Autor: Repórter Independente

  • Dia Mundial sem Tabaco destaca vitórias de quem superou o vício

    Dia Mundial sem Tabaco destaca vitórias de quem superou o vício

    No DF, Secretaria de Saúde disponibiliza 84 locais de atendimento para quem quer parar de fumar

    “Nunca é tarde para deixar de fumar”. A dica é do aposentado Jalvo da Silva, 69 anos, que, em 2022, interrompeu o hábito que cultivou por 51 anos. Atualmente é frequentador do grupo de antitabagismo da Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 de Sobradinho, onde serve de inspiração para quem está no início do desafio. “Sempre que posso, participo das reuniões aqui, porque tenho uma ligação emocional”, conta. Seu sucesso é um exemplo a ser destacado neste dia 31 de maio, Dia Mundial sem Tabaco.

    Professor por anos, Jalvo fala como quem prepara alunos para uma grande prova. Felizmente, nesta turma, todos os colegas prestam atenção. Carlos Lessa, 68 anos, absorve cada conselho com a certeza de que enfrenta uma verdadeira batalha. “Para mim tem sido muito difícil. A vontade está sempre lá, pois a dependência química é muito grave”, destaca.

    Já José Albuquerque, 73 anos, comemora quatro meses longe do cigarro, mesmo período em que começou a frequentar as atividades coletivas na UBS 2 de Sobradinho. “Ajuda muito estar aqui, porque você escuta um falar, escuta o outro, vai observando e põe na sua cabeça que tem que parar”, explica.

    Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) presta os atendimentos em 84 unidades. O Programa de Controle do Tabagismo na capital segue orientação da coordenação nacional do Ministério da Saúde com foco em ações educativas. Os pacientes são avaliados por equipes multiprofissionais, podendo ser encaminhados a tratamentos de condições específicas e convidados a participarem dos grupos.

    “A participação nas atividades é a parte cognitivo-comportamental do tratamento. Um espaço coletivo e seguro, onde cada um fala de suas dificuldades, derrotas e sucessos”, diz a facilitadora do grupo de tabagismo da UBS 2 de Sobradinho, Fabrícia Paola Ribeiro.

    Desafio é conscientizar os jovens

    Um dos principais desafios do Programa de Controle de Tabagismo da SES-DF é alcançar o público jovem. “Estamos tentando prevenir o uso precoce, para que crianças e adolescentes nem cheguem a ter a primeira experiência. O cigarro eletrônico e o narguilé, por exemplo, são muito comuns nesses círculos”, afirma Ribeiro.

    No Brasil, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis 2022-2030 informa que o percentual de fumantes no País em 2019 era de 9,8% da população. Quatro anos depois, esse índice figurava em 9,3%. A expectativa é reduzir para 5,9% até 2030. No DF, dados de 2023 apontam que 8,4% dos adultos eram fumantes. Desse total, o hábito é maior entre os homens (10,7%); entre as mulheres o percentual é de 6,4%.

     

    O coordenador do Programa Nacional de Controle do Tabagismo em Brasília, Saulo Viana, lembra que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabaco é uma das maiores ameaças à saúde pública global e a principal causa de morte evitável no mundo.

    “O tabagismo e a exposição passiva são importantes fatores de risco para o desenvolvimento de uma série de doenças crônicas, tais como câncer, doenças pulmonares e cardiovasculares”, elenca Saulo.

  • Um cachorro-do-mato e três quatis reabilitados são devolvidos à natureza

    Um cachorro-do-mato e três quatis reabilitados são devolvidos à natureza

    Área monitorada pelo Brasília Ambiental que recebeu os animais silvestres

    O Instituto Brasília Ambiental participou, nesta sexta-feira (30), da soltura de quatro animais silvestres reabilitados: um cachorro-do-mato (Cerdocyon thous) e três quatis (Nasua nasua), todos resgatados e reabilitados pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Ibama, e pelo Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre (Hfaus). A ação, realizada em área monitorada na Estação Ecológica de Águas Emendadas (Esecae), simboliza a conclusão de um longo trabalho de cuidados veterinários e avaliação comportamental, para garantir a reintegração dos animais ao seu habitat natural.

    O chefe do Cetas, Júlio César Montanha, contou que o cachorro-do-mato, vítima de atropelamento, havia sido resgatado pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). O animal silvestre passou por um período de recuperação no Hfaus. Após a alta clínica, foi encaminhado ao Cetas, sendo monitorado quanto aos comportamentos naturais, alimentação e movimentação.

    “Verificamos se ele estava apto a viver em liberdade, se buscava alimento de forma autônoma e apresentava movimentos naturais da espécie. Com a avaliação positiva, hoje realizamos a soltura em uma área protegida e adequada”, explicou Júlio César.

    Quanto aos quatis, que eram quatro irmãos, um deles morreu durante o resgate. Eles foram encontrados sozinhos sem a mãe, em 2024, após os incêndios florestais. Depois de um ano de trabalho conjunto entre o Cetas e o Hfaus, com atividades de enriquecimento ambiental, voltadas ao desenvolvimento de comportamentos naturais, os animais também foram considerados aptos à reintegração.

    “Hoje fechamos um ciclo com esses animais retornando à natureza”, destacou o gerente de Fauna Silvestre do Brasília Ambiental, Rodrigo Santos. Segundo ele, todos haviam passado por uma bateria de exames para diagnosticar parvovirose e cinomose, “a fim de garantir que estamos realizando a soltura desses animais saudáveis na natureza, por meio da parceria contínua entre a autarquia ambiental do DF, o Hfaus e o Ibama”, acrescentou.

    A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também comentou a importância da iniciativa: “Essas ações demonstram o compromisso do Governo do Distrito Federal com a conservação da biodiversidade. Cuidar dos animais silvestres é preservar a identidade ambiental do nosso Cerrado, garantindo um legado sustentável para as futuras gerações”.

    O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, celebrou mais uma etapa bem-sucedida do programa de reabilitação da fauna silvestre do DF. “Cada animal que devolvemos à natureza representa um avanço na preservação ambiental. O trabalho do instituto, aliado a outras instituições como o Cetas e o Hfaus, mostra que o cuidado com a fauna exige técnica, dedicação e sensibilidade. Nosso papel é dar a esses animais uma nova chance de viver livres e saudáveis”, concluiu.

  • Projeto Toca Literária é lançado no Parque Ecológico Saburo Onoyama

    Projeto Toca Literária é lançado no Parque Ecológico Saburo Onoyama

    Combinando livros e elementos que fazem referência ao Cerrado, a iniciativa leva conscientização para a comunidade de maneira lúdica

    Entre as árvores e a vegetação nativa, um cantinho aconchegante se destaca no Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga. A estrutura oval, coberta por um tecido vermelho, é repleta de elementos do Cerrado – desde o conteúdo dos livros, pelúcias e almofadas que compõem a área interna até as esculturas que cercam o lado de fora, parecendo uma tenda encantada. É a terceira edição do projeto Toca Literária do Cerrado, lançada oficialmente nesta sexta-feira (30), que ficará no local até o dia 8 de junho, com oficinas de mediação literária e arte, rodas de leitura e vivências com passeios guiados pelo Cerrado.

    A iniciativa utiliza a arte para promover educação ambiental e conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), além do apoio do Instituto Brasília Ambiental. No último ano, o projeto passou pelo Parque Ecológico do Riacho Fundo e alcançou cerca de 1,5 mil pessoas.

    O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou a importância do projeto, que educa de forma lúdica sobre a preservação do cerrado. “Traz uma proximidade com as pessoas, principalmente com as crianças. Mas até eu, que sou adulto, entrei e fiquei encantado com as esculturas. A gente vê vários animais nativos do Cerrado, isso é muito importante e agrega muito às nossas Unidades de Conservação, porque estimula e alerta a sociedade a evitar o dano ambiental”.

    Acesso e conscientização

    O espaço é de acesso gratuito para a comunidade, que pode vivenciar momentos em família com leituras e interações com os elementos expostos no local. Além disso, a parceria com o Brasília Ambiental promove a união com o projeto Parque Educador, levando a educação ambiental para as crianças com livros que falam da flora, da fauna e das águas do cerrado – todos ilustrados e vários em Braille. Reforçando a acessibilidade, o projeto também conta com um audiodescritor.

    A idealizadora da Toca Literária, Cristiane Salles, é professora aposentada e frisou que o local estimula a imaginação. “A gente começa com um passeio ao redor da toca, depois entramos e tem os bichos maravilhosos do cerrado, tanto de pelúcia como em esculturas de madeira. É um espaço para sensibilizar as crianças e os pais sobre o cuidado com o nosso bioma, porque com as mudanças climáticas essa geração tem que crescer pensando nisso”.

    A dona de casa Eliane Braga, de 68 anos, passeava pelo parque com o cachorrinho e logo se encantou pelo local, que já estava cercado por estudantes da rede pública que visitavam a Unidade de Conservação e ficaram para a inauguração da Toca. “As crianças podem até esquecer o conteúdo que a professora passa na sala de aula as vezes, mas nunca vão esquecer uma visita dessas. É um trabalho feito in loco, no meio de um parque, então os pequenos vão abrindo olhinho para a importância do tema”, observou.

    O agente de Unidade de Conservação do Parque Saburo Onoyama, Juliano de Queiroz Souza, afirmou que quem chega à unidade já pergunta sobre a estrutura logo na entrada. “Acreditamos que o espaço vai ser bastante utilizado. Desde a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo em junho de 1972, foi definido que a educação ambiental aconteceria de forma transversal, no currículo escolar. Desde então, os parques, principalmente aqui no Brasil, já vem trabalhando o tema de educação ambiental. A Toca Literária incentiva que isso seja trabalhado de uma forma mais forte”.

  • Programa Ginástica nas Quadras celebra mais de três décadas de saúde e inclusão

    Programa Ginástica nas Quadras celebra mais de três décadas de saúde e inclusão

    Evento no Parque da Cidade reuniu participantes e destacou a importância da iniciativa que atende 12 mil pessoas por ano

    O Parque da Cidade, em Brasília, foi palco, nesta sexta-feira (30), do 3º Encontro Distrital do Programa Ginástica nas Quadras (PGinq), iniciativa de promoção da saúde, bem-estar e integração social. Com mais de 30 anos de história e 45 polos ativos em diferentes regiões administrativas, o programa atende gratuitamente cerca de 12 mil pessoas por ano, com foco na população da terceira idade.

    Na última terça-feira (27), foi publicada a Portaria nº 588, que institui a orientação pedagógica para o Programa Escola-Comunidade Ginástica nas Quadras, que fortalece a metodologia do programa, reafirmando o papel como política pública consolidada na rede de ensino.

    Durante a celebração, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ressaltou a importância social da iniciativa, que vai além da prática esportiva. “O Ginástica nas Quadras veio para promover a saúde da comunidade aposentada, da melhor idade. Mas não é só isso. Eles socializam, se conectam. É muito importante que a gente alcance o idoso que está sozinho, e esse é um momento de integração e acolhimento”, destacou.

    A vice-governadora Celina Leão reforçou o compromisso do governo com a promoção da saúde por meio do esporte e da educação.  “O 3º Encontro Distrital do Programa Ginástica nas Quadras reforça a marca de um governo que trata o esporte como política pública, priorizando a saúde física e mental da população, com inclusão e dignidade. É uma iniciativa que fortalece os laços entre escola e comunidade e promove qualidade de vida para todos.”

    Promoção da saúde 

    O programa funciona em quadras, parques e bairros do DF, oferecendo atividades como pilates e ginástica funcional, sempre conduzidas por profissionais de educação física da rede pública. O professor Ronaldo Seggiaro atua no projeto há seis anos em Taguatinga, e explica os pilares da iniciativa: “A gente tem alguns pilares, que é a atividade física como meio, mas a gente também tem a parte social, a parte psicológica e a interação das pessoas com a comunidade mesmo.”

    Maria Luciene Costa, de 65 anos, participante do polo de Vicente Pires, é um exemplo dos benefícios do programa. Antes sedentária e com dificuldades para frequentar academias, ela encontrou nas atividades físicas uma nova perspectiva de vida.

    “Estou com 65 anos e praticamente não sinto dores, porque a ginástica ajuda demais. Além disso, evita as filas nos hospitais. Espero que o programa cresça cada vez mais e que mais pessoas se conscientizem da importância da atividade física.”

    A subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Soares Braga, lembrou que o programa nasceu dentro da rede pública de ensino e que seguirá como um projeto da Educação. “Este é um programa que nasceu na Educação e vai continuar na Educação. Muitos outros órgãos querem levar a Ginástica nas Quadras, mas a secretária Hélvia não abre mão”, afirmou, destacando o empenho da pasta na ampliação da iniciativa.

    O PGinq representa um modelo bem-sucedido de política pública, que fortalece os vínculos entre escola e comunidade, promovendo uma sociedade mais ativa, saudável e integrada. Com a perspectiva de expansão e o apoio governamental consolidado, o programa mantém-se como referência nacional na promoção da saúde comunitária por meio da educação.

     

  • Uso de cigarro eletrônico acende alerta para riscos à saúde

    Uso de cigarro eletrônico acende alerta para riscos à saúde

    No DF, mais de 80 unidades da rede pública oferecem apoio para quem desejam parar de fumar

    Dados do Ministério da Saúde (MS) apontam um aumento de 25% no número de fumantes no Brasil entre 2023 e 2024, levantando um alerta para a crescente popularidade do cigarro eletrônico. Embora considerado inofensivo, o dispositivo também é derivado do tabaco e leva sérios riscos à saúde.
    Apesar de não apresentarem substâncias comuns aos cigarros tradicionais, como monóxido de carbono e alcatrão, os dispositivos eletrônicos têm se mostrado muito prejudiciais ao organismo. No caso dos cigarros eletrônicos, há a possibilidade de contrair a síndrome de Evali, uma lesão pulmonar associada ao uso destes dispositivos.

    Pesquisa

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que esses dispositivos eletrônicos vêm atraindo adolescentes e jovens por meio de estratégias de marketing e apelo tecnológico. Segundo a última Pesquisa Vigitel, em 2023, cerca de 2,1% da população adulta usou cigarros eletrônicos, sendo a maior prevalência entre os jovens de 18 a 24 anos – ou seja, 6,1% dos entrevistados.

    O pneumologista Paulo Fontes, do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), alerta que o uso dos cigarros eletrônicos, mesmo com sabores e aromas diferenciados, são um risco à saúde. “Apesar de ainda não termos todas as respostas sobre os efeitos de longo prazo dos cigarros eletrônicos, o que já vemos na prática clínica é muito preocupante”, aponta o médico. “São pacientes com pulmões extremamente comprometidos, com processos inflamatórios intensos. Temos visto muitos jovens com forte agressão ao parênquima pulmonar”.

    O especialista lembra que os danos podem ser mais severos que os causados pelo cigarro comum: “A síndrome de Evali é um exemplo claro disso. Embora nem tudo possa ser afirmado com certeza ainda, já é evidente que o uso do vape ou desses tipos de dispositivos não é seguro”.

    Enfrentamento

    No país, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis 2022-2030 tem como uma das metas reduzir para 40% o percentual da população que fuma.

    Segundo o documento, o percentual de fumantes no país em 2019 era de 9,8% da população. Quatro anos depois, esse índice figurava em 9,3%. A expectativa é reduzir para 5,9% até 2030. No DF, dados de 2023 apontam que 8,4% dos adultos eram fumantes. Desse total, o hábito é maior entre os homens (10,7%); entre as mulheres o percentual é de 6,4%.

    Onde procurar ajuda

    A Secretaria de Saúde (SES-DF) presta atendimento a pessoas que lutam contra o tabagismo em mais de 80 unidades. O Programa de Controle do Tabagismo na capital segue orientação da coordenação nacional do MS com foco em ações educativas. Os pacientes são avaliados por equipes multiprofissionais, podendo ser encaminhados a tratamentos de condições específicas e convidados a participarem dos grupos.

  • Fim de semana tem muitas atividades gratuitas com shows, literatura e arte em todo o DF

    Fim de semana tem muitas atividades gratuitas com shows, literatura e arte em todo o DF

    De festival com música e feira a programação ambiental para as crianças, atrações são acessíveis e gratuitas, com transporte liberado pelo Vai de Graça

    O fim de semana no Distrito Federal promete opções de lazer para todos os gostos e idades. Entre as atrações estão um festival musical, exposições e um projeto literário voltado para a criançada. Para quem prefere curtir o conforto de casa, a dica é a estreia da Rádio Criolina, que vai ao ar neste sábado (31), às 21h, pela Rádio Câmara FM (96.9 MHz), e por mais de 1.400 emissoras parceiras espalhadas pelo país.

    Realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), a temporada de 2025 da Rádio Criolina apresenta um formato inédito que, além da seleção musical focada na música brasileira contemporânea, conta com entrevistas e recomendações de artistas do DF. Também serão produzidos 16 programas especiais atravessando a história da capital brasileira com rock, reggae, rap, MPB e música instrumental.

    Atração para o público infantil está garantido pela 3ª edição do projeto Toca Literária do Cerrado, realizado com recursos do FAC-DF. Gratuito e aberto ao público, principalmente para estudantes do ensino fundamental da rede pública, o Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga, vai promover, desta sexta-feira (30) a 8 de junho, uma experiência artístico-ambiental, com atividades que despertam o cuidado com o planeta, a valorização do Cerrado e a importância da sustentabilidade.

    O espaço montado especialmente para o projeto conta com uma geodésica de bambu, uma estrutura feita com material de bioconstrução, decorada com elementos da fauna e flora do Cerrado, e muitos livros literários e informativos sobre biodiversidade. O cenário lúdico será o ponto de encontro para rodas de leitura, oficinas, vivências e passeios guiados que integram arte, literatura, educação ambiental e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030.

    Para quem quer curtir uma programação cheia de representatividade, o Festival Quebradas chega em Planaltina neste sábado (31) com atrações que celebram a cultura das periferias. O evento contará com circuito de ciências, o lançamento do livro Do rascunho à Obra: a Quebrada que Lê Também Escreve, batalhas de rimas, shows e performances de artistas locais e nacionais que carregam a alma e a potência cultural das periferias.

    Além disso, o festival terá intervenções poéticas e de grafite, discotecagem, e uma Feira de Quebrada com a presença de empreendedores locais que apresentarão produtos únicos, ideias inovadoras e muita troca. Com o apoio da Secec-DF, o evento mostra que a cultura é a chave para transformar realidades e fortalecer o sentimento de comunidade.

    4ª edição da Mostra Cultura Candanga

    Nos dias 31 de maio e 1º de junho, a Feira da Torre de TV vai ferver com a quarta edição da Mostra Cultura Candanga. Com uma programação totalmente gratuita, o evento celebra as raízes culturais do DF e de outras regiões do país, com ritmos, cores e tradições populares em um só lugar. A mostra é realizada pela Associação Cultura Candanga e pelo grupo cultural Pé de Cerrado, com recursos do FAC-DF.

    No palco, entre os artistas da casa, além dos anfitriões do Pé de Cerrado, se apresentam Baque Folha, Coco dos Encantados, com participação especial de Nãnan, Orquestra Alada Trovão da Mata, Sambadeiras de Roda, Calango Careta e a Quadrilha Junina Si Bobiá a Gente Pimba.

    Vai de Graça

    Quer aproveitar as atrações do fim de semana? O Vai de Graça, benefício do Governo do Distrito Federal (GDF), permite a gratuidade nos ônibus e metrô aos domingos e feriados para milhares de pessoas. Os passageiros podem utilizar Cartão Mobilidade, Vale-Transporte, PcD, Idoso ou Passe Livre Estudantil para a liberação automática da catraca.

    Para quem não tem nenhuma das opções, pode utilizar cartões de crédito e débito, sem qualquer cobrança. Cobradores e fiscais estão orientados a auxiliar os passageiros nos ônibus e nas estações de metrô.

    Serviço

    Toca Literária do Cerrado
    Data: até 8 de junho
    → Local: Parque Ecológico Saburo Onoyama – St. C Sul Qsd Ae Qsc 26, 10 – Taguatinga
    → Entrada gratuita
    → Inscrições: tocaliteriadocerrado@gmail.com

    2ª edição do Festival Quebradas
    → Data: 30 de maio
    → Horário: às 14h
    → Local: Faculdade UnB de Planaltina (das 14h às 18h)  e no Bar do Carlinhos – Parque de Exposições de Planaltina (das 19h às 23h)
    → Entrada gratuita

    4ª Mostra Cultura Candanga
    → Data: 31 de maio e 1º de junho
    → Horário: 16h
    → Local: Feira da Torre de TV
    → Entrada gratuita

    Rádio Criolina
    → Aos sábados, às 21h, na Rádio Câmara FM (96.9 MHz). Ouça também pelo site.

  • Brasília recebe corrida que une esporte e solidariedade para incentivar a doação de sangue

    Brasília recebe corrida que une esporte e solidariedade para incentivar a doação de sangue

    As inscrições já estão abertas e em promoção, com valor de R$ 79,90

    Esporte e solidariedade vão movimentar Brasília com a chegada da Corrida Tá no Sangue, promovida pelo Grupo Band — TV Band e Rádio Band News FM Brasília — em parceria com a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB). A prova será realizada no próximo 21 de junho, com largada às 17h, no Memorial dos Povos Indígenas, ao lado do Memorial JK.

    Mais do que uma competição, a corrida busca conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue, essencial para manter o sistema público de saúde do Distrito Federal. “É uma oportunidade de reunir a comunidade, promover a saúde e reforçar a importância da doação de sangue, fundamental para garantir o atendimento a quem precisa. Cada doação pode salvar até quatro vidas”, destaca o presidente da FHB, Osnei Okumoto.

    As inscrições já estão abertas e podem ser feitas com valor promocional de R$ 79,90. “Fizemos questão de manter um valor acessível para que mais pessoas possam participar, seja para correr, caminhar ou apoiar a causa da doação de sangue”, reforça Okumoto.

    A entrega dos kits será no dia 17 de junho, na Faculdade Mackenzie, uma das patrocinadoras do evento. Durante a entrega, o Hemocentro realizará uma coleta externa de sangue, das 9h às 16h, ampliando ainda mais o impacto social da iniciativa. O kit do atleta inclui camiseta, sacola, cantil de água, número de peito com chip, medalha e pós-prova.

    Com percursos de 5 km e 10 km, a corrida premiará com troféus os três primeiros colocados de cada categoria (masculino e feminino). Todos os participantes devidamente inscritos que cruzarem a linha de chegada receberão a tradicional medalha de participação. A cerimônia de premiação ocorrerá às 18h30, no mesmo dia do evento.

    Hemocentro de Brasília

    A FHB é o único hemocentro público do Distrito Federal e coordena o sistema de sangue da capital, garantindo o abastecimento de 100% da rede SUS-DF e conveniada, com atendimento a 13 hospitais, além de hospitais conveniados, como o Hospital da Criança de Brasília (HCB), o Hospital Universitário de Brasília (HUB), a Rede Sarah e o Hospital das Forças Armadas (HFA).

    Para doar sangue, é necessário ter entre 16 e 69 anos (menores de idade devem apresentar autorização e documento do responsável), pesar mais de 51 kg e estar em bom estado de saúde. Algumas condições temporárias impedem a doação: quem estiver gripado deve aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas; após covid-19, o prazo é de 10 dias (sem sequelas); para dengue clássica, o impedimento é de 30 dias e, para dengue hemorrágica, seis meses.

  • Festival que dá visibilidade a artistas com deficiência do DF tem inscrições abertas

    Festival que dá visibilidade a artistas com deficiência do DF tem inscrições abertas

    Trilha da Inclusão abre espaço para aqueles que desejam mostrar suas obras; interessados podem se inscrever até 9 de junho, pela internet

    Estão abertas as inscrições para artistas com deficiência que desejem expor seus trabalhos na segunda edição do Festival Trilha da Inclusão, evento da Guia Acessibilidade Inclusive, com aporte do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Os interessados podem se inscrever até 9 de junho, pela internet.

    Podem participar pessoas com deficiência com mais de 18 anos; grupos e coletivos com protagonismo PCD; e empresas ou associações com projetos liderados por PCD. As categorias são teatro, dança, cinema e artes visuais.

    “O festival vem para poder mostrar toda a potencialidade das pessoas com deficiência dentro da cultura. Existe muita produção no DF, mas, muitas vezes, esses artistas acabam não tendo o espaço para divulgar suas obras”, aponta Cássia Lemes, diretora da Guia Acessibilidade Inclusiva.

    As exposições do Trilha da Inclusão estão marcadas para começar em 10 de julho, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul. O festival, com mostras de cinema, teatro e apresentações de dança, será em 1º, 2 e 3 de agosto.

    “É uma forma de compartilhar e conhecer um pouquinho da qualidade do que a gente tem no DF. Vai ser um prazer para a gente conseguir divulgar e contar com os artistas na programação”, arremata a diretora.

  • GDF instala 450 luminárias no Parque Burle Marx, no Noroeste

    GDF instala 450 luminárias no Parque Burle Marx, no Noroeste

    Obras de infraestrutura permitiram a ampliação do horário de funcionamento do espaço; anel viário que circunda a área também recebeu nova iluminação pública

    Com uma nova iluminação pública, os moradores do Noroeste podem, agora, aproveitar o Parque Burle Marx também à noite. O investimento de R$ 1,83 milhão em infraestrutura leva mais segurança e conforto para quem frequenta o espaço, além de permitir a ampliação do horário de funcionamento, atendendo a uma antiga demanda da comunidade, com a instalação de 236 postes metálicos, 28 postes de concreto e 450 luminárias e refletores e a construção das redes de distribuição elétrica que alimentam todo o sistema. A inauguração da nova iluminação foi feita nesta quarta-feira (28) pela vice-governadora Celina Leão.

    Assim como o parque, o antigo anel viário que circunda a área também recebeu as obras de infraestrutura, garantindo mais mobilidade e segurança para quem transita pela região. Ao todo, foram instalados 98 postes metálicos e 32 de concreto. O sistema conta com 256 luminárias, todas em LED, garantindo iluminação eficiente e sustentável na região. As obras de complementação da iluminação no anel viário somaram R$ 604,6 mil.

    A vice-governadora Celina Leão ressalta que toda a infraestrutura levada por este GDF ao Noroeste, somada à iluminação pública entregue à população, significa qualidade de vida. “Quando levamos iluminação para um espaço público como o Parque Burle Marx, damos a oportunidade para as famílias se sentirem seguras para frequentar o local. Tenho certeza que vai ter muita gente andando, correndo e pedalando aqui à noite. Iluminação pública significa qualidade de vida para a população”, ressalta.

    O presidente da Terracap, Izidio Santos Junior, ressalta que a implantação do parque foi realizada por etapas. O local já conta com duas ilhas de lazer e anel viário, entre outras estruturas. Agora, a iluminação pública vai permitir que a população usufrua ainda mais do local. “É isso que a população pedia e, agora, [a obra] vai trazer mais segurança para o uso do parque também à noite”, ressalta.

    A obra atende a uma antiga demanda da comunidade, que pedia pela iluminação pública no parque para a prática de atividades físicas à noite. Moradora da região desde 2015 e presidente da Associação de Moradores e Comerciantes do Noroeste (AmoNoroeste), Taís Bueno, destacou a mudança na rotina: “Agora, a gente consegue fazer uma caminhada depois das 18h porque tem iluminação. Dá para aproveitar o parque até as 22h. Melhorou muito a segurança e conseguimos usar mais o espaço, levar a família toda.”

    Segundo Taís, a presença da iluminação pública ampliou a frequência do público e motivou até mesmo a solicitação para estender o horário de funcionamento do parque. “Na minha casa somos eu, meu marido e meu cachorro, que aproveita bastante para passear no parque, um local seguro. Meu esposo também corre e agora faz o trajeto até a academia com mais tranquilidade”, contou.

    O comerciante Reginaldo Navarro mora no Noroeste desde 2014 e atua no mercado imobiliário. Segundo ele, essa é mais uma inauguração que valoriza a região. “Uma das melhores coisas que aconteceram aqui foi essa iluminação pública. O Noroeste está se estruturando, e uma das carências era justamente a iluminação em frente ao parque, um espaço superagradável. Antes, às 18h, as pessoas iam embora por causa da escuridão. Agora, a vida mudou para quem usa o parque. A iluminação trouxe segurança e mais qualidade de vida”, afirmou.

    Para além dos benefícios diretos para a população, o investimento do Governo do Distrito Federal se reflete no mercado imobiliário local. “Quando vendemos um imóvel, abordamos todo o conjunto da região, não só o condomínio. A utilização dos espaços públicos faz toda a diferença. A cidade está cada vez mais consolidada, e o preço do metro quadrado tem dado respostas a essas melhorias que o GDF trouxe. O governo conseguiu transformar o Noroeste em uma realidade em muito pouco tempo”, avaliou o corretor.

    A servidora pública Cinthia Correa, moradora da região há mais de cinco anos, também celebra os benefícios da obra. “Faz muita diferença, especialmente nesses horários que já está escuro. Antes, mal víamos o parque à noite. Agora, com a iluminação, podemos caminhar, andar de bicicleta, correr com mais segurança. É mais qualidade de vida, mais tempo para praticar exercícios com tranquilidade”, relatou.

     

  • LS2 e Capital Moto Week lançam edição limitada de capacete personalizado para o festival

    LS2 e Capital Moto Week lançam edição limitada de capacete personalizado para o festival

    Collab demonstra a força e parceria entre os players. Com design moderno e versátil, modelo vai conquistar os amantes do lifestyle sobre duas rodas

    Em ação inédita, a LS2 e o Capital Moto Week se uniram para lançar o Capacete Oficial e exclusivo CMW, com o design personalizado e irreverente do maior festival de moto e rock da América Latina. Desenvolvido para todos os tipos de pilotagem e climas, o produto premium é versátil e exibe grafismos marcantes do Capital Moto Week, com a silhueta da asa e o motor presentes no logotipo. O modelo LS2 Advant CMW, que é limitado, está disponível em pré-venda até 18 de julho exclusivamente no site www.ls2.com.br/moto-week/p, com valor promocional de R$ 2.499,90 para clientes que optarem pela retirada do produto no stand da LS2 durante o CMW 2025, de 24 de julho a 2 de agosto. Para ativar o valor promocional, basta inserir o CEP 70297-400 e selecionar a opção de ‘retirada’.

    Essa parceria estratégica combina o nosso lifestyle e paixão pela liberdade com a qualidade e segurança da LS2, resultando em produto inovador e arrojado. Com esse capacete, o motociclista vai sentir que leva, para onde for, a identidade, a atitude e a atmosfera única do Capital Moto Week”, destaca Pedro Franco, CEO do festival. Ele comenta o processo criativo e a aposta no licenciamento da marca: “A colaboração e sinergia com a LS2 foi intensa em todas as etapas, do conceito visual ao produto final, o que reforça a solidez do Capital Moto Week”.

    O LS2 Advant CMW é um capacete articulado e versátil, com queixeira giratória 180 graus para proteção, conforto e comodidade. Com entradas de ar posicionadas para otimizar a ventilação, possui sistema rápido e eficiente de troca de viseira, que é resistente a riscos e com proteção UV. O capacete premium foi desenvolvido na cor matte black e vem acompanhado de mochila, também personalizada com a marca Capital Moto Week. O modelo chega ao mercado na grade completa, com tamanhos que vão do 56 ao 62, pronto para conquistar os amantes do rock e das duas rodas.

    Bruno Cavalcante, gerente de Marketing da LS2, revela que a collab está alinhada à estratégia de reforçar o posicionamento da marca, que desde 2024 assina como capacete oficial do CMW. “O Capital Moto Week tem superado nossas expectativas em todos os aspectos: branding, experiência e vendas. Acreditamos na força desta parceria”, celebra o executivo. Nesta edição do festival, a operação da LS2 terá dois andares, com portfólio completo em termos de cascos e grafismos, além de outras ativações inéditas.

    Licenciamento como alavanca de negócio

    O co-branding se consolida cada vez mais como alavanca de negócios. “Apostamos em parcerias que agregam valor e se conectam genuinamente com o nosso público e identidade”, projeta Pedro Franco. Uma coleção que atende a essência Moto Week e que se tornou tradição são os produtos oficiais do CMW, lançados em várias peças, cores e estampas exclusivas, em parceria com a Magic Brazil.

    São adesivos, bandanas, bonés, boinas, corta-vento, camisetas, camisas, casacos, chemises, chaveiros, pins, patches, mochilas térmicas e pochetes, essenciais para usar em festivais. “Com roupas, acessórios e elementos que refletem a liberdade, desenvolvemos novos modelos e produtos para vestir o público apaixonado pelo CMW”, acrescenta Franco. Os itens ficam disponíveis na Loja Oficial CMW.

    Com taxa de renovação de patrocínios acima de 80% e expectativa de investimento 20% superior ao ano passado, o CMW é uma vitrine disputada por grandes marcas nacionais e internacionais. “Muito além de um festival, o Capital Moto Week é um movimento que une paixão, liberdade e propósito. Somos uma plataforma viva que conecta pessoas, negócios, experiências e as marcas enxergam muito potencial de engajamento com a nossa comunidade”, finaliza o CEO do CMW.

    Sobre o Capital Moto Week 2025

    De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos 100 shows previstos para 2025, a programação do festival inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, para agradar todos os gostos musicais do rock.

    Os headliners já confirmados nesta edição são: Os Paralamas do Sucesso (25), Capital Inicial (26), Samuel Rosa (27), Angra e Lobão (31), a  banda canadense Magic! e Cidade Negra (01.8). As demais atrações principais serão anunciadas nas próximas semanas. Os shows do palco principal do CMW serão transmitidos pela TV Globo e, no dia 3 de agosto, o Especial Capital Moto Week com os melhores momentos do festival será exibido em rede nacional. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia do entretenimento.

    SERVIÇO
    Capital Moto Week 2025
    Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
    Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
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