Categoria: Cultura

  • Escola de Música de Brasília recebe 3º Simpósio de Bateristas e Percussionistas da Região Centro-Oeste

    Escola de Música de Brasília recebe 3º Simpósio de Bateristas e Percussionistas da Região Centro-Oeste

    Encontro reúne mestres da bateria e da percussão para uma imersão musical gratuita

    A capital brasileira se prepara para receber mais uma edição do Síncope – Simpósio de Bateristas e Percussionistas da Região Centro-Oeste. Este ano, o evento celebra sua terceira edição, que acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de julho de 2024, na Escola de Música de Brasília (CEP/EMB, 602 Sul), que também completa seus 60 anos de existência. As inscrições estão abertas e são gratuitas, com vagas limitadas. Os interessados devem se inscrever pelo Sympla – Síncope 2024.

    Durante os três dias de evento, os participantes poderão desfrutar de uma imersão musical com 15 workshops, 2 masterclasses, uma mesa-redonda e 6 apresentações musicais. Além disso, haverá exposição de livros e stands de equipamentos e instrumentos musicais.

    O evento contará com a presença de renomados professores e profissionais da área, incluindo Prof. Francisco Domene (SP), Prof. Cuca Teixeira (SP), Prof. Edinho Silva (DF), Prof. Fred Magalhães (DF), Profa. Nathalia Marques (DF), Profa. Vera Figueiredo (SP), Prof.Prof. Wellington Vidal (DF), Prof. Alfredo Maranha (MA/GO), Prof. Ricardinho Art (DF), Prof. Ton Mallets (PB), Prof. Me. Ticho Lavenère (DF), Profa. Lirys Catharina (DF), Prof. Dr. Augusto Moralez (DF/AL), Prof. Augusto Silva (PE), Prof. Me. Gabriel Carneiro (DF), e Prof. Dr. Eduardo Tullio (MG).

    As apresentações musicais serão um destaque à parte, contando com performances de Marcão Britto e MC Jazz (DF), Bloco do Patubatê (DF), Abreu, Caires e Vidal Trio, Duo Dessoles Moralez, Drumline Master, e Pedro Henrique Borges (DF).

    O público-alvo do Síncope 2024 inclui bateristas, percussionistas eruditos e populares, profissionais e amadores, professores de bateria e de percussão, estudantes de bateria e de percussão de todos os níveis, outros instrumentistas, profissionais ligados à cadeia produtiva da música e da cultura, bem como demais interessados. Todos os participantes que atenderem aos três dias do evento, com um mínimo de 75% de presença, receberão certificados.

    A classificação etária é livre para todas as idades, embora menores de 16 anos devam estar acompanhados de seus responsáveis. O Síncope 2024 é uma realização do Coletivo Contratempo, composto por Marcão Britto, Ticho Lavenère, Daniel Oliveira e Sill Letícia, com produção executiva de Sill Letícia e curadoria de Prof. Marcão Britto, Prof. Me. Ticho Lavenère, Prof. Me. Francisco Abreu, Prof. Daniel Oliveira e Prof. Edinho Silva.

    Desde sua primeira edição, o Síncope tem sido um espaço de encontro para músicos e musicistas, promovendo debates e trocas de ideias, experiências, práticas, conhecimentos e tecnologias relacionadas ao universo da bateria e da percussão. Em 2022, o evento contou com 170 inscrições, 32 horas de atividades, 11 palestrantes, 16 professores, 2 mesas-redondas, 18 workshops, 7 lançamentos de livros de bateria, 1 lançamento de disco e 9 apresentações musicais. Em 2023, o simpósio teve um crescimento significativo, com 830 inscrições, 30 horas de atividades, 15 professores, 13 workshops, 2 masterclasses, uma mesa-redonda e 6 apresentações musicais.

    Saiba mais sobre alguns dos artistas brasilienses desta edição:

    Edinho Silva é percussionista, arranjador, pesquisador e professor de percussão brasileira, com décadas de experiência. Ele já tocou com grandes nomes como Buika, João Donato, Alexandre Pires, Nelson Sargento, Pepeu Gomes e Carlinhos Brown. Participou de bandas como Atitude Feminina, Patubatê e Tijolada Reggae! Soma em sua trajetória experiências em shows internacionais e nacionais, como as Olimpíadas de 2016 no Brasil e performances na Embaixada de São Tomé e Príncipe. Atuou como professor na Universidade Aberta do Brasil (UNB) e no Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília (CIVEBRA).

    Foto: Divulgação
     
    Marcos Britto é músico e baterista profissional desde 1987. Ex-professor de bateria da Escola de Música de Brasília, fundador da Drummer Academia de Bateria e autor do livro “Brazilian Drummer – Aprofundamento Técnico e Rítmico para Bateristas” (2021). Idealizador do Síncope – Simpósio de Bateristas e Percussionistas de Brasília e Região Centro-Oeste. Tocou com diversos artistas no Brasil e exterior, incluindo Cassia Eller e João Donato, e trabalhou em festivais de jazz na Europa. Fundador e diretor da Banda Satisfaction, atuante há mais de 23 anos em Brasília, e co-criador do projeto MC Jazz.

    Ticho Lavenère começou a tocar bateria aos dez anos em 1978, com estudos aprofundados na Escola de Música de Brasília. Mestre e Licenciado em Música pela UnB, atuou com artistas como Zizi Possi e Guilherme Arantes, e com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional. Integrante fundador do quarteto Marakamundi, apresentou-se e fez workshops em vários países. Autor de um livro de bateria, é professor há mais de 30 anos e co-organizador do Síncope.

    Daniel Oliveira tocou com artistas como Ivan Lins e Jorge Versilo, e estudou na Berklee College Of Music. Apresentou-se em universidades dos EUA e coordenou o programa de bateria no Instituto de Bateria Vera Figueiredo. Colunista da revista “Batera e Percussão”, autor de 7 livros de bateria, é professor e proprietário do Instituto Daniel Oliveira de Bateria, e co-organizador do Síncope.

    Lirys Catharina é multi-artista, compositora, cantora, percussionista popular e produtora musical de Brasília. Regente de maracatu e puxadora de samba de coco, reflete as raízes culturais de Brasília e do Brasil em sua música. Tocou com nomes como Rapper Rapadura e gravou com artistas nacionais. Criadora do 1/4 estúdio, trabalha em projetos como o próximo CD de Martinha do Coco.

    Gabriel Carneiro é músico, pesquisador e professor, especializado em pandeiro. Atuou com grupos como Choro pra Cinco e Tiago Tunes Quinteto. Licenciado e Mestre em Música e História pela UnB, é professor na Escola de Choro Raphael Rabello e na Secretaria de Educação do DF, ministrando cursos sobre História, Música e Sociedade do Brasil.

    Nathália Marques é percussionista orquestral e popular, arranjadora e professora, formada pela Escola de Música de Brasília. Atua tanto na Orquestra Filarmônica de Brasília quanto com grupos populares como Samba da Malandra e Regional Segura Elas. Graduada em Música em 2021, participa de diversos projetos musicais na cidade.

    Serviço: 3º Simpósio de Bateristas e Percussionistas da Região Centro-Oeste
    Quando: 24, 25 e 26 de julho de 2024, na Escola de Música de Brasília (CEP/EMB, 602 Sul),
    Programação e inscrições (link): Sympla – Sincope 2024
    Instagram (link): @sincope.bateria.e.percussao

  • Obras de restauro do Teatro Nacional já dão nova cara à Sala Martins Pena

    Obras de restauro do Teatro Nacional já dão nova cara à Sala Martins Pena

    Inicialmente, os serviços se concentraram na construção dos mecanismos de segurança e de acessibilidade do espaço. Agora, os trabalhos seguem para a conclusão das instalações essenciais e acabamento

    A Sala Martins Pena foi o primeiro espaço do Teatro Nacional Claudio Santoro a ser lançado durante a inauguração em 1966. Coincidência ou não, é novamente o primeiro local do equipamento público a ser reformado na obra promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para devolver o maior espaço cultural do país – fechado desde 2014 – à população e à comunidade artística.

    GDF investe R$ 70 milhões na primeira fase das obras do Teatro Nacional, que ocorre na Sala Martins Pena e em seu respectivo foyer | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

    A obra consiste na modernização do equipamento público e na adequação das normas vigentes de segurança, combate a incêndio e acessibilidade. Tudo isso preservando a memória do patrimônio histórico e suas características, conforme as diretrizes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) de manutenção da originalidade do espaço público e de seus bens, como os painéis de Athos Bulcão e os jardins de Burle Marx.

    “O Teatro Nacional é o maior equipamento cultural do país. São 500 mil metros quadrados destinados às artes e ter ficado tanto tempo fechado acabou causando sérios danos de manutenção. Por isso, atualizamos o projeto e está sendo realizado um trabalho de restauro profundo com muito cuidado”, afirma o subsecretário do Patrimônio Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), Felipe Ramón.

    Devido à grande necessidade de intervenções e os desafios de executar uma reforma em um espaço tombado, o serviço foi dividido em quatro etapas. A Sala Martins Pena e seu respectivo foyer foram escolhidas para a primeira fase. A reforma completa compreenderá ainda toda a Sala Villa-Lobos, o Espaço Dercy Gonçalves, a Sala Alberto Nepomuceno e o anexo.

    O investimento do GDF, por meio da Secec-DF, na primeira etapa é de R$ 70 milhões. O trabalho é conduzido pela empresa Porto Belo, contratada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e conta com a participação de mais de 100 operários.

    Tomando forma

    No caminho para o foyer, todo o corredor foi concretado e no salão foram construídos um novo banheiro e uma nova recepção para atender o público

    Pouco a pouco, a Sala Martins Pena, que ficou conhecida como o palco preferido dos artistas locais pela aproximação do palco com a plateia, vai retomando características marcantes e tomando novas formas.

    Após a conclusão dos serviços mais pesados de demolição, alvenaria e estrutura, os andaimes que ocupavam a área da plateia foram retirados, o que permite que seja visto o piso de concreto que está sendo finalizado para receber as 480 novas poltronas, 73 a mais do que o local tinha antes. Elas estão sendo fabricadas respeitando a mesma tonalidade das originais, mas com um material antichamas, já que as anteriores eram de um tecido inflamável.

    Dutos de ventilação estão sendo abertos entre os espaços dos lugares do público para atender o novo sistema de ar-condicionado e embaixo dos patamares da plateia será abrigada toda uma área técnica. No teto, novas luminárias foram instaladas. Os dois banheiros da sala foram reformados e receberam de volta os revestimentos originais em granito. O próximo passo será a instalação das louças.

    Os camarins estão sendo reformados, preservando as bancadas das pias e os mármores originais, bem como os portais das portas. No caminho para o Foyer, todo o corredor foi concretado e no salão foram construídos um novo banheiro e uma nova recepção para atender o público.

    “O trabalho se concentra agora nas instalações de equipamentos e dos acabamentos, para que tudo seja feito em conformidade com o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional)”, explica o diretor de Edificações da Novacap, Carlos Spies. “O sistema de ar-condicionado também está sendo todo restaurado, para que seja mais moderno e obedeça ao novo regramento das normas pós-pandemia, que exige a troca de ar dentro dos ambientes”, acrescenta.

    Adaptações

    As duas novas saídas de emergência da Sala Martins Pena estão prontas, aguardando apenas a aplicação do revestimento. Também foram concluídos os fossos dos elevadores, o reservatório de incêndio com capacidade para 350 mil litros de água e as salas de geradores, que atenderão o teatro como um todo. Ainda estão em execução parte das instalações elétricas e hidráulicas e as intervenções de pintura e recuperação de infiltrações na fachada do Foyer.

    “O teatro foi fechado justamente pela questão dos sistemas de incêndio e segurança, que não atendiam às normas. Em razão disso, as intervenções estão sendo feitas para adequá-lo”, explica Carlos Spies. “A Sala Martins Pena não tinha saída de emergência e foram criadas duas com dois túneis que saem no estacionamento para ter uma evacuação rápida do público”, completa.

    Outra questão primordial na obra foi a inclusão da acessibilidade. Para isso, estão sendo implantados elevadores – que darão acesso do subsolo até o Espaço Dercy, no mezanino – banheiros acessíveis e espaços específicos para pessoas com deficiência entre os espectadores.

    “A plateia foi refeita com a angulação que permitisse a acessibilidade. Estamos assegurando isso, porque é uma sala importante para o público e que é um xodó dos atores e atrizes do Distrito Federal. O formato dela coloca o público muito próximo do palco, como se fosse um paredão de pessoas”, destaca Ramón.

    Importância da retomada

    Diretor criativo e cenógrafo Andrey Hermuche tem uma história profunda com o Teatro Nacional Claudio Santoro. Quando menino acompanhava o pai em um ateliê de serigrafia dentro do espaço e anos depois passou a trabalhar no espaço assinando cenografia de grandes óperas sob regência do maestro Silvio Barbato e seminários de dança com a bailarina Gisèle Santoro. No currículo, foram 25 montagens na Sala Villa-Lobos e oito na Sala Martins Pena. A quarta exposição individual de pintura foi no foyer da Villa-Lobos.

    Ele analisa que o fechamento do teatro teve um impacto muito negativo para a cidade. “Quando um teatro fica muito tempo parado, as pessoas vão perdendo a referência. Perde-se o espaço de experiência e de resultado final dos espetáculos. Qualquer cidade que não tem esse espaço não está perdendo somente uma casa de shows, mas um espaço de processo criativo de todos os artistas”, defende.

    Para Hermuche, a obra significa uma retomada de um local importante para toda a sociedade. “Tudo isso precisa ser resgatado, porque o teatro reflete a sintonia com as linguagens e discursos da arte contemporânea. Outro ponto é que é um dos edifícios mais belos de Oscar Niemeyer e que reúne Athos Bulcão, Burle Marx e Ceschiatti”, diz. “Para a nossa formação de cultura vai ser essencial. Não tem centro cultural que substitua um teatro, que participa de tudo, sendo o maior protagonista da cultura”.

  • Inaugurado grafite em homenagem ao aniversário de 50 anos do Planetário

    Inaugurado grafite em homenagem ao aniversário de 50 anos do Planetário

    De autoria dos artistas Rivas Alves e Fernando Elom, de Ceilândia, obra promove a valorização da ciência

    O Planetário de Brasília recebeu um painel de grafite em função da comemoração do aniversário de 50 anos. De autoria dos artistas brasilienses Rivas Alves e Fernando Elom, a obra remete à astronomia e à sede do Planetário.

    O mural destaca o conceito de valorização e popularização da ciência, a principal missão do Planetário. Para Rivas, que exerce a prática do grafite há mais de 40 anos, participar do projeto foi motivo de grande satisfação. “Para nós foi uma grande alegria receber o convite para participar desta iniciativa, já que o Planetário é um dos principais monumentos da nossa cidade”, afirmou.

  • Museu Vivo da Memória Candanga recebe projeto Café com Viola

    Museu Vivo da Memória Candanga recebe projeto Café com Viola

    Evento terá café da manhã coletivo, apresentações artísticas, roda de prosa e palco aberto

    O Museu Vivo da Memória Candanga receberá, neste sábado (13), das 9h às 12h, o evento Café com Viola, realizado pelo Clube do Violeiro Caipira de Brasília. Na programação, um café da manhã coletivo terá apresentações artísticas com violeiros e violeiras, roda de prosa e palco aberto para artistas e simpatizantes das artes em diversas formas de expressão.

    O projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), tendo como objetivo promover integração comunitária, inserir a arte nas comunidades por meio da música, revelar e valorizar os artistas locais, criar oportunidades e difundir as manifestações tradicionais ligadas à música e viola caipira. Além disso, visa alcançar outros tipos de manifestações culturais, como dança, artesanato, poesia, literatura e pintura, promovendo um intercâmbio cultural e social em benefício das comunidades.

    A data escolhida para o evento faz homenagem ao Dia Nacional da Música e Viola Caipira, instituído por meio da lei nº 14.472, de 6 de dezembro de 2022.

    Café com Viola
    ⇒ Das 9h às 12h, no Museu Vivo da Memória Candanga –  Setor JK, Lote D, Núcleo Bandeirante. Telefone: 3301-3590
    ⇒ Apresentações do Coral Habeas Cantus e de Claudinho da Viola
    ⇒ Roda de prosa: Momento reflexivo
    ⇒ Feira de artesanato
    Entrada gratuita.

  • Orquestra se apresenta na Estação Central do Metrô-DF na sexta (12)

    Orquestra se apresenta na Estação Central do Metrô-DF na sexta (12)

    Cerca de 60 músicos vão tocar, a partir das 18h, músicas temáticas de filmes, animes e séries; evento chama a atenção para o 20º Encontro Nacional de Bandas e Orquestras, que ocorrerá entre os dias 26 e 28, em Vicente Pires

    Na próxima sexta-feira (12), a Estação Central do Metrô-DF será palco de um show especial. Cerca de 60 músicos de nove orquestras de Samambaia, Recanto das Emas, Gama, Santa Maria e outras regiões estarão reunidos para uma apresentação dedicada ao público que passa por uma das estações mais movimentadas do Metrô-DF. A apresentação começa às 18h.

    O concerto fará a execução de músicas temáticas de trilhas sonoras de filmes, animes, séries e tantas outras canções populares que fazem parte do convívio social dos brasileiros.

    Além de entreter os passageiros, a apresentação gratuita também é uma forma de chamar a atenção para o 20º Encontro Nacional de Bandas e Orquestras, promovido pela Associação Nacional de Bandas e Orquestras. O encontro deste ano será em Brasília, entre os dias 26 e 28, no Arena Hall, em Vicente Pires.

  • Cine Brasília amplia número de sessões acessíveis; próxima será no dia 13

    Cine Brasília amplia número de sessões acessíveis; próxima será no dia 13

    Exibições com recursos de acessibilidade projetados na tela, sala à meia-luz e som mais baixo reúnem cerca de 50 pessoas no segundo e no último sábado de cada mês

    Desde que o Cine Brasília reabriu as portas ao público, o icônico cinema de rua brasiliense tem trabalhado para ampliar a oferta de sessões acessíveis. As mostras, que são gratuitas, contam com recursos de acessibilidade projetados na tela, sala à meia luz e som mais baixo para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA).

    A partir deste ano, o espaço amplia o número de sessões acessíveis para duas exibições mensais. O aumento na oferta surgiu após a renovação da parceria, por mais três anos, entre o Cine Brasília, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) e a organização da sociedade civil (OSC) Box Cultural.

    A próxima mostra acessível será no dia 13, com a exibição do clássico A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral, em sua versão remasterizada.

    Atualmente, uma média de 50 pessoas comparecem às sessões acessíveis do espaço cultural, no segundo e no último sábado de cada mês, sempre às 14h. Segundo a diretora do Cine Brasília, Sara Rocha, a ideia é que, nos próximos três anos, o local ofereça 73 mostras com recursos de acessibilidade.

    “As sessões acessíveis acontecem às 14h por ser um horário que mapeamos como sendo preferencial; a exibição acaba no meio da tarde e é possível ter um deslocamento mais confortável. Essa sessão toda é aberta ao público e gratuita, acontece à meia luz para acomodar pessoas autistas, e com a banda de audiodescrição sincronizada no som principal da sala, legendas descritivas e janelas de Libras coladas na tela”, explica.

    Além da sessão com recursos de acessibilidade, até a próxima quarta-feira (10), o espaço ainda exibirá três títulos com Libras, legendas e audiodescrição: Kung Fu Panda 4La Chimera e A Flor do Buriti. Confira a programação completa, com datas e horário das sessões, no site do Cine Brasília.

    A estudante Millena Costa, de 24 anos, é autista e celebra iniciativas como a do Cine Brasília. Ela explica que frequentar cinemas sempre foi uma dificuldade em razão da poluição sonora e visual.

    “Quando a gente pensa em cultura e cinema, a gente pensa naquele brilho intenso, som estourando. Para muitas pessoas isso não é acessível culturalmente, porque, às vezes, não dá para tolerar ambientes assim”, detalha.

  • São Sebastião e Sobradinho recebem Circuito de Festejos Juninos neste fim de semana

    São Sebastião e Sobradinho recebem Circuito de Festejos Juninos neste fim de semana

    Mais de 60 mil pessoas prestigiaram os festejos da primeira e segunda etapas em Ceilândia, Recanto das Emas, Cruzeiro, Gama e Planaltina

    São Sebastião e Sobradinho se preparam para receber a terceira etapa do Circuito de Festejos Juninos, entre os dias 5 e 7 de julho. As festividades ocorrerão no estacionamento do Parque de Exposições de São Sebastião e no estacionamento do Estádio Augustinho Lima, respectivamente.

    “O movimento junino é um estilo de vida, e, enquanto secretário de Cultura, meu compromisso é tornar cada vez mais democrática e plural essa cultura tão importante para a nossa cadeia produtiva”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa, Cláudio Abrantes.

    Os festejos já passaram por Ceilândia, Recanto das Emas e Cruzeiro, entre os dias 21 e 23 de junho, e Gama e Planaltina, entre os dias 28 e 30 de junho, e destacam-se pelo 24º Circuito de Quadrilhas Juninas, incluindo os festivais Candangão e Gonzagão. Ao todo, são 38 apresentações em dez regiões administrativas, todas com entrada gratuita. A campeã e a vice-campeã das classificatórias representarão Brasília nos dias 28 e 29 de julho no Campeonato Brasileiro.

    Confira a programação deste fim de semana

    Quadrilhas do DF buscam a classificação para o campeonato nacional, que será disputado no fim de julho

    ⇒ São Sebastião: Gonzagão e União Junina

    Sexta (5)
    21h – Arraiá Chapéu de Palha
    21h30 – Arcanjo do Cerrado
    22h – Êta Peleja
    22h30 – Tradição

    Sábado (6)
    19h30 – Filhos do Sol
    20h – Furacão
    20h30 – Semear
    21h – Estrela de Prata
    22h – Arrasta Pé
    22h30 – Porque isso Acontece

    Domingo (7)
    19h – Pau Melado
    19h30 – Arriba Saia
    20h – Aparecida
    20h30 – Estrela de Fogo
    21h30 – Chapéu de Palha
    22h – Chamego Bom
    22h30 – Santo Afonso

    ⇒ Sobradinho – Circuito de Quadrilhas Juninas (LINQ DFE)

    Sexta (5)
    19h – Tico Tico no Fubá
    19h45 – Matinqueiros do Sertão
    20h30 – Espalha Brasa
    21h15 – Chinelo de Couro
    23h – Bamboleá
    23h45 – Vai Mas Não Vai

    Sábado (6)
    18h – Arraiá dos Matutos
    18h45 – Rasga o Fole
    19h30 – Eita Bagaceira
    20h15 – Coisas da Roça
    21h15 – Amor Junino
    22h45 – Pinga em Mim
    23h30 – Xen Nhem Nhem

    Domingo (7)
    18h – Ribuliço
    18h45 – Arroxa o Nó
    19h30 – Xamegar
    20h15 – Xique Xique
    21h15 – Caipirada
    22h – Formiga da Roça
    22h45 – Mala Veia

    Próximas Etapas do Circuito

    Paranoá – 12/7 a 14/7 (LINQ DFE)
    Estacionamento da Administração Regional – Praça Central)

    Samambaia – 12/7 a 14/7 – (União)
    Estacionamento da Castelo Forte (QR 302 Conjunto 8)

    Samambaia – 19/7 a 21/7- (FEQUAJU)
    Estacionamento da Castelo Forte (QR 302 Conjunto 8)

    Taguatinga – 19/7 a 21/7 (LINQ DFE)
    Estacionamento do Estádio Serejão (Centro Metropolitano)

    Ceilândia – 26/7 a 28/7 (FEQUAJU)
    Praça do Trabalhador (St. M QNM 13)

  • Sobradinho recebe segunda etapa do 24º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal

    Sobradinho recebe segunda etapa do 24º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal

    A veterana Liga de Quadrilhas do DF e Entorno coloca 3500 brincantes na arena da alegria para a maior competição de cultura popular do Brasil

    O mês de julho no Distrito Federal é sinônimo de festa e tradição, com a ajuda do 24º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno, que agita o DF com o concurso das maiores quadrilhas do Brasil, muito forró e comidas típicas. O evento, realizado pela Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) promete ao público espetáculos produzidos pelos artistas da cultura popular, ao longo de 24 anos de história e tradição. A 2ª etapa do circuito acontece no estacionamento do Estádio Agostinho Lima, em Sobradinho, nos dias 05, 06 e 07 de julho.

    Na sexta-feira, 5 de julho, a programação começa às 19h com o grupo Tico Tico no Fubá, seguido pelos Matingueiros do Sertão às 19h45. Às 20h30, o grupo Espalha Brasa sobe ao palco, e às 21h15 é a vez de Os Caboclos do Sertão animarem o público. Após um intervalo, a festa continua às 22h15 com Chinelo de Couro, Bamboleá às 23h e Vai Mas Não Vai às 23h45, encerrando a noite de apresentações.

    No sábado, 6 de julho, o Grupo Especial inicia suas apresentações às 18h com Arraiá dos Matutos, seguido por Rasga o Fole às 18h45 e Eita Bagaceira às 19h30. Às 20h15, o grupo Coisas da Roça promete levantar a plateia antes do intervalo. A noite prossegue com Amor Junino às 21h15, Fornalha às 22h, Pinga em Mim às 22h45, e Xem Nhem Nhem às 23h30, fechando com chave de ouro.

    Foto: Marcello Cândido / Divulgação

    A festa continua no domingo, 7 de julho, começando às 18h com Ribuliço, seguido por Arroxa o Nó às 18h45 e Xamegar às 19h30. Às 20h15, Xique Xique traz mais alegria ao evento antes do intervalo. Na sequência, Caipirada se apresenta às 21h15, Formiga da Roça às 22h, e a noite se encerra com Mala Veia às 22h45.

    Desde o ano 2000 lançando talentos e movimentando a cadeia produtiva por meio da cultura popular, a LINQ-DFE conta com mais de 3500 quadrilheiros, muitos nascidos e criados dentro do movimento. Além disso, a entidade representativa conta com ações que promovem o São João o ano inteiro, por meio de projetos pedagógicos, dentro das escolas do DF.

    A etapa Sobradinho, no estacionamento do Estádio Agostinho Lima, representa a segunda do circuito. Em seguida, o evento se desloca para o Paranoá, onde o estacionamento da Administração Regional sediará a 3ª etapa nos dias 12 e 13 de julho (Grupo Acesso) e 13 e 14 de julho (Grupo Especial). Finalmente, a 4ª etapa será em Taguatinga, no estacionamento do Estádio Serejão, nos dias 19 de julho (Grupo Acesso) e 21 de julho (Grupo Especial).

    24 anos de cultura popular

    Prestes a completar 25 anos da autêntica cultura popular, o Circuito de Quadrilhas Juninas realizado pela Liga é uma celebração da cultura nordestina e uma demonstração do talento e dedicação dos grupos que competem. Cada apresentação é uma explosão de cores, música e coreografias cuidadosamente ensaiadas, refletindo a riqueza das festas juninas brasileiras.

    No Circuito de 2023, o evento reuniu cerca de 30 mil pessoas em média por etapa, evidenciando a importância cultural do evento na região. Além disso, o evento é um importante fomentador da economia criativa, envolvendo diversos setores como alimentação e artesanato, dentre outros.

    Márcio Nunes, presidente da LINQ-DFE, ressalta a importância da profissionalização do movimento junino e a capacidade de resistência dos artistas para fazer o verdadeiro São João acontecer no Distrito Federal. “Já caminhamos muito e é lindo ver a força dos nossos quadrilheiros e da cadeia produtiva do movimento. Afinal, somos hoje a maior entidade representativa do movimento junino do Brasil”, celebra.

    Serviço: Sobradinho recebe etapa do 24º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal

    Onde? Estacionamento do Estádio Agostinho Lima

    Primeira etapa 05 a 07 de julho, a partir das 18h.

    Redes Sociais: https://www.instagram.com/linqdfe/

  • Projeto seleciona artistas visuais para recriar vestidos de noiva com temáticas de empoderamento feminino

    Projeto seleciona artistas visuais para recriar vestidos de noiva com temáticas de empoderamento feminino

    Vestígios de Noiva seleciona oito nomes para compor coleção exclusiva de moda, conceito e arte para Taguatinga

    Estão abertas as inscrições para o projeto “Vestígios de Noiva”, projeto que busca ressignificar vestidos de noiva usados através da arte visual. A ação selecionará oito artistas visuais mulheres que apresentarão propostas para recriar esses vestidos a partir de motes femininos e feministas, transformado em um ícone de empoderamento feminino. As inscrições vão até 28 de julho e devem ser feitas por formulário com envio de link de portfólio, croquis com proposta criativa e laudo médico (para participantes com deficiência). As orientações e regulamento estão disponíveis no site: https://vestigiosdenoiva.com/.

    A iniciativa, patrocinada pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e idealizada pela artista visual Astaruth Lira, em parceria com a Criaturas Alaranjadas Núcleo de Criação Continuada com o apoio do Instituto Cidade Céu de Arte, Educação e Cultura visa destacar a libertação do vestido de noiva do símbolo de opressão que o casamento impôs às mulheres ao longo da história.

    “Vestígios de Noiva é uma oportunidade de transformar um símbolo tradicional de opressão em uma plataforma de empoderamento feminino. Nosso objetivo é questionar e desafiar as normas sociais que perpetuam a submissão das mulheres através do casamento. Queremos que as artistas visuais expressem suas visões sobre temas como liberdade de escolha, igualdade de gênero e a desconstrução de padrões sociais”, afirma Astaruth Lira, idealizadora do projeto.

    Como participar

    Para se inscrever no projeto, as artistas devem ser mulheres cis ou trans residentes em Brasília ou no Entorno, com comprovante de residência de até 90 dias. É necessário ter disponibilidade para realizar a intervenção em um vestido de noiva usado, enviar um link com portfólio de trabalhos anteriores e apresentar uma proposta criativa, por meio de croquis, que dialogue com o mote feminino e feminista proposto no regulamento.

    O vestido não poderá sofrer mudanças em sua estrutura original e a intervenção deve estar de acordo com o croqui apresentado na inscrição e aprovado pela Comissão de Seleção. O não cumprimento dos itens resultará em desclassificação e ressarcimento do valor do vestido à produção.

    Duas vagas serão reservadas para artistas visuais mulheres com deficiência, mediante envio de laudo médico atualizado nos últimos 12 meses e desde que a proposta tenha pontuação acima de 50% do valor total atribuído. As propostas serão avaliadas por uma comissão julgadora que atribuirá até 100 pontos distribuídos entre qualidade e originalidade da proposta (40 pontos), qualidade do portfólio (20 pontos) e diálogo com a temática (40 pontos).

    Cada artista selecionada receberá R$4.000,00, sendo R$3.500,00 para a execução da obra e R$500,00 para materiais, mediante nota fiscal única, após a entrega da obra. O pagamento será feito após a entrega da obra, que ficará sob a guarda permanente da produção do projeto. As obras serão expostas em desfile em espaços públicos de Taguatinga e posteriormente expostas em galeria de arte.

    Serviço: Vestígios de Noiva seleciona oito artistas visuais para recriar modelos

    Inscrições: 01 a 28 de julho

    Informações: https://vestigiosdenoiva.com/

    Redes sociais: @vestigiosdenoiva

  • Ceilândia recebe abertura do 24º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal

    Ceilândia recebe abertura do 24º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal

    Com apoio da Secretaria de Cultura, a veterana Liga de Quadrilhas do DF e Entorno coloca 3500 brincantes na arena para a maior competição de cultura popular do Brasil

    O mês de junho no Distrito Federal é sinônimo de festa e tradição, com o início do 24º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno, que vai agitar a região com o concurso das maiores quadrilhas do DF e entorno, muito forró e comidas típicas. O evento, realizado pela Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) promete ao público espetáculos aprimorados pelos artistas da cultura popular, ao longo de 24 anos de história e tradição. A 1ª etapa do circuito acontece na Praça do Trabalhador, em Ceilândia, nos dias 21, 22 e 23 de junho.

    A noite começa com as quadrilhas do Grupo de Acesso às 19h00, com o grupo Tico Tico no Fubá, seguido por Espalha Brasa às 19h45. O grupo Chinelo de Couro se apresenta às 20h30, e logo depois, às 21h15, é a vez dos Matingueiros do Sertão. Após intervalo, a festa continua com Vai Mas Não Vai às 22h15, Bamboleá às 23h00 e, fechando a noite, Os Caboclos do Sertão às 23h45.

    No sábado, 22 de junho, a partir das 18h00, o grupo Rasga o Fole inicia as apresentações, seguido por Amor Junino, Mala Veia e Arraiá dos Matutos, até o intervalo. A programação recomeça às 21h15 com Arroxa o Nó, Caipirada, Xamegar e, encerrando a noite, Coisas da Roça às 23h30.

    No domingo, 23 de junho, a festa começa com Fornalha às 18h00, seguida por Eita Bagaceira, Pinga em Mim e Formiga da Roça, antes do intervalo. O encerramento do fim de semana fica por conta de Xique Xique, Xem Nhem Nhem e Ribuliço, terminando às 22h45.

    Desde o ano 2000 lançando talentos e movimentando a cadeia produtiva por meio da cultura popular, a LINQ-DFE conta com mais de 3500 quadrilheiros, muitos nascidos e criados dentro do movimento. Além disso, a entidade representativa conta com ações que promovem o São João o ano inteiro, por meio de projetos pedagógicos, dentro das escolas do DF.

    A 1ª etapa do circuito acontece na Praça do Trabalhador, em Ceilândia, nos dias 22 e 23 de junho. A competição continua em Sobradinho, no estacionamento do Estádio Agostinho Lima, nos dias 5 e 6 de julho para o Grupo Acesso e 6 e 7 de julho para o Grupo Especial. Em seguida, o evento se desloca para o Paranoá, onde o estacionamento da Administração Regional sediará a 3ª etapa nos dias 12 e 13 de julho (Grupo Acesso) e 13 e 14 de julho (Grupo Especial). Finalmente, a 4ª etapa será em Taguatinga, no estacionamento do Estádio Serejão, nos dias 19 de julho (Grupo Acesso) e 21 de julho (Grupo Especial).

    24 anos de tradição

    Prestes a completar 25 anos da autêntica cultura popular, o Circuito de Quadrilhas Juninas realizado pela Liga é uma celebração da cultura nordestina e uma demonstração do talento e dedicação dos grupos que competem. Cada apresentação é uma explosão de cores, música e coreografias cuidadosamente ensaiadas, refletindo a riqueza das festas juninas brasileiras.

    No Circuito de 2023, o evento reuniu cerca de 30 mil pessoas em média por etapa, evidenciando a importância cultural do evento na região. Além disso, o evento é um importante fomentador da economia criativa, envolvendo diversos setores como alimentação e artesanato, dentre outros.

    Márcio Nunes, presidente da LINQ-DFE, ressalta a importância da profissionalização do movimento junino e a capacidade de resistência dos artistas para fazer o verdadeiro São João acontecer no Distrito Federal. “Já caminhamos muito e é lindo ver a força dos nossos quadrilheiros e da cadeia produtiva do movimento. Afinal, somos hoje a maior entidade representativa do movimento junino do Brasil”, celebra. 

    Foto: Divulgação

    *Serviço: Ceilândia recebe o 24º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal*

    Onde? Praça do Trabalhador de Ceilândia

    Primeira etapa 21 a 23 de junho, a partir das 19h.

    Sexta-Feira, 21 de Junho de 2024

    19h00 – Tico Tico no Fubá

    19h45 – Espalha Brasa

    20h30 – Chinelo de Couro

    21h15 – Matingueiros do Sertão

    22h15 – Vai Mas Não Vai

    23h00 – Bamboleá

    23h45 – Os Caboclos do Sertão

    Sábado, 22 de Junho de 2024

    18h00 – Rasga o Fole

    18h45 – Amor Junino

    19h30 – Mala Veia

    20h15 – Arraiá dos Matutos

    21h15 – Arroxa o Nó

    22h00 – Caipirada

    22h45 – Xamegar

    23h30 – Coisas da Roça

    Domingo, 23 de Junho de 2024

    18h00 – Fornalha

    18h45 – Eita Bagaceira

    19h30 – Pinga em Mim

    20h15 – Formiga da Roça

    21h15 – Xique Xique

    22h00 – Xem Nhem Nhem

    22h45 – Ribuliço