Categoria: Cidades

  • Ônibus do Entorno: ANTT reajusta em 2,9% preço das passagens; aumento vale a partir de domingo (23)

    Ônibus do Entorno: ANTT reajusta em 2,9% preço das passagens; aumento vale a partir de domingo (23)

  • Concluído plantio de árvores e arbustos no Parque Urbano Internacional da Paz

    Concluído plantio de árvores e arbustos no Parque Urbano Internacional da Paz

    Paisagismo da área de lazer e desporto contempla 292 plantas frutíferas e de sombreamento, sendo a maioria nativa do Cerrado

    As árvores e arbustos que vão compor o mais novo cartão-postal de Brasília já foram plantadas. Foram distribuídas 292 plantas em 5 mil m² de área livre, sendo a maioria nativa do Cerrado, no Parque Urbano Internacional da Paz. As espécies compõem o maior programa de captação de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). O espaço de lazer e desporto é localizado no Setor de Embaixadas Norte, próximo à via L4, em frente ao Iate Club.

    O paisagismo foi pensado para oferecer sombra e frutos aos visitantes. Para a oferta de sombra, foram selecionadas magnólias-do-brejo, aroeiras-vermelhas e copaíbas. As frutíferas são aceroleira, pitangueira, amoreira, jabuticabeira e goiabeira.

    O Parque Urbano Internacional da Paz terá árvores frutíferas e que dão sombra aos visitantes | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília

    O parque também contará com uma praça homônima, com 1,1 km de ciclovia e 5 mil m² de calçadas e esculturas, além de abrigar a bacia de detenção do sistema de escoamento. O projeto de construção foi desenvolvido pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), executora do Drenar DF, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), seguindo as exigências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

    “O local foi todo planejado para ter visitação e funcionar como um parque, e não apenas para ter uma lagoa. A área terá 3 mil m² em pedra portuguesa e mais 2 mil m² em outro tipo de piso. Será um novo local bucólico para as pessoas virem se divertir”, afirma o diretor-técnico da Terracap, Hamilton Lourenço.

    A Praça Internacional da Paz será erguida ao lado do parque e terá área de 8 mil m². O chão foi construído em relevo com revestimento antiderrapante para dar mais segurança e conforto para os futuros frequentadores. A área será um novo ponto turístico da capital federal e, assim como a Praça dos Cristais, no Setor Militar Urbano, e a Praça das Fontes, na Torre de TV, poderá receber ensaios fotográficos e piqueniques, por exemplo.

    Dentro do parque foi construída a bacia de detenção do Drenar DF. O objetivo da estrutura é reduzir a velocidade e melhorar a qualidade do volume pluvial captado pelo sistema de drenagem, antes que chegue ao Lago Paranoá. O tanque será totalmente cercado por alambrados de aço galvanizado, com placas informativas advertindo sobre o perigo de ultrapassar a barreira.

    Fim de alagamentos

    Com investimento na ordem de R$ 180 milhões, o Drenar DF duplica a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, minimizando o efeito das chuvas. O projeto foi dividido em cinco lotes e é executado pela Terracap. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB Mané Garrincha e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras da Asa Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte.

  • Passagens subterrâneas recebem investimento para manutenção e conservação

    Passagens subterrâneas recebem investimento para manutenção e conservação

    Ação inclui melhorias em equipamentos de esporte, lazer e travessias para pedestres

    A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) vai intensificar a manutenção e conservação das passagens subterrâneas e dos mobiliários urbanos do Distrito Federal. Por meio de uma ata de registro de preços, a empresa busca a contratação eventual de serviços de engenharia continuada, garantindo a qualidade e segurança dos espaços públicos. Entre eles, a melhoria de equipamentos de esporte, lazer e travessias para pedestres, no caso, as passagens subterrâneas.

    O edital prevê manutenções corretivas, que incluem remoção, fornecimento de peças, equipamentos, materiais e mão de obra. Entre as melhorias programadas estão reforma de alambrados, calçadas e pintura das passagens subterrâneas, beneficiando diretamente os transeuntes do Plano Piloto e de outras regiões do DF.

    Os serviços foram divididos em 36 lotes para otimizar a execução e garantir que haja capacidade produtiva suficiente para atender à demanda. Essa estruturação permite que empresas diferentes realizem as obras simultaneamente, reduzindo o tempo necessário para a conclusão. Os lotes 35 e 36 tratam especificamente da revitalização das passagens subterrâneas para pedestres no Plano Piloto, assegurando melhorias essenciais. O investimento total previsto para todos os lotes é de R$ 91.930.063,86.

    A Novacap, por meio da atuação da Diretoria de Planejamento e Projetos, vai acompanhar todas as etapas com uma equipe de fiscalização de contratos, garantindo que as empresas contratadas atendam aos padrões exigidos no edital. O objetivo é assegurar que os serviços sejam concluídos com qualidade e dentro dos prazos estabelecidos.

    Com esse investimento, espera-se aprimorar a infraestrutura urbana, promovendo mais segurança e conforto para os pedestres que utilizam as passagens subterrâneas do Distrito Federal diariamente. O processo encontra-se em diferentes fases, conforme o lote. Algumas atas já foram assinadas, enquanto outras ainda passam por análise documental das empresas participantes. A previsão é que as contratações sejam formalizadas até março de 2025.

    Preservação

    As passagens subterrâneas do Plano Piloto sofrem com vandalismo, como pichações, depredação de estruturas e descarte irregular de lixo. Nos últimos anos, furtos de cabos elétricos e danos a equipamentos de iluminação deixaram algumas travessias às escuras, aumentando a sensação de insegurança. Além disso, houve destruição de portas de acesso e muros, dificultando a conservação desses locais.

    “A manutenção realizada pela companhia é essencial para recuperar e preservar esses espaços, mas a conservação também depende do compromisso da comunidade”, destaca o presidente da Novacap, Fernando Leite. De acordo com o gestor, o respeito ao patrimônio público, aliado à fiscalização e educação, pode reduzir os danos e garantir que as passagens subterrâneas permaneçam em boas condições. “Cabe a todos cuidar dos espaços urbanos e denunciar atos de vandalismo às autoridades”, complementou.

  • Cine Brasília estreia programação especial para o Oscar 2025

    Cine Brasília estreia programação especial para o Oscar 2025

    Até 5 de março, estarão em cartaz filmes como ‘Ainda Estou Aqui’ e ‘Duna: Parte 2’, entre outros indicados à maior premiação de cinema mundial

    Para quem quiser assistir a todos os filmes indicados ao tradicional Oscar 2025, o Cine Brasília traz ao público 19 títulos que concorrem à maior premiação do cinema mundial. Até 5 de março, a programação reúne obras aclamadas pela crítica e pelas plateias, incluindo produções que marcaram o último ano e outras que estreiam no Brasil nos próximos dias.

    Ainda Estou Aqui, protagonizado por Fernanda Torres, está na programação especial do Cine Brasília | Foto: Divulgação

    Os ingressos custam R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira), de terça a domingo. Na segunda-feira, o Cine Brasília promove uma promoção especial, em que todas as entradas custam apenas R$ 5.

    Entre os destaques da mostra está o filme brasileiro Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, que concorre às estatuetas de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz, com Fernanda Torres representando o Brasil na disputa. O longa terá várias sessões ao longo da programação.

    Clássico do terror gótico, Nosferatu é outra atração que promete movimentar o público nesta temporada | Foto: Divulgação

    Para a diretora do Cine Brasília, Sara Rocha, a iniciativa promove a diversidade e relevância da curadoria: “A Mostra Oscar 2025 traz filmes que mobilizaram plateias e crítica ao redor do mundo. É uma oportunidade imperdível para o público rever ou assistir pela primeira vez a essas obras aclamadas, e com preços populares que reforçam o papel do Cine Brasília como um cinema público. Nós democratizamos o acesso ao cinema, promovendo a integração entre o público e o melhor do cinema nacional e internacional”.

    Divertida Mente 2 tem atrativos para público de todas as idades

    Além de Ainda Estou Aqui, a programação inclui títulos aguardados como Duna: Parte 2 (Denis Villeneuve), Gladiador II (Ridley Scott), Maria Callas (Pablo Larraín) e o terror gótico Nosferatu (Robert Eggers). Entre atrações, destacam-se Divertida Mente 2 (Kelsey Mann) e Planeta dos Macacos: O Reinado (Wes Ball), prometendo atrair públicos de todas as idades.

    A programação completa da Mostra do Oscar 2025 está disponível no site e nas redes sociais do Cine Brasília.

  • Reformado por meio de parceria com o GDF, Estádio JK terá partida da Copa do Brasil pela primeira vez

    Reformado por meio de parceria com o GDF, Estádio JK terá partida da Copa do Brasil pela primeira vez

    Capital SAF recebe a Portuguesa-RJ nesta quarta-feira (19), em partida que marca a estreia do local nas competições nacionais; espaço ficou 11 anos sem funcionar, até ser reaberto pelo programa Adote uma Praça

    Reformado por meio do programa Adote uma Praça, do Governo do Distrito Federal (GDF), o Estádio JK, no Paranoá, vai sediar, pela primeira vez, um jogo da segunda competição mais importante do país. Dono da casa, o Capital SAF recebe a Portuguesa-RJ nesta quarta-feira (19), às 20h, pela Copa do Brasil.

    Reforma do estádio foi concluída em 2023, quando investimentos possibilitaram a recuperação completa do Complexo Esportivo JK | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

    O espaço, que ficou mais de 11 anos fechado, teve a reforma concluída em 2023 — antes de o Capital tornar-se SAF. À época, foram investidos R$ 400 mil para a recuperação completa do Complexo Esportivo JK, que, além do estádio, abriga um ginásio e campos de treinamento, onde são atendidas cerca de 1,2 mil crianças e jovens do Paranoá, por meio de programas sociais.

    “O Adote uma Praça é uma importante iniciativa que promove melhorias em locais públicos, beneficiando a população e, no caso do Estádio JK, fomentando o esporte junto à nossa população ao mesmo tempo que reforça o protagonismo do DF em competições em nível nacional”, avalia a vice-governadora do DF, Celina Leão.

    O secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, reforça: “O Estádio JK vive um momento histórico ao sediar, pela primeira vez, uma partida da Copa do Brasil. Esse avanço só foi possível graças ao compromisso do Governo do Distrito Federal em fomentar o esporte local e ao esforço conjunto que, por meio do programa Adote Uma Praça, investiu na modernização da arena”.

    Jogos noturnos

    Recentemente, o estádio também recebeu nova iluminação. Foram instaladas oito torres com dez refletores de LED cada — material de última geração, com tecnologia antiofuscamento, usado em eventos esportivos em todo o país. “A nova iluminação permite que Brasília receba jogos noturnos de grande porte, fortalecendo ainda mais o futebol da nossa cidade e proporcionando uma experiência melhor para atletas e torcedores”, detalha Junqueira.

    Os novos refletores já foram testados em 29 de janeiro, na vitória do Capital sobre o Real Brasília pelo Campeonato Candango. Além da Copa do Brasil, neste ano, o time brasiliense também vai disputar a Série D do Campeonato Brasileiro pela primeira vez, e a iluminação vai possibilitar que mais partidas sejam realizadas à noite.

    “O estádio nunca teve iluminação”, lembra o presidente do Capital SAF, Godofredo Gonçalves. “Por meio do Adote uma Praça, nós fizemos a doação dessa iluminação para a administração regional, justamente pensando em jogos importantes como esse, para poderem ser disputados à noite e, assim, o público poder comparecer. Fizemos o teste, está tudo funcionando, a iluminação dentro e ao redor do estádio. Agora, no jogo pela Copa do Brasil, a gente espera bater o recorde de público do estádio.”

    Os ingressos para a partida desta quarta custam R$ 10 a meia e R$ 20 a inteira — quem comprar a inteira ainda ganha uma camisa da equipe modelo torcedor. Os bilhetes podem ser adquiridos na loja oficial do Capital (no Setor Comercial Sul), na Paranoá Esportes (Quadra 32) e no Resenha Bar e Restaurante (410 Sul).

  • Primeira etapa de obras na Ponte JK terá instalação de novas juntas de dilatação

    Primeira etapa de obras na Ponte JK terá instalação de novas juntas de dilatação

    Itens importados da Europa devem chegar no mês que vem para o início das intervenções; estrutura foi eleita uma das mais bonitas do mundo por publicação especializada

    A Ponte Juscelino Kubitschek entra em obras a partir de abril. Essa é a previsão da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Em março próximo, as juntas de dilatação produzidas na Europa devem chegar ao Brasil. Essa primeira etapa da reforma da edificação conta com investimento de cerca de R$ 630 mil.

    “Estivemos na cidade de Ossona, na Itália, nas últimas semanas, onde fomos conhecer o processo de produção desses equipamentos, a convite da empresa vencedora da licitação para instalação dessas juntas”, relata o diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, Carlos Spies. Ele relembra que a Ponte JK foi eleita, no ano passado, uma dos mais belos do mundo, pela revista norte-americana de viagens Condé Nast Traveler.

    Os especialistas fizeram uma visita técnica à fábrica da Agom, produtora das peças, e participaram de uma apresentação sobre os produtos e para troca de informações. Também conheceram novos equipamentos já utilizados na engenharia para construção e reforma de pontes e viadutos ao redor do mundo.

    Licitação

    “Trata-se do que há de mais moderno no mundo para essa finalidade”, ressalta Carlos Spies. “Nossa ponte vai passar por uma profunda revitalização, garantindo durabilidade e segurança ao local.” Concluída essa etapa, a próxima diz respeito à reforma da estrutura – inspeção, verificação, recuperação das fundações e blocos da ponte; trocas dos calços e cabos dos estais.

    A licitação para essas intervenções já estava na praça, mas durante reunião na tarde desta segunda-feira (17), técnicos do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e da Novacap discutiram as exigências e os questionamentos da Corte acerca da licitação para a segunda etapa da reforma do monumento.

    Após o encontro, ficou definido que a licitação vai sofrer alterações para contemplar os pedidos – para tanto, um novo edital começa a ser preparado. “Estamos alinhados com o Tribunal para readequar às solicitações; o  importante é que esse procedimento não compromete o início dos trabalhos”, afirma o diretor da Novacap.

  • Patinetes elétricas compartilhadas são sucesso no DF; veja como circular de forma segura

    Patinetes elétricas compartilhadas são sucesso no DF; veja como circular de forma segura

    Em fase de testes, serviço registra mais de 21,3 mil viagens em 15 dias e está disponível no Plano Piloto e em Águas Claras; resultados vão embasar chamamento público para oferta em outras regiões; conheça as regras para quem quer aproveitar a praticidade dos equipamentos

    Rápidos e sustentáveis, as patinetes elétricas compartilhadas conquistaram a população do Distrito Federal. O modal elétrico está disponível desde o dia 30 de janeiro no Plano Piloto e em Águas Claras, com 672 unidades e uso mediante cadastro online. Desde então, até o dia 13 deste mês, foram mais de 21,3 mil viagens nas duas cidades, com o total de 44,2 km circulados. Além disso, apenas entre os dias 3 e 9, mais de 48 mil pessoas se inscreveram no aplicativo – quase dez vezes mais do que o esperado pela empresa para os 90 dias de operação.

    Os equipamentos são disponibilizados pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) por meio de uma parceria com a empresa JET, que já opera em outras cidades brasileiras. O serviço está em fase de testes e não gera custos ao Governo do Distrito Federal (GDF), que está cedendo o espaço para exploração experimental de 90 dias. Os dados obtidos no período vão embasar o chamamento público para outras empresas que queiram oferecer os dispositivos na capital.

    “O GDF não é onerado de nenhuma forma. Na verdade, a ideia é que haja uma contrapartida da empresa a cada patinete e que esse valor seja revertido para melhoria da mobilidade ativa”, explica o secretário Executivo de Mobilidade e Transporte, Alex Carreiro. “Também pensamos em dividir em lotes, de forma com que a empresa que ganhe a operação no Plano Piloto, por exemplo, tenha que disponibilizar as patinetes em outra cidade que não seria tão atrativa em relação ao número de usuários, para que consigamos atender todo o DF”, esclarece.

    Carreiro ressalta que a oferta das patinetes compartilhadas levam mais agilidade e praticidade aos cidadãos que precisam fazer curtos percursos no dia a dia, além de beneficiar o meio ambiente e o trânsito brasiliense. “A patinete elétrica faz parte da política de micromobilidade em que o usuário do transporte público faz a última milha, ou seja, a última parte do trajeto ao destino, com o transporte elétrico individual”, pontua.

    “No meu caso, já usei a patinete para ir de casa, na 116 Sul, até a estação do metrô. Depois que cheguei na rodoviária, peguei outro para ir até a secretaria, que fica no Setor de Autarquias Sul. No total, gastei cerca de seis minutos, cada um a R$ 0,25, totalizando R$ 1,50”, exemplifica o secretário, citando o valor referente ao trajeto. “Essa é a política do GDF: investir no transporte coletivo para termos menos carros na rua, promovendo economia ao cidadão e a preservação do meio ambiente.”

    Nayla Gomes, 33 anos, trabalha na Esplanada dos Ministérios. Ela e as amigas, a designer Emanuele Marrocos, 21, e a coordenadora de cerimonial Ana Cristina Costa, 41, utilizam o serviço para se deslocar a outros pontos da região no horário de almoço

    Benefício

    A facilidade e a rapidez das patinetes elétricas conquistaram a designer Nayla Gomes, 33 anos, que trabalha na Esplanada dos Ministérios. Ela e as amigas, a designer Emanuele Marrocos, 21, e a coordenadora de cerimonial Ana Cristina Costa, 41, utilizam o serviço para se deslocar a outros pontos da região no horário de almoço. “Quando vi as patinetes por aqui, super me interessei, porque tem vários restaurantes do outro lado que são muito bons e gostaria de explorar”, conta Nayla.

    Na última semana, as amigas escolheram o restaurante do Ministério da Cultura. Caso tivessem ido a pé, o trajeto de um ponto a outro teria chegado a 10 minutos. Com o equipamento elétrico, foram apenas seis minutos. “Se não fosse o semáforo, acho que teríamos chegado lá em três minutos por conta da velocidade da patinete, que é excelente”, aponta Ana Cristina. “Foi melhor do que pegar um carro por aplicativo. Acho que para curtas distâncias vale muito a pena”, completa Emanuele.

    Morador de Águas Claras, o gestor administrativo Thomás Nascimento, 23, já usou a patinete três vezes para circular dentro da cidade. “Tenho gostado da experiência. Utilizo em casos bem específicos, como quando eu preciso ir para algum lugar não tão longe, acho mais prático ir de patinete elétrica do que pedir um transporte por aplicativo”, afirma. “É uma boa opção também para se divertir em parques ou fazer um passeio em algum local com menos circulação de carros.”

    Segurança

    Para evitar acidentes, a velocidade das patinetes é controlada por GPS e varia conforme a região de circulação. Em ciclovias e ciclofaixas, o limite é de 20 km/h. Nas demais vias da cidade, a velocidade máxima é de 15 km/h, enquanto em áreas de segurança o limite cai para 6 km/h.

    As patinetes são equipadas com amortecedores, farol, lanterna traseira, setas, freios dianteiro e traseiro com luz, buzina, indicador de velocidade e de nível de bateria, além de suporte para celular com carregamento por indução. O GPS permite o monitoramento em tempo real e conta com um sistema antifurto.

    A circulação dos equipamentos individuais de mobilidade é regulamentada pela Resolução nº 996/2023, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Os modais devem circular em vias locais e coletoras, sempre nos bordos laterais da pista de rolamento e no mesmo sentido de circulação dos veículos automotores.

    Também devem transportar apenas um indivíduo em sua estrutura, não sendo permitido a presença de passageiros, e são proibidos de circular nas faixas de rolamentos das vias urbanas arteriais e de trânsito rápido e nas faixas de rolamento das vias rurais – rodovias e estradas, já que essas vias possuem velocidade maior que 40 km/h.

    Por não serem considerados veículos, a legislação de trânsito não obriga o uso do capacete e demais dispositivos de segurança. Ainda assim, o Departamento de Trânsito (Detran-DF) recomenda a utilização de vestuário adequado e capacete ciclístico nas mesmas condições dos que são aderidos pelos ciclistas para garantir mais segurança aos condutores.

    “Os condutores das patinetes são os primeiros responsáveis pela própria segurança. É importante que tenham noção de que, em caso de colisões, assim como pedestres e ciclistas, são as partes mais frágeis, já que vão colidir com partes metálicas e duras dos veículos, com risco de lesões e sequelas graves mesmo que o acidente ocorra em baixa velocidade”, alerta o diretor de Policiamento e Fiscalização do Detran-DF, Glauber Peixoto.

    Outros modais

    Além das patinetes, há outros dois modais elétricos em uso no Quadradinho: as bicicletas e os ciclomotores. A diferença fundamental entre os três está na presença do acelerador. Enquanto as bicicletas dependem do movimento dos pedais, os ciclomotores e as patinetes, que são autopropelidos, têm acelerador. Cada um possui características específicas e segue normas de circulação distintas, conforme definido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pelo Contran.

    As bicicletas elétricas possuem pedal assistido, o que significa que o motor só funciona quando o usuário pedala. Não têm acelerador, alcançam até 32 km/h e potência máxima de 1000 W. Não é necessário ter habilitação para conduzi-las, e podem circular em ciclovias, ciclofaixas e calçadas, respeitando o limite de 6 km/h nas calçadas e de 20 km/h nos outros pontos.

    Já os ciclomotores, como scooters elétricas, são mais potentes, com velocidade máxima de 40 km/h e potência de até 4 kW. Diferente das bicicletas elétricas, possuem acelerador e não têm pedal, além de que não podem circular em ciclovias, ciclofaixas e calçadas. Para conduzir ciclomotores, é preciso ter habilitação categoria A ou uma autorização específica (ACC), e é necessário placa e licenciamento.

    Preços

    A locação das patinetes tem tarifas diferenciadas, conforme o horário e o dia da semana. De segunda a sexta-feira, a ativação custará R$ 1,99. Já o valor por minuto depende da faixa horária:

    – Das 5h às 10h: R$ 0,25;
    – Das 10h às 17h: R$ 0,39;
    – Das 17h às 5h: R$ 0,49;

    Aos sábados e domingos, a ativação custa R$ 2,99, e o preço da minutagem varia entre R$ 0,70, das 5h às 17h, e R$ 0,90, das 17h às 5h.

    O pagamento é feito digitalmente, via aplicativo, com opções de cartão de crédito e Pix. A empresa oferecerá suporte aos usuários por meio do e-mail brsupport@jetshr.com e do telefone (13) 99137-4203, que também atende via WhatsApp e Telegram.

  • Vias não pavimentadas do Gama recebem manutenção do GDF

    Vias não pavimentadas do Gama recebem manutenção do GDF

    Cerca de 20 profissionais trabalham na área rural da cidade para conservar estradas atingidas pelas fortes chuvas de fevereiro

    Com o objetivo de reduzir os impactos das chuvas, o Governo do Distrito Federal (GDF) fez diversos serviços emergenciais nas áreas rurais do Gama. Cerca de 20 profissionais trabalham na manutenção, na abertura de novos bolsões e na contenção das erosões existentes. Além da administração regional, a ação coordenada reúne a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e as secretarias de Governo (Segov-DF), e da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF).

    Na Rua Macaúba, na Ponte Alta, foram recuperados três quilômetros de estradas com resíduos da construção civil (RCC) e as valas e bolsões foram desobstruídos. Já na rua Juruá, os serviços de manutenção passaram por aproximadamente dois quilômetros de estrada, com 20 viagens de material pesado e RCC.

    Na VC-475 e na Rua Saboia, as equipes abriram 25 bolsões para fazer a contenção das águas das chuvas. Na Rua Sabiá, aproximadamente 2,5 km de estradas foram recuperadas.

    De acordo com a administradora regional do Gama, Joseane Araújo, o objetivo é diminuir os impactos das chuvas para as pessoas que moram nas áreas rurais da região: “É muito importante o trabalho que vem sendo desenvolvido. Estamos todos os dias nas vias rurais da nossa região administrativa porque as aulas voltaram, então, estamos dando prioridade nas vias dos ônibus escolares”.

  • Aproveite a bandeira verde e veja dicas para economizar na conta de luz

    Aproveite a bandeira verde e veja dicas para economizar na conta de luz

    Conforme determinação da Aneel, fevereiro começa com uma boa notícia: não haverá cobrança extra na fatura

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que não haverá cobrança extra nas contas de luz neste mês. O órgão informou que o volume de chuvas e as boas condições dos níveis dos reservatórios garantiram a continuidade da bandeira verde. É o terceiro mês consecutivo nessa situação.

    Tanto na iluminação pública quanto para uso comercial e residencial, equipamentos de LED são mais vantajosos  | Fotos: Joel Rodrigues/ Agência Brasília

    Mesmo com a manutenção da bandeira verde, sem cobrança adicional na conta, a Neoenergia Brasília chama a atenção para a necessidade de adoção de consumo consciente de energia elétrica. Além disso, o cliente contribui com o meio ambiente evitando desperdícios com a adoção de pequenas mudanças de hábitos que o transformam em um consumidor de energia elétrica consciente.

    Ar-condicionado e ventilador

    O recomendado é manter a temperatura do aparelho entre 23ºC e 25ºC e programar o desligamento automático durante a madrugada. A outra opção é adquirir aparelhos com a tecnologia Inverter, onde há melhor uso do compressor.  Outro detalhe importante é conferir se a manutenção do aparelho está em dia e limpar filtros e saídas de ar a cada duas semanas.

    As recomendações para quem vai comprar um aparelho de  ar-condicionado são optar por modelos split, com a tecnologia Inverter. Eles são até 60% mais econômicos por adotar um sistema que não desliga completamente o compressor de ar durante o uso, evitando picos de energia. É essencial identificar a capacidade mais adequada do aparelho para as características do ambiente. A instalação deve ser feita, preferencialmente, em paralelo ao lado de maior dimensão do cômodo e no alto.

    Após a refrigeração do espaço, o consumidor pode recorrer aos ventiladores de teto, que são mais econômicos, para circular o ar e manter o clima agradável. Quanto maior a velocidade, maior o consumo.

    Chuveiro elétrico

    Deve ser mantido desligado ou na opção verão, que consome até 30% menos energia. Além disso, recomenda-se tomar banhos rápidos e desligar a água quando estiver ensaboando. Por segurança, a orientação é sempre usar resistências originais, pois as inadequadas podem elevar o consumo de energia e provocar sérios danos à instalação e ao chuveiro, causando risco de acidentes. A troca por aquecedor solar térmico é sempre recomendado.

    Geladeiras

    Para evitar o aumento do consumo, deve-se verificar a borracha de vedação e evitar colocar alimentos quentes. Outra orientação é manter o aparelho a pelo menos 10 centímetros de distância da parede, evitando que o calor aumente excessivamente na parte traseira. Deve-se abrir a geladeira o mínimo de vezes possível.

    Iluminação natural e uso de LED

    É importante manter janelas e cortinas abertas para utilizar a iluminação natural. Usar cores claras nas paredes e apagar as lâmpadas dos cômodos desocupados, com exceção daquelas que contribuem com a segurança, também ajuda. Quando precisar usar lâmpadas, a dica é escolher as de LED, cerca de 40% mais econômicas e com uma série de benefícios, além de gerar economia de energia.

    Esses equipamentos possuem maior vida útil, com duração de aproximadamente 25 mil horas, enquanto as lâmpadas fluorescentes duram 15 mil horas. A tecnologia também causa menos impacto ambiental. O LED não possui elementos tóxicos na sua composição, ao contrário das fluorescentes, que têm na composição mercúrio, gerador de resíduos prejudiciais ao meio ambiente quando essas lâmpadas são descartadas de maneira irregular em rios e aterros.

  • Escola Alma de Benzedeiras realiza cerimônia para mais de 200 pessoas e pets no Parque da Asa Sul

    Escola Alma de Benzedeiras realiza cerimônia para mais de 200 pessoas e pets no Parque da Asa Sul

    Iniciativa em conjunto com o Brasília Ambiental une o cuidado com a alma e com o meio ambiente

    A Escola Alma de Benzedeiras de Brasília, cuja atividade está inserida no projeto Reconexão Cerrado, do Instituto Brasília Ambiental, benzeu 231 pessoas e três pets na manhã deste sábado (15), no Parque Ecológico da Asa Sul.

    “Benzer é passar boas energias, reforçando a conexão entre a pessoa, que está recebendo o benzimento e a natureza, o meio ambiente”, explica Márcia Franco, que representa a escola e a fundadora Maria Bezerra.

    O elo entre saúde e meio ambiente é um dos pilares do projeto Reconexão Cerrado | Foto: Divulgação/ Brasília Ambiental

    Para o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, essa conexão com o meio ambiente e com as práticas passadas de geração pós-geração fortalece a missão de preservação ambiental. “Esse elo que é criado vai muito ao encontro com o que eu sempre procuro incentivar dentro do Brasília Ambiental, que é o pertencimento. Esse pertencimento de ter algo que também é meu é que gera o zelo, o carinho, o cuidado”, pontuou o gestor.

    A atividade de benzimento está inserida na relação saúde e meio ambiente, um dos eixos do projeto Reconexão Cerrado. O benzimento é feito com plantas cultivadas nas hortas medicinais das unidades de conservação geridas pelo Brasília Ambiental. “É o uso energético das plantas, o que faz parte dos serviços ecossistêmicos prestados pelo meio ambientes”, explica a benzedeira, voluntária e servidora do Brasília Ambiental, Rosângela Martins.

    Ela conta que as benzedeiras entraram no projeto no final de 2019, mas, com a pandemia, a atividade foi suspensa, retornando entre o final de 2021 e o início de 2022. A Escola Alma de Benzedeira foi levada para dentro do projeto Reconexão por um Acordo de Cooperação.

    “Essa formalização permitiu termos a atividade nas unidades de conservação. As primeiras unidades que tiveram foram os parques ecológicos da Asa Sul e do Riacho Fundo. Este ano iniciamos no parque Sucupira, em Planaltina. Hoje três parques têm, efetivamente, a atividade de benzimento. Toda a equipe de benzedeiras é voluntária”, esclarece Rosângela.

    A atividade, que atrai pessoas de todas as idades, gêneros e credos, tem como objetivo também a valorização da biodiversidade do Cerrado, com foco na flora. “Para receber o benzimento não há nenhuma restrição. Basta a pessoa estar receptiva à boa energia que a prática, sempre acompanhada de uma oração, dispensa. Para termos uma boa saúde precisamos ter boa conexão com o meio ambiente, porque nós também somos natureza”, lembra Rosângela.

    Para a vice-governadora, Celina Leão, a prática promove bem-estar e saúde mental para a comunidade. “A iniciativa reforça a conexão das pessoas com a natureza ao mesmo tempo que oferece uma oportunidade para que todos melhorem sua saúde mental, cuidando do espírito e do corpo em um ambiente acolhedor, dentro de espaços públicos, como o nosso Parque Ecológico da Asa Sul”.

    Reconexão Cerrado

    O projeto existe há sete anos, anteriormente com o nome de Conexão Verde. O objetivo é executar ações de preservação e conservação da biodiversidade em unidades de conservação, com foco na recuperação ambiental e no fortalecimento dos usos da flora do bioma Cerrado. O projeto também visa compartilhar e disseminar o conhecimento dos saberes tradicionais em plantas medicinais e práticas integrativas de saúde em unidades de conservação do Distrito Federal, com atendimentos à comunidade.

    Alma de Benzedeiras

    A Escola de Almas Benzedeiras nasceu em 2017, quando a idealizadora do projeto, Maria Bezerra, decidiu seguir os passos da avó, que também era benzedeira. Segundo ela, “sua missão era contribuir no resgate do amor das pessoas” e espalhar os ensinamentos de duas grandes benzedeiras de Brasília, dona Maria Paula, do Paranoá, e dona Juliana, de Planaltina.

    “A escola não tem sede física. Essa sede se materializa quando nós, benzedeiras, e as pessoas que querem ser benzidas se juntam. Os benzimentos duram por volta de duas horas”, explica a coordenação da Escola.