Categoria: Cultura

  • Sarau Complexo leva música, poesia e teatro a Samambaia nesta sexta (31)

    Sarau Complexo leva música, poesia e teatro a Samambaia nesta sexta (31)

    Dezessete artistas das mais variadas áreas se apresentarão no complexo cultural da cidade

    O Complexo Cultural Samambaia será palco, nesta sexta-feira (31), de uma série de apresentações e muita diversão para a comunidade. Diversos artistas da cidade e de todo o DF levarão música, poesia, teatro e também programas infantis para a garotada. Trata-se do Sarau Complexo, evento realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, no valor de R$ 200 mil, empregados em seis edições da festa.

    Realizado com recursos do FAC, o Sarau Complexo teve investimento de R$ 200 mil em seis edições – Foto: Sheley Gaby/Divulgação

    As apresentações começam cedo, a partir das 15h, e a programação será diversificada. A cantora de R&B (rhythm and blues) Taliz, de Samambaia, autora do single Encosta em mim, será uma das atrações. Além dela, o público poderá ouvir muita música independente com a banda brasiliense Sonda Mãe, Diego Azevedo, Angela Vitória, Felipe Costa e Jad Teles. O jazz e soul ficará por conta do cantor Amaro Vaz.

    Na agenda infantil, destaque para a Cia. de Teatro As Amoras, com Thaís Felizardo e Cristina Leite Dança. Na parte de manifestações de cultura popular, subirão ao palco o grupo Mamulengo Presepada e o palhaço Psiu. E para os apreciadores da poesia, haverá um recital de poemas conduzido pela dupla de artistas Luiz Vieira e Luh Vei.

    O evento tem o apoio da Administração Regional de Samambaia. Um total de 17 artistas participarão do espetáculo. “O sarau tem o objetivo de incentivar as manifestações socioculturais na comunidade e de conhecer nossos artistas locais. Tem esse nome, pois sempre lutou por um lugar cultural para apresentar todo tipo de arte ”, declara o idealizador do evento, Ronald Marques.

    Serviço
    Sarau Complexo
    Local: Complexo Cultural Samambaia – QS 301 Conjunto 5 Lote 1
    Data: sexta-feira (31)
    Horário: Das 15h às 20h
    Classificação livre para todos os públicos

  • Obra da Sala Martins Pena está na fase de demolição

    Obra da Sala Martins Pena está na fase de demolição

    Reforma tem investimento de R$ 49,7 milhões e vai gerar cerca de 350 empregos até a conclusão dos trabalhos

    Prestes a completar três meses de obra, a Sala Martins Pena segue sob os cuidados da Novacap para a restauração do espaço. Com investimento de mais de R$ 49,7 milhões, a reforma vai gerar cerca de 350 empregos até a conclusão dos trabalhos.

    A obra está na fase de demolição das estruturas da Sala Martins Pena para posterior início do trabalho de restauração – Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    Iniciada em 2 de janeiro, a obra está na fase de demolição das estruturas para posterior início do trabalho de restauração. O serviço será feito em cinco etapas, a começar pela Sala Martins Pena, a ser reaberta aos espetáculos assim que estiver em condições de uso. A capacidade da sala, inclusive, será ampliada de 407 para 497 espectadores.

    Cada uma das poltronas da Martins Pena e o simbólico carpete verde foram retirados. Os corredores de acesso à sala de espetáculos também já estão sendo restaurados. Por fim, o foyer do teatro é o outro local que já passa por intervenção: todo o forro foi removido para substituição por um mais moderno.

    Martins Pena em restauração: todas as poltronas e o simbólico carpete verde foram retirados – Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    “Aqui temos um equipamento de mais de 60 anos, uma espécie de ‘cápsula do tempo’ da época em que Brasília foi inaugurada. É uma restauração que está sendo feita com todo carinho, trazendo a modernidade”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

    Os serviços realizados pela empresa Porto Belo Engenharia incluem a reforma das instalações, sobretudo elétrica e climatização, recuperação estrutural, restauração de pisos e revestimentos acústico, esquadrias e de imobiliários, além de atualização tecnológica e de segurança das estruturas e dos mecanismos cênicos, respeitando os requisitos de acessibilidade.

    Após a conclusão da primeira etapa da obra, com as intervenções na Martins Pena, a próxima fase terá como foco outro espaço bem conhecido pelos espectadores: a Sala Villa-Lobos. Além dela, a Sala Alberto Nepomuceno e o Espaço Dercy Gonçalves – uma área de convivência – serão restaurados neste segundo momento.

    Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    Interdição

    O Teatro Nacional foi interditado há dez anos, na esteira da repercussão do incêndio da boate Kiss, em Santa Maria (RS), quando o Corpo de Bombeiros do DF elaborou mais de 130 exigências para que o espaço pudesse ser reaberto. Por esses e outros fatores, a obra tem todo um cuidado especial com a segurança e a acessibilidade.

    “Uma das principais razões do teatro ter sido interditado foi a falta de acessibilidade e também de uma saída para que o público possa se retirar numa situação de emergência. Agora, teremos todos os requisitos que a legislação exige”, pontuou Bartolomeu Rodrigues.

    O Teatro Nacional Claudio Santoro ganhará novas rotas de fuga e duas saídas de emergência, que serão construídas a partir da Martins Pena. Trata-se de túneis com 42,8 metros de comprimento que ligarão a sala até o estacionamento em frente à entrada principal.

    “O teatro foi interditado em 2013 ,e aqui tinha mais de 100 irregularidades em relação a incêndio e acessibilidade. Nesta reforma, estamos resolvendo todos os problemas relacionados ao risco de incêndio, estamos criando rotas de fuga e mitigando todos os riscos das instalações elétricas, do ar-condicionado e adequando o espaço às normas vigentes”, detalha o diretor de edificações da Novacap, Rubens Oliveira.

    Em relação à acessibilidade, o diretor da Novacap relata que todas as adequações necessárias para dar mobilidade às pessoas com dificuldades de locomoção estão sendo feitas.

    Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    “Estamos substituindo as escadas por rampas, pois nem todos tinham acesso. As estruturas estão fora das normas atuais, e estamos adequando isso também, construindo e adaptando todos os espaços para atender todos os públicos. As cadeiras terão um espaçamento maior entre elas, e tem poltronas específicas para pessoas obesas”, explica Rubens Oliveira.

    Preservação

    Durante a reforma, todos os painéis e obras do artista Athos Bulcão estão sendo preservados e cobertos para evitar danos. Além disso, todos os detalhes que possam afetar de alguma maneira a originalidade do espaço precisam ser submetidos ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para aprovação e posterior substituição. O Teatro Nacional foi construído na década de 1960 e é um bem tombado pelo instituto.

  • Boi de Seu Teodoro celebra 60 anos com ações de educação em escolas

    Boi de Seu Teodoro celebra 60 anos com ações de educação em escolas

    As apresentações começaram pela Escola Classe 11, em Sobradinho, e seguem neste mês e em abril. Também haverá feiras e festas no decorrer do ano

    O Boi de Seu Teodoro, tradicional grupo de cultura popular que reencena o auto do Bumba Meu Boi no Distrito Federal, completou 60 anos em 25 de janeiro. Criada em 1963, em Sobradinho, pelo maranhense Teodoro Freire (1920-2012), a tradição celebra o aniversário com feiras, festas e ações de educação patrimonial em diversas escolas públicas da capital federal, realizadas por meio de termo de fomento executado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).

    Na última sexta-feira (17), a Associação da Cultura Candanga, organização da sociedade civil (OSC) parceira no fomento, começou as apresentações para estudantes pela Escola Classe 11, em Sobradinho, onde 180 alunos, de dez turmas da 1ª à 5ª série, acompanharam as evoluções de música-dança-teatro do Boi de Seu Teodoro. Essas ações continuam neste mês, estendem-se em abril e culminam com festança em 23 de junho, no Centro de Tradições Populares, reunindo forró, quadrilha, tambor de crioula e, claro, apresentação do Boi de Seu Teodoro.

    “Meu pai criou o Boi por conta da saudade que sentia da festa no Maranhão”, revela Guarapiranga Freire, 41 anos, caçula de 11 irmãos. Ele herdou – juntamente com o nome alusivo à praia de pescadores na Ilha de São Luís do Maranhão – a tarefa de divulgar o folguedo que, desde 2004, foi registrado como patrimônio imaterial do DF, por sua importância como legítima referência cultural da população.

    Ferreira Gullar

    A primeira apresentação comandada por Teodoro Freire ocorreu na véspera do aniversário de Brasília, em 20 de abril de 1961, na Rodoviária do Plano Piloto, a convite do poeta Ferreira Gullar, então presidente da Fundação Cultural de Brasília (antiga Secec), no governo Jânio Quadros.

    Gullar, também do Maranhão, trouxe o conterrâneo e seu grupo folclórico do Rio de Janeiro para participar do aniversário de Brasília. Dois anos depois, já assentado na nova capital, onde conseguira emprego, Teodoro busca a família e funda o grupo com seu nome.

    Nas salas de aula, docentes aproveitam a lenda para reviver manifestações de musicalidade, religiosidade e dança e estudar as contradições legadas pela escravidão no Brasil.

    Cultura local

    A professora do laboratório de informática da EC 11 de Sobradinho Taicy Ávila acompanhou o percurso do Boi de Seu Teodoro na parte coberta do pátio da escola, onde as evoluções do grupo provocavam risos e palmas das crianças. “Acho muito importante, é um grupo daqui, faz parte da cultura local”, aprovou. Taicy explica que a escola valoriza a contação de histórias, sendo ela uma das professoras que trabalham com literatura.

    Trajes e instrumentos tradicionais integram o Boi de Seu Teodoro – Foto: Maria Soraia

    A apresentação do Boi de Seu Teodoro também permite que os alunos tomem contato com ricos figurinos que sincretizam elementos africanos e indígenas e com um conjunto de instrumentos musicais regionais, como os pandeiros (feitos de couro de bode, de até meio metro de diâmetro, sem platinelas), matracas (chapas de madeira que produzem som agudo), maracas (chocalhos) e tambores de onça (um tipo de cuíca que imita o som do mugido do boi).

    O termo de fomento tem duração de oito meses, seguindo até novembro deste ano. O valor é de R$ 500 mil e emprega em torno de 40 pessoas, com destaque para as costureiras, encarregadas de trabalhar combinações de cores, que mudam a cada apresentação. Além do circuito das escolas e da festa junina, o Boi do Seu Teodoro também estará em duas feiras de artesanato na Torre de TV, em abril e em julho, e em apresentações de tambores, em julho, no Parque Ana Lídia e na Torre de TV.

  • Participe da 1ª Semana da Poesia da Biblioteca Pública de Brasília

    Participe da 1ª Semana da Poesia da Biblioteca Pública de Brasília

    Evento ocorre entre os dias 20 e 24 deste mês; programação terá bate-papo com poetas do DF, saraus, concurso de poesia e exposição de trabalhos artísticos

    A Biblioteca Pública de Brasília (BPD) promove, entre os dias 20 e 24 deste mês, a 1ª Semana da Poesia. O evento começa às 14h, no jardim do equipamento público gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), na EQS 312/313, Asa Sul. A programação conta com bate-papo, saraus, concurso de poesia e exposição de trabalhos artísticos.

    Ambiente propício à interação com a literatura, BPB vai reunir autores e artistas em torno de temas culturais – Foto: Divulgação

    Os debates sobre o tema central do encontro serão conduzidos por José Sóter, José Carlos Vieira, Noélia Ribeiro, Luda Aquareluda e Nicolas Behr, profissionais envolvidos com arte e poesia. Quem sentir vontade de compartilhar composições com os demais pode participar dos saraus, que começam logo após as sessões de bate-papo. 

    Também será possível se inscrever no concurso de poesia, que selecionará cinco textos para publicação na revista Traços. O prazo de inscrição vai até as 23h59 do dia 24, e o resultado será divulgado em 7 de abril.

    Como participar

    Para participar do concurso, basta enviar a poesia para o e-mail semanadapoesia@cultura.df.gov.br, em um documento no formato Word, com identificação (nome e sobrenome) e contato. Essas informações não devem estar no corpo do e-mail, para que a avaliação dos trabalhos seja feita de forma anônima. Confira o edital.

    Além disso, haverá a Feira Poética, das 14h às 18h, em que qualquer pessoa poderá expor livros e produtos relacionados com a expressão cultural. Interessados devem preencher este formulário.

    Foto: Divulgação

    “A poesia tem a capacidade de desenvolver não apenas a habilidade de escrever, mas também de aumentar a sensibilidade e a compreensão sobre o mundo e sobre nós mesmos”, defende o gerente da BPB, Frederico Machado. “Entendemos que as bibliotecas públicas têm a missão de fomentar a leitura, o gosto pela leitura, apoiar e estimular a poesia. A poesia faz parte do desenvolvimento humano como um ser completo, e a BPB tem aberto as portas para diversos projetos ligados ao saber, leitura, arte, livros e literatura.”

    Quem sugeriu a criação do evento foi o poeta e artista plástico Marco Porto. “Acredito que o evento vai valorizar a poesia de Brasília, unindo as pessoas que já são interessadas em poesia, ao mesmo tempo em que vai mostrar esse universo a quem não conhece”, pontua.

    Para mais informações, acesse o Instagram da biblioteca.

    Programação – bate-papos
    → Segunda-feira (20), às 15h: José Sóter
    → Dia 21, às 16h: José Carlos Vieira
    → Dia 22, às 15h: Noélia Ribeiro
    → Dia 23, às 15h: Luda Aquareluda
    → Dia 24, às 16h: Nicolas Behr.

  • Projeto leva oficinas de dança e percussão a 6 mil alunos da rede pública

    Projeto leva oficinas de dança e percussão a 6 mil alunos da rede pública

    A partir desta segunda-feira (13), estudantes de 6 a 12 anos de Vicente Pires, Águas Claras, Taguatinga, Guará e Arniqueira mergulham na cultura por meio de atividades de arte

    A partir de segunda-feira (13), durante um mês e meio, 6 mil crianças com idade entre 6 e 12 anos de escolas públicas do Distrito Federal participarão de oficinas teóricas e práticas de percussão e dança do projeto “Batuco e Danço!”. As unidades de ensino atendidas pela iniciativa são de Vicente Pires, Águas Claras, Taguatinga, Guará e Arniqueira.

    O idealizador do projeto, o violonista Nelson Laif, destaca que o projeto nasceu em 2017 devido à necessidade de levar cultura às escolas. “Nossa expectativa é de que todos se envolvam muito”, afirma Laif. O objetivo é dar oportunidade de acesso às linguagens artísticas com referências históricas da cultura popular brasileira.

    O objetivo é levar a crianças e adolescentes na faixa etária entre 6 e 12 anos uma oportunidade de acesso às linguagens artísticas da música e da dança, com arremate feito pelas referências históricas da cultura popular brasileira – Foto: Tiago Berinjela

    “Este projeto proporciona uma vivência artística muitas vezes inédita para o público infantil das regiões periféricas. O contato com um instrumento ou com os movimentos coordenados da dança chegam como novidade e com potencial enorme de transformações nas vidas dos estudantes”, pontuou o músico.

    Idealizado e formatado pelo Coletivo Educação pela Arte (Cepa), o projeto recebeu R$ 95 mil do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec). A iniciativa é conduzida por uma equipe formada por professores, bailarina, músicos e arte-educadores.

    O percussionista do Batuco e Danço!, Sandro Alves, ressalta a importância do elo de comunicação estabelecido com as crianças durante as oficinas. “No cenário atual, onde elas [crianças] têm sido mais punidas do que ouvidas, é especial envolvê-las numa atividade que as deixam livres. A forma como cada criança se expressa com a música ou com a dança revela muito sobre como ela é. E nós sempre aprendemos muito com os alunos”, afirma Alves.

    A oficina de dança será conduzida pela cantora e bailarina Isabella Rovo

    A cantora, arte-educadora e bailarina Isabella Rovo, que vai comandar a oficina de dança, escancara sua paixão por esse trabalho: “Me encanta apresentar o Brasil desconhecido dentro das escolas e ver que é possível despertar as crianças e adolescentes para a riqueza cultural de seu país, entendendo a dimensão dessa diversidade. É uma questão de identificação cultural, de enraizamento e de pertencimento, o que faz a criança ter orgulho de ser brasileira”.

    Serviço

    Projeto Batuco e Danço! – 2ª temporada
    Realização: Coletivo Educação pela Arte (Cepa)

    MARÇO

    → 13/3 (segunda): EC 02, em Vicente Pires
    Endereço: St. Hab. Vicente Pires – Vila São José
    Telefone: (61) 3901-2977

    → 14/3 (terça): Ceiac, em Águas Claras
    Endereço: QS 11 conjunto R AE 01, Conj. R/04 Qs 11 Conjunto R – Taguatinga
    Telefone: (61) 3901-4090

    → 15/3 (quarta): EC 10, em Taguatinga
    Endereço: St. D Sul QSD 18 AE 23 – Taguatinga
    Telefone: (61) 3561-1403

    → 16/3 (quinta): EC de Vicente Pires
    Endereço: St. Hab. Vicente Pires – Vicente Pires
    Telefone: (61) 3901-7572

    → 17/3 (sexta): EC 02, em Guará
    Endereço: Sria I Qe 4 Qe 2 Bl A Conjunto L, 114 – Guará
    Telefone: (61) 3901-3707

    ABRIL

    → 24/4 (segunda): CED 04, em Guará
    Endereço: Qe 09, Ae D – Guará
    Telefone: (61) 3901-3696

    → 25/4 (terça): CEI 09, em Arniqueira
    Endereço: QS 07 AE 02 lt 04/10, Av. Águas Claras – Taguatinga
    Telefone: 061981809717

    → 26/4 (quarta): EC 39, em Taguatinga
    Endereço: Qnc 15 Ae15/17 – Taguatinga
    Telefone: 3901-7576

    → 27/4 (quinta): CAIC Walter José de Moura, em Águas Claras
    Endereço: Qnc 15 Ae15/17 – Taguatinga
    Telefone: 3901-7576

    → 28/4 (sexta): EC de Arniqueira (escola rural)
    Endereço: SHA conjunto 04, Sria II Qe 38 Cl Ae, 05 – Setor Habitacional Arniqueira
    Telefone: (61) 3901-6690.

  • Museu do Catetinho reabre na próxima terça (14) após 2 meses fechado para manutenção

    Museu do Catetinho reabre na próxima terça (14) após 2 meses fechado para manutenção

    Segundo Secretaria de Cultura, espaço foi interditado por conta de quedas de árvores. Local carrega história de Brasília e foi primeira residência oficial do presidente JK

    O Museu do Catetinho reabre para o público, na próxima terça-feira (14), após fica mais de dois meses fechado para manutenção. De acordo com a Secretaria de Cultura, o espaço foi fechado por causa de quedas de árvores provocadas pelas chuvas.

    A pasta não detalhou a proporção dos danos causados e nem se o Palácio de Tábuas, a principal atração, chegou a ser danificada pela vegetação. A secretaria disse apenas árvores precisaram ser derrubadas por conta do risco de queda e para a segurança dos funcionários e dos visitantes.

    Placa avisa os visitantes que o museu está fechado em razão das fortes chuvas — Foto: Reprodução da TV

    De acordo com a pasta, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) ficou responsável por produzir um laudo técnico sobre a condição da vegetação e do terreno. O relatório, no entanto, não foi divulgado.

    Nas redes sociais, a pasta foi cobrada pela demora da reabertura. A explicação para os usuários foi que “devido às especificidades e fragilidades das edificações e das características que envolvem uma Área de Proteção Ambiental”, onde o Catetinho está inserido, “toda manutenção e intervenção exigem um trabalho conjunto e cuidadoso de órgãos distritais e federais”.

    O guia de turismo Lúcio Montiel ressalta que o atrativo é importante para a história de Brasília e lamenta ele ficar fechado. “Foi a residência oficial do presidente da República, Juscelino Kubitschek, durante a construção de Brasília. No entanto essa memória, se essa história fica fechada, ela fica apagada. A gente não pode deixar isso acontecer”, completa Montiel.

    Em 2020, o Catetinho foi fechado por conta da pandemia e só voltou a receber visitas em abril do ano passado, depois que o GDF investiu 400 mil reais na manutenção do Palácio de Tábuas. Na ocasião, foram restaurados pisos, telhados, madeiras e pinturas.

    História

    Palácio do Catetinho, em Brasília, foi primeira residência oficial do presidente JK — Foto: Arquivo pessoal
    Palácio do Catetinho, em Brasília, foi primeira residência oficial do presidente JK — Foto: Arquivo pessoal

    O Museu do Catetinho abriga a história de Brasília. A primeira residência oficial do ex-presidente Juscelino Kubitschek fica nas margens da EPIA, entre o Núcleo Bandeirante e o Park Way.

    O Palácio de Tábuas, feito todo em madeira, foi desenhado por Oscar Niemeyer e construído em apenas 10 dias, em 1956. A suíte presidencial, o quarto de hóspedes e a cozinha preservam o mobiliário da época, além de alguns objetos e roupas de JK.

    O Catetinho também reúne fotografias da construção de Brasília. Segundo a gerência, o museu recebeu 45 mil pessoas em 2019, ou seja, uma média de 125 visitantes por dia.

    Fonte: G1

  • Festival de Cultura Candanga abre inscrições para concurso de música e dança no DF

    Festival de Cultura Candanga abre inscrições para concurso de música e dança no DF

    Projeto tem duração de seis meses e abrange todas as regiões de Brasília. Inscrições vão até 16 de junho e final está marcada para 22 de julho; confira cronograma

    Festival de Cultura Candanga abriu as inscrições gratuitas para um concurso de dança e música autoral, de qualquer gênero. O projeto tem duração de seis meses e abrange todas as regiões administrativas do Distrito Federal.

    As inscrições vão até 16 de junho, de acordo com a localidade, e a final está marcada para 22 de julho, no Estacionamento do Estádio Mané Garrincha (confira cronograma completo mais abaixo).

    Para Carla Veras, uma das organizadoras, o festival ,além de fomentar a cultura e promover a inclusão social, é um espaço para promover artistas independentes do DF e do Entorno.

    “Estamos abrindo espaço para que a comunidade possa conhecer os artistas e talentos que temos na capital federal e na região do Entorno. Queremos contribuir para disseminar a classe artística daqui”, diz Veras.

    As seletivas, além dos ensaios e workshops preparatórios, contarão com shows de artistas convidados e brinquedos. A programação é para toda a família e a participação do público nos eventos de seletiva e final é gratuita.

    Cronograma

    Grupo I

    • Regiões: Plano Piloto, Lago Sul, Lago Norte, Jardim Botânico, São Sebastião e Paranoá
    • Inscrições: 21/03 a 09/04, no site
    • Seletiva: de 13 a 16/04, no Estacionamento 13 do Parque da Cidade

    Grupo II

    • Regiões: Gama, Samambaia, Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Candangolândia
    • Inscrições: 11/04 a 06/05, no site
    • Seletiva: 11/05 a 14/05, no Estacionamento do Santa Maria Shopping

    Grupo III

    • Regiões: Taguatinga, Ceilândia, Brazlândia, Águas Claras, Vicente Pires, Sol Nascente/Pôr do Sol e Arniqueira
    • Inscrições: 26/02 a 20/03, no site
    • Seletiva: 23 a 26/03, no Estacionamento da Administração de Ceilândia

    Grupo IV

    • Regiões: Guará, Park Way, Estrutural/Scia, SIA, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal e Núcleo Bandeirante
    • Inscrições: 09/05 a 25/05, no site
    • Seletiva: 1° a 04/06, no Estacionamento Casa Cultural do Guará

    Grupo V

    • Regiões: Fercal, Varjão, Itapoã, Sobradinho I, Sobradinho II e Planaltina.
    • Inscrição: 29/05 a 16/06, no site
    • Seletiva: 22/06 a 25/06, no Complexo Cultural de Planaltina

    Fonte: G1

  • Teatro de bonecos: conheça artistas do DF que dialogam com o público enquanto encantam por meio de fantoches

    Teatro de bonecos: conheça artistas do DF que dialogam com o público enquanto encantam por meio de fantoches

    Bonequeiros contam como começaram carreira que mistura crítica, arte e cultura brasileira. Festival Bonecos de Todo Mundo reunirá artistas de vários países que se apresentam em escolas públicas durante mês de março; veja programação

    A primeira vez que o brasiliense Chico Simões viu um boneco de ventríloquo foi em 1971, quando tinha onze anos de idade. “Esse boneco era muito engraçado e só respondia coisas que ninguém esperava que ele respondesse. Então eu me identifiquei demais e achei curioso porque as professoras que me reprimiam quando eu dava respostas assim, engraçadas, elas riam do boneco”, lembra o artista.

    Mal sabia Chico que, depois daquele dia, ele descobriria uma nova paixão e se inspiraria para idealizar o próprio festival. Chico Simões é um dos criadores do Bonecos de Todo Mundo, evento que reúne bonequeiros de vários países para levar alegria a escolas da Rede Pública do Distrito Federal.

    “Como o próprio nome diz, é um encontro, de diversidade e muita troca de informação. É uma grande escola para nós bonequeiros. E, para o público, é uma oportunidade de conhecer aspectos de outras culturas do mundo e de todo o Brasil”, aponta Chico Simões.

    Neste ano, o evento acontece dos dias 13 a 26 de março, com grupos da Índia, Itália, Burquina Faso, Argentina e Peru, além de 10 grupos locais do DF e outros cinco nacionais.

    Mamulengo: um jeito diferente de contar histórias

    Chico relata que conheceu o teatro de Mamulengo – com fantoches típicos do nordeste brasileiro, no início dos anos 80. “Foi amor à primeira vista”, ele diz.

    “Você brinca em qualquer lugar, em qualquer situação, para qualquer público. Tudo é adaptável. Sem falar que é uma maneira também de ganhar a vida. Foi assim que eu fui me apaixonando pela função de bonequeiro”, conta Chico.

    Segundo o bonequeiro, o teatro de Mamulengo retrata a diversidade da cultura brasileira. Ele explica que, nas apresentações, há elementos da África, indígenas, do nordeste e do folclore brasileiro.

    “É como se eles ‘miniaturizassem’ e brincassem para o público conhecer os personagens. […] É um retrato profundo da cultura popular brasileira. Fala das relações, desde o tempo da escravidão, do tempo dos coronéis, até hoje, dos grandes proprietários com seus empregados. Essas relações sociais que não mudaram muito desde o Brasil colônia até hoje”, destaca.

    Encantar e dialogar

    A bonequeira Fabíola Resende também se sentiu inspirada a iniciar a carreira por uma apresentação de teatro de bonecos. Mas no caso dela, quem estava por trás dos fantoches era o próprio Chico Simões.

    “Eu me encantei muito, porque revivi uma memória afetiva de infância. Eu estudei numa escolinha que tinha teatro de bonecos e isso me despertou o sentimento”, lembra Fabíola.

    Foi assim que ela começou a trabalhar ao lado de Chico. Fabíola conta que, quando começou, em 2006, havia o discurso de que não existia espaço para mulheres no Mamulengo. “Não tinha mulheres na cena porque as mulheres não sabiam sobre as vozes grossas dos homens, não tinha escritura, e eu falei: ‘Nossa, eu quero esse desafio’”, relata Fabíola.

    A partir disso, ela criou a personagem “Conceição”, uma agricultora que enfrenta desafios no campo, colocada sempre como protagonista das cenas.

    “Acho que o teatro de bonecos tem uma missão de encantar e trazer a cultura brasileira como uma ferramenta de diálogo com o público”, diz a bonequeira.

    Veja a programação completa

    5ª edição do Bonecos de Todo Mundo – Festival Internacional de Teatro de Bonecos

    Veja a programação completa

    Programe-se

    5ª edição do Bonecos de Todo Mundo

    • Quando: de 13 a 26 de março
    • Onde: Centro Cultural Sesi Taguatinga, Taguaparque e escolas públicas
    • De graça
    • Verificar classificação indicativa por espetáculo

    Fonte: G1

  • Projeto Fantástica Fábrica de Bandas abre inscrições para músicos do DF e Entorno

    Projeto Fantástica Fábrica de Bandas abre inscrições para músicos do DF e Entorno

    Podem participar bandas com repertório autoral e pelo menos três integrantes. Inscrições vão até a terça-feira (6)

    Bandas autorais do Distrito Federal e do Entorno podem se inscrever até terça-feira (6) no projeto Fantástica Fábrica de Bandas, que selecionará três finalistas para receber o prêmio em dinheiro de R$ 2 mil. Shows e seletivas serão realizados sempre às quintas-feiras, durante todo o mês de março, espaço Infinu, na Asa Sul.

    Podem participar bandas com pelo menos três pessoas – duas com seus respectivos instrumentos – e que toquem músicas autorais. As inscrições podem ser feitas no site do projeto.

    “A Fábrica é para bandas corajosas, ousadas, que vivem de desafios. É a essência da música independente autoral, vem do improviso e da loucura que é sustentar esse trabalho”, diz o idealizador do projeto, Renato Fanhu.

    Para bandas novas e seminovas, a única exigência é ter uma performance ao vivo registrada para a análise do time técnico.

    • Um corpo de jurados composto por músicos e produtores do DF vai selecionar nove bandas
    • As bandas se apresentam nas seletivas que acontecem nos dias 9, 16 e 23 de março, no espaço Infinu, na Asa Sul, sempre às 20h
    • O encerramento do projeto é no dia 1º de abril, quando serão anunciadas três bandas selecionadas, uma de cada dia
    • Além de se apresentarem em um show, as bandas finalistas ganharão o prêmio em dinheiro

    Esta é a 43ª edição da Fantástica Fábrica de Bandas que idealiza o festival há 7 anos em Brasília. Em 2023, o projeto recebe, pela primeira vez, recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) do Distrito Federal.

    Fonte: G1

  • Jorge Aragão é destaque do DF Cultural neste fim de semana

    Jorge Aragão é destaque do DF Cultural neste fim de semana

    Com entrada gratuita, sambista se apresenta neste sábado (4) no Eixo Cultural Ibero-americano

    Com a proposta de valorizar as múltiplas identidades culturais que formam o Distrito Federal, mais uma edição do DF Cultural vai agitar a capital com várias atrações gratuitas neste fim de semana. As apresentações do projeto da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec), em parceria com o Grêmio Recreativo Carnavalesco Cacique do Cruzeiro, serão no Eixo Cultural Ibero-americano, antiga Funarte. A animação de sábado (4) fica por conta do sambista Jorge Aragão.

    O projeto vai agradar fãs de arte urbana, forró e samba. É o que promete o mestre do samba carioca, que no último 1° de março completou 74 anos, sendo 45 de carreira. As entradas são gratuitas, mediante retirada antecipada dos ingressos no site Sympla.

    “Eu e minha equipe estamos preparando tudo com muito carinho para ser um show especial. Espero que todos gostem, precisamos sempre dessa alegria que a música nos traz”, comenta Aragão. “Minha relação com Brasília é muito forte. Sempre fui para fazer shows e compor. Estive envolvido com os meninos do grupo Coisa Nossa e tenho amigos muito queridos por aí. É uma cidade que realmente posso dizer que estou em casa, no meu quintal”, brinca, em entrevista à Secec.

    “O DF Cultural é um projeto importante, porque a arte e a cultura salvam vidas. Tenho certeza de que vou desconstruir alguns mitos que rolam no meu segmento. Não vejo fronteiras. Se me chamarem de sambista direi que sou pagodeiro, se me chamarem de pagodeiro direi que sou sambista”, endossa Jorge Aragão.

    Antes do “Poeta do Samba” encerrar a noite do DF Cultural, sobem no palco, o Alemão do Cavaco e Délcio Luiz.

    Para a subsecretária de Difusão e Diversidade Cultural da Secec, Sol Montes, o DF Cultural é uma iniciativa que tem a sensibilidade de trabalhar manifestações artísticas que não só mobilizam a cidade, mas que contagiam gerações por meio de gêneros musicais e manifestações como a cultura urbana, o forró e o samba. Ela conta que muitos artistas deste segmento, sobretudo locais, foram beneficiados com o projeto.

    “É um evento que reúne todas as identidades que foram mapeadas pelo projeto, que fez um trabalho de resgate de algumas identidades, sobretudo periféricas, identidades culturais que contribuem e muito para que a nossa cultura local se consolidasse”, destaca a gestora. “Nossa cultura é mesclada, porém com identidade própria, trazendo a vertente do samba, do forró e da arte urbana, dando um lugar de destaque à cultura local que, até então, ficava à margem tanto das políticas públicas como da visibilidade local”, constata.

    DF Cultural

    Com recursos de R$ 2 milhões, o DF Cultural nasceu da perspectiva de resgatar e enaltecer a importância que os primeiros moradores da capital e do Entorno tiveram na formação de identidade artística local. Uma influência que se fez acontecer por meio das experiências, tradições, memórias afetivas, enfim, da nostalgia cultural trazidas pelos pioneiros de diversas partes do país durante a construção e consolidação da nova capital.

    Saiba mais:

    Edital DF Cultural

    Programação – DF Cultural

    Sábado (4)
    – Apresentador Cacá Silva
    Das 18h às 19h – DJ Kacá
    Das 19h às 20h – Alemão Do Cavaco
    Das 21h às 22h – Delcio Luiz
    Das 23h à 0h – Jorge Aragão