Categoria: Variedades

  • Afogamento é a principal causa de morte de crianças. Veja como prevenir

    Afogamento é a principal causa de morte de crianças. Veja como prevenir

    No Distrito Federal, de janeiro a julho deste ano, sete em cada dez acidentes do tipo envolviam menores de 9 anos. Ações simples podem evitar tragédias em casa

    Um levantamento feito em 2022 pela Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático apontou que a principal causa de morte de crianças entre 1 e 4 anos é o afogamento, além de ser a segunda causa de óbito nas idades entre 5 e 9 anos. No Distrito Federal, de janeiro a julho deste ano, 72,7% dos afogamentos envolviam crianças.

    Apesar de 40% dos casos de afogamento acontecerem em piscinas, há casos de crianças que se afogam em bacias e até vasos sanitários. Confira dicas de cuidados com os pequenos, desde a restrição ao acesso de piscinas, com os tipos de cercamentos adequados, até a inutilização de flutuadores sem certificado.

    O tenente Ramon Lauton, do Grupamento de Busca e Salvamento Aquático, recomenda algumas ações de prevenção, entre elas a principal: atenção 100% do tempo. “Estar sempre de olho, não desviar a atenção e estar sempre perto da criança, mantendo ela sempre à distância de um braço”, frisou o tenente.

    Até na hora de escolher os flutuadores, é importante ter atenção, pois nem todos são autorizados. “O que a gente recomenda são os certificados com o selo do Inmetro. Procure boias que deem mais estabilidade, que não deixe a criança afundar ou virar e ficar de cabeça para baixo”, aconselha o tenente.

    Entre os cuidados dentro de casa, está deixar baldes ou bacias cheias de água fora do alcance de crianças, privadas tampadas e restringir o acesso a áreas perigosas. Mas, para pessoas que possuem piscina em casa, há partes específicas que necessitam de atenção.

    Como o cercamento, por exemplo, que deve ser feito de forma correta. A área da piscina deve ser cercada com grades na vertical, que impeçam a criança de escalar, e também com pouco espaçamento – no máximo 12 centímetros entre as grades, para evitar que os pequenos passem entre elas.

    Além disso, o cercamento não pode ser feito com muros ou materiais opacos que não permitam a passagem de luz, mas sim de uma forma que seja possível visualizar toda área de dentro da piscina pelo lado de fora.

    O portão para a entrada da piscina precisa ser aberto para fora, e não para dentro, dificultando o acesso da criança à área de risco. E o dispositivo de fechamento deve ser na parte superior, de forma que o pequenino não consiga alcançar. “Mesmo que a criança coloque um banquinho ou anteparo, quando a abertura do portão é para fora, o próprio anteparo vai impedir que a porta se abra”, explica o bombeiro Lauton.

    O fechamento da piscina também precisa ser levado em consideração. Se for feito por lona, por exemplo, é importante que seja fixa, com medidas corretas e resistente para suportar o peso de uma criança.

    “Não é simplesmente jogar uma lona por cima, porque muitas vezes a pessoa pensa ‘ah, tá com uma lona em cima da piscina, tá salvo, tá seguro’. Primeiro perigo: se a criança subir nessa lona e afundar, a criança acaba afundando junto com a lona. Outro perigo é se tiver uma abertura na lona e a criança passar por baixo, entrar e afogar, ela não vai ser vista. Às vezes, o último local que os pais vão procurar é debaixo dessa lona, há registros de acidentes em que isso acontece”, conta Lauton.

    Arte: Agência Brasília

    ‌Os perigos da bomba de sucção

    Também é importante a instalação de alguns dispositivos que evitem acidentes frequentes, entre eles, o mais comum é com o ralo de sucção. Em algumas piscinas, existe um botão de desarme emergencial da bomba de sucção, geralmente de fácil acesso. “É uma sucção muito forte. Se a criança fica presa em um ralo desse, ela acaba afogando e indo a óbito”, reforça o tenente.

    A bomba de sucção é responsável por fazer a circulação da água. Então, o ralo precisa ser com um dispositivo de sucção que evite prender a criança por algum membro como um braço ou, dependendo do tamanho da criança, pelo o tronco – ou até pelo cabelo.

    Esse foi o caso que aconteceu com a filha de sete anos de Marina Amado, 41, durante um churrasco com a família na piscina do condomínio em que moravam, na região de Águas Claras, há cerca de oito anos. Ela quase perdeu a filha, que ficou com a trança presa em um dos ralos laterais de sucção da piscina.

    “O sistema de sucção era muito forte e os responsáveis pela limpeza da piscina do condomínio deixaram no modo errado, sem ralo vedado. A força foi toda para essa única abertura e a trança da Luisa prendeu no ralo, deixando ela com a cabeça presa embaixo d’água”, recorda a mãe.

    Luisa ficou submersa durante 3 minutos e 45 segundos. Ela chegou a levantar a mão, mas percebeu que ninguém a olhava e logo perdeu a consciência. Após um dos primos achar estranha a ausência da criança, percebeu o que acontecia e chamou o restante da família. Marina conta que, ao correr para a piscina, conseguiram ver o rosto desacordado da menina, que já estava roxo.

    Como a sucção era forte, não conseguiam retirá-la da água. Até que a irmã de Marina teve a ideia de cortar o cabelo da menina, com uma das facas próximas no local, e conseguiram retirá-la. “Na nossa visão ela estava morta naquela hora. Fizemos boca a boca e nada, foi um pânico generalizado”, conta a mãe.

    Algumas pessoas que estavam no condomínio presenciaram as cenas de desespero e muitos ligaram para a emergência. Um médico chegou a fazer manobras em Luisa, que cuspiu água mas permaneceu desacordada. Os bombeiros e o Samu chegaram cerca de cinco minutos após a criança ter sido retirada da água.

    Depois de duas horas em coma, Luisa acordou, para o alívio dos familiares. “Os médicos falaram que ela teria sequelas graves cognitivas. Tem crianças em coma há anos por causa de acidentes assim, esse tempo que ela ficou fora levaria até a óbito. Mas, depois que ela acordou e fizemos as perguntas básicas, ela estava perfeita”, lembra Marina.

    Ao lembrar do desespero, a mãe diz que ninguém tinha ideia de quanto tempo ela tinha ficado submersa, sabendo apenas pelas filmagens, logo depois do acidente.

    Marina relata que, após o ocorrido, a família descobriu diversos casos parecidos e fala da vida depois do susto. “Tivemos consequências no comportamento das crianças, precisamos passar por terapia. Foi muito duro e ruim, mas recorremos à fé porque, com certeza, houve ação de Deus naquele momento. A Luisa acabou de fazer 15 anos”.

    O que fazer em casos de afogamento infantil

    De acordo com o tenente Lauton, a partir do momento que se percebe a ausência da criança, as zonas críticas são os primeiros locais a se procuraronas críticas.

    “Procurar na piscina, se tiver, dentro de balde, se houver algum espalhado pelo quintal ou qualquer coisa assim, e nos vasos sanitários também. São áreas críticas que, se a criança estiver lá, há grande risco de morte”, alerta o bombeiro.

    Ao presenciar um afogamento, a primeira coisa a fazer é retirar a criança da água. Em seguida, deixá-la em um lugar plano e ligar imediatamente para a emergência (Bombeiros no 193 ou Samu no 192), pedir urgência e relatar a situação.

    “Provavelmente, o bombeiro que vai estar do outro lado da linha já vai auxiliar a fazer os primeiros socorros enquanto o resgate não chega. Esse é o fundamental a fazer quando você se depara com uma situação dessa”, observa.

  • ‘Superlua Azul’ ilumina o céu nesta quarta (30); fenômeno pode ser visto a olho nu

    ‘Superlua Azul’ ilumina o céu nesta quarta (30); fenômeno pode ser visto a olho nu

    No DF, melhor momento para observação é no início da noite. Próxima superlua azul só será vista em setembro de 2031, diz professor da Universidade de Brasília

    A “Superlua Azul” marca a noite desta quarta-feira (30). O fenômeno pode ser visto a olho nu, e Brasília, por causa da visão aberta do horizonte, é uma das cidades do país onde ela se mostra com evidência (veja vídeo acima).

    O professor de física e de astronomia da Universidade de Brasília (UnB) Paulo Eduardo de Brito explica que a superlua azul acontece devido a dois fatores:

    🌕 A coincidência da lua cheia com o perigeu – quando a distância entre a lua e a Terra é menor do que 360 mil km. Quando isso acontece, a lua fica 14% maior e 30% mais brilhante do que no apogeu (microlua) – quando está mais distante

    🌕 A ocorrência de uma segunda lua cheia em um mesmo mês

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a segunda lua cheia de agosto começa nesta quarta, às 22h35, e vai até a próxima quarta (6), quando o satélite fica na fase minguante, às 19h21. A lua, entretanto, já começa seu processo de decrescer na quinta-feira (31).

    O professor Paulo Eduardo de Brito explica que a lua não fica azul – “é apenas uma licença poética”. Mas o fenômeno pode ser considerado raro porque ocorre, mais ou menos, a cada 3 anos, diz Brito.

    “Quando coincide de ser uma lua azul e uma superlua ao mesmo tempo, o satélite recebe o nome de superlua azul. O evento deve acontecer novamente só em setembro de 2031“, diz o professor.

    Em Brasília, o professor aponta que o melhor horário para se observar o fenômeno é no início da noite, quando a lua surge no horizonte leste. “Uma foto tirada do alto da Torre de TV, mirando o Congresso, dará uma foto muito bonita”, aconselha.

    Superlua Azul em imagem perto da Torre de TV Digital, em Brasília — Foto: Leo Caldas

    Próximos fenômenos para ficar de olho no céu

    Além desta superlua, no segundo semestre do ano ocorrem dois eclipses e seis chuvas de meteoros.

    Eclipses

    • ☀️ 14 de outubro: Eclipse solar anular (visível em boa parte do país);
    • 🌗 28-29 de outubro: Eclipse lunar parcial (visível em uma pequena parte do país).

    Chuvas de meteoros

    • ☄️ Draconids: ativa de 6 a 10 de outubro (pico: de 8 a 9 de outubro). Pico de meteoros por hora: 10;
    • ☄️ Orionids: ativa de 2 de outubro a 7 de novembro (pico: de 21 a 22 de outubro). Pico de meteoros por hora: 25;
    • ☄️ Taurids: ativa de 10 de setembro a 20 de novembro no Hemisfério Sul (pico: de 10 a 11 de outubro no Hemisfério Sul). Pico de meteoros por hora: 5;
    • ☄️ Leônidas: ativa de 6 de novembro a 30 de novembro (pico: de 17 a 18 de novembro). Pico de meteoros por hora: 10;
    • ☄️ Geminidas: ativa de 4 a 20 de dezembro (pico: de 14 a 15 de dezembro). Pico de meteoros por hora: 150;
    • ☄️ Ursids: ativa de 17 a 26 de dezembro (pico: de 22 a 23 de dezembro). Pico de meteoros por hora: 10.

    Fonte: G1

  • Base Aérea de Brasília abre portões para visitantes conhecerem atividades da Aeronáutica; veja programação

    Base Aérea de Brasília abre portões para visitantes conhecerem atividades da Aeronáutica; veja programação

    Evento está marcado para domingo (3), das 8h às 17h; entrada é gratuita, mas pessoas podem contribuir com 1 kg de alimento não perecível. Entre as atrações, apresentação da Esquadrilha da Fumaça

    A Base Aérea de Brasília abre seus portões no próximo domingo (3), em um evento para aproximar a população das atividades da Aeronáutica. O “Portões Abertos 2023″ vai das 8h às 17h, com entrada gratuita, no entanto, as pessoas podem contribuir com a doação de 1 kg de alimento não perecível.

    A programação conta com:

    • 🛫 Apresentação do Esquadrão de Demonstração Aérea, conhecido como “Esquadrilha da Fumaça“;
    • 🛫 Atrações terrestres e aéreas
    • 🛫 Exposições

    “A atividade institucional, sem fins lucrativos, é uma oportunidade para estreitar os laços da sociedade local com a Base Aérea de Brasília e a com a Força Aérea Brasileira (FAB)”, diz a FAB.

    Neste ano, o evento também homenageia os 150 anos de nascimento de Alberto Santos Dumont, considerado o pai da aviação e o patrono da aeronáutica brasileira. Ele realizou o voo do aparelho mais pesado do que o ar em 1906, no Campo de Bagatelle, em Paris, na França. O modelo chamado de 14 Bis percorreu 60 metros em sete segundos, voando a dois metros do solo.

    Programe-se

    • ✈️ Evento: Portões Abertos 2023
    • 📍 Onde: Base Aérea de Brasília (Área Militar do Aeroporto Internacional JK)
    • 🗓️ Quando: domingo (3)
    •  Horário: das 8h às 17 horas
    • 👉 Entrada: 1 kg de alimento não perecível

    Fonte: G1

  • Curso gratuito capacita mulheres sobre mecânica

    Curso gratuito capacita mulheres sobre mecânica

    Aulas ocorrem na Escola Pública de Trânsito de Detran, na 906 Sul, e ensinam a identificar problemas básicos nos veículos

    Para as mulheres interessadas em aprofundar os conhecimentos em mecânica, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) oferece um curso gratuito de mecânica básica. A capacitação ocorre presencialmente na Escola Pública de Trânsito de Detran, na 906 Sul, e há turmas para turno matutino, das 8h15 às 11h45, com turma aberta para o período entre 18 e 22 de setembro.

    O curso é fornecido de forma contínua pela corporação e já capacitou mais de 80 mulheres ao longo de 2023. Cada turma tem capacidade para 20 alunas. As interessadas em se matricular devem agendar um horário, via portal de serviços, na unidade do Detran-DF da 906 Sul, comparecer presencialmente na data e hora marcados e efetivar a inscrição.

    A capacitação foi redesenhada pela Diretoria de Educação de Trânsito para proporcionar às alunas, por meio de metodologias ativas de aprendizagem, o conhecimento necessário sobre os problemas corriqueiros do veículo em decorrência do tempo de uso, como manutenção veicular e principais indicadores do painel de instrumentos.

    “A gente disponibiliza este curso uma vez por mês. O objetivo é preparar as mulheres, a gente ensina a trocar pneus, ensina alguns barulhos comuns em carros para que elas saibam identificar o problema. O foco é trazer para elas um referencial de diagnóstico. A mulher vai ter noção de coisas básicas, como troca de óleo, de água, além de entender o que significa cada ícone no painel”, explicou o gerente da Escola Pública de Trânsito de Detran, Marcelo Granja.

    Foto: Divulgação/Detran DF

    Ao final do curso, além do certificado de conclusão com carga horária de 20 horas, as mulheres conquistam mais independência ao aprenderem a lidar com problemas mecânicos.

    Outras regiões

    O Detran reabriu, recentemente, a sala de aula na unidade da Escola Pública de Trânsito de Taguatinga. Lá, são ofertados cursos de atualização para renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e de reciclagem para condutor infrator.

    “O departamento também vai dar início às turmas em Taguatinga. Quem tiver interesse em particular das aulas lá, pode agendar um horário para atendimento na 906 Sul e, presencialmente, basta demonstrar interesse em participar das aulas que serão ministradas em Taguatinga”, explicou o diretor.

  • Creches públicas do Riacho Fundo II recebem oficinas gratuitas de economia criativa

    Creches públicas do Riacho Fundo II recebem oficinas gratuitas de economia criativa

    A Ação, que inaugura sua terceira etapa fortalece as creches e forma agentes comunitários multiplicadores por meio de oficinas e feiras colaborativas

    O “Ninho das Artes” chega à sua terceira etapa, celebrando os resultados positivos. Até o momento, foram realizadas 300 capacitações em cinco oficinas no Recanto das Emas e Estrutural, que incluíram a criação de uma Feira Colaborativa e a apresentação de fábulas. Agora, é a vez das creches e comunidade do Riacho Fundo II. Até o fim de agosto são oferecidas atividades para as comunidades das creches Instituto Nair Valadares e Pré-escola IEHN.O projeto inclui desde atividades lúdicas para as crianças até oficinas de capacitação destinadas à comunidade.

    O Ninho das Artes é promovido pelo Instituto Cidade Céu e patrocinado pela Neoenergia Brasília por meio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec). Em conformidade com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) adotados pelo edital Transformando Energia em Cultura, da Neoenergia, o Ninho das Artes trabalha com os seguintes pilares: cultura, educação, trabalho e comunidades sustentáveis dentro das creches do Distrito Federal.

    Durante o cronograma, a iniciativa oferecerá 100 horas/aula por Região Administrativa ao corpo da creche (monitores, merendeiros, professores, auxiliares e pais de alunos), contemplando conteúdos teóricos e práticos sob coordenação pedagógica. Para as crianças, haverá atividade lúdica, a fábula “O Coelho e o Casamento da Onça”, adaptada por Sérgio Maggio, do universo de fábulas de Monteiro Lobato.

    O produtor cultural e presidente do Instituto Cidade Céu, Jones Schneider, relata: “O Ninho das Artes estende e aprofunda os laços comunitários que já existem em torno dessas creches. “As oficinas realizadas nas etapas anteriores revelaram a possibilidade de ampliar o conhecimento das comunidades, favorecendo uma fonte de renda e disseminando os conceitos de reciclagem e consciência ambiental”, celebra.

    Quanto à geração de renda nas comunidades atendidas pelas creches, o projeto buscará promover o crescimento econômico. Após a conclusão das oficinas, a comunidade administra suas feiras colaborativas, com os produtos confeccionados durante as aulas. O presidente do Instituto Cidade Céu ressalta que a meta é revelar o potencial de agentes comunitários para integrar as oficinas e formar as feiras de maneira sustentável e consistente.

    Foto: Ninho das Artes / Divulgação

    Economia criativa em foco

    O Ninho das Artes tem um foco especial na economia criativa. O projeto inclui oficinas formativas com produtos que podem ser facilmente disponibilizados em feiras colaborativas, usando os conceitos de reciclagem e consciência ambiental. Entre as oficinas, estão a confecção de brinquedos populares, a customização de roupas, artesanato e administração de feiras e bazares, contando com a participação de profissionais reconhecidos nas áreas de cultura e economia criativa no Brasil.

    Participante de todos os cursos do Ninho, Charlene Alves confeccionou várias tiaras, além de outros produtos como panos de copa e artesanato, ela estava muito satisfeita com suas criações e irá comercializar os itens feitos à mão. “As tiaras foram, sem dúvida, as minhas favoritas. Me sinto uma craque na confecção delas! Acredito que posso alcançar sucesso nessa empreitada e estou determinada a seguir em frente com esse projeto”, celebra.

    À frente da creche que recebeu as oficinas e a feira na Estrutural, Tia Tatá, uma figura querida e conhecida por todos considera que o trabalho do Ninho das Artes nas comunidades tem sido uma verdadeira ferramenta de transformação e todos estavam gratos pela oportunidade de participar das atividades. “As oficinas e fábulas contribuíram significativamente para o desenvolvimento das famílias, mães e adolescentes da região”, arremata.

    Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

    São 17 objetivos interconectados que abordam os principais desafios de desenvolvimento enfrentados por pessoas no Brasil e no mundo. De acordo com as premissas da Neoenergia, parceira da ONU no Brasil, o Ninho das Artes trabalha com quatro (ODS) – 4: Educação de Qualidade, 8:Trabalho Decente e Crescimento Econômico, 11 Cidades e Comunidades Sustentáveis e 17: Parcerias e Meios e Implementação.

    Serviço: Ninho das Artes Etapa Riacho Fundo II

    25 de julho a 13 de agosto

    Feira – 13 de agosto – Feira Permanente do Riacho Fundo II

    Fábulas: “O Coelho e o Casamento da Onça Fábula dia 29.8 14h30 e 16h30

    Creches:  Instituto Nair Valadares e Creche pré-escola IEHN

    Oficinas:

    🏃‍♂️ As oficinas gratuitas Ninho das Artes seguem itinerante para Riacho Fundo 2.

    🎈Oficina de Artesanato de 25/7 a 28/7, das 8h30 às 12h, com Eliane Teixeira

    🎈Oficina de Construção de Brinquedos Criativos de 25/7 a 28/7 , das 13h30 às 17h, com o palhaço Mandioca Frita

    🎈Oficina de Customização de Roupas de 1/8 a 4/8, das 8h30 às 12h, com a estilista Fernanda Ferrugem

    🎈Oficina de Gastronomia Integral de Alimentos, de 1/8 a 4/8, das 13h30 às 17h , com a chef Alessandra Brant.

    🎈Oficina de Organização de Bazar Cultural/Feira, de 10/8 a 13/8, das 8h30 às 12h, com a coordenadora de exposições Angela Francini.

    🔊 As oficinas serão realizadas na Feira Permanente do Riacho Fundo 2 e o participante pode escolher todas as opções.

    ☘️ Este projeto tem recursos da Lei de Incentivo à Cultural do Distrito Federal e patrocínio da Neoenergia Brasília.

    👣A realização é do Instituto Cidade Céu de Arte Educação e Cultura

    💃 O projeto Ninho das Artes fortalece o trabalho das creches da cidade tem reserva de vaga gratuita para a comunidade da Estrutural

    Site oficial: https://ninhodasartes.com/

    Instagram: @ninhodasartesprojeto

    Realização @institutocidadeceu

    Inscrição das oficinas:  https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSei_LgrzB3ztlaitDzzGV1yNlFgalJgPvLEh9euaEWYQFUyMg/viewform

  • Inscrições abertas para oficinas gratuitas de formação em libras

    Inscrições abertas para oficinas gratuitas de formação em libras

    Em sua segunda edição, Projeto On-Line + Cursos 2 oferecerá 13 workshops semanais, para jovens e adultos a partir dos 12 anos de idade

    Jovens e adultos a partir dos 12 anos podem se inscrever gratuitamente para as oficinas de formação em Libras do Projeto “On-line + Cursos 2”. As aulas serão distribuídas em 13 módulos semanais, com início no dia 21 de agosto, das 9h às 11h. Ao término do curso, os alunos participarão de um documentário com o tema: a Importância da Inclusão Social. Para se inscrever, acesse www.onlinemaiscursos.com.br.

    Desde que foi reconhecida como uma das línguas oficiais do país, por meio da Lei 10.436/2002 e do Decreto 5.626/2005, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) tem se tornado cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. Contudo, ainda de forma tímida. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país possui 9,7 milhões de deficientes auditivos, sendo fundamental a capacitação para essa importante parcela da população.

    A produtora executiva do projeto, Mônica Lemets, ressalta a importância da formação dos jovens e adultos com o objetivo de torna-los aptos para o mercado de trabalho. “A segunda edição do On-Line + Cursos 2 está com uma grade mais ampla. Nossa meta é ofertar capacitação de qualidade, possibilitando aos alunos mais uma oportunidade de conquistar autonomia, por meio do emprego e renda”, afirma.

    A ação é uma realização do ICEE – Instituto Cultural Estrela Ela, em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

    Programação das Oficinas

    21 a 25/08 – Libras (Módulo I)
    Horário: 09h às 11h
    28 a 01/09 – Libras (Módulo II)
    Horário: 09h às 11h
    04, 05, 06 e 08/09 – Libras (Módulo III)
    Horário: 08h30min às 11h
    11 a 15/09 – Libras (Módulo IV)
    Horário: 09h às 11h
    18 a 22/09 – Libras (Módulo V)
    Horário: 09h às 11h
    25 a 29/09 – Libras (Módulo VI)
    Horário: 09h às 11h
    02 a 06/10 – Libras (Módulo VII)
    Horário: 09h às 11h
    09, 10, 11 e 13/10 – Libras (Módulo VIII)
    Horário: 08h30min às 11h
    16 a 20/10 – Libras (Módulo IX)
    Horário: 09h às 11h
    23 a 27/10 – Libras (Módulo X)
    Horário: 09h às 11h
    30/10, 31/10, 01/11 e 03/11 – Libras (Módulo XI)
    Horário: 08h30min às 11h
    06 a 10/11 – Libras (Módulo XII)
    Horário: 09h às 11h
    13, 14, 16 e 17/11 – Libras (Módulo XIII)
    Horário: 08h30min às 11h

    Serviço:
    Projeto “On-line + Cursos 2”
    Inscrições: https://onlinemaiscursos.com.br/formulario-de-inscricao/
    Instagram: @Online+Cursos
    Valor: Gratuito
    Contato: (61) 98323-1936

  • Criação de abelhas sem ferrão é alternativa para geração de renda

    Criação de abelhas sem ferrão é alternativa para geração de renda

    Meliponicultores rurais cadastrados pela Emater-DF recebem acompanhamento e orientação mensal da empresa

    A criação de abelhas nativas sem ferrão para comercialização de produtos conta com o estímulo e apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF). Hoje, segundo a empresa, a prática conhecida como meliponicultura, conta com 70 produtores rurais cadastrados assistidos mensalmente pela entidade.

    Recentemente, o GDF sancionou a Lei nº 7.311, de 27 de julho de 2023. A criação da norma foi comemorada pelos meliponicultores locais. A medida regulamenta o manejo sustentável das abelhas sem ferrão entre produtores locais, além do comércio, da captura e do transporte dessas espécies.

    O GDF sancionou a lei que regulamenta o manejo sustentável das abelhas sem ferrão, além do comércio, da captura e do transporte dessas espécies – Fotos: Tony Oliveira/ Agência Brasília

    Entre os meliponicultores cadastrados, estão Evandro José Shappo, 57 anos, e Diana Shappo, 50. O casal faz da atividade o principal ganha pão há mais de 30 anos e, com a produção própria de mel e derivados, conquistou clientes e estimulou outros produtores familiares a seguirem o mesmo caminho. “Hoje temos até lista de espera de clientes interessados em comprar nossos produtos”, enfatiza Diana.

    “Nosso objetivo é incentivar outras pessoas a aliar, a partir da meliponicultura, a preservação ambiental diante da possibilidade de ganho econômico. Aqui, nós realizamos cursos, recebemos escolas e ensinamos a importância da prática para a conservação ambiental”, prossegue.

    Há mais de 30 anos, Evandro José Shappo produz mel e derivados

    Para Evandro, o aumento da produção só foi possível graças à assistência prestada pelos técnicos da Emater. “Eu sempre gostei de ter abelha sem ferrão e mexo com isso há mais de 30 anos. Com a ajuda da Emater, nós conseguimos aperfeiçoar e aumentar a nossa produção. Hoje, produzimos desde mel até meliponários para outros produtores rurais”, explica.

    Carlos Morais, extensionista rural da Embrater, afirma que “o meliponicultor é essencialmente um preservacionista”. Ele ressalta o trabalho de acompanhamento realizado pela empresa junto aos produtores. “É uma atividade que permite produzir sem degradar. O primeiro resultado aos produtores é este consumo de mel, mas há todo um impacto ecossistêmico da atividade”, destaca o técnico.

  • Festival Mês da Fotografia promove exposição no Museu da República

    Festival Mês da Fotografia promove exposição no Museu da República

    Vencedor da mostra vai ganhar prêmio de R$ 10 mil, e arte fará parte do acervo permanente da instituição

    Começa nesta quinta-feira (3) a décima edição do Festival Mês da Fotografia, no Museu Nacional da República, gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec). Com o tema Reencontros e Suas Possibilidades, as fotos foram selecionadas para compor a  mostra coletiva, poderá ser visitada até 10 de setembro, de terça a domingo, das 9h às 18h, com entrada gratuita.

    Imagens foram selecionadas com base em critérios que priorizam a fotografia inclusiva – Foto: Divulgação

    Mais de mil candidatos se inscreveram para participar da exposição coletiva, nas categorias Individual, Ensaio, Jovens Fotógrafos e Fotografia Inclusiva. Foram escolhidas 80 fotografias.

    A edição deste ano, além das exposições temporárias, traz um presente especial e inédito ao Museu da República: a diretoria do espaço vai escolher o vencedor com base na temática para ganhar um prêmio de R$ 10 mil, e a obra vencedora vai compor o acervo permanente do espaço.

    Representatividade

    “O festival tem como premissa a fotografia inclusiva”, explica a artista plástica e curadora da exposição, Denise Camargo. “A gente vai promover uma exposição que tenha representatividade de fotógrafos do Brasil todo. A gente encontrou trabalhos de grupos e temáticas que têm sido sub-representados no Brasil contemporâneo. A ideia é dar o devido lugar, de honra e destaque, em um museu nobre como o Museu da República.”

    Também durante o festival é possível participar de palestras, workshops, oficinas, praça multiartes, performances e área gastronômica. Para conferir a programação completa, acesse o site do festival.

  • Renata Dourado é a entrevistada do projeto Estrela Ela

    Renata Dourado é a entrevistada do projeto Estrela Ela

    Jornalista aborda os momentos de crise existenciais e fala sobre a importância de usar o período para fazer uma autoanalise da vida e, caso necessário, recalcular a rota

    Que atire a primeira pedra quem nunca pensou em jogar tudo para o alto e recomeçar. Esse é a história que será contada por Renata Dourado, editora-chefe e apresentadora da TV Band, no sétimo episódio do Estrela Ela, que vai ao ar no próximo sábado (29/07). A respeitada jornalista relata a decisão de largar tudo e mudar-se para Londres, onde zerou a vida.

    De acordo com a entrevistada, ao contrário do que muitos pensam, as crises existenciais não precisam ser encaradas, necessariamente, como algo ruim. Para Renata, esse pode ser um período de autoconhecimento, onde podem ser trilhados os verdadeiros objetivos de vida.

    Com uma carreira em ascensão, onde cobria a presidência da República, inclusive em viagens internacionais, a jornalista abandonou a redação e foi trabalhar em uma lanchonete, na capital inglesa.

    Ao retornar para o Brasil, retomou sua carreira, e hoje cursa um mestrado em psicanálise. Para Renata, a crise existencial é um processo de transformação natural ao ser humano, principalmente para as mulheres, que são muito mais cobradas pela sociedade. Portanto, segundo ela, é preciso “abraçar esse momento para sair mais fortalecida dele”.

    Renata Dourado, editora-chefe e apresentadora da TV Band – Foto: Divulgação

    O Estrela Ela

    O projeto apresenta uma série de entrevistas ao vivo, onde mulheres inspiradoras têm a oportunidade de contar as suas experiências profissionais e de vida para milhares de ouvintes. Os programas serão exibidos até o mês de agosto sempre aos sábados, das 12h às 14h30, pelo YouTube https://www.youtube.com/@estrelaela. Para promover a inclusão, todos os programas contarão com uma intérprete de libras.

    A cada edição, 250 pessoas poderão se inscrever para participar ao vivo e concorrer a brindes personalizados (kit com agenda, camiseta e caneca). As inscrições podem ser feitas pelo endereço eletrônico www.estrelaela.com.br.

  • Capital Moto Week espera 40 mil motos para passeio motociclístico neste sábado (29)

    Capital Moto Week espera 40 mil motos para passeio motociclístico neste sábado (29)

    Comboio sairá da Granja do Torto às 16h e percorrerá as principais vias de Brasília. Confira o trajeto e a movimentação pela cidade

    Neste sábado (29), milhares de motociclistas vão tomar conta das principais ruas do planalto central com o tradicional passeio do Capital Moto Week. A expectativa é que mais de 40 mil motos saiam dos portões do complexo do maior festival de rock e motos da América Latina e passem pelos principais pontos turísticos de Brasília. O comboio sairá do Parque de Exposições da Granja às 16h para um percurso de 53 quilômetros de pura adrenalina e liberdade sob duas ou três rodas. 

    As paisagens arquitetônicas traçadas por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa serão abrilhantadas pelas milhares de motos das mais variadas cores, modelos, estilos e cilindradas. Às 15h, na arena do palco principal do CMW, o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar do Distrito Federal passará uma série de instruções de segurança aos participantes. A concentração acontecerá às 15h30, na rua principal da Cidade da Moto. O comboio sai do Parque de Exposições Granja do Torto, às 16h.

    “O passeio é uma tradição, um marco para o Capital Moto Week e para Brasília. É o momento em que o público, que vem de todos os estados e de dezenas de países, tem a oportunidade de conhecer os principais pontos turísticos e a beleza da capital federal”, afirma Pedro Franco, organizador do CMW. A organização lembra que qualquer pessoa em moto ou triciclo pode participar, basta estar no complexo do festival para a saída do comboio.

    Trajeto

    Durante o passeio, batedores da Polícia Militar irão conduzir o comboio. Os agentes vão fechar as pistas para que os motociclistas passem com mais tranquilidade. O DETRAN/DF também acompanhará a rota, tanto por via terrestre como aérea. Ambulâncias estarão à disposição para qualquer tipo de atendimento. 

    O percurso começa na Granja do Torto, desce o Eixão Norte, entra no Eixo Monumental, no sentido EPIA, faz o retorno na altura da Praça do Cruzeiro, e desce em direção à Esplanada dos Ministérios. Depois atravessa a Ponte JK, sobe até o balão do Jardim Botânico, faz o retorno e desce novamente em direção à Ponte JK. O retorno ao Parque de Exposições Granja do Torto será feito pela via L4 Norte.

    Sobre o Capital Moto Week 2023
    A edição especial do maior Festival de moto e rock da América Latina trará mais de 100 shows nos 10 dias de programação, com público estimado de 800 mil pessoas e 350 mil motos. De 20 a 29 de julho, o Parque de Exposições Granja do Torto será palco do maior Capital Moto Week de todos os tempos, celebrando 20 anos de liberdade, espírito e tradição. O Festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e, todos os anos, zera as emissões de carbono. Também promove iniciativas visando a inclusão, diversidade e sustentabilidade da cadeia produtiva.

    Serviço
    Capital Moto Week | Edição 20 Anos
    Quando: 20 a 29/07/2023
    Onde: Parque de Exposições Granja do Torto | Brasília (DF)
    Ingressos: www.capitalmotoweek.com.br/lineup