Categoria: Variedades

  • Programação especial celebra os 45 anos do Parque da Cidade

    Programação especial celebra os 45 anos do Parque da Cidade

    Eventos para todas as idades serão promovidos durante todo este mês, como shows, atividades recreativas e competições esportivas

    O Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek comemora, em 11 de outubro, quatro décadas e meia de existência. Com 420 hectares de extensão, o parque se destaca como um amplo espaço de lazer e prática esportiva, sendo um verdadeiro complexo a céu aberto, além de oferecer aos frequentadores uma ampla diversidade como gastronomia e lazer infantil e manter o cenário ideal para receber grandes eventos como, shows, congressos, feiras e exposições.

    Resultado da colaboração entre os arquitetos Oscar Niemeyer, Burle Marx, Lúcio Costa e Athos Bulcão, o Parque da Cidade é o segundo maior parque urbano da América Latina, uma obra que reflete a identidade da capital brasileira.

    Para celebrar o conjunto de obras e a história do Parque da Cidade, a Secretaria de Esporte e Lazer, em parceria com a administração do espaço, preparou uma programação especial para celebrar a herança arquitetônica e cultural.

    Para o secretário de Esporte e Lazer interino, Renato Junqueira, a programação especial vai além dos 45 anos do Parque da Cidade. “Será uma programação com diversidade de atividades para a comunidade, um espaço cultural e esportivo. Além disso, estamos comprometidos em preservar e ampliar esse legado para as gerações futuras”, explica.

    Homenagem na Câmara Legislativa

    Na quarta-feira, 11, a Câmara Legislativa do DF realizará uma sessão solene às 9h30, no plenário da CLDF, em homenagem ao aniversário do Parque da Cidade.

    Festival Picnik no Estacionamento 12

    No feriado do dia 12 (quinta-feira), quem aterrissa no Estacionamento 12 é o icônico Festival Picnik. De volta ao local após cinco anos, o evento levará ao público o mercadinho de criativos locais, praça de alimentação (incluindo ala vegana), circo, instalações, brincadeiras, infláveis para todos os gostos e tamanhos e aulas de yoga para adultos e crianças.

    A 3ª edição do Moto Parque vai celebrar o aniversário do Parque da Cidade, nos dias 27 e 28, com a apresentação de oito bandas, variedade gastronômica, brinquedoteca e diversão para toda a família – Foto: Ferdinand André/Divulgação

    A atração musical fica por conta da banda argentina Onda Gaga, que ficou mundialmente famosa após o clássico álbum Fuerte y Caliente. Também sobem no palco principal do evento o tradicional grupo Seu Estrelo (DF), Kirá (DF), Tagua Tagua (RS), Bruno Berle (AL) e Graveola (MG). A entrada é gratuita até as 16h e, após esse horário, é necessário colaboração com 1 kg de alimento não perecível para o Programa Abrace.

    O público infantil poderá interagir com princesas e heróis de 12 a 15 de outubro no parque Ana Lídia.

    Copinha do Parque

    As quadras esportivas do Estacionamento 7 vão sediar a Copinha do Parque, um evento voltado à recreação de crianças com idade entre 7 e 11 anos. O torneio tem o intuito de promover diversão, desenvolvimento e convivência social, além de estimular competição saudável entre as equipes participantes. As inscrições são gratuitas, podendo ser realizadas dos dias 9 a 11 de outubro por meio deste link.

    A dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó subirá ao palco do Pavilhão de Exposições para celebrar meio século de carreira – Foto: Divulgação

    Moto Parque

    Nos dias 27 e 28 de outubro, o Estacionamento 10 abrigará a 3ª edição do Moto Parque, celebrando o aniversário do local com muito rock e adrenalina. O evento contará com a apresentação de oito bandas, variedade gastronômica, brinquedoteca e diversão para toda a família.

    Chitãozinho e Xororó: 50 Anos de Sucesso

    No dia 28 de outubro, a dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó subirá ao palco do Pavilhão de Exposições para celebrar meio século de carreira. O repertório da turnê incluirá sucessos como GalopeiraEvidências e Fio de Cabelo. Os ingressos estão disponíveis no site Guichê Live.

    Corrida

    Para quem gosta de correr, no dia 29 será realizada a corrida em alusão ao Outubro Rosa e ao Dia do Servidor Público. As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas a partir da segunda quinzena do mês. O evento fecha a programação oficial do aniversário do Parque da Cidade.

    “É um convite a todos para celebrarem conosco essa trajetória única e rica em eventos culturais e esportivos”, convida o administrador do Parque da Cidade, Todi Moreno.

  • Parque da Cidade ganha Praça de Articulação Social

    Parque da Cidade ganha Praça de Articulação Social

    Recursos como energia solar para recarga de dispositivos e um fontanário para hidratação estão disponíveis para a população

    O Parque da Cidade Sarah Kubitschek ganhou a primeira Praça de Articulação Social (PAS) nesta quarta-feira (4). Construído nos moldes de um pergolado e localizado em frente à administração, o local será o mais novo ponto de encontro dos frequentadores do parque. A praça, construída com madeira plástica ecológica proveniente de material 100% reciclado, oferece espaço para descanso, estudo e trabalho e recursos como energia solar para recarga de dispositivos eletrônicos via USB e um fontanário (espécie de chafariz) para hidratação, com água alcalina purificada.

    Para o secretário de Esporte e Lazer interino, Renato Junqueira, a PAS significa um avanço na busca por inovação associada à sustentabilidade e pela promoção do bem-estar social. “A praça é um equipamento público que segue os princípios sustentáveis. Além disso, o espaço visa fomentar a interação social agregando serviços multifuncionais que são buscados pelos frequentadores do parque”, declara.

    O projeto foi lançado em comemoração aos 45 anos do Parque da Cidade e visa servir como modelo replicável para outras comunidades em todo o Brasil. “Oferecendo à população mais opções para atividades diversas, estamos comprometidos em proporcionar ambientes que atendam às necessidades de todos os usuários”, afirma o administrador do Parque da Cidade, Todi Moreno.

  • Florada dos flamboyants colore as ruas do DF

    Florada dos flamboyants colore as ruas do DF

    Com quase 100 mil árvores da espécie, o vermelho impera em várias regiões do Distrito Federal no início de outubro

    Com a chegada da primavera e o início de outubro, um compilado de novas cores toma conta das ruas do Distrito Federal. Se de junho a agosto foi a vez de os ipês enfeitarem a cidade, agora é o vermelho vívido dos flamboyants que domina a paisagem. Estima-se que existam cerca de 100 mil unidades da espécie em todo o DF, de acordo com os dados da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).

    E é da janela do quarto que a técnica em nutrição e moradora da Quadra 709 da Asa Sul Quiara Fernanda, 30 anos, aprecia a florada do flamboyant que fica nos fundos da residência. “Ele me traz a lembrança do meu avô. Foi ele que plantou, lá na década de 1970, com o intuito de arejar e proteger a casa. Então, aqui na ponta da W3 temos um jardim e quintal que ficam cheios de flores vermelhas que varremos com todo o prazer”, conta. “Acho ela [a árvore] linda, majestosa e um belo contraste com o céu de Brasília”.

    Quiara Fernanda, moradora da 709 Sul: “Aqui na ponta da W3 temos um jardim e quintal que ficam cheios de flores vermelhas que varremos com todo o prazer” – Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    A aposentada Aldenora Venâncio, 85 anos, também é uma apreciadora da planta e conta que, pela primeira vez, uma das espécies em frente à sua casa floresceu. “Acho a coisa mais linda, fico muito feliz de vê-las assim. Essa [árvore em frente à casa] nunca florava, e agora está bem vermelhinha. É divino”, comemora.

    A árvore chama atenção pelas cores, formato e também pelo tamanho: em média, atinge 13 metros de comprimento, e a copa impressiona por lembrar o formato de um guarda-chuva robusto. Apesar de facilmente encontrada no Brasil, a planta é originária da ilha africana de Madagascar, e a história conta que foi trazida para o nosso território no século 19.

    Aldenora Venâncio: “Acho a coisa mais linda, fico muito feliz de vê-las assim” – Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    “Temos hoje 100 mil flamboyants em todo o DF. Elas começam a florir do final de setembro até dezembro, com cinco pétalas diferentes; formam grandes cachos e impressionam pelo tamanho, além de ter um comportamento que se adapta a qualquer região do país, no litoral ou na seca”, explica o chefe do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap, Raimundo Oliveira.

    Cuidados no plantio

    Por meio do departamento, a Novacap é responsável pela manutenção das áreas verdes, dos gramados e dos canteiros do DF, além zelar pela saúde e beleza das árvores da capital federal, que já somam mais de cinco milhões de exemplares. E, apesar da exuberância dos flamboyants, a Novacap alerta sobre o plantio da espécie.

    “O flamboyant, como as demais plantas, não deve ser plantado sem recomendação. Essas árvores são centenárias, chegam a sobreviver por 40, 50 e até 100 anos; então, por serem de grande porte e possuírem raízes superficiais e longas, não é recomendado o seu plantio perto de calçadas, casas e estacionamentos. A orientação é que seja em grandes áreas verdes e de preferência em parques”, recomenda Oliveira.

    Oliveira lembra que o plantio em áreas públicas só pode ser realizado com a autorização da Novacap, por isso é importante entrar em contato com a companhia antes de adquirir uma muda. “Assim como outras espécies, fazemos o acompanhamento de toda a arborização do DF. Partimos do princípio de que isso não requer intervenção; a árvore só sofre interferência se oferecer risco”, completa o chefe do DPJ.

    As regiões administrativas com a maior concentração dessas árvores são Plano Piloto (Asa Sul, gramado do Eixinho Sul, UnB, Eixo Monumental, Zoológico), Sudoeste, Taguatinga, Park Way, Vicente Pires e Ceilândia, que também ostenta alguns exemplares. Quem trafega ou passeia por esses locais já transformou a árvore em cenário para ensaio de fotos.

    Curiosidades

    Dados da Novacap estimam que existam cerca de 100 mil unidades da espécie em todo o DF – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    Os flamboyants são multiculturais. O nome é francês e significa vistoso, chamativo, berrante. O significado se encaixa perfeitamente nas árvores, que, quando florescem, chamam muita atenção por encher suas copas e as ruas de flores vermelhas. Os flamboyants possuem três variações de cores: a vermelha, a amarela e a roxa. Têm ainda frutos marrons em formato de vagem que podem ultrapassar os 40 cm.

    A árvore é parente do pau-brasil, e especialistas do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) comprovaram cientificamente que a espécie tem benefícios para a saúde. Suas folhas são usadas na medicina como antioxidante, auxiliando no tratamento de dores e inflamações, e também têm se mostrado eficazes quanto utilizadas contra infecções bacterianas.

  • Cinema itinerante que funciona com energia solar ‘estaciona’ no DF

    Cinema itinerante que funciona com energia solar ‘estaciona’ no DF

    Com sessões gratuitas, CineSolar visita comunidade de Vargem Bonita, no Park Way, na sexta-feira (29). Projeto já passou por cerca de 600 cidades do país e ingresso é de graça

    CineSolarprimeiro cinema itinerante movido a energia solar do Brasil, chega à comunidade de Vargem Bonita, no Park Way, com sessões gratuitas na sexta-feira (29) a partir das 18h. A tela será montada na Feira do Produtor.

    O furgão do CineSolar é adaptado com as placas fotovoltaicas no teto (saiba mais abaixo). O projeto, que completa 10 anos em 2023, já passou por cerca de 600 cidades no país e no DF vai ter duas sessões em Brasília:

    🎥 18h: 1ª sessão: curtas-metragens infantis e ambientais do CineSolar

    🎥 19h: 2ª sessão: curtas-metragens do Circuito Tela Verde

    Curtas-metragens com temas infantis e ambientais com o tema “Protagonistas do Amanhã: Moldando o Futuro” serão exibidos nas sessões que contam com distribuição de pipoca (veja lista de curtas abaixo). O público ainda pode visitar o furgão, que carrega todo o cinema e se transforma em uma estação móvel de ciências, arte, tecnologia, sustentabilidade e cultura de paz.

    ☀️ Quantas histórias a luz do sol já contou?

    O CineSolar já percorreu mais de 250 mil quilômetros pelo país e realizou 1.870 sessões. Foram cerca de 180 filmes exibidos em 10 anos do projeto. Além do cinema, houve também 576 oficinas para 284 mil pessoas.

    O projeto busca democratizar o acesso às produções audiovisuais – principalmente as nacionais – e promover ações e práticas sustentáveis. A proposta trata dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostas pela Organização das Nações Unidas (ONU).

    • ENTENDA: Quais são as 17 metas propostas pela ONU para o desenvolvimento sustentável do planeta
    A parte interna do furgão, além de carregar equipamentos, se transforma em um local repleto de tecnologia e ciência. — Foto: Danilo/CineSolar
    A parte interna do furgão, além de carregar equipamentos, se transforma em um local repleto de tecnologia e ciência. — Foto: Danilo/CineSolar

    Como funciona o CineSolar?

    O furgão do CineSolar é adaptado com as placas fotovoltaicas no teto e carrega todo o cinema: as 120 cadeiras e banquetas, os sistemas de som, projeção e de conversão de energia e armazenamento – que garantem 20 horas de autonomia e funcionamento.

    O automóvel ainda se transforma em uma estação móvel de ciências, arte e tecnologia com iluminação e decoração especial – feita com materiais reciclados e objetos com princípios de magnetismo e eletricidade como laser e bola de plasma. O veículo mostra como a luz do sol se transforma em energia elétrica.

    O projeto conta com dois cinemas móveis, que foram grafitados e batizados de Tupã Mahura. Os veículos já geraram mais de 3 milhões de watts – equivalente a um ano e três meses de uma geladeira ligada.

    O CineSolar integra a Solar World Cinema, uma rede internacional de cinemas itinerantes movidos a energia solar, com a participação de vários países como Holanda, África do Sul, Nepal, Chile, Croácia e Austrália, entre outros.

    7ª edição do CineSolar é viabilizada pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, com apoio da Unipaz (Universidade Internacional da Paz), do Circuito Tela Verde, da Administração Park Way e da Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira.

    A van é adaptada com placas fotovoltaicos e carrega todo o cinema com cadeiras e equipamentos. — Foto: Danilo Ramos/CineSolar

    🎞️ Filmes exibidos na 1ª sessão, às 18h

    Todos os filmes da primeira sessão são infantis e são nacionais de estados como Minas Gerais, Alagoas, Rio de Janeiro e Goiás. Veja lista abaixo:

    🍿 ‘A Incrível Aventura das Sonhadoras Crianças contra Lixeira Furada e Capitão Sujeira’: Quando o lixo só cresce e os adultos não dão conta do problema, crianças entram em ação para derrotar os inimigos do bairro: Lixeira Furada e Capitão Sujeira.

    🍿 ‘Trincheira’: Num aterro de lixo, um garoto observa o imponente muro de um condomínio de luxo. Gabriel usa de sua imaginação para construir seu mundo fantástico.

    🍿 ‘Pedro e o Velho Chico’: Após acordar de um pesadelo, o garoto Pedro fica assustado com o destino do planeta. O menino recebe do catador de material reciclável “Seu Chico”, um diário que o convida para uma viagem mágica pelo rio São Francisco.

    🍿 ‘Valentino’: Valentino tem nove anos, quando é apresentado à música por sua amiga da mesma idade, Sofia. Ele se encanta e um novo mundo se abre ao pequeno garoto. Valentino decide ser músico. Só um detalhe: ele possui surdez profunda.

    🍿 ‘Lily’s Hair’: Lily é uma garota negra que não gosta de seus cabelos. Com a ajuda de Caio, seu amigo cadeirante, tenta ter os cabelos do jeito que sempre sonhou.

    🍿 ‘Procura-se’: O filme conta a aventura de três crianças que rompem a fronteira social motivadas pelo sentimento sincero por um cachorrinho de estimação.

    🍿 ‘Disque Quilombola’: Crianças do Espírito Santo conversam de um jeito divertido sobre como é a vida em uma comunidade quilombola e em um morro na cidade de Vitória.

    🎞️ Filmes exibidos na 2ª sessão, às 19h

    Os curtas do Circuito Tela Verde também são títulos brasileiros de estados como Amazonas, Maranhão e Rio de Janeiro. Confira a lista:

    🍿 ‘Mar a vista em: Cuidando dos Corais’: O parente do Dr. Dan está doente e imediatamente a turma do Mar à Vista vai investigar o motivo. O que será que tem feito os corais da região adoecerem? Vamos descobrir!

    🍿 ‘Projeto Guardiões do Peixe boi Marinho na Apa Costa dos Corais’: O vídeo documentário conta um pouco da história da Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais, criada em 1997, com uma importante atuação de jovens e crianças. A região tem a presença marcante do peixe boi marinho.

    🍿 ‘Reciclando e cultivando com amor’: O vídeo foi desenvolvido pelos alunos do curso Técnico de Agroecologia do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA) campus Bacabeira. Nesse curta metragem, os alunos expõem sobre a importância da reciclagem como uma prática importante para a preservação do meio ambiente.

    🍿 ‘O canto do Rio’: O filme é uma narrativa poética sobre as águas do rio Macaé (RJ). O canto significa o ato de cantar, narrar o seu percurso. Porém, o canto também significa a margem, a borda, o esquecimento.

    Programe-se

    CineSolar

    • Quando: Sexta-feira (29), às 18h e às 19h
    • Onde: Espaço Feira do Produtor de Vargem Bonita – Quadra 16 e 17
    • Local em caso de chuva: Associação Clube Nippo Brasileiro – Quadra – Lote 10
    • Entrada gratuita

    Fonte: G1

  • Feira gamer reúne tecnologia e cultura geek, a partir desta quinta-feira (28) no DF

    Feira gamer reúne tecnologia e cultura geek, a partir desta quinta-feira (28) no DF

    Feira IGXP Games vai até sábado (30), no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. Evento gratuito reúne influenciadores, shows, cosplays e campeonatos de jogos eletrônicos

    Começa nesta quinta-feira (28), e vai até sábado (30), a Feira IGXP Games, em Brasília. O encontro de apaixonados por tecnologia e cultura geek acontece no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, das 10h às 20h.

    A feira reúne influenciadores, cosplays e conta com shows e campeonatos de jogos eletrônicos. Um campeonato de robótica e uma olimpíada de programação, em parceria com universidades, terá premiação em dinheiro.

    Também há um espaço para as crianças, com pula-pula e brinquedos infláveis, além de praça de alimentação para atender aos visitantes. O evento é de graça, mas o ingresso precisa ser retirado pela internet.

    Jogos eletrônicos do DF

    Atualmente, o Distrito Federal conta com 20 empresas desenvolvedoras de games. O relatório anual da Associação dos Desenvolvedores de Jogos do Distrito Federal (BRING) aponta que o faturamento do setor ultrapassou R$ 8,5 milhões em 2022, gerando um crescimento de 10,8% em relação ao ano anterior.

    O setor também foi o responsável por 182 empregos diretos. Do levantamento feito pela associação, 54% dos respondentes não formalizados pretendem abrir uma empresa de jogos.

    Dados de 2022 compilados pela Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) mostraram que existiam 1.009 estúdios de desenvolvimento de jogos. Esse número é 169% maior do que em 2018, quando havia 375 empresas do setor no Brasil.

    O crescimento da indústria gamer no Distrito Federal reflete o potencial registrado pelo levantamento: apenas 6% dos estúdios estavam instalados na região Centro-Oeste. O Sudeste concentrava, em 2022, mais da metade das empresas de desenvolvimento de jogos, com 57%, seguido do Sul (21%), Nordeste (14%) e Norte (3%).

    Programe-se

    IGXP Games Brasília

    • Data: 28 a 30 de setembro
    • Local: Pavilhão do Parque da Cidade
    • Horário: Das 10h às 20h
    • Entrada gratuita – emissão de ingresso pela plataforma Sympla

    Fonte: G1

  • Chegada da primavera altera paisagem do DF e é promessa de trégua da seca

    Chegada da primavera altera paisagem do DF e é promessa de trégua da seca

    Início da estação, neste sábado (23), tem altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar

    Brasilienses aguardavam ansiosamente pela chegada da primavera, iniciada neste sábado (23). Isso porque, além do desabrochar das flores, a chegada da estação costuma marcar o início do período chuvoso no Distrito Federal, dando uma trégua ao calor intenso e baixa umidade do ar característicos da nossa seca.

    Apesar da chegada da primavera, os próximos dias deverão ser de muito calor e tempo seco – Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    Especialistas alertam, porém, que, até que as flores desabrochem e o clima se torne mais ameno, a expectativa é de dias ainda mais quentes nesta reta final de seca. “A primavera traz uma incidência maior de radiação solar, que já começa a ficar bastante intensa no Hemisfério Sul”, explica Cleber Souza, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). “Já estamos sentindo os efeitos dessa movimentação do sol e, nesta semana, não teremos nuvens para bloquear a incidência desses raios, muito menos ventos para aliviar a sensação de calor”, completa.

    Na última semana, o Inmet emitiu alerta laranja de perigo para baixa umidade e de aumento da temperatura média da capital, que atingiu máxima de 34,5º C, no Gama – a maior temperatura registrada no DF neste ano. “A temperatura, em vários estados, está acima da média climatológica, especialmente em boa parte da região Centro-Oeste”, enfatiza o meteorologista.

    Atualmente, são mais de 570 jardins públicos administrados pelas equipes da Novacap durante o ano todo

    Neste período, é comum também receber alertas da Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil do Distrito Federal. As mensagens que chegam aos celulares dos brasilienses trazem recomendações para enfrentar a seca. “Orientamos sempre que os cidadãos mantenham uma boa hidratação, umedeçam olhos e narinas, utilizem hidratantes, protetor solar e labial e que evitem prática esportiva entre 10h e 16h”, orienta o tenente-coronel Ricardo Costa Ulhoa, coordenador de Planejamento, Monitoramento e Controle da Defesa Civil.

    Capital mais florida

    A primavera e as primeiras precipitações também ajudam a transformar a paisagem da capital federal, estimulando o desabrochar das flores, que embelezam ainda mais os jardins públicos de Brasília. Atualmente, são mais de 570 jardins públicos administrados pelas equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) durante o ano todo.

    Os jardins estão espalhados em todas as regiões administrativas. “Durante o ano inteiro, nossas equipes estão empenhadas em executar os mais diferentes serviços, como plantio de muda, irrigação dos canteiros para evitar perda de flores, além das podas preventivas. Atualmente, temos mais de 90 espécies de flores e 30 de árvores espalhadas pelos nossos jardins”, destaca Raimundo Silva, chefe do departamento de parques e jardins da Novacap.

  • Feira de Orquídeas do Jardim Botânico expõe mais de duas mil mudas

    Feira de Orquídeas do Jardim Botânico expõe mais de duas mil mudas

    A entrada no parque neste fim de semana é gratuita mediante doação de brinquedo para a Campanha Vem Brincar Comigo; evento marca o início da estação das flores

    Até domingo (24), o Jardim Botânico de Brasília (JBB) promove a 2ª Feira de Orquídeas de 2023. Mais de 2 mil plantas estão em exposição, das 9h às 17h, em frente ao Café Jardim. A novidade é que, neste fim de semana, a entrada no parque será gratuita, mediante a doação de um brinquedo.

    Um dos organizadores da feira, o gerente do Laboratório do JBB, Daniel da Mata, destaca que o evento tem como objetivo celebrar o início da Primavera e espera receber cerca de três mil visitantes até domingo. “As pessoas visitam o orquidário e sempre querem levar uma plantinha, e este é o momento. Trouxemos os produtores do DF para a exposição, e a comunidade poderá levar uma para casa. Temos plantas de várias espécies disponíveis para venda, para todos os gostos e bolsos”, afirma.

    O produtor de orquídeas André Marques trouxe para a feira mais de 150 espécies

    André Marques, produtor de orquídeas há mais de 12 anos no DF, trouxe para a feira mais de 150 espécies. “É um espaço importante para mostrar a produção e uma maior diversidade de plantas. Trago itens colecionáveis, orquídeas com flores e sem, além de suculentas e cactos também.”

    Na tarde desta sexta-feira (22), a professora Geni Spies, 59 anos, prestigiava a exposição e já saía com as mãos cheias de plantinhas. “Sou apaixonada por orquídeas desde os 14 anos e frequento todas as exposições, conheço os produtores. Tenho mais de 1.000 em casa e, quando fiquei sabendo da exposição, vim logo prestigiar”, conta a colecionadora.

    A aposentada Edir Domingos: “Gosto de ver as flores se abrindo e de visitar o Jardim Botânico”

    A aposentada Edir Domingos, 75 anos, estava em busca de novidades. “Adoro orquídeas, tenho plantas e vasos em casa, e venho todos os anos em busca de novidades. Gosto de ver as flores se abrindo e de visitar o Jardim Botânico”, declara.

    Campanha Vem Brincar Comigo

    O Jardim Botânico de Brasília está participando do Projeto Vem Brincar Comigo, e quem doar um brinquedo para a campanha, até domingo, tem a entrada liberada no espaço.

    A diretora adjunta do JBB, Daniela Fernandes, acredita que terá mais visitantes nestes dias para ajudar na arrecadação da Campanha Vem Brincar Comigo

    “Nosso intuito é colaborar com a campanha e arrecadar mais brinquedos, levando sorrisos para as crianças que irão receber esses itens. Nesse sentido, aproveitamos o ensejo da tradicional feira e unimos as duas situações, pois acreditamos que teremos mais visitantes e ajudaremos na arrecadação”, diz a diretora adjunta do JBB, Daniela Fernandes.

    Cada item doado vale por um único ingresso. Os artigos doados podem ser novos ou usados e devem estar em bom estado de conservação. Após essa data, a doação poderá ser feita no Centro de Visitantes, mas sem a gratuidade do ingresso.

    Esta é a quarta edição da campanha, que tem como objetivo espalhar alegria para meninos e meninas em situação de vulnerabilidade. A campanha segue até 10 de outubro em pontos como o Palácio do Buriti, órgãos do GDF, administrações regionais e batalhões da Polícia Militar (PMDF) e do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF).

  • Banco abre edital para seleção e apoio a projetos culturais

    Banco abre edital para seleção e apoio a projetos culturais

    Voltada para o incentivo a organizações sociais, a iniciativa do BRB reforça compromisso como banco público de estimular o desenvolvimento humano, a partir do apoio financeiro a iniciativas que envolvam a inclusão social

    O BRB, por meio do seu instituto, entidade sem fins lucrativos do banco, lançou edital para seleção de projetos de Organizações Sociais voltados a atividades culturais dentro do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento Econômico (RIDE).

    Com o certame, a instituição reforça o compromisso como banco público de estimular o desenvolvimento humano, a partir do apoio financeiro a iniciativas que envolvam a inclusão social, por meio do incentivo à cultura para pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

    “O investimento social privado em projetos culturais promove o crescimento sustentável das comunidades, a geração de emprego e a oferta de oportunidades de inclusão para participantes de Organizações Sociais. Seguiremos investindo em ideias e projetos que contribuam para melhorar a realidade de Brasília, gerando renda e transformando vidas. Esta pauta é um forte papel da agenda ESG do Grupo BRB”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

    A chamada pública tem como foco apoiar ONGs que desenvolvam projetos que possibilitem crianças, jovens e adultos participantes de iniciativas das entidades a terem contato com atividades relacionadas ao teatro, música e dança, viabilizando, ainda, o fortalecimento do empreendedorismo e de soluções viáveis para um futuro mais justo desses atores sociais.

    O certame inclui as fases de análise documental e técnica, ajustes, seleção e classificação das ONGs. O prazo para inscrições das Organizações Sociais começa no próximo dia 27 de setembro e vai até 20 de outubro. No dia 14 de novembro, está prevista a divulgação da lista definitiva de classificação dos aprovados. Na sequência, deverá ser realizado cadastramento no Sistema Bússola das entidades selecionadas. A assinatura do convênio de parceria ocorrerá ainda no mês de novembro.

    O edital está disponível no site investidor.bussolasocial.com.br/institutobrb/editais, onde também serão realizadas as inscrições.

  • Tecnologia e manejo adequado contribuem para a produção de morango orgânico

    Tecnologia e manejo adequado contribuem para a produção de morango orgânico

    Em 2022, a produtividade foi de 30,7 kg por hectare, com 160,6 toneladas colhidas no DF; Emater oferece orientação para melhorar os resultados

    Nos últimos anos, a cultura do morango obteve vários avanços no Distrito Federal, principalmente em variedades e técnicas de manejo e de produção, o que tem contribuído para a produção orgânica do fruto. Em 2022, o plantio de morangos orgânicos teve uma produtividade de 30.771 kg por hectare, com 160,6 toneladas colhidas em 5.220 hectares.

    Atualmente, são 36 produtores. Entre eles, Manoel Santos de Souza, que tem mostrado que existe viabilidade técnica e econômica na produção orgânica, além de benefícios sociais e ecológicos. Produtor de morangos orgânicos há 15 anos na região de Brazlândia, ele conta que os benefícios não são apenas financeiros: “Além de reduzir os gastos com insumos químicos e vender a um preço melhor, trago mais qualidade de vida para mim, meus trabalhadores e minha família. O ambiente da propriedade também fica mais equilibrado”.

    Na propriedade são produzidos mais de 40 tipos de alimentos. Para os morangos, ele destina uma área de 0,25 hectare, que comporta 12 mil pés do fruto. Por dia, durante a safra, Manoel chega a colher entre 100 a 120 caixas de morangos com a ajuda de três funcionários, todos com carteira assinada. “A colheita começa em junho e vai até o início de outubro, mas no ano passado consegui colher até janeiro com o plantio coberto”, disse Manoel.

    O gerente da unidade da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) em Brazlândia, Claudinei Machado, destaca que Manoel é um bom exemplo de manejo e tecnologias bem adotadas. “Ele escolhe as variedades adequadas, adquire mudas de boa procedência, prepara a área com antecedência, faz rotação de culturas, adubação verde e planta as mudas assim que elas chegam”, diz.

    Manoel explica que começa a preparar o solo em novembro, fazendo a rotação de cultura. Quando termina de colher os morangos, ele planta milho, faz adubação verde e, em março, faz o plantio das mudas, que normalmente vêm do Chile, Espanha, Argentina ou de Santa Catarina.

    “Entre as tecnologias que utilizo estão o melaço de cana para deixar as plantas mais bonitas e  inseticidas biológicos para evitar lagartas e nutrientes, como bokashi e fertirrigação. No início do plantio, uso calda bordalesa para evitar fungos. No solo, coloco o adubo de galinha, calcário, farelo de arroz e alguma outra coisa que seja necessária, dependendo da análise de solo”, explica.

    Produtores interessados em melhorar a produção ou iniciar a produção orgânica podem procurar a unidade da Emater-DF mais próxima da propriedade. Claudinei explica que, se o cultivo atual for convencional, a área deve passar por um processo de transição que pode durar até um ano e meio. “Com uma visita técnica, analisamos a área e orientamos o produtor em todo o processo”, explica.

    Veja, abaixo, algumas outras tecnologias utilizadas.

    → Mulching – É a tecnologia usada para cobertura de canteiros de morangueiro com a finalidade de proteger o solo, manter a umidade, melhorar o aproveitamento de fertilizantes e qualidade do solo, reduzir a infestação de plantas daninhas e evitar o contato direto do morango com o solo, entre outros benefícios. O material mais usado hoje em dia são os filmes plásticos.

    → Irrigação por gotejamento – O sistema de irrigação por gotejamento caracteriza-se pela aplicação de água em pequena quantidade e alta frequência na região radicular da planta. Essa tecnologia tem apresentado vantagens em comparação com o sistema de aspersão, pois não aplica água sobre toda a área irrigada. Além disso, a irrigação por gotejamento tem potencial para atingir elevada uniformidade, possibilitando a aplicação de adubos via água de irrigação (fertirrigação).

  • Última chamada para contemplar a temporada de ipês no DF!

    Última chamada para contemplar a temporada de ipês no DF!

    São cerca de 270 mil ipês de cores variadas que florescem durante a seca brasiliense

    Considerados símbolos da capital federal, os ipês-brancos começaram a florir nas ruas de Brasília. Mas não foi muita gente que teve a sorte de apreciar as árvores repletas de cor e beleza. Isso porque a florada do ipê-branco costuma ser mais rápida, em torno de três dias. Para quem não conseguiu contemplar, ainda há uma florada prevista para os próximos dias: a do ipê-rosa.

    Os ipês-rosa já começaram a embelezar as ruas do Distrito Federal. Esta é a última chamada para a temporada neste ano. Como há bastante variação entre cada espécie, é possível que os ipês-amarelos ou até mesmo os brancos ainda possam ser vistos pelos próximos dias.

    O ipê-branco conta com até três florações – Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    “Às vezes, o mesmo ipê-branco pode apresentar, em poucos dias, até três florações que são rápidas. É comum isso acontecer, apesar de a floração não ser tão expressiva quanto a primeira. Já os ipês-rosas, cuja floração é um pouco mais discreta, estão começando a florir agora. O rosa costuma durar um pouco mais, cerca de sete dias, e também não é tão expressivo. Normalmente tem flor e um pouco de folha, por exemplo. Mas é possível avistá-los”, afirmou a chefe da Divisão de Agronomia do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Janaina Gonzáles.

    Antes de se despedir oficialmente dos ipês neste ano, a última florada da cor rosa pode ser apreciada nas últimas quadras da Asa Norte, no canteiro central do Eixo Rodoviário Norte, na altura das quadras 213, 214 e 215.

    Brasília dispõe de cerca de 270 mil ipês de cores variadas, como o ipê-roxo – Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

    “O tempo de floração depende das especificidades de cada espécie. Cada uma tem um período diferenciado e isso está relacionado, normalmente, com algum fator ambiental, como tempo, sol ou até mesmo polinizadores. Tudo isso é uma adaptação que aconteceu ao longo dos anos para evitar que as diferentes espécies entrem em competição por disputa de nutrientes e polinizadores”, explicou a bióloga e professora da Universidade do Distrito Federal (UnDF), Silmary Alvim.

    Plantação no DF

    Brasília dispõe de aproximadamente 270 mil ipês de cores variadas espalhados por todas as regiões administrativas do DF. O plano anual de arborização da Novacap para o biênio 2022/2023 prevê o plantio de 100 mil mudas, sendo que 60 mil já foram instaladas no solo e 40 mil serão plantadas no período chuvoso, entre outubro e novembro.

    De acordo com a chefe da DPJ, Janaina Gonzáles, as equipes estudam quais regiões administrativas serão contempladas no plano de arborização: “A gente faz um levantamento junto às regiões para verificar onde que mais carece. A nossa prioridade para este ano é que comecemos pelas novas regiões administrativas, como Sol Nascente, Arapoanga e Água Quente”, revelou.