Autor: Repórter Independente

  • Palácio do Planalto e Itamaraty são iluminados com cores da bandeira que representa diversidade

    Palácio do Planalto e Itamaraty são iluminados com cores da bandeira que representa diversidade

    Prédios receberam projeção na noite desta terça-feira (27). Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ é celebrado na quarta (28) e lembra luta da comunidade por mais direitos e conquista de garantias

    Em homenagem ao Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, celebrado no dia 28 de junho, os palácios do Planalto e do Itamaraty, em Brasília, recebem a iluminação com as cores da bandeira que representa a diversidade. A projeção começou no início da noite desta terça-feira (27).

    A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e o Palácio do Buriti também ganharam novas cores (confira fotos abaixo).

    A data lembra a luta da comunidade por mais direitos e a conquista de garantias. Além da comemoração, o 28 de junho quer também chamar a atenção para a importância do combate à homofobia.

    Para coibir crimes contra o público LGBTQIA+, em junho de 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu enquadrar os atos de homofobia e transfobia na Lei do Racismo (7.716/1989).

    Protesto de Stonewall

    Orgulho LGBTQIA+: Palácio do Itamaraty é iluminado com cores da bandeira que representa diversidade – Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

    O protesto de Stonewall foi um marco importante na história dos direitos LGBTQIA+. Ocorreu em 28 de junho de 1969, no Stonewall Inn, um bar frequentado por pessoas dessa comunidade em Nova York. Naquela época, a homossexualidade era criminalizada e havia uma intensa perseguição policial aos espaços frequentados por pessoas LGBTQIA+.

    Naquela noite, quando a polícia realizou uma batida no Stonewall Inn, os frequentadores resistiram e se rebelaram contra a violência e a opressão. O protesto durou vários dias e foi liderado em grande parte por mulheres transgênero, lésbicas e pessoas de cor.

    Significado de cada letra da sigla LGBTQIA+

    • L: lésbica, mulher que se identifica como mulher e tem preferências sexuais por outras mulheres;
    • G: gay, homens que se identificam como homem e têm preferências por outros homens;
    • B: bissexual, que têm preferências sexuais por ambos os gêneros;
    • T: transexuais, travestis, transgêneros e não binário, que são pessoas que não se identificam com os gêneros masculino ou feminino atribuídos no nascimento com base nos órgãos sexuais;
    • Q: questionando ou queer, palavra em inglês que significa “estranho” e, em alguns países, ainda é usado como termo pejorativo. É usado para representar as pessoas que não se identificam com padrões impostos pela sociedade e transitam entre os gêneros, sem concordar com tais rótulos, ou que não saibam definir seu gênero/orientação sexual;
    • I: intersexuais, que apresentam variações em cromossomos ou órgãos genitais que não permitem que a pessoa seja distintamente identificada como masculino ou feminino. Antes, eram chamadas de hermafroditas;
    • A: assexuais, são aqueles que sentem pouco ou nenhuma atração sexual pelos gêneros;
    • +: todas as outras letras do LGBTT2QQIAAP, que não para de crescer 🏳️‍🌈.

    Fonte: G1

  • Brasil roda time, bate a Alemanha e vence mais uma na Liga

    Brasil roda time, bate a Alemanha e vence mais uma na Liga

    Seleção chega à sexta vitória na competição em sete jogos, e Zé Roberto aproveita para dar espaço para todas as reservas. Equipe volta à quadra neste domingo, contra os Estados Unidos

    Era um rival que já havia dado trabalho no passado. O Brasil, porém, não quis abrir espaço para riscos. Com o controle desde o início, a seleção brasileira dominou a Alemanha na tarde deste sábado no ginásio Nilson Nelson, em Brasília. Em um pequeno vacilo, cedeu um set. Mas nada que tenha incomodado tanto. O técnico José Roberto Guimarães ainda conseguiu fazer testes e rodar a equipe, mandando todas as jogadoras à quadra. Em 3 sets a 1, parciais 25/22, 25/18, 22/25 e 25/17, a sexta vitória na Liga das Nações.

    O Brasil volta à quadra neste domingo, às 10h, contra os Estados Unidos. A TV Globo e o sportv2 transmitem a última partida da seleção em Brasília ao vivo.

    – Fiquei muito feliz. São mais de dois meses sem um jogo oficial. A gente sente a falta de ritmo. Quanto mais pudermos estar na quadra aproveitando, é importante. Fiquei feliz por ter participado de grande parte, mesmo não tendo começado. Tem muita coisa para melhorar, ritmo de jogo para ganhar, mas era uma vitória importante. Fico feliz de fazer parte, colocar meu coração na quadra diante dessa linda torcida de Brasília – disse Rosamaria após a vitória.

    Como foi o jogo?

    Zé Roberto mandou o Brasil à quadra com Maiara Basso no lugar de Julia Bergmann. A Alemanha até tentou incomodar em alguns momentos – e contou com a ajuda das donas da casa no terceiro set. Mas a seleção soube manter o controle do jogo. O técnico ainda abriu espaço na partida para dar ritmo a quase todas as reservas – Lorenne entrou em quadra apenas para sacar.

    1° set – Alemanha faz jogo duro, mas Brasil sai na frente

    Novidade entre as titulares, Maiara Basso abriu a conta na partida. Do outro lado, a Alemanha quis ameaçar o time da casa desde o início. Aos poucos, porém, o Brasil abriu. Maiara, de novo, marcou 7/5. As alemãs tentavam se manter na cola. A seleção da casa chegou a abrir 13/10 depois de um erro de Strubbe, mas as rivais foram buscar. Na pancada da própria Strubee, marcou 14/13.

    O Brasil não se assustou. Conseguiu se manter na cola e voltou à frente em 18/17. A partir daí, a seleção dominou. Depois de um longo rali, Rosamaria subiu alto e marcou 23/20 no placar. Thaísa, no bloqueio, fez o time da casa chegar ao set point. Uma pancada de Rosamaria fez o ginásio explodir e deu fim à parcial: 25/22.

    Rosamaria explora o bloqueio da seleção alemã — Foto: Mauricio Val/FVImagem/CBV

    2° set – Brasil muda peças, mas mantém ritmo

    Na volta à quadra, o Brasil mudou. Roberta e Rosamaria, que haviam entrado na inversão no fim do set, seguiram no jogo. Julia Bergmann também entrou, no lugar de Pri Daroit. A seleção, no entanto, manteve o ritmo na volta à quadra. Thaísa, com um bloqueio, marcou 4/2. Mais à frente, Rosamaria voou para abrir 7/4. Àquela altura, o domínio era total. No erro de ataque da Alemanha, 12/7 na conta.

    Natinha também foi à quadra pouco depois. Mesmo com tantas mudanças, o Brasil manteve a pressão. Ainda que a Alemanha tentasse encostar, o Brasil seguia firme. Rosamaria, com um toque de talento, marcou 20/16 no placar. Na sequência, Diana também entrou no lugar de Thaísa. Com um bloqueio da central, a seleção abriu 22/18. Julia Bergmann, com um ace, ampliou logo depois. Maiara encheu o braço para fechar: 25/18.

    Thaisa pontua para o Brasil contra a Alemanha — Foto: Mauricio Val/FVImagem/CBV

    3° set – Brasil diminui o ritmo, e Alemanha aproveita

    Lorena também foi à quadra para o início do terceiro set. A Alemanha quis reagir e assumiu a dianteira do placar naquele início. Mas Diana, com um belo bloqueio, deixou tudo igual em 13/13. As rivais voltaram a abrir, Diana, dessa vez com um ace, marcou 15/15. A virada veio com mais um saque, dessa vez de Maiara: 18/17. Em um vacilo geral, o Brasil permitiu que a Alemanha retomasse a dianteira.

    Quando as rivais marcaram 23/21, Zé Roberto pediu tempo. Na volta, mandou Macris e Kisy de volta à quadra. Lorenne entrou um pouco depois, apenas para sacar – só faltava ela. Mas, em um golpe de sorte, a Alemanha fechou o set. Em um ataque de Maiara, a bola explodiu em Strubbe e foi cair no fundo da quadra brasileira: 25/22.

    4° set – Brasil retoma o controle e fecha o jogo

    Foi só um susto. Na volta à quadra, o Brasil voltou a acelerar. Sem muitos problemas, abriu 7/2 com tranquilidade. A Alemanha já não causava riscos. Com autoridade, a seleção abriu 14/7 em um ataque de primeira de Diana junto à rede. A própria central ampliou na sequência, com um ace. A partir dali, foi só esperar o tempo passar. No ponto de Maiara, fim de papo: 25/17.

    Fonte: G1

  • Confira a programação cultural para este fim de semana no DF

    Confira a programação cultural para este fim de semana no DF

    Atrações de sexta (16) a segunda-feira (19) incluem festas juninas, teatro e exibições de filmes

    Neste fim de semana, a capital estará repleta de eventos para toda a família, com destaque nas programações juninas para se aquecer do frio que o mês de junho geralmente traz, além de filmes e peças de teatro gratuitas em espaços públicos.

    Confira abaixo o que há no setor cultural, que conta com eventos apoiados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).

    Festas juninas

    O XXIII Circuito de Quadrilhas Juninas começa nesta sexta-feira, no estacionamento do Estádio Serejão, em Taguatinga – Foto: Marcello Cândido/Divulgação BNB

    A Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) promoverá um arraial com barraquinhas de comidas juninas e danças de quadrilha nesta sexta (16), a partir das 17h, na Praça da Língua Portuguesa.

    Ainda no clima de São João, o XXIII Circuito de Quadrilhas Juninas traz uma estrutura inédita e elegerá a campeã que representará o DF no Campeonato Nacional. O evento é promovido pela Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (Linq-DFE) e pelo Grêmio Recreativo Arraiá Formiga da Roça.

    O circuito terá duração de três finais de semana e passará por três cidades, com início nesta sexta e durante este fim de semana em Taguatinga, no estacionamento do Estádio Serejão, a partir das 19h. Além das apresentações, haverá shows de grupos populares e praça de alimentação com comidas típicas. A entrada é gratuita.

    Teatro contemporâneo

    A Cia Lumiato completa 15 anos e se apresentará no Espaço Cultural Renato Russo, que fica na 508 Sul. A performance Ocupação Sombra Expandida conta com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e produz espetáculos de teatro de sombras contemporâneo.

    Os ingressos podem ser retirados pelo Sympla, por meio deste link.

    A Ocupação Sombra Expandida conta com o patrocínio do FAC

    Espetáculos no fim de semana

    Iara – O encanto das águas
    →Sexta (16), às 14h (fechada para escolas públicas)
    →Sábado (17), às 17h (com intérprete de Libras)
    Classificação indicativa livre
    Local: Sala Multiúso – 508 Sul

    Projeções Ciclos da Vida e Alice através das sombras
    →Sábado (17), às 10h
    Classificação indicativa livre
    Local: Sala Marco Antônio – 508 Sul

    Cinema

    Cine Brasília também oferece opções de filmes para o fim de semana. Você pode retirar os ingressos por meio deste link para evitar filas. Confira abaixo os filmes em cartaz.

    ⇒ Sexta-feira (16)
    10h – Super Mario Bros – O Filme
    14h – Sideral (curta) + Bem-vindos de Novo
    16h30 – Corpolítica
    18h40 – Urubus
    21h – EO

    ⇒ Sábado (17)
    10h – Super Mario Bros – o Filme
    14h – Sideral (curta) + Bem-vindos de Novo
    16h30 – Corpolítica
    18h40 – Urubus
    21h – EO

    ⇒ Domingo (18)
    10h – Super Mario Bros – o Filme
    14h – Sideral (curta) + Bem-vindos de Novo
    16h30 – Corpolítica
    18h40 – Urubus
    21h – EO

    Estreia

    A peça ‘Anáguas’ estreia no Complexo Cultural de Samambaia na próxima segunda (19) | Foto: Humberto Araújo/Divulgação

    Na segunda-feira (1), às 10h, a peça Anáguas estreia no Complexo Cultural de Samambaia.

    A narrativa fala sobre conflitos familiares por meio de três personagens femininas que questionam o cerne da sociedade patriarcal pelo viés do posicionamento de mulheres do início da década de 1920.

  • Inscrições abertas para Oficinas Gratuitas de Formação em Libras

    Inscrições abertas para Oficinas Gratuitas de Formação em Libras

    Em sua segunda edição, Projeto On-Line + Cursos 2 oferecerá 13 workshops semanais, para jovens e adultos a partir dos 12 anos de idade

    Jovens e adultos a partir dos 12 anos de idade podem se escrever gratuitamente para as oficinas de formação em Libras do Projeto “On-line + Cursos 2”. As aulas serão distribuídas em 13 módulos semanais, com início no dia 19 de junho, das 9h às 11h. Ao término da formação, os alunos contemplarão um documentário produzido pela produção com tema sobre a Importância da Inclusão Social. Para se inscrever, acesse www.onlinemaiscursos.com.br.

    Desde que foi reconhecida como uma das línguas oficiais do Brasil, por meio da Lei 10.436/2002 e do Decreto 5.626/2005, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) tem se tornado cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. Contudo, ainda de forma tímida. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país possui 9,7 milhões de deficientes auditivos, sendo fundamental a capacitação para essa importante parcela da população.

    A produtora executiva do projeto, Mônica Lemets, ressalta a importância da formação dos jovens e adultos com o objetivo de torna-los aptos para o mercado de trabalho. “A segunda edição do On-Line + Cursos 2 está com uma grade mais ampla. Nossa meta é ofertar capacitação de qualidade, possibilitando aos alunos mais uma oportunidade de conquistar autonomia, por meio do emprego e renda”, afirma.

    A ação é uma realização do ICEE – Instituto Cultural Estrela Ela, em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

    Programação:

    1. Libras (Módulo I) – 19/06 a 23/06
    2. Libras (Módulo II) – 26/06 a 30/06
    3. Libras (Módulo III) – 03/07 a 07/07
    4. Libras (Módulo IV) – 10/07 a 14/07
    5. Libras (Módulo V) – 17/07 a 21/07
    6. Libras (Módulo VI) – 24/07 a 28/07
    7. Libras (Módulo VII) – 31/07 a 04/08
    8. Libras (Módulo VIII) – 07/08 a 11/08
    9. Libras (Módulo IX) – 14/08 a 18/08
    10. Libras (Módulo X) – 21/08 a 25/08
    11. Libras (Módulo XI) – 28/08 a 01/09
    12. Libras (Módulo XII) – 04/09 a 08/09
    13. Libras (Módulo XIII) – 11/09 a 15/09

    Serviço:
    Projeto “On-line + Cursos 2”
    Inscrições: onlinemaiscursos.com.br
    Valor: Gratuito
    Contato: 61 9. 8323-1936

  • Águas Claras: Obras da primeira usina pública de energia limpa do DF são finalizadas

    Águas Claras: Obras da primeira usina pública de energia limpa do DF são finalizadas

    Foram investidos R$ 4,1 milhões na construção do complexo no Parque Ecológico de Águas Claras. Estimativa é de economia de R$ 1 milhão aos cofres públicos, com fornecimento elétrico para 80 prédios públicos

    O Governo do Distrito Federal (GDF) concluiu a primeira etapa do Projeto CITinova, que instala sistemas geradores de energia fotovoltaica públicos em unidades de conservação da capital federal. O anúncio foi feito na manhã desta quarta-feira (7) pelo governador Ibaneis Rocha durante solenidade no Salão Branco, do Palácio do Buriti.

    A primeira usina de energia limpa entregue está localizada no Parque Ecológico de Águas Claras. A estimativa é de economia de R$ 1 milhão aos cofres públicos ao ano. “Desde o início do governo trazemos para o Distrito Federal todas as condições de sustentabilidade. Hoje nós temos uma cidade, graças a Deus, que tem essa pegada ambiental muito forte”, afirmou o governador do DF.

    Governador Ibaneis Rocha anunciou, em solenidade no Palácio do Buriti, a conclusão da primeira etapa do Projeto CITinova, que instala sistemas geradores de energia fotovoltaica públicos em unidades de conservação da capital federal – Foto: Renato Alves/Agência Brasília

    “O apoio do governador está sendo fundamental para inovarmos e executarmos políticas de forma responsável e sustentável”, destacou o secretário de Meio Ambiente e Proteção Ambiental, Gutemberg Gomes. “Não existe no Brasil uma usina pública geradora de energia fotovoltaica. Aqui estamos trabalhando para que tenhamos esse instrumento que atenderá os prédios públicos, escolas, unidades de conversação e sedes de órgãos do governo”, acrescentou.

    Foram investidos R$ 4,1 milhões na construção da usina solar, que conta com 1.310 placas fotovoltaicas. O recurso é proveniente de uma parceria entre GDF, governo federal e a Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

    Serão beneficiados com o abastecimento as secretarias de Meio Ambiente e Proteção Ambiental (Sema) e de Educação (SEE), a Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB), o Jardim Botânico de Brasília (JBB) e o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do DF (Brasília Ambiental). Assim, serão atendidos 80 prédios públicos, incluindo 10 escolas e 24 unidades de conservação.

    “É o governo dando exemplo, porque a própria energia gerada na usina será em tecnologia reversa para que a administração pública não pague o uso da energia. Estamos dando exemplo de como fazer, preservando o meio ambiente”, disse a vice-governadora Celina Leão.

    Com o fim das obras, a usina entra na fase de elaboração do convênio e da conclusão dos pareceres jurídicos para que no segundo semestre esteja em funcionamento.

    Replicação do projeto

    Ao todo, serão quatro sistemas geradores a serem instalados também nos parques ecológicos do Cortado (Taguatinga), Ezechias Heringer (Guará) e Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul). A execução do projeto é da Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema).

    Os sistemas têm potência total instalada de 812,6 kWp, com pico de geração mensal de 109,77 MWh. O modelo a ser adotado, chamado geração distribuída, possibilita que o excedente de energia gerado seja absorvido pela rede da Neoenergia, criando créditos que são distribuídos aos signatários do convênio.

  • Esse barco elétrico cabe em uma mochila e tem preço acessível; conheça!

    Esse barco elétrico cabe em uma mochila e tem preço acessível; conheça!

    Dá para esvaziar o barco elétrico para colocá-lo numa bolsa grande ou porta-mala de um sedã, por exemplo; saiba mais

    O GoBoat combina conceitos de caiaque, prancha de remo e barco elétrico e leva o apelido de “o barco mais portátil do mundo”. Alimentado por um motor totalmente elétrico, o barco esvazia, o que permite carregá-lo numa mochila grande ou mala.

    Para quem tem pressa:

    • O GoBoat é um barco elétrico com apelido de “o barco mais portátil do mundo”;
    • Além de funcionar com um motor totalmente elétrico, dá para esvaziar o barco para colocá-lo numa bolsa grande, porta-malas de um sedã ou até mochila;
    • A empresa oferece três modelos, pensados para crianças, adultos e pescaria;
    • Os preços vão de US$ 683 (R$ 3,4 mil) a US$ 1 mil (R$ 5 mil).

    A empresa revelou sua nova linha GoBoat 2.0 recentemente. Ela oferece mais desempenho, estabilidade e tamanho compacto do que a primeira geração. E sai por um preço acessível.

    Barco elétrico portátil

    Feito com o material da AirCore, dona da GoBoat, o barco pode esvaziar para caber numa bolsa grande, porta-malas de um sedã ou até mochila (que aguente armazenar meio quilo de peso), de acordo com a empresa.

    Quando inflado (ele tem três câmaras de inflação), o barco elétrico apresenta um design redondo, que aprimora a navegação, segundo a GoBoat.

    O motor de pesca de 12 V incluído, projetado pela GoBoat, tem aproximadamente 16 quilos de empuxo com um eixo de 60 centímetros numa configuração de montagem de proa. É o “motor de empuxo de 16 quilos mais leve e compacto do mercado”, segundo a empresa. E ele conta com cinco velocidades de avanço e duas de ré.

    Dá para levar o GoBoat em água doce ou salgada, porque o barco elétrico vem com um sistema anticorrosivo que o protege no mar. Além disso, o formato “hélice de facão” nas duas pás do barco elétrico impede que ervas daninhas diminuam a velocidade do barco, de acordo com a fabricante.

    Disponibilidade

    Foto: Divulgação/GoBoat

    A GoBoat oferece atualmente três versões do barco elétrico. O mini, pensado para crianças e “pequenos adultos”, tem um diâmetro de 1,4 metro, enquanto o modelo adulto se estende até um diâmetro de 1,8 metro. Um terceiro modelo é projetado para pesca, com armazenamento extra e acessórios.

    A versão mini começa em torno de US$ 683 (aproximadamente R$ 3,4 mil em conversão direta, na cotação atual). Já o modelo adulto começa em aproximadamente US$ 1 mil (R$ 5 mil) no site da empresa.

    Os compradores podem optar por comprar sua própria bateria ou comprar da GoBoat. A empresa sugere o uso de uma bateria de lítio devido ao seu peso, capacidade de carregamento e vida útil. A GoBoat oferece sua bateria de lítio RoyPow 12V 30AH por US$ 170 (R$ 850).

    Fonte: olhardigital.com

  • Brasil confirma favoritismo contra República Dominicana e vence mais uma na Liga

    Brasil confirma favoritismo contra República Dominicana e vence mais uma na Liga

    Com emoção até o fim, seleção faz bom jogo e consegue o resultado ; equipe volta à quadra na madrugada de domingo, contra Croácia

    O Brasil entrou em quadra na madrugada de sexta para sábado, em Nagoia, no Japão, e fez a felicidade dos torcedores que ficaram acordados para ver o jogo. Favorito contra a República Dominicana de Brayelin Martinez, a seleção de Zé Roberto fez um jogo com emoções até o fim, e fechou a partida em 3 sets a 1, parciais de 27/25, 20/25, 25/21 e 27/25 . Foi a segunda vitória seguida da equipe na Liga das Nações.

    O Brasil volta à quadra na madrugada de sábado para domingo. A seleção encara a Croácia à 0h40, com transmissão do sportv2.

    1º set – Brasil é pressionado no fim, mas fecha o set

    A seleção brasileira teve um bom começo de jogo, mas logo viu as adversárias se aproximarem. Diana pontuou na saída de rede e fez 7/5. Brayelin Martinez explorou a defesa brasileira e virou o placar para 10/9. Kisy mandou uma bola indefensável e colocou o Brasil na liderança. Ana Cristina conseguiu dois pontos seguidos e abriu 14/11. A equipe dominicana não se abalou e emplacou dois pontos seguidos (16/13). Carol arrumou um ponto de bloqueio e fez 18/15. Peña foi a referência no ataque rival e não facilitou a vida da defesa.

    No fim do set, Ana Cristina atacou no corredor e abriu 20/17. A seleção da América Central apostou na virada de bola para atrapalhar a festa brasileira. O ataque certeiro do Brasil e os erros adversários foram essenciais na reta final. Peña pontuou e deixou tudo igual (23/23), mas Ana Cristina marcou o set point do Brasil. O ataque dominicano cresceu nos últimos momentos e igualou tudo. O ataque de Gonzalez foi para fora e deixou a seleção de José Roberto com o set point. Ana Cristina explorou o bloqueio e fechou o set.

    2º set – Jineiry Martinez brilha e comanda o empate dominicano

    O segundo set começou a todo vapor. As duas equipes pontuaram seguidamente, e Penã deixou o placar em 3/3. Jineiry Martinez conseguiu um ponto de ataque e abriu 7/6 para as dominicanas. Macris atacou e deixou o jogo em 7/7. A defesa brasileira errou na passada da bola e deu um ponto para as rivais (9/7). Júlia Bergmann marcou e colou nas rivais (9/8). Peña atacou na diagonal e abriu três de vantagem (13/10). Jineiry abriu 15/11, e Zé Roberto parou o jogo.

    Lorrayna atacou e diminui a desvantagem do Brasil. Júlia apostou na largadinha e deixou o Brasil com dois de diferença 16/18. A República Dominicana pecou nos erros de saque e deixou as rivais na cola. Carol bloqueou o ataque de Penã, e o Brasil ficou a um ponto de diferença (19/20). A seleção dominicana abriu 22/19, mas cometeu mais um erro na defesa e viu o Brasil pontuar. Brayelin Martinez colocou a bola no chão, e as dominicanas ficaram com o set point. O ponto do set veio no bloqueio.

    3º set – Brasil pressiona no fim e vence

    O terceiro set começou eletrizante, Carol marcou um ace e abriu 3/2. Diana acertou uma bola de xeque e abriu dois de vantagem. Gonzalez apareceu bem e deixou tudo igual 5/5. Júlia explorou o bloqueio e abriu 8/6. Diana sacou bem e abriu 11/7 para o Brasil. Jineiry marcou um ace e deixou as dominicanas com dois de diferença (9/11). O ataque da República Dominicana apareceu mais uma vez e fez 10/11. As dominicanas conseguiram dois pontos seguidos e ficaram na cola das rivais, Kisy explorou a defesa rival e deixou o Brasil com 15/12. Carol apareceu bem no bloqueio e deixou a seleção em 17/15.

    O ataque dominicano se reforçou e deixou tudo igual (17/17). Diana conseguiu um ponto de bloqueio e virou o jogo, mas Brayelin logo empatou. O Bloqueio brasileiro apareceu novamente e parou o ataque rival. A seleção de Zé Roberto conseguiu uma boa sequência e abriu 22/19. Júlia atacou na diagonal curta e conseguiu o set point. Natinha mergulhou para defender, a defesa dominicana se enrolou na recepção, e o Brasil fechou o set.

    4º set – Com emoção até o fim, Brasil garante o resultado

    Macris abriu o set com um ace, e carol marcou o segundo no bloqueio. A seleção conseguiu três pontos de bloquieio e abriu 4/1. Ana Cristina apareceu bem e marcou no contra-ataque (9/6). Carol arrumou mais um ponto de bloqueio e abriu uma boa vantagem para a seleção (12/7). Gonzalez atacou forte e diminui a diferença das dominicanas (14/10). O Brasil fez um jogo mais seguro no quarto set e conseguiu abrir uma boa vantagem. Penã atacou para fora e deu mais um ponto para as rivais (16/10). As dominicanas emplacram três pontos seguidos, e obrigaram Zé Roberto a pedir tempo.

    Ana Cristina atacou na diagonal e abriu 19/14. A República Dominicana não se deixou abater e diminuiu a diferença em dois pontos. Penã parou o ataque do Brasil no bloqueio e deixou tudo igual (21/21). Gonzalez mandou uma bola fora e deu um ponto para as adversárias, mas Júlia errou o saque e igualou o placar. Lorrayna conseguiu um pontaço de contra-ataque e abriu 23/22. Penã atacou na diagonal e empatou o jogo 23/23. O Brasil não conseguiu devolver a bola, e as dominicanas ficaram com o set point. Diana atacou e deixou tudo igual. Do outro lado, Jineiry acertou uma largadinha para deixar as dominicanas na frente. Mas Ana Cristina respondeu e empatou o jogo. Lorrayna atacou o bloqueio rival e garantiu a vitória brasileira.

    Fonte: GE

  • Brasil se impõe pelas mãos de Ana Cristina e vence Holanda na Liga

    Brasil se impõe pelas mãos de Ana Cristina e vence Holanda na Liga

    Com grande atuação de ponteira, seleção volta a errar muito, sofre em alguns momentos, mas bate holandesas. Equipe volta à quadra na madrugada de sábado, contra República Dominicana

    Os erros ainda foram muitos, é verdade. Mas, no fim, o Brasil soube ter paciência. Na manhã desta quinta-feira, a seleção de José Roberto Guimarães teve problemas diante de uma Holanda em reformulação. Ao contrário da estreia contra a China, porém, dominou os momentos decisivos para chegar à primeira vitória na Liga das Nações em Nagoia, no Japão. Em 3 sets a 0, parciais 25/23, 25/23 e 25/21, se impôs em meio às dificuldades com uma grande atuação de Ana Cristina, dona de 23 pontos.

    O Brasil volta à quadra na madrugada de sexta para sábado. A seleção encara a República Dominicana à 0h40, com transmissão do sportv2.

    Como foi o jogo?

    O placar de 3 a 0 pode até sugerir um jogo fácil. Não foi. A seleção brasileira voltou a errar muito em vários momentos, assim como na estreia, contra a China. No total, cedeu 21 pontos para as rivais em falhas não-forçadas. Mas, diante de um adversário bem mais frágil, soube se impor nos momentos decisivos. E com uma grande atuação de Ana Cristina. A ponteira, melhor em quadra, foi o principal nome da seleção, com 23 pontos na partida.

    Brasil festeja ponto contra a Holanda — Foto: Reprodução

    Números do jogo

    Maiores pontuadoras:
    Ana Cristina (BRA) – 23 pontos
    Julia Bergmann (BRA) – 13 pontos
    Elles Dambirk (HOL) – 12 pontos

    Ataques:
    Brasil – 43 pontos
    Holanda – 35 pontos

    Bloqueios:
    Brasil – 8 pontos
    Holanda – 8 pontos

    Aces:
    Brasil – 7 pontos
    Holanda – 3 pontos

    Erros de adversários:
    Brasil – 17 pontos
    Holanda – 21 pontos

    1° set – Brasil erra muito, mas vira no fim

    O primeiro momento não foi lá muito bonito. Na armação da jogada, ninguém se entendeu, e a bola sequer passou para o outro lado. Julia Bergmann, com um ace, até colocou o Brasil à frente pouco depois. Mas as dificuldades ainda estavam ali. Apesar de tantos duelos recentes, era uma Holanda desconhecida. Reformulada, a equipe europeia causou problemas logo de cara. Contou com outros erros do Brasil, é verdade, mas abriu 8/5 de forma inesperada.

    A seleção de Zé Roberto não demorou a reagir. Depois de dois ataques holandeses para fora, o Brasil passou à frente em 9/8. O placar pulou para 15/12 momentos depois, com um ace de Kisy. Mas o time brasileiro abria espaço para sustos com erros não-forçados em sequência. Baijens voltou a deixar tudo igual na conta em 15/15. Mais à frente, a Holanda abriu dois pontos ao marcar 19/17.

    Quando, em mais um erro, as rivais abriram 21/18, Zé Roberto parou o jogo. Era mais uma tentativa de arrumar a casa na primeira parcial. Mas a mudança de postura veio mesmo com a entrada de Maiara Basso para sacar. Com direito a um ace, a ponteira fez o Brasil deixar tudo igual em 22/22. A virada veio pouco depois, com Ana Cristina em contra-ataque, dando o set point à seleção. O ponto final também foi da ponteira, com um ataque cruzado: 25/23.

    Carol festeja em vitória do Brasil — Foto: Divulgação

    2° set – Brasil leva sustos, mas amplia vantagem

    Na volta à quadra, a Holanda não diminuiu o ritmo. Logo de cara, abriu 3/0 e voltou a deixar o Brasil em um momento difícil no jogo. A reação veio na sequência. Carol, com um ace, colocou o placar em 4/4. A virada veio com uma pancada de Ana Cristina, marcando 6/5. Aos poucos, o Brasil se soltou. Em um erro de ataque das holandesas, a seleção abriu quatro pontos: 11/7.

    Àquela altura, as três principais atacantes do Brasil mandavam no jogo. Ana Cristina, perfeita no contra-ataque, liderava as ações. Julia Bergmann, que cresceu no segundo set, e Kisy também davam à seleção uma maior tranquilidade diante de um rival motivado, mas frágil. Mas, quando tudo parecia dominado, o Brasil relaxou e abriu espaço para a reação. A diferença, que fora de seis pontos, caiu para apenas um: 15/14.

    Foi só um lapso. O Brasil voltou a acelerar e abriu 17/14 com um ace de Carol, um tanto sumida no jogo. Mas, mesmo em um dia abaixo do esperado, a central brasileira tinha seus diferenciais. Em mais um ace, marcou 19/14 pouco depois. O saque brasileiro, aliás, causava estragos à recepção holandesa Ao soltar o braço no serviço, Ana Cristina abriu 22/18 e pareceu encaminhar a vitória no set. Não foi bem assim. A vantagem voltou a sumir em instantes, e Zé Roberto parou o jogo em 22/21. O empate veio em um erro de Julia Bergmann. Mas o Brasil soube sofrer antes de fechar. No último ataque, Julia Bergmann usou o bloqueio rival para dar fim à parcial em 25/23.

    3° set – Brasil acelera e fecha o jogo

    Julia Bergmann abriu a conta no terceiro set. A seleção tentou acelerar logo no início para não sofrer como nas parciais anteriores. A Holanda, porém, quis reagir e buscou dificultar a vida da equipe brasileira. Mas, em dois bloqueios seguidos, com Diana e Ana Cristina, o Brasil abriu quatro pontos, com 14/10.

    O Brasil chegou a marcar 16/10, mas viu a Holanda voltar a cortar a diferença. O perigo foi passageiro. Ainda que não fosse brilhante, a seleção sabia sofrer. Lorena, que acabara de entrar, fechou a porta para Knollema e marcou 21/16. Julia Bergmann, também de bloqueio, ampliou na sequência e encaminhou a vitória. A Holanda até ameaçou uma nova reação, mas Zé Roberto acalmou os ânimos com um pedido de tempo. O ponto final tinha dona. Melhor em quadra, Ana Cristina soltou o braço para marcar 25/21 e garantir a vitória.

    Fonte: GE

  • Brasil sofre com falta de ritmo e cai para China na Liga das Nações

    Brasil sofre com falta de ritmo e cai para China na Liga das Nações

    Seleção briga muito, fica perto da vitória, mas perde para as rivais no tie-break

    Logo de início, um clássico. Ainda sem ritmo e desfalcado, o Brasil viveu uma estreia difícil na Liga das Nações. Diante da China, a seleção de José Roberto Guimarães teve problemas naturais de quem ainda tenta se encontrar. Chegou a flertar com a vitória em Nagóia, no Japão, mas ficou no quase. No tie-break, viu as rivais virarem e fecharem o jogo em 3 sets a 2, parciais 25/23, 22/25, 25/20, 20/25 e 15/12.

    O Brasil volta à quadra nesta quinta-feira. A seleção encara a Holanda, às 6h, em Nagóia, com transmissão do sportv2.

    O Brasil busca seu primeiro título da Liga das Nações depois de ficar com o vice nas últimas três edições. A competição serve de preparação para a disputa do Pré-Olímpico, no Japão, em setembro. Nesta primeira etapa, além de China e Holanda, próxima rival, a equipe ainda encara República Dominicana e Croácia.

    1° set – Sem ritmo, Brasil erra, e China abre vantagem

    Um ataque de Julia Bergmann pela ponta abriu a conta. Não demorou, porém, para que a China tomasse à frente. Em dois bloqueios seguidos, sobre Julia e Ana Cristina, fez com que a seleção asiática virasse o placar. A seleção de Zé Roberto ainda parecia sem ritmo. Com dificuldades na recepção, viu as rivais abrir 5/2.

    Ao pressionar o saque, o Brasil cresceu. Com uma sequência de pontos e pelas mãos de Kisy, a melhor do time, diminuiu a diferença: 13/12. O empate veio pouco depois. Ana Cristina soltou o braço no saque, e a recepção chinesa não funcionou. A bola veio limpa para que Diana virasse e deixasse tudo igual em 15/15.

    A China voltou a abrir e marcou 20/16 depois de bloqueio sobre Julia Bergmann. A seleção brasileira até tentou reagir. Conseguiu salvar dois set points, mas caiu em um novo erro. No fim, vitória chinesa na parcial em 25/23.

    2° set – Brasil se acerta e empata o jogo

    O Brasil tentou se acertar na volta à quadra. Ao variar mais no ataque, a seleção abriu 7/5 com Ana Cristina. A China encostou. Gong viu um buraco no meio da quadra brasileira e achou um espaço no bloqueio para diminuir para 9/8. A seleção, ao contrário do primeiro set, conseguia virar a bola com mais tranquilidade. No erro de saque chinês, ampliou a vantagem para 12/9.

    Era o melhor momento do Brasil. Kisy soltou o braço no saque e marcou o ace para a seleção. Na sequência, Diana marcou mais um e levou a vantagem a 15/10. Ainda assim, a China encostou e diminuiu a diferença para apenas um ponto. Mas, no maior rali do jogo, com 39 segundos, um erro de toque chinês deu mais folga ao time brasileiro.

    A China chegou ao empate um pouco depois, em ace de Li: 18/18. Mas, pelas mãos de Ana Cristina, o Brasil voltou a ficar à frente. E não saiu mais. Zé Roberto rodou o time e mandou Naiane e Lorrayna à quadra. No fim, um desencontro entre Diao e Li, vitória do Brasil em 25/22.

    Ana Cristina foi um dos destaques contra a China — Foto: Divulgação

    3° set – China se impõe e volta à frente

    Um bloqueio de Julia Bergmann abriu a conta no terceiro set. Mas a China, firme no saque, marcaram 3/1 no placar logo na sequência. Quando as rivais abriram 7/4, Zé Roberto parou o jogo. Não adiantou muito. As chinesas seguiram na pressão e abriram 14/9. Mas o Brasil encostou. Ao acertar o passe e a virada de bola, a seleção fez a diferença cair para um ponto: 15/14.

    O Brasil tentou se manter firme. Diana, muito bem no jogo, era um dos destaques do time. Aos poucos, porém, a China retomou o controle e caminhou para a vitória. Com Wang, a seleção asiática marcou 25/20 e fechou o terceiro set.

    4° set – Brasil reage e força o tie-break

    Mesmo fora de ritmo, o Brasil queria lutar. Diante de um rival difícil e mais entrosado, a seleção encontrou forças para fazer forças. A seleção saiu na frente no quarto set pelas mãos de Ana Cristina, Kisy e Diana. A China fazia jogo duro, mas o time de Zé Roberto conseguiu chegar a 16/14 no placar.

    Pela primeira vez, o Brasil conseguiu se manter firme na dianteira do placar. Um bloqueio de Diana fez com que a seleção se aproximasse da vitória em 23/19. Ana Cristina, com uma bela paralela, deu o set point para a seleção. Logo depois, foi Diana quem fechou a conta: 25/20.

    5° set – Brasil leva a virada na parcial e perde jogo

    O Brasil abriu o tie-break na dianteira. Mas a China se manteve firme. As duas seleções começaram a trocar pontos, sem que uma conseguisse desgrudar. Julia Bergmann fez o time brasileiro marcar 8/7. A seleção chegou a marcar dois pontos de vantagem, mas viu a China empatar novamente após bloqueio de Wang sobre Julia Bergmann. A virada veio em um ace de Wang, forçando o pedido de tempo de Zé Roberto. Não funcionou. No fim, 15/12 para as rivais e derrota na estreia.

    Natinha se estica para defender contra a China — Foto: Divulgação

    Confira os jogos da seleção na primeira semana da Liga das Nações:

    Quarta-feira (31/05)
    06h – Brasil 2 x 3 China – 25/23, 22/25, 25/20, 20/25 e 15/12

    Quinta-feira (01/06)
    06h – Brasil x Holanda

    Sábado (03/06)
    00h40 – Brasil x República Dominicana

    Domingo (04/03)
    00h40 – Brasil x Croácia

    Fonte: GE

  • A Importância da Segurança Cibernética na Era da Computação em Nuvem

    A Importância da Segurança Cibernética na Era da Computação em Nuvem

    *Joel Correia

    A computação em nuvem revolucionou a maneira como empresas e indivíduos armazenam, acessam e compartilham dados. Com benefícios como escalabilidade, flexibilidade e custos reduzidos, a nuvem se tornou uma solução popular para muitas necessidades tecnológicas. No entanto, à medida que mais informações são transferidas para o ambiente digital, a segurança cibernética se torna uma preocupação crucial. Neste artigo, discutiremos a importância da segurança cibernética na era da computação em nuvem.

    Proteção de Dados

    Ao migrar para a nuvem, as empresas precisam garantir a segurança de seus dados confidenciais. Isso envolve a implementação de medidas de proteção, como criptografia de dados e controle de acesso rigoroso. A criptografia protege os dados durante o armazenamento e a transmissão, garantindo que apenas as partes autorizadas possam acessá-los. Além disso, o controle de acesso garante que apenas usuários autenticados tenham permissão para visualizar ou modificar os dados.

    Responsabilidade Compartilhada

    Embora os provedores de serviços em nuvem tenham a responsabilidade de garantir a segurança de seus sistemas e infraestrutura, a segurança cibernética é uma responsabilidade compartilhada entre o provedor e o cliente. Os clientes devem implementar boas práticas de segurança, como o uso de senhas fortes, atualizações regulares de software e treinamento de conscientização de segurança para os funcionários. Ao trabalhar em conjunto com os provedores de nuvem, é possível mitigar efetivamente os riscos de segurança.

    Monitoramento e Detecção

    A segurança cibernética não se limita apenas à prevenção, mas também inclui monitoramento e detecção de ameaças em tempo real. Os provedores de serviços em nuvem geralmente têm sistemas avançados de monitoramento, que ajudam a identificar atividades suspeitas e possíveis violações de segurança. Além disso, a implementação de soluções de detecção de intrusões e análise de segurança ajuda a identificar padrões de comportamento malicioso e agir rapidamente para mitigar quaisquer ameaças.

    Foto: Divulgação

    Atualizações e Testes

    A segurança cibernética na nuvem requer uma abordagem contínua e proativa. Isso inclui manter sistemas e aplicativos atualizados com as últimas correções de segurança. Os provedores de nuvem geralmente lidam com essas atualizações, mas os clientes devem garantir que estejam utilizando as versões mais recentes dos serviços contratados. Além disso, realizar testes de segurança regulares, como varreduras de vulnerabilidade e testes de penetração, é fundamental para identificar possíveis brechas e corrigi-las antes que sejam exploradas por hackers.

    Em um mundo cada vez mais conectado e dependente da tecnologia, a segurança cibernética na computação em nuvem se tornou uma preocupação indispensável. A proteção de dados, a responsabilidade compartilhada, o monitoramento constante, as atualizações e os testes de segurança são elementos-chave para garantir a segurança na nuvem. A colaboração entre os provedores de serviços em nuvem e os clientes é essencial para mitigar os riscos e proteger as informações confidenciais. Ao adotar medidas de segurança adequadas, podemos desfrutar dos benefícios da nuvem sem comprometer a privacidade e a integridade dos dados. A segurança cibernética é uma jornada contínua, e devemos estar constantemente atualizados e atentos às novas ameaças e soluções de proteção. Juntos, podemos enfrentar os desafios da segurança cibernética na era da computação em nuvem e aproveitar as oportunidades oferecidas por essa tecnologia inovadora.