Categoria: Cultura

  • Inscrições abertas para oficina de Elaboração de Projetos, Captação de Recursos e Gestão de Entidade

    Inscrições abertas para oficina de Elaboração de Projetos, Captação de Recursos e Gestão de Entidade

    Aulas serão realizadas de 13 a 17 de fevereiro e encerram o ciclo de atividades do projeto Circuit On-line

    Estão abertas as inscrições para a oficina de Elaboração de Projetos, Captação de Recursos e Gestão de Entidade, do Projeto Circuit On-line. As aulas serão realizadas de 13 a 17 de fevereiro. As inscrições estão disponíveis no endereço eletrônico www.circuitonline.com.br. Podem participar jovens e adultos com idade de 14 a 60 anos. O único requisito é que o aluno possua um dispositivo conectado à internet.

    Uma realização do Instituto Ladainha, em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, o Circuit Online tem como objetivo preparar novos profissionais para o mercado de trabalho. Desde o início das aulas, em outubro de 2022, centenas de jovens e adultos tiveram a oportunidade de ampliar os seus conhecimentos em diversas áreas da comunicação audiovisual. Entre os cursos ofertados até o momento, estão o de designer gráfico, edição de fotos, roteiro e cinema.

    A direção do Circuit Online destaca que o principal objetivo é fazer com que alunos que completarem todos os módulos estejam aptos a desenvolver projetos nas áreas de cinema ficcional ou documental, televisão aberta e fechada, vídeos analógicos e digitais, cinema experimental, animações tradicionais e computadorizadas, programas de propagandas, desenvolvimento de jogos virtuais, além de diversos aplicativos.

    Fique atento para os próximos módulos, que se encerram no dia 17 de fevereiro de 2023. A capacitação completa tem duração de 180 horas e as aulas acontecem das 14h30 às 16h30. Todos os alunos serão certificados.

  • Projeto oferece oficinas gratuitas de formação em Braille

    Projeto oferece oficinas gratuitas de formação em Braille

    Aulas começam no dia 13 de fevereiro e são destinadas a jovens e adultos com 12 anos ou mais. Oficinas fazem parte do projeto Capacitar DF, da Secretaria de Cultura

    Estão abertas as inscrições para as oficinas gratuitas de formação em Braille. As aulas serão oferecidas entre os dias 13 e 17 fevereiro. Os interessados em participar podem aderir ao projeto até o dia 12/02, por meio do endereço www.capacitardf.com.br. A capacitação é voltada a jovens e adultos com 12 anos ou mais.

    A oficina faz parte do projeto Capacitar DF, uma realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com o Instituto Capoterapia. A qualificação completa é formada por 16 workshops semanais, com capacidade para 65 alunos, cada. As aulas são ministradas de segunda a sexta-feira, sempre das 9 às 11 horas.

    Sistema Braille

    O Braille é um sistema de escrita tátil utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão. É tradicionalmente escrito em papel relevo. Os usuários do sistema Braille podem ler em telas de computadores e em outros suportes eletrônicos graças a um mostrador em braile atualizáveis.

    Programação Completa:

    13 a 17 – Braille (Sistema 1)
    Horário: 09h às 11h
    27/02 a 03/03 – Braille (Sistema 2)
    Horário: 09h às 11h
    13 a 17/02 – Braille (Sistema 3)
    Horário: 09h às 11h
    20/02 a 24/02 – Operação de Câmeras e inclusão
    Horário: 09h às 11h
    27/02 a 03/03 – Montagem, Edição e Inclusão
    Horário: 09h às 11h
    06 a 10/03 – Transcrição, Legendagem e Inclusão
    Horário: 09h às 11h

  • Avança a reforma da Sala Martins Pena 

    Avança a reforma da Sala Martins Pena 

    Trabalhos se encontram na fase de proteção das obras de arte e remoção de equipamentos

    O barulho de marretas, pás de construção e carrinhos de mão é ininterrupto e não deixa dúvidas: os trabalhos da ampla reforma da Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Claudio Santoro, estão em andamento.

    São cerca de 30 homens trabalhando no interior do prédio desde que as obras começaram, no fim de 2022, e os resultados dessa intensa movimentação já podem ser constatados nas ações de proteção das obras de arte e primeiras remoções de equipamentos e mobiliários.

    O secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, fez uma visita técnica ao teatro na última terça (31/1), com acompanhamento dos engenheiros responsáveis pelo serviço. “O local está, no bom sentido, irreconhecível, o que mostra a dimensão do trabalho a ser realizado”, avalia. “O coração bate forte e mais forte ainda diante da sensação de recuperar o tempo perdido. Viva a cultura!”

    Acervo

    Com investimentos de R$ 49,7 milhões, montante originário de recursos diretos do GDF, a obra vem sendo executada pela construtora Porto Belo Engenharia, com a fiscalização da Novacap. De acordo com os engenheiros responsáveis, essa fase dos trabalhos corresponde à proteção das obras de arte que compõem o acervo do teatro – como os painéis de Athos Bulcão localizados no foyer da Sala Martins Pena -, além de desmontagem e remoção de louças, cabines, poltronas, carpetes, revestimento do piso da plateia, cabines e paredes.

    Por se tratar de um bem tombado como patrimônio cultural, os trabalhos de recuperação do espaço também contam com acompanhamento do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Trabalhamos com o objetivo de cumprir as demandas e orientações do Iphan, onde atendemos ao parecer técnico e todas as exigências pertinentes”, esclarece a engenheira civil Uyara Mendes, da Novacap.

    Os trabalhos seguem também pelos 15 camarins, com a remoção dos forros e luminárias e demolição do piso, assim como a ampliação da escada de acesso. Os engenheiros também se debruçam sobre o reconhecimento visual da área para a possível implantação do reservatório de aproximadamente 350 metros cúbicos de água. “São reestruturações físicas para atender, inclusive, as exigências do Corpo de Bombeiros na questão da acessibilidade”, explica a engenheira.

    Ícone cultural 

    O começo da reforma do Teatro Nacional, com os já iniciados trabalhos na Sala Martins Pena, marca um ciclo de quatro anos de grandes obras executadas pelo GDF. Em relação ao icônico espaço cultural projetado por Oscar Niemeyer ainda em 1958, não se trata apenas de uma simples manutenção, mas de ampla obra de modernização do local com projetos bem-definidos de acessibilidade, segurança, combate a incêndio e conforto.

    “Foram dois anos para reunir e organizar todas as plantas do teatro, em um trabalho que envolveu pelo menos uma dezena de profissionais abnegados”, conta Bartolomeu Rodrigues. “Ver o andamento da obra não deixa de ser uma emoção à parte, uma sensação de dever cumprido para que em breve Brasília tenha de volta esse ícone cultural.”

    Os trabalhos executados na Sala Martins Pena incluem a reestruturação das instalações prediais, sobretudo da parte elétrica e climatização, além da recuperação de pisos e revestimentos acústicos, esquadrias e mobiliários. Também serão feitas as atualizações tecnológicas e de segurança das estruturas, assim como dos mecanismos cênicos, respeitando sempre os requisitos de acessibilidade.

  • Morre o sambista Marcelo Sena, vocalista da banda Coisa Nossa, aos 58 anos

    Morre o sambista Marcelo Sena, vocalista da banda Coisa Nossa, aos 58 anos

    O cantor Marcelo Sena, vocalista da banda Coisa Nossa, morreu aos 58 anos em Brasília. A informação foi confirmada na noite de hoje pela assessoria do grupo em contato com Splash

    Considerado um dos ícones do samba na capital federal, ele lutava contra um câncer de próstata com metástase nos ossos desde 2018.

    “É com profundo pesar que comunicamos a todos os amigos e fãs a perda do nosso amado”, diz nota publicada nos stories do Instagram oficial do grupo e na página pessoal de Marcelo.

    Antes de confirmar a morte, a banda informou que o quadro de saúde de Marcelo era delicado. “Pedimos ainda que continuem em uma corrente de oração”, disse uma publicação na mesma rede social.

    A banda informou que detalhes sobre o velório e o enterro do cantor serão divulgados em breve.

    Carreira em Brasília

    A carreira de Marcelo Sena começou ainda na década de 1980, conforme entrevista divulgada pelo jornal Correio Braziliense em 2020. Ele afirma que recebeu convites para deixar Brasília durante a carreira, mas optou por permanecer pensando na família e nos colegas de banda.

    “Sair era muito difícil, as propostas não eram irrecusáveis e eu estava bem no meu lugar. Brasília, para mim, é minha. Sinto como se a minha casa fosse a Vila Planalto e o DF todo fosse o meu quintal”.

    O cantor pesquisou muito sobre o câncer, segundo o relato. “Conheci uma terapia chamada ‘Terapia de Jerson’, era natural. Fiz esse tratamento junto à quimioterapia e isso me salvou. Eu me renovei no âmbito espiritual, físico, alimentar”.

    “Eu trabalhei muito o bem-estar, fiz dança de salão todas as noites com a minha esposa. Trabalhei a reeducação alimentar e mantive minha imunidade sempre alta”, completou Marcelo na época.

    Fonte: UOL.com

  • Projeto oferece oficinas gratuitas de formação em Libras

    Projeto oferece oficinas gratuitas de formação em Libras

    A Secretaria de Cultura e Economia Criativa oferecerá, de 30/01 a 03/02, a oficina gratuita de Técnica de Conversação da Língua Brasileira de Sinais (Libras)

    As aulas são destinadas a jovens e adultos com 12 anos ou mais e serão ministradas pela internet. Para participar, acesse www.capacitardf.com.br.

    Ao todo, o projeto Capacitar DF disponibilizará 1.040 vagas, distribuídas em 16 workshops semanais, com capacidade para 65 alunos, cada. Podem se inscrever, jovens com idade a partir de 12 anos. As aulas são ministradas de segunda a sexta-feira, sempre das 9 às 11 horas.

    Uma realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com o Instituto Capoterapia, o projeto tem como objetivo formar novos profissionais para atuarem como intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Também será oferecida capacitação para o sistema Braille.

  • Órgãos do GDF discutem locais e infraestrutura para fazer o Carnaval da paz

    Órgãos do GDF discutem locais e infraestrutura para fazer o Carnaval da paz

    Encontro detalhou o decreto que regulamenta a Lei nº 4.738, que dispõe sobre a realização da folia no DF

    A governadora em exercício Celina Leão assinou nesta quinta-feira (26) o Decreto nº 44.169, que regulamenta a Lei 4.738, de 2011, que dispõe sobre a realização do Carnaval. Para apresentar o regulamento e tratar da organização da folia deste ano na cidade, o secretário de Governo, José Humberto Pires, reuniu-se no Palácio do Buriti com os titulares das pastas envolvidas na festa e com os administradores regionais para definir pontos importantes, como locais de concentração dos blocos e a estrutura necessária de segurança e de apoio aos foliões. O Carnaval de Brasília, intitulado “Carnaval da Paz”, é coordenado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

    “O objetivo deste encontro é fazer um planejamento com a definição dos locais onde pode haver Carnaval, expectativa de público e a instalação da infraestrutura necessária. Essa reunião foi provocada por representantes dos blocos, promotores do Carnaval e deputados distritais que estiveram aqui no Palácio do Buriti conversando com a governadora Celina. O governo é sensível ao fato de que esta é uma manifestação popular importantíssima para Brasília e, por isso, reunimos aqui todos os órgãos envolvidos nesse processo”, explicou o secretário José Humberto.

    O titular da Secretaria de Governo destacou, ainda, a importância da participação efetiva de todos os órgãos que de alguma forma estão ligados à festa, principalmente as pastas da Segurança e da Cultura. O secretário de Comunicação, Wellington Moraes, informou que haverá uma campanha publicitária voltada para o Carnaval, com o tema “Carnaval da Paz” . A campanha também tratará de pontos de utilidade pública, como respeito à diversidade e combate à violência.

    O secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, ressaltou a importância da reunião desta quinta-feira para a troca de informações entre os órgãos envolvidos na organização da festa. “Nós estamos, cada vez mais, concentrando as informações para que possamos na próxima semana apresentar um quadro mais claro de como será a organização do Carnaval de 2023, que certamente será o Carnaval da Paz, bonito e seguro. É para isso que todas as secretarias estão trabalhando”, frisou o secretário.

    Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

    Bartolomeu Rodrigues disse ainda: “Estamos empenhados em oferecer um Carnaval seguro e alegre para a população, da mesma forma que respeitamos aqueles segmentos da sociedade que precisam de tranquilidade. Ninguém vai ser importunado pelo Carnaval”, garantiu.

    Integrante da coordenação de Planejamento da subsecretaria de Ações Integradas da Secretaria de Segurança Pública do DF, o tenente-coronel Keldson garantiu que Brasília terá o seu “Carnaval da Paz”. “A secretaria e as forças de Segurança estão trabalhando em coordenação com as administrações, principalmente a do Plano Piloto, região que vai concentrar a maior parte dos blocos de Carnaval”, frisou. O tenente-coronel disse que onde houver Carnaval vai haver policiamento.

  • Saiba como se inscrever no Curso gratuito para Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão

    Saiba como se inscrever no Curso gratuito para Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão

    Na próxima semana, jovens e adultos com 12 anos ou mais terão uma ótima oportunidade para aprender gratuitamente a Língua Brasileiras de Sinais (Libras)

    O Projeto Conecta DF, uma parceria entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e o Instituto Reserva Biosfera do Cerrado, abriu até o próximo domingo (29/1) as inscrições para a oficina Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo VII). As aulas 100% on-line serão ministradas de segunda (30) a sexta-feira (3/02), das 18h30 às 20h30, divididas em 16 módulos. Os interessados podem fazer as inscrições pelo endereço www.conectadf.com.br

    As oficinas para capacitação em Libras do Projeto Conecta DF têm como objetivo capacitar pessoas para garantir uma comunicação mais inclusiva para os que utilizam a Língua Brasileira de Sinais. Para os organizadores do projeto, propiciar uma melhor compreensão entre surdos e ouvintes é uma verdadeira necessidade dos últimos tempos, uma vez que a lei já prevê a presença de intérpretes de libras em diversas instituições públicas, como: escola, universidade, programas de televisão e outros. 

    Para facilitar a comunicação, todas as aulas contarão com a presença de intérpretes da Língua Brasileira de Sinais. Os alunos receberão certificação e os que participarem dos 16 módulos concluirão todo o ciclo do projeto. O único requisito é que os inscritos possuam um dispositivo (computador, tablet ou celular) conectado à internet.  Sobre o Conecta DF  

    Além da capacitação em Libras, dividida em 12 semanas, o Conecta DF oferece oficinas de Contabilidade Básica, Gestão de Entidades do Terceiro Setor, Empreendedorismo Corporativo e um módulo especial de Prevenção de Uso de Drogas. A expectativa é qualificar novos profissionais e fomentar o empreendedorismo sustentável e saudável.

    Confira a programação completa e não perca esta oportunidade:

     Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo VII) – 30/01 a 03/02 Horário: 18h30 às 20h30

     Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo VIII)  – 06 a 10/02 Horário: 18h30 às 20h30

     Gestão de Entidades do Terceiro Setor – 13 a 17/02 Horário: 18h30 às 20h30 

     Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo IX)  – 20 a 24/02 Horário: 18h30 às 20h30

     Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo X) – 27/02 a 03/03Horário: 18h30 às 20h30

     Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo XI)  – 06 a 10/03 Horário: 18h30 às 20h30 

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo XII)  – 13 a 17/03 Horário: 18h30 às 20h30 

    Empreendedorismo Corporativo – 20 a 24/03 Horário: 18h30 às 20h30

  • 11º Festival Brasília de Cultura Popular vai até sábado (28)

    11º Festival Brasília de Cultura Popular vai até sábado (28)

    Depois de oito anos, a programação volta à cidade com apresentações de artistas locais e nacionais no Clube do Choro

    A 11ª edição do Festival Brasília de Cultura Popular começou nesta quarta-feira (25) e vai até sábado (28) no Clube do Choro. Ao todo, serão 11 apresentações durante os quatro dias de programação. Além das tradicionais atrações locais, como Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, Tereza Lopes, Orquestra Alada e Chinelo de Couro, renomados artistas nacionais, como Alessandra Leão (PE), Mestre Sapopemba (PB) e Mestre Nico (PE), participam da programação.

    O festival é uma celebração da cultura popular. Além dos espetáculos de música e dança, serão formados grupos de discussão para tratar do evento e aproximar artistas, produtores e público.

    A última edição do projeto ocorreu em 2015, no Centro Tradicional de Invenção Popular, na sede do grupo Seu Estrelo. Segundo Danielle Freitas, coordenadora geral do evento, a retomada do festival é essencial para a manutenção e difusão da cultura popular do DF. “A retomada do festival tem como tema a Refestança. Queremos fortalecer a importância da celebração”, explicou Danielle. O evento recebeu R$ 200 mil do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) para sua execução. Estão envolvidas na realização do projeto 200 pessoas.

    O grupo cultural Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro fecha a programação do festival no Clube do Choro, à meia-noite de sábado para domingo – Foto: Mike Sena/Divulgação

    “É uma emoção muito grande poder voltar depois de tanto tempo com este festejo que é um símbolo para a cultura do DF. A existência de nossa brasilidade só é possível por causa das festas populares e dessa gente que faz cultura para a alma e não somente para o mercado”, destaca a coordenadora.

    Uma das principais atrações do evento é o Calango Voador, uma das figuras mais significativas da mitologia do Cerrado. O réptil alado traz consigo um espetáculo de bonecos gigantes, personagens e figuras em pernas de pau e acrobacias circenses.

    Confira programação completa:

    Uma das principais atrações do evento é o Calango Voador, uma das figuras mais significativas da mitologia do Cerrado – Foto: Raissa Azeredo/Divulgação

    Quarta-feira (25)
    9h: Oficina de percussão com Larissa Umaytá;
    15h: Oficina de Canto Ancestral com Maryta de Humahuaca;
    19h às 21h: Espaço Eco das Tradições com Maryta Hamuhuaca (ARG), Mestre Manoelzinho Salustiano (PE), Danielle Freitas (DF) e Pedro Vasconcellos – diretor dos Comitês de Cultura (Minc).

    Quinta-feira (26)
    15h: Oficina de Canto Ancestral com Maryta de Humahuaca;
    19h às 21h: Espaço Eco das Tradições com Ialorixá Mãe Baiana de Oyá (DF), Tico Magalhães (DF), deputado distrital Fábio Félix e deputado distrital Gabriel Magno.

    Sexta-feira (27)
    14h: Oficina de dança com Mestre Nico (PE);
    19h: Apresentação do Mamulengo Fuzuê (DF);
    20h: Sambadeiras de Roda (DF);
    21h30: Tereza Lopes (DF);
    22h45: Alessandra Leão (PE) e Mestre Sapopemba (AL);
    0h: Chegada do Calango Voador com a Orquestra Alada Trovão da Mata (DF).

    Sábado (28)
    19h: Apresentação Mamulengo Presepada (DF);
    20h: Kirá (DF);
    21h30: Congadas do Moçambique Santa Efigênia (MG);
    22h45: Chinelo de Couro (DF);
    0h: Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (DF) com participação de Mestre Nico (PE) e Gabriel Paes (DF).

  • Secretaria de Cultura oferece oficina de capacitação em Libras

    Secretaria de Cultura oferece oficina de capacitação em Libras

    Aulas são gratuitas e destinadas a jovens com idade a partir de 12 anos. Ao todo, o projeto disponibilizará 1.040 vagas, distribuídas em 16 workshops semanais

    Jovens e adultos interessados em aprender Técnica de Conversação da Língua Brasileira de Sinais (Libras) podem se inscrever para as oficinas gratuitas do projeto Capacitar DF. A nova turma começa na segunda-feira (23/01) e as aulas serão oferecidas por meio de uma plataforma digital. Para participar, acesse www.capacitardf.com.br. O prazo de adesão termina domingo (15/01).

    Ao todo, o projeto disponibilizará 1.040 vagas, distribuídas em 16 workshops semanais, com capacidade para 65 alunos, cada. Podem se inscrever, jovens com idade a partir de 12 anos. As aulas são ministradas de segunda a sexta-feira, sempre das 9 às 11 horas.

    Uma realização da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, em parceria com o Instituto Capoterapia, o projeto tem como objetivo formar novos profissionais para atuarem como intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Também será oferecida capacitação para o sistema Braille.

    Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, cerca de 9,7 milhões de pessoas possuem deficiência auditiva no país, o que corresponde a mais de 5% da população. Os números também apontam para a existência de 6,5 milhões de cidadãos com deficiência visual severa, sendo mais de 500 mil com perda total da visão.

    A dificuldade para se comunicar e acessar serviços básicos é um dos principais desafios para essa significativa parcela da população. Sem a linguagem de sinais ou o sistema Braille, tarefas simples tornam-se desafios complexos e, por vezes, inacessíveis. A fim de ampliar a qualificação de novos profissionais e torná-los aptos a atuarem nos mercados audiovisual e inclusivo, o projeto Capacitar DF foi cuidadosamente planejado.

    Para se inscrever, acesse: www.capacitardf.com.br. Todos os alunos receberão certificação de participação.

    Programação completa:

    23/01 a 27/01 – Técnica de Conversação (módulo II)
    Horário: 09h às 11h
    30/01 a 03/02 – Técnica de Conversação (módulo III)
    Horário: 09h às 11h
    06 a 10/02 – Apresentação de exercício final e Formatura (Libras)
    Horário: 09h às 11h
    13 a 17 – Braille (Sistema 1)
    Horário: 09h às 11h
    27/02 a 03/03 – Braille (Sistema 2)
    Horário: 09h às 11h
    13 a 17/02 – Braille (Sistema 3)
    Horário: 09h às 11h
    20/02 a 24/02 – Operação de Câmeras e inclusão
    Horário: 09h às 11h
    27/02 a 03/03 – Montagem, Edição e Inclusão
    Horário: 09h às 11h
    06 a 10/03 – Transcrição, Legendagem e Inclusão
    Horário: 09h às 11h

  • Mostra de Cinema Japonês começa nesta quarta-feira (18) no Cine Brasília

    Mostra de Cinema Japonês começa nesta quarta-feira (18) no Cine Brasília

    Ao todo, sete filmes inéditos no circuito brasileiro serão exibidos até domingo (22). Ingresso custa R$ 5; confira programação

    Sete longas japoneses inéditos no circuito comercial brasileiro fazem parte da Mostra de Cinema Japonês, que começa nesta quarta-feira (18) e vai até domingo (22), no Cine Brasília. Os filmes são exibidos com áudio original em japonês e legendas em português, e o ingresso custa R$ 5.

    A programação traz três sessões diárias, de quinta-feira a domingo, às 15h30, 18h e 20h (veja abaixo). Na quarta-feira (18), a mostra tem sua sessão de abertura às 18h com Summer Blooms (2017), filme sobre uma ex-professora que, passados três anos da morte do namorado, reflete sobre um segredo enterrado em seu passado.

    A exibição será seguida do debate “Nas Entrelinhas do Cinema Japonês”, conduzido pelo professor de língua e cultura japonesa Takashi Yamanishi e pela pesquisadora de história japonesa e professora Angélica Alencar.

    A mostra é realizada pela Embaixada do Japão no Brasil e pela Fundação Japão, com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e Box Cultural.

    🎞️ Programação

    Cena do filme “Summer Blooms” (2017) — Foto: Reprodução

    Quarta-feira (18)

    • 18h: Summer Blooms (2017)
    • 20h: Debate Nas Entrelinhas do Cinema Japonês, com Takashi Yamanishi e Angélica Alencar

    Quinta-feira (19)

    Yuna, uma jovem de 15 anos, vive em uma cidade que parece intocada pelo tempo. A tradição da produção do mochi torna-se uma importante ligação com o passado no momento em que a jovem enfrenta a morte da avó e o distanciamento de amigos.

    O jovem Me se sente atraído por sua colega Sachiko, que está em um relacionamento com o gerente da livraria onde os dois trabalham. A garota retribui o sentimento e deixa o homem mais velho, mas desperta o interesse de Shizuo, colega de apartamento de Me.

    Três amigos dos tempos de escola se encontram na sua terra natal, na província de Mie. A partir desse reencontro, o grupo reflete sobre suas vidas, provocando mudanças de postura no trabalho e em suas famílias.

    Sexta-feira (20)

    Cena do filme “Dizem que nada fica como está” (2019) — Foto: Reprodução

    O recluso barqueiro Toichi vê sua ocupação ameaçada pela construção de uma nova ponte, que finalmente ligará as duas margens do rio local. Mas sua vida é mudada por uma garota misteriosa, que aparece sem família e sem destino.

    Abandonado pelos pais, Shoto Izumi tornou-se um criminoso que lucra às custas de mulheres e idosos. Após um assalto que dá errado, ele foge para uma área montanhosa de Miyazaki, onde uma comunidade de vítimas em potencial o desarma com carinho e afeição.

    Ikuo Kinomoto, um homem sem um emprego fixo, se esforça para se livrar do vício por jogos, motivado por sua namorada Ayumi, que cria uma filha adolescente. Os três decidem se mudar para a cidade natal de Ayumi, onde pretendem recomeçar a vida.

    Sábado (21)

    • 15h30: E Seu Pássaro Pode Cantar (2018)
    • 18h: Summer Blooms (2017)
    • 20h: Shabondama (2017)

    Domingo (22)

    • 15h30: Mochi (2020)
    • 18h: Outro Mundo (2019)
    • 20h: Dizem que Nada Fica como Está (2019)

    Mostra de Cinema Japonês

    • Quando: de quarta-feira (18) até domingo (22)
    • Sessões: quarta-feira às 18h; de quinta-feira a domingo às 15h30, 18h e 20h
    • Local: Cine Brasília – EQS 106/107
    • Ingressos: entrada promocional a R$ 5; ingressos disponíveis na bilheteria 1h antes de cada sessão

    Fonte: G1