suas companheiras inseparáveis: Kamilla, Bellinha e a recém-chegada à família, Cristal, que foi adotada de um lar em que sofria maus-tratos. São três cadelinhas estilosas e bem equipadas que o acompanham fielmente em cada aventura. “Foram mais de 260 mil Km rodados com elas. A gente já passou por tudo quanto é canto. Eu fui em todos os eventos dos últimos 13 anos e esta é nossa 5ª vez no Moto Week”, conta, orgulhoso.

    As viagens começaram em uma Honda XRE e hoje seguem em uma NC 750. As cadelinhas viajam sempre seguras e amarradas nas casinhas instaladas na moto, com o carinho e a responsabilidade que marcam a jornada do Kleber. A rotina do quarteto sob duas rodas é compartilhada no Instagram e no Youtube (@Cadelamotociclista).

    “Essas meninas mudaram minha vida. E eu, a delas”, resume o motociclista, com a simplicidade de quem entende o valor de um lar, mesmo que seja sobre rodas. A história de Kleber é um exemplo da conexão que pode nascer entre humanos e animais. E reforça a importância de abrir o coração para a adoção responsável, atitude que o CMW incentiva, criando momentos para unir potenciais tutores com animais à espera de um lar.

    (Foto:Divulgação CMW)

    Adoção responsável: um gesto de amor
    A médica veterinária Laís Velloso integra a equipe responsável por viabilizar o Desfile Pet, que faz parte da programação do CMW como um momento de interação e conscientização sobre adoção responsável. Cachorros resgatados ganham destaque e olhares carinhosos enquanto esperam por um novo lar: “Acreditamos muito nesse espaço de convivência. O Capital Moto Week é um festival que acolhe os animais e essa é uma oportunidade de mudar a vida deles. Queremos mostrar como são lindos e dóceis, e o quanto precisam de uma família”, afirma.

    Ao todo, nove cães participaram do desfile. Eles fazem parte do grupo de 130 animais resgatados de uma casa com condições insalubres, como explica Mayara Veloso, médica veterinária e coordenadora da Gerência de Vigilância Ambiental em Zoonoses do DF. “Esses animais vieram de um caso gravíssimo de saúde pública”, relembra Mayara, com a serenidade de quem transformou a dor em ação. “Nós recolhemos, tratamos, castramos, vacinamos, socializamos, agorea eles estão prontos para um novo lar”.

    (Foto:Divulgação CMW)

    Dos 130 cães resgatados, restam 30 à espera de adoção. Entre eles, as cadelinhas Ginger, Dolores e Candy, e o filhote caramelo Pietro, de apenas 9 meses. Em comum, o perfil brincalhão, os hábitos carinhosos e o desejo de serem acolhidos e amados. “A gente entrevista cada candidato, avalia se tem condições para adotar e oferecer qualidade de vida para o cão. É um processo cuidadoso pensando nos bichinhos e futuros tutores”, reforça Mayara. Os interessados pela adoção podem conhecer estes e outros animais pelo Instagram @amigosdazoonoses, onde são divulgadas fotos, comportamentos e perfis ideais.

    Sobre o Capital Moto Week 2025
    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Da Amazônia à Cidade da Moto: a jornada de fé, estrada e superação até o Capital Moto Week

    Da Amazônia à Cidade da Moto: a jornada de fé, estrada e superação até o Capital Moto Week

    Missionários cruzam rios, desertos, lutos e milagres, tudo para viver o maior festival de moto e rock da América Latina. No CMW, a estrada é missão, recomeço e reencontro

    (Foto:Divulgação CMW)

    Israel Ribeiro (59) embarcou sua moto num barco por quatro dias, cruzou rios, enfrentou uma pane mecânica no caminho e chegou de ônibus a Brasília — tudo para viver o Capital Moto Week, maior festival de moto e rock da América Latina. Sua história se soma às de milhares de motociclistas que transformam a estrada em missão e reencontro. Como ponto de chegada, a Cidade da Moto é um palco de histórias que começam bem longe. Do coração da Amazônia ao cerrado, motociclistas enfrentam desafios, despedidas e travessias improváveis movidos por algo que vai além da paixão pelas duas rodas: a fé e a irmandade.

    Foi essa motivação que levou Israel Ribeiro, militar da reserva e presidente dos Águias de Cristo em Manaus (AM), a embarcar sua moto em um barco que desceu os rios Amazonas e Madeira por quatro dias, até Porto Velho. De lá, seguiria por terra até Brasília. Mas o trajeto não saiu como o planejado: a moto quebrou em Aragarças (GO), e ele precisou terminar o percurso de ônibus. “Não cheguei com a moto, mas cheguei com a missão no coração. A estrada sempre tem surpresas. Às vezes ela quebra a moto, mas fortalece a gente”, conta Israel.

    Mesmo sem sua companheira de viagem, ele foi recebido com festa pelos membros do moto clube Águias de Cristo e passou a circular pelo festival montado no “Motoboi”, uma Twister 2005 customizada com couro e chifres, mascote do grupo. “A gente chama atenção com a moto customizada. E toda atenção pode virar uma conversa, um sorriso, uma oração. A evangelização acontece nos encontros mais improváveis”, afirma o amazonense.

    Com 25 anos de estrada, o Águias de Cristo MC reúne integrantes em praticamente todos os estados brasileiros e em países como Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia e Estados Unidos. Só nesta edição, 800 motociclistas devem passar pelo acampamento Águias de Cristo no Capital Moto Week — cada um com uma história que reafirma que a estrada pode ser sagrada. De Cabo Frio (RJ), o casal Flávio Beltrão (59) e a esposa rodaram 1.319 km em 17 horas sem parar para dormir. 

    “A missão começa antes da chegada. Tem gente com tudo em casa, mas sem vontade de viver. Queremos mostrar que recomeçar é um ato de fé”, diz Flávio. Para aguentar o ritmo, os dois fizeram caminhada, mudaram a alimentação e usaram o comunicador de capacete para conversar e rir. Já João Gonçalves (68) rodou pela primeira vez sem a esposa, que faleceu há pouco mais de um ano. Foram 48 anos de parceria e mais de 45 viagens de moto. “Ela amava a estrada. É por ela que sigo. Quase desisti, mas vim”, afirmou João, saudoso.

    Onde a fé encontra a estrada
    O acolhimento é parte essencial da experiência do Águias de Cristo MC no festival. Kennedy Dornelas (50), presidente do MC em Brasília, comanda o acampamento que recebe mais de 800 pessoas durante o festival. A estrutura oferece alimentação, oração, cultos e apoio emocional. “Tem gente que não teria onde ficar. A gente abre as portas. A fé é prática”, resume. Todos os dias, às 9h e às 19h30, no espaço deles há cultos com música, louvor e mensagens inspiradoras. “É onde a estrada vira altar e cada abraço é uma chance de espalhar esperança”, completa Kennedy.