Vítima foi identificada como Domingas Silva, de 33 anos. Vizinhos sentiram mau cheiro e encontraram mulher enrolada em lençol, dentro de kitnet na QNN 3, em Ceilândia
Uma mulher foi encontrada morta, dentro de casa, na QNN 3, de Ceilândia, no Distrito Federal, neste sábado (1º). Domingas de Almeida Silva, de 33 anos, estava enrolada em um lençol e, segundo a polícia, o corpo “estava em estado avançado decomposição” dentro de kitinet onde morava.
A suspeita é de feminicídio. Segundo a polícia, o crime ocorreu entre terça (27) e quarta-feira (28) desta semana.
Vizinhos de Domingas encontraram o corpo após sentirem um “mau cheiro” no local. Pelo corredor, eles conseguiram abrir a janela do quarto onde estava a vítima.
Testemunhas contaram que a mulher estava sendo ameaçada por um ex-companheiro. Recentemente, ela havia mudado o número do telefone.
O caso é investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) II, de Ceilândia. O corpo foi encaminhado para Instituto de Medicina Legal (IML) para necropsia.
Os investigadores não encontraram sinais de facada ou de disparo de arma de fogo. A causa da morte ainda não tinha sido definida até a publicação desta reportagem.
Patrícia Silva Vieira Rufino, 40 anos, foi morta pelo ex-companheiro no último sábado (17/9), no Itapoã. O enterro ocorre na manhã desta segunda (19/9)
Choro e tristeza permearam o enterro de Patrícia Silva Vieira Rufino, 40 anos, na manhã nublada desta segunda-feira (19/9). Vítima de feminicídio no sábado (17/9) a brigadista foi velada por familiares e amigos no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. A mulher foi atacada pelo ex-companheiro diante dos filhos, no Itapoã.
Irmão mais velho de Patrícia, Arthur Silva Pinto contou que a irmã era uma pessoa maravilhosa e sonhava em dar uma vida melhor para os filhos. “Ela era uma pessoa muito carinhosa, muito querida pela família e pelos amigos. Era uma pessoa tranquila e muito pacificadora, calma e quieta. Uma guerreira”, disse. A vítima era a terceira de sete irmãos, sendo dois homens e cinco mulheres.
Com camisas com a foto da vítima e a palavra “saudades”, os parentes se lamentavam e choravam muito com a partida repentina. Segundo o irmão, Patrícia já havia denunciado o ex-companheiro Cleiton Rogério Pereira Costa, 46 anos. Eles teriam ficado juntos por cerca de 17 anos, de acordo com a filha mais velha do casal, e estavam separados há três anos.
O casal tinha quatro filhos. O feminicídio ocorreu durante uma discussão entre a brigadista e o ex. Os filhos mais novos do casal, de 8 e 11 anos, estavam em casa e viram o momento em que o pai arrancou a pia da cozinha e espancou Patrícia com pedaços de porcelana.
Muito emocionados, um dos filhos mais velhos e uma das filhas, que presenciou o fato, precisarem ser amparados pelos familiares. Uma parente da vítima passou mal e precisou de atendimento do Corpo de Bombeiros Militar do DF.
Cleiton Rogério tentou fugir logo após cometer o crime, mas foi detido por populares e por pouco não acabou linchado. Ele foi preso em flagrante e encaminhado à 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), que investiga o caso.
Em nota, o Colégio Coc Lago Norte, onde Patrícia trabalhou, manifestou profundo pesar pela morte da ex-funcionária. A brigadista prestou serviços na instituição entre fevereiro de 2017 e outubro de 2018. “O colégio se solidariza com os familiares e amigos de Patrícia Rufino neste momento de dor”, ressaltou a nota.
Crime ocorreu na tarde deste sábado (17), na QL 7. Vítima foi identificada como Patrícia Rufino, de 40 anos; suspeito tentou fugir e chegou a jogar pedras em testemunhas que queriam contê-lo, mas foi preso em flagrante
Uma mulher de 40 anos foi morta pelo companheiro, de 46 anos, na tarde deste sábado (17), na QL 7 do Itapoã, no Distrito Federal. A vítima, identificada como Patrícia Rufino, e o suspeito estavam dentro de casa quando o crime ocorreu.
Segundo a Polícia Civil, o homem usou uma pia de cozinha para golpear a vítima várias vezes na cabeça. O suspeito tentou fugir após o crime e chegou a jogar pedras em testemunhas que se esforçavam para contê-lo. No entanto, acabou preso em flagrante pela Polícia Militar.
O delegado que investiga o caso, Ricardo Viana, da 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá, afirma que o casal estava junto há 19 anos e tem quatro filhos. O crime foi presenciado por dois deles, crianças de 9 e 11 anos de idade.
Segundo o delegado, o homem alegou, em depoimento, que descobriu uma traição e a discussão teve início. Em seguida, utilizou uma pia solta para atingir a vítima. A polícia ainda não sabe se a ferramenta estava instalada e foi retirada para o ataque, ou se já estava solta.
As crianças que presenciaram a cena saíram correndo da casa e pediram ajuda a vizinhos, que acionaram as autoridades. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ir ao local, mas a vítima já estava morta.
Ainda de acordo com o delegado Ricardo Viana, a mulher já tinha registrado duas ocorrências contra o companheiro por violência doméstica, em 2018 e 2019. Um vizinho do casal disse à polícia que o homem costumava agredir a vítima.
Corpo de Brenda Pinheiro da Silva, de 26 anos, foi encontrado carbonizado, no Parque Gatumé, em Samambaia, no dia 7 de maio. Segundo investigação, motivação do crime seria vingança
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, na sexta-feira (26), três suspeitos de matar jovem, na região de Samambaia. O corpo de Brenda Pinheiro da Silva, de 26 anos, foi encontrado carbonizado na manhã de 7 de maio, no Parque Gatumé, na quadra 407.
Segundo a investigação, a jovem foi estuprada e atingida por 22 golpes de faca. Depois disso, os suspeito ainda cortaram as duas mãos da vítima.
De acordo com a polícia, Brenda era amiga de uma ex-namorada de um dos envolvidos no crime. A suspeita dos investigadores é de que a motivação tenha sido vingança.
Polícia Civil investiga local onde corpo de mulher carbonizado foi encontrado em Samambaia — Foto: Reprodução TV
Na sexta, a Polícia Civil cumpriu os três mandados de prisão e oito de busca e apreensão relacionados ao crime. As três pessoas presas foram indiciadas por homicídio qualificado, estupro e ocultação de cadáver.
Drielle Ribeiro da Silva, 34, teve o corpo encontrado em um gramado, na QR 206 de Samambaia, próximo à linha do metrô
O Tribunal do Júri de Samambaia condenou a 17 anos de prisão o homem acusado de esfaquear a companheira por 57 vezes em Samambaia. Drielle Ribeiro da Silva, 34, teve o corpo encontrado em um gramado, na QR 206 de Samambaia, próximo à linha do metrô, em dezembro do ano passado. À época, em depoimento à polícia, o autor, Juvenilton Aquino da Costa, 36, confessou o feminicídio.
O casal manteve relacionamento por cerca de 10 anos. Segundo as investigações conduzidas pelo delegado Rodrigo Carbone, da 26ª Delegacia de Polícia, antes do crime, Juvenilton contou que dormiu na casa da mulher por três noites e, no dia dos fatos, os dois reuniram-se com amigos. Segundo as investigações, Drielle teria ficado com ciúmes de algumas mulheres que estavam na residência e os dois começaram uma discussão.
Drielle e Juvenilton foram até um bar próximo, onde continuaram a discutir. No depoimento prestado pelo homem, ele relatou que a companheira chegou a ameaçá-lo. Num determinado momento, como as câmeras de segurança mostraram, o homem sai do estabelecimento e vai para a casa. No trajeto, Drielle e o companheiro começaram uma outra briga, momento em que o agressor pegou uma faca e desferiu pelo menos 57 golpes contra a mulher.
Condenação
A Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri de Samambaia obteve a condenação de Juvenilton pelo feminicídio. O réu foi condenado, nesta sexta-feira, 26 de agosto, a 17 anos, dois meses e oito dias de prisão em regime inicial fechado.
O Tribunal do Júri condenou Juvenilton por feminicídio, agravado por uso de meio cruel e de recurso que dificultou a defesa da vítima.
Segundo polícia, Luciana Gomes, de 35 anos, foi morta pelo namorado, no Sol Nascente. Já o corpo de Adriana dos Santos Leite, de 49 anos, foi encontrado perto da Epia, com sinais de violência sexual
Duas mulheres foram encontradas mortas, por estrangulamento, nesta quarta-feira (10), no Distrito Federal. Um dos crimes foi em um prédio da quadra 700 do Sol Nascente, por volta das 7h. Uma hora depois, o corpo de uma outra mulher foi encontrado com indícios de violência sexual na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia).
No primeiro caso, a vítima foi identificada como Luciana Gomes, de 35 anos. Segundo a Polícia Civil, ela foi morta pelo namorado, Eduardo Regis da Cruz, de 38 anos, preso em flagrante.
Segundo os vizinhos, o corpo de Luciana já estava enrijecido, por isso, eles suspeitam que o crime tenha ocorrido na noite de terça-feira (9). Ela era mãe de gêmeos, de dois anos de idade, que conforme as testemunhas “estavam com sinais de que passaram a noite com frio e com fome”.
Luciana Gomes, 35 anos, vítima de feminicídio no Sol Nascente, no DF — Foto: Arquivo pessoal
A família de Luciana disse que ela conheceu Eduardo pela internet, e que os dois estavam juntos há três meses. A manicure Flávia Brito foi a primeira a entrar no apartamento, após Eduardo pedir socorro.
“Quando deu sete horas da manhã, ele saiu do apartamento da Luciana gritando, pedindo socorro e dizendo que tinha entrado alguém lá dentro e feito alguma coisa com ela”, contou Flávia.
A manicure disse ainda que Eduardo demonstrou desespero com a morte da namorada. “Ele se jogou no chão, chorando muito. Fui adentrando na casa dela, procurando onde estava a Luciana e, quando cheguei no quarto dela, ela estava deitada no chão, entre a parede e a cama, e com um pano no rosto”.
Quando os bombeiros chegaram, viram que ela tinha sido estrangulada e Eduardo foi detido. O delegado-chefe da 23ª DP (PSul), Gustavo Farias, conta que o homem já tinha ficha criminal.
“Ele já tinha histórico de passagens por violência doméstica com outras companheiras, tinha também histórico de posse de arma de fogo e demonstrava ser uma pessoa violenta”, diz o delegado. “
Ainda conforme o delegado, parentes de Luciana contaram que o homem era possessivo e que sentia muito ciúmes da vítima. Por esse motivo, ela teria tentado romper o relacionamento.
Crime na Epia
Adriana dos Santos Leite, de 49 anos, foi encontrada morta perto da Epia e do Shopping Popular, no DF — Foto: Reprodução TV
Um pouco mais tarde, também na manhã desta quarta-feira, o corpo de uma mulher estrangulada, e com sinais de violência sexual foi encontrado embaixo das árvores em uma área verde, perto da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia) e do Shopping Popular.
A mulher foi identificada como Adriana dos Santos Leite, de 49 anos. A suspeita dos investigadores é de que ela também foi vítima de feminicídio.
Adriana dos Santos Leite, mais conhecida Como Naná, foi encontrada morta na Epia, sentido Estrutural – Foto: Reprodução
Adriana tinha sido vista pela última vez na sexta-feira (5), em um bar, com amigos. No local do crime, a polícia encontrou colchões, restos de um sofá, comida e roupas masculinas.
Um tapete e uma camiseta, aparentemente sujos de sangue, foram periciados. A mulher morava com uma irmã, na região do Cruzeiro. Segundo os investigadores, a família não estranhou o desaparecimento, porque ela costumava passar dias fora de casa, sem avisar.
Testemunha viu corpo na manhã desta quarta-feira (10), entre a Feira Popular e a Rodoferroviária. Segundo Polícia Civil, vítima estava com ‘vestes íntimas deslocadas’
Um cadáver feminino foi encontrado na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), perto da Feira Popular e da Rodoferroviária, no Distrito Federal, na manhã desta quarta-feira (10). Um homem que passava pelo local viu o corpo e acionou a Polícia Militar (PMDF), por volta das 8h.
Segundo a ocorrência registrada na 3ª Delegacia de Polícia, no Cruzeiro, o corpo já apresentava certo grau de “putrefação e indícios de violência sexual, com vestes íntimas deslocadas”.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros (CBMDF) também atendeu a ocorrência e confirmou o óbito. Até a última atualização desta reportagem, a vítima não tinha sido identificada.
Crime ocorreu no domingo (7), na quadra 508; Alisson da Silva foi encontrado na segunda (8), perto do local. Deisielle dos Santos, de 29 anos, chegou a ser socorrida e levada à UPA, mas não resistiu
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) prendeu, na noite de segunda-feira (8), Alisson da Silva, de 26 anos. Ele é suspeito de matar a esposa, Deisielle dos Santos, de 29 anos, a tiros, no domingo (7), na quadra 508 do Recanto das Emas. A vítima deixa oito filhos, nenhum deles com o suspeito.
Segundo a PM, o homem foi encontrado perto do local do crime e confessou o feminicídio. Uma equipe da corporação foi avisada por vizinhos que ele estava no local. Ao se aproximarem da casa, os militares viram o criminoso tentando fugir pelo telhado, mas conseguiram capturá-lo.
Ainda de acordo com a PM, Alisson estava com a arma do crime, um revólver calibre 32. A corporação afirma que os ocupantes da casa onde ele estava sabiam da autoria do assassinato e, por estarem encobrindo o suspeito, foram levados para a 27ª Delegacia de Polícia, no Recanto das Emas.
De acordo com o boletim de ocorrência, no dia do feminicídio, a vítima chegou a dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento da região, após ser atingida por tiros no tórax, mas não resistiu.
Histórico
A Polícia Civil informou que os casal estava junto há dois anos e “vivia em contexto de violência doméstica”. A vítima nunca registrou ocorrência por esse tipo de crime.
De acordo com a investigação, o suspeito tem passagens na polícia por roubo, furto, homicídio, porte de arma e organização criminosa. Ele cumpria regime de prisão domiciliar. Foi solto em 9 de junho, após ser preso com uma arma de fogo.
Na audiência de custódia, o homem foi colocado em liberdade, mediante uso de tornozeleira eletrônica.
Violência contra a mulher
Nos últimos 30 dias, o Distrito Federal registrou casos de violência contra a mulher. Foram pelo menos três feminicídios em menos de um mês.
Deisielle dos Santos chegou a ser socorrida e levada à UPA, mas não resistiu e morreu. Alisson da Silva está foragido
Uma mulher, de 29 anos, foi morta a tiros, neste domingo (7), no Recanto das Emas, no Distrito Federal. De acordo com a Polícia Civil, o marido dela, de 26 anos, é suspeito de cometer o crime.
Alisson da Silva é suspeito de matar a esposa no Recanto das Emas, no DF — Foto: Arquivo pessoal
A investigação informou que Alisson da Silva está foragido. De acordo com o boletim de ocorrência registrado na 27ª Delegacia de Polícia, no Recanto das Emas, a vítima, identificada como Deisielle dos Santos, deu entrada na UPA da região, após ser atingida por tiros.
Em seguida, os policiais foram à delegacia e constataram que ela morreu. Na casa da vítima, os investigadores encontraram uma arma de fogo e uma porção de maconha.
Uma outra mulher que estava na casa de Deisielle foi levada à delegacia para prestar informações. O caso é investigado como “apreensão de possível substância entorpecente, apreensão de arma de fogo e feminicídio”.
Histórico
De acordo com a investigação, o suspeito tem passagens por roubo, furto, homicídio, porte de arma e organização criminosa. Ele cumpre regime de prisão domiciliar.
Ele foi solto em 9 de junho, após ser preso com uma arma de fogo. Na audiência de custódia, ele foi colocado em liberdade mediante uso de tornozeleira eletrônica.
A investigação informou ainda que os casal estava junto há dois anos e “viviam em contexto de violência doméstica”. A vítima nunca registrou ocorrência.
Deisielle deixa oito filhos. Nenhum deles era com o suspeito.
Crime ocorreu na madrugada de sábado (6). Segundo Polícia Civil, briga foi motivada por ciúmes; suspeito estava foragido até manhã desta segunda (8)
A jovem de 22 anos que foi baleada por um amigo do namorado durante uma briga, no sábado (6), na Estrutural, morreu na madrugada deste domingo (7). A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
A vítima, Andreza Farias Santiago, estava internada no Hospital de Base do DF (HBDF), em estado grave. De acordo com o delegado da 8ª Delegacia de Polícia, Thiago Peralva, que investiga o caso, a mulher “ficou internada por cerca de 24 horas, mas não resistiu”.
Romberg Farias Santiago, de 40 anos, suspeito atirar em Andreza Farias Santiago, no DF — Foto: Facebook/Reprodução
O suspeito do crime é Romberg de Oliveira dos Santos, de 40 anos. Até a manhã desta segunda-feira (8), ele continuava foragido.
O crime foi próximo ao Restaurante Comunitário da Estrutural. De acordo com a PCDF, a vítima foi baleada durante uma discussão, que teria sido motivada por ciúmes.
Júlio César Gonçalves, de 18 anos, e Andreza Farias Santiago, de 22 anos — Foto: Facebook/Reprodução
Segundo a investigação, o trio bebia junto quando a vítima pediu a moto do amigo do namorado emprestada. Com ciúmes, o companheiro da jovem, Júlio César Gonçalves, de 18 anos, começou a discutir com ela.
No meio da briga, o suspeito tomou parte na briga do casal, pegou uma arma de fogo e disparou contra a mulher.