Terminal tem telas espalhadas para que viajantes possam assistir partidas. Há opções nas áreas restrita e pública
Viajantes de passagem por Brasília têm a oportunidade de assistir aos jogos da Copa do Mundo no aeroporto. Estabelecimentos comerciais do terminal, salas VIP, praça Pick-up e a praça de serviços transmitem as partidas – há opções tanto na área restrita como nas áreas públicas.
Confira os locais
Área pública
Na Praça Pick Up os jogos são transmitidos no Living Heineken e no Bar Brasília. Dentro do terminal aéreo, o T.G.I. Fridays, o Bar Colorado e a Vila Cinco são opções aos passageiros. A Inframerica também disponibilizou um telão na Praça de Serviços.
Sala de embarque
Quem preferir assistir aos jogos mais perto do portão de embarque pode optar por uma das Salas VIP do Aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek.
São quatro salas domésticas: uma exclusiva para clientes do Banco de Brasília – BRB – e uma na sala de embarque internacional.
Os restaurantes Living HNK, Bar Stella Artois, Hot Dog Club e Madero são outras opções com televisores.
Torre de controle verde e amarela
Torre de controle verde e amarela no Aeroporto de Brasília. — Foto: Divulgação/Inframerica
Uma novidade é que a torre de controle do Aeroporto de Brasília está iluminada com as cores do Brasil. A partir das 18h é possível enxergar os tons verde e amarelo projetados.
Regra vale a partir desta sexta-feira (25), por determinação da Anvisa. Obrigatoriedade não estava mais em vigor desde 17 de agosto
A partir desta sexta-feira (25), o uso de máscara facial é obrigatório no Aeroporto Internacional de Brasília. A determinação é da da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Na última terça (22), a Anvisa decidiu que o uso de máscaras em aviões e aeroportos seria novamente obrigatório no Brasil, por causa do aumento no número de casos de Covid-19.
A obrigatoriedade esteve em vigor entre 2020 e 17 agosto de 2022, quando a Anvisa decidiu abolir a exigência. Em votação unânime, os diretores justificaram que o cenário da pandemia permitiu que o uso compulsório fosse convertido em uma medida de proteção individual recomendada, mas não imposta aos viajantes.
Agora, o retorno do uso do acessório foi aprovado pela maioria dos diretores do órgão. A Anvisa considerou que o atual cenário epidemiológico da Covid-19 e o surgimento as novas variantes do vírus “requerem novas medidas de prevenção para evitar a proliferação da doença“.
De acordo com a Inframerica, para embarcar nas aeronaves o uso de máscara é obrigatório. No entanto, nas áreas de circulação pública – onde ficam os check-ins, e no saguão de desembarque – o uso é facultativo.
Covid-19 no DF
Nesta quinta-feira (24), o Distrito Federal registrou 563 novos casos conhecidos de Covid-19. Em 24 horas, a taxa de transmissão passou de 1,67 para 1,80 (veja crescimento do índice de contaminação abaixo).
Quando maior do que 1, a taxa indica aumento do contágio. O número atual indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 180, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Taxa de transmissão da Covid-19 no DF
Veja a variação da taxa de transmissão de Covid-19 no DF, em novembro:
Anvisa retomou a obrigatoriedade do uso da proteção facial nesses ambientes em meio à alta dos casos de Covid-19 nas últimas semanas
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu na noite da terça-feira (22) determinar que o uso de máscaras em aviões e aeroportos seja novamente obrigatório no Brasil.
A exigência volta a ser aplicada pouco mais de 3 meses após ser derrubada pelos diretores. A adoção não é imediata e prevê um tempo de adaptação: a medida começa a valer na sexta-feira (25).
A obrigatoriedade esteve em vigor entre 2020 e 17 agosto de 2022. Quando decidiu abolir a exigência em votação unânime, os diretores justificaram que o cenário da pandemia permitiu que o uso compulsório fosse convertido em uma medida de proteção individual recomendada, mas não imposta aos viajantes.
Foto: Divulgação
Agora, com a nova resolução aprovada nesta terça, considerando o aumento expressivo de casos da doença nas últimas semanas, a Anvisa determinou o seguinte:
O uso de máscaras passa a ser obrigatório tanto no interior dos terminais aeroportuários e aeronaves como em meios de transporte (como ônibus) e outros estabelecimentos localizados nessas áreas;
Essas máscaras devem estar ajustadas ao rosto, cobrindo o nariz, queixo e boca, minimizando espaços que permitam a entrada ou saída do ar e de gotículas respiratórias;
No interior das aeronaves e demais ambientes dos terminais (como praças de alimentação), somente será permitida a remoção da máscara para hidratação e alimentação;
A exceção para essa última regra fica para crianças com menos de 3 anos de idade, pessoas com transtorno do espectro autista,deficiência intelectual,deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado da proteção. Nesses casos o uso de mascáras não é obrigatório.
Antes, em maio deste ano, a Anvisa liberou o serviço de bordo em aeronaves. À época, o retorno do uso da capacidade máxima para transporte de passageiros também foi autorizado. Não houve mudança nestas determinações.
A nova norma, porém, PROÍBE as seguintes medidas:
O uso isolado do face shield (não acompanhado da utilização de uma máscara) nesses ambientes onde a proteção facial é obrigatória;
O uso de máscaras de acrílico ou de plástico;
O uso de máscaras que possuem válvulas de expiração (geralmente usadas na construção civil), incluindo as N95 e PFF2 desse modelo;
O uso de lenços, bandanas de pano ou qualquer outro material que não seja caracterizado como máscara de proteção de uso profissional ou de uso não profissional;
O uso de máscaras de proteção não profissionais confeccionadas com apenas uma camada de proteção.
Votaram a favor dessa nova resolução da Anvisa os diretores Alex Machado, Rômison Rodrigues Mota, Meiruze Sousa Freitas e o diretor-presidente, Antonio Barra Torres.
Relator da proposta, o diretor Daniel Pereira foi o único que votou contra a obrigatoriedade das máscaras. Ele assumiu o cargo de diretor na entidade em agosto após passagem no Ministério da Saúde, onde atuou como secretário-executivo da pasta, uma espécie de número 2 do ministro Marcelo Queiroga.
Foto: Divulgação
Autorização para vacinas bivalentes
Na mesma reunião, a agência autorizou o uso das vacinas da Pfizer que protegem contra a ômicron. Considerados de “segunda geração”, os imunizantes foram elaborados para oferecer proteção extra contra a ômicron e suas subvariantes.
Com o aval da Anvisa, o imunizante, a rigor, já pode ser usado no Brasil. O Ministério da Saúde ainda não informou se já abriu negociações junto à Pfizer para a compra das vacinas bivalentes.
A Pfizer havia solicitado autorização para que as duas vacinas bivalentes possam ser aplicadas no Brasil como dose de reforço na população acima de 12 anos. O imunizante será identificado pelo frasco com tampa de cor cinza.
De acordo com a empresa, as vacinas bivalentes mostraram um aumento substancial nos níveis de anticorpos neutralizantes contra as subvariantes em adultos após uma semana. A versão atualizada do imunizante contra a Covid-19 já foi aprovada na União Europeia e nos Estados Unidos.
No Brasil, o primeiro pedido foi enviado à Anvisa no dia 18 de agosto. A Pfizer solicitou o uso emergencial de uma vacina que, além da cepa original, também protege contra a subvariante ômicron BA.1. Em 30 de setembro, a farmacêutica entrou com um novo pedido de uso emergencial de outra versão que engloba as subvariantes BA.4/BA.5.
Serviço vai de 16 de dezembro a 31 de janeiro de 2023. São esperados cerca de 4 mil passageiros
A partir de dezembro, o Aeroporto de Brasília ganha mais três voos semanais para Orlando, nos Estados Unidos. O serviço vai funcionar durante a alta temporada de verão, entre 16 de dezembro e 31 de janeiro de 2023, por meio da companhia aérea Gol.
O trajeto será feito em um Boeing 737 MAX, com 176 lugares. São esperados cerca de 4 mil passageiros no período.
A duração do voo é de aproximadamente 8 horas. Eles vão partir de Brasília durante a noite e chegam na Florida
Os voos extras entre Brasília e a cidade da Flórida partem durante a noite e chegam aos Estados Unidos na manhã do dia seguinte. O retorno para o Distrito Federal será durante o dia (veja horários abaixo).
Em maio deste ano, a companhia voltou a atender a rota entre Brasília (BSB) e Orlando (MCO) com quatro voos semanais. Depois, aumentou para sete saídas, tornando o serviço diário. Com os voos extras, a Gol passa a ter 10 voos por semana entre as duas cidades.
Acidente aconteceu no lado argentino, mas o corpo foi encontrado perto de Foz do Iguaçu após mais de 24 horas de buscas
Um turista canadense morreu nesta terça-feira após cair nas Cataratas do Iguaçu. O acidente aconteceu quando a vítima tentava tirar uma selfie, no lado argentino. O corpo foi encontrado perto da cidade paranaense de Foz do Iguaçu após mais de 24 horas de buscas.
De acordo com a imprensa argentina, o canadense tinha 60 anos e estava hospedado em um hotel em Puerto Iguazú. O corpo dele foi localizado perto da ponte Tancredo Neves, que liga as cidades de Puerto Iguazú e Foz do Iguaçu.
A vítima foi encontrada funcionários de uma empresa que realiza passeios náuticos na região. Eles notificaram a Marinha.
O acidente aconteceu por volta das 11h deste segunda-feira. O canadense estava na passarela das Cataratas de Bosetti. Testemunhas relataram que ele teria subido no corrimão de proteção para tirar uma selfie, mas perdeu o equilíbrio e caiu.
Equipes argentinas de resgate iniciaram as buscas imediatamente, mas os trabalhos foram dificultados pelo grande fluxo de água nas Cataratas nos últimos dias. Chuvas intensas ocorrem na região desde a semana passada.
Na semana passada, a passarela das Cataratas do Iguaçu, no Paraná, chegou a ficar três dias interditada.
Na última quinta-feira foi registrado o segundo maior volume de água nas Cataratas em toda a história. Nesta data, a vazão chegou 16,5 milhões de litros de água por segundo, 11 vezes mais que a média anual, de 1,5 milhão.
GDF monta roteiro para turistas e, principalmente, para moradores que ainda exploram pouco a capital
Se você quer um parque arborizado para caminhar, correr ou pedalar, tem. Se a proposta é desbravar uma trilha no coração do cerrado e ser contemplado com um “tchibum” na cachoeira, opções não vão faltar. Tem até pôr do sol dourado e anoitecer multicolorido com vista privilegiada do Lago Paranoá ou do Eixo Monumental que corta a cidade.
Para o turista que chega ao Distrito Federal e para o morador que deseja explorar mais os cantos do quadradinho, a Secretaria de Turismo (Setur) preparou a Rota do Cerrado, um miniguia bilíngue com a seleção de 12 pontos turísticos que vão conectá-lo com a natureza – sem que, para isso, seja preciso se afastar muito do centro urbano de Brasília.
Há o Parque Nacional de Brasília, mais conhecido como Água Mineral; a Floresta Nacional (Flona), em Taguatinga; o Jardim Botânico, ideal para piqueniques e uma imersão na fauna e flora do cerrado; a cachoeira com trilha no Salto do Tororó; os parques da Cidade, na Asa Sul, e o Olhos d’Água, na Asa Norte; o clima de clube à beira lago no Parque das Garças, na península do Lago Norte; o Brasília Rural, do Viva Lago Oeste, da Torre de TV Digital e, logo ali em Goiás, a 2h30 do centro de Brasília, a Chapada dos Veadeiros.
O secretário-executivo de Turismo, Gustavo Assis, ressalta que a diversificação da oferta de passeios ecológicos gera entretenimento para quem passeia e emprego e renda para quem trabalha em torno desses empreendimentos. Segundo ele, a Rota do Cerrado indica alguns pontos e induz a outros tantos que merecem ser mais bem explorados.
“Brasília sempre se promoveu como a capital do turismo arquitetônico e administrativo, mas temos uma cidade viva, com vasta natureza a ser aproveitada – isso tem feito, inclusive, com que o brasiliense a entenda como local de apropriação”, afirma o gestor.
Com protetor solar na pele, garrafa d’água na mochila e disposição para essa conexão com a natureza, é a hora de se aventurar. A dica é consultar o horário de funcionamento dos locais visitados e pesquisar os meios de transporte mais acessíveis até o destino escolhido. E as opções são variadas.
No meio do Plano Piloto, na Asa Sul, está o Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, um dos maiores parques urbanos do mundo – e o maior da América Latina. São 420 hectares – o que corresponde a 4,2 milhões de m² – com infraestrutura de quadras poliesportivas, de tênis, de areia, além de pistas de corrida e ciclovias com percursos de 4 km, 6 km e 10 km. O espaço multiúso e democrático tem ainda uma academia a céu aberto, parque infantil, banheiros e áreas de churrasqueira, sendo o mais procurado da capital para a prática de esporte e lazer sem que, para isso, seja preciso desembolsar um centavo sequer.
Fora do Plano Piloto, na QL 12 do Lago Sul, está o Parque Asa Delta. Com um morro artificial construído na década de 1980, o local é utilizado para o aprendizado e a prática de voo livre, o que deu origem ao seu nome. Moradores da região costumam ir lá para passeios de bicicleta ou caminhadas, como o casal de advogados Inocência, 71 anos, e Francisco Mota, 80. “A poesia da água, o verde das árvores ou da grama fora da seca compõem com o céu azul e as sombras”, diz Inocência. “Tudo serve como fator de agregação para os moradores de Brasília”.
Cachoeira a 25 minutos do Plano Piloto
Cachoeira do Tororó – Foto: Divulgação
Brasília tá longe do mar, mas bem pertinho da água doce. Tanto no Lago Paranoá quanto nas piscinas naturais do Parque Nacional ou nas inúmeras cachoeiras espalhadas pelas regiões administrativas, a diversão refrescante, principalmente nos dias quentes da seca, é certa. Em algumas, a trilha exige certa atenção e cuidado, como o Salto do Tororó, entre São Sebastião e Santa Maria. A queda d’água e a água corrente compensam os cerca de 2 km de trilha íngreme – descida na chegada e subida na saída.
Por lá só se chega de carro e paga-se R$ 10 para estacionamento de veículos pequenos, R$ 15 de van e R$ 5 de moto. Vá preparado com roupas leves e tênis, um lanchinho fácil de comer e sunga, maiô ou biquíni para sentir a queda d’água que tem por lá. Em função da irregularidade do terreno e pedras no caminho, o percurso não é recomendado para pessoas com mobilidade comprometida.
Além de cachoeiras, é possível se refrescar em diversos pontos do Lago Paranoá em dias quentes. Independentemente do clima, pontos da orla, como ao lado da Ponte JK, são usados por atletas amadores e profissionais em dias de treino, faça chuva ou faça sol. SUP, wakesurf, canoagem, remo ou mesmo natação são alguns dos mais praticados.
Pôr do sol com e sem lago
Os pores do sol têm destaque no roteiro de Brasília. Para finalizar bem o dia, há pontos estratégicos e com infraestrutura para receber visitantes – alguns não estão oficialmente incluídos na Rota do Cerrado mas são igualmente recomendados para passeios ao ar livre. No gramadão da Praça do Cruzeiro, no meio do Eixo Monumental, a vista do sol se pondo atrai cada vez mais pessoas, muitas delas que fazem do ponto uma parada no caminho para casa.
Já a Ermida Dom Bosco, no parque ecológico de mesmo nome, no Lago Sul, é um dos pontos mais procurados para quem gosta de contemplar o entardecer com o pé na água – função que o Parque das Garças, no Lago Norte, também cumpre com maestria. O espaço, agora com guarita, banheiro e bebedouro, reúne famílias e é aberto a passeios com cachorros, desde que esses estejam presos na guia.
Coordenada pelo GDF Presente, equipe de rapel faz a limpeza anual de um dos pontos turísticos mais visitados de Brasília
O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou nesta quarta-feira (5) a lavagem externa dos vitrais da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, a Catedral de Brasília. Presos por cordas fixadas no alto da igreja, cinco rapelistas tiravam a sujeira das vidraças com esfregões, detergente desincrustante e uma mangueira de hidrojato. O trabalho segue nesta quinta-feira (6).
Coordenada pelo GDF Presente – programa de reparos da Secretaria de Governo (Segov) realizado nas 33 regiões administrativas -, a limpeza prepara um dos símbolos de Brasília para a celebração da sua padroeira, em 12 de outubro. A previsão é que também sejam pintados a cúpula do batistério, o prédio da Cúria Metropolitana de Brasília e o campanário (torre de sinos).
Esta é a quarta vez, desde 2019, que os vitrais da Catedral de Brasília são lavados. “É o cuidado do GDF Presente com o patrimônio público”, afirma o coordenador do Polo Central 3, Alexandro César.
Depois de 14 anos à frente da paróquia São Sebastião, em Planaltina, padre Paulo Renato assumiu em 2022 o comando da Catedral, na Esplanada dos Ministérios. Ao acompanhar a lavagem dos vitrais no final da manhã, ele elogiou o que chamou de “rápidas e positivas” as respostas do governo nos cuidados com o espaço: “É a valorização não só do templo, mas da própria cidade e do turismo”.
Ao passear por Brasília, o casal de Iporá (GO) Layane Almeida, 34, e Guilherme Cunha, 30, visitava pela primeira vez a Catedral Metropolitana. Para ela, que é servidora municipal, acompanhar a lavagem dos vitrais demonstra zelo com o patrimônio público e com quem vai visitá-lo. “É importante manter a cidade estruturada e limpa para receber bem o turista”, conclui.
Veículo realizou o primeiro voo com sucesso nesta semana; assista. Aeronave deve alcançar 325 km/h e transportar até quatro passageiros
O “carro voador” elétrico VX4 levantou voo na última segunda-feira (26) pela primeira vez, segundo informações da fabricante, a Vertical Aerospace. A aeronave já foi encomendada pela Gol, que planeja usá-la a partir de 2025 no Brasil.
A aeronave produz pouco barulho e tem zero emissões de gases estufa, mas cobre distâncias menores que helicópteros.
A expectativa é que o veículo consiga transportar quatro passageiros (além do piloto) e alcance velocidade máxima de até 325 km/h.
O VX4 faz parte da categoria chamada de veículo elétrico de pouso e decolagem vertical (eVTOL, na sigla em inglês).
Foto: Divulgação/ Vertical AerospaceCarro voador encomendado pela GOL — Foto: Divulgação/ Vertical Aerospace
Como está no Brasil
A Gol assinou um protocolo de intenções para comprar ou arrendar 250 eVTOLs. O acordo, que não teve os valores revelados, foi realizado com a empresa irlandesa de arrendamento Avolon e trata da aeronave VA-X4, projeto da Vertical Aerospace.
Carro elétrico encomendado pela Gol voa pela primeira vez — Foto: Divulgação/ Vertical Aerospace
No Brasil, além da Gol, a Azul planeja adquirir essas aeronaves a partir de 2025, da fabricante alemã Lilium. O negócio, que poderá ter valor total de US$ 1 bilhão, inclui uma frota de 220 aeronaves elétricas com operação prevista a partir de 2025.
A produção nacional passa pela fabricante de aeronaves Embraer, que promete entregar sua versão da aeronave para clientes a partir de 2026.
Obrigatoriedade estava em vigor desde 2020, por conta da Covid-19. Agência considerou que cenário epidemiológico atual permite atualização de medidas sanitárias
A Inframerica, concessionária que administra o Aeroporto de Brasília, anunciou que não exigirá mais o uso de máscara nas salas de embarque do terminal aéreo e dentro das aeronaves. A decisão ocorre depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retirou, nesta quarta-feira (17), a obrigatoriedade do equipamento em aeroportos e aeronaves.
De acordo com a Inframerica, nas áreas de livre circulação, como saguão de check-in e desembarque, o uso do acessório já era facultativo desde março deste ano.
A utilização de máscaras em aviões e aeroportos era exigida desde 2020. A retirada da obrigatoriedade passou a valer no começo da noite desta quarta, quando a resolução da Anvisa foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.
Segundo a agência, o cenário epidemiológico atual permite que algumas medidas sanitárias sejam atualizadas, como o uso obrigatório das máscaras. No entanto, reforça que a utilização do equipamento e o distanciamento físico são medidas efetivas de mitigação do risco de transmissão da doença e continuarão a ser recomendadas.
“Diante do atual cenário, o uso de máscaras, adotado até então como medida de saúde coletiva, é convertido em medida de proteção individual”, diz o documento.
A decisão da Anvisa recomenda a utilização da máscara principalmente para pessoas com sintomas gripais e para o público mais vulnerável, como imunocomprometidos, gestantes e idosos. Por outro lado, a agência determinou a manutenção de algumas medidas. São elas:
Disponibilização de álcool em gel em aeroportos e aeronaves
Procedimentos de limpeza e desinfecção
Sistemas de climatização
Desembarque por fileiras
Avisos sonoros com adaptações, recomendando o uso de máscaras, especialmente por pessoas vulneráveis
Evento tem programação cultural e de qualificação profissional até o próximo domingo (19), no Eixo Cultural Ibero-Americano
O Distrito Federal recebe a primeira Feira de Empreendedorismo Turístico e Criativo (Fetuc), até o próximo domingo (19), no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). Com entrada gratuita, o evento oferece palestras, oficinas e rodas de negócios para apresentar novas tecnologias ao público e debater inovações para o mercado de turismo brasileiro.
Cada dia da programação, iniciada no sábado (11), conta com oficinas sobre marketing digital e atendimento turístico e apresentações musicais e teatrais. A imersão é realizada pela Associação de Educação, Esporte, Cultura e Economia Criativa (Aecec), com o patrocínio da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) e apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do DF (SDE) e do Sebrae-DF.
Para conferir a programação completa, basta acessar o site do evento. A entrada em qualquer palestra ou oficina é gratuita e o evento ocorre de 10h às 21h.
Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
“Devido à pandemia de covid-19, o mercado do turismo foi prejudicado, causando, inclusive, muitas demissões no setor. Assim, a realização dessa primeira Feira do Empreendedorismo Turístico e Criativo tem o total apoio do Governo do Distrito Federal, pois contribui com a diminuição do desemprego e com a geração de renda das famílias”, ressalta o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jesuíno Pereira.
O subsecretário de Fomento ao Empreendedorismo da SDE, Danillo Ferreira, comenta que a Fetuc representa o fortalecimento de dois pilares essenciais para a economia do DF: a capacitação de novos empreendedores e o estímulo a quem já gerencia o próprio negócio.
“Quanto mais empreendedores, mais geração de emprego, renda e oportunidades, e isso é devolvido à sociedade em forma de melhorias. Estamos pensando em quem já possui uma empresa, com mais visibilidade, e dando conhecimento para quem pensa em criar o próprio negócio”, explica.
O coordenador-geral da Fetuc, Kaká Senna, estima que, apenas no primeiro final de semana, mais de mil pessoas passaram pelo evento e prestigiaram os 46 estandes comerciais, ocupados gratuitamente por empreendedores locais. “Convidamos empresas de diversos ramos turísticos, de artesãos a agências de viagem, para mostrar ao público a variedade do mercado”, pontua.
“Aqui, não estão apenas as pessoas acostumadas a consumir determinado produto. É um público novo, diversificado, que pode até se sentir incentivado a seguir no ramo empreendedor do turismo”, acrescenta Senna.
A artesã Adenilce Araújo, 73 anos, acredita que oportunidades como essa devem ser valorizadas, porque fomentam a economia de pequenos e médios negócios.
“Iniciativas assim são ótimas para o nosso trabalho, porque um dos problemas maiores é a falta de escoamento dos produtos. Faltam logística, meios de transporte, meios de divulgação. Nós temos o que vender, mas muitas vezes não temos local. Então, aqui é um ponto estratégico que traz muitos benefícios”, afirma Adenilce, que trabalha com vestuário em tecido afro, em tie dye e patchwork desde 1998.
Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
Imersão empreendedora
Para expandir a mensagem empreendedora no Distrito Federal, foram convidadas escolas públicas de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Cruzeiro, Gama, Candangolândia e Plano Piloto. Os alunos participam de atividades recreativas e podem assistir às palestras. Por dia, a estimativa é de pelo menos 200 crianças e adolescentes, entre 12 e 16 anos.
As amigas Letícia Aguiar e Isadora Santos, ambas com 13 anos e estudantes do Centro de Ensino Fundamental 1, na Candangolândia, aproveitaram o primeiro passeio após o retorno presencial das aulas, na tarde desta segunda-feira (13). “Jogamos, conversamos e eu até subi no palco pra dançar. Está sendo muito divertido e é um espaço bem legal”, conta Letícia. A amiga Isadora completa: “Ainda não penso em criar um negócio. Mas, quando quiser, pelo menos já vou saber por onde começar”, diz.
Entre os 18 palestrantes da Fetuc, está Pedro Affonso, sócio do Capital Moto Week Entretenimento, responsável pelo Capital Moto Week, evento que reúne cerca de 710 mil pessoas por edição em Brasília. Ele participa nesta quinta-feira (16). A programação inclui apresentações culturais. Na quarta-feira (15), por exemplo, sobe ao palco a Orquestra Filarmônica de Brasília.