Categoria: Meio Ambiente

  • GDF prepara reforma da barragem do Córrego Veredinha, em Brazlândia

    GDF prepara reforma da barragem do Córrego Veredinha, em Brazlândia

    Novacap conduz licitação para reformar equipamento e fortalecer controle das águas na região

    A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) abriu oficialmente o processo licitatório para contratar a empresa responsável pelo projeto executivo de recuperação geotécnica da barragem do Córrego Veredinha, em Brazlândia.

    Com um investimento estimado para o contrato de R$ 297.650,11, a iniciativa visa a garantir a estabilidade e segurança da estrutura, que desempenha papel importante no controle das águas e proteção dos moradores da região. “É uma forma de investir em modernização e na segurança para a população”, afirma o presidente da Novacap, Fernando Leite.

    Área delimitada para as obras de recuperação | Imagem: Divulgação/Novacap

    A contratação ocorre por meio de procedimento licitatório presencial, do tipo melhor combinação de técnica e preço, em modo de disputa fechado, garantindo que sejam avaliados tanto a qualidade da proposta quanto o custo apresentado. Essa modalidade permite que o projeto a ser desenvolvido contemple rigorosamente as necessidades da comunidade e os padrões estabelecidos.

    Controle 

    A recuperação geotécnica consiste em intervenções técnicas para restabelecer ou melhorar a estabilidade e a segurança da barragem, uma operação fundamental para o controle dos cursos d’água locais e, em menor escala, para o controle de cheias na região. Além disso, a barragem desempenha importante função paisagística, valorizando o ambiente local.

    O redimensionamento do vertedouro e a readequação do sistema de drenagem são necessários para garantir a segurança dos usuários e dos moradores. Toda a população da região vai ser beneficiada, principalmente os moradores que se encontram após a barragem.

    A demanda para essa recuperação foi levantada pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), por meio de um relatório de fiscalização que indicou a necessidade de intervenções. A Novacap fez uma nova vistoria e confirmou a urgência da readequação de toda a estrutura.

    Licitação

    A licitação está prevista para ocorrer em 1º de agosto deste ano. O procedimento burocrático da contratação da empresa deve durar cerca de 30 dias, e o período de execução a partir da assinatura do contrato é de 120 dias.

    “Para a Adasa, é muito importante ver que as nossas ações regulatórias estão resultando em melhoria dos serviços públicos prestados à população e em benefícios e segurança para a sociedade e para o meio ambiente; é a sensação de ver nossa missão sendo materializada”, enfatiza o superintendente de Recursos Hídricos da Adasa, Gustavo Carneiro.

  • Semana do Meio Ambiente começa com criação de horta comunitária em Ceilândia

    Semana do Meio Ambiente começa com criação de horta comunitária em Ceilândia

    Iniciativa nacional de educação ambiental tem início no Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho

    A Semana do Meio Ambiente 2025 começa com um marco importante para a educação e a mobilização socioambiental no país. Em 5 de junho, quando é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, será lançado oficialmente o Circuito Eco Brasil, uma jornada nacional voltada à sustentabilidade, à preservação dos biomas e ao protagonismo das comunidades locais.

    O evento de abertura ocorre em Ceilândia, a partir das 9h, no Parque Urbano do Setor O, e contará com diversas atividades abertas ao público. O grande destaque será a implantação de uma horta comunitária, construída com o envolvimento direto da população, instituições locais e parceiros do projeto. A ação inaugura um novo espaço de cultivo coletivo, aprendizado agroecológico e valorização da agricultura sustentável.

    Além do plantio, a programação inclui oficinas, ações educativas, atividades culturais e orientações sobre o cuidado contínuo da horta, reforçando a importância da participação popular na proteção do meio ambiente.

    Arte: Administração de Ceilândia

    Por todo o Brasil

    O Circuito Eco Brasil vai percorrer o país ao longo dos próximos 180 dias, com eventos em diversas cidades, promovendo a conscientização ambiental, o respeito à natureza e o fortalecimento da cidadania ecológica. A programação inclui plantio de árvores, seminários, feiras sustentáveis, atividades artísticas e ações de valorização dos biomas brasileiros.

    O ponto alto será a Festa dos Biomas, em agosto, no Parque da Cidade, um grande encontro nacional com desfiles temáticos, exposições, gastronomia regional, tendas educativas e atrações culturais para um público estimado em até 50 mil pessoas.

    Com o lançamento em Ceilândia, a Semana do Meio Ambiente começa de forma simbólica e concreta: com as mãos na terra, conectando pessoas à natureza e inspirando transformações sustentáveis por todo o Brasil.

    Lançamento do Circuito Eco Brasil – Abertura da Semana do Meio Ambiente

    • Data: 5 de junho
      · Horário: A partir das 9h
      · Local: Parque Urbano do Setor O – Ceilândia
      · Atividades: Implantação de horta comunitária, oficinas, plantio de mudas, ações culturais e educativas
      · Evento gratuito e aberto à comunidade
  • Um cachorro-do-mato e três quatis reabilitados são devolvidos à natureza

    Um cachorro-do-mato e três quatis reabilitados são devolvidos à natureza

    Área monitorada pelo Brasília Ambiental que recebeu os animais silvestres

    O Instituto Brasília Ambiental participou, nesta sexta-feira (30), da soltura de quatro animais silvestres reabilitados: um cachorro-do-mato (Cerdocyon thous) e três quatis (Nasua nasua), todos resgatados e reabilitados pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Ibama, e pelo Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre (Hfaus). A ação, realizada em área monitorada na Estação Ecológica de Águas Emendadas (Esecae), simboliza a conclusão de um longo trabalho de cuidados veterinários e avaliação comportamental, para garantir a reintegração dos animais ao seu habitat natural.

    O chefe do Cetas, Júlio César Montanha, contou que o cachorro-do-mato, vítima de atropelamento, havia sido resgatado pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). O animal silvestre passou por um período de recuperação no Hfaus. Após a alta clínica, foi encaminhado ao Cetas, sendo monitorado quanto aos comportamentos naturais, alimentação e movimentação.

    “Verificamos se ele estava apto a viver em liberdade, se buscava alimento de forma autônoma e apresentava movimentos naturais da espécie. Com a avaliação positiva, hoje realizamos a soltura em uma área protegida e adequada”, explicou Júlio César.

    Quanto aos quatis, que eram quatro irmãos, um deles morreu durante o resgate. Eles foram encontrados sozinhos sem a mãe, em 2024, após os incêndios florestais. Depois de um ano de trabalho conjunto entre o Cetas e o Hfaus, com atividades de enriquecimento ambiental, voltadas ao desenvolvimento de comportamentos naturais, os animais também foram considerados aptos à reintegração.

    “Hoje fechamos um ciclo com esses animais retornando à natureza”, destacou o gerente de Fauna Silvestre do Brasília Ambiental, Rodrigo Santos. Segundo ele, todos haviam passado por uma bateria de exames para diagnosticar parvovirose e cinomose, “a fim de garantir que estamos realizando a soltura desses animais saudáveis na natureza, por meio da parceria contínua entre a autarquia ambiental do DF, o Hfaus e o Ibama”, acrescentou.

    A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também comentou a importância da iniciativa: “Essas ações demonstram o compromisso do Governo do Distrito Federal com a conservação da biodiversidade. Cuidar dos animais silvestres é preservar a identidade ambiental do nosso Cerrado, garantindo um legado sustentável para as futuras gerações”.

    O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, celebrou mais uma etapa bem-sucedida do programa de reabilitação da fauna silvestre do DF. “Cada animal que devolvemos à natureza representa um avanço na preservação ambiental. O trabalho do instituto, aliado a outras instituições como o Cetas e o Hfaus, mostra que o cuidado com a fauna exige técnica, dedicação e sensibilidade. Nosso papel é dar a esses animais uma nova chance de viver livres e saudáveis”, concluiu.

  • Poda de árvores melhora mobilidade e reforça cuidado em calçadas do Guará

    Poda de árvores melhora mobilidade e reforça cuidado em calçadas do Guará

    Ação faz parte do cronograma da Novacap, que prevê mais de 4 mil podas na região em 2025; material recolhido é reutilizado para compostagem nos viveiros da companhia

    Com o objetivo de garantir a segurança da população, melhorar a iluminação pública e preservar a saúde das árvores, as podas vêm sendo realizadas regularmente pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em todo o Quadradinho. No Guará, o trabalho foi iniciado em março deste ano pela Novacap e segue em execução em diferentes localidades.

    A ação faz parte de um cronograma planejado que prioriza regiões com maior necessidade de intervenção, levando em consideração critérios técnicos, como galhos em conflito com a rede elétrica, risco de queda e obstrução de vias ou calçadas. Em 2024, ocorreram 4.132 podas no Guará – um número previsto para aumentar em 2025.

    Isso porque, neste ano, a Novacap firmou um novo contrato de licitação para os serviços de poda, dobrando o número de equipes de trabalho de duas para quatro, contemplando nove lotes e abrangendo todo o DF. No caso do Guará, o lote em questão atende as regiões do Guará I e II, Vicente Pires, Lucio Costa e Candangolândia.

    As solicitações podem ser feitas pelo site das administrações regionais ou pelo telefone 156. O assessor do Departamento de Parques e Jardins da Novacap, Tiago Alencar de Araújo, lembra que os serviços são prestados mediante solicitações da população, sendo todas as demandas previamente vistoriadas pela equipe técnica do órgão. “Os pedidos da população passam pela análise dos nossos técnicos, que vão até o local e podem demandar uma redução de altura, uma poda de levantamento de copa, ou outro tipo de serviço – depende muito do que a árvore precisa”, detalha.

    Aprovação popular

    Na Avenida Contorno, no Guará II, os moradores já percebem a mudança. O empresário Maxuel Pedro, 54, pedala todos os dias na região e lembra que às vezes precisava desviar dos galhos maiores que invadiam a calçada: “Você quase cai, fica perigoso. Agora que a Novacap chegou e está fazendo a poda, vai ficar bom demais, a gente agradece. Mais espaçoso, menos perigoso e mais limpo. A cidade merece”.

    Além de quem pedala, há quem caminhe pela região, como o assistente de produção Raimundo Nunes Batista, 58, que faz o percurso toda segunda, quarta e sexta. Sem os obstáculos para atrapalhar o exercício, ele destaca a melhora na qualidade de vida: “Tinha uns galhos altos que batiam na cabeça da gente. A manutenção é muito importante para os pedestres e todos que caminham aqui no Guará. Tudo que é feito em benefício do povo é bem-vindo”.

    Já o aposentado Giovani Braz, 61, ressalta que o serviço realizado pelas equipes traz mais segurança: “Ajuda muito na preservação das árvores e na iluminação da rua, é superimportante para a nossa segurança, evita de alguém se esconder ali no meio. A diferença é enorme, tanto na minha casa quanto para os moradores que chegam mais tarde. Essa iluminação dos postes é primordial para a nossa segurança e ficou uma maravilha depois da poda. Com a chuva, as árvores crescem muito rapidamente, então é necessário fazer essas podas regulares”.

    Reaproveitamento

     A coordenadora do contrato que viabiliza o serviço das equipes, Patrícia Caetano, reforça que, além de a poda ser necessária na área para liberação da ciclovia, iluminação pública, placas de sinalização e fiação – prejudicadas pelos galhos que já estavam baixos -, todos os inservíveis recolhidos são reutilizados e direcionados aos viveiros da Novacap. “O material é triturado, e esses galhos e folhas são utilizados como compostagem nos jardins de Brasília”, explica. “As madeiras maiores também são reaproveitadas e vão para leilões”.

    A proposta do GDF, por meio da Novacap, é manter a arborização urbana do DF, com a podas, liberação de vias e luminárias, remoção de galhos secos e de árvores mortas ou caídas, além da supressão de árvores quando essas oferecem risco à população — como no caso de troncos podres, inclinação acentuada ou estrutura comprometida. Essa medida é adotada apenas em último caso.

    “O Guará completa 56 anos em maio, e esse reforço nas ações de podas preventivas é mais um presente para a nossa cidade”, pontua o administrador regional, Artur Nogueira.

    “Esse trabalho é importantíssimo, especialmente para o fortalecimento da segurança pública. Além disso, as podas mantêm as árvores bonitas e saudáveis, contribuindo para que o Guará seja uma cidade ainda mais agradável, visualmente atraente e cada vez mais linda.”

  • Museu da Limpeza Urbana completa 29 anos

    Museu da Limpeza Urbana completa 29 anos

    No local gerenciado pelo SLU, são mais de 600 peças encontradas no lixo ou de valor estimado que foram doadas para contar histórias desde a década de 1960

    Fundado em 9 de maio de 1996, o Museu da Limpeza Urbana (MLU) completa 29 anos nesta sexta-feira (9). O acervo do museu do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) possui mais de 600 peças encontradas no lixo e algumas doadas, com objetos que datam desde os anos 1960. São panfletos de época, fotografias antigas, máquinas fotográficas, telefones, brinquedos e aparelhos de televisão que proporcionam uma interessante viagem no tempo.

    Idealizado pelo servidor do SLU Cícero de Lacerda e com apoio de outros trabalhadores da limpeza urbana, o MLU funcionou por 25 anos na Usina de Tratamento Mecânico Biológico, em Ceilândia. Em agosto de 2021, foi transferido para o térreo do Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul, visando maior visibilidade e acessibilidade ao público. A mudança resultou em um aumento significativo no número de visitantes, com quase 22 mil pessoas conhecendo o espaço nos últimos quatro anos.

    O novo local, com 92 m², oferece um ambiente mais amplo e arejado. Além dos objetos históricos, o Museu apresenta maquetes de equipamentos públicos de limpeza, como o papa-entulho, papa-lixo, papa-reciclável, além do Aterro Sanitário de Brasília e do antigo lixão da Estrutural, permitindo aos visitantes compreenderem a evolução da gestão de resíduos sólidos no DF.

    Ao longo dos seus 29 anos, o Museu da Limpeza Urbana consolidou-se como um importante espaço de educação ambiental e cultural, oferecendo aos visitantes uma experiência única sobre o valor da sustentabilidade e a história do descarte de resíduos no Distrito Federal.

    Servidora do SLU há mais de 30 anos, Elizete Baltazar é uma das responsáveis por atender o público no MLU. Para ela, a boa receptividade dos visitantes é prova da importância do espaço para a educação ambiental. “O museu dá oportunidade para muitas pessoas conhecerem um pouco mais sobre os resíduos. As pessoas, e especialmente as crianças, ficam impressionadas com as peças antigas”, destacou Elizete.

    Serviço

    Museu da Limpeza Urbana
    Local: Venâncio Shopping (térreo) – Setor Comercial Sul Q. 6 – Asa Sul
    Horário: Aberto de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h
    Grupos com mais de dez pessoas devem agendar visita pelo telefone (61) 3213-0189 / 3213-0100 ou pelo e-mail ambiental.slu@gmail.com

  • GDF investe na construção de 40 bacias de contenção para melhorar drenagem nas cidades

    GDF investe na construção de 40 bacias de contenção para melhorar drenagem nas cidades

    Estão sendo empenhados mais de R$ 240 milhões na ampliação e construção dos reservatórios de um total de R$ 1,710 bilhão destinado pelo governo para o reforço do sistema de drenagem da capital

    Com o objetivo de prevenir alagamentos e erosões em áreas urbanas, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem reforçado a drenagem das cidades. Desde 2019, foram investidos mais de R$ 240 milhões para a construção de 40 bacias de contenção em diversas localidades. Destas, 32 lagoas já foram concluídas e oito estão em execução. As estruturas captam e armazenam os volumes de água pluvial, evitando enchentes.

    “Sabemos que toda essa mudança climática tem favorecido as precipitações mais volumosas, e a urbanização da cidade também diminui a impermeabilização dos solos. Então, é preciso que o governo amplie as redes de drenagem para receber as chuvas com mais força e intensidade, e também essa água que antigamente iria infiltrar no solo”, explica o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro.

    As lagoas são importantes para evitar inundações e sobrecarga de rios e para a sustentabilidade ambiental dos corpos hídricos | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

    Estruturas essenciais no sistema de drenagem pluvial, as lagoas permitem a retenção das águas das chuvas, garantindo a liberação gradual nos respectivos cursos, evitando inundações e a sobrecarga dos córregos e rios. Esses reservatórios também possibilitam a filtragem de sedimentos e resíduos antes da chegada aos mananciais, contribuindo para a sustentabilidade ambiental dos corpos hídricos.

    Regiões beneficiadas

    Diversas cidades foram contempladas com o novo sistema de drenagem do GDF. Vicente Pires é a região administrativa que mais recebeu lagoas. De um total de 14 previstas, 13 foram entregues, transformando a realidade da cidade, que, por anos, ficou conhecida pelos alagamentos. A última bacia está em execução na Avenida da Misericórdia. O investimento total é de R$ 105 milhões.

    Outra cidade beneficiada pela ampliação das bacias é Sol Nascente/Pôr do Sol. O projeto prevê oito lagoas. Destas, cinco estão prontas e três se encontram em construção, sendo duas lagoas no Trecho 3 e uma no Trecho 1. O total de investimento é de R$ 75 milhões.

    Além de Vicente Pires e Sol Nascente, há novos reservatórios prontos ou em execução no Bernardo Sayão, no Park Sul/SOF Sul, na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig), no Parque da Cidade, no centro de Taguatinga, na Avenida Hélio Prates, na Vila Telebrasília, na DF-290 e no Setor de Inflamáveis.

    Ainda estão em andamento as seguintes obras de reservatórios:

    ⇒ Construção de três bacias de contenção para controle de águas pluviais no Sol Nascente. As bacias 1 e 2 estão sendo construídas no Trecho 3, sendo a primeira com capacidade de 93.295,19 m³ e a segunda de 232.093,46 m³. A bacia 3 fica no Trecho 1 e tem capacidade de 48.548 m³;

    ⇒ Execução de duas bacias na Epig: Trecho 1 na Estrada Parque Taguatinga (EPTG) com capacidade de 1.463,72 m³ e Trecho 1 na Estrada Setor Policial Militar (ESPM) com 3.341,47m³;

    ⇒ Conclusão de um reservatório de contenção em Vicente Pires. A bacia 38 está localizada no final da Avenida da Misericórdia e tem capacidade de 3.300 m³;

    ⇒ Uma lagoa de retenção no Parque do Cortado, na rede de drenagem na Avenida Hélio Prates. A capacidade total é de 61.000 m³;

    ⇒ Construção de uma bacia de contenção de 17.000 m³ no lote 1 do Bernardo Sayão.

    Sistema completo

    As lagoas de contenção integram o sistema completo de drenagem, que inclui bocas de lobo, galerias, pavimentação e impermeabilização do solo, além dos sistemas de água e esgoto. Hoje, todas as obras de infraestrutura do GDF preveem a criação ou ampliação do sistema de drenagem para atender o crescimento do Distrito Federal.

    Só neste serviço, o GDF já empenhou cerca de R$ 1 bilhão com obras da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) e das administrações regionais, segundo dados da Secretaria de Governo (Segov).

    “Temos um orçamento de R$ 1,710 bilhão para fazer drenagem. São muitas áreas das cidades que estamos atendendo”, afirma o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo.

    O principal projeto deste segmento foi inaugurado por este GDF em 29 de março. Considerado o maior sistema de captação de águas pluviais da cidade, o Drenar DF surgiu para acabar com os alagamentos recorrentes na Asa Norte, que há anos afligem moradores e comerciantes. Foram investidos R$ 180 milhões no projeto.

    Com extensão de 7,7 km, o sistema foi projetado para suportar chuvas intensas e conduzir grandes volumes de água até o ponto de escoamento por meio de galerias que começam na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha), atravessando diversas quadras da Asa Norte, como as 902, 702, 302, 102, 202 e 402, além de cruzar a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), até chegar à L4 Norte. Esse sistema abrange o início da Asa Norte, com cobertura até as quadras 4 e 5.

    Estão em elaboração novos projetos para o Pôr do Sol, Arapoanga, Mestre d’Armas, Setor de Mansões de Sobradinho, Morro da Cruz e Assentamento Dorothy Stang. “Estamos trabalhando nos projetos e nas implementações nessas regiões, já que diversas cidades receberam o nosso novo sistema de drenagem”, revela.

  • Parque Gatumé, em Samambaia, será cercado para preservação ambiental e combate ao descarte irregular de lixo

    Parque Gatumé, em Samambaia, será cercado para preservação ambiental e combate ao descarte irregular de lixo

    Serviços executados pela Novacap já passaram pelas unidades de conservação do Setor O e do Sol Nascente

    A unidade de conservação do Refúgio de Vida Silvestre Gatumé, em Samambaia, terá todo o seu perímetro cercado. O serviço será executado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) com o objetivo de preservar a área do parque e impedir o descarte irregular de lixo.

    De acordo com o diretor de Cidades da Novacap, Raimundo de Oliveira Silva, a iniciativa faz parte de um projeto maior de cercamento de todas as unidades de conservação do Distrito Federal. “Começamos pelo Parque do Setor O, em Ceilândia, depois seguimos para o Parque do Sol Nascente, e agora vamos também no Gatumé. Estamos atendendo conforme as solicitações chegam”, explicou.

  • Bacia de detenção do Drenar DF embeleza Parque Internacional da Paz

    Bacia de detenção do Drenar DF embeleza Parque Internacional da Paz

    Reservatório encheu pela primeira vez em janeiro; desde então, volume pluvial reflete céu brasiliense e valoriza, ainda mais, o espaço de lazer e desporto recém-construído

    Grandiosa, obra resulta do maior programa de escoamento e captação do Distrito Federal | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Quem passa pelo Setor de Embaixadas Norte se depara com um visual diferente. A bacia de detenção do Drenar DF, construída dentro do Parque Internacional da Paz, encheu pela primeira vez na madrugada de 13 de janeiro e, desde então, embeleza o novo espaço de lazer e desporto. A lâmina-d’água chegou a 80 centímetros, conforme informações da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), e reflete o céu brasiliense, conhecido por ser um dos mais bonitos do país.

    O volume pluvial chegou à bacia pelas galerias subterrâneas do Drenar DF, o maior programa de captação e escoamento do Governo do Distrito Federal (GDF). Segundo o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho, os primeiros registros de chuva costumam carregar quantidades maiores de dejetos que, graças à estrutura da bacia, não chegarão ao lago brasiliense.

    Descarte correto

    “É normal que as primeiras chuvas acabem carregando matéria sólida, folhas e galhos, mas é muito inconveniente vermos o sistema de drenagem carregando lixo, plástico e entulho”, pontua Lourenço Filho. “Nós pedimos que a população tenha essa consciência de que lugar de lixo é no lixo. O descarte precisa ser no lugar correto para que a coleta seja feita de forma adequada pelo SLU [Serviço de Limpeza Urbana]. Não ter essa consciência tem um custo ambiental muito grande.”

    Durante vistorias, foram encontrados diversos tipos de lixo, desde embalagens plásticas a animais mortos. “No período seco, a ideia é que a bacia esteja seca para que seja possível a limpeza, que, inclusive, não poderá ser totalmente manual já que é uma área muito extensa”, orienta o diretor técnico da Terracap. “O portão e a rampa vão permitir que máquinas entrem na bacia para fazer essa limpeza de forma mais eficiente”.

    Embora seja possível visualizar os dejetos na superfície da bacia –  prova de que a estrutura é positiva para o meio-ambiente -, a lâmina-d’água pode render belas fotos aos brasilienses, mas atenção: o tanque não é próprio para banho. Foram instalados gradis de proteção de aço galvanizado com altura de 1.010 metros, conforme determinação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de placas informativas advertindo sobre o perigo de ultrapassar a barreira.

    Conservação

    Manutenção, inspeção e limpeza da bacia e das galerias do Drenar DF ficarão a cargo  da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) – que, para facilitar a conservação do conjunto, está elaborando um manual,  sobre todos os serviços que devem ser executados periodicamente.

    Ao redor do reservatório, está sendo construído o Parque Internacional da Paz, que contempla uma praça homônima, estacionamento, calçadas, paisagismo e outras atrações. O projeto urbanístico foi desenvolvido pela Terracap e pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), seguindo normas do Iphan.

    O tanque ocupa um terreno de 37 mil m², área equivalente a quatro campos de futebol tradicionais. Além disso, tem capacidade para reter até 96 mil m³ de água, volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas.

    Capacidade de drenagem

    O Drenar DF foi dividido em cinco lotes e conta com investimento de R$ 180 milhões. O sistema duplicará a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, reduzindo enchentes recorrentes em todo o período de chuvas.

    A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras 902 da Asa Norte (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte.

    Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende das quadras 4 e 5 às quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Novacap e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.

  • Equipamento fornece dados sobre qualidade do ar e número de visitantes no Parque Ecológico Águas Claras

    Equipamento fornece dados sobre qualidade do ar e número de visitantes no Parque Ecológico Águas Claras

    Informações serão utilizadas para otimizar o plano de manejo da área

    Uma coluna inteligente com mais de seis metros de comprimento foi instalada no Parque Ecológico Águas Claras. O Post Smart Ibram fornece diversas informações úteis para o aprimoramento do plano de manejo e conservação do local. Entre elas, dados sobre a qualidade do ar, informações meteorológicas e o número de visitantes únicos do parque.

    O equipamento, que começou a funcionar em dezembro de modo experimental, já teve os ajustes necessários para fornecer informações precisas. O Post Smart Ibram foi doado pela empresa Confiança Administração e Serviços.

    “Agora, passamos a ter dados meteorológicos, informações sobre a qualidade do ar e contagem de visitantes por biometria facial. Ou seja, cada pessoa é contada apenas uma vez. O equipamento também faz a distinção de visitantes, bicicletas e veículos. O poste possui ainda um painel luminoso que podemos usar para divulgação de informações importantes sobre o parque”, detalha a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Águas (Sucon), Marcela Versiani.

    Entre as informações obtidas por meio do Smart Ibram estão a confirmação da qualidade do ar no parque. Também foram contabilizadas até 42 mil pessoas circulando no local todos os meses na parte central da unidade – onde o equipamento está instalado -, e registrado que o pico de uso do parque ocorre às 21h.

    “O quantitativo de visitantes mensal só na área central do parque, contado pelo equipamento, revela um número que pode chegar a 504 mil pessoas por ano. Se fizermos uma comparação com os dados divulgados na semana passada, pelo Instituto Semeia, sobre número de frequentadores em parques estaduais, o parque de Águas Claras está à frente do segundo lugar, que é o Jaraguá, de São Paulo, que recebe 407 mil visitantes por ano. Ou seja, só perde para o primeiro lugar, que é o parque estadual de Cocó, no Ceará, com estimativa de 600 mil pessoas ao ano. E, nesse quantitativo da nossa Unidade de Conservação, não estamos incluindo as pessoas que a contornam, que não chegam a passar pelo centro e não são contadas”, explica.

    A superintendente também destaca a importância das informações sobre pico de visitação que podem ajudar na melhora do planejamento da manutenção e funcionamento do parque. O poste também já trouxe a informação que o número de bicicletas na área central do parque é muito alto. “Isso pode balizar decisões sobre a necessidade de expansão da pista de ciclovia e a separação dela da pista de caminhada, por exemplo, para ser discutido no planejamento”, acrescenta.

    O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, também comemora a conquista: “Teremos dados mais precisos para poder melhorar o planejamento da unidade com o diagnóstico que será dado no plano de manejo, o que nos levará a fazer um melhor zoneamento da área, com mais garantia dos dados que fundamentarão essas decisões”, esclarece.

    A vice-governadora, Celina Leão, ressalta a importância do uso da tecnologia para o planejamento das ações de conservação e manejo do parque. “Quanto mais detalhadas e precisas as informações, melhor será o planejamento das ações de cuidado do Parque Ecológico Águas Claras. Dessa forma, aliamos a preservação ambiental com a utilização do local pela população para momentos de lazer e a prática de esportes, levando qualidade de vida para quem os frequentadores do parque”, ressalta.

    Smart Ibram

    A coluna inteligente modular é uma solução multifuncional que combina diversas tecnologias em um único poste de iluminação. É projetada principalmente para áreas urbanas e pode incluir módulos para iluminação LED, Wi-Fi, câmeras de segurança, carregamento de veículos elétricos, e mais. A estrutura e os componentes da coluna são feitos para serem duráveis e eficientes, adequados para ambientes externos.

    O corpo principal da coluna é fabricado em alumínio devido à resistência à corrosão, leveza e durabilidade. O alumínio é ideal para uso externo, especialmente em mobiliário urbano, pois suporta bem as variações climáticas. Algumas partes da coluna podem ser reforçadas com aço, particularmente em bases ou em elementos estruturais que requerem maior resistência mecânica. As luminárias podem incluir componentes de vidro ou plásticos transparentes de alta qualidade para proteger os LEDs e permitir uma distribuição eficaz da luz. Estes materiais são escolhidos pela sua clareza, resistência a impactos e propriedades de difusão de luz.

    Internamente, a coluna inclui diversos componentes eletrônicos para funcionalidades adicionais como Wi-Fi, câmeras, e sistemas de carregamento. Estes componentes são geralmente montados em circuitos impressos com encapsulamentos resistentes às condições externas. Os materiais externos são frequentemente tratados com revestimentos protetores para aumentar a resistência à corrosão, UV e desgaste por intempéries. Isto é crucial para garantir a longevidade e manutenção reduzida do equipamento.

  • Aulão gratuito de natação no Lago Paranoá celebra, no sábado (22), o Dia Mundial da Água

    Aulão gratuito de natação no Lago Paranoá celebra, no sábado (22), o Dia Mundial da Água

    Inscrições estão abertas para 100 vagas; evento promovido pela Caesb ocorrerá na Prainha do Lago Norte a partir das 9h

    No próximo sábado (22), a Caesb promove um evento diferente para comemorar o Dia Mundial da Água. Um aulão de natação no Lago Paranoá será oferecido à comunidade pelo professor Tiago Sato, atleta especialista em nado em águas abertas. Além disso, a partir das 9h, na Prainha do Lago Norte, haverá um espaço de educação ambiental, assim como brinquedos infláveis para a criançada, com distribuição de brindes educativos.

    Arte: Divulgação/Caesb

    O Dia Mundial da Água será comemorado na Prainha do Lago Norte, no Lago Paranoá, conhecido por suas águas calmas e de qualidade garantida pela Caesb. O aulão de natação nesse local reforça o compromisso da companhia em manter um ambiente aquático limpo e equilibrado para esse tipo de atividade.

    Haverá um tour virtual com óculos de realidade aumentada para apresentar as unidades operacionais da companhia que realizam o tratamento de água e de esgoto. O Expresso Ambiental, ônibus que mostra o ciclo completo do saneamento em uma maquete de 6 metros, marcará presença no evento. A mascote Cristal também estará presente para interação com o público.

    A hidratação da comunidade será fornecida por uma unidade móvel de água potável da companhia. Lembre-se de levar sua garrafinha reciclável e marcar o perfil da Caesb.

    Aulão

    Tiago Sato, ultramaratonista aquático e professor de Educação Física, tornou-se um dos poucos brasileiros que já atravessou o Canal da Mancha, entre a Inglaterra e a França, a nado. A expectativa é que as 100 vagas para o aulão gratuito de natação sejam logo preenchidas, por isso é importante preencher o formulário neste link.

    Celebração

    Em 1993, as Nações Unidas iniciaram as celebrações ao Dia Mundial da Água, a ser comemorado anualmente em 22 de março, como uma forma de chamar atenção para a importância da água doce para a sobrevivência dos seres vivos e defender a gestão sustentável dos recursos hídricos. A celebração busca reforçar a adoção de medidas em apoio ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS 6): água e saneamento para todos até 2030.

    Serviço

    Dia Mundial da Água
    → Data: sábado (22), às 9h
    → Endereço: Prainha da Orla do Lago Norte – próximo à MI 5 do Lago Norte (SMLN – Lago Norte)
    → Inscrições para o aulão de natação neste link.