Categoria: Saúde

  • Mais 13.850 doses de vacinas contra covid-19 chegam ao DF

    Mais 13.850 doses de vacinas contra covid-19 chegam ao DF

    Estoques são reabastecidos com doses da AstraZeneca e da Pfizer adulto e infantil; lotes de CoronaVac e Pfizer Baby estão previstos ainda para este mês

    A Secretaria de Saúde recebeu nesta quarta (16) e quinta (17) mais 13.850 doses de vacinas contra a covid-19. Foram 5.850 doses de Pfizer para pessoas acima de 12 anos, 3.000 doses de AstraZeneca para maiores de 18 anos e 5.000 da Pfizer pediátrica, para uso em crianças de 5 a 11 anos.

    “A nossa logística é bem ágil. Em 24 horas, a gente consegue fazer com que a vacina já esteja nas salas”, explica gerente de Rede de Frio, Tereza Luiza. Noventa unidades básicas de saúde aplicam a primeira e a segunda doses, a e os reforços. Confira a lista completa no link.

    Vacinação infantil

    As 5.000 doses de Pfizer infantil recebidas ampliam a oferta para as crianças de 5 a 11 anos e garantem a segunda dose, que deve ser tomada 21 dias após a primeira. Na segunda-feira (14), foi iniciada a imunização dos bebês de seis meses a 2 anos e 11 meses com comorbidades. Essa vacinação foi possível com o recebimento, na sexta-feira (11), de 14.400 doses da Pfizer Baby, aprovada para essa faixa etária.

    O Ministério da Saúde também confirmou para a próxima semana o envio de 14.510 doses de CoronaVac, utilizadas para a faixa etária de 3 e 4 anos. Isso permitirá a retomada da vacinação do grupo, que havia sido interrompida nessa quarta-feira (16). Neste caso, o esquema vacinal também é de duas doses, com intervalo de 28 dias.

    Ao todo, serão 42.760 doses recebidas em novembro: 14.510 CoronaVac, 14.400 Pfizer Baby, 5.850 Pfizer, 5.000 Pfizer pediátrica e 3.000 AstraZeneca. Todos os imunizantes são enviados pelo Ministério da Saúde. A Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde faz a conferência e separa as doses conforme as necessidades das sete regiões de saúde do Distrito Federal.

    Baixa cobertura

    Apesar da disponibilidade de imunizantes e a realização do trabalho de vacinação de segunda a sábado, incluindo ações como o Carro da Vacina e parcerias com escolas e com a sociedade civil, a cobertura vacinal contra a covid-19 no Distrito Federal está abaixo do esperado. Cerca de um milhão de moradores do Distrito Federal estão com o ciclo vacinal contra a covid-19 incompleto.

    “O risco maior é que essas pessoas estão suscetíveis porque o seu sistema imunológico já diminuiu a sua carga de proteção. Essas pessoas estão com risco maior de terem uma reinfecção e terem um quadro mais complicado”, afirma o diretor de Vigilância Epidemiológica, Fabiano dos Anjos.

    Até o dia 7 de novembro, 86,2% da população acima dos 3 anos havia recebido a primeira dose e 82,5% completaram o ciclo de duas doses. Porém, apenas 54,4% das pessoas acima dos 12 anos haviam retornado para o primeiro reforço. A cobertura do segundo reforço estava em 37,5%.

    No caso dos bebês de seis meses a 2 anos e 11 meses, nos dois primeiros dias de vacinação (14 e 16), foram menos de 100 crianças imunizadas. Neste caso, a Secretaria de Saúde, seguindo a orientação do Ministério da Saúde, prioriza o público com comorbidades. Os pais ou responsáveis precisam levar cartão de vacinação, documento de identificação (identidade, certidão de nascimento ou outro) e laudo ou relatório médico que comprove a comorbidade da criança. Em cada local de vacinação, há um responsável técnico para tirar dúvidas.

    Crianças dessa faixa etária sem comorbidades podem ser vacinadas com doses remanescentes, no horário popularmente conhecido como “xepa”, exclusivamente faltando uma hora para o encerramento do horário de atendimento.

    O objetivo é evitar perdas técnicas: cada frasco contém dez doses e se, nessa última hora de aplicação de vacina, houver sobra de doses em um frasco aberto, elas poderão ser aplicadas nas crianças sem comorbidades para evitar o desperdício. Os frascos não são abertos caso não haja crianças com comorbidades na sala de vacina durante a última hora de atendimento.

  • Veja onde se vacinar contra gripe e Covid de segunda (14) a sexta-feira (18) no DF

    Veja onde se vacinar contra gripe e Covid de segunda (14) a sexta-feira (18) no DF

    Maioria dos postos atende das 8h às 17h; 11 contam com vacinação noturna. Crianças que têm entre 6 meses e 3 anos com comorbidade podem se imunizar contra coronavírus a partir desta segunda

    A vacinação contra Covid-19 e gripe continua nesta semana no Distrito Federal. Até sexta-feira (18), os endereços dos postos onde é possível receber os imunizantes permanecem os mesmos (veja locais mais abaixo).

    A maioria das unidades atende das 8h às 17h. No entanto, 11 postos contam com a vacinação noturna contra Covid-19, das 19h até as 22h.

    A Secretaria de Saúde começa nesta segunda-feira (14) a vacinação de crianças de 6 meses a 3 anos com comorbidades contra o coronavírus. Serão aplicados os imunizantes Pfizer Baby, versão aprovada para esta faixa etária.

    De acordo com a pasta, serão seguidas as orientações do Ofício Circular 242/2022, do Ministério da Saúde, na aplicação da Pfizer Baby. O esquema vacinal é composto por três doses, com intervalo de quatro semanas entre a D1 e a D2 e de oito semanas entre a D2 e a D3.

    O Distrito Federal recebeu na sexta-feira (11), 14,4 mil doses do imunizante. Haverá atendimento em 25 Unidades Básicas de saúde (UBSs) para esse público.

    A segunda dose de reforço é aplicada apenas em quem tem mais de 40 anos e em profissionais de saúde. Segundo a SES-DF, não há previsão de ampliação da faixa etária para esse público. Adolescentes entre 12 e 17 anos já podem tomar o primeiro reforço. Já a vacina contra a gripe está disponível para a população em geral.

    Desde início da imunização, em janeiro de 2021, 7.113.146 vacinas contra Covid-19 foram aplicadas em Brasília, até sábado (12):

    • 2.552.531 pessoas tomaram a primeira dose
    • 2.407.180 pessoas tomaram a segunda dose
    • 60.960 pessoas tomaram a dose única
    • 1.481.996 pessoas tomaram a dose de reforço
    • 596.997 tomaram segunda dose de reforço
    • 13.289 pessoas tomaram a dose adicional (imunossuprimidos)

    Onde se vacinar contra Covid de segunda-feira (14) a sexta-feira (18)

    Frascos das vacinas de Oxford, CoronaVac e Pfizer — Foto: Arquivo g1/Cristine Rochol/PMPA

    Para saber os endereços e horários, clique nos links abaixo:

    Onde se vacinar contra gripe no DF

    Para saber os endereços e horários, clique no link abaixo:

    Vacinação de rotina

    Veja onde receber a vacinação de rotina do calendário vacinal (Sarampo, Meningocócica C, Pneumocócica, Tríplice Viral, Penta, etc).

    BCG

    Para saber os endereços e horários, clique aqui.

    Fonte: G1

  • Covid-19: UnB recomenda ‘fortemente’ uso de máscara após confirmação da subvariante BQ.1

    Covid-19: UnB recomenda ‘fortemente’ uso de máscara após confirmação da subvariante BQ.1

    Universidade também pede que estudantes, servidores e funcionários completem ciclo de imunização contra doença. Secretaria de Saúde confirmou 14 infecções pela subvariante nesta sexta-feira (11)

    A Universidade de Brasília (UnB) recomendou, nesta sexta-feira (11), que estudantes, servidores e funcionários voltem a usar as máscaras de proteção contra a Covid-19 e completem o ciclo de imunização contra a doença. O comunicado foi feito após o Distrito Federal registrar 14 casos da da subvariante BQ.1.

    Segundo a Secretaria de Saúde, o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) analisou 31 amostras. “A Universidade de Brasília (UnB) permanece recomendando fortemente o uso de máscaras e a vacinação completa contra a Covid-19, incluindo as doses de reforço”, diz a instituição.

    “Fortalecemos as campanhas de conscientização que estimulam os cuidados com a saúde de toda a comunidade e estamos atentos à situação epidemiológica do Brasil e do mundo”, afirma.

    Além disso, houve um aumento da taxa de transmissão para 1,32 no DF. O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 132, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    É a maior alta da taxa desde o dia 24 de junho, quando o índice de contaminação estava em 1,44. Em 21 de janeiro de 2022, o número chegou a 2,61 – índice idêntico ao começo da pandemia em Brasília.

    “Contamos com a colaboração de toda a comunidade para que a UnB continue sendo exemplo de combate à pandemia de covid-19 entre as universidades, no DF e no país”, afirma a universidade.

    Uso de máscaras

    Pessoas mais vulneráveis, como idosos e imunossuprimidos, devem continuar com as medidas de prevenção não farmacológicas — Foto: Ana Marina Coutinho/SGCOM/UFRJ

    O uso de máscaras deixou de ser obrigatório, no Distrito Federal ,em ambientes fechados, no dia 10 de março deste ano. Ao ar livre, a proteção não era exigida desde 7 de março.

    Em junho, quando a taxa de transmissão da Covid-19 registrou alta, a Secretaria de Saúde chegou a recomendar a volta do uso da proibição. No entanto, a medida não se tornou obrigatória.

    Fonte: G1

  • DF tem 21 pontos de vacinação contra Covid, gripe, pólio e outras doenças neste sábado (12)

    DF tem 21 pontos de vacinação contra Covid, gripe, pólio e outras doenças neste sábado (12)

    São 16 locais fixos e 5 itinerantes. Veja endereços e horários de funcionamento

    A imunização contra Covid-19gripe e poliomielite continua neste sábado (12), em 21 pontos no Distrito Federal. São 16 postos fixos e 5 itinerantes, com o carro da vacina (confira horários e endereços mais abaixo).

    Os moradores de Brasília também podem aproveitar o dia para atualizar a carteira de vacinação. Os locais atendem desde bebês até idosos.

    Os pontos fixos abrem das 9h às 17h ou de 8h às 12h. É necessário apresentar documento de identificação e o cartão de vacina.

    Para a vacinação infantil, é preciso estar com os documentos dos pais ou responsáveis e a caderneta de vacinação da criança.

    O “carro da vacina” vai percorrer as regiões de Vale do Amanhecer, Itapoã, Brazlândia e Lago Norte, das 8h às 17h, e fazer a busca ativa por pessoas que ainda não foram imunizadas ou que não completaram o ciclo vacinal contra Covid-19, gripe e poliomielite. No Gama, o carro roda das 8h às 12h.

    No domingo (13), não haverá vacinação em Brasília.

    Vacina da Covid-19 — Foto: Prefeitura de Cuiabá

    Onde se vacinar neste sábado (12), no DF

    Planaltina – Vale do Amanhecer

    • UBS 8
    • Horário: das 9h às 17h
    • Endereço: Área Especial nº 01 Vale do Amanhecer

    Gama

    • UBS 5
    • Horário: das 9h às 17h
    • Endereço: Quadra 38 – Setor Leste

    Santa Maria

    • UBS 1
    • Horário: das 9h às 17h
    • Endereço: QR 207/307 Conjunto T

    Ceilândia

    • UBS 2
    • Horário: das 9h às 17h
    • Endereço: QNN 15 Lote F

    Asa Sul

    • UBS 1
    • Horário: das 9h às 17h
    • Endereço: SGAS 612

    Guará

    • UBS 1
    • Horário: das 8h às 12h
    • Endereço: QI 06
    • UBS 2
    • Horário: das 8h às 12h
    • Endereço: QE 23
    • UBS 3
    • Horário: das 8h às 12h
    • Endereço: QE 38

    Candangolândia

    • UBS 1
    • Horário: das 8h às 12h
    • Endereço: EQ 5/7

    Núcleo Bandeirante

    • UBS 1
    • Horário: das 8h às 12h
    • Endereço: 3º Avenida – Área Especial Nº 3

    Riacho Fundo 1

    • UBS 1
    • Horário: das 8h às 12h
    • Endereço: QN 07

    Riacho Fundo 2

    • UBS 1
    • Horário: das 8h às 12h
    • Endereço: QC 06 Conjunto 16 Lote 01

    Taguatinga

    • UBS 3
    • Horário: das 8h às 12h
    • Endereço: QNL 01

    Paranoá

    • Escola Classe 6
    • Horário: das 9h às 17h
    • Endereço: Quadra 33 Área Especial – Paranoá

    Itapoã

    • Quadra Poliesportiva
    • Horário: das 9h às 17h
    • Endereço: Ao lado do restaurante comunitário do Itapoã

    Samambaia

    • Escola Classe 413
    • Horário: das 9h às 17h
    • Endereço: Quadra 33 Área Especial – Paranoá

    Vacinação Itinerante: ‘Carro da Vacina’

    As rotas dos carros da vacina são definidas em diálogo entre Secretaria de Saúde, administrações regionais e movimentos sociais – Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

    A vacinação itinerante vai percorrer as regiões de Planaltina, Gama, Ceilândia e Vila Planalto. Os servidores da Saúde irão vacinar os moradores contra Covid-19, gripe e poliomielite.

    Carro da Vacina 1 – Vale do Amanhecer

    • Rota: Vale do Amanhecer
    • Horário: 8h às 17h
    • Disponíveis imunizantes contra covid-19, influenza e pólio

    Carro da Vacina 2 – Gama

    • Rota: Comercial da Quadra 1 do Setor Sul. Atendimento na 1º Praça do Condomínio Paraty e 2º Comercial da Quadra 1 do Setor Sul
    • Horário: 8h às 12h
    • Disponíveis imunizantes contra covid-19, influenza e pólio

    Carro da Vacina 3 – Itapoã

    • Rota: Condomínios Entrelagos, Novo Horizonte, Euller Paranhos e La Font
    • Horário: 8h às 17h
    • Disponíveis imunizantes contra covid-19, influenza e pólio

    Carro da Vacina 4 – Brazlândia

    • Rota: não informada
    • Horário: 8h às 17h
    • Disponíveis imunizantes contra covid-19, influenza e pólio

    Carro da Vacina 5 – Lago Norte

    • Rota: Núcleo Rural Capoeira do Bálsamo
    • Horário: 8h às 17h
    • Disponíveis imunizantes contra covid-19, influenza e pólio

    Fonte: G1

  • Covid: o que é a BQ.1? As vacinas continuam protegendo?

    Covid: o que é a BQ.1? As vacinas continuam protegendo?

    Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Europa (ECDC), não há evidência de que a BQ.1 esteja associada a uma maior gravidade da infecção do que outras variantes da ômicron

    Em circulação no país, a nova subvariante da ômicron da Covid, a BQ.1, foi encontrada em São Paulo, onde ocorreu uma morte, no Amazonas, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo, mas isso não significa que seja a sublinhagem dominante no país. Ela também já foi identificada na Europa e nos Estados Unidos.

    A primeira morte em decorrência dessa nova subvariante, confirmada pelo Ministério da Saúde na terça-feira (8), foi de uma mulher de 72 anos que tinha comorbidades e, segundo a prefeitura de Diadema (SP), não tinha tomado as quatro doses recomendadas de vacina.

    Com sintomas semelhantes às variantes anteriores, a BQ.1 não é de maior gravidade. De qualquer forma, a recomendação da Sociedade Brasileira de Infectologia, divulgada em nota nesta sexta (11), é completar o esquema de vacinas – que protegem contra essa nova subvariante – e manter medidas como o uso de máscaras e distanciamento social, principalmente pela população mais vulnerável, como idosos e imunossuprimidos.

    Leito reservado para casos de Covid-19 no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), em imagem de arquivo — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

    Veja o que se sabe sobre a nova variante de Covid e como se cuidar:

    • O que é a BQ.1?
    • Quais os sintomas?
    • As vacinas atuais continuam protegendo?
    • E as novas versões de vacinas?
    • Quais cuidados devemos tomar?
    • Covid longa preocupa

    O que é a BQ.1?

    A BQ.1 está entre as mais de 300 sublinhagens da variante ômicron que circulam pelo mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 95% dessas sublinhagens são descendentes diretas da BA.5.

    De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Europa (ECDC), não há evidência de que BQ.1 esteja associada a uma maior gravidade da infecção do que as variantes BA.4/BA.5 da ômicron.

    “O que sabemos é que ela tem alta transmissibilidade, compatível com outros subtipos da variante ômicron, mas, até o momento, pelos dados de outros países, não é de maior gravidade“, explica a epidemiologista Ethel Maciel.

    A BQ.1 parece escapar mais facilmente da proteção das vacinas (mas isso não significa que as vacinas não protegem, como explicamos mais abaixo). Ela apresenta mutações na proteína spike que dificultam o reconhecimento e a neutralização do vírus pelo sistema imunológico.

    Quais os sintomas?

    Especialistas dizem que os sintomas são semelhantes às variantes anteriores. Veja quais são eles:

    • Febre ou calafrios
    • Tosse
    • Falta de ar ou dificuldade para respirar
    • Fadiga
    • Dores musculares ou no corpo
    • Dor de cabeça
    • Perda de paladar ou olfato
    • Dor de garganta
    • Congestão ou nariz escorrendo
    • Náusea ou vômito
    • Diarreia

    “Os sintomas são basicamente os mesmos: dor de cabeça, tosse, dor de garganta, quadro febril, perda de olfato e paladar. Mas, felizmente, não temos visto pacientes com gravidade. Temos visto casos mais leves, mais brandos, sem internações”, explica a infectologista Karen Mirna Loro Morejón, diretora da Sociedade Paulista de Infectologia (SPI).

    Frascos das vacinas de Oxford, CoronaVac e Pfizer — Foto: Arquivo g1/Cristine Rochol/PMPA

    As vacinas atuais continuam protegendo?

    Sim! Embora as subvariantes da ômicron “escapem mais facilmente” da proteção das vacinas atuais, elas continuam protegendo.

    “Mesmo que tenha esse escape, ainda há proteção. As pessoas devem completar seus esquemas vacinais. Quanto mais gente imunizada, maior a proteção populacional. É assim que conseguimos manter as doenças com maior controle”, diz Morejón, que também é infectologista no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

    O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Alberto Chebabo, reforça que a vacina já provou que funciona, mas é preciso completar o esquema vacinal.

    “A vacina é muito importante para reduzir esse risco de gravidade, principalmente em relação às doses de reforço. Dose de reforço é fundamental para manter essa proteção adequada das vacinas”, afirma.

    E as novas versões de vacinas?

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está analisando dois pedidos da Pfizer referentes às vacinas chamadas bivalentes. Uma delas contém, além da cepa original, a subvariante ômicron BA.1. Já a outra versão engloba as subvariantes BA.4/BA.5.

    Segundo a Pfizer, a vacina mostrou um aumento substancial nos níveis de anticorpos neutralizantes contra as subvariantes em adultos após uma semana. A versão bivalente já foi aprovada na União Europeia e nos Estados Unidos.

    Pessoas mais vulneráveis, como idosos e imunossuprimidos, devem continuar com as medidas de prevenção não farmacológicas — Foto: Ana Marina Coutinho/SGCOM/UFRJ

    Quais cuidados devemos tomar?

    Para Morejón, além da vacinação em dia, a população deve fazer a “gestão de risco”. Ou seja, se você está num ambiente fechado, nesse cenário de aumento de casos, use máscara. “Mesmo não sendo de um grupo vulnerável, mesmo não tendo nenhuma comorbidade, você pode adoecer e pode levar a doença a outras pessoas”.

    Manter a higiene das mãos, evitar aglomerações, usar máscara em ambiente fechado e atualizar o calendário de vacinas com as doses de reforço continuam valendo nesta fase da pandemia.

    Em nota, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) reforçou que a população procure os postos de saúde para receber a dose de reforço. Além disso, lembrou que pessoas mais vulneráveis, como idosos e imunossuprimidos, devem continuar com as medidas de prevenção não farmacológicas, como o uso de máscaras e distanciamento social.

    E se você tiver algum sintoma gripal, faça o teste de Covid, se isole, evite contato com as pessoas até o resultado sair. Se fizer o teste no início dos sintomas e der negativo, a infectologista sugere repetir o exame 48 horas depois para evitar o “falso negativo”.

    Covid longa preocupa

    Não é porque estamos vendo muitos quadros leves de Covid que devemos relaxar.

      O neurocientista Miguel Nicolelis fez um alerta no Twitter: “Nova variante BQ.1 que surgiu da BA 5 escapa mais da cobertura das vacinas que temos no Brasil. É preciso investir na compra de novas vacinas, incentivar de novo o uso de máscaras e combater o crescimento de casos PORQUE ESTE É UM VÍRUS PARA NÃO SE PEGAR porque ele pode levar a sequelas crônicas!”

      Morejón concorda. “O melhor é sempre não pegar. Assim como a maioria evolui bem, há pacientes com sintomas de longo prazo. Não podemos admitir que uma pessoa morra de uma doença imunoprevenível”.

      Entre as sequelas de Covid longa (longo prazo) que a infectologista tem visto estão: cansaço, cefaleia, casos de enxaqueca, problemas renais, perda de memória, confusão mental. “Existe um impacto da Covid na vida pessoas, sim. Não é porque é leve que devemos baixar a guarda”, diz.

      Um estudo holandês publicado em agosto apontou que um em cada oito adultos infectados com o vírus Sars-CoV-2 experimenta sintomas de Covid longa, que é quando um ou mais sintomas persistem quatro semanas após a infecção.

      A pesquisa descobriu que vários sintomas eram novos ou mais graves três a cinco meses depois de a pessoa ter tido Covid-19, em comparação com os sintomas antes da infecção e grupo controle (que não positivou para o vírus).

      Fonte: G1

    • Cerca de 60 mil adolescentes não tomaram 2ª dose da vacina contra covid

      Cerca de 60 mil adolescentes não tomaram 2ª dose da vacina contra covid

      Com o aumento da transmissão da doença, Secretaria de Saúde reforça a importância da testagem e de completar o ciclo vacinal

      No Distrito Federal, cerca de 60 mil adolescentes – com idade entre 12 e 17 anos – tomaram somente a primeira dose da vacina contra a covid-19. Segundo a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, esse dado é preocupante. “Esse calendário vacinal não está completo. Isso significa dizer que eles não estão imunoprevenidos e que podem ser suscetíveis a adquirir o vírus”, explica. “Quando se tem vírus circulando e uma população com uma baixa cobertura, permitimos que haja mutação e o surgimento de novas cepas, de novas variantes”, complementa.

      Até segunda-feira (7), 86,2% da população acima dos 3 anos de idade já havia recebido a primeira dose. A cobertura também está acima de 80% para a segunda dose: 82,5%. Porém, só 54,4% dos adolescentes voltaram para receber o primeiro reforço. E a segunda dose de reforço foi aplicada em 37,5% desse público-alvo.

      O foco da Secretaria de Saúde é levar os imunizantes para quem ainda não tomou nem a primeira dose e completar o ciclo vacinal de quem está atrasado. Para isso, são mais de 90 unidades básicas de saúde (UBS) com salas de vacina abastecidas com imunizantes contra a covid-19, além de ações extramuros, como o Carro da Vacina e a campanha montada nesse domingo (6) no Eixão Sul.

      Mais atividades fora das unidades de saúde estão ocorrendo, com foco nas escolas. “Vamos conseguir diminuir a circulação porque nós vamos ter a população prevenida, protegida, imunizada”, defende Lucilene Florêncio.

      Ampliação da campanha

      Especialistas destacam: estar com a vacinação em dia é fundamental para garantir a proteção coletiva e evitar o agravamento dos casos – Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

      Hoje, conforme as orientações da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (Cetai), a primeira dose de reforço é indicada para quem tem mais de 12 anos, enquanto o segundo reforço é restrito para os de 40 anos ou mais.

      No DF, a Secretaria de Saúde até chegou a reduzir, temporariamente, a faixa etária do segundo reforço para 35 anos, mas recuou porque depende do envio de doses pelo Ministério da Saúde. “Quando o ministério faz a recomendação que tecnicamente não seria viável para um público-alvo, ele automaticamente não manda essas doses”, explica o subsecretário de Vigilância à Saúde do DF, Divino Valero.

      A Secretaria de Saúde também aguarda orientações federais a respeito da vacinação de crianças de 3 e 4 anos. “O GDF tem todo o interesse em baixar a faixa etária para vacinar. A questão, não só no DF, mas em todo o Brasil, é que a Política Nacional de Imunização é do Ministério da Saúde, que se baseia na Cetai”, esclarece o subsecretário.

      Atualmente, há cerca de 40 mil doses disponíveis, entre os estoques das unidades de saúde e da Rede de Frio Central. Novas remessas já foram solicitadas. “Tão logo essas doses cheguem ao DF, nós temos toda uma infraestrutura de logística para atender a população”, completa Divino Valero.

      Segurança

      O subsecretário lembra ainda que as notas técnicas da Cetai consideram vários aspectos, como o cenário epidemiológico e a segurança para a população. “É um conselho multidisciplinar e multi-institucional, onde também estão a Sociedade Brasileira de Pediatria, a Sociedade Brasileira de Infectologia, técnicos do Ministério da Saúde e da Fiocruz, que determina um estudo científico, de evidência científica, de segurança da vacina”, ressalta.

      A Câmara Técnica, criada em agosto de 2021 pela Portaria GM/MS Nº 1.841, também conta com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde e do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde.

      Testagem

      Mulher faz teste de Covid-19 — Foto: Reprodução/EPTV

      Nesta quarta-feira (9), o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde mostrou que a taxa de transmissão, o chamado índice RT, está em 1,29. Isso significa que 100 pessoas com covid-19 contaminam outras 129. O número de novos casos ainda é pequeno: foram 223 registros entre os dias 8 e 9, porém os números indicam uma aceleração da doença.

      De acordo com a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, a primeira medida a ser tomada para enfrentar esse aumento no número de casos é ressaltar a importância da testagem. O DF conta com 280 mil testes no estoque e as UBSs, unidades de pronto atendimento (UPA) e hospitais estão com equipes preparadas para testar pacientes sintomáticos. “A população que está com sintoma gripal deve procurar nossas unidades básicas de saúde para fazer o teste, e assim nós vamos ter a população protegida”, indica.

      A secretária de saúde destaca ainda a importância da testagem para a detecção de novas variantes do coronavírus no Distrito Federal. “Quanto mais pessoas nós testamos, nós podemos fazer o sequenciamento genômico, sendo possível o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) verificar se há a nova variante circulando”, detalha.

    • DF terá 22 locais de vacinação neste sábado (5)

      DF terá 22 locais de vacinação neste sábado (5)

      Serão 18 pontos fixos e quatro carros de vacina para imunizar a população

      Para ampliar a cobertura vacinal no Distrito Federal, a Secretaria de Saúde vai disponibilizar imunizantes em 22 locais neste sábado (5). Serão 18 pontos fixos e quatro de vacinação itinerante. Todas as regiões de saúde estarão com salas de vacina em funcionamento.

      “A nossa meta é facilitar o acesso à vacinação e ampliar a cobertura vacinal da população”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. Haverá vacinação contra covid-19, influenza, pólio e de rotina.

      Os imunizantes estarão disponíveis nos seguintes locais: Águas Claras, Asa Sul, Candangolândia, Ceilândia, Gama, Guará, Núcleo Bandeirante, Planaltina, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Vila Planalto.

      Já os carros da vacina vão passar por rotas em Ceilândia, Gama, Planaltina e Vila Planalto. Consulte as vacinas e os locais neste link.

      É necessário apresentar documento de identificação e o cartão de vacina. Em casos de vacinação infantil, é preciso estar com os documentos dos pais ou responsáveis e a caderneta de vacinação do menor.

    • DF tem mais de 300 casos de varíola dos macacos; Plano Piloto e Águas Claras concentram maior número de infectados

      DF tem mais de 300 casos de varíola dos macacos; Plano Piloto e Águas Claras concentram maior número de infectados

      Maioria dos diagnosticados tem entre 20 e 39 anos. Exames laboratoriais descartaram outros 703 casos

      O Distrito Federal chegou a 303 casos confirmados de varíola dos macacos (monkeypox). Os dados foram divulgados pela Secretaria de Saúde, nesta quinta-feira (3). Do total, 290 pacientes são homens e 13, mulheres. Segundo a pasta, os exames laboratoriais descartaram 703 casos que estavam em investigação. Outros 272 ainda são suspeitos.

      A maioria dos pacientes está na faixa etária entre 20 e 39 anos. O Plano Piloto e Águas Claras são os locais com mais casos confirmados, no entanto, há diagnósticos em quase todas as regiões de Brasília.

      Veja o número de casos por região do DF:

      • Plano Piloto: 59
      • Águas Claras: 35
      • Samambaia: 25
      • Ceilândia: 21
      • Guará: 20
      • Taguatinga: 14
      • Sudoeste/Octogonal: 13
      • Planaltina: 13
      • Recanto das Emas: 11
      • Cruzeiro: 8
      • Vicente Pires: 7
      • Riacho Fundo I: 7
      • Gama: 7
      • Sobradinho I: 6
      • Santa Maria: 6
      • Park Way: 4
      • Cadangolândia: 4
      • Riacho Fundo II: 3
      • Núcleo Bandeirante: 3
      • SCIA: 3
      • São Sebastião: 3
      • Itapoã: 2
      • Sobradinho II: 2
      • Sol Nascente/Pôr do Sol: 2
      • Paranoá: 2
      • Lago Norte: 1
      • Varjão: 1
      • Jardim Botânico: 1
      • Lago Sul: 1

      Veja o número de casos por faixa etária no DF:

      • 0 a 10 anos: 0
      • 11 a 19 anos: 8
      • 20 a 29 anos: 110
      • 30 a 39 anos: 128
      • 40 a 49 anos: 42
      • 50 a 59 anos: 12
      • 60 anos ou mais: 2
      • 70 anos ou mais: 0
      • 80 anos ou mais: 1

      O que é a varíola dos macacos?

      Erupções cutâneas são típicas nos casos de varíola dos macacos — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

      A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais mais comuns são:

      • Febre
      • Dor de cabeça
      • Dores musculares
      • Dor nas costas
      • Gânglios (linfonodos) inchados
      • Calafrios
      • Exaustão

      A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

      • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.
      • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.
      • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
      • Da mãe para o feto através da placenta;
      • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
      • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

      Fonte: G1

    • Parto de emergência é feito por equipe de plantão de UBS do Guará

      Parto de emergência é feito por equipe de plantão de UBS do Guará

      Grávida chegou à unidade na manhã deste sábado (29) com 10 cm de dilatação e médica de família realizou o procedimento. Mãe e filha passam bem e foram transferidas para o Hmib

      Manhã de muita emoção na Unidade Básica de Saúde (UBS) 3 do Guará. O relógio não marcava nem 7h30 do sábado (29) quando a equipe de plantão recebeu uma paciente especial. Era Thaís Souza Martins, grávida de 37 semanas e cinco dias. Ela vinha sentindo as dores das contrações desde a madrugada. E chegou ao centro em trabalho de parto já avançado.

      A futura mamãe de 32 anos entrou na unidade com 10 cm de dilatação. Foram necessárias apenas duas contrações para que a bebê começasse a coroar – ou seja, para que o topo da sua cabecinha pudesse ser visto. Não havia tempo para mais nada. Entre a chegada de Thaís na unidade e o nascimento de Ana Beatriz, foram só cinco minutos.

      O pai, Juan Lima da Silva, 34 anos, conta que a bolsa da esposa estourou enquanto ele ligava para um amigo em busca de carona. “A ideia era ir direto para o Hmib [Hospital Materno Infantil de Brasília], mas percebemos que não daria tempo”, conta. “Assim que chegamos à UBS, ela foi colocada em uma cadeira de rodas e levada para uma sala. Foram super-rápidos e eficientes.”

      Moradora do Guará, Thaís já conhecia parte da equipe da UBS 3. E diz que se sentiu muito segura com a decisão de ir, em caráter emergencial, para a unidade. “Fui muito bem acolhida”, garante. “Ana Beatriz chegou cheinha de pressa, mas foi recebida com muito carinho por todos.”

      A médica de família Anabelle Montanha, responsável pelo parto, foi pega de surpresa pela situação. “Sou formada há 12 anos, o último parto que fiz tinha sido na época da faculdade. Mas trazer um bebê ao mundo é como andar de bicicleta… A gente não esquece”, comenta. “A equipe trabalhou muito bem, com bastante agilidade. Correu tudo bem com o parto, mãe e filha estão bem.”

      Thaís e a filha foram levadas por uma ambulância do Samu para o Hmib, onde estão sendo acompanhadas. Esse não foi o primeiro parto realizado na UBS 3 do Guará. Quem trabalha lá há mais tempo garante que outro bebê foi recebido por profissionais da unidade há cerca de dez anos.

      As UBSs contam com equipes de Saúde da Família compostas por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde.

    • Polícia investiga morte de mãe e bebê em Hospital Regional de Samambaia

      Polícia investiga morte de mãe e bebê em Hospital Regional de Samambaia

      A mulher deu entrada na última sexta-feira (21/10) no hospital. No sábado, ela entrou em trabalho de parto e passou por cesárea. No entanto, o bebê foi retirado sem sinais de vida e a mãe teve complicações no procedimento

      A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga a morte de mãe e filho no Hospital Regional de Samambaia (HRSam), no último sábado (22/10), após a realização de uma cesárea emergencial. Os familiares da mulher alegam negligência no atendimento e detalham que a mulher deu entrada na unidade com dilatação e foi internada para induzir o parto.

      A mulher, 37 anos, estava com 41 semanas de gestação (9 meses) e, segundo depoimento dado à 32ª Delegacia de Polícia (Samambaia Sul), responsável pelo caso, a gestante teve o rompimento da bolsa e logo depois sangramento. Quando os médicos perceberam que o coração do bebê havia parado, a paciente foi encaminhada à sala de parto normal para a sala de cirurgia cesariana.

      No procedimento cirúrgico, de acordo com o relato de uma familiar, o útero da mulher foi rompido, e precisou ser retirado. A paciente chegou a ser levada à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu ao quadro.

      A reportagem buscou o posicionamento da Secretaria de Saúde que explicou que a paciente foi atendida no pronto-socorro, na sexta-feira (22/10). “Ela tinha parâmetros adequados para ser submetida à indução do trabalho de parto, que foi realizado segundo protocolos existentes no Brasil e no mundo. Com evolução satisfatória, iniciou-se sangramento genital, sendo indicada operação cesariana de emergência”, esclarece a nota.

      De acordo com a pasta, o bebê foi retirado sem sinais de vida. “A equipe tentou manobras de reanimação cardiorrespiratória por 40 minutos, sem sucesso. A mãe precisou passar por uma histerectomia (retirada do útero) com sinais de choque hemorrágico. Toda a assistência foi prestada à paciente — tendo sido encaminhada para a UTI no próprio hospital”, garante.

      A mulher foi submetida a múltiplas transfusões de concentrados de hemácias, plasma, plaquetas e medicamentos que auxiliaram a manter a estabilidade hemodinâmica. “Apesar de toda a assistência médica possível, a puérpera foi a óbito às 21h45 de sábado (22/10). A Secretaria de Saúde solidariza-se a essa família, amigos e parentes”, conclui o texto.

      Fonte: CB