Marta entra no segundo tempo e é ovacionada por quase 16 mil torcedores
A despedida da seleção brasileira feminina antes de viajar para a Copa do Mundo foi em clima de festa, com direito a goleada: diante de quase 16 mil torcedores no Mané Garrincha, em Brasília, a equipe da técnia Pia Sundhage venceu o amistoso contra o Chile por 4 a 0, com gols de Gabi Nunes, Duda Sampaio, Luana e Geyse. Nesta segunda-feira, a delegação embarca para a Austrália em busca do título mundial inédito.
Marta é saudada pela torcida brasileira no Mané Garrincha
Última a se apresentar no sábado, devido ao atraso no seu voo para Brasília, Marta ficou no banco e, pelo planejamento da treinadora, não iria entrar. Mas Pia se rendeu aos pedidos da torcida, e a camisa 10 entrou aos 29 do segundo tempo. No fim da partida, em entrevista à repórter Gabriela Moreira, Marta mostrou tranquilidade sobre a possibilidade de não ser titular na Copa.
– Eu não conversei com ela (Pia) sobre isso, até porque nunca conversei com nenhum treinador sobre ser titular ou algo desse tipo. As coisas sempre aconteceram de maneira natural. Hoje eu tenho a devida noção de que eu não sou a Marta de 20 anos atrás, mas a maior felicidade é ver que independente de eu estar em campo ou não, vão ter atletas que vão representar bem o nosso país com muito talento, muito amor e muito carinho – afirmou.
Que venha a Copa do Mundo
A delegação brasileira viaja nesta segunda-feira, às 5h da manhã, em voo fretado, com destino a Gold Coast, na Austrália, local da primeira fase de treinamentos. A equipe seguirá no dia 18 para Brisbane, onde será a base da seleção na primeira fase da Copa. A estreia no Grupo F será no dia 24 de julho, contra o Panamá, em Adelaide. Depois, o Brasil jogará contra a França, dia 29, em Brisbane, e Jamaica, dia 2 de agosto, em Melbourne.
Seleção vence rivais com facilidade e avança em quarto lugar. Rival nas quartas será a China
Era um rival bem mais simples, é verdade. Mas, em um momento de turbulência, caiu bem. Neste domingo, o Brasil fez sua parte diante da Tailândia e voltou a vencer depois de duas derrotas seguidas na Liga das Nações. A seleção, que entrou em quadra já classificada para a fase final, bateu as donas da casa em Bangkok em 3 sets a 0, parciais 25/20, 25/16 e 25/23.
Com o resultado, a seleção terminou a fase de classificação em quarto lugar. Assim, vai encarar a China nas quartas de final. O Brasil volta à quadra para a disputa da fase final em Arlington, nos Estados Unidos. O duelo está marcado para o dia 13, quinta-feira.
Como foi o jogo
O Brasil não teve dificuldades diante de uma seleção bem mais frágil. Cometeu erros, é verdade. Mas conseguiu se recuperar depois de duas derrotas em sequência, para Canadá e Turquia. Foi um jogo importante para dar ritmo a Gabi e mostrar a evolução de Macris.
1° set – Brasil domina e sai na frente
A Tailândia queria se despedir com festa. Até por isso, com um sorriso estampado no rosto de cada jogadora, o time da casa abriu vantagem em um primeiro momento: 4/2. O Brasil, porém, não demorou a buscar. Maiara, com um bloqueio, fez 5/4. As rivais tentaram se manter firmes. Mas, depois de um belo rali, Gabi encheu o braço e marcou 10/8. Um bloqueio de Carol aumentou a vantagem logo na sequência e forçou o pedido de tempo do lado de lá. Não funcionou. Também ao fechar a rede do ataque rival, Rosamaria ampliou.
O Brasil disparou. Depois de um erro de ataque de Chatchu-On, a seleção abriu 18/11 na conta. A Tailândia conseguiu diminuir a diferença em um lapso de atenção das brasileiras. No ace de Chatchu-On, as donas da casa encostaram: 20/16. Mas a pressão não durou muito. O Brasil voltou a tomar o controle do jogo e fechou a parcial em 25/20.
Gabi ataca contra bloqueio da Tailândia — Foto: Divulgação
2° set – Brasil acelera e aumenta vantagem
O início do segundo set praticamente repetiu o primeiro. Na empolgação, a Tailândia abriu vantagem em 4/2. Mas o Brasil foi buscar. Gabi, com dois ataques em sequência, tomou a frente: 7/6. Foi a senha para que a seleção disparasse. Em um ace de Thaísa, com uma ajuda de desvio na rede, 12/6 na conta.
A Tailândia, apesar do apoio da torcida, pouco incomodou. Não era um jogo perfeito do lado brasileiro, com alguns erros bobos. Mas nada a se preocupar. Até o fim da parcial, o Brasil controlou a partida e fechou o set em 25/16 com Carol.
3° set – Brasil fecha o jogo com tranquilidade
Assim como nas primeiras parciais, a Tailândia abriu vantagem. Quando as donas da casa marcaram 6/4, Zé Roberto pediu tempo. Quis arrumar a casa diante dos erros em sequência do time brasileiro. As rivais até ampliaram em 8/5, mas não demorou para que o Brasil buscasse. Gabi atacou com categoria e deixou tudo igual.
O Brasil tomou a frente com tranquilidade e abriu 13/10 com Maiara. Mais à frente, em um novo erro das tailandesas, 16/12. As donas da casa encostaram de novo em 16/15 e, depois, em 21/20. O Brasil voltou a desgarrar no placar, mas viu a Tailândia chegar mais uma vez após dois erros seguidos (23/22). Mas a pressão acabou por ali: 25/23, em ataque de Carol.
Administração Regional do Guará promove melhorias no tradicional espaço esportivo, localizado no Cave, para evento regional que será disputado em agosto. Local também conta com aulas gratuitas para crianças e adultos
A pista de bicicross do Guará, palco de formação de atletas que representam a cidade em competições locais e nacionais, está recebendo melhorias para o Circuito Centro-Oeste de Bicicross, que será disputado em agosto. As reformas estão a cargo da Administração Regional do Guará, que fará benfeitorias nas rampas, capina e roçagem do mato e pintura do alambrado que cerca o espaço.
“A reforma da pista de bicicross é mais uma demanda da comunidade atendida no Guará. Esse cuidado diário com a nossa cidade é uma determinação do governador Ibaneis Rocha. O local receberá eventos esportivos nas próximas semanas e será uma grande honra sediar campeonatos de nível nacional no Guará”, diz o administrador da cidade, Artur Nogueira.
O local, que está sendo reformado pela Administração Regional do Guará, vai receber benfeitorias nas rampas, capina e roçagem do mato e pintura do alambrado que cerca o espaço – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília
Localizada no Centro Administrativo e Vivência (Cave), no Guará II, a pista de bicicross é um ambiente cativo para os moradores da cidade, que frequentam o lugar desde o final dos anos 1990. O espaço já foi palco de campeonatos importantes, em etapas locais e nacionais.
Para o guaraense Martin Barreiro, integrante da Associação Brasiliense de BMX do Distrito Federal, os trabalhos são importantes tanto para o evento, que é organizado pela associação, quanto para os esportistas da cidade. “Nós, moradores do Guará, sempre nos mobilizamos para cuidar da área com bastante empenho. Esses reparos são necessários para dar melhores condições de uso aos atletas que frequentam o local há muitos anos. Esse é o ambiente que nós temos e a reforma dará a atenção que esse lugar merece”, acredita o morador.
Atualmente, 23 atletas utilizam a pista de bicicross para treinamentos, que são ministrados gratuitamente pelos profissionais da associação em diversas categorias, do infantil ao adulto. As atividades ocorrem às segundas, quartas e sextas-feiras, das 19h30 às 21h30, no próprio complexo esportivo. “Temos alunos federados e filiados que participam de campeonatos brasileiros, do Centro-Oeste, goianos e local. Então, é uma área que merece apoio e cuidado, pois retiramos os jovens das ruas e da violência através do esporte”, completa Martin Barreiro.
Seleção chega à sexta vitória na competição em sete jogos, e Zé Roberto aproveita para dar espaço para todas as reservas. Equipe volta à quadra neste domingo, contra os Estados Unidos
Era um rival que já havia dado trabalho no passado. O Brasil, porém, não quis abrir espaço para riscos. Com o controle desde o início, a seleção brasileira dominou a Alemanha na tarde deste sábado no ginásio Nilson Nelson, em Brasília. Em um pequeno vacilo, cedeu um set. Mas nada que tenha incomodado tanto. O técnico José Roberto Guimarães ainda conseguiu fazer testes e rodar a equipe, mandando todas as jogadoras à quadra. Em 3 sets a 1, parciais 25/22, 25/18, 22/25 e 25/17, a sexta vitória na Liga das Nações.
O Brasil volta à quadra neste domingo, às 10h, contra os Estados Unidos. A TV Globo e o sportv2 transmitem a última partida da seleção em Brasília ao vivo.
– Fiquei muito feliz. São mais de dois meses sem um jogo oficial. A gente sente a falta de ritmo. Quanto mais pudermos estar na quadra aproveitando, é importante. Fiquei feliz por ter participado de grande parte, mesmo não tendo começado. Tem muita coisa para melhorar, ritmo de jogo para ganhar, mas era uma vitória importante. Fico feliz de fazer parte, colocar meu coração na quadra diante dessa linda torcida de Brasília – disse Rosamaria após a vitória.
Como foi o jogo?
Zé Roberto mandou o Brasil à quadra com Maiara Basso no lugar de Julia Bergmann. A Alemanha até tentou incomodar em alguns momentos – e contou com a ajuda das donas da casa no terceiro set. Mas a seleção soube manter o controle do jogo. O técnico ainda abriu espaço na partida para dar ritmo a quase todas as reservas – Lorenne entrou em quadra apenas para sacar.
1° set – Alemanha faz jogo duro, mas Brasil sai na frente
Novidade entre as titulares, Maiara Basso abriu a conta na partida. Do outro lado, a Alemanha quis ameaçar o time da casa desde o início. Aos poucos, porém, o Brasil abriu. Maiara, de novo, marcou 7/5. As alemãs tentavam se manter na cola. A seleção da casa chegou a abrir 13/10 depois de um erro de Strubbe, mas as rivais foram buscar. Na pancada da própria Strubee, marcou 14/13.
O Brasil não se assustou. Conseguiu se manter na cola e voltou à frente em 18/17. A partir daí, a seleção dominou. Depois de um longo rali, Rosamaria subiu alto e marcou 23/20 no placar. Thaísa, no bloqueio, fez o time da casa chegar ao set point. Uma pancada de Rosamaria fez o ginásio explodir e deu fim à parcial: 25/22.
Rosamaria explora o bloqueio da seleção alemã — Foto: Mauricio Val/FVImagem/CBV
2° set – Brasil muda peças, mas mantém ritmo
Na volta à quadra, o Brasil mudou. Roberta e Rosamaria, que haviam entrado na inversão no fim do set, seguiram no jogo. Julia Bergmann também entrou, no lugar de Pri Daroit. A seleção, no entanto, manteve o ritmo na volta à quadra. Thaísa, com um bloqueio, marcou 4/2. Mais à frente, Rosamaria voou para abrir 7/4. Àquela altura, o domínio era total. No erro de ataque da Alemanha, 12/7 na conta.
Natinha também foi à quadra pouco depois. Mesmo com tantas mudanças, o Brasil manteve a pressão. Ainda que a Alemanha tentasse encostar, o Brasil seguia firme. Rosamaria, com um toque de talento, marcou 20/16 no placar. Na sequência, Diana também entrou no lugar de Thaísa. Com um bloqueio da central, a seleção abriu 22/18. Julia Bergmann, com um ace, ampliou logo depois. Maiara encheu o braço para fechar: 25/18.
Thaisa pontua para o Brasil contra a Alemanha — Foto: Mauricio Val/FVImagem/CBV
3° set – Brasil diminui o ritmo, e Alemanha aproveita
Lorena também foi à quadra para o início do terceiro set. A Alemanha quis reagir e assumiu a dianteira do placar naquele início. Mas Diana, com um belo bloqueio, deixou tudo igual em 13/13. As rivais voltaram a abrir, Diana, dessa vez com um ace, marcou 15/15. A virada veio com mais um saque, dessa vez de Maiara: 18/17. Em um vacilo geral, o Brasil permitiu que a Alemanha retomasse a dianteira.
Quando as rivais marcaram 23/21, Zé Roberto pediu tempo. Na volta, mandou Macris e Kisy de volta à quadra. Lorenne entrou um pouco depois, apenas para sacar – só faltava ela. Mas, em um golpe de sorte, a Alemanha fechou o set. Em um ataque de Maiara, a bola explodiu em Strubbe e foi cair no fundo da quadra brasileira: 25/22.
4° set – Brasil retoma o controle e fecha o jogo
Foi só um susto. Na volta à quadra, o Brasil voltou a acelerar. Sem muitos problemas, abriu 7/2 com tranquilidade. A Alemanha já não causava riscos. Com autoridade, a seleção abriu 14/7 em um ataque de primeira de Diana junto à rede. A própria central ampliou na sequência, com um ace. A partir dali, foi só esperar o tempo passar. No ponto de Maiara, fim de papo: 25/17.
Bicampeã olímpica Thaísa, chama responsabilidade, incendeia o jogo e leva seleção à quinta vitória
A explosão no fim resumiu o alívio. Mas foi uma noite longa até chegar ali. Em meio a erros e reações, o Brasil precisou lidar com diferentes cenários em mais de duas horas de jogo para bater a Sérvia no ginásio Nilson Nelson, em Brasília. Ao se impor no tie-break, chegou à quinta vitória na Liga das Nações: 3 sets a 2, parciais 23/25, 25/22, 21/25, 25/12 e 15/11.
Foi um jogo confuso. Por mais de uma vez, o Brasil pareceu se desligar em certos momentos. Assim, abriu espaço para que a Sérvia causasse estragos. Mas o time de Zé Roberto tinha Thaísa em quadra. Ao chamar a responsabilidade, a bicampeã olímpica incendiou o time e liderou a seleção à reação diante de um rival difícil. Foi a melhor em quadra no momento mais decisivo.
Com a vitória, o Brasil pula para a terceira posição – mas pode cair para quarto em caso de vitória da China, invicta, contra a Bulgária nesta sexta. A seleção volta à quadra neste sábado, contra a Alemanha, às 14h. O sportv2 transmite.
1° set – Brasil erra muito, ensaia reação, mas Sérvia sai na frente
Um erro de Bjelica abriu a conta. As falhas no começo, porém, não ficaram restritas ao lado de lá. Depois de dois vacilos em sequência, a seleção viu as rivais marcarem 6/4 no placar. Zé Roberto não esperou para parar o jogo. Não foi o início dos mais bonitos. Diante de um Brasil fora do tom, a Sérvia cresceu e disparou: 14/7. O passe, que funcionara tão bem em boa parte da estreia, teimava em não encaixar.
A seleção tentou reagir na marra. Se faltava inspiração, sobrava luta. A diferença chegou a cair para quatro pontos. A Sérvia, porém, descolou de novo no placar e abriu 18/12. Zé Roberto, então, parou o jogo mais uma vez. Funcionou. O Brasil marcou três pontos seguidos, e foi a vez de Guidetti parar o jogo. A sequência até foi interrompida, mas a seleção se manteve firme. Rosamaria, com uma pancada, fez a diferença cair para um ponto. O empate veio logo depois, em um ataque para fora das sérvias. A reação, porém, escapou pelas mãos. Depois de um novo erro, fim de set: 25/23.
Brasil encara a Sérvia na Liga das Nações — Foto: Mauricio Val/FVImagem/CBV
2° set – Entre altos e baixos, Brasil deixa tudo igual
Bjelica saltou e encheu o braço para abrir o set. Mas o Brasil tentou manter o ritmo da reação no fim da parcial anterior. Em uma pancada de Pri Daroit, melhor do time em quadra,, a seleção marcou 4/2 e voltou a animar a torcida. O time diminuiu os erros e pareceu deslanchar. Em mais um ataque de Kisy, o Brasil abriu 11/7. As falhas, porém, ainda apareciam e levavam Zé Roberto à loucura à beira da quadra. Após uma delas, o técnico parou o jogo e tentou arrumar a casa.
Quando a Sérvia diminuiu a diferença para apenas dois pontos, em 11/9, Zé Roberto mandou Maiara Basso à quadra no lugar de Julia Bergmann. As rivais chegaram a empatar a partida, mas um ace da ponteira fez a seleção voltar a abrir. Maiara entrou bem. Melhorou o passe e se mostrou mais eficiente na virada de bola. Mas, quando o Brasil parecia tomar o controle do jogo, um descuido dava nova vida à Sérvia. Ainda assim, em meio a tantos altos e baixos, a seleção empatou a partida depois de fechar com Pri Daroit: 25/22.
Brasil encara Sérvia na Liga das Nações — Foto: Mauricio Val/FVImagem/CBV
3° set – Brasil volta a errar muito, e Sérvia retoma dianteira
Na volta à quadra, nenhum dos times conseguiu desgrudar no placar. Mas, quando a Sérvia marcou 8/6, Zé Roberto não quis esperar. Parou o jogo e tentou arrumar a casa. Não funcionou: os erros ainda estavam ali. Eram muitos e em sequência. Mais uma vez, pouco parecia dar certo. Macris, sempre tão precisa, parecia não se entender com as atacantes àquela altura. Ainda assim, o Brasil se manteve na briga. No ace de Thaísa, a diferença caiu para um ponto: 12/11.
Ao explorar o bloqueio rival, Maiara Basso colocou o Brasil à frente pouco depois, em 13/12. A vantagem não durou muito. A Sérvia se recuperou e abriu 15/13. O time parecia desatento. Depois de Maiara salvar bela bola, Macris e Nyeme não se entenderam, e a bola foi tranquila ao chão. Mas, na base da vontade, mais uma vez, o Brasil foi buscar. No bloqueio de Thaísa, tudo igual: 18/18. Só que a reação acabou por aí. A seleção permitiu que a Sérvia voltasse a abrir até fechar o set em 25/21.
Carol tenta o ataque contra a Sérvia — Foto: Divulgação/FIVB
4° set – Brasil reage, atropela e força o tie-break
No fim do set, Zé Roberto deu um susto. Ao sentir dores no braço e no ombro, foi atendido pelo fisioterapeuta Fernando Fernandez, o Fernandinho. Seguiu em quadra, porém, e viu de perto um começo melhor do Brasil, que abriu 4/1. Era até difícil explicar. No bloqueio de Kisy, a seleção abriu 9/2. Era outro jogo. Em um erro de ataque de Uzelak, o placar marcou 13/3.
De repente, virou um atropelo. No bloqueio de Macris, 15/4 no placar. A Sérvia até tentava reagir, mas pouco conseguia fazer diante da vantagem do Brasil. Com dois pontos seguidos, Carol fez a seleção disparar em 20/8. O Brasil ainda desperdiçou algumas chances de antecipar o fim, mas nem precisou de muito esforço para fechar em 25/12 e garantir o tie-break.
5° set – Thaísa dispara e guia Brasil à vitória
Kisy abriu vantagem ao marcar os dois primeiros pontos do tie-break. Thaísa, fundamental àquela altura, fez a vantagem abrir em 5/2 com três pontos em sequência, sendo dois de bloqueio. A central, muito bem desde o set anterior, parecia chamar a responsabilidade. A Sérvia ainda ameaçou voltar à briga, mas mandou suas chances à rede em dois saques errados. No fim, Thaísa – tinha de ser – fechou o jogo com mais um bloqueio: 15/11.
Seleção começa mal, mas evita queda no primeiro set e deslancha para bater as rivais em noite de Julia Bergmann e Thaísa, de volta. Equipe encara a Sérvia nesta quinta-feira, às 21h
Os números indicavam um caminho sem sustos. No início, a Coreia do Sul, última colocada na tabela, até tentou quebrar as previsões. Mas, aos poucos, o Brasil se encontrou em quadra e se impôs na abertura da segunda semana da Liga das Nações, em Brasília. Diante de um ginásio Nilson Nelson lotado, a seleção bateu as rivais em 3 sets a 0, parciais 31/29, 26/16 e 25/16.
A partida marcou o retorno de Thaísa à seleção depois de cinco anos. E a bicampeã olímpica se mostrou bem à vontade. Terminou o jogo com 11 pontos. O maior destaque da partida, porém, foi Julia Bergmann. Depois de uma primeira etapa instável, a ponteira se mostrou mais solta e terminou como maior pontuadora do jogo, ao lado de Kisy, com 15 pontos.
A seleção volta à quadra nesta quinta-feira. O Brasil encara a Sérvia, às 21h, pela segunda rodada da etapa em Brasília. O sportv2 transmite a partida ao vivo.
Como foi o jogo?
O Brasil começou cheio de mudanças. Sem Ana Cristina, Zé Roberto apostou em Pri Daroit. No meio, Thaisa e Diana. Lorenne também ganhou a vaga na saída de rede, enquanto Nyeme foi a líbero titular. No primeiro set, a seleção teve muitos problemas, mas conseguiu levar a melhor. Nas parciais seguintes, o time dominou a rivais sem muitos problemas para fechar.
O que elas disseram:
Thaísa:
– Agora estou mais calma. Em alguns momentos, deu vontade de chorar. Estava tentando controlar as emoções, foi tudo muito bom. Saímos com o saldo positivo. Pode ser melhor, claro.
1° set – Brasil erra, sofre, mas larga na frente
Tudo levava a crer que seria fácil. A Coreia do Sul, porém, quis mudar os rumos da noite. No início do jogo, as asiáticas, últimas colocadas na tabela, souberam explorar os espaços de um time desajustado. Com muitas mudanças, o Brasil tinha problemas. As coreanas chegaram a assumir a dianteira por quatro vezes no começo. Mas, aos poucos, o Brasil se impôs. Em um ace de Julia Bergmann, a seleção da casa abriu 12/9.
Quando o Brasil parecia dominar o jogo, a Coreia quis fazer frente mais uma vez. No ponto de Jiyun, as asiáticas empataram em 20/20, e Zé Roberto pediu tempo. Ao tentar se adiantar e mandar a bola ao chão da quadra rival, Diana se precipitou, e o árbitro viu invasão. A Coreia, então, empatou novamente: 23/23. O Brasil desperdiçou quatro set points e abriu espaço para que as rivais tivessem sua própria chance de fechar a parcial. Foi só um susto. A seleção voltou a virar o placar e fechou em mais um ponto de Julia Bergmann: 31/29
Julia Bergmann ataca contra bloqueio da Coreia do Sul — Foto: Mauricio Val/FVImagem/CBV
2° set – Brasil deslancha e amplia
Zé Roberto mudou na volta à quadra. Kisy começou como titular no lugar de Lorenne. O Brasil melhorou, ainda que os erros ainda estivessem ali. Mais solto em quadra, não demorou para que o time disparasse. Numa pancada de Thaísa, a seleção abriu 12/6, e a Coreia parou o jogo. Julia, àquela altura, era a melhor em quadra. Foi ela quem fez o Brasil marcar 15/7 e disparar.
Era outro jogo. A Coreia do Sul já não conseguia ameaçar, e logo o Brasil escalou rumo à vitória na parcial. No bloqueio de Thaísa, a seleção abriu 24/14. O time ainda se deu ao luxo de desperdiçar duas chances. Mas, na pancada da bicampeã olímpica, fim de papo no set: 25/16.
3° set – Coreia ameaça, mas Brasil controla e fecha o jogo
A Coreia pareceu acordar mais uma vez na volta à quadra. Em um erro do Brasil, tomou a dianteira do placar em 5/4. Mais à frente, chegou a abrir dois pontos de um bloqueio de Dahyeon sobre Julia. Foi só um susto. Em um ataque cruzado de Kisy, a seleção marcou 14/13. O Brasil, então, abriu vantagem para não sair mais.
Em uma largadinha de Pri Daroit, a seleção chegou a 17/13 no placar. Ainda deu tempo para Zé Roberto mandar Rosamaria à quadra, para a alegria da torcida. No fim, vitória tranquila após o susto no primeiro set: 25/16.
Com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer, competição, realizada anualmente, é considerada como um dos principais eventos da modalidade
A Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) traz para Brasília a etapa da Liga das Nações de Vôlei Feminina. A competição ocorre durante os dias 13 a 18 deste mês, na Arena BRB Nilson Nelson, e vai receber as seleções do Brasil, Estados Unidos, Japão, Alemanha, Coreia do Sul, Croácia, Sérvia e Tailândia.
A Liga das Nações Feminina é um evento anual de destaque no vôlei feminino, organizado pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB). A competição recebe o apoio da SEL, que destinou recurso próprio para viabilizar a realização do evento em Brasília. “Esse campeonato exerce um papel fundamental quando se trata da manutenção do vôlei brasileiro como um dos melhores do mundo, permitindo o desenvolvimento e a valorização da modalidade, além de ser uma excelente oportunidade para revelar novos talentos”, afirma o secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro.
“Além do impacto positivo no que diz respeito à geração de emprego e renda, o evento também contribui para o fortalecimento da visibilidade de nossa cidade como um importante local para sediar grandes eventos”, completa o secretário, ao falar sobre o incentivo da pasta à modalidade.
Os ingressos para os jogos já estão disponíveis para venda no site da Eventim, mas também podem ser adquiridos na própria Arena BRB Nilson Nelson durante os dias de competição.
Liga das Nações
Na Liga das Nações Feminina, as principais seleções nacionais de vôlei feminino do mundo se enfrentam em uma série de etapas ao longo da temporada. Os países participantes jogam entre si em partidas de alto nível, visando alcançar a fase final do torneio. A competição é composta por três fases – de grupos, de classificação e final.
Confira datas e horários dos jogos:
Terça-feira (13) 17h30 – Croácia x Estados Unidos 21h – Japão x Sérvia
Quarta-feira (14) 17h30 – Alemanha x Tailândia 21h – Brasil x Coreia do Sul
Quinta-feira (15) 14h – Tailândia x Estados Unidos 17h30 – Japão x Coreia do Sul 21h – Brasil x Sérvia
Sexta-feira (16) 14h – Japão x Alemanha 17h30 – Coreia do Sul x Croácia 21h – Sérvia x Tailândia
Sábado (17) 14h – Brasil x Alemanha 17h30 – Japão x Estados Unidos 21h – Sérvia x Croácia
Domingo (18) 10h – Brasil x Estados Unidos 14h – Tailândia x Croácia 17h30 – Alemanha x Coreia do Sul
Coordenadas pelo DER-DF, obras no espaço esportivo avançam em três frentes, entre essas, a construção de novas curvas no trajeto; novo kartódromo também será atração
O movimento de caminhões, máquinas compactadoras e acabadoras de asfalto é grande no interior do Autódromo de Brasília. O tradicional palco do automobilismo candango está em plena reforma, de olho no retorno das grandes corridas e eventos à capital. No momento, a pista está sendo preparada para receber toneladas de massa asfáltica, além de outras melhorias. As obras, executadas por meio de um convênio entre a Terracap e o Banco de Brasília (BRB), são de responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF).
Neste início de junho, o DER-DF trabalha em três frentes de intervenções: a alteração do traçado de três curvas para adequação às normas da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), a reconstrução do sistema de drenagem e o nivelamento de toda a pista para receber a camada asfáltica.
Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília
De acordo com o presidente do departamento, Fauzi Nacfur Jr, as mudanças trarão mais segurança e conforto tanto aos pilotos quanto ao público espectador: “A ideia é que o nosso autódromo fique com o que há de mais moderno em termos mundiais. Por exemplo, algumas arquibancadas que estavam localizadas em pontos de risco para o circuito foram tiradas, e as novas curvas estão sendo reformadas para atender ao que exige a FIA. As normas da federação vão se modificando, sendo atualizadas e estamos ajustando para ficar de acordo”.
Três enormes máquinas acabadoras de asfalto se concentram na reta de chegada do autódromo. Segundo Fauzi, a aplicação do novo asfalto vai começar por ali. Na etapa anterior da obra, o espaço que reunia o paddock e os boxes havia sido demolido, assim como dois conjuntos de arquibancada na “Curva da Vitória” – uma medida para aumentar a área de escape para os pilotos e reduzir acidentes.
Um novo kartódromo e espaço para eventos
Gestor do Autódromo de Brasília pelos próximos 30 anos, o BRB terá os direitos de nome (naming rights) do espaço esportivo, a exemplo do que já ocorre com o Estádio Nacional Mané Garrincha e o Ginásio Nilson Nelson. E prepara uma série de mudanças no local, com uma proposta de torná-lo uma verdadeira arena multiuso.
“Vamos manter no foco principal o automobilismo, a motovelocidade, mas abrir o espaço também para práticas de outras modalidades esportivas que couberem ali. Trata-se de um espaço privilegiado, que também pode receber eventos e lazer”, pontua o coordenador do projeto do autódromo pelo BRB, Gilson Daniel.
Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília
Nos planos, está incluso ainda a criação de um moderno kartódromo que vai substituir o atual. Segundo Gilson, o projeto está em fase de elaboração, mas seguirá também os padrões da entidade que coordena mundialmente a categoria – a FIA Karting.
Comandadas por Ana Cristina, brasileiras dominam croatas e fecham a primeira semana da Liga das Nações
O Brasil fechou sua participação na primeira semana da Liga das Nações feminina de vôlei. Neste domingo, as comandadas de José Roberto Guimarães venceram a Croácia por 3 sets a 0 – parciais de 26/24, 25/18 e 25/8. Foi a terceira vitória seguida da seleção brasileira em quatro jogos em Nagioa, no Japão.
Ana Cristiana foi o destaque da partida. A ponteira foi a maior pontuadora do jogo, com 22 acertos (17 de ataque, três de bloqueio e dois aces). Teve 55% de eficiência nos ataques.
Ana Cristina na Liga das Nações de vôlei — Foto: FIVB
Zé Roberto fez duas mudanças no time titular. A oposta Lorrayna e a líbero Laís entraram no lugar de Kisy e Natinha. O Brasil jogou com Macris, Lorrayna, Ana Cristina, Julia Bergmann, Diana, Carol e a líbero Laís. Entraram no decorrer do jogo Naiane, Tainara, Maiara Basso e Lorena.
– O importante foi ter fechado essa primeira semana com três vitórias. O jogo da China ajudou como início de competição para vermos o momento das duas seleções. A Holanda está com um time jovem e em crescimento. A República Dominicana sempre faz jogo duro com o Brasil pelo conhecimento que elas têm do nosso time. A equipe da Croácia é jovem e está sendo trabalhada. Entendemos que ainda falta agressividade no saque, além de precisarmos melhorar no sistema defensivo. Ainda temos muito o que evoluir, treinar, corrigir e estar mais juntos. Queremos chegar na fase final para jogarmos contra as melhores seleções do mundo. Isso vai nos ajudar no pré-olímpico para buscarmos a vaga nos Jogos de Paris, em 2024 – analisou o técnico Zé Roberto.
Carol na Liga das Nações de vôlei — Foto: FIVB
A Croácia conseguiu equilibrar o jogo no primeiro set com um bom bloqueio, e foi justamente com esse fundamento que o Brasil conseguiu fechar a primeira parcial. Macris parou o ataque croata para fazer 26/24. As croatas chegaram a ter três pontos de vantagem no meio do segundo set (14/11), quando as brasileiras deslancharam e fecharam a parcial em um ataque da central Carol: 25/18. O Brasil encaixou o bloqueio e dominou o terceiro set, fechando o jogo com um ace da central Lorena: 25/8.
O Brasil vai ser uma das sede da próxima semana da Liga das Nações feminina de vôlei. A partir do dia 14 de junho, as comandadas de Zé Roberto encaram em Brasília Coreia do Sul, Sérvia, Alemanha e Estados Unidos.
Com emoção até o fim, seleção faz bom jogo e consegue o resultado ; equipe volta à quadra na madrugada de domingo, contra Croácia
O Brasil entrou em quadra na madrugada de sexta para sábado, em Nagoia, no Japão, e fez a felicidade dos torcedores que ficaram acordados para ver o jogo. Favorito contra a República Dominicana de Brayelin Martinez, a seleção de Zé Roberto fez um jogo com emoções até o fim, e fechou a partida em 3 sets a 1, parciais de 27/25, 20/25, 25/21 e 27/25 . Foi a segunda vitória seguida da equipe na Liga das Nações.
O Brasil volta à quadra na madrugada de sábado para domingo. A seleção encara a Croácia à 0h40, com transmissão do sportv2.
1º set – Brasil é pressionado no fim, mas fecha o set
A seleção brasileira teve um bom começo de jogo, mas logo viu as adversárias se aproximarem. Diana pontuou na saída de rede e fez 7/5. Brayelin Martinez explorou a defesa brasileira e virou o placar para 10/9. Kisy mandou uma bola indefensável e colocou o Brasil na liderança. Ana Cristina conseguiu dois pontos seguidos e abriu 14/11. A equipe dominicana não se abalou e emplacou dois pontos seguidos (16/13). Carol arrumou um ponto de bloqueio e fez 18/15. Peña foi a referência no ataque rival e não facilitou a vida da defesa.
No fim do set, Ana Cristina atacou no corredor e abriu 20/17. A seleção da América Central apostou na virada de bola para atrapalhar a festa brasileira. O ataque certeiro do Brasil e os erros adversários foram essenciais na reta final. Peña pontuou e deixou tudo igual (23/23), mas Ana Cristina marcou o set point do Brasil. O ataque dominicano cresceu nos últimos momentos e igualou tudo. O ataque de Gonzalez foi para fora e deixou a seleção de José Roberto com o set point. Ana Cristina explorou o bloqueio e fechou o set.
2º set – Jineiry Martinez brilha e comanda o empate dominicano
O segundo set começou a todo vapor. As duas equipes pontuaram seguidamente, e Penã deixou o placar em 3/3. Jineiry Martinez conseguiu um ponto de ataque e abriu 7/6 para as dominicanas. Macris atacou e deixou o jogo em 7/7. A defesa brasileira errou na passada da bola e deu um ponto para as rivais (9/7). Júlia Bergmann marcou e colou nas rivais (9/8). Peña atacou na diagonal e abriu três de vantagem (13/10). Jineiry abriu 15/11, e Zé Roberto parou o jogo.
Lorrayna atacou e diminui a desvantagem do Brasil. Júlia apostou na largadinha e deixou o Brasil com dois de diferença 16/18. A República Dominicana pecou nos erros de saque e deixou as rivais na cola. Carol bloqueou o ataque de Penã, e o Brasil ficou a um ponto de diferença (19/20). A seleção dominicana abriu 22/19, mas cometeu mais um erro na defesa e viu o Brasil pontuar. Brayelin Martinez colocou a bola no chão, e as dominicanas ficaram com o set point. O ponto do set veio no bloqueio.
3º set – Brasil pressiona no fim e vence
O terceiro set começou eletrizante, Carol marcou um ace e abriu 3/2. Diana acertou uma bola de xeque e abriu dois de vantagem. Gonzalez apareceu bem e deixou tudo igual 5/5. Júlia explorou o bloqueio e abriu 8/6. Diana sacou bem e abriu 11/7 para o Brasil. Jineiry marcou um ace e deixou as dominicanas com dois de diferença (9/11). O ataque da República Dominicana apareceu mais uma vez e fez 10/11. As dominicanas conseguiram dois pontos seguidos e ficaram na cola das rivais, Kisy explorou a defesa rival e deixou o Brasil com 15/12. Carol apareceu bem no bloqueio e deixou a seleção em 17/15.
O ataque dominicano se reforçou e deixou tudo igual (17/17). Diana conseguiu um ponto de bloqueio e virou o jogo, mas Brayelin logo empatou. O Bloqueio brasileiro apareceu novamente e parou o ataque rival. A seleção de Zé Roberto conseguiu uma boa sequência e abriu 22/19. Júlia atacou na diagonal curta e conseguiu o set point. Natinha mergulhou para defender, a defesa dominicana se enrolou na recepção, e o Brasil fechou o set.
4º set – Com emoção até o fim, Brasil garante o resultado
Macris abriu o set com um ace, e carol marcou o segundo no bloqueio. A seleção conseguiu três pontos de bloquieio e abriu 4/1. Ana Cristina apareceu bem e marcou no contra-ataque (9/6). Carol arrumou mais um ponto de bloqueio e abriu uma boa vantagem para a seleção (12/7). Gonzalez atacou forte e diminui a diferença das dominicanas (14/10). O Brasil fez um jogo mais seguro no quarto set e conseguiu abrir uma boa vantagem. Penã atacou para fora e deu mais um ponto para as rivais (16/10). As dominicanas emplacram três pontos seguidos, e obrigaram Zé Roberto a pedir tempo.
Ana Cristina atacou na diagonal e abriu 19/14. A República Dominicana não se deixou abater e diminuiu a diferença em dois pontos. Penã parou o ataque do Brasil no bloqueio e deixou tudo igual (21/21). Gonzalez mandou uma bola fora e deu um ponto para as adversárias, mas Júlia errou o saque e igualou o placar. Lorrayna conseguiu um pontaço de contra-ataque e abriu 23/22. Penã atacou na diagonal e empatou o jogo 23/23. O Brasil não conseguiu devolver a bola, e as dominicanas ficaram com o set point. Diana atacou e deixou tudo igual. Do outro lado, Jineiry acertou uma largadinha para deixar as dominicanas na frente. Mas Ana Cristina respondeu e empatou o jogo. Lorrayna atacou o bloqueio rival e garantiu a vitória brasileira.