Categoria: Política

  • Funcionário de restaurante é baleado no rosto após discussão com candidato a deputado no DF

    Funcionário de restaurante é baleado no rosto após discussão com candidato a deputado no DF

    Raimundo Eduardo Pereira Silva, de 29 anos, foi levado ao Hospital de Base e quadro de saúde é estável. Segundo esposa dele, confusão começou após som alto de candidato a deputado distrital pelo PTB; procurado pela reportagem, partido ainda não se manifestou

    Um funcionário da churrascaria Tchê Garoto da Vila Planalto, no Distrito Federal, levou um tiro no rosto por volta das 15h deste sábado (27). Raimundo Eduardo Pereira Silva, de 29 anos, está internado no Hospital de Base e, segundo familiares, o estado de saúde é considerado estável.

    Segundo a esposa de Raimundo, Ana Paula De Carvalho, o suspeito de atirar acompanhava Rubens de Araújo Lima, conhecido como “Rubão”, candidato a deputado distrital pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) . A reportagem entrou em contato com os responsáveis pelo restaurante e também com o partido, mas ainda não obteve retorno. A reportagem também tenta contato com Rubão.

    Ana Paula afirma que a confusão começou após o candidato parar o carro com som alto em frente ao restaurante e fazer provocações de cunho político. Segundo ela, um idoso teria reclamado e foi empurrado pelo candidato.

    “Um senhor de fora não estava gostando [do som alto] até que Rubão empurrou o senhor”, diz Ana.

    Nesse momento, ainda de acordo com Ana Paula, o proprietário do restaurante e o marido dela foram até o local, quando começou uma discussão e o homem que acompanhava o político atirou.

    A Polícia Militar afirma que ao chegar no local, o suspeito de atirar já havia fugido e a vítima socorrida ao hospital. Ainda segundo a corporação, o suspeito foi identificado pela Polícia Civil, porém, não tinha sido detido.

    Procurada, a Polícia Civil não se manifestou até a publicação desta reportagem.

    Fonte: G1

  • Rafael Parente (PSB) desiste da candidatura ao GDF e diz que vai apoiar Leandro Grass (PV- PT- PC do B)

    Rafael Parente (PSB) desiste da candidatura ao GDF e diz que vai apoiar Leandro Grass (PV- PT- PC do B)

    Anúncio foi feito nesta quinta-feira (25). Com isso, Brasília passa a ter 11 candidatos ao Palácio do Buriti

    O candidato ao governo do Distrito Federal pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), Rafael Parente, desistiu de concorrer às eleições de 2022. O anúncio foi feito durante a tarde de quinta-feira (25) e, com isso, passam a ser 11 os candidatos ao Palácio do Buriti.

    De acordo com o Parente, ele vai apoiar o deputado distrital Leandro Grass, escolhido pela federação PV, PT e Pc do B para disputar o pleito. Parente chegou a participar de agendas da campanha eleitoral.

    Rafael Parente é professor e doutor em educação pela Universidade de Nova York. Foi o primeiro secretário de Educação no governo Ibaneis Rocha (MDB), em 2019. No entanto, deixou o cargo após divergências com o governador envolvendo o projeto das escolas militarizadas.

    Ele também foi subsecretário de educação no Rio de Janeiro entre 2009 e 2014. Entre as propostas de Rafael Parente ao GDF estavam o investimento em projetos de ciência, tecnologia e inovação, além do desenvolvimento do turismo e da criação de mais empregos em Brasília.

    Fonte: G1

  • Terceiro debate ao governo do DF reúne sete candidatos

    Terceiro debate ao governo do DF reúne sete candidatos

    Concorrentes responderam a perguntas feitas por adversários e jornalistas, nesta terça-feira (23)

    Sete candidatos ao governo do Distrito Federal participaram, na noite desta terça-feira (23), de debate da disputa eleitoral, realizado pelo portal Metrópoles. Estiveram presentes o governador Ibaneis Rocha (MDB), o senador Izalci Lucas (PSDB), a senadora Leila do Vôlei (PDT), o ex-secretário de Educação Rafael Parente (PSB), o deputado distrital Leandro Grass (PV), a conselheira tutelar Keka Bagno (PSOL) e o ex-vice-governador Paulo Octávio (PSD).

    O debate foi dividido em cinco blocos:

    • Primeiro bloco: candidatos fizeram perguntas entre si;
    • Segundo bloco: jornalistas fizeram perguntas ao candidatos, com comentários feitos por outro concorrente e tréplica do primeiro participante;
    • Terceiro bloco: candidatos fizeram perguntas entre si;
    • Quarto bloco: entidades fizeram perguntas aos candidatos;
    • Quinto bloco: considerações finais de cada candidato.

    No primeiro bloco, cada candidato teve um minuto e meio para responder, e um minuto para o comentário. A réplica e a tréplica também foram de um minuto cada. Os temas discutidos foram mobilidade urbana, fila nos Centros de Referência em Assistência Social (Cras), benefícios sociais e cultura.

    No segundo bloco, cada um teve um minuto e meio para responder a perguntas feitas por jornalistas. O comentário de outro candidato e a tréplica tiveram duração de um minuto. Nesta etapa, os candidatos falaram de segurança pública, emendas para assistência social, corrupção e do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF).

    Já nos terceiro e quarto blocos, o debate tratou de temas como saúde, educação para crianças com deficiência, esporte, participação das mulheres na economia, desenvolvimento industrial no DF e mobilidade.

    Considerações finais

    Ao final, cada um teve oportunidade de fazer as considerações finais. A ordem de fala foi definida a partir de um sorteio.

    Leandro Grass disse que, como deputado distrital, fiscalizou e anunciou propostas, além de ter se conectado com as regiões da capital. “Se é possível no mandato de deputado, é o que eu quero fazer como governador”, declarou.

    Paulo Octávio afirmou que pretende trabalhar a partir dos planos de metas apresentados pela sua chapa. “Na política, muito se promete e pouco se cumpre. Quero ser garantidor que tudo que nós colocamos nesse plano será cumprido”, disse.

    Izalci Lucas declarou que quer devolver ao DF a característica de capital das oportunidades e esperança. “Não fui para o Parlamento como carreira. Tudo o que era necessário mudar na lei, nós mudamos, na ciência e tecnologia, na educação, na regularização.”

    Keka Bagno disse que a capital nunca vivenciou tanta miséria, desigualdade e defendeu o direito das mulheres. “Sou conhecedora de mulheres vítimas de violência e feminicídio, a gente está aqui hoje, enquanto mulheres, para que a gente traga uma outra narrativa de fazer política.”

    Rafael Parente questionou se a população quer um governo com escândalos de corrupção e com governantes que “não governam”. “É importante que vocês se perguntem que futuro a gente quer para as futuras gerações”, apontou.

    Ibaneis Rocha defendeu sua gestão e afirmou que Brasília está “bem melhor” que antes de ele assumir o cargo. “Muitas obras de infraestrutura, com muitos programas sociais que foram criados para atender a população. Uma cidade que respira desenvolvimento.”

    Leila do Vôlei declarou que é necessário trabalho, foco, determinação e disciplina para seguir um caminho de excelência. “Quero, como governadora dessa cidade, melhorar a vida das famílias do Distrito Federal”, afirmou.

    Fonte: G1

  • Eleições 2022: Começa propaganda política nesta terça-feira

    Eleições 2022: Começa propaganda política nesta terça-feira

    Nomes que disputam o Buriti apostam nas redes sociais, embora o uso das plataformas seja considerado fraco por especialistas. Autoridades eleitorais pedem participação popular na fiscalização de irregularidades

    Começa, nesta terça-feira (16/8), o período de propaganda eleitoral para o pleito de 2022. Os candidatos podem divulgar as campanhas pela internet, alto-falantes, caminhadas, carreatas e passeatas. Em 26 de agosto, os políticos darão início à veiculação da publicidade gratuita no rádio e na televisão. Com a largada oficial, os nomes que vão concorrer ao Governo do Distrito Federal (GDF) constroem as estratégias e buscam os melhores caminhos para se aproximar dos eleitores.

    Embora o foco seja nas rede sociais, Marcelo Vitorino, consultor e professor de comunicação e marketing político, acredita que as plataformas digitais são, de maneira geral, subutilizadas. “Pelo o que pude analisar, a maioria das campanhas continuará utilizando a televisão como meio prioritário de entrega de conteúdo para os eleitores. Raramente encontramos conteúdos feitos direcionados ao público fim da rede social, praticamente nenhuma estratégia consistente de ampliação de base de dados e de mobilização por meio do WhatsApp ou de ferramentas de automação”, analisa o especialista.

    A linguagem específica para cada rede social pode ser um diferencial na campanha. “Como o eleitor está segmentado, é cada vez mais importante diversificar o meio, mas de forma inteligente: por meio da produção de conteúdo adequado para cada um. Não adianta muito utilizar um meio com algo que foi planejado para outro”, pondera Marcelo Vitorino. O professor destaca que é essencial conhecer os usuários e as especificidades de cada rede. “Não existe uma plataforma mais eficaz, existem aquelas mais orientadas aos públicos. Por exemplo, o Instagram tem um público adulto, com maior poder aquisitivo. O Facebook tem um público mais velho e de menor poder aquisitivo. O YouTube é mais democrático, pegando todos os públicos. Contudo, cada ferramenta tem um formato específico de conteúdos”, completa o consultor. 

    Aliados

    No total, 12 nomes registraram candidaturas ao governo local até ontem, último dia do prazo, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ana Claudia Loiola, juíza da coordenação de fiscalização da propaganda eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF), ressalta que os brasilienses são grandes aliados para a realização de eleições limpas. “Há a vistoria feita pelos agentes públicos, e teremos o auxílio da Polícia Federal, com drones. Mas a fiscalização maior será feita pelo próprio cidadão, que estará nas ruas, observando eventuais irregularidades”, convoca a juíza, ao citar o aplicativo Pardal, em que qualquer pessoa pode registrar denúncias.

    As principais infrações cometidas pelos políticos incluem disparo de conteúdos em massa, uso de telemarketing e de listas não autorizadas para entrar em contato com os eleitores, de acordo com Ana Claudia Loiola. 

    Para a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, os candidatos devem seguir as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. “Os horários serão distribuídos de acordo com os seguintes critérios: 90% proporcionalmente ao número de representantes na Câmara dos Deputados, considerada, no caso de coligação, a soma do número de representantes das seis maiores legendas; e 10% distribuídos igualitariamente (entre os candidatos)”, detalha Miguel Dunshee, presidente da Comissão de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do DF (OAB-DF).

    Estratégias

    A reportagem conversou com representantes das campanhas de candidatos ao Palácio do Buriti. A maioria antecipa que o foco da será nas redes sociais. A coordenação do senador Izalci Lucas, da federação PSDB-Cidadania, estima que ele terá um minuto no horário gratuito na rádio e na TV. O grupo pretende gastar entre 50% e 60% da verba com publicidade, incluídos os programas de mídia e os materiais impressos. O parlamentar usará, principalmente, Facebook e Instagram.

    O empresário Paulo Octávio (PSD) vai focar no horário eleitoral gratuito, no qual calcula que terá entre 30 segundos e um minuto, e nas redes sociais, como Instagram, YouTube, Facebook e WhatsApp. A campanha não usará o Twitter. Nas ruas, o candidato estará presente com bandeiras, bottons, carros de som, faixas, placas de casa e revistas.

    O deputado distrital Leandro Grass (PV), da federação
    PT-PV-PCdoB, deve ter um minuto e 20 segundos durante a campanha gratuita no rádio e na TV. Ele vai concentrar os esforços em materiais de campanha, programas, inserções e impulsionamento nas redes sociais.

    Rafael Parente (PSB) terá pouco tempo de espaço gratuito e, por isso, o comitê de campanha vai reforçar a presença do político nas redes sociais, a fim de dar continuidade à apresentação das propostas: YouTube, Facebook, Instagram, Twitter, TikTok e WhatsApp.

    Os representantes das demais candidaturas ao GDF não responderam ao Correio até o fechamento desta edição.

    Participação

    O aplicativo Pardal leva ao Ministério Público Eleitoral as denúncias de irregularidade durante as eleições. O app é gratuito e pode ser encontrado nas lojas virtuais Apple Store e Google Play e em formulário web nos Portais da Justiça Eleitoral. Para denunciar, é preciso informar o nome e o CPF, além de elementos que indiquem a existência do fato, como vídeos, fotos ou áudios.

    Regras

    Confira algumas práticas não permitidas pela Justiça durante o período de propaganda eleitoral

    • Fake News: divulgação ou compartilhamento de fatos sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados.
    • Telemarketing: proibido em qualquer horário, além de disparo em massa de mensagens instantâneas sem autorização do destinatário.
    • Outdoors: inclusive eletrônicos, bem como uso de engenhos, equipamentos publicitários ou conjunto de peças de propaganda que, justapostas, assemelhem-se ou causem efeito visual de outdoor.
    • Brindes: são vedadas confecção, utilização, distribuição por comitê e candidato — ou com a sua autorização — de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros materiais que proporcionem vantagem ao eleitor.
    • Impressos: a legislação permite a veiculação de propaganda eleitoral por meio da distribuição de folhetos, adesivos com a dimensão máxima de 0,5m² e volantes.
    • Adesivos em veículos: é proibido colar propaganda eleitoral em veículos, exceto adesivos microperfurados até a extensão total do para-brisa traseiro e, em outras posições, adesivos que não excedam a 0,5m².

    Fonte: CB

  • Pesquisa Ipec para o governo do DF: Ibaneis, 38%, Paulo Octávio, 9%

    Pesquisa Ipec para o governo do DF: Ibaneis, 38%, Paulo Octávio, 9%

    Resultado foi divulgado nesta segunda-feira (15). Pesquisa encomendada pela TV Globo ouviu 1,2 mil pessoas entre os dias 12 e 14 de agosto

    A pesquisa do instituto Ipec, divulgada nesta segunda-feira (15), revela os índices de intenção de voto para o cargo de governador do Distrito Federal. Candidato à reeleição pelo MDB, Ibaneis Rocha, lidera a disputa com 38% das intenções de voto.

    Registraram candidatura no DF: Coronel Moreno (PTB), Ibaneis Rocha (MDB), Izalci (PSDB), Keka Bagno (PSOL), Leandro Grass (PV), Leila do Vôlei (PDT), Lucas Salles (Democracia Cristã – DC), Paulo Octávio (PSD), Rafael Parente (PSB), Renan Arruda (PCO), Robson da Silva (PSTU) e Teodoro da Cruz (PCB).

    A pesquisa, encomendada pela TV Globo, ouviu 1,2 mil pessoas entre os dias 12 e 14 de agosto, em Brasília. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

    A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TSE) sob o número BR-02251_2022.

    Intenções de voto no 1º turno

    • Ibaneis (MDB): 38%
    • Paulo Octávio (PSD): 9%
    • Leila do Vôlei (PDT): 8%
    • Izalci (PSDB): 5%
    • Leandro Grass (PV): 4%
    • Rafael Parente (PSB): 3%
    • Keka Bagno (PSOL): 2%
    • Lucas Salles (DC): 1%
    • Não sabe ou não respondeu: 10%
    • Branco/nulo: 19%

    Renan Arruda (PCO), Robson da Silva (PSTU) e Teodoro da Cruz (PCB) não pontuaram. Coronel Moreno (PTB) não tinha sido lançado quando a pesquisa foi feita.

    Fonte: G1

  • Reguffe não é mais candidato ao GDF e diz que sai da vida pública

    Reguffe não é mais candidato ao GDF e diz que sai da vida pública

    União Brasil ofereceu vaga à Câmara Federal, no entanto, senador recusou. Nesta terça-feira (9), ele confirmou desistência ao Palácio do Buriti e saída do partido

    O senador José Antônio Reguffe (sem partido) reafirmou nesta terça-feira (9) que não é mais candidato ao governo do Distrito Federal e disse, ainda, que vai sair da vida pública. A assessoria de Reguffe afirmou que ele se desfiliou do União Brasil.

    Na última sexta-feira (5), o partido desistiu de lançar a candidatura de Reguffe ao Palácio do Buriti e anunciou apoio à Ibaneis Rocha (MDB), candidato à reeleição. A data marcou o encerramento das convenções partidárias, e, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), somente candidatos aprovados nestas reuniões podem concorrer às eleições.

    Para Reguffe, o União Brasil ofereceu a possibilidade de se candidatar à Câmara dos Deputados, mas ele recusou e disse que só concorreria se fosse ao governo do DF.

    “Eu sonhei com essa candidatura e despertei o sonho em muita gente. Por isso não seria correto de minha parte ser candidato a deputado federal. Nos últimos dias teve uma grande mobilização de pessoas. Eu não me sentiria a vontade”, disse em uma rede social.

    E completou:

    “Até breve de quatro anos (…) Saio de cabeça erguida, com a sensação de dever cumprido”.

    Nesta terça-feira, durante o retorno dos trabalhos legislativos no Senado Federal, Reguffe agradeceu aos colegas pelas manifestações de solidariedade, entre eles, estava o senador Izalci Lucas (PSDB), que é candidato ao GDF.

    “Com relação a você, meu amigo, vá firme! Você tem todo o preparo para enfrentar essa eleição, para enfrentar um governo, para devolver à nossa população o que a nossa população precisa e merece. Você é uma pessoa preparada. Você é uma pessoa que tem muito conteúdo, que tem muito o que oferecer para a nossa população”, declarou Reguffe.

    A assessoria de Reguffe, no entanto, diz que o político não manifestou apoio à nenhum candidato.

    Fonte: G1

  • Primeiro debate ao governo do DF reúne sete candidatos

    Primeiro debate ao governo do DF reúne sete candidatos

    Concorrentes responderam a perguntas feitas por adversários e jornalistas, neste domingo (7)

    Sete candidatos ao governo do Distrito Federal participaram, na noite deste domingo (7), do primeiro debate da disputa eleitoral, realizado pela TV Bandeirantes. Estiveram presentes nos estúdios da emissora o governador Ibaneis Rocha (MDB), o senador Izalci Lucas (PSDB), a senadora Leila Barros (PDT), o ex-secretário de Educação Rafael Parente (PSB), o deputado distrital Leandro Grass (PV), a conselheira tutelar Keka Bagno (PSOL) e o ex-governador Paulo Octávio (PSD).

    O debate foi dividido em cinco blocos:

    • Primeiro bloco: candidatos responderam a perguntas escolhidas pela produção do debate.
    • Segundo bloco: candidatos fizeram perguntas entre si.
    • Terceiro bloco: jornalistas fizeram perguntas e escolheram quem responderia e quem comentaria a resposta.
    • Quarto bloco: candidatos fizeram perguntas entre si.
    • Quinto bloco: considerações finais de cada candidato.

    No primeiro bloco, cada candidato teve um minuto e meio para responder a uma pergunta escolhida pela produção do debate. Os temas discutidos foram saúde pública e desigualdade entre escolas públicas e privadas.

    No segundo bloco, os candidatos fizeram perguntas entre si sobre assistência social, filas nos Centros de Assistência Social (Cras), segurança pública, desemprego, inadimplência e transporte público.

    Já nos terceiro e quarto blocos, o debate tratou de temas como investimentos no Entorno do DF, educação, pandemia de Covid-19 e privatizações.

    Considerações finais

    Ao final, cada um teve oportunidade de fazer as considerações finais. A ordem de fala foi definida a partir de um sorteio.

    Leandro Grass afirmou que, como deputado distrital, fez aquilo que a população esperava dele. Segundo o candidato, o programa de governo é composto por “propostas reais para os verdadeiros problemas que essa cidade enfrenta” e que, caso eleito, seu objetivo é “recuperar os empregos, reduzir as desigualdades, combater a fome que tomou conta da capital do país”.

    Keka Bagno declarou que pretende priorizar trabalho, renda, saúde, educação e direitos da população LGBTQIA+. “Acreditamos que poderemos sair do mapa da fome. Queremos que crianças e adolescentes não estejam sofrendo com adoecimento de saúde mental, que as mulheres estejam em segurança e não sejam vítimas de violência doméstica e feminicídio”, disse a candidata.

    Ibaneis Rocha defendeu o seu mandato como governador do DF e afirmou que avançou em diversas pautas citadas na campanha anterior. “Tínhamos delegacias fechadas, não existiam obras nas ruas, não tínhamos desenvolvimento social. Temos a certeza de que fizemos um governo que merece do eleitor a confiança. Merece pela força de trabalho que imprimimos nesses três anos e oito meses.”

    Izalci Lucas disse que seu governo irá oferecer “saúde de verdade; emprego para todos, em especial para os jovens; transporte digno; oportunidades para todos. Vamos trabalhar durante todo o governo 24 horas [por dia], cuidando das pessoas, principalmente daquelas que mais precisam e foram esquecidas neste governo”.

    Paulo Octávio afirmou que vai apresentar 50 metas para a gestão, entre elas a criação de 10 mil vagas de emprego, no final de janeiro do ano que vem. “Eu quero acabar com o analfabetismo em Brasília. O presente de fim de ano vai ser zerar [o índice]. Quero doar um projeto de hospital para Valparaíso, para que a população de lá não tenha que vir a Brasília usar nossos hospitais”, disse o candidato.

    Leila Barros defendeu a atuação como senadora pelo Distrito Federal. “Nesses quatro anos no Senado, meu mandato foi um dos mais eficientes, com 15 leis que impactaram de forma decisiva, seja na saúde, na educação, para mulher, assistência social.” Barros afirmou que enviou mais de R$ 115 milhões ao DF em emendas parlamentares, algumas realizadas e outras não.

    Rafael Parente apontou a educação como ponto importante para mudar a realidade da capital. “Acredito que só com educação a gente consegue acabar com a reprodução da miséria. Depois aprendi que as grandes transformações são feitas pelos governos. Precisamos das decisões dos governantes para fazermos um trabalho sério”, disse o candidato.

    Fonte: G1

  • Candidatos ao governo do Distrito Federal em 2022: veja lista

    Candidatos ao governo do Distrito Federal em 2022: veja lista

    Partidos tiveram até 5 de agosto para realizar convenções, deliberar sobre formação de coligações e escolher candidatos que vão disputar eleições. Pedido de registro da candidatura deve ser feito até 15 de agosto

    Os partidos confirmaram os nomes de seus candidatos ao governo do Distrito Federal, após o início das convenções, em 20 de julho. As siglas tiveram até o dia 5 de agosto para deliberar sobre a formação de coligações e escolher candidatas e candidatos que vão disputar as eleições. O pedido de registro da candidatura deve ser feito até 15 de agosto.

    O primeiro turno da eleição para presidente, governador, senador, e deputados federais e distritais está marcado para 2 de outubro de 2022, e, eventual segundo turno, no dia 30 do mesmo mês. Veja quem são os candidatos:

    1. Ibaneis Rocha (MDB)
    2. Izalci (PSDB)
    3. Keka Bagno (PSOL)
    4. Leandro Grass (PV)
    5. Leila Barros (PDT)
    6. Lucas Salles (DC)
    7. Paulo Octávio (PSD)
    8. Rafael Parente (PSB)
    9. Robson da Silva (PSTU)

    Ibaneis Rocha (MDB)

    Convenção que confirmou candidatura de Ibaneis Rocha (MDB) para reeleição ao GDF — Foto: TV Globo/Reprodução
    Convenção que confirmou candidatura de Ibaneis Rocha (MDB) para reeleição ao GDF — Foto: Reprodução TV

    A candidatura do governador Ibaneis Rocha à reeleição foi confirmada durante a convenção conjunta realizada por MDB, PP e PL no DF, no dia 31 de julho. A vice da chapa será a deputada federal Celina Leão (PP).

    Ibaneis Rocha, de 51 anos, é natural de Brasília e foi o primeiro governador nascido na capital. Advogado formado em direito pelo UniCeub em 1993, atuou na advocacia por 25 anos. Entre 2013 e 2015, foi presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF). Em 2018, concorreu pela primeira vez em eleições, e foi eleito governador do DF, com 69,79% dos votos válidos.

    Izalci (PSDB)

    Deputado federal Izalci (PSDB-DF) em discurso na Câmara dos Deputados — Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados/Divulgação
    Deputado federal Izalci (PSDB-DF) em discurso na Câmara dos Deputados — Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados/Divulgação

    A federação PSDB/Cidadania oficializou a candidatura do senador Izalci Lucas (PSDB) ao governo do Distrito Federal. A decisão foi tomada durante convenção partidária online, no dia 5 de agosto. O nome do candidato a vice na chapa não foi anunciado.

    Izalci é natural de Araújos (MG). Em 2002, foi eleito pela primeira vez, para deputado distrital, e passou por secretarias do GDF. Em 2010 e 2014, foi eleito e reeleito deputado federal e, em 2018, ganhou a cadeira de senador por oito anos.

    Keka Bagno (PSOL)

    Keka Bagno e Toni de Castro formam chapa que concorre ao GDF — Foto: TV Globo/Reprodução
    Keka Bagno e Toni de Castro formam chapa que concorre ao GDF — Foto: Reprodução TV

    A candidatura de Keka Bagno foi confirmada durante a convenção da federação entre o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e a Rede Sustentabilidade, no domingo (24). O vice da chapa será Toni de Castro (PSOL).

    Keka começou a carreira política há 15 anos, atuando em movimentos sociais. Nas eleições de 2018, ela concorreu como vice-governadora pelo PSOL. Conselheira tutelar, diz ser a primeira mulher negra a concorrer ao Palácio do Buriti, e pretende priorizar o combate à fome e desigualdade social.

    Leandro Grass (PV)

    Leandro Grass é candidato ao GDF pela federação PV, PT e PC do B — Foto: TV Globo/Reprodução
    Leandro Grass é candidato ao GDF pela federação PV, PT e PC do B — Foto: Reprodução TV

    A federação formada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Verde (PV) e Partido Comunista do Brasil (PC do B) oficializou, no domingo (24), o nome de Leandro Grass para candidato ao governo do DF. A professora Olgamir Amancia (PC do B) será vice.

    Leandro Grass foi eleito deputado distrital em 2018 pela Rede Sustentabilidade com 6.578 votos, mas migrou para o Partido Verde (PV) para concorrer ao GDF. Professor, sociólogo, mestre em Desenvolvimento sustentável, ele pretende reestruturar o modelo de educação, e, na saúde, promete zerar a fila das cirurgias eletivas, exames e tratamentos de alta complexidade.

    Leila Barros (PDT)

    Candidata ao GDF, Leila Barros (PDT), em convenção partidária, em Brasília — Foto: Gustavo Garcia/g1
    Candidata ao GDF, Leila Barros (PDT), em convenção partidária, em Brasília — Foto: Gustavo Garcia/g1

    A candidatura da senadora Leila Barros (PDT) ao Buriti foi anunciada pelo partido, no dia 4 de julho. O ex-deputado distrital Joe Valle (PDT) será o candidato a vice-governador, segundo anúncio feito durante a convenção partidária.

    Aos 50 anos, a ex-jogadora de vôlei nascida em Taguatinga está no primeiro mandato como senadora, e foi secretária de Esporte e Lazer do DF na gestão do ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB). Em 2018, pelo PSB, Leila foi eleita senadora com mais de 467 mil votos, ficando em primeiro lugar na disputa.

    Lucas Salles (DC)

    Lucas Salles é oficializado como candidato ao governo do DF pelo Democracia Cristã — Foto: Facebook/Reprodução
    Lucas Salles é oficializado como candidato ao governo do DF pelo Democracia Cristã — Foto: Facebook/Reprodução

    A candidatura de Lucas Salles ao governo do DF foi confirmada na convenção do partido Democracia Cristã (DC), no dia 31 de julho. A vice da chapa é a pastora Suelene Balduíno (DC).

    Publicitário, jornalista e professor universitário desde 2001, nas áreas de marketing e gestão pública, Lucas Salles é natural de Campina Grande (PB). Já foi candidato a vereador na cidade natal, em 1992, e também atuou como secretário municipal de Turismo.

    Paulo Octávio (PSD)

    Paulo Octávio, vice-governador do DF — Foto: Reprodução/TV Globo
    Paulo Octávio, vice-governador do DF — Foto: Reprodução/TV Globo

    A candidatura de Paulo Octávio ao governo do DF foi confirmada na convenção do Partido Social Democrático (PSD), no dia 5 de agosto. O vice na chapa é Felipe Belmonte, presidente do Partido Social Cristão (PSC).

    Paulo Octávio, de 72 anos, é advogado e empresário responsável por um grupo com cerca de 20 empresas, em diversas áreas. Ele começou a carreira política em 1990 e já foi eleito deputado federal e senador, além de ser vice-governador na chapa de José Roberto Arruda.

    Rafael Parente (PSB)

    PSB oficializa candidatura de Rafael Parente ao governo do DF — Foto: TV Globo/Reprodução
    PSB oficializa candidatura de Rafael Parente ao governo do DF — Foto: TV Globo/Reprodução

    A candidatura de Rafael Parente ao governo do DF foi confirmada na convenção do Partido Socialista Brasileiro (PSB), no dia 31 de julho. A vice na chapa é Janaína Almeida (PSB).

    Rafael Parente é professor e doutor em educação pela Universidade de Nova York. Foi o primeiro secretário de Educação do governo Ibaneis Rocha, em 2019. No entanto, deixou o cargo após divergências com o governador envolvendo o projeto de escolas com gestão compartilhada com militares.

    Robson da Silva (PSTU)

    Robson da Silva e Eduardo Zanata, candidatos ao governo e a vice no DF, respectivamente — Foto: PSTU/Divulgação
    Robson da Silva e Eduardo Zanata, candidatos ao governo e a vice no DF, respectivamente — Foto: PSTU/Divulgação

    A candidatura de Robson da Silva ao governo do DF foi confirmada na convenção do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), no dia 30 de julho. O vice na chapa é Eduardo Zanata.

    Robson da Silva é professor de escola pública e ativista do movimento negro. Ele já foi candidato ao Senado pelo PSTU em três eleições e, agora, concorre ao GDF.

    Fonte: G1

  • Direitos políticos de Arruda são restabelecidos pelo STF, e ex-governador pode concorrer

    Direitos políticos de Arruda são restabelecidos pelo STF, e ex-governador pode concorrer

    Na última segunda-feira (1°), STJ havia proibido político de participar do pleito. Arruda pretende se candidatar a deputado federal e é apoiado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) e pelo presidente Jair Bolsonaro (PL)

    O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, nesta sexta-feira (5), restabelecer os direitos políticos de José Roberto Arruda (PL). Com a medida, o ex-governador do Distrito Federal pode concorrer às eleições de 2022.

    Na última segunda-feira (1°), o ministro Gurgel Faria, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), havia proibido a candidatura de Arruda. Ele estava impedido de disputar o pleito devido a uma condenação por atos de improbidade administrativa no escândalo conhecido como Caixa de Pandora ou Mensalão do DEM (veja mais abaixo).

    Em 19 de julho, Arruda se reuniu com o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), e afirmou que seria candidato a deputado federal. Ele também é apoiado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), candidato à reeleição.

    Na decisão desta sexta, o ministro levou em consideração que o Supremo ainda julga alterações na lei que trata sobre penalidades para casos de improbidade administrativa.

    “Dessa maneira, embora a prudência autorize a concessão da liminar, cabe exclusivamente ao candidato a assunção dos riscos decorrentes da formalização precária de sua candidatura”, disse o ministro.

    Em nota, a defesa de Arruda disse que a decisão “restabeleceu a constitucionalidade e a ordem”. Além disso, os advogados afirmaram que o ministro do STF “reparou uma ilegalidade flagrante contra os direitos políticos de um cidadão considerado legalmente elegível”.

    Acusações

    As condenações contra Arruda são referentes a processos da operação Caixa de Pandora. A ação, da Polícia Federal, estourou em 2009. Também chamada de Mensalão do DEM de Brasília, a investigação apurou crimes de corrupção e improbidade administrativa no Distrito Federal.

    Uma das apurações apontou um suposto esquema de desvio de dinheiro de contratos do governo local com empresas de informática, entre elas, a a Linknet Serviços de Informática.

    Arruda e parte da equipe que integrava a antiga gestão dele foram condenados pela Justiça do Distrito Federal a pagar R$ 4 milhões de multa e a devolver R$ 11,85 milhões aos cofres públicos. Além disso, os condenados também tiveram seus direitos políticos suspensos por oito anos.

    Por conta disso, o político estava impedido de disputar às eleições de 2022. No entanto, em julho o presidente do STJ, Humberto Martins, concedeu uma medida liminar (decisão provisória) que restabeleceu os direitos políticos do ex-governador.

    A candidatura de Arruda, no entanto, voltou a ser barrada pelo ministro Gurgel Faria, também do STJ, e autorizada novamente pelo STF, nesta sexta.

    Fonte: G1

  • Paulo Octávio é candidato ao governo do DF pelo PSD

    Paulo Octávio é candidato ao governo do DF pelo PSD

    Anúncio foi oficializado durante convenção da sigla, nesta sexta-feira (5). Felipe Belmonte, do PSC, é o escolhido para vice

    O Partido Social Democrático (PSD) oficializou, nesta sexta-feira (5), a candidatura de Paulo Octávio ao governo do Distrito Federal. O presidente do Partido Social Cristão (PSC) no Distrito Federal, Felipe Belmonte, será o candidato a vice-governador.

    O lançamento da pré-candidatura de Paulo Octávio foi em 30 de julho. Advogado e empresário responsável por um grupo com cerca de 20 empresas, em diversas áreas, ele é natural Lavras (MG) e tem 72 anos.

    Paulo Octávio começou a carreira política em 1990, quando foi eleito deputado federal. Ocupou o cargo por dois mandatos, e também foi senador, entre 2003 e 2006.

    Nas eleições de 2006, foi eleito vice-governador na chapa de José Roberto Arruda. Em fevereiro de 2010, quando Arruda foi preso durante as investigações da operação Caixa de Pandora – que revelou um esquema de pagamento de propina a deputados distritais pelo então governador – Paulo Octávio assumiu o governo de Brasília por duas semanas.

    Em 23 de fevereiro de 2010 ele renunciou ao cargo.

    Prazos eleitorais

    Os partidos e federações têm até esta sexta-feira (5) para deliberar sobre a formação de coligações e escolher candidatas e candidatos que vão disputar as eleições. O pedido de registro da candidatura deve ser feito até 15 de agosto.

    O primeiro turno da eleição para presidente, governador, senador, e deputados federais e distritais está marcado para 2 de outubro de 2022, e, eventual segundo turno, no dia 30 do mesmo mês.

    Fonte: G1