Categoria: Cultura

  • Secretaria de Cultura oferece oficina gratuita de Tópicos em libras: Surdez e Inclusão

    Secretaria de Cultura oferece oficina gratuita de Tópicos em libras: Surdez e Inclusão

    As aulas, 100% on-line, são destinadas a jovens e adultos a partir dos 12 anos. As inscrições podem ser realizadas até o dia 15 de janeiro

    A Secretaria de Cultura oferece, na próxima semana, a oficina gratuita de Tópicos em libras: Surdez e Inclusão, por meio do Projeto Conecta DF. As vagas são destinadas a jovens e adultos a partir dos 12 anos de idade, e os interessados em aprimorar seus conhecimentos na Língua Brasileira de Sinais (Libras) podem fazer as inscrições até o domingo (15/1) pelo endereço www.conectadf.com.br. As aulas serão ministradas 100% on-line, de 16 a 20 de janeiro, das 18h30 às 20h30.

    A oficina faz parte da parceria entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e o Instituto Reserva da Biosfera do Cerrado, que tem como objetivo capacitar pessoas comuns e profissionais para garantir uma comunicação mais inclusiva para milhões de pessoas que utilizam a Língua Brasileira de Sinais.

    Para facilitar a familiaridade com o tema, todas as aulas contarão com a presença de intérpretes da Língua Brasileira de Sinais. Os alunos que concluírem a oficina da próxima semana serão certificados. Os organizadores lembram que o único requisito para participar da oficina é que os inscritos possuam um dispositivo eletrônico (computador, tablet ou celular) conectado à internet.

    Sobre o Conecta DF

    Além da capacitação em Libras, dividida em 12 semanas, o Conecta DF oferece oficinas de Contabilidade Básica, Gestão de Entidades do Terceiro Setor, Empreendedorismo Corporativo e um módulo especial de Prevenção de Uso de Drogas. A expectativa é qualificar novos profissionais e fomentar o empreendedorismo sustentável e saudável.

    Confira a programação completa e não perca esta oportunidade.

    Tópicos Em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo I) – 05 a 09/12

    Horário: 18h30 às 20h30

    Prevenção de Uso de Drogas – 12/12 a 16/12

    Horário: 18h30 às 20h30

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo II) – 19 a 23/12

    Horário: 18h30 às 20h30

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo III) – 26 a 30/12

    Horário: 18h30 às 20h30

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo IV) – 09/01/2023 a 13/01/2023

    Horário: 18h30 às 20h30

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo V) – 16 a 20/01

    Horário: 18h30 às 20h30

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo VI) – 16 a 20/01

    Horário: 18h30 às 20h30

    Contabilidade Básica – 23 a 27/01

    Horário: 18h30 às 20h30

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo VII) – 30/01 a 03/02

    Horário: 18h30 às 20h30

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo VIII) – 06 a 10/02

    Horário: 18h30 às 20h30

    Gestão de Entidades do Terceiro Setor – 13 a 17/02

    Horário: 18h30 às 20h30

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo IX) – 20 a 24/02

    Horário: 18h30 às 20h30

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo X) – 27/02 a 03/03

    Horário: 18h30 às 20h30

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo XI) – 06 a 10/03

    Horário: 18h30 às 20h30

    Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (Módulo XII) – 13 a 17/03

    Horário: 18h30 às 20h30

    Empreendedorismo Corporativo – 20 a 24/03

    Horário: 18h30 às 20h30

    Serviço | Inscrições abertas para as oficinas do Projeto Conecta DF

    Data: 05/12/2022 a 09/11/2023

    Local: On-line

    Inscrições: www.conectadf.com.br

    Valor: Gratuito

  • Até 10 de fevereiro, estão abertas as inscrições para o 3º Festival Filmaê

    Até 10 de fevereiro, estão abertas as inscrições para o 3º Festival Filmaê

    Com financiamento do Fundo de Apoio à Cultura, a mostra competitiva apresenta o panorama do cinema produzido por smartphone, câmera de ação ou tablet

    O Festival Filmaê chega à terceira edição em 2023, com realização de 25 a 28 de maio no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul. As inscrições para participar da mostra competitiva estão abertas até 10 de fevereiro no site. Podem competir ao Troféu Filmaê filmes de brasileiros ou estrangeiros que vivam há pelo menos dois anos no Brasil com até 15 minutos de duração e que tenham tido as cenas capturadas com smartphone, câmera de ação (GoPro) ou tablet.

    “Somos um festival de nicho, que tem como característica receber inscrições de filmes feitos com dispositivos móveis. A nossa proposta é democratizar o cinema, porque o celular é uma ferramenta muito próxima de nós e não é preciso ter equipamentos superpoderosos para contar uma boa história. Então, a barreira do equipamento é logo quebrada”, afirma o coordenador-geral do Festival Filmaê, Fernando Campos, que idealizou a mostra ao lado dos amigos Guilherme Pastana e Guilherme Carvalho.

    Na primeira edição, em 2018, foram 124 inscrições. Em 2020, a competição recebeu 304 filmes de 24 estados e mais o Distrito Federal. Em seu terceiro ano, o festival espera atingir mais de 300 inscritos. “Já recebemos um bocado de filmes, mas temos expectativa de triplicar. Porque já sabemos que as duas últimas semanas costumam ser uma avalanche de inscrições”, revela Campos.

    São aceitos filmes produzidos a partir de janeiro de 2019 e que não tenham sido inscritos anteriormente. Todas as produções devem estar na resolução HD ou superior, no formato widescreen ou na posição vertical, e devem ter duração mínima de um minuto e máxima de 15 minutos, incluindo o tempo de créditos. As outras exigências estão disponíveis no regulamento.

    Os filmes serão exibidos na programação do festival e avaliados pelo júri oficial nas categorias Melhor Filme de Ficção, Documentário, Videoclipe e Filme Experimental, e pelo júri popular, que vota no Melhor Filme, Direção, Interpretação, Roteiro, Fotografia e Edição. Os vencedores serão premiados com o Troféu Filmaê.

    Além da mostra competitiva de filmes nacionais, a programação do Filmaê conta com a exibição de curtas internacionais, oficinas formativas, rodas de conversa e ambiente de negócios. Patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), o festival é completamente gratuito.

    “Quem está pagando é o Estado. O FAC viabiliza coisas que normalmente o mercado não investiria. É fundamental ter um fomento como esse. Entretanto, o mercado tem que estar aí. Gostaríamos de ter parcerias nas próximas edições também”, destaca Campos.

    De acordo com o coordenador-geral, o fundo também é fundamental para a realização de um projeto visto com descrédito pelo cenário cinematográfico pelo formato inovador. “O FAC é fundamental. Nós fizemos a primeira edição com o fundo. Eles acreditaram na nossa proposta, que costuma contar com um olhar enviesado e uma espécie de descrédito, como se não fossem filmes de verdade. Mas há ali histórias que nunca seriam contadas, mas que essa ferramenta [o celular] proporciona”, acrescenta.

    Serviço

    Inscrições para o 3º Festival Filmaê
    Até 10 de fevereiro neste link

  • Inscrições abertas para oficinas de Técnica de Conversação

    Inscrições abertas para oficinas de Técnica de Conversação

    Aulas são gratuitas e destinadas a jovens com idade a partir de 12 anos. Projeto é uma parceria da Secretaria de Cultura com o Instituto Capoterapia

    Jovens e adultos interessados em aprender Técnica de Conversação da Língua Brasileira de Sinais (Libras) podem se inscrever para as oficinas gratuitas do projeto Capacitar DF. A nova turma começa na segunda-feira (16/01) e as aulas serão oferecidas por meio de uma plataforma digital. Para participar, acesse www.capacitardf.com.br. O prazo de adesão termina domingo (15/01).

    Ao todo, o projeto disponibilizará 1.040 vagas, distribuídas em 16 workshops semanais, com capacidade para 65 alunos, cada. Podem se inscrever, jovens com idade a partir de 12 anos. As aulas são ministradas de segunda a sexta-feira, sempre das 9 às 11 horas.

    Uma realização da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, em parceria com o Instituto Capoterapia, o projeto tem como objetivo formar novos profissionais para atuarem como intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Também será oferecida capacitação para o sistema Braille.

    Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, cerca de 9,7 milhões de pessoas possuem deficiência auditiva no país, o que corresponde a mais de 5% da população. Os números também apontam para a existência de 6,5 milhões de cidadãos com deficiência visual severa, sendo mais de 500 mil com perda total da visão.

    A dificuldade para se comunicar e acessar serviços básicos é um dos principais desafios para essa significativa parcela da população. Sem a linguagem de sinais ou o sistema Braille, tarefas simples tornam-se desafios complexos e, por vezes, inacessíveis. A fim de ampliar a qualificação de novos profissionais e torná-los aptos a atuarem nos mercados audiovisual e inclusivo, o projeto Capacitar DF foi cuidadosamente planejado.

    Para se inscrever, acesse: www.capacitardf.com.br. Todos os alunos receberão certificação de participação.

    Programação completa:
    16/01 a 20/01 – Técnica de Conversação (módulo I)
    Horário: 10h às 12h
    23/01 a 27/01 – Técnica de Conversação (módulo II)
    Horário: 09h às 11h
    30/01 a 03/02 – Técnica de Conversação (módulo III)
    Horário: 09h às 11h
    06 a 10/02 – Apresentação de exercício final e Formatura (Libras)
    Horário: 09h às 11h
    13 a 17 – Braille (Sistema 1)
    Horário: 09h às 11h
    27/02 a 03/03 – Braille (Sistema 2)
    Horário: 09h às 11h
    13 a 17/02 – Braille (Sistema 3)
    Horário: 09h às 11h
    20/02 a 24/02 – Operação de Câmeras e inclusão
    Horário: 09h às 11h
    27/02 a 03/03 – Montagem, Edição e Inclusão
    Horário: 09h às 11h
    06 a 10/03 – Transcrição, Legendagem e Inclusão
    Horário: 09h às 11h

  • Sala Cássia Eller será inclusiva e acessível

    Sala Cássia Eller será inclusiva e acessível

    Após reforma, espaço recebe recursos para acessibilidade total

    Um dos espaços mais emblemáticos do Distrito Federal vai reabrir suas portas ao público com uma destinação inédita. A Sala Cássia Eller, que compõe o Eixo Cultural Ibero-americano, está pronta para se transformar no primeiro espaço brasileiro totalmente destinado a pessoas com deficiência (PcD), no palco e na plateia.

    “Este é um sonho que se torna realidade, atendendo a uma demanda reprimida de artistas e público nessa condição”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Bartolomeu Rodrigues. “A sala viveu anos de abandono, numa situação inaceitável: um espaço cultural no centro da cidade, que estava servindo de depósito de velharias. Agora, vai ter um destino à altura e provar que o artista PcD tem muito o que mostrar para enriquecer a cultura do DF”.

    A partir de agora, a organização da sociedade civil (OSC) Associação Dançart’Especial, selecionada por meio de chamamento público, disporá de recursos no valor de R$ 3 milhões para atuar em duas frentes: primeiro, adequando as condições físicas do espaço para receber plenamente as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; e, segundo, na gestão compartilhada com a Secec, para receber espetáculos que tenham como foco os PcDs, tanto na criação quanto na fruição cultural. O intuito é de que, assim, a Sala Cássia Eller se transforme em um polo de cultura acessível a todos.

    Depois de anos de abandono, a Sala Cássia Eller vai reabrir com o intuito de se transformar em um polo de cultura acessível a todos – Foto: Barbara Bergamaschi / Secec

    A previsão de reabertura do espaço é já para os próximos meses e segue em consonância com o Decreto de Acessibilidade Cultural, publicado em outubro pelo Governo do Distrito Federal, que prevê ações para garantir a integração de PcDs no fazer cultural. Além disso, as ações de acessibilidade respeitarão as orientações dos órgãos responsáveis pelo patrimônio cultural do DF. “Uma das prioridades da Superintendência do Patrimônio Cultural da Secec é que a proposta permita o equilíbrio entre acessibilidade e tombamento”, explicou a diretora de Preservação da pasta, Aline Ferrari.

    Reforma

    A Secretaria de Cultura e Economia Criativa investiu o montante de R$ 493,5 mil nos serviços de manutenção corretiva e adequação da Sala Cássia Eller, que contou com reparos em infiltrações, retirada de carpete, revestimento de piso emborrachado, inclusão de rampa de acesso ao palco, pintura das paredes e teto, completa revisão do sistema elétrico e de ar-condicionado, além de reforma dos banheiros, um deles atendendo completamente às normas de acessibilidade universal.

    Agora, com a assinatura do termo de colaboração, a OSC está apta a desenvolver as atividades previstas no plano de trabalho aprovado pela Secec, que incluem implementação da acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, além da experiência acessível no local. O fim desta nova etapa está previsto para ocorrer ainda no primeiro semestre de 2023, incluindo implantação de espaço específico para pessoas em cadeira de rodas e cão-guia, assentos para pessoas com mobilidade reduzida e obesas, além de sinalização completa para cegos, com aplicação de piso tátil.

    A OSC selecionada possui vasta experiência no desenvolvimento cognitivo, capacitação e produção de festivais com pessoas com deficiência. Assim, uma das primeiras providências da associação foi a contratação de uma consultora de inclusão, a cadeirante Daniela Louvores, que já atua na área de emprego e renda da pessoa com deficiência, juntamente com outros profissionais PcDs que serão contratados para a execução do projeto.

    “Desde a elaboração da proposta até a acessibilidade arquitetônica da sala e as demais tecnologias assistivas, priorizamos o protagonismo das pessoas com deficiência”, afirmou a diretora da Dançart’Especial, Sônia Maria Ramalho da Silva. “A reforma fomenta a cultura a partir do momento em que o espaço será voltado para uma série de manifestações artísticas com foco na pessoa com deficiência, sendo ela de natureza física, mental, intelectual ou sensorial”, completou.

    A parceria também prevê capacitação e profissionalização voltadas às pessoas com deficiência, com oficinas de artes e música, curso de libras e workshop de audiodescrição, entre outros serviços destinados a garantir a integração de PcDs no fazer cultural, assegurando mecanismos de incentivo e ampliação da produção e do acesso a projetos inclusivos.

    História

    Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, a sala foi inaugurada em 1977 como Sala Funarte. Com 214 lugares, foi renomeada em 2001, em homenagem à cantora Cássia Eller, reconhecida internacionalmente por sua carreira como cantora e multi-instrumentista, figura de grande importância histórica no âmbito da música brasileira. Personagens marcantes do DF e do Brasil já passaram pelo palco do espaço, como Plebe Rude, Artimanha, Gilvan Chaves, Liga Tripa, Renato Matos e, claro, a própria Cássia Eller.

  • Escola de Música de Brasília abre inscrições para curso de verão

    Escola de Música de Brasília abre inscrições para curso de verão

    Curso ocorre entre 14 e 28 de janeiro. Aulas são gratuitas; veja como participar

    A 44ª edição do Curso Internacional de Verão de Brasília (Civebra), da Escola de Música, começa este mês, no Distrito Federal. As aulas são gratuitas, e os interessados podem se inscrever até o dia 14 de janeiro, pelo site.

    São 14 dias de aulas presenciais, que também serão transmitidas pelo canal da escola no Youtube. O curso começa no dia 14 e vai até 28 de janeiro, sempre às 19h.

    Todos os anos, o curso homenageia artistas conhecidos em todo o mundo. Nesta edição, os homenageados serão o compositor, pianista e maestro russo Sergei Rachmaninoff, e o arranjador, compositor, maestro e multi-instrumentista brasileiro Moacir Santos.

    O Civebra 2023 conta com a participação de professores brasileiros e estrangeiros, para ministrar aulas de instrumentos musicais, canto erudito, canto popular, produção, arranjo e regência. Também haverá recitais, concertos, shows e palestras.

    De acordo com o diretor da Escola de Música de Brasília, Davson de Souza, o curso é de “extrema importância” para a capital, tanto na área pedagógica e artística, como também historicamente.

    “Por meio deste evento, Brasília foi colocada no mapa mundial de cursos de música no período de férias. Brasília se tornou um centro de atração para músicos do restante do país e de outros lugares do mundo. Neste curso, acontece uma interessante troca de experiências entre estudantes e professores”, afirma.

    Fonte: G1

  • Exposição ‘Natureza Urbana’ vai até segunda (9) no Recanto das Emas

    Exposição ‘Natureza Urbana’ vai até segunda (9) no Recanto das Emas

    Com recursos do FAC, projeto estimula o reconhecimento da importância de mais espaços verdes nas cidades

    Instalada no Centro de Artes e Esportes Unificados do Recanto das Emas, a mostra Natureza Urbana, baseada no projeto fotográfico e audiovisual homônimo, termina na próxima segunda-feira (9). Visitantes podem conferir 30 fotos e cinco vídeos que mostram a conexão entre pessoas e elementos da natureza. A entrada é gratuita.

    A iniciativa foi idealizada pela dupla de diretores artísticos Lainha Loiola e Gustavo Letruta, que notaram a redução da natureza no meio urbano devido ao crescimento populacional e à expansão imobiliária. “O projeto buscou encontrar uma relação contemporânea que conectasse a natureza com a narrativa urbana humana”, explica Letruta. As obras, acrescenta ele, indicam uma recriação da natureza a partir da arquitetura da cidade. 

    O projeto recebeu fomento de R$ 80 mil do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), e está em execução desde 9 de dezembro do ano passado. Ao longo desse período, as obras foram projetadas em fachadas de prédios e construções, redesenhando os espaços com verde no Recanto das Emas e no Riacho Fundo.

    Serviço

    Exposição Natureza Urbana
    → Onde: Centro de Artes e Esportes Unificados do Recanto das Emas (Quadra 113, Lote 9, Recanto das Emas)
    → Quando: até segunda-feira (9), das 8h à meia-noite, com classificação indicativa livre e entrada gratuita.

  • Projeto aulas gratuitas para formação em libras

    Projeto aulas gratuitas para formação em libras

    Oficinas são destinadas a jovens e adultos a partir dos 12 anos. Aulas são 100% on-line e inscrições poder ser realizadas até o dia 08 de janeiro

    Estão abertas, até o dia 8 de janeiro, as inscrições para as oficinas gratuitas do projeto Conecta DF. As aulas são 100% on-line e tem como objetivo ensinar a jovens e adultos, com 12 anos ou mais, a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Para participar, acesse: www.conectadf.com.br. Ao todo, serão oferecidas 1.040 vagas.

    Uma parceria da Secretaria de Cultura e Economia Criativa com o Instituto Reserva da Biosfera do Cerrado, as aulas estão distribuídas em 16 módulos semanais, de segunda a sexta-feira, das 18h30 às 20h30. O próximo módulo terá início no dia 9 de janeiro.

    Além da capacitação em Libras, dividida em 12 semanas, o Conecta DF oferecerá oficinas de Contabilidade Básica, Gestão de Entidades do Terceiro Setor, Empreendedorismo Corporativo e um módulo especial de Prevenção de Uso de Drogas. A expectativa é qualificar novos profissionais para atuarem como intérpretes de Libras e fomentar o empreendedorismo sustentável e saudável.

    Todas as aulas contarão com a presença de intérpretes da Língua Brasileira de Sinais. Os alunos receberão certificação e os que participarem dos 16 módulos concluirão o ciclo profissionalizante do projeto. O único requisito é que os inscritos possuam um dispositivo (computador, tablet ou celular) conectado à internet.

  • Inscrições abertas para oficinas de Libras e Braille

    Inscrições abertas para oficinas de Libras e Braille

    Aulas são gratuitas e destinadas a jovens com idade a partir de 12 anos. Projeto é uma parceria da Secretaria de Cultura com o Instituto Capoterapia

    Jovens e adultos interessados em aprender a Língua Brasileira de Sinais (Libras) podem se inscrever para as oficinas gratuitas do projeto Capacitar DF. A nova turma começa na segunda-feira (09/01) e as aulas serão oferecidas por meio de uma plataforma digital. Para participar, acesse www.capacitardf.com.br. O prazo de adesão termina domingo (08/01).

    Ao todo, o projeto disponibilizará 1.040 vagas, distribuídas em 16 workshops semanais, com capacidade para 65 alunos, cada. Podem se inscrever, jovens com idade a partir de 12 anos. As aulas são ministradas de segunda a sexta-feira, sempre das 9 às 11 horas.

    Uma realização da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, em parceria com o Instituto Capoterapia, o projeto tem como objetivo formar novos profissionais para atuarem como intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Também será oferecida capacitação para o sistema Braille.

    Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, cerca de 9,7 milhões de pessoas possuem deficiência auditiva no país, o que corresponde a mais de 5% da população. Os números também apontam para a existência de 6,5 milhões de cidadãos com deficiência visual severa, sendo mais de 500 mil com perda total da visão.

    A dificuldade para se comunicar e acessar serviços básicos é um dos principais desafios para essa significativa parcela da população. Sem a linguagem de sinais ou o sistema Braille, tarefas simples tornam-se desafios complexos e, por vezes, inacessíveis. A fim de ampliar a qualificação de novos profissionais e torná-los aptos a atuarem nos mercados audiovisual e inclusivo, o projeto Capacitar DF foi cuidadosamente planejado.

    Para se inscrever, acesse: www.capacitardf.com.br. Todos os alunos receberão certificação de participação.

    Programação completa:

    09 a 13/01 – Tópicos em Libras: Surdez e Inclusão (módulo VI)
    Horário: 09h às 11h
    16/01 a 20/01 – Técnica de Conversação (módulo I)
    Horário: 10h às 12h
    23/01 a 27/01 – Técnica de Conversação (módulo II)
    Horário: 09h às 11h
    30/01 a 03/02 – Técnica de Conversação (módulo III)
    Horário: 09h às 11h
    06 a 10/02 – Apresentação de exercício final e Formatura (Libras)
    Horário: 09h às 11h
    13 a 17 – Braille (Sistema 1)
    Horário: 09h às 11h
    27/02 a 03/03 – Braille (Sistema 2)
    Horário: 09h às 11h
    13 a 17/02 – Braille (Sistema 3)
    Horário: 09h às 11h
    20/02 a 24/02 – Operação de Câmeras e inclusão
    Horário: 09h às 11h
    27/02 a 03/03 – Montagem, Edição e Inclusão
    Horário: 09h às 11h
    06 a 10/03 – Transcrição, Legendagem e Inclusão
    Horário: 09h às 11h

  • Instituto de Taguatinga oferece oficinas de Análise Fílmica

    Instituto de Taguatinga oferece oficinas de Análise Fílmica

    Aulas são gratuitas e fazem parte da programação do projeto Circuit Online. Podem participar jovens e adultos com idade entre 14 e 60 anos

    O projeto Circuit Online oferecerá, gratuitamente, a oficina de Análise Fílmica. As aulas serão realizadas de 26 a 30 de dezembro. As inscrições estão disponíveis no endereço eletrônico www.circuitonline.com.br. Podem participar jovens e adultos com idade de 14 a 60 anos. O único requisito é que o aluno possua um dispositivo conectado a internet.

    Uma realização do Instituto Ladainha, em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, o Circuit Online tem como objetivo preparar novos profissionais para o mercado de trabalho. Desde o início das aulas, em outubro deste ano, centenas de jovens e adultos tiveram a oportunidade de ampliar os seus conhecimentos em diversas áreas da comunicação audiovisual. Entre os cursos ofertados até o momento, estão o de designer gráfico, edição de fotos, roteiro e cinema.

    A direção do Circuit Online destaca que o principal objetivo é fazer com que alunos que completarem todos os módulos estejam aptos a desenvolver projetos nas áreas de cinema ficcional ou documental, televisão aberta e fechada, vídeos analógicos e digitais, cinema experimental, animações tradicionais e computadorizadas, programas de propagandas, desenvolvimento de jogos virtuais, além de diversos aplicativos.

    Fique atento para os próximos módulos, que se encerram no dia 27 de fevereiro de 2023. A capacitação completa tem duração de 180 horas e as aulas acontecem das 14h30 às 16h30. Todos os alunos serão certificados.

    Confira a programação completa:

    Análise Fílmica – 26/12 a 30/12
    Sonoplastia – 09/01 a 13/01
    Operação de Câmera – 16/01 a 20/01
    Edição de Vídeo – 23/01 a 27/01
    Streaming – 30/01 a 03/02
    Ética e Legislação no Audiovisual – 06/02 a 10/02
    Elaboração de Projetos, Captação de Recursos e Gestão de Entidade 13/02 a 27/02

  • Ator Pedro Paulo Rangel morre aos 74 anos no Rio

    Ator Pedro Paulo Rangel morre aos 74 anos no Rio

    Artista estava internado no CTI da Casa de Saúde São José, na Zona Sul do Rio, para tratar uma descompensação do quadro de enfisema pulmonar. Ele participou de vários sucessos na TV Globo, entre eles, as novelas ‘Vale Tudo’ e ‘A Indomada’ e o humorístico ‘TV Pirata’

    Morreu no fim da madrugada desta quarta-feira (21) o ator Pedro Paulo Rangel. A informação foi confirmada pela família. O artista de 74 anos estava internado no CTI da Casa de Saúde São José, na Zona Sul do Rio, para tratar uma descompensação do quadro de enfisema pulmonar, desde o dia 30 de novembro. A causa da morte ainda não foi divulgada.

    Entre os trabalhos mais marcantes de Pedro Paulo estão as novelas “Gabriela” (1975), “Saramandaia” (1976), “Vale Tudo” (1988), e o humorístico “TV Pirata” (1988).

    Carreira

    Nascido no Rio de Janeiro em 29 de junho de 1948, Pedro Paulo Marques Rangel era morador do Rio Comprido, na Zona Norte da cidade, quando teve o primeiro contato com o teatro, aos 11 anos. Fascinado com a descoberta, decidiu ser ator. Foi nessa época que escreveu uma peça para que pudesse atuar: “Quando os Pais Entram de Férias”.

    Pedro Paulo Rangel e Suely Franco em cena de ‘O Cravo e a Rosa’ — Foto: Acervo Grupo Globo

    Mais tarde, no grupo de teatro da Igreja de Santa Terezinha, conheceu o ator Marco Nanini, com quem estudaria no Conservatório Nacional de Teatro, atual Escola de Teatro da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

    O primeiro contato de Pedro Paulo com o teatro profissional foi em 1968, na peça “Roda Viva”, de Chico Buarque, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa.

    Depois de passar pela TV Tupi de São Paulo, o ator estreou na TV Globo em 1972, na novela “Bicho do Mato”. Seu primeiro personagem de sucesso foi Juca Viana, em “Gabriela”. Na novela, Pedro Paulo protagonizou o primeiro nu masculino da televisão, numa cena que mostrava o casal Juca e Chiquinha (Cidinha Millan) sendo atirado na rua, depois de ser flagrado na cama.

    Destaque no humor

    Após várias peças de teatro e alguns filmes durante a década de 70 e o início dos anos 80, como “Menino do Rio” (1982), Pedro Paulo voltou a trabalhar na TV Globo.

    Convidado por Jô Soares, o ator participou de esquetes no programa humorístico “Viva o Gordo” (1982). O resultado agradou e ele foi convidado para integrar o elenco da segunda temporada de “TV Pirata” (1988).

    Em 1992, um novo papel marcou a carreira de Pedro Paulo Rangel, o homossexual Adamastor, de “Pedra sobre Pedra”. Em seguida, ele fez as novelas “O Mapa da Mina” (1993) e “A Indomada” (1997), além da minissérie “Engraçadinha”.

    Pedro Paulo Rangel na novela ‘Vale Tudo’ — Foto: Reprodução

    Entre outras obras do ator estão as novelas “Pedra Sobre Pedra”, “Vale Tudo”, “A Indomada”, “Saramandaia”, “O Cravo e a Rosa” e “Belíssima”, além de seriados e minisséries, como “A Muralha”, “Você Decide”, “A Diarista”, “Os Aspones” e “Sob Nova Direção”.

    Fonte: G1