Categoria: Turismo

  • Capital Moto Week leva 32 mil motos às ruas de Brasília

    Capital Moto Week leva 32 mil motos às ruas de Brasília

    Com céu alaranjado, ronco dos motores e milhares de apaixonados sobre duas rodas, festival chega ao último dia em clima de união, contemplação e liberdade

    (Foto:Divulgação CMW)

    O céu de Brasília se tingiu de laranja enquanto um mar de motos cortava a capital em um dos momentos mais emblemáticos do Capital Moto Week 2025. O Passeio Motociclístico oficial reuniu 32 mil motos neste sábado (2), celebrando a cultura motociclística e marcando o encerramento de uma edição surpreendente do maior festival de motos e rock da América Latina. Foram 50 km de pura emoção sobre duas e três rodas. O comboio partiu da Cidade da Moto, na Granja do Torto (DF), e transformou o asfalto de Brasília em uma verdadeira passarela da liberdade.

    Ao longo do percurso, aplausos, buzinas e registros entusiasmados de quem acompanhava a passagem do comboio pelos cartões-postais da capital, como o Eixão, a Esplanada, a Catedral e a Ponte JK. “É mais que um passeio. É uma celebração da nossa paixão em movimento, com Brasília como palco”, definiu Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week. Ele destaca o clima e o engajamento coletivo como marcas desta edição. “Brasília tem um céu único e esse pôr do sol acompanhando cada quilômetro do comboio é uma cena que fica gravada na memória.”

    De acordo com a organização, esta edição reuniu 32 mil motos, consolidando sua posição como o maior passeio motociclístico a céu aberto do mundo. Entre os participantes, pais com filhos na garupa, casais com décadas de estrada compartilhada, jovens estreando em suas primeiras motos e veteranos que não perdem uma edição do festival. “Esse passeio é o puro espírito da liberdade e da estrada aberta. Aqui ninguém anda sozinho”, declarou o uruguaio Esteban Gomez (39), que percorreu 2,7 mil km para chegar ao festival e participar do passeio.

    (Foto:Divulgação CMW)

    O percurso começou na Granja do Torto, desceu o Eixão Norte, entrou no Eixo Monumental, no sentido EPIA, fez o retorno na Praça do Buriti e desceu em direção à Esplanada dos Ministérios. Na sequência, atravessou a Ponte JK, subiu até o balão do Jardim Botânico, fez o retorno e desceu novamente. O BPTRAN/DF, DETRAN/DF, DER, Corpo de Bombeiros e a SAMU acompanharam a rota por via terrestre e aérea.

    Encerramento em grande estilo
    Para muitos dos participantes – de todas as regiões do Brasil e de diversos países – foi o ponto alto de uma jornada de resistência e irmandade vivida ao longo dos 10 dias de festival. O passeio oficial marcou o fim do Capital Moto Week 2025, que reuniu mais de 800 mil pessoas em 10 dias intensos de shows, experiências radicais, diversidade cultural e conexão entre motoclubes do Brasil e do mundo. “Ao som de motores e guitarras, a edição de 2025 se despede reforçando o que já é tradição: a estrada une, Brasília acolhe e o CMW transforma”, acrescenta Pedro Franco.

    Sobre o Capital Moto Week 2025
    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Recorde de público e rock em dose dupla marcam o encerramento do Capital Moto Week 2025

    Recorde de público e rock em dose dupla marcam o encerramento do Capital Moto Week 2025

    Festival se despede com shows eletrizantes de Detonautas e Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. Próxima edição será de 23 de julho a 1 de agosto de 2026

    (Foto:Divulgação CMW)

    O Capital Moto Week chegou ao fim com a mesma energia que o caracterizou desde o primeiro dia: surpreendente! A maior edição de todos os tempos bateu recorde de público: foram 856 mil pessoas, além de 300 mil motos e 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil nos 10 dias. Em sua história, mais de 8 milhões de pessoas já estiveram na Cidade da Moto. No sábado (2), o encerramento foi à altura: imersão no espírito do festival com união, celebração e potência sonora. Detonautas e Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. levaram emoção e tributo ao rock. E a próxima edição já está marcada: de 23 de julho a 1º de agosto de 2026.

    “Foi uma edição surpreendente do início ao fim, que nos emocionou e reafirmou o Capital Moto Week como um dos principais festivais do Brasil e do mundo”, celebra o CEO do CMW, Pedro Franco. “É hora de celebrar, agradecer e começar a planejar a próxima edição”, conclui. No encerramento deste sábado (2), cada banda com seu show completo e participações especiais no set da outra: Detonautas (feat. Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr.) e Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. (feat. Detonautas). Um intercâmbio musical que prestou tributo à força do rock nacional.

    Com 27 anos de carreira, o Detonautas mostrou porque segue como uma das bandas mais relevantes. Em turnê com o espetáculo ‘Elétrico’, trouxe os sucessos da carreira: ‘Você Me Faz Tão Bem’, ‘Olhos Certos’, ‘O Amanhã’, ‘Só por Hoje’, entre outros. “Estar no Capital Moto Week é uma honra, é um dos maiores festivais do país. Aqui a gente vive música, cultura, diversão e encontros de todos os cantos do Brasil”, destacou o vocalista Tico Santa Cruz. ‘Quando o Sol se For’ animou o público, que dançou e se divertiu na arena principal. Ainda tiveram versões de clássicos da música brasileira: ‘Minha Alma’, do Rappa, ‘Segredos’, de Frejat, e versão blues bem pesada de ‘Um Sonhador’. 

    Em um dos momentos mais aguardados, Tico convidou os guitarristas Marcão Britto e Thiago Castanho, membros originais do Charlie Brown Jr. “Eles fizeram parte de um momento muito importante da minha vida, nos anos 90. Eu era um jovem que tinha um sonho de pisar nesse lugar onde estou pisando hoje”, confessou, Tico. ‘Você Me Faz Tão Bem’ e ‘Outro Lugar’ fizeram a Cidade da Moto tremer, com o peso das guitarras e com o público pulando no tradicional terremoto do show dos Detonautas. 

    Em seguida, em seu próprio show, Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. conduziram o público em uma jornada com os clássicos eternizados por Chorão. Faixas como ‘Proibida Pra Mim’, ‘Zoio de Lula’, ‘Papo Reto’, ‘Só os Loucos Sabem’, ‘Pontes Indestrutíveis’ e ‘Hoje Eu Acordei Feliz’ foram entoados em uníssono por uma multidão comovida. Como prometido, Tico Santa Cruz voltou ao palco para um potente feat de ‘Samba Makossa’, clássico de Chico Science & Nação Zumbi, e ‘Tudo Que Ela Gosta’, criando um elo simbólico entre as gerações do rock nacional e o espírito colaborativo do festival. 

    “Salve Capital Moto Week, satisfação imensa tocar neste mega festival. A casa está lotada, muito obrigado pela receptividade”, declarou o vocalista do grupo, Rafael Carleto. Ele ganhou coro do guitarrista da formação original do Charlie Brown Jr, Thiago Castanho: “Vou dar um salve para Brasília e para esse festival louco, nacional, com gente da gente, maravilhoso”, disse . Rolou homenagem aos antigos companheiros da banda, Champignon e Chorão. A música ‘Como Tudo Deve Ser’ foi um espetáculo visual, com as luzes baixas do palco, com lanternas de celulares acesas. A guitarra de Marcão Britto, acompanhada por um beat box do baterista Pinguim fez a galera cantar alto. “Que noite inesquecível”, comemorou. 

    Com recorde de público e entrega artística de alto nível, o Capital Moto Week encerra 2025 com a certeza de que está entre os grandes festivais do mundo. Mais de 8 milhões de pessoas já passaram pela Cidade da Moto desde sua criação e a edição de 2026 promete ir ainda mais longe. De mãos para o alto, motores ainda vibrando e corações acelerados, o CMW se despede em grande estilo, celebrando a cultura motociclista, a diversidade e o melhor do rock. Que venha a próxima edição: de 23 de julho a 1º de agosto de 2026. 

    (Foto:Divulgação CMW)

    CMW de rolê por Brasília 
    O Passeio Motociclístico oficial do Capital Moto Week reuniu 32 mil motos em um trajeto de 50 km pelas principais vias e cartões-postais de Brasília. O comboio partiu da Cidade da Moto, na Granja do Torto, e atravessou pontos emblemáticos como o Eixão, a Esplanada e a Ponte JK, transformando a capital em uma verdadeira celebração da liberdade sobre duas e três rodas. O céu alaranjado do entardecer e o entusiasmo do público nas ruas reforçaram o clima coletivo e memorável do festival. 

    “É mais que um passeio. É uma celebração da nossa paixão em movimento, com Brasília como palco”, definiu o CEO do festival, Pedro Franco. Considerado o maior passeio motociclístico a céu aberto do mundo, atraiu participantes de todas as idades e origens, como o uruguaio Esteban Gomez, que percorreu 2,7 mil km para estar presente. O encerramento do festival foi marcado por um forte sentimento de irmandade, após 10 dias de intensa programação com shows, experiências radicais e conexões entre motoclubes de diferentes países.

     Sobre o Capital Moto Week 2025
    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Capital Moto Week transforma resíduos em  recurso e transformação

    Capital Moto Week transforma resíduos em  recurso e transformação

    De montanhas de lixo a um modelo de sustentabilidade: como o maior festival de moto e rock da América Latina transforma resíduos em recurso, renda e legado

    (Foto:Divulgação CMW)

    Por trás dos motores, acampamentos e lições de irmandade durante os 10 dias do maior festival de moto e rock da América Latina, existe outro tipo de movimento que não dorme e é absolutamente essencial. Em uma cidade inteligente, a coleta e seleção dos resíduos protege o planeta, movimenta e economia, sustenta famílias e conscientiza parceiros e público sobre o ciclo sábio da natureza, de consumir e devolver para o curso natural do ecossistema. No Capital Moto Week, lixo é matéria-prima, transformação social, ambiental e humana. 

    Rumo ao seu 4º ano como referência em triagem de resíduos, o CMW orgulhosamente ostenta o selo internacional Lixo Zero, chancelado pela Zero Waste International Alliance, e mantém o rigor da norma ABNT NBR ISO 20121, que atesta a sustentabilidade em grandes eventos. “O que antes era um problema, virou missão” resume Juliana Jacinto, CEO do Capital Moto Week. “Hoje, não geramos lixo. Geramos adubo, renda e oportunidade. Em 2017, começamos com apenas 5% de desvio de aterro. Já em 2024, alcançamos a taxa de desvio de aterro de 92,7%, com mais de 37 toneladas de resíduos encaminhados corretamente”, vibra a CEO. 

    A revolução, plantada em 2022, fez escola para outros grandes festivais no país. A primeira e mais crucial medida? Convocar quem realmente entende de lixo: os catadores. A Associação dos Catadores e Recicladores de Resíduos Sólidos de Brazlândia (ACOBRAZ) foi parceira desde o primeiro dia. “Para executar nosso plano, os colaboradores foram treinados, valorizados e colocados no centro da operação” explica Kallel Kopp, coordenador de sustentabilidade do festival. Neste ano, 20 cooperados trabalham no Centro de Triagem de resíduos do CMW.

    Quem entra no galpão de triagem do CMW se surpreende pela disciplina (Foto:Divulgação CMW)

    O caminho dos resíduos
    Quem entra no galpão de triagem do CMW se surpreende pela disciplina na seleção e processo vivo de transformação. Após a coleta realizada na Cidade da Moto, sacos chegam de caminhão, lacrados e organizados por rota. Lá tudo é aberto, pesado e separado. Cada lata de alumínio, cada pedaço de papelão, cada frasco de vidro é tratado como matéria-prima. Ao lado, bombonas azuis armazenam os restos de comida, que são enviados para o pátio de compostagem de Vicente Pires (DF),  transformando-se em fertilizante rico para a terra.

    “É tudo ensacado, limpo. Aqui, focamos em selecionar o que realmente interessa”, revela Severino Pacheco (53), uma das lideranças da cooperativa. “Eu sou do tempo do lixão da Estrutural, debaixo do sol quente. Hoje é diferente. Aqui a gente trabalha como uma engrenagem, todos organizados em prol de valorizar resíduos que voltam para o consumidor e geram renda”. Severino, que participa desde a primeira edição com triagem, lembra com orgulho da evolução: “Esse trabalho transformou a minha vida e a de muita gente. A gente ganha aqui em poucos dias o que levaria meses para fazer”.

    Entre as mesas de triagem, vozes femininas se destacam. Uma delas é de Sebastiana Celino, (30), mãe de quatro filhos e natural de Brejo Santo, Ceará. Na triagem, ela seleciona não só os resíduos, mas oportunidades. “Aqui garanto o sustento e descanso a mente. Nosso trabalho se transforma em uma grande confraternização. Aqui mudamos o futuro das próximas gerações”, celebra. Jaqueline Souza, 30, também mãe de quatro, viu no festival a chance de investir nos próprios sonhos: “Lá em casa, eles mesmos separam o reciclável. Sabem que a latinha vira dinheiro para a nossa casa. E cuidar do planeta é cuidar da gente”. 

    Entre as iniciativas estão a utilização exclusiva de descartáveis compostáveis e de copos retornáveis, a instalação de um centro de triagem de resíduos dentro do festival, a coleta de resíduo eletroeletrônico nas comunidades vizinhas e o incentivo à doação por meio de descontos nos ingressos.

    Na Cidade da Moto, nada se perde, tudo se transforma
    Durante os 10 dias do Capital Moto Week, mais de 20 mil pessoas vivem acampadas no complexo do festival. Elas cozinham, fazem churrasco, montam suas tendas, lavam louça. Geram resíduos, sim, mas também aprendem e colaboram. Além da instalação do centro de triagem de resíduos dentro do complexo, o CMW utiliza exclusivamente descartáveis compostáveis e copos retornáveis, realiza a coleta de resíduo eletroeletrônico nas comunidades vizinhas e incentiva a doação por meio de descontos nos ingressos.

    Na montagem e logística interna, palcos, lonas e elementos de cenografia são reaproveitados ano após ano. A icônica caveira gigante do festival, por exemplo, já foi palco, decoração e este ano ganhou nova função, sem jamais virar lixo. “Aqui, tudo é pensado para durar, ser reutilizado, virar recurso. Essa é a nossa cultura”, revela Kallel. A cada nova caçamba de alumínio enviada para reciclagem, cresce também o sentimento de missão cumprida, como atesta a CEO do festival. “O que começou como um problema, virou propósito. A gente não fala mais em lixo. A gente fala em recurso, em transformação, em pertencimento”, finaliza.

    Sobre o Capital Moto Week 2025
    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília foi palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atraiu 856 mil pessoas e 370 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos 107 shows de 2025, o CMW ofereceu programação variada com atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • Capital Moto Week celebra liberdade, diversidade e acessibilidade

    Capital Moto Week celebra liberdade, diversidade e acessibilidade

    Motociclistas com deficiência mostram que, com paixão e apoio, não há limites para quem sonha em seguir em frente. Festival recebeu quase 1.400 PCDs na edição de 2025

    O ronco dos motores no Capital Moto Week vai além da potência. Em cada curva da Cidade da Moto, ecoa também o som da inclusão e da diversidade. Histórias como a de Rafael Augusto Ribas e Leandro Carvalho, dois cariocas que transformaram obstáculos em combustível para acelerar, comprovam isso. Durante o festival, a acessibilidade está em todos os cantos, de banheiros adaptados e rotas sinalizadas à audiodescrição de cardápios e ao concierge exclusivo. Nada ali é improvisado. É projeto, é compromisso.

    Aos 47 anos, Rafael não é apenas um apaixonado por motos: é um engenheiro da própria liberdade. Paraplégico desde 1998, após um acidente enquanto servia ao Exército, ele mesmo desenvolveu o triciclo adaptado com freio hidráulico e embreagem automatizada, que o permite viver intensamente o motociclismo. “Esse já é o meu quarto triciclo, o quarto projeto. E tudo foi feito por mim. Nunca deixei essa paixão de lado”, conta.

    Com mais de 30 mil km rodados, Rafael já cruzou Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Paraná (Foto:Divulgação CMW)

    Com mais de 30 mil km rodados, Rafael já cruzou Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Paraná. Em 2025, retornou ao Capital Moto Week, agora com a esposa, que se aventurou pela primeira vez em uma longa viagem no triciclo. Foram 1.200 km do Rio até Brasília. “O Moto Week é muito mais que um festival. É um centro cultural, um encontro de ideias e amizades”, afirma.

    Ao lado de Rafael está Leandro Carvalho, também do Rio, ex-militar e motociclista desde os 20 anos. Após um acidente que o afastou da vida ativa aos 28, encontrou nos triciclos adaptados um novo caminho. “Foi o Rafael quem me apresentou ao triciclo e me ajudou com as adaptações. Hoje, opero tudo com as mãos: freio, embreagem, tudo”.

    Membro do motoclube Abutre Raça e Extinção, Leandro elogia a estrutura do festival: “A acessibilidade é nota 10. Rampas, sinalização, deslocamento fácil. Isso não existe nem no centro do Rio de Janeiro. Vocês estão de parabéns”. No Capital Moto Week, a diversidade não é só bem-vinda, ela é celebrada. Figuras como Rafael e Leandro mostram que, com criatividade e apoio, nenhuma barreira resiste à vontade de seguir em frente.

    Soluções efetivas para todos os públicos
    Em 2025, o CMW ofereceu ingressos gratuitos para 1385 PCDs, além de disponibilizar cordões de identificação, cadeiras de rodas e kits sensoriais, que ajudam a descomprimir, a acalmar e a reduzir a ansiedade de pessoas neurodivergentes. “Com essas ações buscamos fazer com que as pessoas com deficiência e todas as tribos se sintam pertencentes, confortáveis e seguras para entrar, usufruir e se divertir sem barreiras ou preconceitos”, afirma Gabriel Rosa, coordenador de Acessibilidade. 

    O trabalho começa antes mesmo da abertura dos portões do festival por meio de campanha promovida nas redes sociais oficiais do CMW. Lá, o público é orientado a ter uma postura amigável, inclusiva e corresponsável no festival. Entre as iniciativas estão a presença de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos shows principais, a disponibilidade de ingressos gratuitos para pessoas com deficiência e a oferta de apoio personalizado. 

    Confira as ações oferecidas na edição de 2025 para deficientes físicos, auditivos, visuais, intelectuais, pessoas com síndromes variadas e pessoas com mobilidade reduzidas:

    • Ingresso gratuito para PcD e meia-entrada para um acompanhante, garantindo que todos possam participar sem barreiras financeiras. 
    • Estacionamento gratuito com vagas reservadas, facilitando o acesso.
    • Concierge exclusivo para oferecer suporte personalizado às pessoas com deficiência, tornando a experiência no festival o mais agradável possível. 
    • Rota acessível em todo o festival, acesso aos principais locais e atrações com sinalização e rampas, garantindo que as pessoas possam se deslocar com segurança entre os ambientes.
    • Empréstimo de kits sensoriais para pessoas neurodivergentes, ajudando a acalmar e reduzir a ansiedade, gerando sensação de conforto e segurança.
    • Praça de alimentação acessível com mesas preferenciais adaptadas para cadeiras de rodas e um amplo espaço para circulação.
    • Audiodescrição de cardápios, facilitando a escolha de refeições para pessoas com deficiência visual.
    • Banheiros adaptados estrategicamente distribuídos por todo o festival, assegurando acesso facilitado a todos os participantes.
    • Área exclusiva para pessoas com deficiência na arena de shows, próxima ao palco principal, proporcionando uma visão adequada dos shows e ambiente confortável para desfrutar da experiência musical.
    • Intérprete de Língua Brasileira de Sinais nos shows principais.
    • Distribuição de cordão de girassol para identificar deficiências ocultas.
    • Roda gigante acessível e gratuita.
    • Equipe de atendimento orientada, assegurando um serviço atencioso e eficiente, adaptado às necessidades dos participantes.

    Sobre o Capital Moto Week 2025
    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília foi palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atraiu 856 mil pessoas e 370 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos 107 shows de 2025, o CMW ofereceu programação variada com atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

  • RotaX celebra 20 anos de participação no CMW

    RotaX celebra 20 anos de participação no CMW

    Motoclube de Curitiba comemora em grande estilo no Capital Moto Week e reafirma sua trajetória de sucesso e irmandade no maior festival de motos e rock da América Latina

    Evento registrou recorde de público e de motos em 2025 (Foto: JcBertolucci)

    O Moto Clube Rota X, um dos grupos mais expressivos do motociclismo brasileiro, comemorou este ano uma marca histórica: são 20 anos consecutivos participando do maior festival de motos da América Latina, o Capital Moto Week, em Brasília. Fundado em 31 de maio de 2003, em Curitiba (PR), o Rota X reúne hoje 780 integrantes em todo o país, sendo 100 deles residentes na capital federal.

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    RotaX montou uma big estrutura para comemorar os 20 anos de CMW (Foto: Emanuela Marques – editora RI)

    Desde 2005, a presença do Rota X no evento tornou-se tradição. A cada edição, o clube monta uma estrutura acolhedora para receber seus integrantes e amigos vindos de diversas regiões do Brasil. Este ano, o espaço do Rota X ficou localizado no ambiente Rolling Stones, uma das áreas mais movimentadas do festival (ao lado do Saloon). O clube investiu em uma tenda principal, somada a outra tenda adicional, um container para depósito de materiais e um container-banheiro — um cuidado especial pensando no conforto das motociclistas que frequentam o local.

    “Nosso espaço é uma extensão da nossa casa, sempre de portas abertas para quem compartilha a paixão por duas rodas. Receber bem nossos irmãos de estrada é parte do espírito do Rota X”, explica Francisco Jose dos Santos, um dos coordenadores do RotaX no CMW deste ano.

    Encontro de gerações

    Durante os dez dias de Capital Moto Week, o espaço do Rota X recebe em média de 100 a 150 visitantes por dia. Alguns integrantes participam apenas no fim de semana, enquanto outros aproveitam para viver a experiência completa, acampando ou permanecendo todos os dias do evento. Muitos dos membros aposentados usam a ocasião como oportunidade para longas viagens, rodando milhares de quilômetros para chegar a Brasília.
    Além da paixão pelas motos, o clube é reconhecido pela amizade e pela união. “A estrada cria laços fortes. No Rota X, temos irmãos de todas as idades e histórias, unidos pelo mesmo sentimento de liberdade”, Delson Pires Cavalcante

    Clube se destaca no cenário nacional pelas constantes viagens para ações sociais (Foto: Emanuela Marques – RI)

    Tradição e respeito à estrada
    Com mais de duas décadas de história, o Rota X se consolidou como um dos motoclubes mais respeitados do país. Seu site oficial (www.rotaxmotoclube.org.br) conta com a história completa do grupo, que nasceu em Curitiba, mas ganhou o Brasil.

    A participação no Capital Moto Week vai além do encontro entre amigos: é também uma vitrine para mostrar a cultura motociclística, a camaradagem e o espírito de irmandade que move cada viagem. A presença marcante do Rota X no evento reforça o papel dos motoclubes como pilares da cena motociclística, mantendo vivas as tradições de estrada.

    O Motoclube RotaX ficou instalado em um dos pontos chaves do evento. Ao lado do requintado Saloon Rock (Foto e texto: Emanuela Marques)

  • Capital Moto Week celebra a força do rock

    Capital Moto Week celebra a força do rock

    O maior festival de motos e rock da América Latina vai fazer história mais uma vez! A edição de 2025 do Capital Moto Week, que acontece de 24 de julho a 2 de agosto, divulga seu line-up completo, com 107 shows que farão a Cidade da Moto ferver. Da força dos headliners à energia da cena independente, o festival traz nomes consagrados e novas promessas, escalando 89 bandas. A programação valoriza a tradição do gênero e as novas gerações, com todos os estilos representados: do clássico ao alternativo, do metal ao punk, do reggae ao hard rock. Os ingressos para o CMW 2025 estão disponíveis no site oficial do festival.

              “A curadoria musical é um dos pilares do Capital Moto Week. A seletiva nos permite descobrir talentos e montar uma programação que representa o que há de mais vibrante no universo do rock”, afirma o CEO do CMW, Pedro Franco. Segundo ele, cada escolha do line é feita com intencionalidade, buscando oferecer experiência musical diversa e autêntica, que converse com o espírito do festival e com o coração dos fãs de rock: “Mais uma vez,  reforçamos o compromisso do Moto Week com a diversidade de estilos e a representatividade geográfica do rock no Brasil”

    O estado de São Paulo totaliza 11 bandas, seguido pelo Rio de Janeiro (6), Minas Gerais (4), Goiânia (2), Mato Grosso (2), Paraná (1), Pernambuco (1) e Rio Grande do Sul (1). Mas é do Distrito Federal que virá a maioria das bandas, são 60 no total. “O Capital Moto Week tem a missão de manter viva a tradição de Brasília como a capital do rock”, explica Pedro. A cota internacional de 2025 fica com a banda Magic!,  dona dos hits ‘Rude’, ‘No Way No’ e ‘Lay You Down Easy’. Eles já estão com os passaportes carimbados e vêm diretamente do Canadá para tocar no festival.

    Esses talentos se juntarão aos headliners do Capital Moto Week: Biquini, Os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra, Lobão Trio, Magic!, Cidade Negra, Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas. A programação foi fechada após criteriosa análise dos 1,3 mil grupos inscritos na seletiva, de todas as regiões do Brasil, além de Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Holanda, Portugal e Uruguai. Pelo processo, 79 bandas foram escolhidas após avaliação da expressão, desenvoltura no palco, além da sintonia e sinergia com o público CMW.

    Confira a lista das bandas escolhidas pela seletiva que vão se apresentar no festival (em ordem alfabética e divididos por palco):

    Palco Principal: All Stars; Amazing; Bloody Mary; Eduardo e Mônica; Koppa; Lúpulo e Cereais Não Maltados; Mensana; Quinta Essência; Serenna; Trampa; e Wolff Menezes.

    Palco Pepsi Black: AJ Trio; Edu Hessen Banda; Gedai & Os Ets; Gleisson Chaves – Canções Eternas; Lâmina; London Sessions; Maboh & Os Jazzies; Molinas; Os Gatunos; Renato Paiva – Elvis.

    Rock Salloon: Allycats; Almost Brothers; Blue Drive; Cabaré Blues; Cerrado Kentucky; Confederados 163; Folking Heads; Galwem; Geriatric Blues Band; Gigio Teixeira And The Ghost Riders; Mid West Rodeo Band; Old Chevy; Oldplay; Procurados Blues Band; Quesia Nunes Country; Roadside Gamblers; Starace; Tequila Shot Band; Texas Hammer; Texas Moonshine; The Fishes Band; West Valmets; X Blues Band.

    Moto Bar: 4rock; Banda Sereníssima; Banda Zero10; Birkdguns; Birinaite; Bon Jovi Experience; Cloning Stones; Dfellas; Diogo Branko; Flash Fm; Grupo De Risco (GDR); Heat; Lavi – DF; Linkin Live – Linkin Park Tribute; Live By Night; Macacos Hidráulicos; Magoo; Mdx; On 7; Queen Of Magic; Rafael Zacky And The Fellas; Rock Now; Rock4jam; Rocksauro; Sargento Pimenta (Tributo A The Beatles); Sol Leles; The Memories; The Reds; Três Caras; Velhos Novos; Wormz.

    Lady Bikers: 127 BPMS; Bianca Guterres; Cibele Muniz E A Banda Sinal Analógico; Kimera.

    Sobre o Capital Moto Week 2025

    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

    SERVIÇO

    Capital Moto Week 2025

    Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025

    Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF

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  • De véu e capacete

    De véu e capacete

    Casórios na cidade das motos e do rock (foto: CMW)

              Nem só de rock e ronco de motores vive o Capital Moto Week. Ao longo de sua história de mais de duas décadas, o maior festival de rock e motos da América Latina é também palco de histórias de amor que nasceram, cresceram e se eternizaram sob duas rodas. No embalo da liberdade, da música e do estilo de vida motociclista, o CMW virou cenário de pedidos de casamento, celebrações inusitadas e cerimônias inesquecíveis. “Essas histórias de casamentos e uniões que acontecem no Capital Moto Week são um reflexo do amor que a gente coloca na produção do festival”, revela a CEO Juliana Jacinto.
              Essa energia já inspirou muitos casais a consagrar suas uniões. Foi o caso dos brasilienses Geovana Carlos e Sóstenes Santos. Em 2024, poucas horas após oficializar o casamento no civil,  eles optaram por uma celebração cheia de adrenalina antes de partirem para a tradicional lua de mel. De vestido de noiva e trajes cerimoniais, o casal comemorou no Capital Moto Week ao melhor estilo rock and roll, onde fizeram sessão fotográfica e assistiram aos shows, chamando a atenção do público.
              Geovana era cliente de uma farmácia e Sóstenes, entregador do estabelecimento. O interesse surgiu ali e não demorou muito para começarem a namorar. Nesse período, eles frequentaram o Capital Moto Week três anos seguidos até decidirem oficializar. “O amor bateu em minha porta de moto e estava com jaqueta preta, do jeito que sempre gostei. Não podíamos ter escolhido outro lugar para marcar este momento”, disse Geovana.
              No ano anterior, os paranaenses Sabrina Nascimento e Roberto Dal Col reuniram filhos e amigos motociclistas para uma cerimônia no coração do festival. Eles chegaram trajados de noivos pilotando suas motos, atravessaram a avenida principal com suas famílias e celebraram a união na tenda do motoclube Alpes do Planalto, do qual fazem parte. “Esse é um lugar nosso. Aqui tem a nossa cara. O Moto Week virou nossa casa”, resumiu Sabrina.
             Para a edição de 2025  além dos headliners Biquini, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra, Lobão Trio, Magic!, Cidade Negra, Marcão Britto & Thiago Castanho, Charlie Brown Jr. e Detonautas  o Capital Moto Week tem mais uma confirmação: Vivi e Murilo se casarão na Cidade da Moto no dia 30 de julho.  “O destino nos uniu em uma noite especial e é sob esse mesmo céu, no maior festival de motos da América Latina, que será nosso casamento”, anuncia o convite. Prepare a moto, o traje especial e deixe o amor te conduzir para o festival mais casamenteiro do Brasil.
    Sobre o Capital Moto Week 2025
             De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
  • Primeiro a florescer no DF, ipê-roxo abre temporada de cores e encanta a população

    Primeiro a florescer no DF, ipê-roxo abre temporada de cores e encanta a população

    Queridinhas dos brasilienses, árvores da espécie colorem as ruas até o final do ano; a próxima espécie a surgir é o ipê-amarelo, a partir deste mês

    Começou a temporada de floração dos ipês, cartões-postais do Distrito Federal que rendem inúmeros posts nas redes sociais e encantamento diário da população pelas ruas da capital. O primeiro a aparecer é o ipê-roxo, entre junho e agosto. A cor vibrante colore as ruas e avenidas das cidades, em contraste com o céu azul, outra marca registrada da capital que rende registros da população. Os próximos ipês a aparecerem são o amarelo, de julho a setembro, e o rosa e o branco, ambos de agosto a outubro.

    Os ipês-roxos são encontrados em diversos pontos do Quadradinho, como na tesourinha da SQS 114, SQS 705, SQS 910/911, SQN 206 e ao longo da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB). A espécie é o xodó dos brasilienses e existe em todos os biomas brasileiros, sendo adaptável a diferentes condições de clima e altitude, fatores que influenciam no período de floração. As árvores podem chegar a 15 metros de altura e vivem até 50 anos.

    Mais de 93,8 mil mudas de ipês foram plantadas no DF entre 2016 e 2023, de acordo com dados da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Responsável pelo plantio e a manutenção das árvores, incluindo o desenvolvimento das mudas, a companhia mantém um programa de arborização contínuo que atende todas as regiões administrativas.

    O cultivo

    O local de cultivo das mudas e das espécies selecionadas depende da demanda e da produção dos viveiros, conforme as condições e recursos disponíveis em cada ano. O plantio costuma ocorrer no período chuvoso, entre outubro e março, para facilitar o crescimento e nutrição das raízes e prepará-las para o período da estiagem. Já o cuidado inclui roçagem da área de cultivo e manejo de pragas, permitindo o crescimento saudável das plantas.

    “As espécies do Cerrado têm uma particularidade que é a acidez do solo”, explica o engenheiro florestal Leonardo Rangel da Costa, da Novacap. “O nosso solo é pobre em nutrientes, que não estão amplamente disponíveis para a planta. As espécies do Cerrado são bem-adaptadas a isso e conseguem crescer e florescer mesmo diante da seca, deixando a cidade ainda mais bonita.”

    Segundo ele, uma curiosidade deste ano é que o início da floração dos ipês-roxos praticamente coincidiu com o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho. “A diversidade de espécies ajuda a sempre termos a cidade florida”, pontua. “O roxo é o primeiro dos ipês, com floração de junho a agosto, e posteriormente vem o amarelo, de julho a setembro. Depois é a vez do rosa e do branco, que começam a florir em agosto; e temos, ainda, o ipê-verde, pouco conhecido pelas pessoas e que floresce no meio de setembro”.

    Paisagem embelezada

    Lília Bezerra: “Cada cor traz a sua marca, o seu brilho, a sua forma de nos traduzir um sentimento”

    Próximo ao Templo da Boa Vontade, na SGAS 915, uma árvore alta e exuberante encantou a aposentada Lília Regina Bezerra, 61 anos. Inicialmente, ela pensou tratar-se de uma paineira, outra espécie nativa do Cerrado que pinta as paisagens brasilienses de cor-de-rosa de dezembro a abril. Olhando com atenção, descobriu que era um ipê-roxo, devido às características das flores. A florada dos ipês-roxos tem o fundo amarelado e forma um buquê nos caules, enquanto a das paineiras fica distribuída pelas árvores, com pétalas abertas.

    Mesmo com a dúvida sobre a espécie, de uma coisa Lília tinha certeza: os ipês são muito apreciados na capital. “Cada cor traz a sua marca, o seu brilho, a sua forma de nos traduzir um sentimento”, define. “Eles alegram o dia, nos lembram de coisas boas. Às vezes na rotina, naquele estresse do dia a dia, essas árvores nos tiram daquela coisa sorumbática, nos deixam mais alegre, com o olhar mais colorido. O ipê traz um sinal de vida. Brasília foi muito bem-planejada; não é à toa que estão plantadas as árvores – acho que isso foi pensado justamente para quebrar a rigidez da construção, com a sutileza, a delicadeza da natureza”.

    O charme dos ipês-roxos também compõe o dia a dia da trabalhadora doméstica Acácia dos Santos, 32, que sempre aproveita para fazer fotografias das árvores. “Tem um muito bonito aqui na SQS 207, perto do Eixo”, conta. “Eu desço de manhã cedo para levar minha filha à escola e sempre o vejo. Acho lindo esse tempo aqui em Brasília. E não tenho preferência [pela cor dos ipês], gosto de todas”.

  • Bistrô Gastronomia, o cantinho do bom gosto

    Bistrô Gastronomia, o cantinho do bom gosto

          Com a proposta de oferecer comida caseira de qualidade, o Restaurante Bistrô se destaca em Arniqueira ao aliar sugestões diárias de pratos com um cardápio à la carte variado e cuidadosamente elaborado. A ideia é romper com a monotonia dos tradicionais self-services, propondo uma experiência gastronômica mais personalizada, saborosa e acolhedora.

         Desde a primeira visita, o ambiente conquista: o amplo salão, com capacidade para mais de 100 pessoas, oferece uma atmosfera arejada, leve e sofisticada, ideal para transformar cada refeição em um momento de prazer e tranquilidade.

           Salão arejado e com detalhes suaves é um dos destaques do Bistrô (foto: Divulgação)    

             Com o sucesso gastronômico consolidado nos últimos dois anos, a trajetória do Bistrô revela muito mais do que sabores refinados e pratos elogiados: é uma história de coragem, persistência e superação. Nesta entrevista exclusiva, a empresária piauiense Maria da Conceição Ribeiro compartilha os bastidores da construção do restaurante, que há seis anos vem conquistando paladares e corações.

    Ao longo desse percurso, nem tudo foi fácil. O caminho foi árduo, pontuado por obstáculos que exigiram força, visão e resiliência. A reportagem destaca que poucos conhecem as dificuldades enfrentadas por essa determinada nordestina, especialmente nos primeiros momentos após a inauguração do Bistrô. Entre incertezas, limitações financeiras e os desafios naturais de empreender no competitivo setor da gastronomia, Maria da Conceição manteve-se firme no propósito de oferecer uma experiência única a seus clientes.

    Hoje, a solidez do restaurante é reflexo direto da paixão que ela dedica à arte de bem servir. Sua história inspira e reafirma a força do empreendedorismo feminino, sobretudo quando aliado ao amor pela cultura e à valorização das raízes regionais.

       A empresária de Altos Piauí, Maria da Conceição Ribeiro chegou na capital em 2004 (Foto: arquivo pessoal)

    R.I.: Maria, como começou sua história em Brasília?
    Maria da Conceição: Cheguei a Brasília há mais de vinte anos vindo da cidade de Altos Piauí. Como não é novidade, as coisas no meu Estado, não são fáceis. Então, resolvi vir para Brasília com o sonho de crescer, pois, na minha cidade, não vislumbrava um futuro promissor. Escolhi Brasília porque minha família tinha uma conhecida aqui. Assim que cheguei, em 2004, já comecei a trabalhar em restaurantes, inclusive em um japonês. Mas também atuei em outros segmentos, como cafeteria e doceria. Praticamente passei por todas as áreas da culinária. Os anos se passaram e, em 2018, decidi empreender. No entanto, três meses depois veio a pandemia. Tive que fechar o restaurante devido ao lockdown e me mudar para um espaço bem menor.

    R.I.: Então foi um baque na primeira tentativa e um recomeço?
    Maria da Conceição: Sim. Abri no dia 07 dezembro de 2019 e, e três meses depois veio aquela loucura da pandemia. Tive que agir rápido, pois tinha um aluguel alto e funcionários para pagar. Aluguei uma lojinha pequena na mesma rua e tentei recomeçar. Como havia investido tudo na primeira unidade, fiquei sem dinheiro e precisei recorrer ao auxílio emergencial do governo. Com o primeiro pagamento, fui ao mercado e comprei insumos para reabrir o Bistrô. Comecei vendendo marmitas, utilizando a base de clientes do antigo restaurante. Enviava mensagens informando que estava oferecendo marmitas e as vendia pela grade da porta. Contava apenas com uma funcionária na cozinha. Um belo dia, um cliente perguntou se eu fazia marmitas fitness e, sem hesitar, disse que sim. Como já tinha experiência, pesquisei e desenvolvi um cardápio especial. Aos poucos, os clientes foram voltando e o movimento cresceu. Com o tempo, percebi que precisava de um espaço maior, pois muitos clientes tinham apenas uma hora para almoçar e precisavam esperar por mesas. Mas eu sabia que deveria permanecer na mesma região para não perder a clientela.

    R.I.: E como surgiu este espaço ideal para você, tão próximo ao anterior?
    Maria da Conceição: Eu tinha uma amiga que conhecia a dona deste imóvel. Antes, aqui funcionava uma oficina mecânica. Mas o aluguel de duas lojas é um custo pesado. O novo espaço tem 300 metros quadrados, enquanto o anterior tinha apenas 75. Ainda em fase de recuperação, fui conversar com a proprietária do imóvel, que foi muito compreensiva e me ajudou bastante. Mesmo assim, precisei recorrer a empréstimos, cartões de crédito e todo tipo de recurso para conseguir montar o novo restaurante. Foi um recomeço do zero, feito com muita coragem e determinação.

    R.I.: O restaurante tem capacidade para quantas pessoas? E está atendendo suas expectativas, especialmente diante do aumento dos preços dos alimentos?
    Maria da Conceição: O Bistrô tem capacidade para 100 pessoas. Mas posso aumentar. Com os reajustes dos últimos meses, principalmente na carne vermelha, no óleo de soja e no azeite, tive que adaptar o cardápio. Também busquei inovar, oferecendo novas opções aos clientes. Apesar disso, precisei fazer pequenos reajustes nos preços. Para 2025, teremos muitas novidades para o público.

    R.I.: E com relação ao aumento expressivo da clientela, o que tem sido feito para melhorar ainda mais o atendimento? Esse é um gargalo em muitos estabelecimentos.
    Maria da Conceição: Tenho trabalhado bastante nesse aspecto. Sei que, com o crescimento do público, ainda não atingimos o nível de atendimento que desejo, mas já evoluímos bastante. Contratamos mais profissionais para a cozinha, o bar e o salão, e seguimos ajustando a equipe para oferecer um serviço cada vez melhor.

     Aumento da clientela foi determinante na contratação de mais funcionários (Foto: Divulgação)

    R.I.: Há outros restaurantes por perto, pelo menos quatro nas proximidades. Como você tem lidado com essa concorrência?
    Maria da Conceição: Temos pratos variados para todos os perfis: empresários, trabalhadores com vale-refeição, clientes com maior poder aquisitivo e também os que buscam refeições que não sejam no estilo self-service, mas acessíveis. Essa política talvez, faça a diferença. Fico feliz em ver clientes retornando frequentemente. O ano de 2024 foi essencial para organizar tudo e alinhar os processos para 2025, quando pretendo implementar novos projetos. Mas, como sempre digo, é preciso ter os pés no chão. Se expandirmos sem estrutura adequada, o prejuízo é certo.

    Pratos variados e saborosos

    Opções variadas à la carte são destaques

    Além do cardápio com opções variadas. O Bistrô oferece a opção do prato do dia

    • Serviço
    • Bistrô Gastronomia
    • Horário de funcionamento: 11h às 15h
    • Segunda à sábado
    • Endereço: ADE Conjunto 9 lotes 19/20
    • Arniqueira – DF
    • Contato: (61) 99209-3881
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  • LS2 e Capital Moto Week lançam edição limitada de capacete personalizado

    LS2 e Capital Moto Week lançam edição limitada de capacete personalizado

                                                         Capacetes edição limitada no Capital Moto Week (Foto: Divulgação CMW)

    Em ação inédita, a LS2 e o Capital Moto Week se uniram para lançar o Capacete Oficial e exclusivo CMW, com o design personalizado e irreverente do maior festival de moto e rock da América Latina. Desenvolvido para todos os tipos de pilotagem e climas, o produto premium é versátil e exibe grafismos marcantes do Capital Moto Week, com a silhueta da asa e o motor presentes no logotipo. O modelo LS2 Advant CMW, que é limitado, está disponível em pré-venda até 18 de julho exclusivamente no site www.ls2.com.br/moto-week/p, com valor promocional de R$ 2.499,90 para clientes que optarem pela retirada do produto no stand da LS2 durante o CMW 2025, de 24 de julho a 2 de agosto. Para ativar o valor promocional, basta inserir o CEP 70297-400 e selecionar a opção de ‘retirada’.

    Essa parceria estratégica combina o nosso lifestyle e paixão pela liberdade com a qualidade e segurança da LS2, resultando em produto inovador e arrojado. Com esse capacete, o motociclista vai sentir que leva, para onde for, a identidade, a atitude e a atmosfera única do Capital Moto Week”, destaca Pedro Franco, CEO do festival. Ele comenta o processo criativo e a aposta no licenciamento da marca: “A colaboração e sinergia com a LS2 foi intensa em todas as etapas, do conceito visual ao produto final, o que reforça a solidez do Capital Moto Week”.

    Essa parceria combina o nosso lifestyle e paixão pela liberdade com a qualidade e segurança da LS2 , Pedro Affonso Franco CEO, CMW

    O LS2 Advant CMW é um capacete articulado e versátil, com queixeira giratória 180 graus para proteção, conforto e comodidade. Com entradas de ar posicionadas para otimizar a ventilação, possui sistema rápido e eficiente de troca de viseira, que é resistente a riscos e com proteção UV. O capacete premium foi desenvolvido na cor matte black e vem acompanhado de mochila, também personalizada com a marca Capital Moto Week. O modelo chega ao mercado na grade completa, com tamanhos que vão do 56 ao 62, pronto para conquistar os amantes do rock e das duas rodas.

    Bruno Cavalcante, gerente de Marketing da LS2, revela que a collab está alinhada à estratégia de reforçar o posicionamento da marca, que desde 2024 assina como capacete oficial do CMW. “O Capital Moto Week tem superado nossas expectativas em todos os aspectos: branding, experiência e vendas. Acreditamos na força desta parceria”, celebra o executivo. Nesta edição do festival, a operação da LS2 terá dois andares, com portfólio completo em termos de cascos e grafismos, além de outras ativações inéditas.

    Licenciamento como alavanca de negócio
              O co-branding se consolida cada vez mais como alavanca de negócios. “Apostamos em parcerias que agregam valor e se conectam genuinamente com o nosso público e identidade”, projeta Pedro Franco. Uma coleção que atende a essência Moto Week e que se tornou tradição são os produtos oficiais do CMW, lançados em várias peças, cores e estampas exclusivas, em parceria com a Magic Brazil.

    São adesivos, bandanas, bonés, boinas, corta-vento, camisetas, camisas, casacos, chemises, chaveiros, pins, patches, mochilas térmicas e pochetes, essenciais para usar em festivais. “Com roupas, acessórios e elementos que refletem a liberdade, desenvolvemos novos modelos e produtos para vestir o público apaixonado pelo CMW”, acrescenta Franco. Os itens ficam disponíveis na Loja Oficial CMW.

    Com taxa de renovação de patrocínios acima de 80% e expectativa de investimento 20% superior ao ano passado, o CMW é uma vitrine disputada por grandes marcas nacionais e internacionais. “Muito além de um festival, o Capital Moto Week é um movimento que une paixão, liberdade e propósito. Somos uma plataforma viva que conecta pessoas, negócios, experiências e as marcas enxergam muito potencial de engajamento com a nossa comunidade”, finaliza o CEO do CMW.

    Sobre o Capital Moto Week 2025
              De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos 100 shows previstos para 2025, a programação do festival inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, para agradar todos os gostos musicais do rock.

    Os headliners já confirmados nesta edição são: Os Paralamas do Sucesso (25), Capital Inicial (26), Samuel Rosa (27), Angra e Lobão (31), a  bandacanadense Magic! e Cidade Negra (01.8). As demais atrações principais serão anunciadas nas próximas semanas. Os shows do palco principal do CMW serão transmitidos pela TV Globo e, no dia 3 de agosto, o Especial Capital Moto Week com os melhores momentos do festival será exibido em rede nacional. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia do entretenimento.

    Sobre a LS2
              Marca global de equipamentos para motociclistas, reconhecida por sua qualidade, segurança e inovação. Fundada em 1990 na China, a LS2 iniciou sua trajetória atendendo ao mercado local e, desde 2008, expandiu sua presença para a Europa e outras regiões, incluindo o Brasil. É referência em capacetes, com modelos urbanos e esportivos até opções off-road, sempre com foco em qualidade e conforto. Comprometida com a segurança, a LS2 desenvolve seus produtos com materiais de alta tecnologia e realiza testes rigorosos para atender às normas internacionais, incluindo a certificação ECE 22.06. Além disso, é uma das principais marcas apoiadoras e patrocinadoras de pilotos renomados, como John McPhee (Moto3), Loris Baz (WSBK) e Fermín Aldeguer (MotoGP), reforçando ainda mais seu compromisso com a excelência em seus produtos.

    SERVIÇO
    Capital Moto Week 2025
    Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
    Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
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    Imprensa: (61) 99987-9915 | (61) 8112-2757 | (61) 8427-2785
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