Categoria: Cidades

  • Produtores rurais vão representar DF em feira internacional do setor de frutas e hortaliças

    Produtores rurais vão representar DF em feira internacional do setor de frutas e hortaliças

    Presença brasiliense no evento – que será em São Paulo, entre 25 e 27 de março – reforça a importância da agricultura regional e abre novas oportunidades de exportação

    Doze produtores rurais vão representar o Distrito Federal em uma das maiores feiras internacionais do setor de frutas e hortaliças, a Fruit Attraction 2025. O evento, que será no Centro de Convenções São Paulo Expo, de 25 a 27 de março, promete reunir mais de 2 mil expositores e receber mais de 90 mil visitantes de diversos países. O público poderá conhecer o lado rural do Quadradinho no estande “Agricultura do DF: frutos de um Cerrado que alimenta o mundo”.

    O Distrito Federal será representado por 12 produtores rurais em uma das maiores feiras internacionais do setor de frutas e hortaliças, a Fruit Attraction 2025 | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília

    O espaço de 180 metros quadrados terá exposição de produtos regionais, demonstração de práticas sustentáveis e promoção do turismo rural e gastronômico da capital federal. A participação brasiliense é coordenada pela Associação Semper Fidelis, com apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) e da Centrais de Abastecimento (Ceasa-DF).

    ‌“A atenção e o incentivo da nossa gestão à produção agrícola do DF têm dado cada vez mais resultados”, enfatiza a vice-governadora, Celina Leão. “Além de levar alimentos de qualidade à nossa população e ser um importante incremento na economia da nossa cidade, a participação dos nossos produtores na Fruit Attraction 2025 mostra mais uma vez que o DF é um polo em franca expansão. Continuaremos trabalhando para ocupar cada vez mais espaço no setor e fortalecer os nossos produtores.”

    O secretário de Agricultura, Rafael Bueno, afirma que o objetivo é trazer mais recursos para o setor de frutas e hortaliças para gerar mais emprego, renda e crescimento para os produtores. “Quando falamos em impulsionar novos negócios e elevar o Distrito Federal a um patamar superior, nosso foco está no fomento de novas oportunidades, conectando produtores a compradores nacionais e internacionais. A produção local tem se destacado pela qualidade, e o Governo do Distrito Federal, por determinação do governador Ibaneis Rocha, tem trabalhado ativamente para apoiar o setor”, aponta.

    Como exemplo do apoio governamental, o secretário cita a recuperação das estradas rurais. “Só no ano passado foram mais de 1.800 km de estradas recuperadas, garantindo um transporte mais seguro e reduzindo perdas na distribuição dos frutos”, enfatiza. “Além disso, trabalhamos na criação de novos espaços onde os consumidores podem comprar diretamente dos produtores, como no Empório Rural da DF-150. Também temos investido na participação em feiras e eventos, possibilitando que produtores com capacidade de comercialização ampliem suas vendas para os mercados nacional e internacional”.

    O GDF tem trabalhado para garantir mais recursos ao setor de frutas e hortaliças, para gerar mais emprego, renda e crescimento para os produtores

    Cadeia produtiva

    Na lista de representantes do DF, destaca-se a Fazenda Malunga, referência em produtos orgânicos e saudáveis, com mais de 40 anos de história. O empreendimento conta com 190 colaboradores e 120 hectares de produção de hortaliças e laticínios. “Poderemos mostrar uma Brasília que o Brasil não vê: a Brasília da qualidade, da sustentabilidade. O DF tem uma área pequena, portanto não conseguimos produzir em escala, mas todo o nosso trabalho tem muita qualidade e isso precisa ser mostrado para mais pessoas”, afirma o engenheiro florestal e fundador da Fazenda Malunga, Joe Valle.

    A marca vai expor hortaliças prontas para consumo, vendidas previamente higienizadas, e laticínios produzidos inteiramente pela fazenda. “O único leite A2A2 com certificado de orgânico do Brasil é nosso. É um leite que não tem a beta-caseína, a principal proteína do leite, à qual muitas pessoas são intolerantes”, define Valle. “Foi um trabalho de sete anos, e hoje 100% do nosso rebanho produz leite sem a beta-caseína. Algumas companhias de leite lançaram isso, mas a Malunga é a única que tem A2A2 no mercado”.

    A Fazenda Malunga, uma das representantes do DF na Fruit Attraction 2025, também se destaca pela comercialização de laticínios produzidos inteiramente na propriedade

    Entre 2019 e 2023, a produção de frutas no DF cresceu 16,25%, alcançando 37.615 toneladas em uma área plantada de 2.169 hectares. As principais culturas são abacate, banana, tangerina, goiaba e maracujá, que dominam o cenário agrícola pela diversidade e qualidade. Também está em expansão o cultivo de frutas vermelhas, como morango, mirtilo, framboesa e açaí, produtos com alto valor agregado e crescente demanda nos mercados gourmet e internacional.

    Para impulsionar o crescimento do setor, em janeiro deste ano, foi publicada a portaria de criação da Câmara Setorial de Fruticultura (CSF/DF), para debater, acompanhar, propor e executar ações voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva de frutas na capital. Os representantes que comporão as entidades serão nomeados em breve, incluindo profissionais da Emater, da Seagri e outros órgãos públicos, bem como de associações e cooperativas do setor produtivo.

    Veja a lista completa de produtores do DF selecionados para a Fruit Attraction 2025.

    · Agroindústria Machadinho
    · Amazônia Real Nuts
    · Central Unium Brasília
    · Cerrado Blue
    · Fazenda Amigos do Cerrado
    · Fazenda Malunga
    · Feel Berry – Agropecuária JPC
    · Maracujá Imperador do Cerrado
    · Morangos Brasil
    · Sucopira Sucos Naturais
    · SustentAgro
    · Villa Triacca Hotel Vinícola & Spa.

  • Carnaval: Fique atento para as doenças mais transmitidas durante a folia

    Carnaval: Fique atento para as doenças mais transmitidas durante a folia

    Infectologista do HRSM alerta para os cuidados que os foliões devem ter neste período

    Com a proximidade do Carnaval e vários dias de festa por todos os cantos, os foliões não podem se descuidar da saúde. Para aproveitar a folia sem dor de cabeça no futuro, é de suma importância se proteger contra diversas doenças, principalmente as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

    O infectologista do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Marcos Davi Gomes, destaca que as ISTs e algumas doenças transmitidas por contato interpessoal ou consumo de alimentos e bebidas em condições inadequadas são as mais comuns.

    “O Carnaval é um período de maior socialização e atividade sexual, muitas vezes sem o uso adequado de preservativos, levando ao aumento das ISTs, como sífilis, que teve um aumento alarmante nos últimos anos; gonorreia, clamídia e micoplasma; herpes genital; HPV; HIV e monkeypox ou Mpox”, informa.

    Segundo o especialista, as ISTs lideram geralmente o ranking das doenças mais contraídas no Carnaval, pois há aumento da exposição a situações de risco, como sexo sem preservativo, múltiplos parceiros e consumo de álcool ou outras substâncias que reduzem a percepção de perigo. Além disso, muitas destas infecções podem ser assintomáticas nos primeiros dias, levando à transmissão contínua.

    “Para curtir o Carnaval com segurança e minimizar o risco de infecções, é fundamental adotar algumas medidas preventivas, como usar preservativo em todas as relações sexuais. Também vale considerar o uso da profilaxia pré-exposição (PrEP), para quem tem maior risco de exposição ao HIV, e da profilaxia pós-exposição (PEP), que pode ser usada até 72h após um contato desprotegido considerado de risco. Além disso, fazer testagem de ISTs antes e depois do Carnaval e se vacinar contra HPV e hepatites A e B. Tudo isso é disponibilizado no SUS”, explica Marcos Davi.

    Segundo dados epidemiológicos sobre a sífilis no Distrito Federal, de 2019 a 2023 foram registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) 12.639 casos de sífilis adquirida, 4.966 casos de sífilis em gestantes e 1.604 casos de sífilis congênita, incluindo abortos e natimortos.

    Segundo o Sinan, atualizado em 22 de agosto de 2024, a taxa de sífilis adquirida sofreu aumento de 77,5% para 123,5% em 2023. A média de casos da doença em gestantes também teve aumento discreto – a taxa que era de 31,4%, foi para 31,9%, em 2023. Já a sífilis congênita variou de 6%, em 2019, para 10,7%, em 2022. Em 2023, registrou 8,5%.

    “Muitas ISTs podem ser assintomáticas no início, mas, ainda assim, são transmissíveis. Por isso é tão importante o uso de preservativos”, afirma Marcos Davi.

    Outras doenças

    O infectologista destaca que com aglomerações em blocos e festas, há maior disseminação de vírus respiratórios e de contato também, incluindo covid-19; influenza; mononucleose infecciosa, causada pelo vírus Epstein Barr (conhecida como Doença do Beijo); e herpes labial.

    Já entre as doenças gastrointestinais e alimentares, o médico alerta para o aumento de casos de hepatite A e E (transmitidas por água e alimentos contaminados) e das intoxicações alimentares (por bactérias como Salmonella, E. coli, Staphylococcus aureus) e gastroenterites virais (norovírus). Fora isso, também é importante se proteger contra as arboviroses como dengue, chikungunya, zika e febre amarela, utilizando repelentes para combater.

    Segundo o médico, os sintomas das doenças mais comuns no período do Carnaval variam conforme o agente causador | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF

    Marcos Davi ressalta que é importante evitar o compartilhamento de copos e garrafas, pois isso pode transmitir a mononucleose, a gripe e a herpes labial (simples). Ele alerta também para a lavagem das mãos com frequência, o uso de álcool em gel e dá a dica de evitar beijar várias pessoas em sequência, porque pode aumentar o risco de transmissão de vírus como gripe, covid-19 e herpes.

    Segundo o médico, os sintomas das doenças mais comuns no período do Carnaval variam conforme o agente causador. Algumas se manifestam rapidamente, enquanto outras podem levar dias ou semanas para apresentar sinais.

    Quando procurar atendimento médico?

    – Sintomas graves: febre persistente, falta de ar, dor intensa, desidratação, sinais de alarme da dengue (dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, queda de pressão, sangramentos etc).
    – Suspeita de IST: mesmo sem sintomas, fazer exames após exposição de risco, tendo em mente o período de incubação de cada doença.
    – Contato com doenças contagiosas: monitorar sintomas e buscar orientação médica se necessário.

    Fique atento aos sintomas

    Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs)

    🔹 Sífilis
    Sintomas iniciais: ferida indolor (cancro duro) na região genital, anal ou oral. Muitas vezes, porém, esses sintomas não aparecem ou são imperceptíveis.
    Período de incubação: 10 a 90 dias (média de 21 dias). Ou seja, depois do contato sexual, a ferida só vai aparecer, em média, após 3 semanas.

    🔹 Gonorreia e Clamídia
    Sintomas iniciais: corrimento uretral ou vaginal (amarelado ou esverdeado), dor ao urinar, dor pélvica. Nos homens, pode haver inflamação nos testículos e na mulher, pode evoluir com doença inflamatória pélvica (DIP) e infertilidade.
    Período de incubação: 2 a 14 dias.

    🔹 Herpes genital
    Sintomas iniciais: pequenas bolhas dolorosas na região genital ou anal, que evoluem para úlceras. Pode haver febre e mal-estar.
    Período de incubação: 2 a 12 dias.
    A maioria dos adultos já entrou em contato com o herpes, mas pode haver reativação do vírus.

    🔹 HPV (Verrugas genitais)
    Sintomas iniciais: verrugas indolores na região genital, anal ou oral. Pode demorar meses para aparecerem.
    Período de incubação: sem período fixo (semanas a anos).

    🔹 HIV (fase aguda)
    Sintomas iniciais: febre, dor de garganta, manchas vermelhas no corpo, ínguas, fadiga. Muitas vezes, pode não apresentar nenhum sintoma.
    Período de incubação: 2 a 6 semanas.

    Doenças virais transmitidas pelo contato próximo

    🔹 Mononucleose (Doença do Beijo)
    Sintomas iniciais: cansaço intenso, febre, dor de garganta, ínguas inchadas.
    Período de incubação: 4 a 6 semanas.

    🔹 Herpes labial (HSV-1)
    Sintomas iniciais: bolhas dolorosas nos lábios, febre, sensação de formigamento antes das lesões aparecerem. Quem já sabe que tem o Herpes, é importante iniciar o antiviral imediatamente após surgirem os primeiros sintomas.
    Período de incubação: 2 a 12 dias.

    🔹 Covid-19 e influenza (gripe)
    Sintomas iniciais: febre, dor de garganta, tosse seca, cansaço, dores no corpo. Importante realizar a testagem para fazer isolamento, caso positivo.
    Período de incubação:
    Covid-19: 2 a 14 dias (média de 5 dias). Há medicação no SUS para idosos e pessoas com comorbidades.
    Influenza: 1 a 4 dias. Há medicação no SUS para populações de risco.

    Doenças gastrointestinais e alimentares

    🔹 Hepatite A e E
    Sintomas iniciais: febre, fadiga, náusea, dor abdominal, urina escura, icterícia (pele amarelada). Existe vacina para Hepatite A.
    Período de incubação: 15 a 50 dias (média de 28 dias).

    🔹 Intoxicação alimentar (Salmonella, E. coli, Norovírus)
    Sintomas iniciais: náusea, vômito, diarreia, cólicas abdominais, febre (às vezes).
    Período de incubação:
    Salmonella: 6 a 72 horas.
    E. coli: 1 a 10 dias.
    Norovírus: 12 a 48 horas.

  • Monitoramento semanal certifica qualidade da água para banho no Lago Paranoá

    Monitoramento semanal certifica qualidade da água para banho no Lago Paranoá

    Programa de balneabilidade da Caesb analisa amostras em dez pontos do lago, garantindo segurança para banhistas e preservação ambiental

    Com o tempo aberto na capital federal, quem deseja aproveitar os dias de sol para se refrescar no Lago Paranoá pode ficar tranquilo: o mais recente relatório do programa de balneabilidade da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) confirmou, mais uma vez, que a água está própria para banho.

    O monitoramento da qualidade da água é feito semanalmente por meio da coleta de amostras em dez pontos distribuídos ao longo dos 48 km² do lago. As análises, elaboradas no laboratório da Caesb, são um importante indicativo para garantir a tranquilidade dos banhistas que frequentam esse ponto turístico.

    As águas do Paranoá são monitoradas semanalmente por meio da coleta de amostras em 10 pontos distribuídos ao longo dos 48 km² do lago | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília

    “Quando falamos em qualidade da água, precisamos considerar seu uso. Na questão do banho, a água do Lago Paranoá é muito boa, inclusive para a integridade ambiental dos seres que ali habitam. Isso a gente vê pela diversidade de espécies encontradas no lago. Hoje você encontra, inclusive, o camarão, que era um organismo que não estava mais presente e voltou”, explica Bruno Batista, coordenador de Análises Biológicas e Limnológicas do laboratório da Caesb.

    Monitoramento rigoroso

    Batista explica que no lago são feitos dois tipos de análises: uma mede o pH da água, que deve estar entre 7 e 10 para garantir a segurança dos banhistas, e a outra avalia a presença de coliformes fecais (bactéria Escherichia coli). O limite aceitável, conforme os parâmetros do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), é de até 800 bactérias por 100 mililitros de água.

    Os resultados das análises da água do Paranoá são submetidos a órgãos de controle e fiscalização, como a Adasa e o Instituto Brasília Ambiental

    Além do monitoramento semanal, 34 pontos do lago passam por análises mensais mais detalhadas, conhecidas como pesquisa limnológica. “O programa mensal faz uma avaliação aprofundada da qualidade da água, tanto do ponto de vista ambiental quanto da saúde pública”, destaca Batista.

    Os resultados das análises são disponibilizados no site da Caesb. “Visamos a transparência com o objetivo de manter a população sempre informada das condições de banho do lago Paranoá”, completa o coordenador.

    As medições de pH são feitas diretamente no lago pelas equipes da Caesb, enquanto a análise microbiológica ocorre no laboratório central da companhia, que possui reconhecimento internacional e passa por avaliações periódicas da Coordenação Geral de Acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (CGCRE-Inmetro). Os resultados são submetidos a órgãos de controle e fiscalização, como a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa) e o Instituto Brasília Ambiental.

    “Ter a validação das análises que a Caesb faz traz ainda mais qualidade, confiabilidade e segurança para a população, porque a gente está dizendo que tudo que estamos aferindo tem um grau de confiabilidade”, enfatiza Batista.

    Tranquilidade para os banhistas

    Saber que a qualidade da água do Lago Paranoá é conferida regularmente tranquiliza a moradora da Estrutural Fernanda Karen Fernandes, 39 anos. “Se a Caesb está analisando a água, então não tem mais preocupação. Aí sim dá uma segurança de tomar banho no lago”, afirma a auxiliar operacional, que levou a mãe, a irmã e o sobrinho para aproveitar o local. “É muito aconchegante vir nesses momentos de calor. É o único lugar que a gente tem para se refrescar, já que não temos praia, então temos que aproveitar”.

    “Se a Caesb está analisando a água, então não tem mais preocupação. Aí sim, dá uma segurança de tomar banho no lago”, afirma Fernanda Karen Fernandes

    Para Maria Beatriz Silva, 17, lazer é sempre na beira do lago. E ter a certeza de que a água é boa para o banho traz tranquilidade para convidar toda a família. “A gente vê que é uma água muito boa e que está sempre limpinha. Além disso, o ambiente é familiar e agradável. Então, sempre que quero sair de casa e fazer algo diferente, venho para a beira do lago” conta.

    A orla do Paranoá também é a escolha de Thales Soares, 25, nos momentos de relaxamento. “Além da beleza do lago, a gente vê que é um ambiente bem-cuidado e limpo. A água é transparente e não tem sujeira. Eu fico bem à vontade nadando no lago. Sinto que é um lugar de paz e de tranquilidade”, declara o empresário.

  • Audiência pública debaterá moradias no Jardim Botânico

    Audiência pública debaterá moradias no Jardim Botânico

    Licenciamento será discutido nesta terça (25), com transmissão ao vivo no canal do YouTube do Brasília Ambiental

    O Instituto Brasília Ambiental promove nesta terça-feira (25), das 19h às 22h, a audiência pública de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) do Residencial Jardins Belvedere, localizado na Estrada do Sol, Km 7, na Região Administrativa do Jardim Botânico.

    Debate será a respeito da área demarcada em vermelho | Imagem: Instituto Brasília Ambiental

    O evento será virtual, com transmissão ao vivo por meio do canal do Brasília Ambiental no YouTube. Após a exposição técnica do projeto, será aberto espaço para a participação de interessados. Os estudos, as instruções de acesso ao canal de transmissão e o formulário para encaminhamento de contribuições estão disponíveis no site do instituto.

    Na ocasião, haverá a opção de acompanhar a audiência presencialmente no Espaço Glamour Festas e Eventos (Quadra 1, Conjunto 8, Lote 6 – Bonsucesso, São Sebastião).

    “Essa é uma oportunidade para que o órgão ambiental receba as críticas, sugestões e contribuições, e para que o empreendimento reflita, também, o olhar da sociedade sobre ele”, afirma a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão.

  • Atenção, contribuinte: IPVA e licenciamento anual começam a vencer nesta segunda (24)

    Atenção, contribuinte: IPVA e licenciamento anual começam a vencer nesta segunda (24)

    Vencimentos ocorrem com base no último algarismo da placa dos veículos. IPVA pode ser pago em cota única ou parcelado, enquanto o licenciamento anual só pode ser quitado à vista

    Os proprietários de veículos do Distrito Federal devem ficar atentos às datas de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e da taxa anual de licenciamento. O vencimento dos tributos inicia nesta segunda-feira (24) e segue até o dia 28 deste mês, de acordo com o algarismo final da placa dos veículos. O IPVA pode ser pago à vista, com desconto, ou em até seis parcelas, enquanto a quitação do licenciamento anual só é permitida à vista.

    Os valores arrecadados com o IPVA são investidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em áreas como educação, saúde, segurança e infraestrutura. Neste ano, cerca de 1,19 milhão de veículos são considerados tributáveis e a expectativa de arrecadação é de R$ 2 bilhões. Em 2024, o montante previsto foi de R$ 1,7 bilhão, contabilizando 1,2 milhão de veículos aptos para a quitação da taxa.

    O secretário-executivo de Fazenda da Secretaria de Economia (Seec-DF), Anderson Roepke, esclarece que os recursos são destinados para a Fonte 100, podendo ser empregados livremente pelo Executivo, uma vez que não têm vinculação específica. “Esse recurso pode financiar todos os investimentos do GDF, como pagamento dos servidores, construção de obras, e manutenção de rodovias, conforme estabelecido no orçamento”, define.

    Imagem: Divulgação

    Segurança

    Neste ano, pouco mais de 1,068 milhão de contribuintes receberam o boleto do IPVA. A ação contempla os proprietários de veículos que não possuem isenção e aqueles que ainda não realizaram o pagamento do tributo. Para reforçar a segurança e garantir o sigilo fiscal dos contribuintes, o GDF contratou os serviços especiais dos Correios por meio da modalidade e-Carta. A iniciativa evita extravios e reduz riscos de fraudes, garantindo mais tranquilidade ao cidadão.

    “Ao receber o boleto, é importante verificar se há o selo dos Correios com a identificação e-Carta e observar se há qualquer inconsistência no valor cobrado, nos dados pessoais ou do veículo. O cidadão pode conferir a autenticidade do boleto no Portal de Serviços da Receita”, alerta o gerente de gestão do IPVA, Fabrício Bernardes. “Se o veículo é isento, por exemplo, e a pessoa mesmo assim recebeu um boleto, confira no site se tem alguma cobrança em aberto antes de fazer o pagamento.”

    Proprietários de veículos com mais de 15 anos que não pagam o IPVA  | Imagem: Divulgação

    No site, basta informar o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), que é um código único de 11 dígitos que identifica cada veículo registrado no Brasil, e o ano de exercício. Com isso, é possível imprimir uma segunda via do documento.

    Licenciamento anual

    Assim como o IPVA, o licenciamento anual também tem datas de vencimento definidas de acordo com o algarismo final da placa dos veículos, entre os dias 24 e 28 deste mês. Sob coordenação do Departamento de Trânsito (Detran-DF), a taxa no valor de R$ 102 é a mesma para todos os tipos de veículos e deve ser paga à vista, sem parcelamento, com incidência de juros após o prazo.

    Imagem: Divulgação

    O pagamento pode ser realizado em uma das cinco instituições credenciadas para o recebimento das taxas da autarquia (Caixa Econômica, Banco do Brasil, Banco de Brasília, Bradesco e Sicoob), além das lotéricas.

    O valor já integra o boleto do IPVA, que é enviado ao endereço cadastrado no prontuário do veículo, por meio dos Correios. No entanto, os proprietários de veículos com mais de 15 anos que não pagam o IPVA e, portanto, não receberão o boleto em casa, devem acessar o aplicativo Detran-DF Digital ou o Portal de Serviços para consultar os débitos e emitir a taxa de licenciamento.

    Há ainda a opção de ir a um posto de atendimento da autarquia ou do Na Hora para imprimir o boleto. Nos postos do Na Hora, o atendimento é por ordem de chegada. Nos postos do Detran-DF, o serviço é feito por agendamento. É importante ficar atento, para não cair em golpes: o boleto não é enviado por e-mail.

    A quitação da taxa de licenciamento é um dos requisitos para a regularização do veículo, juntamente com o pagamento do IPVA e multas ou débitos vencidos, se houver. Depois de quitar todos os débitos do veículo, o proprietário deverá emitir o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio digital (CRLV-e) 2025 por meio do Portal de Serviços do Detran-DF ou pelo aplicativo Detran-DF Digital.

    “Ao manter o licenciamento anual em dia, o cidadão contribui com a manutenção dos dados cadastrais do veículo e evita eventuais problemas dentro e fora do Distrito Federal. Ao ser pego com o licenciamento vencido, o veículo pode ser retido até que seja apresentado o documento do licenciamento e, para isso, tem que estar com todos os débitos quitados, como o IPVA e multas”, salienta a coordenadora de Orçamento e Finanças do Detran-DF, Viviane Lopes.

    Neste ano, cerca de 1,19 milhão de veículos são considerados tributáveis e a expectativa de arrecadação é de R$ 2 bilhões | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

    Regularização do IPVA

    Os motoristas que optaram pelo pagamento em cota única têm acesso a desconto de 10%. Neste caso, o boleto vence junto com a primeira parcela do IPVA, conforme o último algarismo da placa. Caso o pagamento não seja feito até a data estipulada, o contribuinte perde o desconto. Para obter esse abatimento, o veículo não pode ter débitos anteriores – que podem ser pagos até o vencimento da primeira parcela.

    Para regularizar os débitos, o contribuinte deve acessar o site da Receita do DF ou o aplicativo da Secretaria de Economia e solicitar a emissão das parcelas em atraso. O contribuinte inadimplente pode ter o veículo apreendido durante as ações de fiscalização do Departamento de Trânsito (Detran-DF) e da Polícia Militar (PMDF).

    A primeira medida administrativa do governo é a cobrança feita pela Receita do DF por telefone, e-mail ou aplicativo da Economia do DF sobre o débito. Caso o cidadão continue em débito após a cobrança, ele recebe um comunicado e depois será inscrito na dívida ativa. Se mesmo assim o contribuinte permanecer inadimplente, ele pode ser processado até por fim ter a execução fiscal.

  • Mudança no trânsito em Águas Claras começa neste sábado (22)

    Mudança no trânsito em Águas Claras começa neste sábado (22)

    O novo trajeto faz parte da etapa complementar das obras da terceira saída da cidade

    A partir deste sábado (22), o trânsito em Águas Claras sofrerá alterações devido à continuidade das obras complementares da terceira saída da cidade. A mudança se dará a partir das 10h para liberar a pista recém-construída da terceira saída da cidade, no trecho que dá acesso à Rua das Carnaúbas, contornando o estacionamento local.

    Veja as principais alterações no trânsito da cidade | Foto: Divulgação/DER-DF

    A medida foi necessária para permitir a execução da última etapa das obras, que estão sendo executadas pela empresa Direcional nas imediações da Avenida Parque Águas Claras.

    A interdição ocorrerá num trecho de 250 metros da Rua das Carnaúbas, no sentido EPTG para Águas Claras. Coordenada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), a ação tem como objetivo garantir a segurança dos automóveis e trabalhadores. A previsão é que a alteração no fluxo de veículos facilite o tráfego local e minimize os impactos causados pela obra.

    A população é orientada a seguir as sinalizações e redobrar a atenção ao trafegar pela região. A expectativa é que, com a conclusão das obras, o trânsito na área seja melhorado, beneficiando assim milhares de motoristas que utilizam diariamente a via.

  • Samambaia recebe novos pontos de encontro comunitário e calçamento

    Samambaia recebe novos pontos de encontro comunitário e calçamento

    Investimentos na manutenção das quadras e em novos equipamentos levam mais lazer, bem-estar e acessibilidade para moradores da região

    Investir na infraestrutura das cidades é uma das premissas do Governo do Distrito Federal (GDF). Em Samambaia, nos últimos dias, isso tem sido feito com a instalação de pontos de encontro comunitário (PECs), a construção de novas calçadas e a implantação de pontos de ônibus.

    Ao todo, foram destinados R$ 400 mil para a substituição de 23 equipamentos em PECs já existentes e para a instalação de três espaços voltados à prática de calistenia. Outros R$ 250 mil estão sendo investidos na implantação de novos PECs na região.

    Investimentos da ordem de 650 mil foram usados para implantar novos PECs, trocar equipamentos nos pontos já existentes e criar três espaços voltados à prática de calistenia | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília

    Com os investimentos, Samambaia recebeu 22 novos PECs, dos quais oito ainda estão em fase de instalação. Atualmente, a cidade conta com um total de 47 pontos, beneficiando os moradores com mais espaços de lazer e prática esportiva.

    “Estamos em constante vigilância para atender às necessidades da comunidade, e a instalação de pontos que visam à melhoria da qualidade de vida das pessoas é uma das prioridades do governo e da Administração Regional”, declara o administrador de Samambaia, Marcos Leite.

    A qualidade da infraestrutura viária de Samambaia tem avançado com a construção de 5 mil metros de calçadas na Avenida Central e a instalação de 127 novos pontos de ônibus

    “Para que essas benfeitorias tenham impactos duradouros, é fundamental que a população colabore com a preservação dos espaços de uso comunitário. A depredação e o vandalismo em áreas comuns são problemas recorrentes que prejudicam toda a comunidade e geram gastos adicionais para o poder público”, acrescenta o administrador da região.

    Além da ampliação dos PECs, a cidade tem melhorado a qualidade da infraestrutura viária, com a construção de 5 mil metros de calçadas na Avenida Central e a instalação de 127 novos pontos de ônibus.

    Academia ao ar livre

    A instalação de PECs perto da casa de Jucelia Mara Dias, 62 anos, facilitou o início de um novo projeto de vida da aposentada. “Eu sempre fui sedentária, mas tive que mudar os hábitos após um problema de saúde. Então, ter esses equipamentos próximos facilita demais esse compromisso de me manter em movimento”, comenta.

    Para ela, a conservação dos equipamentos é de extrema importância e não deve ser responsabilidade apenas do governo. “Infelizmente, a própria comunidade que se beneficia com o projeto é, muitas vezes, responsável por depredar os aparelhos. É bom que o governo esteja vigilante com a conservação dos PECs, mas a colaboração tem que vir de todos”, pontua a moradora.

    Para a assistente social Sandra Amador Santos, 66, os PECs trazem mais qualidade de vida e economia. “É um projeto muito bom, principalmente para a terceira idade, que precisa se exercitar todos os dias, e nem precisa gastar dinheiro”, comemora a idosa, que costuma mobilizar os amigos para as atividades: “Marcamos um horário e fazemos os exercícios juntos”.

    Além de se beneficiar com a instalação dos novos equipamentos públicos, Sandra também está satisfeita com as novas calçadas na região. “São importantes para se deslocar com segurança, mas também para a prática de atividades físicas, como a caminhada”, ressalta a pioneira da cidade. “Cheguei a Samambaia quando ela ainda estava sendo construída, e é muito legal acompanhar os avanços da região”.

    A assistente social Sandra Amador Santos é uma entusiasta dos PECs: “É um projeto muito bom, principalmente para a terceira idade, que precisa se exercitar todos os dias, e nem precisa gastar dinheiro”

    Denuncie

    A conservação dos pontos comunitários depende não apenas do governo, mas também do compromisso dos moradores em zelar pelo patrimônio coletivo. Em casos de vandalismo ou equipamentos quebrados, comunique a administração pelo telefone (61) 3550-6230, para solicitar a troca ou o reparo dos equipamentos.

  • Carnaval do DF terá transporte público de graça e Eixão do Lazer durante a folia

    Carnaval do DF terá transporte público de graça e Eixão do Lazer durante a folia

    A expectativa é de que 2 milhões de pessoas participem dos festejos; o transporte público atuará em operação especial com ampliação da frotas e gratuidade e a segurança pública terá efetivo reforçado

    O Carnaval Distrito Federal deve mobilizar cerca de dois milhões de pessoas que participarão dos festejos em 62 blocos e três territórios espalhados pelo Plano Piloto e pelas regiões administrativas que integram a programação oficial do DF Folia 2025. Para atender a demanda da folia que está entre as 10 maiores do país, o Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou uma série de medidas para o trânsito, o transporte público e a segurança.

    A grande novidade será a implantação da mobilidade gratuita, que permitirá que os passageiros utilizem o transporte público de graça durante todo o feriado. A partir da meia-noite de sábado (1º) de Carnaval até as 23h59 de terça-feira (4), os ônibus e o metrô estarão disponíveis de graça para os usuários.

    Durante o Carnaval, as 27 estações do metrô estarão abertas e 16 trens circularão | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

    Os coletivos estarão em operação especial com a frota reforçada para atender os foliões. A ampliação dos ônibus seguirá o calendário dos blocos, com mais veículos nos horários de mais demanda da programação. Já o Metrô-DF estará com as 27 estações abertas e 16 trens circulando durante o feriado. O funcionamento será todos os dias das 5h30 até a 1h, com exceção do domingo, quando o serviço funcionará das 7h à 1h.

    O trânsito terá interrupções pontuais nos territórios carnavalescos e nas proximidades dos blocos. Além disso, o Eixão do Lazer estará disponível no domingo (2), na segunda (3) e terça-feira (4), impedindo o trânsito de veículos entre 6h e 18h nos três dias. O objetivo da abertura da via para os pedestres é garantir mais opções de lazer para a população durante o feriado prolongado.

    Durante a folia, o policiamento também será reforçado com o efetivo padrão, os militares do curso de formação e o incremento da cota voluntária. Os blocos e os territórios carnavalescos terão efetivos fixos, bem como revistas no caso dos eventos de grande porte.

    Todas as estações e as plataformas de Metrô terão policiamento fixo da Polícia Militar do DF (PMDF) para garantir a segurança dos usuários. Grupos táticos da PMDF estarão distribuídos entre as paradas de ônibus, principalmente, àquelas próximas aos blocos carnavalescos. O governo pede conscientização dos foliões para que não haja atos de vandalismo nos coletivos e nos vagões.

  • Horto medicinal em Arniqueiraa

    Horto medicinal em Arniqueiraa

    Crianças em contato com a terra no primeiro Horto Medicinal Biodinâmico de Arniqueira  (Foto: JC Bertolucci)

             A população de Arniqueira ganhou, na quarta-feira (12), o primeiro Horto Medicinal Biodinâmico (Hamb), implantado na Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 da QS 08, no bairro Areal. Esse é o 29º Hamb em operação no Distrito Federal, fruto da parceria entre a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília. Criada em 2018, a iniciativa segue os princípios da agricultura biodinâmica e integra a Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (RHAMB).

             O projeto promove a ocupação de áreas ambientais por meio do cultivo de alimentos e plantas medicinais, contribuindo para uma abordagem integrada de saúde, beneficiando tanto os pacientes da unidade quanto os moradores da região.

    Servidor do Instituto Oswaldo Cruz (parceiro do projeto) ensinando as crianças a importância do projeto (Foto: JCBertolucci)

    “Esse tipo de ação é essencial. Antigamente, na época dos meus avós, quase sempre éramos tratados com remédios caseiros, e olha que ficávamos ótimos. Este horto será um sucesso, principalmente para aqueles que precisam de um momento de distração. Cuidar de plantas é uma terapia”, destaca a administradora de Arniqueira, Telma Rufino.

              O gerente de Práticas Integrativas em Saúde (Gerpis) da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), Marcos Trajano, ressaltou que os hortos são fundamentais para fortalecer a relação entre os indivíduos e o meio ambiente, gerando efeitos positivos na saúde física e mental. “Precisamos cada vez mais de espaços que incentivem autonomia e participação, permitindo que as pessoas construam soluções e cultivem um vínculo saudável com a UBS”, afirmou.

           Telma Rufino também destacou que a criação do horto sempre foi um desejo da comunidade e incentivou a população a se envolver ativamente no manejo das hortaliças. “Temos diversos grupos de síndicos na cidade e podemos envolvê-los nessa iniciativa, criando uma rede integrada para que as pessoas não apenas utilizem as plantas medicinais por suas propriedades terapêuticas, mas também entendam que o próprio ato de cuidar dos vegetais já é uma forma de promoção da saúde.”

           A engenheira agrônoma Fabiana ressalta o plantio nos 11 canteiros do Horto, que incluiu mais de 80 espécies, como romã, manjericão, bananeira, cidreira, capim-santo, limoeiro, mamoeiro, ingazeira, mutamba, entre outras. Nas 29 unidades espalhadas pelo DF, já foram cultivadas mais de 100 espécies de plantas medicinais, árvores frutíferas e hortaliças. A previsão é que, dentro de 40 dias, o Horto de Arniqueira já permita a primeira colheita de hortaliças.

  • Vacina contra dengue: DF não vai ampliar idade do público imunizado

    Vacina contra dengue: DF não vai ampliar idade do público imunizado