Autor: Repórter Independente
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Brasília em clima de rock e motos! Torre Digital ganha tons alaranjados no lançamento do Capital Moto Week 2025
Quem olhar o horizonte neste domingo (25) à noite vai perceber: Brasília já respira o clima do maior festival de motos e rock da América Latina. Em tons de laranja, cor símbolo do festival, a icônica Torre de TV Digital anuncia que o Capital Moto Week 2025 vem aí! A iluminação especial antecipa o tema deste ano, que será “Surpreendente”, e marca o lançamento do CMW. Que comece o ronco dos motores!O CMW 2025 acontecerá de 24 de julho a 2 de agosto e deve reunir 800 mil pessoas, 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo em um complexo de 320 mil m², na Granja do Torto. O line-up inclui Samuel Rosa, Capital Inicial, Angra, Lobão, Paralamas do Sucesso, Cidade Negra e a banda Canadense Magic!, além de atrações que ainda serão anunciadas.Rock, adrenalina e cultura motociclísticaAlém dos mais de 100 shows previstos, o Capital Moto Week oferece vasta programação, incluindo atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar os amantes de todas as vertentes do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e com 110% das emissões de CO₂ compensadas com créditos certificados pela ONU, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento. Neste ano, os shows do palco principal serão transmitidos pela TV Globo e, no dia 3 de agosto, o Especial Capital Moto Week com os melhores momentos do festival será exibido em rede nacional.SERVIÇOCapital Moto Week 2025Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF -

Fruticultura cresce no DF e aposta em tecnologias para aumentar produtividade
Uso de tecnologia, assistência técnica gratuita e clima favorável impulsionam a produção de frutas na capital federal, que se destaca nacionalmente na cultura do maracujá
Clima favorável, solo fértil e assistência técnica gratuita são algumas das condições que têm colocado o Distrito Federal no cenário nacional quando o assunto é produção de fruticultura. Em 2024, a área plantada de frutas cresceu 8,5% e chegou a 2,5 mil hectares, enquanto a produção saltou 6,9% em relação ao ano anterior, ultrapassando as 40 mil toneladas. Entre as frutas produzidas na capital federal, o maracujá tem ganhado destaque, se tornando referência no país pela qualidade e tecnologia empregadas pelos produtores rurais assistidos pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF).
Segundo dados do Relatório de Informações Agropecuárias (RIA), em 2024 foram colhidas 3.929 toneladas de maracujá em 126 hectares plantados, o que representa mais de 5% de toda a produção frutífera do DF. Na propriedade do engenheiro agrônomo Júlio Menegotto, 47 anos, o cultivo da fruta se tornou um verdadeiro polo de inovação.
O produtor conta com 13,5 hectares dedicados exclusivamente ao maracujá. Ele investe há décadas no aprimoramento genético e no desenvolvimento de técnicas que hoje servem de modelo para diversas regiões do país.
“Aqui nasceram tecnologias como o adensamento da plantação, o uso de mudas de grande porte, o protetor de tronco e o sistema de irrigação por gotejamento com adubação na água”, explica o produtor. “Hoje, nosso maracujá, chamado de Imperador do Cerrado, é considerado superpremium, com casca fina, baixo teor de acidez e alto rendimento de polpa.”
A adoção de mudões — mudas mais desenvolvidas, com cerca de 1,5 metro de altura — também é uma das tecnologias pioneiras no mercado que foi adotada pelo produtor. A técnica encurta o ciclo produtivo da planta e reduz a incidência de doenças.
“A gente pega uma muda e leva pro campo quando já está envelhecida. Assim, a gente consegue desenvolver o sistema imunológico dela, se tornando muito mais resistente a ataques de doenças. Isso também faz com que a planta produza em pouco tempo”, esclarece Júlio.
Para render maracujás de maior qualidade, a rotina requer a polinização manual — atribuição que precisa de mão de obra qualificada. “Um dos desafios é justamente a falta de pessoas capacitadas para atuar nessa etapa, tendo em vista que é tudo feito de maneira manual”, comenta o produtor.
“É um trabalho delicado e que requer atenção diária. Por isso, damos preferência à contratação de mulheres para a polinização, porque elas são mais delicadas”, conta Júlio. De acordo com ele, as atividades na sua propriedade geram em torno de 40 empregos diretos e indiretos. Em períodos de pico, como setembro, novembro e fevereiro, são efetivados até sete trabalhadores por hectare.
A Emater-DF, que oferece assistência técnica gratuita aos produtores, é uma das responsáveis por incentivar o crescimento da atividade. “O DF tem clima e solo ideais para o maracujá, especialmente em regiões como Sobradinho e Planaltina. Além disso, por ser uma fruta que depende de manejo manual, ela se encaixa perfeitamente no perfil da agricultura familiar”, explica o coordenador do programa de Fruticultura da empresa, Felipe Camargo. “Com orientação técnica correta, é possível até triplicar a produtividade.”
O avanço do setor também tem sido impulsionado por iniciativas como a Rota da Fruticultura, promovida em parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e a Secretaria de Agricultura. O projeto incentiva a diversificação de culturas no DF, com a introdução de frutas como mirtilo, framboesa, açaí e pitaya.
“A fruticultura no Distrito Federal tem se expandido com o apoio do Governo do Distrito Federal, especialmente por meio do projeto Rota da Fruticultura. Nesse projeto, o GDF, agora com o Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), fez um aporte de R$ 2 milhões para financiar projetos voltados à fruticultura, com juros bastante baixos, de 3% ao ano”, acrescenta o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), Rafael Bueno.
Além do mercado in natura, a propriedade de Júlio Menegotto aposta na transformação da fruta em produtos de valor agregado. Hoje, ele comercializa polpas com e sem sementes e, mais recentemente, lançou uma linha de geleias que já conquistou espaço nas redes de supermercados do DF. “Brasília tem um potencial enorme. As fábricas ainda estão concentradas fora da região, mas estamos mostrando que é possível inovar e agregar valor aqui mesmo”, afirma.
A expectativa é de que a produção da propriedade alcance 1,2 milhão de toneladas neste ano, com distribuição para o DF, Goiás e São Paulo. E, com negociações em andamento para exportação, a meta é ainda maior. “O DF é, sem dúvida, um celeiro de inovação na fruticultura”, acrescenta Júlio.
“Já temos demanda para exportação de polpa de maracujá do DF para a França e de mirtilo para os Emirados Árabes. Esperamos, nos próximos meses e anos, ampliar essa exportação para outros países”, conclui o secretário Rafael Bueno.
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Abertas inscrições para a 3ª edição do Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil
Serão R$ 90 mil em premiação, divididos entre três categorias; inscrições de 23 de maio a 31 de agosto
Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF) em parceria com a Voar Arte para a Infância e Juventude, por meio de Termo de Colaboração, a 3ª edição do Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil abriu inscrições nesta sexta-feira (23) e se estendem até o dia 31 de agosto. A previsão dos organizadores é de 1.500 inscrições, que podem ser feitas pelo site do concurso.
O Prêmio Candanguinho se diferencia por ser atualmente o único concurso literário do Brasil totalmente dedicado à produção poética de estudantes de 6 a 17 anos da rede pública e particular do DF e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (RIDE). Além do incentivo cultural, o prêmio também valoriza economicamente os talentos infantojuvenis. Ao todo, são R$ 90 mil em premiação, divididos entre três categorias: crianças de 6 a 12 anos, adolescentes de 13 a 17 anos e crianças e adolescentes com deficiência (6 a 17 anos). A divulgação dos finalistas ocorrerá em 15 de outubro em cerimônia de premiação no dia 7 de novembro, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional.
Prêmios
Os três primeiros colocados de cada categoria receberão prêmios de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, além de troféus e livros de autores de Brasília. Ao todo, 90 poesias serão selecionadas para compor uma coletânea a ser publicada em diferentes formatos: impresso, digital, em Braille e em audiobook narrado por jovens atores – assegurando a acessibilidade e democratização da leitura. A coletânea terá 1.000 exemplares impressos distribuídos gratuitamente para bibliotecas públicas, escolares e comunitárias do DF e da RIDE, incentivando o uso desses espaços como polos de cultura e formação cidadã. A iniciativa contempla ainda ações culturais e oficinas literárias em diversas regiões administrativas do DF e da RIDE, garantindo a inclusão de crianças e adolescentes de diferentes contextos sociais e realidades, com plena acessibilidade nos eventos (LIBRAS, audiodescrição e estrutura física adaptada).
O secretário Cláudio Abrantes destacou que o Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil chega à sua terceira edição como uma verdadeira celebração à criatividade das nossas crianças e adolescentes. “Em um tempo em que os jovens estão cada vez mais conectados às redes sociais e, ao mesmo tempo, distantes dos livros, iniciativas como esta são fundamentais para reacender o encantamento pela leitura e fortalecer a relação com a palavra escrita”, disse. Para Abrantes, “mais do que um concurso literário, o Candanguinho é uma resposta sensível e necessária a um dos maiores desafios da nossa geração: reaproximar os jovens da leitura. Ao valorizar a poesia feita por crianças e adolescentes, damos espaço à imaginação, ao pensamento crítico e à expressão de mundos interiores que, muitas vezes, não encontram voz em outros lugares”.
A curadoria da 3ª edição do Prêmio Candanguinho é de Roger Mello, renomado ilustrador e escritor brasiliense. Em 2014, Mello tornou-se o primeiro ilustrador latino-americano a receber o Prêmio Hans Christian Andersen, a mais alta honraria internacional concedida a autores e ilustradores de livros infantis.
Para Marcos Linhares, coordenador-geral do projeto, o Candanguinho surge como uma resposta direta ao grave cenário de leitura entre jovens. “Pesquisas recentes mostram um panorama alarmante: apenas 28% das crianças e adolescentes do DF têm o hábito de leitura semanal, enquanto 38% dos adolescentes brasileiros nunca leram um livro por iniciativa própria. Essa crise é mais severa entre estudantes da rede pública, que têm acesso três vezes menor a livros em comparação aos de famílias com maior poder aquisitivo”, enfatizou, lembrando que estamos diante de uma geração que consome redes sociais massivamente, mas se desconecta dos livros. “Isso compromete sua capacidade crítica e formação cidadã. O Candanguinho não é só um concurso, é uma estratégia de transformação social”, disse.
Serviço:
3º Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil
· Inscrições: De 23 de maio a 31 de agosto
· Categorias de estudantes:
– Crianças de 6 a 12 anos
– Adolescentes de 13 a 17 anos
– Crianças e adolescentes com deficiência (6 a 17 anos)
· Valor total dos prêmios: R$ 90 mil (R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil por categoria)
· Premiação: 7 de novembro, na Sala Martins Pena
· Abrangência: Crianças e adolescentes residentes no DF e RIDE
· Publicação: Coletânea com 90 poesias premiadas em formatos acessíveis (impresso, Braille, digital e audiobook)
· Informações e regulamento: premiocandanguinhopoeta.com.br/
· Instagram/Facebook: @premiocandanguinhopoeta -

Principal campo sintético de Santa Maria é reformado com investimento de R$ 2 milhões
Espaço será devolvido à população novinho em folha; haverá substituição dos alambrados e gramado sintético, manutenção dos vestiários e das arquibancadas e ampliação da drenagem, entre outros serviços
Palco de dribles e encontros da comunidade, o campo sintético da QR 409 de Santa Maria está sendo reformado. É mais uma obra do Governo do Distrito Federal (GDF), executada por empresa contratada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), que visa a oferecer conforto e segurança para os jogadores de times profissionais e amadores que frequentam o espaço diariamente. O investimento é de R$ 2 milhões, com recursos do Executivo e de emenda parlamentar da deputada distrital Jaqueline Silva.
Entre os serviços previstos, haverá a substituição do alambrado e do tapete de grama sintética, pintura das traves, reforma das arquibancadas e dos vestiários e ampliação de drenagem. Em um contrato à parte, também serão construídas calçadas ao redor da arena para garantir acessibilidade e segurança aos jogadores e torcedores.
Com mais de duas décadas de história, o campo é o principal de Santa Maria e tem área de 2.136 m². O equipamento é intitulado Campo Eraldo Cabral, em homenagem a um falecido morador reconhecido pelas contribuições e incentivo à prática esportiva na cidade.
Manutenção e reforma
O administrador de Santa Maria, Josiel França, recorda que o espaço passou por manutenção há cerca de três anos, mas, devido ao alto fluxo de usuários, notou-se a necessidade da reforma completa: “É o campo mais usado em Santa Maria, que tem uma história muito bonita, e existem muitos campeonatos aqui, além de turmas que jogam aqui todos os dias, como aos domingos, às 6h. Como a garotada já estava se machucando, iniciamos a intervenção para que a comunidade possa utilizar novamente”.
Segundo o gerente de Esporte da Administração Regional de Santa Maria, Wilson Sousa, há 16 times de base e mais de 60 times amadores que revezam o uso do espaço. “É um lugar histórico, bastante utilizado; no final de semana, temos uma média de mil pessoas aqui”, comentou. As partidas e treinos, complementou ele, ocorrem conforme cronograma da administração, e a população tem livre acesso ao gramado.
A reforma era uma demanda antiga da população, conforme revela o vigilante César Conceição, 39 anos. Ele, que é um dos usuários mais antigos da arena, atualmente ocupa a presidência do Instituto Criança Santa Maria, que cuida dos times de base da região. São atendidos atletas de 7 a 17 anos.
“Só tenho gratidão por essa obra”, disse. “O campo sintético da QR 409 já revelou muitos atletas para fora da cidade e até do Brasil. Estamos com esse trabalho desde 2004, mostrando que o esporte transforma a vida, que o esporte é saúde.”
Frequência alta
O aposentado Luiz Antônio Nascimento, 60, é um dos torcedores mais animados. Morador do Condomínio Porto Rico, ele conta que prefere não arriscar dribles e jogadas, mas admite que não perde nenhuma partida. “Vejo tudo: escolinhas aos sábados de manhã, depois os times veteranos e amadores”, contou. “Para mim, aqui é um dos melhores lugares que temos em Santa Maria. Vem gente de Goiás e do Gama”.
Embora não pratique esportes na quadra, a auxiliar de segurança no trabalho Eliana dos Santos, 33, reconhece a importância do investimento para a comunidade: “Sempre tem movimento, com pessoas jogando e assistindo. Essa repaginada será muito boa para o pessoal”.
Com mais de 130 mil habitantes, Santa Maria completou 32 anos em fevereiro. A região recebeu diversos investimentos nos últimos anos, como a construção da primeira estação rodoviária de Santa Maria e uma ciclovia com 4,5 km de extensão – entre a BR-040/050 e a DF-290 –, ligando o Condomínio Total Ville a Santa Maria, em 2021. A Escola Técnica de Santa Maria foi inaugurada em 2023, com capacidade para atender até 4 mil alunos.
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Cinco linhas de ônibus mudam o trajeto no Condomínio Privê, em Ceilândia
Percursos passam a ser feitos, a partir desta segunda (26), exclusivamente pela Avenida Contorno do condomínio
A partir desta segunda-feira (26), as linhas de ônibus 374.1, 0.926, 926.1, 929.1 e 920.4, que atendem ao Condomínio Privê, em Ceilândia, vão ter o percurso alterado para melhorar o acesso dos passageiros ao transporte público coletivo. Esses cinco serviços vão deixar de circular pelas via internas do condomínio, passando a operar somente pela Avenida Contorno, no sentido horário.
A Secretaria de Transporte de Mobilidade (Semob) faz os ajustes após solicitação feita pela Administração Regional de Ceilândia. “Reorganizar o itinerário para o contorno do condomínio permite ampliar a cobertura das linhas e otimizar a operação do sistema, com impacto direto na qualidade do serviço prestado à população”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves.
As tarifas das cinco linhas continuam as mesmas, assim como a operação permanece sendo de responsabilidade da BsBus.
Linhas que terão alteração de itinerário
374.1 – Setor O (Condomínio Privê – Via Leste) / EPTG / SIG / W3 Norte / Terminal Asa Norte (semiexpressa)
0.926 – Setor O (Condomínio Privê – Via Leste) / Ceilândia Centro (Via M3 – Via Estádio)
926.1 – Setor O / Condomínio Privê (Feira dos Goianos – Comercial Norte) / Taguatinga Centro / Taguatinga Shopping
929.1 – Setor O (Expansão) / Condomínio Privê / P2 Norte / JK Shopping
920.4 – Setor O (Condomínio Prive – Via Leste) / EPTG / Via Eixo / Esplanada / Rodoviária do Plano Piloto -

Parque Ana Lídia passará por manutenção geral a partir do dia 26
Espaço será revitalizado com reforma de brinquedos, nova pintura e reestruturação de áreas infantis; operação conjunta envolve várias secretarias do GDF
O tradicional Parque Ana Lídia, localizado no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, passará por uma grande operação de manutenção entre os dias 26 e 30 de junho. Durante esse período, o espaço estará fechado para o público, a fim de receber serviços de reforma, pintura e limpeza geral.
A ação integra os esforços do Governo do Distrito Federal (GDF) para valorizar áreas públicas de convivência e lazer, por meio da união de forças entre a Secretaria de Esporte e Lazer, a Secretaria do Trabalho, a Secretaria de Governo, a Novacap e a administração do Parque da Cidade. Alunos do projeto Renova DF, profissionais do programa Mãos Dadas e equipes técnicas já estão mobilizados para revitalizar o espaço.
“Já estamos alinhando com a Novacap a implantação de novos brinquedos, que proporcionarão ainda mais opções para nossas crianças. Os brasilienses podem aguardar ansiosamente por um Parquinho Ana Lídia ainda mais bonito e acolhedor”, afirmou o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira.
Entre as obras previstas estão a reforma e pintura de brinquedos, incluindo o tradicional Castelinho, além da limpeza completa das instalações. A Secretaria de Esporte também prepara a abertura de licitação para reativar a lanchonete do espaço.
“O GDF está unido. Secretaria de Esporte, Secretaria do Trabalho e Secretaria de Governo estão trabalhando em conjunto. O parque está sendo planejado; após a reforma dos brinquedos tradicionais, que têm um valor sentimental para várias gerações de brasilienses, já estava no nosso cronograma de revitalização a atualização de todos os espaços infantis dentro do parque. Estamos atendendo a um pedido do governador Ibaneis para reforçar essas revitalizações e o cuidado especial”, destacou o administrador do Parque da Cidade, Todi Moreno.
Com forte valor afetivo para a população de Brasília, o Parquinho Ana Lídia é um dos espaços infantis mais visitados da capital. A iniciativa reforça o compromisso do GDF em cuidar do patrimônio público e oferecer áreas seguras e atrativas para as famílias brasilienses.
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Governo do DF institui temporada oficial da colheita de soja
Decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha define os meses oficiais para o recolhimento do grão; objetivo é valorizar os produtores responsáveis por mais de 320 toneladas na safra 2024/2025
A partir de agora, a temporada de colheita da soja no Distrito Federal conta com um período específico. Nesta sexta-feira (23), na AgroBrasília 2025, o governador Ibaneis Rocha assinou um decreto que institui a temporada do recolhimento do grão entre a segunda quinzena de janeiro e a primeira de fevereiro. A cada ano, a data será indicada pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF).
“O que nos orgulha ainda mais é saber que aqui estamos avançando em todas as áreas, desde o pequeno agricultor, que nós estamos financiando, até os grandes produtores rurais com a produção de soja do Distrito Federal, que tem crescido muito”, destacou o chefe do Executivo.
O cultivo da leguminosa é reconhecido como a principal atividade agrícola da capital. Só na safra de 2024/2025 foram produzidas mais de 320 mil toneladas, segundo a Emater-DF. A instituição do dia do recolhimento da soja visa a aumentar e reconhecer o trabalho dos mais de 1,3 mil produtores rurais, bem como estreitar a comunicação entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e as entidades representativas do setor agrícola.
“A instituição da temporada oficial da colheita de soja é mais uma medida para apoiar os produtores rurais do DF, que desempenham papel cada vez mais relevante nos mercados nacional e internacional. O decreto assinado pelo governador Ibaneis reforça o compromisso da nossa gestão com fortalecimento constante da produção rural da nossa cidade”, afirmou a vice-governadora Celina Leão.
O secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno, classificou o decreto como um marco para o setor agrícola do DF: “Estamos reconhecendo o produtor como a grande estrela da agropecuária do Distrito Federal. Simboliza o reconhecimento da principal atividade agrícola do DF, que é a soja, e do esforço dos produtores”.
Produção no DF
O Distrito Federal conta com uma área de mais de 83 mil hectares de plantação de soja. A produção atende tanto a capital quanto outros estados brasileiros, bem como o exterior. Segundo o secretário de Agricultura, o DF já exporta o item para o Paquistão.
Segundo dados da Emater-DF, a safra de 2024/2025 tem uma área plantada superior a 72.322,95 hectares, totalizando mais de 320 mil toneladas, metade dessa quantidade destinada ao mercado de grãos comerciais.
Incentivo
Em fevereiro deste ano, o governador Ibaneis Rocha esteve com os produtores de soja para acompanhar o início da colheita na Fazenda Coperbrás, em Planaltina. Na oportunidade, ele anunciou a reforma das estradas que ligam às produções rurais da região para evitar as perdas dos produtos durante o transporte.
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Avenida Central do Núcleo Bandeirante terá mais acessibilidade
Segunda etapa de projeto da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação prevê calçadas amplas, rotas acessíveis e estacionamentos reorganizados
A Avenida Central do Núcleo Bandeirante vai ganhar calçadas mais largas e contínuas, rotas acessíveis, rampas nos principais pontos de travessia, estacionamentos reorganizados e espaços compartilhados entre pedestres e ciclistas. Áreas de permanência e quiosques também serão padronizados, com novas mesas, bancos, lixeiras e pergolados – estruturas de madeira ou metal que criam áreas cobertas.
As melhorias fazem parte da segunda etapa do projeto viário da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), que abrange os trechos 2, 3 e 4 da avenida. A proposta foi aprovada pela Portaria nº 68, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (23).
Principal via da região administrativa, a avenida tem 2,26 km de extensão e concentra grande parte do comércio local. Para facilitar a execução, o projeto foi dividido em quatro trechos.
O primeiro, aprovado no ano passado, vai da Vila Divinéia até o balão próximo ao posto San Remi. Agora, a revitalização avança por mais 90,5 mil m² até o Parque Bandeirante, cobrindo os demais trechos e completando toda a extensão da via.
O projeto prevê a ampliação das calçadas para melhorar a circulação de pedestres e cadeirantes, especialmente em pontos de maior fluxo, como paradas de ônibus. Serão construídos 3.430 metros de passeios acessíveis, e a sinalização será reforçada com novas faixas de pedestre. Entradas de ruas sem saída serão transformadas em calçadas contínuas com plataformas elevadas.

Também está prevista a recuperação de 4.643 m² de áreas verdes, o plantio de 152 árvores e a reorganização dos estacionamentos próximos ao comércio e aos canteiros centrais. Haverá vagas para carros, motos, bicicletas, idosos e pessoas com deficiência (PcD).
Nos estacionamentos junto aos edifícios, o espaço será compartilhado com bicicletas. As calçadas próximas ao comércio serão organizadas em faixas, com rampas e escadas. Na Praça do Mercadão, após a escadaria, serão instalados pergolados para apoiar o comércio local e integrar a 3ª Avenida à Avenida Central.
Levantamento
Antes da elaboração do projeto, a equipe técnica da Seduh fez um diagnóstico da situação atual e identificou problemas como falta de acessibilidade, dificuldade de travessia, calçadas estreitas e desniveladas, e piso irregular.
“A proposta prioriza demandas da comunidade e tem como diretriz principal a acessibilidade nas calçadas, já que há grande circulação de pedestres”, afirma o subsecretário de Projetos e Licenciamento de Infraestrutura da Seduh, Vitor Recondo.
O administrador regional do Núcleo Bandeirante, José de Assis Silva, lembra que a obra atende a uma reivindicação antiga: “Muitos idosos pediam por mais acessibilidade. Sem falar na reorganização dos estacionamentos. A avenida tem 65 anos e nunca passou por uma transformação desse porte. Será um grande ganho para a comunidade”.
Próximos passos
Com a publicação da Portaria nº 68, a segunda etapa será encaminhada à Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), que ficará responsável pelos projetos executivos e complementares necessários para a realização da obra.
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Santa Maria ganha mais 530 luminárias de LED
Programa de modernização da iluminação da CEB IPes leva mais eficiência e qualidade de vida à cidade
Santa Maria recebe investimentos para modernização do sistema de iluminação pública. Nos últimos dias, a CEB IPes liberou mais 530 luminárias de LED para instalação em diversas regiões da cidade, garantindo mais segurança, eficiência energética e qualidade de vida para os moradores.
As melhorias contemplaram as quadras QR 416, 417, 418, 517 e 518, que receberam 353 novas luminárias de LED, além da Quadra 404, com 106 pontos modernizados, e do Condomínio Porto Rico, que agora conta com 72 luminárias novas.
O investimento faz parte do programa de modernização da iluminação pública, que tem substituído lâmpadas antigas, de vapor de sódio, por modelos LED — mais potentes, econômicos e sustentáveis. A iniciativa contribui diretamente para a sensação de segurança da população, melhora a visibilidade de motoristas e pedestres e valoriza os espaços urbanos.
“Além de gerar economia na conta de energia pública, a iluminação em LED tem maior durabilidade e menor custo de manutenção”, reforça o diretor de Modernização e Obras da companhia, Mauro Landim. “Isso significa mais eficiência e mais qualidade de vida para quem mora em Santa Maria.”
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Zebrinha chega à Vila Planalto a partir desta segunda (26)
Linha 031.3 vai até o Terminal da Asa Sul (TAS), passando pela W3 Sul
O transporte de vizinhança, que funciona com os conhecidos miniônibus zebrinhas, chega à Vila Planalto nesta segunda-feira (26). A linha 031.3 vai fazer a ligação da região com a W3 Sul, indo até o Terminal da Asa Sul (TAS). Com essa implantação feita pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), já são 15 regiões administrativas que contam com o serviço.
Ao todo, são seis horários, sendo quatro partindo da Vila Planalto (6h10, 6h30, 12h30 e 19h) e outros dois do TAS (11h56 e 18h22). Todas as saídas são de segunda a sexta. A tarifa é R$ 3,80, e o serviço será operado pela Viação Piracicabana.
“A proposta dos zebrinhas é suprir uma necessidade de deslocamento interno nas regiões administrativas, uma vez que o transporte de vizinhança tem o perfil mais adequado para atender determinadas áreas das cidades, permitindo deslocamentos mais rápidos e a um custo mais barato para as pessoas”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves.
Ampliação
Antes restrito ao Plano Piloto, o serviço de Transporte de Vizinhança foi ampliado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) no ano passado e, atualmente, atende 14 regiões administrativas, oferecendo maior agilidade e praticidade para o dia a dia da população. A frota conta com 57 veículos, distribuídos em 24 linhas, que registram total de 528 viagens por dia útil, 156 aos sábados e 54 aos domingos, ultrapassando 738 viagens durante a semana.
O serviço atende Águas Claras, Arniqueira, Ceilândia, Cruzeiro, Lago Sul, Paranoá, Plano Piloto, São Sebastião, Sol Nascente/Pôr do Sol, Sudoeste/Octogonal, Taguatinga, Vicente Pires, Park Way e Itapoã.
As viagens do Zebrinha custam R$ 2,70 ou R$ 3,80, dependendo da linha, e são elegíveis para o processo de integração, permitida aos usuários que utilizam cartões da bilhetagem automática – o Cartão Mobilidade e o Vale-transporte.
Linha nova – Zebrinha (a partir de 26 de maio)
031.3 – Vila Planalto/W3 Sul (TAS)
Viagens em dias úteis
Saindo da Vila Planalto: 6h10, 6h30, 12h30 e 19h.
Saindo do Terminal Asa Sul (TAS): 11h56 e 18h22.