Autor: Repórter Independente

  • Brasília: celeiro de artistas

    Brasília: celeiro de artistas

    O penúltimo episódio do podcast Brasília para Brasília contará a história dos artistas da capital. Sábado, dia 8 de junho

    Brasília é um celeiro repleto de talentos. Capital do rock, do choro e lar acolhedor de todos os gêneros, a cidade exala cultura. Dos grandes nomes, como Renato Russo, Cássia Eller, Hamilton de Holanda e Di Ribeiro, aos novos talentos, como Lia Almeida, Rick e Rangel, o quadradinho exporta gente boa para o Brasil e para o mundo.

    No episódio do próximo sábado (08/06), o Brasília para Brasília vai falar sobre os artistas de Brasília. Recepcionados pelo jornalista Marcelo Moura, convidados muito especiais vão falar como é a vida dos artistas na cidade. O programa vai ao ar a partir das 12 horas, pelo canal @brasiliaparabrasilia, no youtube.

    Brasília para Brasília

    Uma realização do Instituto Cultural Estrela Ela (ICEE), em parceria com a Secretaria de Turismo, o projeto tem como objetivo divulgar e incentivar o turismo no Distrito Federal, por meio de conversas com personalidades da cidade que ajudaram ou ajudam a construir a história da capital do país.

    Tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade, em 1987, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a capital brasileira tornou-se mundialmente famosa por seu projeto urbanístico singular, assinado por Lúcio Costa, que prioriza grandes áreas verdes, avenidas de fácil acesso e o convívio dos moradores nas unidades conhecidas como superquadras. Brasília também é referência em arquitetura, com traços de Oscar Niemeyer, considerado um dos maiores gênios da arquitetura mundial do século XX.

  • Mudanças no ambiente educacional

    Mudanças no ambiente educacional

    A palestra sobre Educomunicação apresentada no RIO2C sobre Educomunicação contou com a participação de Maria Rehder, oficial de projeto da UNESCO e dos professores Rafaela Lima, Noslem Borges e PoxaLulu, nome artístico da professora de redação Ana Luíza             Ramos.  A mesa redonda transcorreu sobre a forma em que se consome conhecimento e aprendizado atualmente. Todos querem conquistar um lugar diferenciado nessa movimentação. Começando a partir de experiências com propósitos semelhantes, cada um dos educomunicadores construiu uma base sólida de seguidores com participação sólida no grupo de alunos com resultados positivos em suas jornadas pela aquisição de conhecimento.

    Foto: Divulgação

    Essa nova forma de ensinar se apropria de uma busca por entretenimento que é subjacente à navegação pela internet. Busca-se não só aprendizado, mas uma forma amena de adquirir o conhecimento. Assim é que as plataformas de cada educador se transformaram em recursos paradidáticos para complementar a instrução recebida em programas disciplinares padrão adotados em escolas. Já há experiências bem-sucedidas em casos de educação empresarial ou corporativa utilizando a plataforma YouTube como suporte para suas explicações.

    Transformando-se em uma forma nova de auferir receita por parte de educadores, não foi apresentada uma alternativa para um sistema de avaliação, questão pedagógica que costuma assombrar iniciativas de ensino a distância. Claro resta que uma avaliação somativa não parece ser a mais indicada para o processo de EaD. Como os palestrantes se ocupam de uma atividade de ensino quase paradidática, não foi tratado de que forma uma avaliação formativa poderia ser incorporada aos métodos empregados. Restam como atestados de eficiência a contagem de cases de sucesso de pessoas que adotaram ou seguiram o método de cada educador. Esses métodos vêm se espalhando pela internet nos últimos dez anos, e vem se transformando, inclusive em receita para seus criadores, com a monetização de seus conteúdos.5

  • RIO2C 2024 – Questões atuais e futuras abrem evento

    RIO2C 2024 – Questões atuais e futuras abrem evento

    O RIO2C começou na terça feira 04 de junho com uma abordagem voltada para o lado negocial do audiovisual e dos games

    Com palestras sobre modelos de gestão, sobre conquista de liderança em nível empresarial e também individual (caso de gestores e de creators – influenciadores e  toda a galera que domina comunidades no oceano das redes sociais). Nesse campo especificamente, há mais dúvidas do que certezas. Em um momento em que ainda não se sabe de forma assertiva como a propaganda e o marketing vai lidar com essa nova forma de comunicação, questões éticas sobre o que e como oferecer produtos e serviços nas redes sociais ainda vão suscitar debates mais aprofundados.

    Anunciar rifas e casas de apostas, por exemplo, parece dividir os influenciadores. O mesmo se dá com produtos como bebidas alcoólicas (que trazem seu próprio código de ética da propaganda tradicional) e produtos cosméticos que podem cativar e ser utilizados sem supervisão por crianças e adolescentes. Por outro lado, nota-se  a preocupação de administradores de marcas quanto a quais creators utilizar em suas ações de marketing.

    Em um tempo em que há influenciadores que são investigados, denunciados, presos e mesmo condenados por contravenções e crimes que depõem contra sua idoneidade, apostar as fichas em algum comunicador apenas pelo núemro de seguidores que ele ostenta em suas métricas pode trazer prejuízos de difícil superação à imagem da marca.

  • O incentivo ao turismo é tema do próximo Brasília para Brasília

    O incentivo ao turismo é tema do próximo Brasília para Brasília

    Projeto é uma parceria da Setur com o Instituto Cultural Estrela Ela, apresentado pelo jornalista Marcelo Moura

    Apontado como a indústria sem chaminé, o turismo é um dos setores mais importantes da economia mundial. Brasília, cidade sinônimo de arquitetura e arte e sede dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário está diretamente ligada a esse segmento.

    As formas de promoção turística serão discutidas no próximo episódio do podcast Brasília para Brasília, que vai ao ar no sábado (18/05), às 12 horas, no canal @brasiliaparabrasilia, no youtube.

    Desde o fim dos anos 2000, a economia do turismo tem se impulsionado na capital do país. A Secretaria de Turismo tem atuado diretamente para aprimorar o setor, trazer benefícios para os empreendedores e para melhorar a estrutura voltada ao turista.

    O jornalista Marcelo Moura receberá convidados mais que especiais para discutir o tema e falar sobre o desenvolvimento do setor na capital.

    O Brasília para Brasília é uma parceria do Instituto Cultural Estrela Ela (ICEE), em parceria com a Secretaria de Turismo. O projeto tem como objetivo divulgar e incentivar o turismo no Distrito Federal, por meio de conversas com personalidades da cidade que ajudaram ou ajudam a construir a história da capital do país.

  • Hotelaria e bares da capital serão tema do Brasília para Brasília

    Hotelaria e bares da capital serão tema do Brasília para Brasília

    Responsável pela geração de milhares de empregos e por movimentar a economia, programa sobre hotelaria e gastronomia vai ao ar sábado (11)

    Patrimônio Cultural da Humanidade, Brasília recebe milhões de visitantes por ano. Para isso, conta com um bom polo hoteleiro, no Centro da cidade. A capital do país também dispõe uma das melhores gastronomias do Brasil, com uma vasta oferta de bares e restaurantes, agradando todos os públicos.

    Esse importante setor da economia para a cidade, que movimenta milhões de reais e gera milhares de empregos, será tema do projeto Brasília para Brasília deste sábado (11/05).

    O programa sobre hotelaria, bares e restaurantes de Brasília vai ao ar a partir das 12 noras, no canal @brasiliaparabrasilia no youtube. O episódio é apresentado pelo jornalista Marcelo Moura.

    Brasília para Brasília

    Uma realização do Instituto Cultural Estrela Ela (ICEE), em parceria com a Secretaria de Turismo, o projeto tem como objetivo divulgar e incentivar o turismo no Distrito Federal, por meio de conversas com personalidades da cidade que ajudaram ou ajudam a construir a história da capital do país.

    Tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade, em 1987, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a capital brasileira tornou-se mundialmente famosa por seu projeto urbanístico singular, assinado por Lúcio Costa, que prioriza grandes áreas verdes, avenidas de fácil acesso e o convívio dos moradores nas unidades conhecidas como superquadras. Brasília também é referência em arquitetura, com traços de Oscar Niemeyer, considerado um dos maiores gênios da arquitetura mundial do século XX.

    Terceira maior cidade do país, Brasília encanta por suas particularidades. A origem de seu povo, vindo das cinco regiões do Brasil, transformou o Distrito Federal em um celeiro de arte, gastronomia e muitas riquezas.

  • Roriz Neto cobra melhorias para a saúde

    Roriz Neto cobra melhorias para a saúde

    Paramentar reconhece boa vontade do governo, mas destaca necessidade de trabalho conjunto entre os poderes para superar crises e melhorar o atendimento para a comunidade

    O deputado Joaquim Roriz Neto (PL) voltou a destacar a necessidade de melhorias na saúde do Distrito Federal. O parlamentar apontou a constante falta de leitos de UTI como um problema grave e que carece de uma ação conjunta entre Executivo e Legislativo para que possa ser solucionado.

    “No último fim de semana uma mãe buscou a Justiça para garantir uma vaga para o filho em tratamento contra uma pneumonia. Mas basta fazer uma busca rápida na internet para constatar que a deficiência se arrasta há anos. Se não fizermos algo, em 2025 teremos as mesmas notícias sendo publicadas”, apontou.

    “Eu sei do empenho do governador Ibaneis Rocha para ampliar os números de leitos e para contratar mais médicos e profissionais, mas o problema parece não ter fim”, completou Joaquim Roriz Neto.

    Recentemente, o distrital também apresentou um Projeto de Lei para criação de um protocolo de enfrentamento às crises sazonais na saúde. A proposta tem como objetivo estabelecer um plano de ações com base no calendário de doenças já esperadas anualmente, agindo de forma preventiva e, também, dotando a máquina pública dos mecanismos necessários para evitar filas e mortes.

    “Se no período da seca sabemos da maior incidência das doenças respiratórias e no período da chuva o aumento no número de casos da Dengue, temos o dever de nos prepararmos. Com isso, ganha a população e o Estado, que se livrará dos elevados custos com contratos emergenciais”, ponderou Roriz Neto.

    A proposta faz parte de uma série de ações do deputado voltadas a melhorias na saúde pública da capital do país.

  • Brasília para Brasília apresenta a Rota Cívica da capital

    Brasília para Brasília apresenta a Rota Cívica da capital

    Episódio vai ao ar no sábado (09/03), às 14 horas no canal @brasíliaparabrasília, no youtube

    Você conhece os monumentos públicos da capital do país? Na edição deste sábado (09/03), o podcast Brasília para Brasília te convida para uma visita aos principais roteiros cívicos da cidade. Além de sediar os Três Poderes da República (Executivo, Legislativo e Judiciário), os prédios são verdadeiras obras de arte e escondem histórias e curiosidades sobre Brasília e o Brasil. O programa vai ao ar às 14h, no canal @brasíliaparabrasília, no youtube.

    Uma realização do Instituto Cultural Estrela Ela (ICEE), em parceria com a Secretaria de Turismo, o projeto tem como objetivo divulgar e incentivar o turismo no Distrito Federal, por meio de conversas com personalidades da cidade, que ajudaram ou ajudam a construir a história da capital do país.

    “A Rota Cívica de Brasília é uma atração imperdível, não só para turistas, mas para os brasilienses. Na Esplanada dos Ministérios, é possível visitar o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. Os espaços oferecem visitas guiadas e gratuitas para a comunidade. Um passeio imperdível”, explica Mônica Lemets, diretora do projeto.

    A Rota Cívica também traz curiosidades sobre a cidade, os bastidores desses espaços e muita informação de qualidade. A visita a esses espaços está entre os principais atrativos e desejos de quem viaja para o Distrito Federal.

    O Brasília para Brasília é apresentado pelo jornalista Marcelo Moura, que traz todos os bastidores da capital. A cada sábado, é possível conferir um pouco mais da história da cidade, reconhecida mundialmente como um marco da arquitetura e das artes do século 20. Você não pode perder.

  • Acidente com lanchas na ilha de Boipeba, destino turístico na Bahia, deixa dois mortos

    Acidente com lanchas na ilha de Boipeba, destino turístico na Bahia, deixa dois mortos

    Colisão ocorreu em trecho conhecido como Rio do Inferno. Condutor de uma das lanchas apresentava sinais de embriaguez e foi preso em flagrante

    Uma colisão entre duas lanchas na ilha de Boipeba, destino turístico no baixo sul da Bahia, deixou duas pessoas mortas, na tarde desta sexta-feira (29). De acordo com o departamento de Polícia Técnica, os mortos são um homem e uma mulher. Anteriormente, a Polícia Civil disse que as vítimas seriam dois homens. O acidente foi registrado por volta de 15h30.

    Uma mulher chegou a ficar desaparecida, mas foi localizada após ser socorrida. Ela bateu a cabeça durante o acidente e não foi localizada na contagem inicial de passageiros. A mulher está hospitalizada na cidade de Santo Antônio de Jesus.

    O condutor de uma das lanchas apresentava sinais de embriaguez e foi preso em flagrante. Ele foi encaminhado à Delegacia Territorial de Cairu, onde está à disposição da Justiça.

    A colisão ocorreu no Rio do Inferno, nas imediações do Encantado, no local conhecido como Cruzinha, na Ilha de Boipeba. Ainda não há detalhes sobre o que provocou o acidente nem sobre o número total de feridos.

    Uma das embarcações, a DATTOLI XII, fazia a travessia de passageiros entre a cidade de Valença e Boipeba, que pertence ao munícipio de Cairu. Quinze passageiros estavam nesta embarcação. Já a outra lancha fazia um passeio pela região, o chamado “Volta à Ilha”. Essa segunda embarcação havia saído de Morro de São Paulo, praia paradisíaca que fica na mesma região.

    De acordo com a Transportes Datolli, empresa responsável pela travessia, o marinheiro da empresa que conduzia a lancha que saiu de Valença tem experiência de mais de vinte anos na condução de embarcações e foi gravemente atingido na colisão e está hospitalizado. A embarcação foi partida ao meio. Ainda segundo a empresa, outras pessoas sofreram escoriações. Não há detalhes sobre o número de feridos.

    Acidente aconteceu no trecho conhecido como Rio do Inferno — Foto: Redes sociais

    Ainda segundo a Datolli, o condutor da embarcação que causou o acidente fugiu do local sem prestar socorro às vítimas, mas foi preso pela Polícia e conduzido à Delegacia de Cairu.

    Procurado pela reportagem, o Corpo de Bombeiros disse que não foi acionado para atender a ocorrência. A reportagem também procurou a Prefeitura de Cairu, mas, até o momento, não houve retorno.

    Em nota, a Marinha afirma que ao saber do ocorrido, enviou militares ao local imediatamente. A força militar ainda se solidarizou com os familiares das vítimas e disse que vai instaurar um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente. Em seguida, o documento deve ser enviado ao Tribunal Marítimo.

    Fonte: G1

  • Festival O Maior São João do Cerrado reuniu mais de 150 mil pessoas

    Festival O Maior São João do Cerrado reuniu mais de 150 mil pessoas

    Nos três dias de evento, 18 atrações se revezaram no palco principal, em mais de 22 horas de música. Nas ilhas de forró, 51 trios garantiram o mais autêntico pé de serra

    Mais de 150 mil pessoas acompanharam a 15ª edição do festival O Maior São João do Cerrado, neste fim de semana. Foram mais de 22 horas de música, reunindo artistas locais e nacionais. O último dia foi marcado por uma homenagem aos 50 anos do Hip Hop e, pela primeira vez desde a estreia em 2007, o forró deu espaço ao melhor do rap nacional, em uma celebração da diversidade, da cultura e da paz.

    O grupo Pé de Cerrado abriu o festival. A noite foi embalada por muito forró e sertanejo. A ceilandense Ju Marques e a dupla Rick e Rangel fizeram o público dançar, ao som dos modões sertanejos. Diretamente do Nordeste, Fulô de Mandacaru relembrou grandes clássicos do forró e falou ao coração dos vaqueiros, ao entoar “Saga de um Vaqueiro”. A cantora Márcia Fellipe completou a programação e fez a poeira subir.

    Márcia Fellipe – Foto: Divulgação

    No sábado (19), Frank Aguiar comandou a line up. Pela sétima vez no evento, recordou antigos sucessos e presenciou um momento histórico, um pedido de casamento em pleno palco do São João. O público também conferiu os shows de Luka – o Poeta do Pizeiro, Os Gonzagas, Banda Casaca e Nego Rainner.

    Frank Aguiar – Foto: Divulgação

    A última noite do maior São João fora de época do país celebrou os 50 anos do Hip Hop. Atitude Feminina abriu o palco. Com muita música boa e representatividade, deram seu recado de luta contra a desigualdade e a violência de gênero. Na sequência, Rapadura uniu rap e forró, em uma mistura que tem a cara de Ceilândia.

    Maskavo – Foto: Divulgação

    Pela primeira vez no festival, a Banda Maskavo trouxe as boas vibrações do movimento reggae para O Maior São João do Cerrado. O grupo emocionou a plateia e garantiu uma pitada de romantismo à última noite do evento.

    Já passava de meia noite quando as duas atrações mais esperadas subiram ao palco. Responsável pela curadoria do dia dedicado ao Hip Hop, Japão e os demais integrantes do Viela 17 levaram o público ao delírio. A representatividade de Ceilândia como um dos berços do rap foi evidenciada, em um show que reuniu admiradores, amigos, vizinhos e familiares do grupo. A voz do gueto do DF para o Brasil e para o mundo.

    Viela – Foto: Divulgação

    Com chave de ouro, a 15ª edição foi encerrada por dois ícones do movimento Hip Hop no Brasil. Integrantes do Racionais MC’s, Edy Rock e KL Jay coroaram a celebração da diversidade e da união.

    Entre os artistas, um sentimento comum: a força das periferias. Tanto o Hip Hop quanto o forró e o reggae tem como origem os guetos. São música do povo e para o povo, representações genuínas da cultura popular e da voz da resistência.

    Balé

    Um espetáculo à parte, o Balé Flor do Cerrado e o Grupo Transições chamou atenção do público. No domingo, a coreografia do Balé somou-se à dança de rua do Hip Hop, em uma fusão de ritmos e sonoridade.

    O São João

    Nas ilhas de forró e no coreto, o público dançou sem parar ao som do autêntico pé de serra. Nesta edição, 51 forrozeiros se revezam entre os três espaços montados próximo à praça de alimentação. Uma festa para toda a família, O Maior São João do Cerrado também teve atrativos para as crianças, que se divertiram no circo e no parque de diversões.

    Logo na entrada da arena, a Vila Borborema atraiu os olhares de quem gosta de artesanato. No cenário inspirado na antiga Campina Grande, as casas coloridas, com jardins floridos e cortinas de chita, eram parada obrigatória para uma foto.

    Números

    Um evento gigante, O Maior São João do Cerrado reuniu 150 mil pessoas, em mais de 22 horas de shows. No palco principal, 18 atrações se revezaram garantindo um espetáculo de música e dança. Nas ilhas de forró e no coreto, 51 trios de forró se alternaram, garantindo o mais autêntico bate coxa.

    Além de fomentar a cultura, o festival estimula a economia. Só em 2023, foram gerados 1,5 mil empregos diretos e 5 mil indiretos.

    Em suas 15 edições, o evento contabiliza público superior a 4 milhões de pessoas, 1.640 horas de música e 26 mil artistas contratados. A cada edição são gerados 100 mil watts de som e 300 mil watts de luz são consumidos.

    Acessibilidade

    Mais que promover entretenimento, O Maior São João do Cerrado tem como premissa possibilitar inclusão para o público. Nesse ano, o evento contou com intérpretes em libras, audiodescrição, plataforma elevada para pessoas com mobilidade reduzida e estacionamento exclusivo para PCD.

    Outro marco do evento é o incentivo à solidariedade. Em sua 15ª edição, o festival estimulou a aquisição do ingresso solidário, ao custo de R$ 2. Todo o valor arrecadado será doado à creche Guerreiros da Alegria, na Estrutural.

  • Festival O Maior São João do Cerrado celebra os 50 anos do Hip Hop

    Festival O Maior São João do Cerrado celebra os 50 anos do Hip Hop

    Diversidade – no dia 20 de agosto, repentistas e cantadores, símbolos da cultura nordestina, darão espaço aos MCs, que também por suas rimas, contarão suas histórias

    Do repente ao Hip Hop, do forró ao break. Assim é Ceilândia, diversa e efervescente, celeiro de artistas e de gente criativa, que encontrou na cultura um escape para as dores e uma forma de protesto. Nesse contexto, em sua 15ª edição, o festival O Maior São João do Cerrado, que será realizado nos dias 18, 19 e 20 de agosto, abre suas portas para a diversidade e homenageia os 50 anos do Hip Hop, movimento que nasceu de uma festa despretensiosa no Bronx, Nova York, e ganhou os guetos do mundo.

    No domingo, dia 20, os repentistas e cantadores, símbolos da cultura nordestina e de Ceilândia, darão espaço aos MCs, que também por suas rimas, contarão suas histórias por meio da música, da dança e do grafite. No palco do O Maior São João do Cerrado, Atitude Feminina, RapaduraViela 17, Edi Rock e Kl Jay encerrarão a última noite do festival ao lado da banda Maskavo.

    Ceilândia e o Hip Hop estão ligados desde suas origens. A região administrativa, criada em 1971 como uma Campanha de Erradicação das Invasões (CEI), tinha como verdadeiro objetivo afastar dos holofotes da Brasília de Lúcio Costa e Oscar Niemayer os trabalhadores que vieram para a construção, a maioria do Nordeste, e ocupavam áreas irregulares, com pouca ou nenhuma infraestrutura, nos arredores da cidade planejada.

    Em Nova York, há poucos quilômetros do coração financeiro do mundo e dos letreiros da Times Square, está o bairro do Bronx, região que em 1973 vivia o abando, a ascensão da criminalidade e a falta de oportunidades. Em Ceilândia, as ruas de terra e sem saneamento, no Bronx, prédios incendiados e abandonados. Cenários distantes, mas como uma realidade comum, a força de seu povo, a força dos guetos.

    Afastada de tudo, a população de Ceilândia criou sua própria identidade. Dos milhares de nordestinos ali instalados, a música e a culinária eram pontos comuns e de união. Nos jovens, primeira geração de brasileinses/ceilandenses, a inquietação, as festas nas casas dos vizinhos, as rimas de protesto e, em pouco tempo, o local tornou-se celeiro vanguardista do rap no Brasil. O segundo do país, atrás apenas de São Paulo.

    Do chão batido de Ceilândia surgem Câmbio Negro, Viela 17, DJ Jamaika e Rapadura, nomes, que ao lado de GOG, inserem o DF no cenário do rap nacional.

    Hip Hop 50

    Para a idealizadora e diretora artística do festival O Maior São João do Cerrado, Edilane Oliveira, homenagear o movimento, por meio do Hip Hop 50, é contar a história de Ceilândia e do Distrito Federal. “Ceilândia é um caldeirão de riqueza cultural. Desde a primeira edição do São João, em 2007, acompanho a rotina da região, e o rap pulsa por aqui. E para quem pensa que não há ligação entre São João e Hip Hop, afirmo que são muitas as características comuns. Embora os ritmos distintos, a oralidade, a dança, o colorido das artes, tudo isso está presente, tanto nas manifestações do São João quanto no movimento Hip Hop”, explica.

    Ainda de acordo com a diretora, “O Maior São João do Cerrado celebra a diversidade. E, por isso, com todo o respeito que a cultura merece, abrimos nosso palco para o movimento Hip Hop. Essa expressão cultural, que assim como o forró, está presente no DNA de Ceilândia”, completa.

    Os ingressos para o Festival O Maior São João do Cerrado estão à venda pelo www.emersystem.com.br. Os preços variam de R$ 2,00 (solidário) a R$ 12,00 (passaporte para os três dias). Durante o evento, os bilhetes também poderão ser adquiridos diretamente no local.

    Ingresso solidário

    Como forma de democratizar o acesso à cultura, mas sem abrir mão de colaborar com o fortalecimento das ações de amparo aos mais necessitados, O Maior São João do Cerrado possui o Ingresso Solidário, com o valor simbólico de R$ 2,00 (dia) ou R$ 5,00 (passaporte solidário). Nesta edição, todo o valor arrecadado pela bilheteria solidária será doado para a Creche Guerreiros da Alegria, na Estrutural.

    Confirma a programação do Hip Hop 50
    DOMINGO (20/08)
    20:30 – Atitude Feminina
    21:30 – Rapadura
    22:45 – Banda Maskavo
    00:15 – Balé Flor do Cerrado
    00:30 – Viela 17
    02:00 – Edi Rock e Kl Jay

    Serviço | O Maior São João do Cerrado
    Data: 18, 19 e 20 de agosto
    Hora: 18h – abertura dos portões
    Ingressos: a partir de R$ 2 (solidário) www.emersystem.com.br