Participantes vão ajudar campanha de doação de brinquedos a crianças em situação de vulnerabilidade
Que tal correr e ainda contribuir com uma causa social? Neste domingo (1º/10), os corredores vão poder suar a camisa com um objetivo ainda maior. A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) promove a Corrida Doar 10k, que incentiva as pessoas a movimentar o corpo e a apoiar projetos.
Participantes correrão em duas modalidades: distância de 5 km e de 10 km – Arte: Divulgação/FJZB
A iniciativa dissemina a cultura de doação entre os brasilienses. E, por ocasião do Dia da Criança, comemorado em 12 de outubro, as ações são para estimular os participantes a doarem brinquedos para crianças em situação de vulnerabilidade. O material recebido será direcionado a instituições parceiras do Zoológico de Brasília.
A largada será às 7h, e os participantes poderão correr as distâncias de 5 km (uma volta) e 10 km (duas voltas). A cerimônia de premiação será realizada às 8h30, após a corrida.
Todos os atletas que cruzarem a linha de chegada de forma legal e que estiverem regularmente inscritos receberão medalhas de participação (finisher). Não haverá premiação em dinheiro.
Secretarias de Esporte e Lazer e da Pessoa com Deficiência vão elaborar ações para ampliar o acesso das pessoas com deficiência à prática esportiva em todas as suas esferas e em todas as faixas etárias
A Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF) e a Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) se uniram para potencializar o paradesporto e esporte inclusivo no DF. As ações serão efetivadas por meio do Programa de Esporte Inclusivo.
A SEL-DF tem trabalhado para fomentar a visibilidade e valorização do paradesporto na cidade. Para isso, a pasta vem realizando eventos com o objetivo de dar celeridade ao acesso das pessoas com deficiência à prática esportiva em todas as suas esferas e em todas as faixas etárias.
O secretário Julio Cesar Ribeiro explica que uma das principais prioridades da pasta tem sido criar ações para dar visibilidade ao paradesporto. “A valorização e o investimento no paradesporto são fundamentais para construir uma comunidade mais inclusiva, onde cada cidadão, independentemente de suas habilidades, encontre espaço e oportunidades no universo esportivo do Distrito Federal”, destaca. O esporte é uma ferramenta essencial para a superação de barreiras”, completa Ribeiro.
Para o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Santos, as duas secretarias poderão estabelecer uma política pública específica e efetiva voltada para atender às pessoas com deficiência nessa área. “As ações já existiam, mas serão ampliadas e melhoradas por meio desse trabalho porque, aí sim, vai ser construído um programa de esporte inclusivo”, afirma.
As pastas já trabalhavam de forma conjunta em ações pontuais, com o apoio aos paratletas por meio dos programas Compete Brasília e Bolsa Atleta, além das atividades oferecidas nos Centros Olímpicos e Paralímpicos. “Eu, como secretário e como atleta, sempre evidenciei a importância do esporte como uma poderosa ferramenta de inclusão”, finaliza Flávio.
Inclusão
Em maio deste ano, o Centro Olímpico e Paralímpico do Gama, recebeu mais de 350 inscrições para o Festival Paralímpico, que, pela primeira vez, ocorreu em Brasília. O evento realizado pela SEL-DF proporcionou aos participantes a inclusão por meio da vivência lúdica nos esportes paralímpicos.
O Campeonato Regional Centro-Oeste de Bocha Paralímpica foi outro marco na capital federal. O evento, que recebeu o apoio inédito da pasta, serviu como etapa classificatória para o Campeonato Brasileiro de Bocha Paralímpica, além de ter proporcionado aos atletas a oportunidade de ter representado suas associações e região em uma competição de nível nacional.
Outro evento que contou com o apoio da pasta foi a etapa regional das Paralimpíadas Escolares, que fomentou a inclusão e o progresso dos jovens atletas com deficiência, reunindo a participação de mais de 900 competidores. Os jogos ocorreram entre os dias 31 de agosto e 1º de setembro.
Outras competições paradesportivas também foram apoiadas pela SEL, como o Brasileiro de Adestramento Paraequestre, Centro-oeste de Handebol de Surdos e o Campeonato Regional de Goalball.
Substituição de 39 lâmpadas por refletores LED foi realizada a pedido da Secretaria de Esporte e Lazer
O Complexo Aquático Cláudio Coutinho está de cara nova. O espaço, sob a gestão pedagógica da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF), realiza aulas das modalidades aquáticas de deep water, natação, nado artístico e saltos ornamentais, por meio do programa Escola de Esporte.
A nova iluminação não só proporcionará maior comodidade, mas também contribuirá para a segurança dos frequentadores. Além disso, a SEL planeja expandir as turmas das modalidades aquáticas, que têm sido amplamente procuradas pela comunidade, e planeja abrir matrículas para aulas de natação no período noturno a partir do primeiro semestre de 2024, aproveitando as melhorias implementadas.
“Essa é mais uma melhoria para os nossos alunos que frequentam esse espaço. Além da comodidade, a nova iluminação vai garantir mais segurança. A nossa proposta também é ampliar as turmas das modalidades aquáticas, que são bastante procuradas pela comunidade”, destaca o secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro.
O Complexo Aquático estava há aproximadamente cinco anos sem receber melhorias em seu sistema de iluminação. A solicitação da substituição da iluminação partiu da SEL e foi executada pela Arena BSB, por meio de um contrato de concessão estabelecido com a Terracap. Durante o processo, foram instalados 39 refletores LED.
Outras melhorias
A SEL publicou o aviso de abertura de licitação destinado à contratação de empresa especializada na prestação de serviços contínuos de limpeza, tratamento e conservação das piscinas do Complexo Aquático Cláudio Coutinho.
A licitação está programada para ser iniciada na próxima terça-feira (26). O contrato inclui a substituição de azulejos, piso cerâmico e pedras, bem como o fornecimento de todos os materiais de consumo necessários para a realização dos serviços. As manutenções das piscinas serão realizadas diariamente, de segunda-feira a sábado, sem qualquer necessidade de interdição das instalações, permitindo que as pessoas continuem a utilizar os equipamentos sem interrupções.
Outra novidade é o anúncio do aumento de 90% no quadro efetivo de professores. Atualmente a Escola de Esporte conta com a atuação de oito profissionais. Em 2024, esse número subirá para 15. Os novos professores serão convocados pela Secretaria de Educação (SEEDF), por meio de concurso de remoção elaborado em conjunto com a SEL.
Escola de Esporte
O programa Escola de Esporte tem como objetivo incentivar a prática esportiva entre crianças e adolescentes de 6 a 17 anos e integrar o adulto, idoso e pessoas com deficiência em atividades que estimulem um hábito de vida saudável, além de formar equipes esportivas que possam revelar talentos para o cenário esportivo.
Além das modalidades aquáticas, o programa também oferece aulas de alongamento, ginástica acrobática, musculação e karatê. As matrículas são realizadas semestralmente, conforme a disponibilidade de vagas. A idade mínima para praticar atividade é a partir dos 6 anos, de acordo com cada modalidade.
Reforma de um dos ícones do esporte do Distrito Federal recebeu investimento de R$ 1,7 milhão do GDF e cumpre recomendações do Estatuto do Torcedor
O Gama está cada vez mais perto de receber o Estádio Bezerrão renovado. Nesta semana, as equipes trabalham na manutenção das paredes, revestimentos e redes elétrica e de combate a incêndios.
Com um investimento de aproximadamente R$ 1,7 milhão por parte do governo, a arena está passando pela maior reforma desde que foi construída em 2008. Já tem um gramado totalmente novo e finaliza reparos estruturais, renovação das arquibancadas, vestiários, entre outros – Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília
A parte de Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio (SDAI) está sendo finalizada, com a troca das mangueiras e um sistema de alarme novo e automatizado. Geradores novos também estão sendo instalados.
Chefe da Assessoria de Obras, Carlos Mohamed diz que nesta semana será feita uma nova reunião com órgãos de segurança para que eles possam fiscalizar tudo que foi apontado anteriormente no primeiro relatório feito sobre as condições do Estádio Bezerrão
Toda parte elétrica foi renovada, com a recomposição de infraestrutura, troca de iluminação, lâmpadas, acendedores e tomadas. As partes de revestimentos dos banheiros e vestiários também estão sendo concluídas, desde a substituição das cerâmicas que estavam caindo ou com problemas de patologia até a instalação de dispensers de sabonete e suporte de papéis higiênicos.
Também está na reta final a pintura da ala leste e interna do estádio. Quanto aos elevadores, um já está funcionando e outro com orçamento para liberação. A verificação de catracas está sendo executada, assim como a de cadeiras – que, segundo o Estatuto do Torcedor, precisam ser todas numeradas.
Entre os trabalhos feitos no Estádio Bezerrão, toda parte elétrica foi renovada, com a recomposição de infraestrutura, troca de iluminação, lâmpadas, acendedores e tomadas
Todas essas informações são de acordo com o chefe da Assessoria de Obras e Infraestrutura da Secretaria de Esporte e Lazer, Carlos Mohamed. Ele afirmou que nesta semana será feita uma nova reunião com órgãos de segurança para que eles possam fiscalizar tudo que foi apontado anteriormente no primeiro relatório feito sobre as condições do Estádio Bezerrão.
“Creio que todos os apontamentos que eles fizeram anteriormente – que é essa parte de fissuras, redes elétrica e incêndio, vigilância sanitária, sifões e hidráulica – já está finalizando ou está finalizada. Acreditamos que, com a nova visita, já é possível conseguir a liberação do estádio, nem que de forma parcial, com pelo menos a liberação de algumas alas”, destaca Mohamed.
Reforma histórica
Essa é a maior reforma desde que a arena foi construída em 2008. Com um investimento de aproximadamente R$ 1,7 milhão por parte do governo, a arena já tem um gramado totalmente novo e finaliza reparos estruturais, renovação das arquibancadas, vestiários, entre outros.
As empresas contratadas pela Novacap e a Secretaria de Esporte são as responsáveis pela recuperação. Com capacidade para até 22 mil pessoas, a expectativa no meio futebolístico é que o Bezerrão, segundo maior estádio do DF, volte aos tempos áureos.
Com a privatização da Arena BRB Mané Garrincha, as despesas para uma partida lá são altas. O Bezerrão é o maior estádio do DF gerido pelo governo, com um custo mais baixo.
Central, que marcou época com a camisa da seleção, morre em São Paulo. Causa da morte ainda não foi confirmada
Morreu na noite desta quinta-feira a ex-jogadora Walewska Moreira de Oliveira, aos 43 anos, em São Paulo. Ainda não há informações sobre as circunstâncias, mas a morte foi confirmada. A ex-central, campeã olímpica com a seleção de vôlei nos Jogos de Pequim, em 2008, estava aposentada desde o fim da temporada 2021/2022.
Walewska faz parte do seleto grupo de campeões olímpicos brasileiros. Em Pequim-2008, a central fez parte da conquista do primeiro ouro olímpico do vôlei feminino. Em Olimpíadas, ainda foi bronze em Sidney-2000 e ficou com o quarto lugar em Atenas-2004. Defendeu diversos clubes ao longo da carreira, como Minas, Osasco e Praia Clube, por onde se aposentou.
O Sul-Americano de vôlei 2022 marcou a despedida oficial das quadras. O último jogo da central foi diante do Regatas Lima, do Peru, pela fase de grupos. Na semifinal contra o Sesi-Bauru e na final contra o rival o Minas, Wal ficou como opção no banco de reservas, mas não foi utilizada durantes as partidas. Após a aposentadoria, o clube de Uberlândia deixou de usar a camisa 1, que a central vestia.
Walewska Oliveira lança biografia em Uberlândia nesta quarta-feira — Foto: Divulgação
Walewska lançou sua biografia neste ano. Em “Outras redes”, ela contou toda sua trajetória até as quadras. Aos 12 anos, saiu de casa e pegou o ônibus para o primeiro teste de vôlei no Minas. Ali, dava seus primeiros passos rumo a uma carreira de conquistas.
Conhecida por manter sempre um perfil elegante dentro e fora da quadra, Walewska influenciou uma geração de jogadoras no país. Na seleção, fez parte de diversas conquistas e marcou época. Walewska foi convocada para a seleção brasileira pela primeira vez por Bernardinho, em 1997. Com ele, conquistou o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, no Canadá, em 1999, e o bronze na Olimpíada de Sidney, em 2000. Depois, sob o comando de Zé Roberto, seguiu colecionando títulos.
No Praia Clube, Walewska se reafirmou como uma das maiores centrais da história do vôlei brasileiro. Na temporada 2017/2018, foi o pilar da primeira conquista do clube na Superliga. Depois, passou um ano no Osasco, mas retornou à cidade mineira para seus últimos anos como profissional.
Walewska e suas homenagens após aposentadoria — Foto: Eliezer Esportes/Praia Clube
Glórias em quadra
Walewska foi um dos pilares da geração mais vitoriosa do vôlei brasileiro. Ela, porém, nunca deixou de homenagear quem veio antes. Em entrevista ao ge, falou da importância da geração de 1996.
– Eu acho que começo a minha história tendo contato com a geração de 1996, que, para mim, é a geração do vôlei. Eu me emociono até hoje. Temos um grupo no Whatsapp com essas meninas que estão fazendo 50, eu fiz 40. Tudo o que eu aprendi no vôlei, ser e me comportar como atleta, foi com essas jogadoras. A Ana Moser foi uma atleta que me impactou muito. Eu cheguei à seleção com 17 anos, em 97/98, e a Ana ainda jogava, não na melhor forma dela. Mas ela tinha uma postura, uma coisa gigantesca e tão simples que tentei entender aquela liderança silenciosa que ela tinha. Eu perguntei a ela o que eu precisava fazer para ser daquela forma. Eu comecei muito observando ela, Virna, Leila, Venturini, Fofão.
Por onde passou, Walewska desempenhou papel de líder e capitã. Em quadra, tentava ser exemplo para as companheiras de forma natural.
– Para ser líder, você tem que dar exemplos de tudo. Essa minha formação, de como ser atleta, me mostrou que eu preciso me comportar o tempo inteiro. É uma coisa supernatural, sou eu mesmo, mas preciso me policiar. As meninas estão olhando sempre para mim, para minhas atitudes, a forma como eu falo com as pessoas, como eu reparto as coisas no vestiário. Isso vem muito da minha família, meus pais, e devo muito à educação que eles me deram. Respeito sempre os mais velhos, acho que a nova geração perdeu um pouco essa hierarquia, está meio conturbado hoje em dia.
– Eu tento trazer todo esse aprendizado, mas preciso vivê-lo no meu dia a dia. Querendo ou não, estou sendo observada. Não é fácil, mas é uma coisa natural e não é forçada. Acho que a pessoa não se transforma em um líder, a pessoa já nasce com isso. É muito difícil você transformar uma jogara em líder porque você quer, é muito difícil. Estou lendo livros de psicanálise para entender as pessoas, não julgá-las. Entendendo o porquê das coisas, a vida fica muito mais fácil – disse.
Empresa será selecionada para substituição de azulejos, piso cerâmico e pedras, além de serviços diários do parque aquático; valor estimado do contrato é superior a R$ 315 mil
A Secretaria de Esportes e Lazer do DF (SEL) publicou o aviso de abertura de licitação destinado à contratação de uma empresa especializada na prestação de serviços contínuos de limpeza, tratamento e conservação das piscinas do Complexo Aquático Cláudio Coutinho, localizado no Setor Recreativo Parque Norte (SRPN), próximo à Arena BRB Mané Garrincha.
A licitação será aberta no dia 26. O contrato tem o valor estimado de R$ 315.963,12 para o período de 12 meses e conta com a substituição de azulejos, piso cerâmico e pedras, além de todos os materiais de consumo necessários à realização do serviço. Também estão incluídos mão de obra especializada, equipamentos e acessórios para execução das atividades contratadas, como o tratamento da água.
As manutenções das piscinas serão executadas diariamente, de segunda-feira a sábado. A licitação é de serviço contínuo e sem a necessidade de interdição das piscinas, logo as pessoas vão poder continuar usando os equipamentos normalmente.
De acordo com o secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro, a pasta tem trabalhado para oferecer mais vagas à comunidade a partir do próximo semestre, e as reformas vão ajudar nesse quesito.
“Essa ação faz parte do nosso plano de trabalho, que tem como foco oferecer aos nossos alunos um ambiente salutar para a prática esportiva. Estamos trabalhando para garantir melhorias neste ambiente que é um verdadeiro celeiro de atletas”, destacou o secretário.
No complexo há duas piscinas, uma olímpica e uma com tanque de salto. Ambas recebem competições oficiais. A escola de esporte, uma parceria entre a SEL e a Secretaria de Educação do DF (SEE), oferece aulas de natação no local, uma das atividades mais procuradas pela comunidade.
Etapa regional da competição, disputada em cinco dias, reuniu estudantes com deficiências físicas e intelectuais de todas as partes do país, que competiram em três modalidades: natação, bocha e atletismo
A etapa regional das Paralimpíadas Escolares 2023, que agitou o cenário esportivo de Brasília nos últimos dias e inspirou os jovens atletas com diferentes histórias de superação, chegou ao fim, no Centro Interescolar de Esportes (CIEF). O Distrito Federal, palco da competição, tem motivos de sobra para comemorar, já que a delegação brasiliense, composta, em sua maioria, por alunos da rede pública de ensino, conquistou 82 medalhas nas três modalidades disputadas no torneio.
Ao longo de cinco dias intensos de competição, atletas com deficiências físicas e intelectuais de todas as partes do país se uniram para mostrar suas habilidades excepcionais em três modalidades: natação, bocha e atletismo. Os brasilienses subiram no pódio 45 vezes pela natação, 34 pelo atletismo e 3 pela bocha.
A cerimônia de encerramento, nesta sexta-feira (1), contou com a presença da subsecretária de Educação Básica da Secretaria de Educação do DF, Iêdes Braga, que reforçou a relevância desses jogos para o desenvolvimento educacional e pessoal dos estudantes. “As Paralimpíadas Escolares são uma celebração da diversidade e da capacidade humana de superar desafios. Elas não apenas promovem a prática esportiva, mas também ensinam lições valiosas de respeito, trabalho em equipe e determinação. Continuaremos apoiando nossos atletas e investindo em programas esportivos inclusivos”, destacou.
O evento realizado em Brasília teve o apoio da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SELDF). “Brasília tem se consolidado como a capital do paradesporto. Ter recebido o regional das Paralimpíadas Escolares nos coloca como agentes potencializadores da inclusão esportiva. Ficamos muito felizes em ter realizado este evento aqui na nossa cidade. Não tenho dúvidas que o legado deixado por este evento é o resultado do fortalecimento do esporte paralímpico”, destaca Julio Cesar e Ribeiro, secretário de Esporte e Lazer.
Medalhistas
A estudante da rede pública de ensino e atleta do Centro Olímpico e Paralímpico do Parque da Vaquejada, Maria Cecília Lima, expressou gratidão pela oportunidade de participar da competição. “Foi uma experiência incrível competir aqui. As Paralimpíadas Escolares não apenas me deram a chance de mostrar meu potencial, mas também me fizeram sentir parte desse grupo de crianças e adolescentes inspiradores”, disse a atleta do atletismo.
Maria conquistou duas medalhas, uma de ouro e outra de bronze, e ainda garantiu vaga para a etapa nacional, que acontece em São Paulo, no mês de novembro. “Estou muito feliz por representar o DF e conquistar uma medalha para nossa equipe”, completou.
De acordo com o técnico do atletismo, Halley Pereira Cunha, Brasília celebra não apenas as medalhas, mas também a força, a coragem e a resiliência dos jovens que participaram dos jogos. “Estes eventos deixam um legado duradouro de inclusão e inspiração, alimentando o sonho de um futuro mais igualitário e promissor para todos os jovens atletas do Brasil”, disse.
Torneio começa na quarta-feira (30), no Parque da Cidade, e se consagra como o maior do Centro-Oeste reunindo atletas de destaque nacional e internacional
Brasília vai receber, entre os dias 30 de agosto e 3 de setembro, a 10ª edição do Circuito Praia do Cerrado de Futevôlei. O evento vai movimentar o estacionamento 13 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, reunindo atletas da modalidade de destaque nacional e internacional.
Com apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), de mais de R$ 590 mil, o evento será aberto ao público e terá transmissão pelo canal do YouTube Futevôlei Brasil. As disputas contarão com a participação de mais de 500 atletas, entre eles, as multicampeãs Natália Guitler e Vanessa Tabarez, a decacampeã do mundo, Lana Miranda, os campeões mundiais Sandrey Santos e Fabrício Enrique e o atual campeão brasileiro, o brasiliense Guilherme Perrone.
Para o secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro, a décima edição do Circuito Praia do Cerrado de Futevôlei consolida a capital federal como cenário ideal para receber competições da modalidade. “Com a realização desta edição estamos quebrando diversos paradigmas. Não temos praia, mas temos o cerrado, a beleza e o clima da nossa cidade, que são totalmente favoráveis para a realização deste evento. Além disso, o nosso apoio chega para potencializar a visibilidade da modalidade”, destaca.
Neste ano, 220 duplas disputam oito categorias, sendo quatro no masculino, incluindo a categoria master, para homens acima dos 40 anos de idade, e quatro no feminino. A programação inclui ainda a realização de clínica especial para crianças de um projeto social e do instituto Esporte e vida de Sobradinho, no dia 31 de setembro, quinta -feira.
Foto: Divulgação/SEL
Programação
30 de agosto (quarta-feira) → 18h – Iniciante Feminino
31 de agosto (quinta-feira) → 18h – Série “C” Masculino
1º de setembro (sexta-feira) → 9h: Série “B” Masculino (Qualify) → 14h: Série “B” Feminino (Qualify) → 18h: Série “C” Masculino (Finais)
2 de setembro (sábado) → 9h: Feminino Profissional → 9h: Master +40 → 14h: Masculino Profissional
3 de setembro (domingo) → 9h: Iniciante Masculino → 10h: Feminino Profissional (Finais) → 14h: Masculino Profissional (Finais)
Além da participação na Superliga, times também competirão em eventos preparatórios da modalidade
Neste sábado (26), no Sesi de Taguatinga, foi realizada a apresentação das equipes masculina e feminina do Brasília Vôlei, em um evento que marcou o compromisso da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) em fortalecer a modalidade perante o cenário esportivo do Distrito Federal.
O clube, que atualmente conta com 80 atletas em suas categorias de base, divididas entre Sub 16 e Sub 19, recebeu apoio do Governo do Distrito Federal para competir na próxima edição da Superliga de Vôlei que será disputada entre outubro deste ano e abril de 2024.
O Brasília Vôlei conta com 80 atletas em suas categorias de base, divididas entre Sub 16 e Sub 19 – Foto: Divulgação/ SEL
A parceria tem como objetivo fortalecer o clube e suas categorias de base. Além disso, a colaboração proporciona a contratação de equipe técnica especializada, responsável por orientar os times ao longo da competição.
O Secretário de Esporte e Lazer, Julio Cesar Ribeiro, destaca a importância da parceria, afirmando que investir no esporte é essencial para intensificar o desenvolvimento de jovens talentos, além de promover um estilo de vida saudável: “O GDF está comprometida em apoiar o Brasília Vôlei em sua jornada na Superliga, proporcionando condições necessárias para que nossos atletas alcancem todo o seu potencial.”
O apoio também inclui custos relacionados aos jogos realizados em outros estados, uniformes das equipes e ações estratégicas durante os jogos sediados em Brasília.
Além da participação na Superliga, as equipes do Brasília Vôlei competirão em eventos preparatórios, como o Campeonato Mineiro e a Copa Brasília de Voleibol, nas categorias adulto masculino e feminino.
Encontro teve o objetivo de esclarecer a logística da competição, que acontecerá em Ribeirão Preto (SP) e contará com 155 atletas do DF de escolas públicas e privadas
A delegação que representará o Distrito Federal nos Jogos da Juventude 2023 se reuniu pela primeira vez nesta semana para receber os uniformes da competição e alinhar pontos sobre a logística da competição que acontecerá em Ribeirão Preto (SP), entre 1º e 16 de setembro. O encontro de dirigentes, técnicos e atletas aconteceu na quarta-feira (23), no auditório da Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape).
Na recepção do evento, os jovens receberam o uniforme, que exibe dois tons de verde e também o brasão do DF. Na reunião, foram informados aos pais e atletas detalhes sobre os itinerários da viagem, assim como hospedagem, locais de competições e refeições que serão ofertadas pela Secretaria de Educação do DF e pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
No DF, 155 jovens de escolas públicas e privadas se classificaram para competir no evento nacional. A delegação foi convocada com base na classificação final dos 63º Jogos Escolares do Distrito Federal, realizados no corrente ano letivo.
Um dos representantes do DF é o estudante do CEF 05 de Sobradinho Josué Barros, que competirá no atletismo. “É uma oportunidade muito grande, que muitos não têm. Poder participar de viagens e competições como essas que nos proporcionam muito crescimento como atletas”, ressalta.
Nos Jogos da Juventude, 18 modalidades olímpicas são disputadas. O técnico de handebol masculino, Valdeci Morais, destaca o valor da competição. “É uma experiência única poder participar de um evento desse tamanho, onde os estudantes encontrarão competidores de todos os estados. Poderemos conhecer atletas olímpicos, além de presenciar o crescimento individual e técnico de cada um”.
Marcelo Pinheiro, com a filha e atleta do vôlei Gisele, estudante do CEM 01 de Sobradinho
Para Marcelo Pinheiro, o orgulhoso pai da atleta do vôlei Gisele, estudante do CEM 01 de Sobradinho, é imprescindível inspirar os jovens através de ações como essa. “Momentos como esses plantam sementes de sonhos, que eles vão cultivando para que talvez um dia possam colher um futuro no esporte profissional”.