Categoria: Esportes

  • Brasil se impõe pelas mãos de Ana Cristina e vence Holanda na Liga

    Brasil se impõe pelas mãos de Ana Cristina e vence Holanda na Liga

    Com grande atuação de ponteira, seleção volta a errar muito, sofre em alguns momentos, mas bate holandesas. Equipe volta à quadra na madrugada de sábado, contra República Dominicana

    Os erros ainda foram muitos, é verdade. Mas, no fim, o Brasil soube ter paciência. Na manhã desta quinta-feira, a seleção de José Roberto Guimarães teve problemas diante de uma Holanda em reformulação. Ao contrário da estreia contra a China, porém, dominou os momentos decisivos para chegar à primeira vitória na Liga das Nações em Nagoia, no Japão. Em 3 sets a 0, parciais 25/23, 25/23 e 25/21, se impôs em meio às dificuldades com uma grande atuação de Ana Cristina, dona de 23 pontos.

    O Brasil volta à quadra na madrugada de sexta para sábado. A seleção encara a República Dominicana à 0h40, com transmissão do sportv2.

    Como foi o jogo?

    O placar de 3 a 0 pode até sugerir um jogo fácil. Não foi. A seleção brasileira voltou a errar muito em vários momentos, assim como na estreia, contra a China. No total, cedeu 21 pontos para as rivais em falhas não-forçadas. Mas, diante de um adversário bem mais frágil, soube se impor nos momentos decisivos. E com uma grande atuação de Ana Cristina. A ponteira, melhor em quadra, foi o principal nome da seleção, com 23 pontos na partida.

    Brasil festeja ponto contra a Holanda — Foto: Reprodução

    Números do jogo

    Maiores pontuadoras:
    Ana Cristina (BRA) – 23 pontos
    Julia Bergmann (BRA) – 13 pontos
    Elles Dambirk (HOL) – 12 pontos

    Ataques:
    Brasil – 43 pontos
    Holanda – 35 pontos

    Bloqueios:
    Brasil – 8 pontos
    Holanda – 8 pontos

    Aces:
    Brasil – 7 pontos
    Holanda – 3 pontos

    Erros de adversários:
    Brasil – 17 pontos
    Holanda – 21 pontos

    1° set – Brasil erra muito, mas vira no fim

    O primeiro momento não foi lá muito bonito. Na armação da jogada, ninguém se entendeu, e a bola sequer passou para o outro lado. Julia Bergmann, com um ace, até colocou o Brasil à frente pouco depois. Mas as dificuldades ainda estavam ali. Apesar de tantos duelos recentes, era uma Holanda desconhecida. Reformulada, a equipe europeia causou problemas logo de cara. Contou com outros erros do Brasil, é verdade, mas abriu 8/5 de forma inesperada.

    A seleção de Zé Roberto não demorou a reagir. Depois de dois ataques holandeses para fora, o Brasil passou à frente em 9/8. O placar pulou para 15/12 momentos depois, com um ace de Kisy. Mas o time brasileiro abria espaço para sustos com erros não-forçados em sequência. Baijens voltou a deixar tudo igual na conta em 15/15. Mais à frente, a Holanda abriu dois pontos ao marcar 19/17.

    Quando, em mais um erro, as rivais abriram 21/18, Zé Roberto parou o jogo. Era mais uma tentativa de arrumar a casa na primeira parcial. Mas a mudança de postura veio mesmo com a entrada de Maiara Basso para sacar. Com direito a um ace, a ponteira fez o Brasil deixar tudo igual em 22/22. A virada veio pouco depois, com Ana Cristina em contra-ataque, dando o set point à seleção. O ponto final também foi da ponteira, com um ataque cruzado: 25/23.

    Carol festeja em vitória do Brasil — Foto: Divulgação

    2° set – Brasil leva sustos, mas amplia vantagem

    Na volta à quadra, a Holanda não diminuiu o ritmo. Logo de cara, abriu 3/0 e voltou a deixar o Brasil em um momento difícil no jogo. A reação veio na sequência. Carol, com um ace, colocou o placar em 4/4. A virada veio com uma pancada de Ana Cristina, marcando 6/5. Aos poucos, o Brasil se soltou. Em um erro de ataque das holandesas, a seleção abriu quatro pontos: 11/7.

    Àquela altura, as três principais atacantes do Brasil mandavam no jogo. Ana Cristina, perfeita no contra-ataque, liderava as ações. Julia Bergmann, que cresceu no segundo set, e Kisy também davam à seleção uma maior tranquilidade diante de um rival motivado, mas frágil. Mas, quando tudo parecia dominado, o Brasil relaxou e abriu espaço para a reação. A diferença, que fora de seis pontos, caiu para apenas um: 15/14.

    Foi só um lapso. O Brasil voltou a acelerar e abriu 17/14 com um ace de Carol, um tanto sumida no jogo. Mas, mesmo em um dia abaixo do esperado, a central brasileira tinha seus diferenciais. Em mais um ace, marcou 19/14 pouco depois. O saque brasileiro, aliás, causava estragos à recepção holandesa Ao soltar o braço no serviço, Ana Cristina abriu 22/18 e pareceu encaminhar a vitória no set. Não foi bem assim. A vantagem voltou a sumir em instantes, e Zé Roberto parou o jogo em 22/21. O empate veio em um erro de Julia Bergmann. Mas o Brasil soube sofrer antes de fechar. No último ataque, Julia Bergmann usou o bloqueio rival para dar fim à parcial em 25/23.

    3° set – Brasil acelera e fecha o jogo

    Julia Bergmann abriu a conta no terceiro set. A seleção tentou acelerar logo no início para não sofrer como nas parciais anteriores. A Holanda, porém, quis reagir e buscou dificultar a vida da equipe brasileira. Mas, em dois bloqueios seguidos, com Diana e Ana Cristina, o Brasil abriu quatro pontos, com 14/10.

    O Brasil chegou a marcar 16/10, mas viu a Holanda voltar a cortar a diferença. O perigo foi passageiro. Ainda que não fosse brilhante, a seleção sabia sofrer. Lorena, que acabara de entrar, fechou a porta para Knollema e marcou 21/16. Julia Bergmann, também de bloqueio, ampliou na sequência e encaminhou a vitória. A Holanda até ameaçou uma nova reação, mas Zé Roberto acalmou os ânimos com um pedido de tempo. O ponto final tinha dona. Melhor em quadra, Ana Cristina soltou o braço para marcar 25/21 e garantir a vitória.

    Fonte: GE

  • Brasil sofre com falta de ritmo e cai para China na Liga das Nações

    Brasil sofre com falta de ritmo e cai para China na Liga das Nações

    Seleção briga muito, fica perto da vitória, mas perde para as rivais no tie-break

    Logo de início, um clássico. Ainda sem ritmo e desfalcado, o Brasil viveu uma estreia difícil na Liga das Nações. Diante da China, a seleção de José Roberto Guimarães teve problemas naturais de quem ainda tenta se encontrar. Chegou a flertar com a vitória em Nagóia, no Japão, mas ficou no quase. No tie-break, viu as rivais virarem e fecharem o jogo em 3 sets a 2, parciais 25/23, 22/25, 25/20, 20/25 e 15/12.

    O Brasil volta à quadra nesta quinta-feira. A seleção encara a Holanda, às 6h, em Nagóia, com transmissão do sportv2.

    O Brasil busca seu primeiro título da Liga das Nações depois de ficar com o vice nas últimas três edições. A competição serve de preparação para a disputa do Pré-Olímpico, no Japão, em setembro. Nesta primeira etapa, além de China e Holanda, próxima rival, a equipe ainda encara República Dominicana e Croácia.

    1° set – Sem ritmo, Brasil erra, e China abre vantagem

    Um ataque de Julia Bergmann pela ponta abriu a conta. Não demorou, porém, para que a China tomasse à frente. Em dois bloqueios seguidos, sobre Julia e Ana Cristina, fez com que a seleção asiática virasse o placar. A seleção de Zé Roberto ainda parecia sem ritmo. Com dificuldades na recepção, viu as rivais abrir 5/2.

    Ao pressionar o saque, o Brasil cresceu. Com uma sequência de pontos e pelas mãos de Kisy, a melhor do time, diminuiu a diferença: 13/12. O empate veio pouco depois. Ana Cristina soltou o braço no saque, e a recepção chinesa não funcionou. A bola veio limpa para que Diana virasse e deixasse tudo igual em 15/15.

    A China voltou a abrir e marcou 20/16 depois de bloqueio sobre Julia Bergmann. A seleção brasileira até tentou reagir. Conseguiu salvar dois set points, mas caiu em um novo erro. No fim, vitória chinesa na parcial em 25/23.

    2° set – Brasil se acerta e empata o jogo

    O Brasil tentou se acertar na volta à quadra. Ao variar mais no ataque, a seleção abriu 7/5 com Ana Cristina. A China encostou. Gong viu um buraco no meio da quadra brasileira e achou um espaço no bloqueio para diminuir para 9/8. A seleção, ao contrário do primeiro set, conseguia virar a bola com mais tranquilidade. No erro de saque chinês, ampliou a vantagem para 12/9.

    Era o melhor momento do Brasil. Kisy soltou o braço no saque e marcou o ace para a seleção. Na sequência, Diana marcou mais um e levou a vantagem a 15/10. Ainda assim, a China encostou e diminuiu a diferença para apenas um ponto. Mas, no maior rali do jogo, com 39 segundos, um erro de toque chinês deu mais folga ao time brasileiro.

    A China chegou ao empate um pouco depois, em ace de Li: 18/18. Mas, pelas mãos de Ana Cristina, o Brasil voltou a ficar à frente. E não saiu mais. Zé Roberto rodou o time e mandou Naiane e Lorrayna à quadra. No fim, um desencontro entre Diao e Li, vitória do Brasil em 25/22.

    Ana Cristina foi um dos destaques contra a China — Foto: Divulgação

    3° set – China se impõe e volta à frente

    Um bloqueio de Julia Bergmann abriu a conta no terceiro set. Mas a China, firme no saque, marcaram 3/1 no placar logo na sequência. Quando as rivais abriram 7/4, Zé Roberto parou o jogo. Não adiantou muito. As chinesas seguiram na pressão e abriram 14/9. Mas o Brasil encostou. Ao acertar o passe e a virada de bola, a seleção fez a diferença cair para um ponto: 15/14.

    O Brasil tentou se manter firme. Diana, muito bem no jogo, era um dos destaques do time. Aos poucos, porém, a China retomou o controle e caminhou para a vitória. Com Wang, a seleção asiática marcou 25/20 e fechou o terceiro set.

    4° set – Brasil reage e força o tie-break

    Mesmo fora de ritmo, o Brasil queria lutar. Diante de um rival difícil e mais entrosado, a seleção encontrou forças para fazer forças. A seleção saiu na frente no quarto set pelas mãos de Ana Cristina, Kisy e Diana. A China fazia jogo duro, mas o time de Zé Roberto conseguiu chegar a 16/14 no placar.

    Pela primeira vez, o Brasil conseguiu se manter firme na dianteira do placar. Um bloqueio de Diana fez com que a seleção se aproximasse da vitória em 23/19. Ana Cristina, com uma bela paralela, deu o set point para a seleção. Logo depois, foi Diana quem fechou a conta: 25/20.

    5° set – Brasil leva a virada na parcial e perde jogo

    O Brasil abriu o tie-break na dianteira. Mas a China se manteve firme. As duas seleções começaram a trocar pontos, sem que uma conseguisse desgrudar. Julia Bergmann fez o time brasileiro marcar 8/7. A seleção chegou a marcar dois pontos de vantagem, mas viu a China empatar novamente após bloqueio de Wang sobre Julia Bergmann. A virada veio em um ace de Wang, forçando o pedido de tempo de Zé Roberto. Não funcionou. No fim, 15/12 para as rivais e derrota na estreia.

    Natinha se estica para defender contra a China — Foto: Divulgação

    Confira os jogos da seleção na primeira semana da Liga das Nações:

    Quarta-feira (31/05)
    06h – Brasil 2 x 3 China – 25/23, 22/25, 25/20, 20/25 e 15/12

    Quinta-feira (01/06)
    06h – Brasil x Holanda

    Sábado (03/06)
    00h40 – Brasil x República Dominicana

    Domingo (04/03)
    00h40 – Brasil x Croácia

    Fonte: GE

  • Octogonal terá primeira pista profissional de skatepark do DF

    Octogonal terá primeira pista profissional de skatepark do DF

    Estão sendo investidos cerca de R$ 800 mil para reconstrução do equipamento público dentro dos padrões para competições nacionais e internacionais

    A comunidade skatista do Distrito Federal tem motivos para comemorar. Uma das pistas mais tradicionais da capital está sendo reconstruída e vai se tornar a primeira profissional da cidade na modalidade skatepark. Antes com 1,2 mil m², o equipamento público passará a ter a extensão total de 1.648 m², com 1.498 m² só de pista. Estão sendo investidos pelo governo cerca de R$ 800 mil para beneficiar aproximadamente 2 mil pessoas.

    A antiga pista foi completamente demolida para que fosse feita a construção de uma nova. Já foram executados os serviços de escavação, aterro, nivelamento e compactação do terreno; execução e ligação da rede de águas pluviais e revestimento com concreto magro da área construída. Agora, a obra está na etapa que consiste na execução da estrutura em malha metálica – instalação de ferros e telas – e na concretagem e polimento da pista.

    Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília

    “A pista está toda sendo construída praticamente artesanalmente, com técnicas e ferramentas diferentes para acertar a geometria que é exigida pelos atletas. Estamos tendo todo o cuidado para atendê-los”, afirma o chefe do Departamento de Edificações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Carlos Alberto Spies.

    O projeto também atende às exigências da federação do esporte para que possam ser realizadas competições nacionais e internacionais da modalidade. A ideia é colocar Brasília no circuito das provas.

    Tudo está sendo feito de forma especializada por uma empresa com expertise na construção de pistas de skates pelo Brasil. “É uma pista democrática que vai atender desde o skatista iniciante até um atleta de alto desempenho, um profissional”, revela o executor da obra, o empreiteiro Davi de Oliveira.

    Para contemplar a modalidade skatepark estão sendo construídos diversos elementos no espaço, que tem duas pistas, sendo uma em menor profundidade para o público infantil. “O park é um compilado de vários obstáculos, desde vertical, borda, pirâmide, piscina, borda de metal. Aqui a gente tem de tudo. Tem banks (piscinas mais rasas), bowls (espécies de tigelas), transição baixa”, ressalta.

    Arte: Agência Brasília

    Obra aguardada

    A reforma era uma demanda antiga dos atletas e amadores do esporte. A última obra na Sukata, como é popularmente conhecida a pista, foi feita há mais de dez anos.

    “Aqui existia uma pista que, inclusive, foi a primeira de skate do Distrito Federal. Ela era velha mesmo e uma das mais deterioradas em atividade. Foi um sonho da comunidade que a gente pode realizar. Essa pista está se tornando a única do Centro-Oeste com padrões olímpicos”, afirma o administrador do Sudoeste, Octogonal e SIG, Reginaldo Sardinha, responsável pela emenda parlamentar que disponibilizou recursos para a licitação da Novacap.

    Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    Morador do Cruzeiro Velho, o skatista Pedro Hugo Rocha, 30 anos, é um dos frequentadores da pista. Ele reforça que o espaço precisava de uma reforma. “Desde a primeira pista de 1997, ela nunca foi boa. Já é a segunda reforma. A outra foi há dez anos, e a empresa que fez não era especializada, então estragou em três meses e depois em um ano de novo”, lembra. O próprio grupo de skatistas da região chegou a fazer arrecadação de verbas para corrigir os problemas.

    A reconstrução é vista pelos esportistas como uma solução. “Sem dúvida, vai ficar a melhor pista do DF. Dessa modalidade de skatepark há poucas em Brasília, porque a cidade é mais conhecida pelo street. Agora vai ficar tudo fácil, com pista boa e galera unida”, comenta.

    Após a finalização da obra, a expectativa da administração regional é incentivar eventos e competições. “Essa pista mostrará que o Distrito Federal respeita a modalidade do skate”, defende o administrador Reginaldo Sardinha.

  • Terracap investe em pista de patinação de alta velocidade em Águas Claras

    Terracap investe em pista de patinação de alta velocidade em Águas Claras

    ‘Patinódromo’ poderá receber competições nacionais, além de ser palco para a formação de novos atletas; Parque Sul recebeu R$ 8 milhões de investimentos

    Parte do projeto do Parque Sul de Águas Claras, uma pista de patinação de alta velocidade é a nova atração da região administrativa. O investimento da Terracap no local é de aproximadamente R$ 8 milhões. O mais novo patinódromo brasiliense tem atraído de atletas profissionais a iniciantes e poderá receber competições nacionais. Até então, no Brasil, havia uma única pista apropriada para a prática do esporte, em Sertãozinho (SP) – espaço que, atualmente, se encontra desativado. 

    Parque Sul de Águas Claras tem uma área de 30.403 m² – Foto: Divulgação/Terracap

    O Parque Sul de Águas Claras está na última etapa de execução. Na área de 30.403 m², além da pista de patinação, já foi feita toda a urbanização, com calçadas, gramado e plantio de árvores.  Foram instalados, ainda, circuito de ginástica e parque infantil – ambos inclusivos – além de quadras de tênis e de vôlei de areia. O Centro de Atividades e o Módulo de Apoio compõem a última etapa do projeto, em andamento. Falta apenas a aplicação do revestimento de poliuretano antiderrapante.

    Qualidade de vida

    O presidente da Terracap, Izidio Santos, observa que, que mesmo ainda em fase de finalização, o Parque Sul já garante mais qualidade de vida aos moradores de Águas Claras: “É a mãe que pode levar as crianças a um parquinho, o idoso que pode realizar seu exercício diário, o jovem que pode jogar uma partida de vôlei, o atleta que passou a ter uma pista de patinação profissional…”, enumera.

    Foto: Reprodução TV

    A pista prevista no projeto original era de 5 m de largura. Para atender os anseios dos atletas profissionais em formação, o projeto foi adequado aos padrões internacionais, com alterações na metragem da pista para 6 m, assim como na pintura, com revestimento de poliuretano antiderrapante e proteção na lateral de 1,30 m.  

     Há mais de uma década, Brasília vem formando atletas de projeção nacional, incluindo um campeão panamericano e medalhistas sul-americanos na patinação de velocidade. “A pista está linda, é perfeita para a prática da patinação de velocidade, e a gente precisava mesmo de um local assim”, comemora o treinador da Equipe Jaguar, Cleber Dalapícolla. “Agora temos um local apropriado e seguro”.

  • GDF lança candidatura para receber os Jogos da Juventude 2025

    GDF lança candidatura para receber os Jogos da Juventude 2025

    Documentação enviada destaca motivos pelos quais Brasília está pronta para receber evento esportivo, que reúne anualmente mais de 4.500 atletas 

    Cidade que respira e transpira esporte, Brasília está mais do que preparada para receber grandes eventos. Por meio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), o Governo do Distrito Federal (GDF) formalizou a candidatura da capital para sediar os Jogos da Juventude 2025. A documentação lista os atributos estruturais e turísticos que fazem da capital federal o lugar ideal para a promoção do torneio.

    “Brasília já demonstrou que tem a estrutura necessária, com o fácil acesso aos locais de jogos e equipamentos públicos e facilidade em relação aos hotéis, por serem próximos da área central, além da questão da gastronomia”, ressalta o secretário de Esporte e Lazer, Júlio César Ribeiro. “Até mesmo a vinda dos atletas para cá é facilitada, porque em outras cidades, geralmente, eles precisam fazer muitas escalas e para cá não, temos voos para todos os estados.”

    Tombada como patrimônio cultural da humanidade, Brasília oferece boas rotas turísticas e um museu a céu aberto, além de ser composta por uma vasta rede hoteleira e dispor do maior parque urbano do país – o Parque da Cidade – e da segunda maior malha cicloviária entre as unidades da Federação: 633,496 km, atrás apenas de São Paulo.

    Entre os eventos que consagraram a capital brasileira como capital do esporte estão as edições de 2021 e 2022 dos Jogos Universitários. “Quase 5 mil atletas participaram, e a capital os recebeu de forma maravilhosa”, pontua o titular da SEL. Outros torneios já estão marcados no calendário, como a Regional II das Paralimpíadas Escolares, em agosto deste ano.

    Disputa

    Os Jogos da Juventude são organizados pelo Comitê Olímpico do Brasil (COCB). Anualmente, mais de 4,5 mil atletas de até 17 anos – estudantes de escolas públicas ou privadas – se reúnem para competir em 18 modalidades esportivas: águas abertas, atletismo, badminton, basquete, ciclismo, esgrima, ginástica rítmica, ginástica artística, handebol, judô, natação, taekwondo, tênis de mesa, tiro com arco, triatlo, voleibol, vôlei de praia e wrestling.

    Bianca Reis, bicampeã dos Jogos da Juventude, destaca: “Temos organização e capacidade para receber muita gente” – Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Além de Brasília, as cidades de Uberlândia (MG) e Aracaju (SE) também concorrem ao posto de sede em 2025. O anúncio da vencedora será feito em 1º de setembro, durante a cerimônia de abertura da edição 2023 dos jogos, em Ribeirão Preto (SP). Em 2024, o evento será realizado em Blumenau (SC).

    Cerca de 15 equipamentos esportivos da capital foram indicados como potenciais palcos dos jogos, como os ginásios Nilson Nelson e do Cruzeiro. “Serão feitas visitas técnicas aos espaços para certificar que tudo o que falamos confere e se, aos olhos deles, correspondem à necessidade dos jogos”, explica o secretário.

    Torcida

    Bicampeã dos Jogos da Juventude e eleita a melhor atleta da edição de 2022, a judoca Bianca Reis, 17 anos, celebra a candidatura de Brasília. “É uma grande oportunidade para Brasília e para os atletas daqui. Temos organização e capacidade para receber muita gente, e é um lugar muito bonito. E também será uma motivação muito grande para aqueles que não vão competir, que poderão assistir ao evento”.

    O assessor técnico do gabinete da SEL, Marcelo Ottoline, reforça a importância da torcida para os atletas brasilienses. “A presença do público, amigos e famílias, para acompanhar os atletas daqui, é um grande incentivo, além de que o evento movimenta a economia da cidade, os hotéis, restaurantes, e os atletas de fora podem conhecer a capital e levar a experiência para casa, para depois voltarem com a família e fazer turismo de fato”, avalia.

    Bianca Reis participou do vídeo institucional da candidatura que será apresentado ao COBC. Multicampeã em torneios sul-americanos e pelo Brasil, há sete anos ela é beneficiada pelo Bolsa Atleta – programa oferecido pelo GDF a competidores de alto rendimento.

    Capital do esporte

    Em agosto, a cidade receberá a Regional II das Paralimpíadas Escolares, durante a qual 600 estudantes com deficiência vão competir nas modalidades de bocha, natação e atletismo. A etapa antecede os jogos nacionais que ocorrerão em São Paulo, em novembro.

  • Bloco Eduardo e Mônica está entre as atrações gratuitas da Maratona Brasília

    Bloco Eduardo e Mônica está entre as atrações gratuitas da Maratona Brasília

    Além da tradicional corrida, que retorna após 25 anos, o evento em celebração ao aniversário de Brasília terá apresentações artísticas para animar o público presente. O Bloco Eduardo e Mônica está confirmado na programação

    Em 21 de abril, a capital do país estará cheia de corredores apaixonados pelo esporte de rua. O retorno da Maratona Brasília, após 25 anos, é aguardado por atletas do Distrito Federal e de todo o país. Mas a programação do evento não é direcionada apenas aos corredores dos circuitos de 5km, 10km e 42km, que vão disputar cerca de R$ 50 mil em prêmios. Na área onde será a largada, em frente ao Palácio do Buriti, no Eixo Monumental, haverá atrações culturais que vão animar os que compareceram ao evento apenas para esperar alguém concluir a corrida ou curiosos.

    Logo após a largada, o Batukenjé dá a primeira injeção de energia com ritmos afro-brasileiros embalados pelo grupo percussivo. Depois, Weslley Silva fará uma apresentação de kangoo dance junto a sua turma de alunos. A modalidade consiste em dançar usando o kangoo jump, calçado com sistema especial de amortecimento. “Ajuda na queima de gordura, melhora a postura e o equilíbrio, proporciona ganho de massa muscular, de energia e de condicionamento físico”, explica o professor. No som, pagode, funk, piseiro e sertanejo animam o público. Quem tiver um kangoo jump pode se juntar à apresentação.

    Um DJ também vai fazer parte da festa em celebração ao esporte e ao aniversário de Brasília, assim como as 13 crianças da banda Musicando no Cerrado, pequenos talentos da música clássica. Atletas de Brasília em grandes competições receberão homenagens, em reconhecimento à força do esporte de Brasília.

    Entre 10h30 e 11h, começam as premiações dos primeiros competidores a cruzar a linha de chegada, dos percursos de menor extensão. Logo depois, o tradicional Bloco Eduardo e Mônica homenageia o rock de Brasília, patrimônio da cidade. “É uma felicidade o bloco estar tocando novamente em um evento aberto. Temos um público muito fiel e queremos celebrar a música de Brasília na maratona”, diz o vocalista Marcos Araújo.

    Ao meio dia, começa a premiação dos corredores da maratona de 42km. O evento se encerra por volta de 12h30.

    Maratona Brasília

    A largada da Maratona Brasília será às 7h, em frente ao Palácio do Buriti, no Eixo Monumental. O aquecimento começa meia hora antes. A prova percorrerá alguns dos principais monumentos da capital federal.

    A competição terá duração máxima de cinco horas e seguirá as diretrizes da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). Nos percursos mais curtos, os corredores terão tempo limite de 1h30, a partir do início.

    Ao todo, serão disponibilizadas 2 mil vagas para as três distâncias. As inscrições podem ser feitas no site www.centraldacorrida.com.br, ao custo de R$ 90, até 19 de abril. Conforme o estatuto, idosos pagam metade do valor.

    Para o percurso de 42km, a idade mínima para participação é de 20 anos, enquanto a exigência para as provas de 10km e 5km é de, pelo menos, 16 anos. Todos os inscritos terão direito a um Kit do Atleta, composto por ecobag, camiseta promocional, número de peito, chip eletrônico, brindes diversos, além de uma medalha, que será entregue após a conclusão da prova.

    Fonte: CB

  • Brasília recebe o 1º Campeonato Brasileiro de MMA Amador

    Brasília recebe o 1º Campeonato Brasileiro de MMA Amador

    As inscrições gratuitas estão abertas até o dia 29 de março. O evento vai ocorrer entre os dias 31 de março e 2 de abril, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade

    Para a alegria dos lutadores amadores de artes marciais de Brasília, estão abertas as inscrições para o MMA Fight Week 2023 – 1º Campeonato Brasileiro de MMA Amador. O evento, uma parceria entre a Confederação Brasileira de MMA Desportivo (CBMMA) e a Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL), vai ocorrer entre os dias 31 de março e 2 de abril, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade.

    As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 29 de março, por lutadores de 5 a 60 anos, na categoria masculino ou feminino e que preencham os requisitos. Inscrições aqui.

    O campeonato vai contar com a estrutura de um octógono e oito áreas de luta – Foto: Federação de Jiu-Jitsu de Brasília

    O MMA Fight Week tem como objetivo fomentar o esporte no Distrito Federal e regiões adjacentes englobando diferentes níveis sociais, incluindo instâncias em vulnerabilidade social. Quem vai prestigiar o evento são os lutadores Rodrigo Minotauro, Rogério Minotouro e Carlão Barreto, além de especialistas que vão ministrar palestras. O campeonato vai contar com a estrutura de um octógono e oito áreas de luta (ringue de boxe).

    “A expectativa é a melhor possível, e como somos fomentadores do esporte, vejo mais uma oportunidade para os atletas que estão começando no mundo do MMA. Apesar de amadores, queremos que os atletas se sintam como profissionais, pois vamos ter uma superestrutura com todo suporte para os competidores”, afirma o secretário de Esporte e Lazer do DF, Julio Cesar Ribeiro.

    O MMA Fight Week 2023 conta com cinco modalidades: MMA Amador, Submission, Wrestling, Muay Thai e Boxe. Também haverá apresentações culturais como capoeira, capoterapia, clínica de regras de jiu-jitsu, aulão de wrestling e um curso de regras de MMA, com o diretor de arbitragem de MMA, Guilherme Bravo.

    Esta edição é uma seletiva para os atletas que vão representar o time brasileiro de MMA Amador nas competições internacionais.

  • DF sedia Campeonato Brasileiro Escolar de Atletismo a partir de segunda

    DF sedia Campeonato Brasileiro Escolar de Atletismo a partir de segunda

    Apoiado pela SEL, o evento vai contar com a participação de mais de 320 estudantes atletas dos 26 estados e do DF

    O Distrito Federal segue recebendo grandes eventos esportivos. Com o apoio institucional da Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL), a Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE) vai realizar o Campeonato Brasileiro Escolar de Atletismo entre os dias 20 e 23 deste mês.

    O Campeonato Brasileiro Escolar de Atletismo vai contar com a participação de mais de 320 estudantes atletas de todas as unidades federativas – Foto: CBDE

    As provas serão aplicadas na Divisão de Educação Física do Comando Militar do Planalto. O Campeonato Brasileiro Escolar de Atletismo 2023 contará com a participação de 324 estudantes atletas nos gêneros feminino e masculino, com representantes dos 26 estados e do DF, devidamente matriculados e frequentando curso regular da educação básica.

    O secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro, ressalta a importância da integração entre a educação e o esporte no processo inclusivo e no exercício da cidadania: “São dois mecanismos essenciais que permitem a prática dos bons valores; logo, um acaba complementando o outro. Vamos fazer o melhor campeonato escolar de atletismo e fazer da capital federal a porta de entrada para grandes atletas. Estamos de portas abertas”.

    Cada estudante atleta poderá participar de no máximo duas provas individuais – corrida + salto; corrida + arremesso ou lançamento ou salto + arremesso ou lançamento.

    A cerimônia de abertura será na terça-feira (21), às 19h30, no Bay Park Resort Hotel. O evento vai proporcionar aos estudantes atividades complementares culturais, educacionais e de lazer, como um city tour pelos principais pontos turísticos da capital federal.

  • Estádio Bezerrão ganha novo gramado

    Estádio Bezerrão ganha novo gramado

    Serão plantados 7.600 m² de grama do tipo bermudas, que tem maior resistência e adaptabilidade ao clima

    Começou a instalação do novo gramado do Estádio Bezerrão, no Gama, que está passando por uma reforma completa. Os trabalhos são executados pela Novacap, com supervisão da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL). 

    Há 15 anos sem reforma no gramado, campo do estádio ganhará nova vida – Foto: Edmundo Souza/SEL

    Do tipo bermudas, a grama escolhida para o estádio tem um ciclo de vida longo, tendo raízes profundas – que lhe garantem maior resistência – e sendo adaptável aos climas equatorial subtropical e tropical. Serão plantados 7.600 m², metragem correspondente à área do campo. Os trabalhos foram iniciados na semana passada.

    Quando concluídas as obras, o novo gramado receberá o nivelamento realizado por meio de laser. “Em pouco tempo, o Bezerrão estará de volta, sediando grandes eventos esportivos em Brasília”, comemora o secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro. 

    A obra, que demandou recursos de R$ 628 mil, consiste na troca do sistema de irrigação e na colocação de nova camada de areia abaixo da grama. Inaugurado em 1977, o estádio teve o gramado trocado pela última vez há 15 anos. 

  • Águas Claras: Celina Leão vence jogo de exibição de campeonato de futevôlei

    Águas Claras: Celina Leão vence jogo de exibição de campeonato de futevôlei

    Governadora em exercício fez dupla com o jogador Carninha na primeira etapa da competição brasiliense, que segue até este domingo (12)

    A governadora em exercício Celina Leão participou, neste sábado (11), da primeira etapa do Campeonato Brasiliense de Futevôlei. Celina fez um jogo de exibição ao lado do jogador Carninha, um dos expoentes do esporte na cidade. A dupla venceu por 21 x 19 os jogadores Laresse e Paulo Roberto. O campeonato, que reúne 497 duplas, começou na sexta-feira (10) e continua até este domingo (12), na Arena 61, em Águas Claras.

    Celina Leão destacou o gosto do brasiliense pelo futevôlei e afirmou que é a modalidade que ela pratica e gosta. “Brasília é celeiro do futevôlei. Temos aqui jogadoras como a Alana, que hoje está fora da cidade participando de campeonatos. É preciso incentivar o esporte com os talentos que já temos aqui e revelar novos talentos”, destacou.

    Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília

    “Essa já é a segunda edição do Campeonato, teremos quatro etapas. Como isso, incentivava-se a prática da modalidade. Contamos também com a categoria feminina, prestigiando nossas meninas e mulheres”, acrescentou Celina. Ela comentou que hoje o futevôlei é praticado em todas as regiões administrativas do DF.

    O jogador Carninha, de 21 anos, expoente do esporte na cidade, e que fez dupla com a governadora em exercício na partida deste sábado, elogiou a performance da parceira de quadra. “Achei que ela estaria mais enferrujada pelo tempo sem jogar, mas está em excelente forma, jogou muito”, destacou. O atleta disse que é uma grande oportunidade para os jogadores da cidade a realização de campeonatos aqui.

    Um dos organizadores do evento, Thiago Espíndola, disse que a participação de 497 duplas representa um recorde. “Esse é um dos esportes que mais crescem no DF. Temos atletas de ponta, como o Paraná, por exemplo. O GDF está apoiando, disponibilizando sua estrutura de segurança para que o campeonato aconteça da melhor maneira possível.” Segundo ele, haverá uma premiação de R$ 13 mil, que será dividida entre os vencedores do campeonato nas diversas categorias.