Categoria: Saúde

  • Vazamento de amônia em empresa de pescados do DF provoca intoxicação em funcionário

    Vazamento de amônia em empresa de pescados do DF provoca intoxicação em funcionário

    Vítima fazia serviço de manutenção no sistema de refrigeração e precisou ser levada para hospital. Homem apresentava dificuldade respiratória e coceira pelo corpo, segundo bombeiros

    Um vazamento de amônia no sistema de refrigeração de uma empresa de pescados, na região do Engenho das Lages, no Distrito Federal, nesta quarta-feira (21), provocou intoxicação em um funcionário que trabalhava na manutenção do equipamento. O homem foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e levado para um hospital com dificuldade respiratória e coceira pelo corpo, segundo os bombeiros.

    Os militares não informaram para qual hospital o homem foi levado. Uma equipe com 18 bombeiros trabalhou para conter o vazamento que ocorreu no final da manhã.

    “Enquanto uma parte da equipe realizava o isolamento da área, a equipe especializada neste tipo de atendimento, usando roupas de proteção individual específicas e equipamentos especiais, adentrou o local, fechou a válvula geral e eliminou um óleo misturado com amônia que era residual da tubulação”, disse o Corpo de Bombeiros.

    A perícia vai determinar as causas do acidente e a Defesa Civil foi chamada ao local.

    O que é a amônia?

    Bombeiros retiram roupas especiais após conterem vazamento de amônia em empresa de pescados no Engenho das Lajes, no DF — Foto: CBMDF/Reprodução

    A amônia é usada na indústria química como agente refrigerante em sistemas frigoríficos, e em outros processos para resfriar espaços específicos ou congelá-los, a uma determinada temperatura. Seu uso é comum na indústria de alimentos, em vasos e tubulações interconectados, que conseguem bombear refrigeração para um ou mais ambientes.

    A bioquímica, especialista em farmacologia e professora de toxicologia da Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), Priscila Santana, explicou que, quando a amônia entra em contato com a pele, pode provocar dermatite e até queimaduras intensas. Em julho, um vazamento de amônia na indústria de alimentos Avivar, em São Sebastião do Oeste, deixou 27 pessoas intoxicadas.

    Em ambientes fechados o gás de amônia irrita os olhos, e quando inalado, irrita as vias aéreas. O efeito também pode ser lacrimejamento, queimação na garganta, olhos e nariz, além de tosse intensa.

    Em casos mais graves pode ocorrer perda da visão, dificuldade de respirar, obstrução das vias aéreas, edema agudo de pulmão e até a morte.

    Fonte: G1

  • Veja onde se vacinar contra gripe e Covid de segunda (19) a sexta-feira (23)

    Veja onde se vacinar contra gripe e Covid de segunda (19) a sexta-feira (23)

    Maioria dos postos atende das 8h às 17h. Pessoas com 35 anos ou mais podem tomar quarta dose contra Covid na capital; imunização contra gripe está aberta ao público em geral

    A vacinação contra Covid-19 e gripe continua nesta semana no Distrito Federal. Até sexta-feira (23), os endereços dos postos onde é possível receber os imunizantes permanecem os mesmos (veja locais mais abaixo).

    A maioria das unidades atende das 8h às 17h. No entanto, um posto conta com a vacinação noturna contra Covid-19, das 19h até as 22h.

    Na última sexta-feira (16), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a aplicação de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer em crianças entre 6 meses e 4 anos de idade. A Secretaria de Saúde do DF informou que aguarda Nota Técnica do Ministério da Saúde com as orientações sobre a imunização do público.

    “A Pasta destaca que será necessário aguardar o envio de doses por parte do ministério para dar início à vacinação para esse público”, diz nota.

    No Distrito Federal, a estimativa do quantitativo de crianças entre 6 meses e 4 anos é de 183.457.

    A vacina contra a gripe está disponível para a população em geral. Quem tem 35 anos ou mais já pode tomar a quarta dose da vacina contra o coronavírus. A segunda dose de reforço também está disponível para profissionais de saúde.

    Adolescentes entre 12 e 17 anos já podem tomar o primeiro reforço. A imunização de crianças a partir dos 4 anos está suspensa devido à falta de CoronaVac.

    Desde início da imunização, em janeiro de 2021, 7.044.551 vacinas foram aplicadas em Brasília até sábado (17):

    • 2.543.243 pessoas tomaram a primeira dose
    • 2.395.422 pessoas tomaram a segunda dose
    • 60.975 pessoas tomaram a dose única
    • 1.461.720 pessoas tomaram a dose de reforço
    • 569.904 tomaram segunda dose de reforço
    • 13.219 pessoas tomaram a dose adicional (imunossuprimidos)

    Onde se vacinar contra Covid de segunda-feira (19) a sexta-feira (23) no DF

    Para saber os endereços e horários, clique nos links abaixo:

    Onde se vacinar contra gripe no DF

    Para saber os endereços e horários, clique no link abaixo:

    Vacinação de rotina

    Veja onde receber a vacinação de rotina do calendário vacinal (Sarampo, Meningocócica C, Pneumocócica, Tríplice Viral, Penta, etc, com exceção da BCG).

    Fonte: G1

  • DF está há 35 dias sem registrar mortes por Covid-19

    DF está há 35 dias sem registrar mortes por Covid-19

    De acordo com Secretaria de Saúde, 11.825 pessoas morreram pela doença, em Brasília, desde início da pandemia. Taxa de transmissão se mantém em 0,77 pelo segundo dia consecutivo

    O Distrito Federal registrou 135 novos casos conhecidos de Covid-19 e nenhuma morte, nesta quarta-feira (14), completando 35 dias sem verificação de óbitos. O dado, no entanto, não significa que não ocorreram mortes, mas que nenhuma foi registrada pela Secretaria de Saúde.

    A taxa de transmissão está em 0,77 pelo segundo dia consecutivo – o número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 77, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Quando abaixo de 1, o índice significa que a propagação do vírus está em desaceleração.

    Desde o início da pandemia, 838.302 pessoas foram infectadas e 11.825 perderam a vida em Brasília. Entre os mortos, 10, 8 mil moravam na capital federal e 1.025 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno do DF.

    Taxa de transmissão em setembro

    • 1º de setembro: 0,74
    • 2 de setembro: 0,74
    • 5 de setembro: 0,73
    • 8 de setembro: 0,74
    • 9 de setembro: 0,74
    • 12 de setembro: 0,76
    • 13 de setembro: 0,77
    • 14 de setembro: 0,77

    Leitos de UTI

    UTI em hospital no DF em imagem de arquivo — Foto: Reprodução TV

    Até as 16h25 desta quarta-feira (14), a taxa de ocupação nas unidades de terapia intensiva (UTIs) da rede pública, para tratar pacientes com Covid, estava em 71,43%. Do total de 22 leitos, 5 eram ocupados, disponíveis e 15 bloqueados.

    Até as 11h55, a ocupação nos leitos de UTI na rede privada de saúde estava em 55,96%. Do total de 136 leitos, 62 estavam ocupados, 49 vagos e 25 bloqueados.

    Casos por região

    O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta quarta-feira, 103.777 pessoas testaram positivo e 873 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 77.371 contaminações e 1.772 vidas perdidas.

    Fonte: G1

  • Dengue: casos prováveis aumentam 409% e chegam a 64,7 mil

    Dengue: casos prováveis aumentam 409% e chegam a 64,7 mil

    De janeiro até agosto, 11 pessoas morreram pela doença em Brasília. Levantamento da Secretaria de Saúde foi divulgado na sexta-feira (9)

    O Distrito Federal registrou 64.743 casos prováveis de dengue, entre 2 de janeiro e 27 de agosto. Neste mesmo período, 11 pessoas morreram pela doença em Brasília. Os dados registrados pela Secretaria de Saúde, e divulgados na última sexta-feira (9), representam um aumento de 409% no número de infectados, em comparação ao mesmo período de 2021. No ano passado foram registrados 12.212 casos prováveis da doença no DF.

    Os números indicam 476 novos casos em relação ao boletim anterior, que trazia dados até 20 de agosto. Nenhuma nova morte foi registrada entre os dois períodos.

    Dos 11 óbitos registrados este ano, cinco foram de homens e seis, de mulheres. Entre as vítimas, cinco (45,5%) tinham mais de 80 anos.

    Regiões onde moravam as pessoas mortas pela dengue no DF:

    • Sobradinho II: 1
    • Sobradinho: 2
    • Ceilândia: 3
    • Lago Norte: 1
    • Samambaia: 2
    • Planaltina: 2

    Por região

    Do total, 62.164 registros são de moradores da capital e o restante, de pessoas de outros estados que foram atendidas no DF. Dentre os casos prováveis em residentes de outros locais e atendidos no DF, são 2.486 de Goiás, 25 de Minas Gerais e 13 de São Paulo.

    Ceilândia é a região com o maior número de registros de dengue, com 10.762 casos prováveis. Em seguida, aparece Samambaia, com 5.913, e Taguatinga, com 4.048 notificações.

    Principais sintomas

    Os principais sinais da dengue são:

    • Febre alta: mais de 38°C
    • Dor no corpo e articulações
    • Dor atrás dos olhos
    • Mal estar
    • Falta de apetite
    • Dor de cabeça
    • Manchas vermelhas no corpo

    A infecção também pode ser assintomática ou apresentar quadro leve. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes e sangramento de mucosas.

    Sintomas da Dengue – Arte: Divulgação

    Prevenção em casa

    A transmissão da dengue se dá pela picada da fêmea infectada do Aedes aegypti, mosquito que costuma circular em regiões quentes e chuvosas. A água parada, como a que se acumula em pratos de vasos de plantas, calhas e garrafas no quintal, é onde o inseto se reproduz.

    • Utilize telas de proteção com buracos de, no máximo, 1,5 milímetros nas janelas da casa;
    • Deixe as portas e janelas fechadas, principalmente nos períodos do nascer e do pôr do sol;
    • Mantenha o terreno de casa sempre limpo e livre de materiais ou entulhos que possam ser criadouros;
    • Tampe os tonéis e caixas d’água;
    • Mantenha as calhas sempre limpas;
    • Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;
    • Mantenha lixeiras bem tampadas;
    • Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;
    • Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia;
    • Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;
    • Limpe todos os acessórios de decoração que ficam fora de casa e evite o acúmulo de água em pneus e calhas sujas, por exemplo;
    • Deixe portas e janelas fechadas, principalmente nos períodos do nascer e do pôr do sol;
    • Coloque repelentes elétricos próximos às janelas – o uso é contraindicado para pessoas alérgicas;
    • Velas ou difusores de essência de citronela também podem ser usados;
    • Evite produtos de higiene com perfume, pois podem atrair insetos;
    • Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa;
    • Coloque areia nos vasos de plantas.

    Fonte: G1

  • DF completa um mês sem registrar mortes por Covid-19

    DF completa um mês sem registrar mortes por Covid-19

    Secretaria de Saúde notificou 94 novos casos, nesta sexta-feira (9). Taxa de transmissão está em 0,74 pelo segundo dia consecutivo

    O Distrito Federal registrou 94 novos casos conhecidos de Covid-19 e nenhuma morte, nesta sexta-feira (9), completando um mês sem registro de óbitos. O dado não significa que não ocorreram mortes, mas que nenhuma foi registrada pela Secretaria de Saúde.

    O último boletim que registrou mortes por Covid-19, no Distrito Federal, foi divulgado no dia 10 de agosto, com dois óbitos. Segundo o informativo publicado na data, as vítimas — que moravam no Gama e no Guará, e que tinham idade entre 20 e 39 anos — morreram nos dias 8 e 9 de agosto.

    Desde o início da pandemia, 837.928 pessoas foram infectadas e 11.825 perderam a vida em Brasília. Entre os mortos, 10, 8 mil moravam na capital federal e 1.025 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno do DF.

    A taxa de transmissão se mantém em 0,74 pelo segundo dia consecutivo. O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 74, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Quando o índice está abaixo de 1, significa que a propagação do vírus está em desaceleração.

    Taxa de transmissão em setembro

    • 1º de setembro: 0,74
    • 2 de setembro: 0,74
    • 5 de setembro: 0,73
    • 8 de setembro: 0,74
    • 9 de setembro: 0,74

    Leitos de UTI

    Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com Covid-19 do Hospital Regional de Samambaia no DF — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

    Até as 16h25 desta sexta-feira (9), a taxa de ocupação nas unidades de terapia intensiva (UTIs) da rede pública, para tratar pacientes com Covid, estava em 54,55%. Do total de 26 leitos, 6 eram ocupados, disponíveis e 15 bloqueados.

    Até as 11h55, a ocupação nos leitos de UTI na rede privada de saúde estava em 56,88%. Do total de 136 leitos, 63 estavam ocupados, 48 vagos e 25 bloqueados.

    Casos por região

    O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta sexta-feira, 103.670 pessoas testaram positivo e 873 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 77.364 contaminações e 1.772 vidas perdidas.

    Fonte: G1

  • Varíola dos macacos: Saúde confirma mais 9 casos no DF

    Varíola dos macacos: Saúde confirma mais 9 casos no DF

    Ao todo, Brasília soma 225 pessoas infectadas, sendo 8 mulheres. Exames laboratoriais descartaram outros 418 casos em investigação

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou mais 9 casos de varíola dos macacos (monkeypox), nesta quinta-feira (8). Ao todo, Brasília soma 225 pessoas infectadas.

    Do total, 217 pacientes são homens e 8 são mulheres. Segundo a secretaria, os exames laboratoriais descartaram 418 casos que estavam em investigação, outros 177 ainda são suspeitos.

    A maioria dos pacientes está na faixa etária entre 20 e 39 anos. O Plano Piloto e Águas Claras são os locais com mais casos confirmados, no entanto, há diagnósticos em quase todas as regiões do DF.

    Veja o número de casos por região do DF:

    • Plano Piloto: 43
    • Águas Claras: 30
    • Samambaia: 22
    • Ceilândia: 17
    • Guará: 17
    • Recanto das Emas: 10
    • Taguatinga: 10
    • Planaltina: 9
    • Sudoeste: 9
    • Cruzeiro: 6
    • Vicente Pires: 5
    • Gama: 5
    • Riacho Fundo I: 5
    • Santa Maria: 4
    • Park Way: 4
    • Sobradinho I: 4
    • Riacho Fundo II: 3
    • Cadangolândia: 3
    • Núcleo Bandeirante: 2
    • Itapoã: 2
    • Paranoá: 1
    • Lago Norte: 1
    • Varjão: 1
    • Sobradinho II: 1
    • SCIA: 1
    • São Sebastião: 1
    • Jardim Botânico: 1
    • Sol Nascente/Pôr do Sol: 1

    Veja o número de casos por faixa etária no DF:

    • 0 a 10 anos: 0
    • 11 a 19 anos: 4
    • 20 a 29 anos: 81
    • 30 a 39 anos: 99
    • 40 a 49 anos: 30
    • 50 a 59 anos: 9
    • 60 anos ou mais: 2

    O que é a varíola dos macacos?

    Erupções cutâneas são típicas nos casos de varíola dos macacos — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

    A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais mais comuns são:

    • Febre
    • Dor de cabeça
    • Dores musculares
    • Dor nas costas
    • Gânglios (linfonodos) inchados
    • Calafrios
    • Exaustão

    A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

    • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.
    • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.
    • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
    • Da mãe para o feto através da placenta;
    • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
    • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

    Fonte: G1

  • Secretaria de Saúde descarta 3,5 mil doses de coronavac; imunizante venceu

    Secretaria de Saúde descarta 3,5 mil doses de coronavac; imunizante venceu

    Doses eram destinadas a aplicação da segunda dose, de acordo com a secretaria. 3,5 mil foram descartadas na quinta-feira (1°/9) por baixa procura da população

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal descartou 3,5 mil doses do imunizante coronavac, na última quinta-feira (1°/9). De acordo com a pasta, as vacinas contra a covid-19 atingiram o prazo de validade, e estavam destinadas à aplicação, somente, da segunda dose.

    Utilizada em crianças de 3 e 4 anos — que estão com a vacinação contra a covid-19 suspensa desde 3 de agosto por falta de estoque — a remessa vencida estava destinada, principalmente, para crianças e pessoas imunossuprimidas que receberam a primeira dose do imunizante.

    A pasta lamenta que “infelizmente, a população não aderiu ao apelo da Secretaria de Saúde para completar o ciclo vacinal”, explicou por meio de nota.

    Por hora, a Saúde aguarda envio de novas doses do Ministério da Saúde para retomar a aplicação em crianças.

    A Secretaria de Saúde confirmou o descarte de 3,5 mil doses contra a covid-19 no DF. Leia a nota na íntegra:

    “Na última quinta-feira (1/09), a Secretaria de Saúde descartou aproximadamente 3.500 doses da vacina CoronaVac, porque atingiram seu prazo de validade”, confirmou a secretaria.

    Desde o início do processo de imunização contra a covid-19, a Secretaria de Saúde tem atuado com responsabilidade para garantir primeira e segunda dose para todos os cidadãos”.

    Fonte: CB

  • Saúde descarta caso de rubéola em escola pública do DF

    Saúde descarta caso de rubéola em escola pública do DF

    Caic do Paranoá chegou a suspender aulas na sexta-feira (2). Exame laboratorial descartou doença em aluno

    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que o resultado do exame laboratorial feito no estudante do Caic Paranoá, nesta sexta-feira (2), descartou a possibilidade de infecção por rubéola. A escola pública chegou a suspender as aulas, após a suspeita da doença em um aluno.

    Segundo a direção do Caic, as aulas serão retomadas na segunda-feira (5), e o conteúdo letivo da sexta-feira será reposto no dia 12 de novembro. A escola, que tem 1.360 alunos do ensino infantil e fundamental, também fez uma campanha para estimular a vacinação contra a rubéola.

    A rubéola é uma infecção viral aguda altamente contagiosa, que causa erupções vermelhas na pele (veja sintomas abaixo). A doença é considerada erradicada no Brasil desde 2015, e o último caso confirmado no DF foi em 2009, de acordo com a Secretaria de Saúde.

    Qual a vacina usada contra a rubéola?

    A imunização contra a rubéola é feita por meio da vacina tríplice viral (Sarampo, Rubéola e Caxumba). Ela é aplicada, de graça, pelo SUS, nos postos de saúde e faz parte do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

    A tríplice viral deve ser tomada no seguinte esquema:

    • Crianças de 12 meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias): uma dose aos 12 meses (tríplice viral) e a segunda dose aos 15 meses (tetra viral)
    • Pessoas de cinco a 29 anos que não foram vacinadas anteriormente: duas doses da vacina tríplice viral, com o intervalo mínimo de 30 dias entre elas
    • Pessoas de 30 até 59 anos de idade completos em 2019 (nascidos a partir de 1960) que não foram vacinados anteriormente: devem receber uma dose da vacina tríplice viral
    Frascos de vacina contra sarampo, caxumba e rubéola, em imagem de arquivo — Foto: Seth Wenig/AP/Arquivo

    Entre 1998 a 2002, foram realizadas campanhas de vacinação para mulheres em idade fértil, na faixa etária de 12 a 49 anos, com objetivo de eliminar a SRC (Sarampo, Rubéola e Caxumba) no Brasil. A segunda dose da vacina foi implantada em 2004 para a faixa etária de 4 a 6 anos.

    No entanto, desde 2017, a cobertura para a vacina tríplice viral está em queda no país. Dados do Ministério da Saúde apontam que o Distrito Federal apresentou, em 2018, a menor taxa de cobertura da primeira dose da vacina tríplice viral desde 2015.

    Quais são os sintomas da rubéola?

    • Febre baixa
    • Surgimento de gânglios linfáticos
    • Manchas rosadas, que se espalham primeiro pelo rosto e, depois, pelo resto do corpo

    Esses sinais da rubéola acontecem independentemente da idade ou da pessoa ou dela ter ou não sido vacinada. Mas os médicos alertam que a vacinação é a única forma de reduzir a gravidade da doença.

    O tempo em que os primeiros sintomas levam para se manifestar, desde a infecção, é de 17 dias, variando de 14 a 21 dias, conforme cada caso, segundo o Ministério da Saúde. A transmissão da rubéola acontece diretamente de pessoa a pessoa, por meio das secreções do nariz e da garganta, expelidas pelo doente ao tossir, respirar ou falar.

    O período de transmissão é de 5 a 7 dias, antes e depois do início das erupções na pele.

    Fonte: G1

  • DF não registra mortes por Covid há 23 dias

    DF não registra mortes por Covid há 23 dias

    Taxa de transmissão se mantém em 0,74. Desde início da pandemia,11.825 perderam a vida em Brasília, de acordo com Secretaria de Saúde

    O Distrito Federal registrou 134 novos casos conhecidos de Covid-19 e nenhuma morte, nesta sexta-feira (2), completando 23 dias sem registro de óbitos. O dado, no entanto, não significa que não ocorreram mortes, mas, sim, que nenhuma foi registrada pela Secretaria de Saúde.

    Desde o início da pandemia, 837.618 pessoas foram infectadas e 11.825 perderam a vida em Brasília. Entre os mortos, 10, 8 mil moravam na capital federal e 1.025 vieram de outras regiões para buscar atendimento, principalmente do Entorno do DF.

    Taxa de transmissão da Covid-19 no DF

    Em agosto, a taxa de transmissão da Covid, em Brasília, começou em 0,64, e subiu ao longo do mês, atingindo pico de 0,85 no dia 22. Em seguida, o índice começou a cair, e terminou em 0,75 na quarta-feira (31).

    Na quinta (1º) a taxa caiu para 0,74 e se mantém assim, pelo segundo dia consecutivo. O número indica que cada 100 pessoas infectadas podem transmitir a doença para outras 74, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

    Quando o índice está abaixo de 1, significa que a propagação do vírus está em desaceleração.

    Taxa de transmissão em setembro

    • 1º de setembro: 0,74
    • 2 de setembro: 0,74

    Leitos de UTI

    UTI em imagem de arquivo — Foto: Reprodução TV

    Até as 18h25 desta sexta-feira (2), a taxa de ocupação nas unidades de terapia intensiva (UTIs) da rede pública, para tratar pacientes com Covid, estava em 36,36%. Do total de 26 leitos, eram ocupados, disponíveis e 15 bloqueados.

    Até as 11h55, a ocupação nos leitos de UTI na rede privada de saúde estava em 58,04%. Do total de 136 leitos, 66 estavam ocupados, 48 vagos e 22 bloqueados.

    Casos por região

    O Plano Piloto segue como a região com maior número de casos por Covid-19 no DF. Até esta sexta-feira, 103.622 pessoas testaram positivo e 873 morreram por causa da doença. Em segundo lugar está Ceilândia, com 77.359 contaminações e 1.772 vidas perdidas.

    Fonte: G1

  • DF tem mais de 200 casos de varíola dos macacos; Plano Piloto e Águas Claras concentram maior número de infectados

    DF tem mais de 200 casos de varíola dos macacos; Plano Piloto e Águas Claras concentram maior número de infectados

    Entre segunda (29) e esta quinta-feira (1º), Secretaria de Saúde confirmou mais 13 pacientes com doença. Exames descartaram 367 casos em investigação; outros 159 ainda são suspeitos

    O Distrito Federal ultrapassou os 200 casos confirmados de varíola dos macacos (monkeypox), nesta quinta-feira (1º). De acordo com o boletim da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Brasília tem 210 pacientes com a doença — 13 a mais que o informativo divulgado na segunda (29).

    Do total, 202 doentes são homens e 8 são mulheres. Segundo a pasta, os exames laboratoriais descartaram 367 casos que estavam em investigação, e outros 159 ainda são suspeitos.

    A maioria dos pacientes tem etária entre 20 e 39 anos. O Plano Piloto e Águas Claras são os locais com mais casos confirmados, no entanto, há diagnósticos em quase todas as regiões do DF.

    Veja o número de casos por região do DF:

    • Plano Piloto: 41
    • Águas Claras: 29
    • Samambaia: 18
    • Ceilândia: 15
    • Guará: 15
    • Recanto das Emas: 10
    • Planaltina: 9
    • Sudoeste: 9
    • Taguatinga: 7
    • Cruzeiro: 6
    • Vicente Pires: 5
    • Gama: 4
    • Santa Maria: 4
    • Riacho Fundo I: 4
    • Park Way: 4
    • Sobradinho I: 4
    • Riacho Fundo II: 3
    • Cadangolândia: 3
    • Núcleo Bandeirante: 2
    • Itapoã: 2
    • Paranoá: 1
    • Lago Norte: 1
    • Varjão: 1
    • Sobradinho II: 1
    • SCIA: 1
    • São Sebastião: 1
    • Jardim Botânico: 1
    • Sol Nascente/Pôr do Sol: 1

    Veja o número de casos por faixa etária no DF:

    • 0 a 10 anos: 0
    • 11 a 19 anos: 3
    • 20 a 29 anos: 79
    • 30 a 39 anos: 91
    • 40 a 49 anos: 25
    • 50 a 59 anos: 10
    • 60 anos ou mais: 2
    Erupções cutâneas são típicas nos casos de varíola dos macacos — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

    O que é a varíola dos macacos?

    A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. Os sintomas iniciais mais comuns são:

    • Febre
    • Dor de cabeça
    • Dores musculares
    • Dor nas costas
    • Gânglios (linfonodos) inchados
    • Calafrios
    • Exaustão

    A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

    • Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.
    • De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.
    • Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
    • Da mãe para o feto através da placenta;
    • Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
    • Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

    Fonte: G1