Categoria: Cultura

  • Festival Canto a Canto recebe Chico César, de graça, na Casa do Cantador

    Festival Canto a Canto recebe Chico César, de graça, na Casa do Cantador

    3ª Edição consolida Festival como símbolo de grandes eventos culturais fora do centro do Distrito Federal

    O Festival Canto a Canto está de volta em sua aguardada 3ª edição, e desta vez ele promete incendiar a Casa do Cantador em um dia repleto de música e cultura no dia 23 de setembro. O evento, que celebra a diversidade musical brasileira e traz à tona talentos locais e nacionais em um ambiente democrático e inclusivo, com atrações artísticas que envolvem as tradições regionais, economia criativa e gastronomia de qualidade. Com entrada franca, a festa conta com acessibilidade e é livre a todos os públicos.

    A partir das 16h50, a pedra fundamental do festival será lançada com a apresentação da banda “Fanfarra Pedra Fundamental”. Logo em seguida, às 17h30, “Pé de Cerrado” assumirá o palco para nos brindar com sua música. Às 18h20, o som do “Moinho d’Água” fluirá pelo ar, seguido por “Caco de Cuia” às 19h10. Às 20 horas, “Elas que Toquem” encantarão o público, enquanto “Martinha do Coco” trará a sua magia às 20h50. E para encerrar a noite em grande estilo, às 22 horas, o cantor e compositor paraibano Chico César subirá ao palco para embalar a noite cultural.

    Este evento cultural é resultado da visão apaixonada e da dedicação de sua idealizadora e produtora, Rosângela Dantas. Ela revela que sua paixão pela cultura é evidente e reflete em cada detalhe deste evento. Rosângela, em suas próprias palavras, expressa: “O Festival Canto a Canto é uma manifestação de amor à cultura brasileira e um convite para todos se unirem nessa celebração.”

    A realização deste projeto é possível graças à Artecei Produções Artísticas e Culturais, uma organização comprometida em promover a cultura e as artes no Distrito Federal. Além disso, é importante ressaltar o apoio  da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, que reconhece o valor cultural e artístico do Festival Canto a Canto e apoia sua realização.

    O Festival Canto a Canto se destaca como um exemplo de descentralização do acesso a grandes eventos culturais, promover a riqueza da música brasileira para as cidades satélites do Distrito Federal, celebrando talentos locais e nacionais. Esta é uma oportunidade única de criar memórias e fortalecer a conexão entre as comunidades.

    Além de celebrar a riqueza da música e da cultura brasileira, o Festival Canto a Canto também se destaca por ter um olhar cuidadoso em relação a questões significativas. No ano passado, o evento destacou a importância da diversidade cultural, e este ano, a temática está voltada para a questão racial. “Estamos comprometidos em promover não apenas a arte, mas também o diálogo e a reflexão sobre temas relevantes em nossa sociedade, tornando o ‘Canto a Canto’ uma celebração ainda mais inclusiva e significativa”, celebra Rosângela Dantas.

    Chico César em Brasília

    Chico César, um dos nomes mais destacados da música brasileira, traz sua singularidade musical ao Festival Canto a Canto, inspirando não apenas o público, mas também os talentosos artistas locais que compartilharam o palco com ele.

    Sua capacidade de fundir diferentes influências e estilos, criando uma sonoridade única que celebra a riqueza da cultura brasileira, serve como um exemplo brilhante para os músicos locais, incentivando-os a explorar e absorver uma ampla gama de influências culturais e estilísticas em seu próprio trabalho.

    Este encontro musical é um reflexo do espírito inclusivo do festival, que valoriza a diversidade e promove a colaboração entre artistas de todos os cantos do país, enriquecendo assim a cena cultural local.”

    Serviço

    Festival Canto a Canto

    Quando: 23 de Setembro

    Onde: Casa do Cantador, QNN Quadra 32 Área Especial G, Ceilândia/DF

    Ingresso: gratuito

    Informações: https://www.instagram.com/arteceiproducoes/

    Confira a programação completa:

    Fanfarra Pedra Fundamental 16h50

    Pé de cerrado 17h30

    Moinho D’água 18h20

    Caco de Cuia 19h10

    Elas Que Toquem 20 horas

    Martinha do Coco 20h50

    Chico César 22 horas

  • Secretaria de Cultura oferece oficinas gratuitas de formação em libras

    Secretaria de Cultura oferece oficinas gratuitas de formação em libras

    Podem se inscrever jovens e adultos com idade a partir de 12 anos. As aulas começam na segunda-feira (18) e são ministradas à distância

    Jovens e adultos com idade a partir dos 12 anos podem se inscrever, até domingo (17), para o quinto módulo da oficina de formação em libras do projeto “On-line + Cursos 2”. Uma realização da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com o Instituto Cultural Estrela Ela (ICEE), a capacitação tem como objetivo democratizar o acesso da população à Língua Brasileira de Sinais (Libras), reconhecida como um dos idiomas oficiais do país, por meio da Lei 10.436/2002 e do Decreto 5.626/2005.

    As aulas começam na segunda-feira (18), e seguem até sexta (22), das 9h às 11h. Para participar, a única exigência é possuir um dispositivo (computador, tablet ou celular) conectado à internet. As inscrições estão disponíveis pelo site www.onlinemaiscursos.com.br. Ao todo, serão 13 módulos realizados semanalmente até 17 de novembro.

    De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país possui 9,7 milhões de deficientes auditivos, sendo fundamental a capacitação de novos profissionais. Atualmente, show, eventos públicos, mostras de cinema e aulas contam com a presença de intérpretes.

    A produtora executiva do projeto, Mônica Lemets, ressalta a importância da formação dos jovens e adultos com o objetivo de torna-los aptos para o mercado de trabalho. “A segunda edição do “On-Line + Cursos 2” está com uma grade mais ampla. Nossa meta é ofertar capacitação de qualidade, possibilitando aos alunos mais uma oportunidade de conquistar autonomia, por meio do emprego e renda”, afirma.

    Programação das Oficinas

    18 a 22/09 – Libras (Módulo V)
    Horário: 09h às 11h
    25 a 29/09 – Libras (Módulo VI)
    Horário: 09h às 11h
    02 a 06/10 – Libras (Módulo VII)
    Horário: 09h às 11h
    09, 10, 11 e 13/10 – Libras (Módulo VIII)
    Horário: 08h30min às 11h
    16 a 20/10 – Libras (Módulo IX)
    Horário: 09h às 11h
    23 a 27/10 – Libras (Módulo X)
    Horário: 09h às 11h
    30/10, 31/10, 01/11 e 03/11 – Libras (Módulo XI)
    Horário: 08h30min às 11h
    06 a 10/11 – Libras (Módulo XII)
    Horário: 09h às 11h
    13, 14, 16 e 17/11 – Libras (Módulo XIII)
    Horário: 08h30min às 11h

    Serviço:
    Projeto “On-line + Cursos 2”
    Inscrições: https://onlinemaiscursos.com.br/formulario-de-inscricao/
    Instagram: @Online+Cursos
    Valor: Gratuito
    Contato: (61) 98323-1936

  • Editais do FAC fortalecem a cultura hip-hop no Distrito Federal

    Editais do FAC fortalecem a cultura hip-hop no Distrito Federal

    Agentes culturais ligados ao movimento terão premiação de R$ 1,2 milhão; batalhas de rimas terão valor total de R$ 300 mil

    A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) lançou dois editais do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) para reconhecer artistas do hip-hop com atuação no Distrito Federal. Os documentos foram publicados no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (5). O edital n° 10/2023 é destinado a agentes culturais (personalidades, grupos ou entidades) ligados ao movimento com prêmio de R$ 1,2 milhão. Já o edital n° 11/2023 contemplará 20 batalhas de rima do DF e Entorno, com o valor de R$ 15 mil para cada uma delas, totalizando R$ 300 mil.

    O secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, destaca a importância do reconhecimento cultural de movimentos fortalecidos principalmente em regiões mais carentes. “Nós sabemos a importância do hip-hop e das batalhas de rimas como expressão cultural em muitas regiões do Distrito Federal. A melhor forma de reconhecer e, também, de descentralizar a cultura são projetos que enalteçam esses agentes culturais”, afirma Abrantes.

    As inscrições para o edital n° 10/2023 estarão disponíveis a partir de 6 de setembro neste link e seguirão abertas até 21 de setembro. Já o edital n°11/2023 estará disponível no site da Secec entre os dias 6 e 22 de setembro.

    Pluralidade cultural

    Alguns requisitos são exigências dos editais, entre eles inclusão, diversidade e descentralização de regiões. Um ponto a ser destacado é o intercâmbio de expressões artísticas e culturais, que será avaliado no que abrange a interação dos coletivos com outras batalhas que ocorrem no Distrito Federal e Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).

  • Guará recebe o “Arraiá Santíssima” com música, gastronomia e culturas tradicionais

    Guará recebe o “Arraiá Santíssima” com música, gastronomia e culturas tradicionais

    Unindo comunidade e arte em evento gratuito, o ‘Arraiá Santíssima’ terá três dias de festa e cultura popular no Guará II

    No coração do Distrito Federal, está se aproximando uma celebração cultural que promete encantar a cidade do Guará. O projeto “Arraiá Santíssima”, realizado pelo Instituto Brasileiro de Responsabilidade Ambiental Social e Cultural (IBRASC), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC), através do termo de fomento (MROSC) N.º 55/2023, promete três dias repletos de valorização da cultura local.

    Marcado para os dias 25, 26 e 27 de agosto de 2023, o evento pretende aquecer os corações dos moradores com uma seleção variada de artistas e atividades, tudo isso em uma proposta inclusiva e democrática que caracteriza o cerne do projeto.

    A produtora do evento, Julyana Duarte, destaca a importância do “Arraiá Santíssima” como uma oportunidade única de unir a comunidade e celebrar a cultura em sua forma mais autêntica. “O evento representa um marco cultural na nossa cidade”, afirma Julyana, realçando o poder da arte para transformar e unir pessoas.

    Um dos artistas presentes no Line-up, Merson, vocalista da Banda Chic Tá Bacana, expressou sua empolgação em participar do evento. “Participar do Arraiá Santíssima é uma honra e uma forma de contribuir para nossa rica tradição cultural” declara Merson, enfatizando a alegria de contribuir para um projeto que valoriza a cultura local e proporciona momentos especiais para todos.

    As noites serão iluminadas pelas apresentações de artistas locais e notórios, que foram cuidadosamente selecionados para proporcionar ao público uma experiência cultural inesquecível.  Com uma programação tão diversa e livre para todos os públicos, o festival promete ser uma celebração memorável da música local e regional.

    O palco principal receberá uma seleção diversificada de artistas locais e regionais, proporcionando entretenimento para todos os gostos. Na sexta-feira, a partir das 20h, a talentosa Raquel Moura dará início à programação, seguida às 21h pelo Trio Quixote e encerrando a noite, às 22h, a energia contagiante da Banda Selva Branca. No sábado, as festividades começarão mais cedo, às 19:30h, com a apresentação de Cristina Hair, seguida pelo melodioso Carlos Silva às 20:30h, o ritmo envolvente de Toin do Forro às 21:30h e, para encerrar a noite, o grupo Forró com Site animará o público a partir das 22:30h.

    O evento chegará ao seu ápice no domingo com o Grupo de Quadrilha Santíssima iniciando às 20h, seguido pela vibração de Cacau da Pisadinha às 21h e a dupla Lucélia Santos e César Brasil às 22h. A noite será coroada pela performance empolgante da Banda Chic Tá Bacana, que subirá ao palco às 23h.

    “O ‘Arraiá Santíssima’ não é apenas uma festa, é uma celebração da cultura, da união e da alegria que nossa comunidade possui. O IBRASC tem o orgulho de trazer um evento que valoriza os artistas locais, promove a inclusão e fortalece os laços entre as pessoas. É uma honra contribuir para o enriquecimento cultural de Guará e proporcionar momentos especiais para todos os presentes”, ressalta Bruno Moreira, presidente do IBRASC.

    Dia 25/08/2023

    20h – Raquel Moura
    21h – Trio Quixote
    22h – Banda Selva Branca

    Dia 26/08/2023

    19:30h – Cristina Hair
    20:30h – Carlos Silva
    21:30h – Toin do Forro
    22:30h – Forró com Site

    Dia 27/08/2023

    Lucélia Santos e César Brasil – Foto: Divulgação

    20h – Grupo de Quadrilha Santíssima
    21h – Cacau da Pisadinha
    22h – Lucélia Santos e César Brasil
    23h – Banda Chic Tá Bacana

    Serviço:
    Projeto: Arraiá Santíssima
    Data: 25 a 27 de agosto de 2023
    Horário: A partir das 19:30
    Local: Paróquia Santíssima Trindade – Endereço: QE 42/44, Guará II, Brasília – DF

  • Secretaria de Cultura oferece oficina gratuita de formação em libras

    Secretaria de Cultura oferece oficina gratuita de formação em libras

    Interessados devem se inscrever até domingo (27), pelo portal www.onlinemaiscursos.com.br. Aulas começas na segunda-feira (28)

    Jovens e adultos a partir dos 12 anos podem se inscrever gratuitamente para o segundo módulo da formação em Libras do projeto “On-line + Cursos 2”. Uma realização do ICEE – Instituto Cultural Estrela Ela, em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, a oficina será realizada de 28/08 a 01/09, das 9 às 11h. Para se inscrever, acesse www.onlinemaiscursos.com.br.

    A formação é oferecida à distância e o único pré-requisito é possuir um dispositivo (computador, telefone ou tablet) conectado à internet. Ao todo, serão 13 módulos realizados semanalmente até 17 de novembro.

    Desde que foi reconhecida como uma das línguas oficiais do país, por meio da Lei 10.436/2002 e do Decreto 5.626/2005, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) tem se tornado cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. Contudo, ainda de forma tímida. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país possui 9,7 milhões de deficientes auditivos, sendo fundamental a capacitação para essa importante parcela da população.

    A produtora executiva do projeto, Mônica Lemets, ressalta a importância da formação dos jovens e adultos com o objetivo de torna-los aptos para o mercado de trabalho. “A segunda edição do On-Line + Cursos 2 está com uma grade mais ampla. Nossa meta é ofertar capacitação de qualidade, possibilitando aos alunos mais uma oportunidade de conquistar autonomia, por meio do emprego e renda”, afirma.

    Programação das Oficinas

    28 a 01/09 – Libras (Módulo II)
    Horário: 09h às 11h
    04, 05, 06 e 08/09 – Libras (Módulo III)
    Horário: 08h30min às 11h
    11 a 15/09 – Libras (Módulo IV)
    Horário: 09h às 11h
    18 a 22/09 – Libras (Módulo V)
    Horário: 09h às 11h
    25 a 29/09 – Libras (Módulo VI)
    Horário: 09h às 11h
    02 a 06/10 – Libras (Módulo VII)
    Horário: 09h às 11h
    09, 10, 11 e 13/10 – Libras (Módulo VIII)
    Horário: 08h30min às 11h
    16 a 20/10 – Libras (Módulo IX)
    Horário: 09h às 11h
    23 a 27/10 – Libras (Módulo X)
    Horário: 09h às 11h
    30/10, 31/10, 01/11 e 03/11 – Libras (Módulo XI)
    Horário: 08h30min às 11h
    06 a 10/11 – Libras (Módulo XII)
    Horário: 09h às 11h
    13, 14, 16 e 17/11 – Libras (Módulo XIII)
    Horário: 08h30min às 11h

    Serviço:
    Projeto “On-line + Cursos 2”
    Inscrições: https://onlinemaiscursos.com.br/formulario-de-inscricao/
    Instagram: @Online+Cursos
    Valor: Gratuito
    Contato: (61) 98323-1936
    28/08 a 01/09

  • O Encontro do Rock com o Folclore Brasileiro é a temática da 38ª edição do Ferrock, com Tom Zé, Inocentes e Os Mutantes

    O Encontro do Rock com o Folclore Brasileiro é a temática da 38ª edição do Ferrock, com Tom Zé, Inocentes e Os Mutantes

    Praça do Trabalhador de Ceilândia receberá ritmos brasileiros nos dias 9 e 10 de setembro

    A expectativa está no ar para a chegada da 38ª Edição do Ferrock, um evento que transcende a celebração de um festival musical e se torna uma união cultural de proporções épicas. Marcado para os dias 9 e 10 de setembro (sábado e domingo), esse encontro único entre o rock e o folclore brasileiro promete agitar a Praça do Trabalhador, ao lado da Administração de Ceilândia Sul. O festival gratuito celebra suas quase quatro décadas e promete ser um testemunho da diversidade presente na cultura brasileira, com manifestações populares que ecoam entre gerações.

    Realizado na Ceilândia, uma das regiões administrativas do Distrito Federal com a maior presença de manifestações e tradições populares, o Ferrock escolhe, para essa edição, priorizar eixos temáticos que celebram as tradições folclóricas do povo brasileiro. Com uma line-up diversa, as atrações vão desde bandas e artistas locais até grandes nomes da música brasileira, como Tom Zé e Banda e Os Mutantes. Gratuito, inclusivo e democrático, o projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) e do Ministério da Cultura (Minc).

    “Ao longo dos anos, o Ferrock é mais do que um festival de rock; é um compromisso com a nossa comunidade, com a cultura e com a transformação social. Nossa missão é criar um espaço onde as pessoas possam se conectar através da música, expressar suas vozes e compartilhar mensagens importantes. A diversidade da seleção de artistas e a fusão do rock com o folclore brasileiro representam a riqueza da nossa identidade cultural. Estamos honrados em fazer parte dessa jornada que une gerações e constrói pontes entre diferentes manifestações artísticas.” – Ari de Barros, um dos fundadores do Ferrock.

    Tom Zé, Inocentes e Os Mutantes: ícones da música brasileira no Ferrock

    Nome confirmado na edição, Tom Zé é um ícone do tropicalismo e trará sua energia provocativa para a 38ª Edição do Ferrock. Com sua carreira marcada por experimentações sonoras e questionamentos sociais, ele acrescentará profundidade ao festival. A banda Inocentes, com sua origem nos anos 80, é uma figura seminal no cenário do punk rock brasileiro, entregando mensagens de rebeldia e protesto. E Os Mutantes, lendas musicais desde os anos 60, trazem sua mistura revolucionária de influências para o palco, lembrando-nos de seu impacto duradouro na cena musical do país. Juntos, esses artistas resgatam a rica história da música brasileira e enriquecem a experiência do público.

    Além das estrelas principais, o line-up da 38ª Edição do Ferrock é composto por uma constelação de talento diversificado, representando variados gêneros musicais e manifestações culturais. Bandas como Kidsgrace, Nightwölf e Pata de Cachorro (MS) trazem o vigor do rock contemporâneo para o palco. A Orquestra Sanfônica de Brasília adiciona uma dimensão única com sua fusão de sons. A presença de grupos regionais, como a Folia de Reis João Timóteo, e a Camarones Orquestra Guitarrística (RN), enriquece a experiência com influências variadas.

    “A diversidade musical do nosso país é a marca registrada deste festival, e cada uma das atrações musicais contribui para um caldeirão musical emocionante, refletindo a riqueza da cena cultural brasileira”, celebra o idealizador do festival, Ari de Barros.

     Fé,revolução e rock: a história do Ferrock

    O Ferrock é um legado cultural e social que se estende por décadas. Tudo começou em 1986, quando um grupo de entusiastas do rock’n roll decidiram criar um festival que é mais do que apenas entretenimento. O Ferrock nasceu em Ceilândia, no Distrito Federal, com o objetivo de promover cultura, informação e diversão, além de abordar questões sociais relevantes.

    O festival rapidamente ganhou destaque por associar a música a temas sociais importantes. A cada edição, uma discussão chave é destacada, promovendo campanhas públicas e arrecadando alimentos para instituições beneficentes. O Ferrock também recebe a participação de artistas renomados, nacionais e internacionais, ao longo dos anos.

    Inocentes – Foto: Divulgação

     Programação
     09/09 – Sábado:

    Kidsgrace – 15h
    Desonra – 15h30
    Nightwolf- 16h
    Pata de Cachorro (MS)- 16h30
    Orquestra Sanfônica de Brasília – 17h
    Camarones Orquestra Guitarrística (RN) – 17h30
    Veludo Branco (RR) – 18h10
    Death Slam – 18h50
    Leviaethan (RS) – 19h20
    Tuatha de Danann (MG) – 20h
    Folia de Reis João Timóteo (Congo) (MG/DF) – 20h40
    The Troops Of Doom (MG) – 21h10
    Inocentes (SP) – 22h00

    Tom Zé – Foto: Divulgação

     10/09 – Domingo:

    O Konjunto – 16h
    Bigornas Voadoras – 16h30
    Signo 13 – 17h
    Grupo de Projeção Folclórica Coração Gaúcho – 17h30
    Celtic Soul – 18h
    Orquestra Roda de Viola – 18h30
    Boi Bumbá do Amazonas (Grupo de Dança Pellynsky) – 19h
    Tom Zé e Banda- 19h30
    Os Mutantes – 20h30

    Serviço: 38ª Edição do Ferrock –  O Encontro do Rock com o Folclore Brasileiro

    Data: 9 e 10 de setembro – sábado e domingo
    Entrada: Gratuita (mediante 1 kg de alimentos não perecíveis)
    Local: Praça do Trabalhador de Ceilândia
    Horário: abertura dos portões às 14 horas
    Mais informações: @ferrockfestival

  • Festival O Maior São João do Cerrado reuniu mais de 150 mil pessoas

    Festival O Maior São João do Cerrado reuniu mais de 150 mil pessoas

    Nos três dias de evento, 18 atrações se revezaram no palco principal, em mais de 22 horas de música. Nas ilhas de forró, 51 trios garantiram o mais autêntico pé de serra

    Mais de 150 mil pessoas acompanharam a 15ª edição do festival O Maior São João do Cerrado, neste fim de semana. Foram mais de 22 horas de música, reunindo artistas locais e nacionais. O último dia foi marcado por uma homenagem aos 50 anos do Hip Hop e, pela primeira vez desde a estreia em 2007, o forró deu espaço ao melhor do rap nacional, em uma celebração da diversidade, da cultura e da paz.

    O grupo Pé de Cerrado abriu o festival. A noite foi embalada por muito forró e sertanejo. A ceilandense Ju Marques e a dupla Rick e Rangel fizeram o público dançar, ao som dos modões sertanejos. Diretamente do Nordeste, Fulô de Mandacaru relembrou grandes clássicos do forró e falou ao coração dos vaqueiros, ao entoar “Saga de um Vaqueiro”. A cantora Márcia Fellipe completou a programação e fez a poeira subir.

    Márcia Fellipe – Foto: Divulgação

    No sábado (19), Frank Aguiar comandou a line up. Pela sétima vez no evento, recordou antigos sucessos e presenciou um momento histórico, um pedido de casamento em pleno palco do São João. O público também conferiu os shows de Luka – o Poeta do Pizeiro, Os Gonzagas, Banda Casaca e Nego Rainner.

    Frank Aguiar – Foto: Divulgação

    A última noite do maior São João fora de época do país celebrou os 50 anos do Hip Hop. Atitude Feminina abriu o palco. Com muita música boa e representatividade, deram seu recado de luta contra a desigualdade e a violência de gênero. Na sequência, Rapadura uniu rap e forró, em uma mistura que tem a cara de Ceilândia.

    Maskavo – Foto: Divulgação

    Pela primeira vez no festival, a Banda Maskavo trouxe as boas vibrações do movimento reggae para O Maior São João do Cerrado. O grupo emocionou a plateia e garantiu uma pitada de romantismo à última noite do evento.

    Já passava de meia noite quando as duas atrações mais esperadas subiram ao palco. Responsável pela curadoria do dia dedicado ao Hip Hop, Japão e os demais integrantes do Viela 17 levaram o público ao delírio. A representatividade de Ceilândia como um dos berços do rap foi evidenciada, em um show que reuniu admiradores, amigos, vizinhos e familiares do grupo. A voz do gueto do DF para o Brasil e para o mundo.

    Viela – Foto: Divulgação

    Com chave de ouro, a 15ª edição foi encerrada por dois ícones do movimento Hip Hop no Brasil. Integrantes do Racionais MC’s, Edy Rock e KL Jay coroaram a celebração da diversidade e da união.

    Entre os artistas, um sentimento comum: a força das periferias. Tanto o Hip Hop quanto o forró e o reggae tem como origem os guetos. São música do povo e para o povo, representações genuínas da cultura popular e da voz da resistência.

    Balé

    Um espetáculo à parte, o Balé Flor do Cerrado e o Grupo Transições chamou atenção do público. No domingo, a coreografia do Balé somou-se à dança de rua do Hip Hop, em uma fusão de ritmos e sonoridade.

    O São João

    Nas ilhas de forró e no coreto, o público dançou sem parar ao som do autêntico pé de serra. Nesta edição, 51 forrozeiros se revezam entre os três espaços montados próximo à praça de alimentação. Uma festa para toda a família, O Maior São João do Cerrado também teve atrativos para as crianças, que se divertiram no circo e no parque de diversões.

    Logo na entrada da arena, a Vila Borborema atraiu os olhares de quem gosta de artesanato. No cenário inspirado na antiga Campina Grande, as casas coloridas, com jardins floridos e cortinas de chita, eram parada obrigatória para uma foto.

    Números

    Um evento gigante, O Maior São João do Cerrado reuniu 150 mil pessoas, em mais de 22 horas de shows. No palco principal, 18 atrações se revezaram garantindo um espetáculo de música e dança. Nas ilhas de forró e no coreto, 51 trios de forró se alternaram, garantindo o mais autêntico bate coxa.

    Além de fomentar a cultura, o festival estimula a economia. Só em 2023, foram gerados 1,5 mil empregos diretos e 5 mil indiretos.

    Em suas 15 edições, o evento contabiliza público superior a 4 milhões de pessoas, 1.640 horas de música e 26 mil artistas contratados. A cada edição são gerados 100 mil watts de som e 300 mil watts de luz são consumidos.

    Acessibilidade

    Mais que promover entretenimento, O Maior São João do Cerrado tem como premissa possibilitar inclusão para o público. Nesse ano, o evento contou com intérpretes em libras, audiodescrição, plataforma elevada para pessoas com mobilidade reduzida e estacionamento exclusivo para PCD.

    Outro marco do evento é o incentivo à solidariedade. Em sua 15ª edição, o festival estimulou a aquisição do ingresso solidário, ao custo de R$ 2. Todo o valor arrecadado será doado à creche Guerreiros da Alegria, na Estrutural.

  • Teatro conscientiza estudantes do Gama sobre acessibilidade e inclusão

    Teatro conscientiza estudantes do Gama sobre acessibilidade e inclusão

    Projeto é apoiado por recursos do FAC e traz uma reinvenção do conto ‘Festa no Céu’

    O projeto Acessibilidade no Parque chegou, nesta semana, ao final da terceira edição ensinando, de maneira lúdica e interativa, os estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal sobre a importância da promoção de políticas de inclusão e respeito às pessoas com deficiência (PcD). Voltada para o público infantil, a iniciativa foi concebida com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec).

    Por meio de apresentações teatrais, os artistas que integram o projeto contam aos estudantes uma versão reinventada do tradicional do conto Festa no Céu, usando da linguagem infantil para conscientizar sobre a temática da acessibilidade. A ideia partiu da atriz Jarlene Maria, intérprete da palhaça Alegria, que foi diagnosticada, ainda na infância, com paralisia cerebral diplégica espástica.

    A atriz Jarlene Maria, intérprete da palhaça Alegria, diz: “Quando a criança aprende o que é acessibilidade, se torna um adulto inclusivo” – Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

    Jarlene e os demais atores da peça usam música, contação de histórias e teatro de fantoches para alertar os pequenos sobre a importância do assunto. “O fato de ser uma cadeirante não me limita em nada para brincar, dançar, sair na rua e mostrar para todos que pessoas com deficiência não precisam ficar em casa trancadas”, enfatiza.

    “A criança é a luz do mundo. Quando ela aprende o que é acessibilidade, se torna um adulto inclusivo. Daí surgiu a ideia da gente adaptar esse conto que, na versão original, exclui a tartaruga da festa. Aqui não, aqui a palhaça Alegria inclui a tartaruga, apesar de suas diferenças em relação às outras personagens”, prossegue a atriz.

    Além dos elementos cênicos, o Acessibilidade no Parque também oferece, nas apresentações, intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e de audiodescrição. Ao final da peça, as crianças recebem materiais didáticos sobre inclusão e acessibilidade.

    Diretor artístico do projeto, Marco Augusto de Rezende: “É uma forma leve e divertida de lidar com um tema difícil”

    Ao todo, foram cinco apresentações realizadas ao longo desta edição do projeto, sediado no Parque do Castelinho, no Setor Oeste do Gama. O Acessibilidade no Parque foi oferecido de maneira gratuita às escolas da rede pública da região, que também tiveram apoio com transporte para o deslocamento dos estudantes.

    “Estamos na terceira edição deste projeto, que foi feito muito em função do trabalho da Jarlene, que sempre quis ter um espetáculo tratando dessa temática da acessibilidade. É uma atração que se comunica bem com as crianças. Tem sido muito positivo, já nos apresentamos para 200 alunos. É uma forma leve e divertida de lidar com um tema difícil”, ressalta o diretor artístico do projeto, Marco Augusto de Rezende.

    Escritora Arlene Muniz: “Essas iniciativas são muito importantes para que as crianças com alguma deficiência se identifiquem, se sintam incluídas”

    Moradora do Gama, a escritora Arlene Muniz, 67 anos, prestigiou a última apresentação desta edição do projeto. “Eu sou autora de obras voltadas para o tema retratado no Acessibilidade no Parque e essas iniciativas são muito importantes para que as crianças com alguma deficiência se identifiquem, se sintam incluídas”, afirma.

  • Festival O Maior São João do Cerrado celebra os 50 anos do Hip Hop

    Festival O Maior São João do Cerrado celebra os 50 anos do Hip Hop

    Diversidade – neste domingo, 20 de agosto, repentistas e cantadores, símbolos da cultura nordestina, darão espaço aos MCs, que também por suas rimas, contarão suas histórias

    Do repente ao Hip Hop, do forró ao break. Assim é Ceilândia, diversa e efervescente, celeiro de artistas e de gente criativa, que encontrou na cultura um escape para as dores e uma forma de protesto. Nesse contexto, em sua 15ª edição, o festival O Maior São João do Cerrado abre suas portas para a diversidade e homenageia os 50 anos do Hip Hop, movimento que nasceu de uma festa despretensiosa no Bronx, Nova York, e ganhou os guetos do mundo.

    Neste domingo, dia 20, os repentistas e cantadores, símbolos da cultura nordestina e de Ceilândia, darão espaço aos MCs, que também por suas rimas, contarão suas histórias por meio da música, da dança e do grafite. No palco do O Maior São João do Cerrado, Atitude Feminina, Rapadura, Viela 17, Edi Rock e Kl Jay encerrarão a última noite do festival ao lado da banda Maskavo.

    Ceilândia e o Hip Hop estão ligados desde suas origens. A região administrativa, criada em 1971 como uma Campanha de Erradicação das Invasões (CEI), tinha como verdadeiro objetivo afastar dos holofotes da Brasília de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer os trabalhadores que vieram para a construção, a maioria do Nordeste, e ocupavam áreas irregulares, com pouca ou nenhuma infraestrutura, nos arredores da cidade planejada.

    Em Nova York, há poucos quilômetros do coração financeiro do mundo e dos letreiros da Times Square, está o bairro do Bronx, região que em 1973 vivia o abandono, a ascensão da criminalidade e a falta de oportunidades. Em Ceilândia, as ruas de terra e sem saneamento, no Bronx, prédios incendiados e abandonados. Cenários distantes, mas como uma realidade comum, a força de seu povo, a força dos guetos.

    Afastada de tudo, a população de Ceilândia criou sua própria identidade. Dos milhares de nordestinos ali instalados, a música e a culinária eram pontos comuns e de união. Nos jovens, primeira geração de brasileinses/ceilandenses, a inquietação, as festas nas casas dos vizinhos, as rimas de protesto e, em pouco tempo, o local tornou-se celeiro vanguardista do rap no Brasil. O segundo do país, atrás apenas de São Paulo.

    Do chão batido de Ceilândia surgem Câmbio Negro, Viela 17, DJ Jamaika e Rapadura, nomes, que ao lado de GOG, inserem o DF no cenário do rap nacional.

    Hip Hop 50

    Para a idealizadora e diretora artística do festival O Maior São João do Cerrado, Edilane Oliveira, homenagear o movimento, por meio do Hip Hop 50, é contar a história de Ceilândia e do Distrito Federal. “Ceilândia é um caldeirão de riqueza cultural. Desde a primeira edição do São João, em 2007, acompanho a rotina da região, e o rap pulsa por aqui. E para quem pensa que não há ligação entre São João e Hip Hop, afirmo que são muitas as características comuns. Embora os ritmos distintos, a oralidade, a dança, o colorido das artes, tudo isso está presente, tanto nas manifestações do São João quanto no movimento Hip Hop”, explica.

    Ainda de acordo com a diretora, “O Maior São João do Cerrado celebra a diversidade. E, por isso, com todo o respeito que a cultura merece, abrimos nosso palco para o movimento Hip Hop. Essa expressão cultural, que assim como o forró, está presente no DNA de Ceilândia”, completa.

    Os ingressos para o Festival O Maior São João do Cerrado estão à venda pelo www.emersystem.com.br. Os preços variam de R$ 2,00 (solidário) a R$ 12,00 (passaporte para os três dias). Durante o evento, os bilhetes também poderão ser adquiridos diretamente no local.

    Confira a programação do Hip Hop 50

    DOMINGO (20/08)
    20:00 – Atitude Feminina
    21:10 – Rapadura
    22:40 – Banda Maskavo
    00:00 – Balé Flor do Cerrado
    00:30 – Viela 17
    02:10 – Edi Rock e Kl Jay

  • Tudo pronto para O Maior São João do Cerrado

    Tudo pronto para O Maior São João do Cerrado

    Festival começa nesta sexta-feira (18) e reunirá grandes nomes da música nacional. No domingo (20), o palco do São João celebrará os 50 anos do Hip Hop

    A partir de sexta-feira (18), o festival O Maior São João do Cerrado aquecerá as noites frias do inverno no Distrito Federal. Em sua 15ª edição, a maior festa junina fora de época do Brasil abre as portas para a diversidade, e celebrará os 50 anos do Hip Hop, gênero que inseriu Ceilândia no cenário musical nacional e, assim como o forró, está no DNA de seus moradores.

    A cantora Márcia Fellipe é uma das atrações da primeira noite (18), que também terá Pé de Cerrado e Rick e Rangel. No sábado (19), o forrozeiro Frank Aguiar é quem comanda a festa. De volta ao Maior São João do Cerrado, o cantor recordará grandes sucessos de sua carreira.

    No domingo (20), os repentistas darão espaço para a rima dos MCs. A noite será aberta pelo grupo Atitude Feminina e, na sequência, sobem ao palco Banda Maskavo, Viela 17, Edi Rock e Kl Jay, com muito reggae e Hip Hop.

    A arena onde acontece O Maior São João do Cerrado está localizada ao lado do Estádio Abadião, na QNN 12 de Ceilândia Sul. Ao todo, são 60 mil m² de área, distribuídas entre palco, ilhas de forró, Vila Borburema, parque de diversões, circo, coreto, praça de alimentação e estacionamento. A estrutura fica a poucos metros da estação Ceilândia Centro do metrô.

    De acordo com a idealizadora e diretora artística do evento, Edilane Oliveira, o evento é uma celebração da arte e da alegria. “O Maior São João do Cerrado é um grande palco da cultura popular em pleno Planalto Central, inteiramente voltado às famílias brasilienses”, explica.

    O Maior São João do Cerrado consolidou-se como a maior festa junina fora de época do país e a terceira maior do Brasil, atrás apenas dos tradicionais eventos de Campina Grande (PB) e de Caruaru (PE). O festival já nasceu grande e desde a sua estreia, em 2007, reuniu 3,9 milhões de pessoas, em 60 dias de muita música, cultura e diversão.

    Em suas 14 edições, 25 mil artistas contratados já passaram pelo palco do evento. São cantores, músicos, atores, bailarinos e artistas plásticos. Tudo isso, embalado ao som de 1.620 horas de música.

    Desde o seu premiê, O Maior São João do Cerrado só parou suas atividades em três ocasiões: 2017, quando foi convidado para representar o Brasil em turnê pela Europa; 2020 e 2021, em decorrência da pandemia de covid-19.

    Ingresso solidário

    Como forma de democratizar o acesso à cultura, mas sem abrir mão de colaborar com o fortalecimento das ações de amparo aos mais necessitados, O Maior São João do Cerrado possui o Ingresso Solidário, com o valor simbólico de R$ 2, que nesta edição será doado a Creche Guerreiros da Alegria, na Estrutural.

    Programação
    *Horário sujeito a alteração

    Márcia Fellipe – Foto: Divulgação

    SEXTA (18/08)
    20:45 – Abertura Oficial
    21:00 – Balé Flor do Cerrado
    21:10 – Queima de Fogos
    21:15 – Pé de Cerrado
    22:15 – Fulô de Mandacarú
    23:45 – Ju Marques
    00:55 – Márcia Fellipe
    02:35 – Rick e Rangel

    Frank Aguiar – Foto: Divulgação

    SÁBADO (19/08)
    20:30 – Luka do Piseiro
    21:30 – Os Gonzagas
    23:00 – Grupo Transições
    23:15 – Banda Casaca
    00:40 – Balé Flor do Cerrado
    01:00 – Frank Aguiar
    02:40 – Nego Rainer
    DOMINGO (20/08)
    20:30 – Atitude Feminina
    21:30 – Rapadura
    22:45 – Banda Maskavo
    00:15 – Balé Flor do Cerrado
    00:30 – Viela 17
    02:00 – Edi Rock e Kl Jay

    Serviço | O Maior São João do Cerrado
    Data: 18, 19 e 20 de agosto
    Hora: 18h – abertura dos portões
    Ingressos: a partir de R$ 2 (solidário)
    https://saojoaodocerrado.pagtickets.com.br/o-maior-sao-joao-do-cerrado__5290/